CNseg lança campanha sobre educação em seguros nas mídias sociais

Fonte: CNseg

A CNseg lançará, amanhã, a campanha ‘Você Consegue’ nas mídias sociais, que contempla o lançamento do hotsite voceconsegue.cnseg.org.br, a página no Facebook e perfis no Twitter e no LinkedIn. Segundo o presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, o objetivo da campanha é utilizar a linguagem popular na internet e ampliar os canais de comunicação entre o mercado de seguros e a sociedade.

Assinada pela agência BTG, a campanha iniciou, no dia 10 de outubro, a sua primeira etapa, com duas frentes de atuação: a ação ‘transmídia’, realizada no Largo da Carioca, no Rio de Janeiro, com a instalação de um muro estampado com a hashtag #deixeiparatrás. Aqueles que por ali passavam eram convidados a registrar o que haviam abandonado por se preocupar com o futuro. Na outra frente de ação, com a participação de influenciadores no Twitter e Instagram, foi lançado o hotsite deixeiparatras.com.br, apontando o que levou as pessoas a desistirem de projetos de vida.

O muro foi totalmente preenchido em cinco horas, e a campanha on-line alcançou 1.000 curtidas nas primeiras 24h, chegando ao Trending Topics do Twitter logo no primeiro final de semana. “É imprescindível que o setor entenda a população, seus desejos, suas aspirações. A vida não é mais linear, é multicanal”, reflete o diretor geral executivo da CNseg, Marco Antonio da Silva Barros.

A partir das respostas dos participantes, obtidas na primeira etapa, foi construída a comunicação da virada de campanha, agora denominada ‘Você Consegue’. A proposta é mostrar, a partir das narrativas apresentadas, de que forma o seguro, a previdência privada, a saúde suplementar e a capitalização podem assegurar o futuro. Além do lançamento do hotsite voceconsegue.cnseg.org.br, entrará no ar a página da CNseg no Facebook, com conceitos e publicações sobre produtos e serviços do setor de seguros.

Até dezembro deste ano a campanha ‘Você Consegue’ englobará outras ações como publicações educativas, além da criação do canal da Confederação no Youtube e do perfil no LinkedIn. “Importante ressaltar que a construção da estratégia é amparada no Programa de Educação em Seguros, e pretende fazer com que a população reconheça a CNseg como representante do setor”, finaliza o presidente da CNseg, Marcio Coriolano.

Acesse voceconsegue.cnseg.org.br e confira!

O Mago dos Seguros

Antonio Cássio dos Santos, o Mago dos Seguros, segundo matéria da revista IstoÉ Dinheiro. Ele tem a missão de ultrapassar os obstáculos atuais e fazer a companhia centenária, que acumula prejuízos no Brasil e ocupa apenas a 24ª posição no mercado local, finalmente engrenar. Para isso, terá R$ 200 milhões à disposição para investir na operação brasileira, o maior aporte feito até hoje por aqui. A ideia, segundo ele, é que seja o início de uma revitalização da subsidiária, que tem participação tímida diante dos EUR 74 bilhões em ativos globais da Generali, a terceira maior da Europa.

Leia a matéria completa no portal da Revista IstoÉ Dinheiro

CNseg lança rádio com programação especial

Fonte: CNseg

Informação, serviço e entretenimento. A Rádio CNseg chega ao mercado no dia 19 de outubro, com a proposta de ampliar os canais de diálogo do setor de seguros com a sociedade, provendo conteúdo jornalístico de interesse do consumidor, sempre com viés de serviço. Durante 24 horas por dia, de segunda-feira a domingo, a grade do novo veículo apresentará reportagens especiais, dicas, boletins de notícias do setor, da economia e da política, além de programação musical. A intenção é combater a desinformação e esclarecer a população sobre os fundamentos e características dos produtos oferecidos pelos segmentos de seguros, previdência privada, saúde suplementar e capitalização.

Com o slogan “a rádio que informa e protege”, a Rádio CNseg é uma das 21 ações transformadoras propostas pelo Programa de Educação em Seguros da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) para o próximo triênio. Exclusiva para plataforma online, a Rádio será transmitida por meio do site http://radio.cnseg.org.br. Também poderá ser acessada pelo portal www.cnseg.org.br. Em breve a rádio estará disponível também em aplicativo para smartphones.

A escolha do veículo rádio como meio de comunicação institucional da CNseg está amparada em estatísticas que comprovam o poder de penetração desse canal. De acordo com dados do IBOPE, no primeiro trimestre de 2016, 89% da população brasileira, concentrada nas 13 principais regiões metropolitanas do país (52 milhões de pessoas), utilizou o rádio para se informar sobre temas diversos. Para o presidente da Confederação, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, no universo digital, o potencial de abrangência torna-se muito maior, levando-se em conta a velocidade e a capacidade de disseminação do conteúdo por meio de múltiplas plataformas de comunicação.

Marco Antonio Barros, diretor geral executivo da CNseg, ressalta que há uma forte crença no poder do canal rádio como meio destinado à ampliação do conhecimento. “A Rádio CNseg será uma forma de interação do setor com o consumidor, um meio de engajar e despertar o cidadão para sua própria proteção, de sua família e de seu patrimônio”, destaca.

A programação

A grade semanal será dividida em quadros fixos e contará sempre com a participação de representantes do mercado de seguros e de órgãos reguladores e do público. Na primeira semana, um dos destaques será o “Entrevista especial”, que trará uma entrevista exclusiva com o superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Joaquim Mendanha de Ataídes, que falará sobre a regulação entre seguradoras e segurados e de que forma a comunicação facilita as relações de consumo.

Outro destaque é o quadro “Fala Presidente”, em que o presidente da confederação, Marcio Coriolano, fará uma análise conjuntural do mercado, sempre associada a algum tema da atualidade. Neste primeiro, ele falará sobre os objetivos do Programa de Educação em Seguros e da importância de se conscientizar a população brasileira sobre planejamento financeiro e proteção do patrimônio.

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Na primeira semana, o diretor geral executivo da CNseg, Marco Antonio da Silva Barros, falará, no quadro “Momento da Inovação”, sobre o CNsegPar, empresa de participações que busca startups com projetos inovadores na área de seguros. Já o assessor da FenSeg, Adhemar Fujji, comentará a Política Nacional de Resíduos sólidos, no “Sustentabilidade”. Haverá ainda o “Qual é a dúvida?”, que pretende responder as perguntas feitas pelos consumidores e o “Dica do consultor”, abordando temas relacionados à economia.

As Federações associadas à CNseg (FenSeg, FenaPrevi, FenaSaúde e FenaCap) terão seus espaços reservados na programação, respectivamente com os programas “Conheça os seguros gerais”, “Entenda os seguros de pessoas”, “Por dentro da saúde suplementar” e “Minuto da capitalização”.

A programação completa está disponível no site (www.cnseg.org.br).

Joint-venture Bradesco e Swiss Re é a terceira maior em grandes riscos no Brasil

“Estamos orgulhosos da nossa história, que está apenas começando”. Assim Rodolf Flunger, chefe de marketing da Swiss Re Corporate Solutions, definiu a parceria fechada com o grupo Bradesco Seguros depois de seis meses de intensas negociações. O resultado de tantas reuniões foi anunciado no dia 13 de outubro pela diretoria dos dois grupos. Valores não foram revelados. “Não se trata de um processo de venda e sim de uma joint venture. O valor ficou irrelevante diante da troca de ações”, afirmou Randal Zanetti, presidente do grupo Bradesco Seguros, durante coletiva de imprensa.

Assim que os órgãos reguladores aprovarem a criação da Swiss Re Corporate Solutions Brasil Seguros (SRCSB), gigante até no nome, surge uma companhia de quase R$ 1 bilhão em prêmios brutos, controlada pela Swiss Re, com 60%, e pela Bradesco com 40%. “Em números de 2015, calculamos R$ 800 milhões, sendo R$ 412 milhões da Bradesco e R$ 396 milhões da Swiss Re Solutions”, informaram Zanetti e João Nogueira Batista, CEO da SRCSB.

O blog Sonho Seguro pediu para a consultoria Siscorp simular o tamanho da nova companhia, levando em conta números divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) até agosto deste ano. Considerando-se os últimos doze meses, contatos de setembro de 2015 a agosto de 2016, o resultado é este: R$ 1,1 bilhão em prêmios, o que representa a terceira maior do Brasil nos ramos agrupados (riscos de engenharia, riscos patrimoniais, transportes, aeronáutico, casco marítimo, aéreo e responsabilidade civil). A tabela inclui a totalidade dos prêmios de riscos empresariais, mas apenas as empresas com faturamento acima de R$ 10 milhões é que migrarão para a nova companhia. Abaixo desse valor, continuam na Bradesco Auto RE.

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Tanto Zanetti como Nogueira afirmam que as boas perspectivas do Brasil no médio e longo prazo, bem como a retomada dos investimentos em infraestrutura, foram um grande incentivo para a associação. Mas não o foco da decisão. “O intuito na nossa estratégia, diferente de concorrentes que optaram por sair do segmento de grandes riscos, foi trazer um parceiro global para nossos clientes. Temos hoje o melhor parceiro possível para crescermos nesta nova fase do seguro de grandes riscos que se desenhou no Brasil”.

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Zanetti destacou que para o Bradesco o braço de seguridade tem um peso importante na estratégia do grupo. “Acreditamos que não só os produtos bancários dão apoio ao crescimento dos nossos clientes. O seguro é um importante ativo para preservar patrimônios do imprevisto”, comentou Zanetti, citando outros exemplos de parceria no qual o grupo não é majoritário, como Cielo, Orion e Fleury.

Para a Swiss Re, uma gigante mundial — receita total de US$ 16,1 bilhões no primeiro semestre deste ano e lucro de US$ 1,9 bilhão –, a parceria traz um canal de distribuição exclusivo pelo prazo de 20 anos, renováveis, sem igual: presente em todo o Brasil, acionistas de diversas empresas e uma carteira de clientes corporte destacada dentro do universo financeiro local. O executivo da Swiss Re destacou o apoio dos programas de seguros sob medida às empresas e investidores ao crescimento da economia. “Temos uma parceria que apenas se inicia e já nasce robusta. Apostamos no crescimento do Brasil e no atendimento das nossas empresas globais que chegam ao país”.

Um ganho para o grupo já deverá vir do resseguro, que tem o IRB Brasil Re como líder de mercado e na lista de IPOs que o governo pretende realizar em 2017. O grupo Bradesco Seguros, que detém 20,43% do capital do IRB Brasil Re, certamente revistará o programa de resseguros para passar uma parcela para a Swiss Re, que atua no Brasil também como resseguradora local e vem obtendo um crescimento expressivo nos últimos anos.

Quanto ao “run off”, que significa a gestão dos pedidos de indenizações que podem surgir de contratos existentes antes da parceria, ele faz parte do pacote. “Assumiremos o run off, que será acompanhado da reserva técnica que já garante o risco quando foi assumido”, comentou Nogueira, da Swiss Re.

A.M.Best divulga relatório sobre resseguros, com viés preocupante

Captura de Tela 2016-10-13 às 23.36.35“Os mercados de seguros e de resseguros no Brasil têm provado que são resistentes e capazes de vencer as condições mais desafiadoras da economia brasileira”, afirmaram os editores da agência A.M.Best responsáveis pelo estudo Brazil Reinsurance Market Review, publicado no último dia 11.

O estudo lembra que entre 2007 e 2009, o Brasil estava no meio de um surto de crescimento econômico que fez dele um mercado emergente líder na atração de investidores. Durante esse tempo, o país foi congratulado para sediar tanto a Copa do Mundo de 2014 como os Jogos Olímpicos de 2016. Além disso, em abril de 2008, o Brasil recebeu grau de investimento pela S&P, fato que gerou ondas de investimento estrangeiro direto em diversos segmentos da economia. Neste mesmo período, o resseguro passava por uma flexibilização do monopólio, com a permissão para novos players, colocando um fim no monopólio do IRB Brasil RE, que durou quase 70 anos.

Infelizmente, em 2016 o cenário mudou. A crise financeira mundial em 2008 frustrou grande parte das perspectivas futuras e também dos progressos realizados em muitas economias emergentes. Apesar dos ventos contrários da economia global, o Brasil ainda era capaz de avançar com níveis de crescimento do PIB, que eram vistos como invejável por países da Europa e também pelos EUA.

Porém, cita a análise, o escândalo da corrupção na Petrobras deflagrado em 2014 com a Operação Lava Jato, em poucos meses mergulhou o país em um escândalo político e econômico que afetou fortemente toda a sociedade brasileira. Como resultado, a turbulência interna tirou o Brasil da rota dos investidores e a economia começou a encolher, o PIB passou a ser negativo, o desemprego avançou e as agências de rating emitiram uma série de downgrade, que colocaram rating soberano do Brasil abaixo do grau de investimento, mais uma vez.

Certamente a crise chegou ao setor, que passou pela primeira vez em uma década a apresentar taxas de crescimento de apenas um dígito. Os projetos de infraestrutura da indústria de petróleo e gás do Brasil desapareceram, impactado não só pelas investigações da Petrobras, mas também pelos baixos preços do petróleo bruto, ocasionando uma queda brutal das vendas de seguros para grandes riscos. Para reforçar ainda mais os problemas do Brasil, o vírus Zika surgiu, afugentando alguns atletas olímpicos e turistas, cita o estudo.

A A.M.Best cita também o maior desastre ambiental na memória recente, com o rompimento da barragem da Samarco, em Mariana, Minas Gerais, com danos em uma escala sem precedentes. O acidente chega a ser comparado com o desastre do Exxon Valdez, um dos piores na história mundial do setor, com perda total para resseguros, estimada em R$ 2,3 bilhões, de uma perda econômica total projetada em R$ 26,3 bilhões, o que mostra que o risco foi amplamente subestimado, segundo divulgou um estudo da resseguradora local Terra Brasis.

Apesar de todos os aspectos negativos em curso e incerteza, sinais de esperança para o futuro permanecem, com estimativas dos economistas variando, mas alguns apostando em um PIB positivo em 2017 e um crescimento mais vigoroso nos anos subsequentes. As estimativas do FMI são agora para um crescimento de 0,5% em 2017. Há também um olhar positivo de que as investigações e punições para os réus condenados por corrupção acabará por levar a um governo melhor e condições de negociações mais seguras.

Captura de Tela 2016-10-13 às 23.49.44Até agora, alterações de rating tem sido pontuais às recentes questões sócio-políticas e macroeconômicas no Brasil. O IRB Brasil Resseguros, a maior empresa de resseguros no Brasil, subscreveu um total de R$ 4,3 bilhões em prêmios brutos em 2015, crescimento de 35% em relação a 2014, com 76% dos os prêmios do Brasil e 24% provenientes do exterior, principalmente no segmento rural e de vida. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) registrado em 2015 foi de 29%, quase o dobro dos 15% registrados em 2014. O IRB representou 85% do resseguro de subscrição no país em 2015.

A maior parte das resseguradoras avaliadas mantiveram os níveis de capitalização ajustada ao risco que ajudam a atenuar a volatilidade macroeconômica nas empresas. No entanto, o mercado brasileiro continua a ser altamente competitivo e apesar de alguns nichos de oportunidades, condições de mercado dificilmente poderiam ser descritas como difícil ou de endurecimento.

A A.M.Best destaca o crescimento do seguro de garantia judicial. Os players que mais cresceram nessa modalidade em 2015 foram: Pottencial Seguradora , Pan Seguros, ACE Seguradora, Fairfax Brasil Seguros, Tokio Marine, Itaú Seguros, Chubb do Brasil Companhia de Seguros, Swiss Re Corporate Solutions Brasil Seguros, J. Malucelli Seguradora, e Allianz Seguros. Juntas, essas empresas representavam 92% do real crescimento de R$ 490 milhões de mercado em 2015 no segmento, que passou de R$ 2,3 bilhões em 2014 para R$ 2,8 bilhões em 2015.

Há indícios de que propostas mudanças regulatórias poderia liberalizar o mercado brasileiro de resseguros e, potencialmente, ajudar a distribuir o risco de uma forma com menos restrições. No entanto, dadas as dificuldades que existem no Brasil e quando combinado com as condições desafiadoras no mercado mundial de resseguro, o ambiente de resseguro para o Brasil não é favorável, sentencia o estudo.

Liberty Seguros apresenta novas campanhas de incentivo para corretores

Release

A Liberty Seguros apresenta novidades em suas campanhas de incentivo, que em 2017 premiarão mais de 600 corretores. As principais mudanças são no Conexão Mundo e Conexão Brasil, que premiam corretores de todo o país com viagens nacionais e internacionais.

As ações fazem parte do Programa Conexão, a iniciativa de relacionamento entre a seguradora e corretores de todo o país. O programa é baseado em cinco pilares que mantém os corretores bem informados, treinados, incentivados, encantados e motivados a inovar.

A campanha Conexão Mundo, que premiará corretores com viagens para Los Cabos, no México, acontece entre outubro de 2016 e fevereiro de 2017. Já a Conexão Brasil, que acontece entre outubro de 2016 e janeiro de 2017, além de levar os vencedores para Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, vai premiar corretores com vouchers de R$ 1.500 para o resgate de prêmios no catálogo de produtos.

Outras novidades são a inclusão de novos produtos na campanha, como o Auto Essencial, Transporte Fácil, Liberty Apartamento, Liberty Home Office, Liberty Perfumarias, e o aumento na pontuação de outros produtos, incluindo o Liberty Auto Perfil e Auto Exclusivo, Liberty Frota, Liberty Vida Perfil, Comércio e Serviços.

“O Programa Conexão já beneficiou mais de seis mil corretores com capacitações, prêmios e ações como as viagens da Conexão Mundo e da Conexão Brasil”, diz Marcos Machini, vice-presidente Comercial da Liberty Seguros. “Acreditamos que, além de incentivar, essas campanhas também estreitam nosso relacionamento com os corretores, que são elos fundamentais da nossa cadeia de valor”, finaliza.

Mais uma novidade das campanhas é a premiação intermediária para os produtos de Comércio e Serviços. Os corretores que se destacarem nessas vendas, em outubro e novembro, receberão um prêmio especial. Na Conexão Mundo, 25 deles serão contemplados com um frigobar retrô. Já na Conexão Brasil, 126 vencedores ganharão uma adega de 12 garrafas, e outros 74 uma cafeteira Nespresso.

Delphos cria plataforma para reduzir fraudes; em 2105, mais de R$ 4,5 bi pagos foram considerados suspeitos

No ano passado, aproximadamente R$ 4,5 bilhões pagos pelas seguradoras em indenizações foram considerados suspeitos. Desse total, R$ 600 milhões foram comprovadamente motivadas por sinistros fraudulentos. De acordo com os gerentes da Delphos Sérgio Delecrode e José Agnaldo Borges de Sousa, para ajudar o setor a reduzir tais indicadores, foi criada a Plataforma Delphos de Prevenção a Fraudes (PDFP), com o objetivo de realizar análises preditivas e detectar a possibilidade ou indícios de fraudes em seguros, com foco nas áreas de subscrição e sinistros.

“Com​o mostra o último relatório do SQF, o valor das fraudes que puderam ser comprovadas em 2015 representa quase 14% dos sinistros suspeitos. É uma perda considerável para as seguradoras, e ferramentas específicas e modernas são necessárias para mitigá-la”, explicam os executivos em comunicado distribuído à imprensa. A pesquisa indica ainda que as carteiras de Transporte, Pessoas e Automóvel são as mais suscetíveis às tentativas de golpe.

Por meio da análise de dados históricos, a PDPF reúne estratégias para indicação de comportamentos e anomalias que contenham combinações de variáveis “fora da curva”. Também contempla modelos preditivos para identificar padrões complexos de fraudes, somados ao exame de informações extraídas de redes sociais e semânticas em informações não estruturadas. “O produto é mais uma iniciativa inovadora da Delphos que promete agregar valor às seguradoras”, finalizam os gerentes.

Swiss Re se torna uma das maiores em grandes riscos ao firmar joint venture com Bradesco

O Bradesco divulgou nesta manhã a venda da carteira de grandes riscos para a Swiss Re. Mais detalhes serão fornecidos na coletiva de imprensa prevista para as 13h30 desta quinta-feira, em São Paulo. O comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informa que a Bradesco Seguros e a Swiss Re Corporate Solutions firmaram negócio pelo qual a Swiss Re Corporate Solutions Brasil Seguros assumirá as operações de seguros de P&C (Property and Casualty) e de transportes da Bradesco Seguros passando a ter acesso exclusivo aos clientes Bradesco para explorar a comercialização dos seguros de grandes riscos.

A Bradesco Seguros passará a deter participação acionária de 40% na Swiss Re Corporate Solutions Brasil e os demais 60% de participação acionária permanecerão com a sua controladora Swiss Re Corso. A Swiss Re Corporate Solutions Brasil será a plataforma exclusiva para explorar os produtos de seguros de grandes riscos no Brasil.

Como resultado da transação, a Swiss Re Corporate Solutions Brasil se tornar uma das líderes no mercado de seguradoras comercias de grandes riscos do País. A transação está sujeita à aprovação das autoridades competentes e demais condições contratuais usuais para este tipo de transação. A Bradesco Seguros contou com a assessoria financeira exclusiva do Banco Bradesco BBI e assessoria jurídica do Mattos Filho Advogados.

Agostino Galvagni, CEO da Swiss Re Corporate Solutions e membro do Comitê Executivo do Grupo Swiss Re, comentou em comunicado distribuído à imprensa: “Temos grande satisfação em unir forças com a Bradesco Seguros para criar uma das cinco maiores seguradoras comercial de grandes riscos no mercado brasileiro. O contrato contribui para a execução da nossa estratégia de expandir nossa plataforma e fortalecer nossa posição de mercado na América Latina. O conhecimento local e os canais de distribuição da Bradesco Seguros, somados à nossa capacidade e expertise global de subscrição, nos permitirão entregar produtos de primeira linha aos nossos clientes brasileiros e internacionais.”

Randal Luiz Zanetti, presidente do Grupo Bradesco Seguros, afirmou no mesmo comunicado: “Esta transação confirma a visão estratégica da Bradesco Seguros de proporcionar a seus clientes o maior e melhor leque de produtos em todas as linhas de seguros. A escolha da parceria com a Swiss Re Corporate Solutions está alinhada com a nossa estratégia na medida em que nos agrega ainda mais expertise e amplitude. Nossa participação relevante na joint venture, reforça nossa convicção de que o seguro de grandes riscos é um negócio promissor no Brasil.”

A rede de distribuição da Bradesco Seguros é composta por mais de 4.600 agências do Banco Bradesco em todo o Brasil e cerca de 40 mil corretores e agentes de seguros cadastrados na Bradesco Seguros. Como parte da transação, a equipe de profissionais da Bradesco Seguros, responsável pelo negócio de grandes riscos em São Paulo e no Rio de Janeiro, irá integrar a SRCSB.

Segundo fontes, o contrato foi assinado na terça-feira à noite e até agora todos estão comemorando a conclusão da negociação que era prevista para ser concluída no primeiro trimestre do ano, mas com a morte de Marco Antonio Rossi, em novembro passado, que comandava as negociações, tudo foi suspenso. A conclusão da transação está sujeita à aprovação das autoridades competentes e demais condições precedentes usuais.

De acordo com fontes, a disputa pela área de grandes riscos foi tão acirrada como foi a do Itaú Unibanco, que acabou sendo adquirida pela ACE, hoje Chubb, por R$ 1,5 bilhão, um ágio elevadíssimo segundo analistas, de quase quatro vezes o valor patrimonial. Em maio de 2015, a francesa AXA levou a carteira de grandes riscos da SulAmérica, por R$ 135 milhões.

Trata-se de um segmento importante dentro do setor, mas que enfrenta muitos desafios atualmente, com vendas estagnadas pela crise pela qual passa o Brasil. Além dos investimentos estarem travados há quase dois anos, os pedidos de indenização crescem com a elevação do número de acidentes e também pelos contratos interrompidos pelas investigações da Lava Jato. Muitos deles tinham seguro que garantiam os contratos, a conclusão das obras, riscos de engenharia e risco operacional.

No entanto, as expectativas da retomada dos investimentos em 2017 são grandes e as seguradoras já se organizam para estarem prontas para a retomada dos negócios. Há duas semanas, a seguradora italiana Generali fez um coquetel em São Paulo para anunciar a unidade brasileira da Generali Global Corporate & Commercial, criada globalmente em 2013 para atender clientes com faturamento acima de 25 milhões de euros. No Brasil, a área está sob comando de Werner Stettler, que tem em seu histórico profissional 28 anos na Zurich Seguros.

Outras seguradoras, com Tokio Marine, XL Catlin, AGCS, Liberty, Mitsui e Sompo também promoveram mudanças em suas estruturas para aguardarem a retomada dos investimentos.

Lloyd’s nomeia Daniel Revilla novo líder regional para América Latina

O Lloyd’s of London, mercado mundial de seguros e resseguros especializados, nomeia hoje Daniel Revilla como líder regional para América Latina. O executivo será responsável por ampliar as relações comerciais em toda a região. Ele também assume a posição de diretor-presidente para o México e ficará baseado na Cidade do México.

Daniel iniciou sua trajetória no Lloyd ́s em 2014, como Líder de Operações e Estratégia na diretoria de Mercados Globais. Antes já havia trabalhado por nove anos na Zurich, na área de Fusões & Aquisições (M&A) e em outras posições de estratégia. Seu último cargo na empresa foi como Líder de Estratégia para o Mercado Geral de Seguros. O executivo também já trabalhou com Fusões & Aquisições (M&A) e Estratégia no banco de investimentos UBS e ocupou cargos financeiros na Telefonica Sistemas e AFP Integra, no Peru.

“Com o crescimento econômico da região, o valor dos ativos que necessitam de cobertura também aumenta e enxergamos um potencial significativo para o desenvolvimento do mercado de seguros e resseguros especializados. O Lloyd ́s pode contribuir para apoiar a expansão da penetração de seguros em toda a América Latina e proteger as economias nas fases críticas de crescimento”, comentou Daniel Revilla, em comunicado distribuído à imprensa.

Vincent Vandendael, diretor de Mercados Globais, acrescentou que Daniel tem desempenhado um papel fundamental na condução estratégica global do Lloyd’s nos últimos anos e trará grande experiência para o cargo. “Nossa intenção é desenvolver os negócios em todos os mercados da América do Sul e Central.”

“A América Latina é uma parte importante da estratégia da Visão 2025 do Lloyd’s. Temos uma forte presença já estabelecida no Brasil e no ano passado expandimos nossa atuação com novos escritórios na Colômbia e no México. Vamos continuar trabalhando nas nossas relações comerciais e na oferta de produtos e serviços especializados e capacitados para dar suporte ao crescimento das indústrias na região”.

O Lloyd ́s é líder de soluções em resseguros para riscos complexos na América Latina e oferece cobertura internacional especializada para mercados específicos. Um estudo recente do Lloyd ́s em parceria com a Universidade de Cambridge, o City Risk Index, apontou que cidades da América Latina poderiam ter US$ 520 bilhões do PIB devido a uma série de ameaças. No entanto, as taxas de penetração de seguros (3,1%) são significativamente mais baixas do que a média global (6,1%).

Produtores de milho e soja em Mato Grosso recebem R$ 170 milhões em indenizações

Mais de 700 produtores de 48 cidades foram prejudicados por perdas nas lavouras de soja e milho safrinha, resultando em indenizações de R$ 170 milhões para uma área de 210 mil hectares, informa o grupo BB e Mapfre. Aa regiões mais afetadas são norte e nordeste do Estado, causadas pela seca prolongada que castigou lavouras. Somente no município de Água Boa, situado no nordeste mato-grossense, concentra mais de 10% do percentual das perdas registradas no estado do Mato Grosso, líder na produção de grãos do país.

“A seca afetou todas as etapas de desenvolvimento da planta, desde a fase inicial até o enchimento dos grãos, comprometendo todo o processo de produção. Mais de 94% dos produtores rurais que tiveram perdas em suas plantações foram impactados pela estiagem, muito severa este ano”, explica Wady Cury, diretor geral de habitacional e rural da seguradora.

Atualmente, o grupo dispõe de equipe especializada e treinada para receber ligações e atender sinistros de seguros rurais em todo o território nacional. Na safra 2015/2016, mais de 8 mil sinistros foram comunicados, com pico de 300 avisos em um único dia. Aproximadamente R$ 170 milhões já foram pagos em indenizações aos produtores em decorrência da forte estiagem.

Além de Água Boa, os municípios de Canarana e Nova Xavantina, situados na região nordeste, foram os mais afetados. Na região norte, os municípios de Gaúcha do Norte, Ipiranga do Norte e Nova Ubiratã foram os que mais registraram perdas. O valor indenizado é o maior já pago pela seguradora em 5 anos de operação.

“Nunca tínhamos registrado perdas significativas no estado do Mato Grosso em comparação aos demais estados da federação. Isso mostra que o risco climático faz parte da atividade rural e nenhum estado e cultura estão isentos de perdas significativas”, comenta Cury em nota divulgada à imprensa.

O produto BB Seguro Agrícola Faturamento protege a lavoura de adversidades climáticas e assegure renda, mesmo em caso de queda de preços na colheita. É a modalidade mais atrativa ao produtor, pelo fato de proteger a lavoura de adversidades climáticas e assegure renda, mesmo em caso de queda de preços na colheita.

“O grande diferencial da modalidade faturamento é o cálculo de três variáveis: área plantada, produtividade esperada e preço base, o que também garante renda ao produtor rural em caso de sinistros. Por sua vez, o seguro agrícola convencional baseia-se na relação área plantada x custos de produção”, explica Cury.

Para a safra 2016/2017 a venda do seguro já começou. O produtor pode optar pelo nível de cobertura da apólice que varia de 65% a 80% do faturamento esperado.