Instituto Mongeral Aegon fez um ranking das cidades preparadas para idosos. Confira

Aposto que você já pensou que precisa morar em uma cidade mais adaptável ao ritmo dos 60 anos e mais. Uma cidade mais plana, com transito mais tranquilo, um ritmo mais calmo das pessoas de ir e vir, médicos de ponta e também atendimento do SUS de qualidade para aqueles que vivem apenas da aposentadoria oficial. Sim, é possível achar atendimento do SUS em cidades fora do eixo das grandes capitais.

Pensando nessas pessoas, de 50+, que já começam a planejar a vida depois dos 60, o Instituto de Longevidade Mongeral Aegon lançou um ranking das cidades que mais respeitam os idosos. O Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade é resultado da parceria entre o Instituto de Longevidade Mongeral Aegon e a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP).

Com este Índice, são reveladas as atuais condições de 498 cidades brasileiras, tendo em vista sua capacidade de atender às necessidades básicas de vida, destacadamente dos adultos mais idosos. A pesquisa é baseada em sete variáveis: indicadores gerais, cuidados de saúde, bem-estar, finanças, habitação, educação e trabalho e cultura e engajamento.

Santos, Florianópolis, Porto Alegre, Niteroi e Blumenau são as cinco primeiras do ranking para as pessoas entre 60 e 75 anos. Além de ajudar as pessoas a escolherem uma cidade para morar, o intuito do instituto é ajudar governos na gestão de políticas públicas que contribuam para melhorar a qualdiade de vida do idoso, ao passo que atraem para suas cidades pessoas com rendimento de aposentadoria.

Acesse o ranking aqui

Saúde: plano popular prevê coparticipação

Fonte: O Globo

Renata Mariz

Três tipos de planos populares de saúde foram apresentados pelo governo para avaliação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que deverá se manifestar sobre a “viabilidade técnica”. Nos termos da proposta, o usuário terá de pagar “ao menos 50% do valor de procedimento” como coparticipação; os preços do serviço poderão ser reajustados apenas “com base em planilhas de custo”; e haverá “obrigatoriedade da segunda opinião médica” nos casos mais complexos.

Um dos tipos é o Plano Simplificado, que não cobre internações, terapias e exames de alta complexidade, urgência e emergência ou hospital-dia. No documento, assinado pelo secretário de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Francisco de Assis Figueiredo, o argumento é que até 85% dos problemas de saúde do beneficiário podem ser resolvidos só com serviços ofertados: consultas, terapias e serviços de diagnóstico de baixa e média complexidade.

No modelo Ambulatorial mais Hospitalar, o usuário terá acesso a serviços de baixa, média e alta complexidade, mas começará o atendimento obrigatoriamente por médico de família ou da atenção primária. Caso ele indique o paciente para a rede hospitalar, será preciso ouvir uma segunda opinião que “reafirme a necessidade”.

No Regime Misto de Pagamento, o terceiro tipo de plano sugerido, o usuário paga mensalmente a cobertura de serviços hospitalares, terapias de alta complexidade, medicina preventiva e atendimento ambulatorial. Segundo valores previstos no contrato, o beneficiário pagará por procedimento feito. Haverá modelos de pré e pós-pagamento.

Para que os planos populares possam ser praticados com essas regras, será preciso que a ANS reveja normas que tentam proteger usuários de abusos, como a que prevê rede mínima de serviços a serem ofertados. Após a manifestação de viabilidade técnica, o Ministério da Saúde vai submeter o texto à Consultoria Jurídica da pasta para debater a “viabilidade jurídica”.

Polêmica desde que foi anunciada pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, a ideia dos planos populares de saúde levou a pasta a formar um grupo de trabalho, em agosto de 2016, que chegou ao texto atual remetido à ANS. A pasta tenta se desvincular da proposta, ao afirmar, em nota, que “não propôs e não opina” sobre as sugestões.

O grupo, ainda segundo o ministério, contou com participação de mais de 20 instituições ligadas à Saúde Suplementar, como Abramge, Proteste, AMB, CFM e Unimed, além de representantes do Ministério da Saúde (coordenação), Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização.

Entre as razões citadas para endossar a proposta, está a elevada taxa de desemprego. Houve redução de 3,05% no total de usuários nos últimos 12 meses – eram 50 milhões em junho de 2015. Em junho de 2016, eram 48,6 milhões.

Pesquisa mostra que mulheres cuidam mais da saúde

Fonte: FenaSaúde

O número de mulheres da população brasileira é de 104,4 milhões, de acordo com o IBGE. Desse total, 25,6 milhões são beneficiárias de planos de saúde. A maioria está concentrada na região Sudeste, 15,8 milhões. E em todo país, o maior número de beneficiárias tem entre 20 e 50 anos. Família, trabalho, dupla jornada e baixa remuneração fazem parte do universo de muitas mulheres, mas nem por isso elas abrem mão dos cuidados com a própria saúde.

De acordo com o Vigitel Brasil 2015 – estudo realizado pelo Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), as mulheres fumam menos que os homens. Entre os beneficiários de planos de saúde, consultados na pesquisa, 7,2% se declararam fumantes. Proporcionalmente, as mulheres ficaram abaixo da média brasileira, com 5,4%. O que representa uma redução de 52,6% do tabagismo entre as usuárias da saúde suplementar, de 2008 a 2015.

O levantamento revelou ainda que o consumo abusivo de álcool foi registrado entre 16,7% dos entrevistados, sendo maior entre homens (24,3%) do que entre as mulheres (10,7%). O consumo abusivo de bebidas alcoólicas corresponde à ingestão de quatro ou mais doses, para mulheres, ou cinco ou mais doses, para homens, em uma mesma ocasião dentro dos últimos 30 dias. O Vigitel também perguntou aos entrevistados sobre direção e álcool. Em 2015, 6,8% pessoas declararam que dirigem após consumir bebidas alcóolicas. Os homens são mais assíduos: 11,7% dos entrevistados contra apenas 3% das mulheres.

Alimentos saudáveis estão, cada vez mais, fazendo parte do cardápio feminino, segundo o estudo. O Vigitel indica aumento do consumo recomendado de frutas e hortaliças entre os entrevistados que possuem plano de saúde. Em 2015, o levantamento mostrou que 32,9% das pessoas que participaram da pesquisa declararam consumir cinco ou mais porções diárias de frutas e hortaliças, durante cinco ou mais dias da semana. No primeiro Vigitel envolvendo beneficiários de planos de saúde (2008), esse percentual foi de 27%. O crescimento foi verificado em ambos os sexos, sendo 37,3% para as mulheres e 27,2% para os homens. No ano de 2008, esses percentuais representaram 31,5% e 21,5%, respectivamente.

Prevenção – A pesquisa Vigitel 2015 também avaliou a frequência de realização de alguns exames diagnósticos. Para a mulher, um dos principais é o de prevenção de câncer de mama, a mamografia. Esse procedimento deve ser realizado pelo menos uma vez a cada dois anos por mulheres na faixa etária de 50 a 69 anos, conforme recomendação do Ministério da Saúde. De acordo com o Vigitel 2015 sobre a saúde suplementar, 88,3% das beneficiárias de planos de saúde entrevistadas afirmaram ter feito o exame dentro do padrão recomendado. Segundo dados da ANS, em 2015, foram realizadas mais de cinco milhões de mamografias, um aumento de 2% em relação a 2014.

Outra preocupação da beneficiária de plano de saúde é com o exame para detectar o câncer do colo do útero, realizado entre mulheres na faixa etária de 25 a 64 anos. De acordo com a pesquisa, 91,9% das entrevistadas afirmaram ter realizado o exame em algum momento da vida e 87,3% disseram ter feito o procedimento nos últimos três anos. Em 2008, os resultados foram 94,4% e 91,7%, respectivamente.

Em 2015, segundo o Vigitel, entre as mulheres beneficiárias de planos de saúde que fizeram exame de detecção precoce de câncer de colo do útero, na faixa de 25 a 64 anos, os maiores percentuais por capital foram: Boa Vista (94,0%), Porto Alegre (93,4%) e Vitória (91,5%). Os menores foram encontrados em Teresina (75,3%), João Pessoa (76,3%) e Maceió (76,4%). Com relação às internações para tratamento cirúrgico de câncer de colo de útero, os dados da ANS revelam que em 2015 houve queda de 5% na comparação com o ano anterior no número de internações com esta finalidade.

Parto – Em 2015, na saúde suplementar, o número de partos normais aumentou 12% com relação ao ano anterior. Apesar dos planos de saúde ainda apresentarem uma taxa alta de cesáreas, 85%, este aumento demonstra o esforço da Agência e do setor em mudar este cenário.

“Os números demonstram que as mulheres estão mais atentas à prevenção de doenças e que o setor de saúde suplementar está engajado em realizar ações de promoção a hábitos saudáveis. As mulheres sempre foram mais precavidas e isso é positivo, uma vez que, elas são formadoras de opinião junto à família e a sociedade”, declarou Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde).

Governo anuncia investimentos de R$ 45 bi em infraestrutura

Foto: El País

O anúncio do governo federal ontem sobre o programa de investimento em infraestrutura, que deverá atrair R$ 45 bilhões em concessões nas áreas de transportes, energia e saneamento, não chegou a dar aquele ânimo nos executivos que atuam no segmento de grandes riscos e de resseguros. No entanto, é bom ter os dados em mãos para qualquer movimento mais vigoroso de que tais promessas sairão do papel antes do segundo semestre.

O segmento de grandes riscos enfrenta um momento difícil com a falta de novos negócios. Atualmente, as empresas renovam os seguros existentes, com muitos deles com queda no valor da importância seguradora, tanto pelo aumento da franquia por parte dos segurados como também pela queda da operação em consequência a crise do país.

Ontem, o IBGE divulgou que o PIB brasileiro registrou queda de 3,6% em 2016 ante 2015.A agropecuária liderou os recuos, com queda de 6,6%.A indústria ficou em segundo lugar, com recuo de 3,8%. Nos serviços, a queda foi de 2,7%. O consumo das famílias também teve queda em relação a 2015. O recuo foi de 4,2%.As despesas do governo caíram 0,6% em 2016. Os investimentos, medidos pela Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) caíram 10,2%, o terceiro recuo seguido. As exportações cresceram 1,9% em relação a 2015
As importações tiveram recuo de 10,3% no ano.

A crise trouxe um forte impacto para a carteira de riscos empresariais. Análise feita pelo portal Risco Seguro Brasil com os dados referentes a 38 linhas de seguros empresariais disponibilizados pela Susep mostra que os prêmios acumulados aumentaram 5,12% no ano passado, comparado com uma inflação de 6,29% calculada pelo IBGE. Das linhas de seguros analisadas, apenas 17 conseguiram bater a inflação em termos de aumentos de prêmios. Quinze segmentos mostraram recuo no volume de prêmios de seguros.

Entre as dez maiores linhas empresariais, o seguro Garantia para o setor público, que expandiu em quase 30% em 2016, teve o melhor desempenho impulsionado pelo seguro judicial, seguido por Tranporte Nacional, com quase 14%. Mas a maioria das grandes linhas ficou abaixo da inflação, com Transporte Internacional (-6,3%) e Crédito Interno (-2,57%).

A lista dos que encolheram em 2016 inclui o segmento de Riscos Nomeados e Operacionais, que responde por 17% do mercado e que fechou 2016 0,3% menor do que em 2015.O segundo maior segmento, Compreensivo Empresarial, também cresceu abaixo da inflação (2,3%), enquanto o terceiro colocado no ranking, Riscos Diversos, teve um desempenho bem mais notável, crescendo 15,12%.

Diante desse cenário, o anúncio foi feito pelo presidente Michel Temer, na abertura da segunda reunião do conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), é um sinal de retomada, mas é preciso esperar que os projetos consigam investimento e possam sair do papel. “O objetivo é ter uma infraestrutura que funcione com perfeição”, disse o presidente. São 35 lotes de transmissão de energia em 17 Estados; duas concessões de rodovias, 11 para terminais portuários, cinco para ferrovias e 14 projetos de saneamento.

Energia – O governo estima que os 35 lotes de transmissão de energia somam R$ 12,8 bilhões em investimentos. Os 17 Estados são Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.

Rodovias – Das duas concessões para rodovias, uma é para um trecho da rodovia BR-101, com 211 quilômetros de extensão, em Santa Catarina, com investimento estimado de R$ 4 bilhões; e a outra envolve Nova Dutra, CRT e CONCER, com estimativa de investimento ainda em estudo.

Portos – Os 11 terminais portuários são DECAL, em Suape, com investimento de R$ 282,9 bilhões; terminal XXXIX de Santos (Caramuru), com estimativa de R$ 252 milhões em investimentos; terminal para movimentação de celulose no Porto de Itaqui, no Maranhão, com investimento estimado de R$ 221 milhões; terminal químico de Aratu, também no Porto de Itaqui, com investimento de R$ 145,7 milhões; terminal de São Francisco do Sul, em Santa Catarina, com investimento estimado de R$ 138 milhões; terminal para movimentação de veículos no Porto de Paranaguá, no Paraná, com estimativa de investimento de R$ 72 milhões; terminal para movimentação de celulose, também em Paranaguá, com R$ 102 milhões; terminal de contêineres de Vila do Conde, com R$ 68,4 milhões; terminal para movimentação de cavaco de madeira, no Porto de Santana, no Amapá, com investimento estimado de R$ 61 milhões; Nitshore Serviços Portuários, em Niterói, com investimento estimado em R$ 40 milhões; e Nitport Serviços Portuários, também Niterói, com R$ 23 milhões.

Ferrovias – As cinco ferrovias somam R$ 25 bilhões em investimentos estimados pelo governo, totalizam 12.675 quilômetros de extensão, movimentam 457 milhões de toneladas de cargas e representam mais de 90% do fluxo total de cargas por ferrovias no Brasil. São elas a ALL Malha Paulista, MRS (Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo), FCA (Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro), EFC (Pará e Maranhão), EFVM (Minas Gerais e Espírito Santo).

Saneamento – Projetos em 14 Estados, dez 10 deles com leilão previsto no primeiro semestre de 2018 (Acre, Amapá, Santa Catarina, Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe). Os outros quatro têm leilão previsto para o segundo semestre de 2018 (Bahia, Piauí, Tocantins e Amazonas). Não há estimativa de investimento para esses projetos.

Zurich destaca as vantagens do seguro auto mulher

Comunicado

Conduzir com cuidado, andar na velocidade da via e evitar acidentes pode ser algo óbvio para muitos motoristas. Sem dúvidas as mulheres já sabem desse cuidado e se destacam por uma conduta ao volante que traz benefícios na hora de renovar ou contratar um seguro novo.

Segundo David Beatham, superintendente de automóveis da Zurich do Brasil, empresa com atuação global em seguros, vários fatores influenciam o valor do seguro como, por exemplo, a localização onde o veículo pernoita, se a pessoa tem garagem em casa e no trabalho, tempo de seguro sem sinistro, modelo do carro, idade do condutor e até estado civil. Ele explica ainda que o perfil do segurado é de extrema importância para obter descontos na hora de fazer um seguro.

David conta que “a forma de conduzir das mulheres, geralmente em velocidade mais baixas e mais cuidadosas ao volante, pode fazer diferença na hora de fazer um seguro”, e é sempre válido verificar todas as possibilidades de descontos com os corretores na hora da contratação. “Dentre os clientes Zurich, proporcionalmente ocorrem menos acidentes com as seguradas mulheres”, afirma o superintendente.

Mondial lança apps de monitoramento em tempo real e envio de localização

Release

Sempre em busca de melhorar o desempenho de seu atendimento, a Mondial Assistance – líder em serviços de assistência 24 horas nos segmentos Automotivo, Viagem, Residencial, Saúde e Vida – inova mais uma vez e apresenta duas ferramentas voltadas especialmente para o relacionamento com seus clientes: FindMe e Acompanha.net.

Para garantir a segurança dos usuários e praticidade no atendimento, a função FindMe, permite o cliente enviar, por meio da função de geolocalização do celular, o local exato em que este se encontra, garantindo agilidade e precisão no serviço.

O FindMe funciona da seguinte maneira: assim que o usuário identifica alguma irregularidade em seu veículo, ele aciona o serviço via aplicativo Direct Assist ou Central de Atendimento 24h. Em seguida recebe um SMS com um link que o direciona a um mapa com informações a serem confirmadas sobre sua localização atual. Com base nisso, o acionamento é realizado, garantindo que o guincho chegue ao cliente com maior eficiência.

Já o Acompanha.net complementa a conveniência proporcionada pelo FindMe. O programa online traz informações sobre a prestação da assistência em tempo real, permitindo que o usuário acompanhe o andamento do serviço solicitado, até que esteja resolvido.

“As novidades reforçam nosso compromisso de ajudar sempre a qualquer hora, em qualquer lugar. O investimento em novas tecnologias firma nosso comprometimento e a nossa transparência no relacionamento com nossos mais de 1.700 milhões de clientes espalhados em todo o Brasil”, ressalta Mario Rolim Almeida, Gerente de Marketing.

Michel Temer reforça estrutura da Susep

Mudanças, mas que não tem impacto no dia a dia da Susep, mas que trazem economia para o governo federal.

Decreto nº 8.998 de 6 de março de 2017

Altera o Decreto nº 8.722, de 27 de abril de 2016, que aprova a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções de Confiança da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP e substitui cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores – DAS por Funções Comissionadas do Poder Executivo – FCPE.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso VI, alínea “a”, da Constituição, DECRETA :

Art. 1º Ficam remanejadas, da Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão para a Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, na forma do Anexo I, em cumprimento à Lei nº 13.346, de 10 de outubro de 2016, as seguintes Funções Comissionadas do Poder Executivo – FCPE:

I – dez FCPE 101.4;

II – quarenta e cinco FCPE 101.3; e

III – dezessete FCPE 101.2.

Parágrafo único. Ficam extintos setenta e dois cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores – DAS, conforme demonstrado no Anexo I.

Art. 2º O Anexo II ao Decreto nº 8.722, de 27 de abril de 2016, passa a vigorar na forma do Anexo II a este Decreto.

Art. 3º Os apostilamentos decorrentes das alterações promovidas na Estrutura Regimental da SUSEP deverão ocorrer na data de entrada em vigor deste Decreto.

Parágrafo único. O Superintendente da SUSEP publicará, no Diário Oficial da União, no prazo de trinta dias, contado da data de entrada em vigor deste Decreto, relação nominal dos titulares dos cargos em comissão e das funções de confiança a que se refere o Anexo II, que indicará, inclusive, o número de cargos e funções vagos, suas denominações e seus níveis.

Art. 4º O Superintendente da SUSEP editará regimento interno, a ser aprovado pelo Conselho Nacional de Seguros Privados, para detalhar as unidades administrativas integrantes da Estrutura Regimental da SUSEP, suas competências e as atribuições de seus dirigentes, no prazo de sessenta dias, contado da data de entrada em vigor deste Decreto.

Parágrafo único. O regimento interno conterá o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções de Confiança da SUSEP.

Art. 5º O Superintendente da SUSEP poderá, mediante alteração do regimento interno, aprovada pelo Conselho Nacional de Seguros Privados, permutar cargos em comissão do Grupo-DAS com FCPE, desde que não sejam alteradas as unidades da estrutura organizacional básica especificadas na Tabela “a” do Anexo II e que sejam mantidos as categorias, os níveis e os quantitativos previstos na Tabela “b” do Anexo II, conforme o disposto no art. 9º do Decreto nº 6.944, de 21 de agosto de 2009.

Art. 6º Este Decreto entrará em vigor em 27 de março de 2017.

Brasília, 6 de março de 2017; 196º da Independência e 129º da República.

MICHEL TEMER

Henrique Meirelles

Dyogo Henrique de Oliveira

Grupo Liberty Seguros registra mais de R$ 2,7 bilhões de prêmios emitidos em 2016 no Brasil

Comunicado

O Grupo Liberty Seguros, unidade brasileira do Grupo Liberty Mutual, um dos maiores conglomerados globais do setor de seguros registrou lucro líquido de R$ 98 milhões em 2016. O Grupo movimentou R$ 2,7 bilhões em prêmios em 2016. A companhia fechou o ano com mais de 1,5 milhão de clientes em carteira.

“Em 2016, trabalhamos com foco na melhoria do nosso mix de produtos e no atendimento excepcional aos nossos clientes e corretores. Lançamos oito produtos em diferentes segmentos – auto, residência, transportes, além de soluções para pequenos empreendedores”, diz Carlos Magnarelli, CEO do Grupo Liberty Seguros no Brasil. “Esse trabalho foi reconhecido por meio de uma série de prêmios que recebemos ao longo do ano, como o Prêmio Época Reclame Aqui e o Prêmio Empresas que Mais Respeitam o Consumidor, concedido pela revista Consumidor Moderno”.

O segmento de Vida foi o que apresentou o maior crescimento, de 19,4% em relação a 2015. O crescimento também foi expressivo em relação ao mercado, que cresceu 0,8%. As vendas dos seguros de Residência cresceram 1,0% em relação ao período anterior, enquanto no segmento de seguros para pequenos e médios empreendedores, a alta foi de 2,3%. O seguro auto, no mercado, teve queda de 2,1%. Na carteira da Liberty Seguros, este decréscimo foi de 1,5%.

“Este será mais um ano desafiador, no qual vamos manter o foco em oferecer soluções acessíveis e customizadas para os nossos segurados”, afirma Carlos Magnarelli. “A parceria com os corretores e a inovação também terão um papel fundamental para que a nossa estratégia supere expectativas em 2017”, finaliza.

Principais indicadores do Grupo Liberty no Brasil

● R$ 2,7 bilhões em prêmios em 2016

● Lucro líquido de R$ 98 milhões

● 1,5 milhão de segurados em carteira no país

● 10ª maior seguradora do país

● 7ª maior seguradora em automóveis com 1,2 milhão de veículos segurados no país

● 1,8 mil funcionários

● 69 filiais em todo Brasil

● 13 mil corretores em todo o território nacional

● Atuação em vários segmentos: automóveis, residencial, transporte, seguros para pequenas empresas, riscos especais e grandes riscos

Risco de longevidade entra em consulta pública

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) colocou em consulta pública a minuta sobre a transferência de riscos relacionados às entidades fechadas de previdência complementar para as sociedades seguradoras autorizadas a operar em seguro de pessoas e sobre os correspondentes planos de seguro e de pecúlio. A decisão foi publicada no Diário Oficial de 3 de março.

Os interessados terão 15 dias, contados a partir da data de publicação, para encaminhar comentários e sugestões pelo e-mail cgcom.rj@susep.gov.br. Para isso, devem utilizar quadro padronizado específico, disponível na página da Susep na internet.

A minuta também está disponível na página da autarquia para fins de ciência e, se for o caso, para apresentação de comentários e sugestões.

Previdência aberta encerra 2016 com aportes de R$ 114,7 bi

Os aportes efetuados por titulares dos planos abertos de previdência no acumulado de 2016 somaram R$ 114,72 bilhões no acumulado de janeiro a dezembro de 2016, crescimento de 19,93% em relação aos aportes registrados em 2015, quando foram aplicados R$ 95,6 bilhões, de acordo com dados informados pela FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar.

De acordo com Edson Franco, presidente da FenaPrevi, não houve mudança no ritmo de expansão quando comparado ao crescimento de 2015. “Observamos que o participante manteve a estratégia para garantir renda complementar na aposentadoria, e essa escolha pelos planos abertos de caráter previdenciário está relacionada ao entendimento de que essa é uma modalidade transparente e que atende ao planejamento financeiro do poupador”, afirma o executivo em nota enviada à imprensa.

Atualmente, um total de 81.492 mil pessoas já usufruem dos benefícios dos planos abertos de caráter previdenciário (aposentadorias; pecúlios, por morte e por invalidez; e pensões, por morte e por invalidez). O sistema contabiliza 13.059.671 indivíduos com planos, sendo que deste total 9.918.783 são participantes de planos individuais (já computados os planos para menores) e 3.140.888 de planos empresariais.

Ainda de acordo com dados do balanço, a captação líquida dos planos (diferença entre captação e resgates) registrou saldo positivo de R$ 60,83 bilhões em 2016, volume 24,14% superior aos R$ 49,00 bilhões registrados no ano anterior.

Os planos individuais foram os que mais receberam recursos dos titulares dos planos em 2016. No total, foram aportados (contribuições e prêmios) R$ 98,03 bilhões na modalidade, representando aumento de 15,77% em relação aos R$ 84,68 bilhões computados no ano anterior. Já os recursos destinados a planos empresariais somaram R$ 14,74 bilhões em aportes. No acumulado de 2015, foram registrados R$ 9,14 bilhões. Os planos para menores, por sua vez, acumularam R$ 1,95 bilhão em aportes, representando alta de 6,56% em relação ao valor de R$ 1,83 bilhão arrecadado em 2015.

Na análise por modalidade de plano, o VGBL (indicado para quem não tem como se beneficiar da dedutibilidade fiscal prevista no formulário completo de I.R.P.F.), recebeu prêmios de R$ 104,94 bilhões de janeiro a dezembro de 2016. O PGBL (modalidade de plano indicada para quem tem como se beneficiar da dedutibilidade prevista no formulário completo de I.R.P.F.) registrou R$ 8,92 bilhões de contribuições em 2016. Os planos tradicionais, por sua vez, registraram R$ 855,75 milhões.