Instituto Mongeral Aegon fez um ranking das cidades preparadas para idosos. Confira

Aposto que você já pensou que precisa morar em uma cidade mais adaptável ao ritmo dos 60 anos e mais. Uma cidade mais plana, com transito mais tranquilo, um ritmo mais calmo das pessoas de ir e vir, médicos de ponta e também atendimento do SUS de qualidade para aqueles que vivem apenas da aposentadoria oficial. Sim, é possível achar atendimento do SUS em cidades fora do eixo das grandes capitais.

Pensando nessas pessoas, de 50+, que já começam a planejar a vida depois dos 60, o Instituto de Longevidade Mongeral Aegon lançou um ranking das cidades que mais respeitam os idosos. O Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade é resultado da parceria entre o Instituto de Longevidade Mongeral Aegon e a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP).

Com este Índice, são reveladas as atuais condições de 498 cidades brasileiras, tendo em vista sua capacidade de atender às necessidades básicas de vida, destacadamente dos adultos mais idosos. A pesquisa é baseada em sete variáveis: indicadores gerais, cuidados de saúde, bem-estar, finanças, habitação, educação e trabalho e cultura e engajamento.

Santos, Florianópolis, Porto Alegre, Niteroi e Blumenau são as cinco primeiras do ranking para as pessoas entre 60 e 75 anos. Além de ajudar as pessoas a escolherem uma cidade para morar, o intuito do instituto é ajudar governos na gestão de políticas públicas que contribuam para melhorar a qualdiade de vida do idoso, ao passo que atraem para suas cidades pessoas com rendimento de aposentadoria.

Acesse o ranking aqui

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre seguros, previdência, educação financeira, longevidade e saúde para o blog Sonho Seguro, do qual e fundadora, e para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do SindSeg-SP, entrevistadora em eventos e podcasts, bem como palestrante sobre temas diversos que envolvem o setor de seguros. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 17 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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