Markel, que já atua em resseguro, chega ao Brasil para vender seguros

Mais uma seguradora para atuar no Brasil. Desta vez quem chega ao país é a Markel, que já atua em resseguro e agora passa a disputar o programa de seguros das empresas brasileiras, uma vez que é conhecida mundialmente como especialista nos mais diversos riscos. Tem no comando o ex-presidente do IRB Brasil Re, Leonardo Paixão, segundo fontes consultadas para fazer parte da equipe. Por enquanto, temos a circular da Susep, autorizando o funcionamento da companhia, com capital de R$ 48 milhões, para operar seguros de danos e pessoas em todo o território nacional.

Vamos solicitar entrevista para contar mais detalhes, como saber a expectativa de atuação no país onde o segmento de grandes riscos enfrenta um cenário praticamente sem novos negócios devido a parada de investimentos e uma grande avalanche de pedidos de indenizações. Segundo corretores entrevistados, os executivos que atuam em grandes riscos estão praticamente se dedicando a regulação de pagamento de indenizações, enquanto aguardam a retomada dos investimentos em infraestrutura.

A seguradora integra um grupo com quase 90 anos de história e é uma das 500 maiores corporaçōes dos EUA, segundo a lista da revista “Fortune 500”. Segundo fontes, o grupo vai trabalhar nichos de mercado que demandam alta capacidade técnica, tanto trazendo produtos que a Markel já opera ao redor do mundo quanto desenvolvendo no Brasil produtos específicos para o mercado brasileiro.

Segue a íntegra da circular da Superintendência de Seguros Privados

Secretaria- Geral

Portaria nº 6.780 de 12 de Janeiro de 2017

O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS – SUSEP, no uso da competência delegada pelo Ministro de Estado da Fazenda, por meio da Portaria n. 151, de 23 de junho de 2004, tendo em vista o disposto no artigo 74 do Decreto-Lei n. 73, de 21 de novembro de 1966 e o que consta dos processos Susep 15414.611013/2016-90 e 15414.612789/2016-27, resolve:

Art. 1° Aprovar as seguintes deliberações tomadas pelos sócios de MARKEL HOLDING E ADMINISTRAÇÃO DE BENS PRÓPRIOS LTDA., CNPJ n. 26.609.195/0001-65, com sede na cidade do Rio de Janeiro – RJ, na assembleia geral extraordinária realizada em 20 de dezembro de 2016, rerratificadora da assembléia geral de transformação realizada em 30 de novembro de 2016:

I – Transformação de sociedade empresária limitada para sociedade anônima de capital fechado;

II – Mudança da denominação social para MARKEL SEGURADORA DO BRASIL S.A.;

III – Eleição de administradores;

IV – Mudança do objeto social; e

V – Reforma e consolidação do estatuto social.

Art. 2° Conceder a MARKEL SEGURADORA DO BRASIL S.A. autorização para operar seguros de danos e pessoas em todo o território nacional.

Art. 3º Ratificar que o capital social de MARKEL SEGURADORA DO BRASIL S.A. é de R$ 48.000.000,00, dividido em 48.000.000 ações ordinárias, escriturais e sem valor nominal.

Art. 4º Ratificar que o controle acionário indireto e a ingerência efetiva nos negócios de MARKEL SEGURADORA DO BRASIL S.A. são exercidos por MARKEL CORPORATION, sociedade constituída e existente sob as leis do Estado de Virgínia, Estados Unidos da América.

Art. 5º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

JOAQUIM MENDANHA DE ATAÍDES

Caixa comemora captação de previdência aberta

A Previdência da Caixa Seguradora fechou 2016 com recordes. O faturamento foi de R$ 7,4 bilhões, alta de 34% em relação a 2015. As novas vendas chegaram a R$ 4,5 bilhões, 49% a mais que no ano passado. Apenas em dezembro, foram R$ 507,6 milhões em novas vendas.

“Crescemos acima do esperado”, afirma a diretora de Previdência, Rosana Techima, que explica: “Foi um ano de juros altos no país e nossos produtos estavam muito atrativos para investidores. Os planos de pagamento único tiveram grande procura”.

As discussões e o envio da proposta de reforma da Previdência ao Congresso foram outros fatores que contribuíram com o aumento das vendas. “As pessoas passaram a se preocupar mais com o futuro. Sabem que com a reforma precisarão complementar a renda para a aposentadoria”, explica Rosana.

Produtos segmentados

No segundo semestre, a empresa reformulou o plano voltado para crianças, o Prev Crescer. As vendas então dispararam e em novembro e dezembro foram dez vezes maiores do que nos primeiros meses do ano.

Primeiro plano do país exclusivo para mulheres, o Prev Mulher cresceu 57% em relação a 2015. O produto garante uma consulta e um exame ginecológico anual às clientes e oferece indenização de R$ 50 mil para mulheres que engravidarem de gêmeos, trigêmeos ou mais por fecundação natural.

Fórum Econômico Mundial pede a reforma da economia para a volta da estabilidade social

Com o apoio da seguradora Zurich e da corretora Marsh, o Fórum Econômico Mundial elaborou o tradicional relatório Global de Riscos, sempre divulgado dias antes do encontro anual de Davos, na Suíca. Neste ano, a décima segunda edição do estudo destaca os cinco principais fatores que estão determinando o cenário de riscos global. A crescente desigualdade e estagnação do crescimento da economia; as mudanças climáticas; a polarização crescente da sociedade; o aumento da dependência cibernética; e o envelhecimento da população.

Entre as consequências dos riscos destacados, o estudo cita o desemprego e subemprego, a profunda instabilidade social, a migração involuntária em larga escala, o colapso ou crise do Estado, a falha na mitigação e adaptação às mudanças climáticas, as crises de água e a falha da governança nacional, criando a insegurança social e o conflito interestadual com consequências regionais.

A 12ª edição do Relatório Global de Riscos é publicada em um momento em que tendências sociais e econômicas profundamente enraizadas se manifestam de forma cada vez mais disruptiva em todo o mundo. A persistente desigualdade, particularmente no contexto de fraqueza econômica global comparativa, pode comprometer a legitimidade do capitalismo de mercado. Ao mesmo tempo, o aprofundamento da polarização social e cultural pode comprometer os processos nacionais de tomada de decisões e obstruir a colaboração global vital, conclui o relatório.

A tecnologia continua a oferecer a esperança de soluções para muitos dos problemas que o mundo enfrenta. Mas o ritmo da mudança tecnológica também tem efeitos perturbadores: eles vão desde a interrupção dos mercados de trabalho, passando pela automação, até exacerbando as divisões políticas, incentivando a criação de comunidades rígidas de cidadãos com idéias semelhantes. “Precisamos melhorar a gestão da mudança tecnológica e precisamos fazê-lo rapidamente.

Acima de tudo, temos de redobrar os nossos esforços para proteger e reforçar os nossos sistemas de colaboração global. Em nenhum lugar isso é mais urgente do que em relação ao meio ambiente, onde avanços importantes foram feitos no ano passado, mas onde muito mais ainda está por fazer. Este é um momento febril para o mundo. Enfrentamos riscos importantes, mas também oportunidades para fazer um balanço e trabalhar juntos para encontrar novas soluções para os nossos problemas comuns. Mais do que nunca, este é um momento para todas as partes interessadas reconhecerem o papel que podem desempenhar exercendo uma liderança responsável e responsiva em riscos globais”, finalizam os autores.

“Vivemos tempos agitados em que o progresso tecnológico também cria desafios”, disse Cecilia Reyes, CRO da Zurich, durante a apresentação do relatório, em Londres. “Os governos já não podem fornecer níveis históricos de proteção social, e uma narrativa contrária ao establishment ganhou força, com novos líderes políticos culpando a globalização pelos desafios das sociedades, criando um círculo vicioso em que baixo crescimento econômico apenas amplifica a desigualdade.”

Leia o relatório em inglês

SulAmérica irá presentear clientes, parceiros e colaboradores em datas imprevisíveis

Release

Neste ano, a SulAmérica, maior seguradora independente do País, presenteia colaboradores, corretores, prestadores e clientes com um calendário de mesa em formato inovador. Durante todos os meses do ano, o calendário destaca um “dia imprevisível”, data em que serão sorteados prêmios-surpresa por meio de um QR code.

A ação traz um reforço à atual campanha da seguradora, com o conceito “A vida é imprevisível, e isso é muito bom”. Para participar, basta utilizar um leitor de QR code do smartphone, apontando o aparelho para o código presente no calendário. Automaticamente aparecerá uma mensagem informando se ela foi ou não sorteada, além de instruções para o recebimento do prêmio.

calendário

“Apostamos em uma ação inovadora que traz interatividade a um objeto tradicional das nossas vidas. Buscamos uma forma criativa de reforçar a mensagem do imprevisível que temos trabalho nas nossas comunicações e, assim, nos aproximamos das pessoas de maneira divertida ao longo do ano”, explica o diretor de marketing da SulAmérica, Zeca Viera.

As datas dos “dias imprevisíveis” variam a cada mês e os prêmios são relacionados a datas comemorativas e períodos específicos, como feriados, férias e estações do ano.

Gente nova no pedaço

Um grupo segurador conhecido como um dos principais especialistas em riscos do mundo se junta ao mercado brasileiro a partir da amanhã. Depois de alguns meses formando uma equipe de executivos de ponta, os detalhes serão divulgados amanhã aos parceiros e clientes. Vamos aguardar!

Liberty Seguros patrocina vigésima edição do Troféu Cidade de São Paulo

A Liberty Seguros patrocina a vigésima edição do Troféu Cidade de São Paulo, uma das provas de atletismo mais tradicionais da cidade. A corrida acontece no dia 25 de janeiro, a partir das 7h30, com largada no Obelisco do Parque Ibirapuera. Nesta data, a cidade de São Paulo celebra os seus 463 anos.

Os participantes da prova podem optar por quatro modalidades: corrida geral (10 km ou 6,1 km), caminhada (6,1 km) e corrida para portadores de necessidades especiais (10 km). As inscrições devem ser realizadas até o dia 21 de janeiro no site http://www.trofeucidadedesaopaulo.com.br/.

Ao final da prova, os corredores poderão participar de uma sessão de recovery boot, uma técnica de recuperação que pode auxiliar na prevenção de lesões musculares, oferecida pela Liberty Seguros. Os participantes também poderão conhecer o Liberty Truck, um caminhão multifuncional que percorre o Brasil apresentando novidades da seguradora.

“Acreditamos que cuidar da saúde é uma das maneiras mais eficientes para se levar uma vida mais segura”, diz Patricia Chacon, Diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros. “Patrocinar eventos como o Troféu São Paulo e oferecer aos nossos segurados serviços como o de personal fitness e o de assistência nutricional, nos ajudam a alcançar esse objetivo”, finaliza.

Os 10 riscos que preocupam os executivos em 2017

Quais os dez riscos que mais preocupam o mundo? O estudo Barômetro de Riscos, publicado pela Allianz Global Corporate and Specialty (AGCS), resseguradora especializada em riscos diversos, traz a resposta após ter entrevistado mais de 1,2 mil profissionais de risco que atuam em mais de 50 países. A interrupção dos negócios, ou lucro cessante no jargão do setor, lidera o ranking como o principal risco para as empresas globais em 2017. Volatilidade, ataque cibernético, catástrofes naturais e as mudanças regulatórias seguem entre os cinco maiores riscos globais.

No Brasil, o risco de interrupção de negócio ocupa o primeiro lugar do ranking, seguido pelo temor com o ambiente macroeconômico, risco cibernético e corrupção.

Segundo o estudo, os executivos de seguros têm grandes desafios, como ofertar coberturas mais adequadas ao perfil de risco dos clientes globais, destacando o segmento de interrupção de negócios sem danos físicos. Também em destaque no estudo o temor com a gestão Donald Trump, que assume o comando dos Estados Unidos. Em entrevista ontem, o magnata assustou o mundo com a dose de protecionismo, que pode trazer volatilidade ao mercados, segundo item da lista global de temor. Instabilidade macroeconômica, incêndios, riscos políticos, perda de reputação e valor da marca, bem como novas tecnologias também estão entre os desafios e preocupações mais citados pelos executivos entrevistados.

Leia aqui o estudo completo, em inglês

Livro: “Ação direta da vítima no seguro de responsabilidade civil”

Um dos temas mais discutidos atualmente é a ação direta das vítimas contra as seguradoras nos seguros de responsabilidade civil contratados pelos causadores dos acidentes ou responsáveis. Podem ou não as vítimas acionar diretamente as seguradoras? A matéria divide opiniões de juristas. O Superior Tribunal de Justiça veio admitindo a ação da vítima somente contra a seguradora, deixando de lado os segurados. As seguradoras fizeram muitos esforços nos tribunais para evitar a ação direta. O STJ manteve a ação direta, mas, há poucos anos, passou a exigir que as ações das vítimas contra as seguradoras também sejam propostas contra os segurados.

O Projeto de lei nº 3.555/2004, que acaba de ser aprovado na Câmara dos Deputados, e que aprovado no Senado será a primeira lei de contrato de seguro brasileira, prevê que os segurados devem informar às vítimas e seus beneficiários a respeito dos seguros de responsabilidade civil que tenham contratado, para permitir que as seguradoras sejam acionadas.

Há um conflito entre os interesses das seguradoras e os interesses das vítimas e dos segurados. A doutrina brasileira acaba de ganhar a primeira obra específica sobre o assunto, intitulada “Ação direta da vítima no seguro de responsabilidade civil”, do advogado Gustavo de Medeiros Melo, sócio do escritório Ernesto Tzirulnik Advocacia. Editada pela Contracorrente, tem prefácio de Nelson Nery Júnior e apresentações de Ernesto Tzirulnik e do Juiz do Tribunal Europeu José Carlos Moitinho de Almeida.

Mongeral Aegon quer conquistar mais clientes com SP Prevcom

A Assembléia Legislativa de São Paulo autorizou a SP Prevcom, fundação de previdência complementar estatal paulista, a gerir planos de outros municípios, Estados e até mesmo da União. A notícia foi comemorada pela Mongeral Aegon, parceira da fundação fundada em 2011 e que tem 19,3 mil participantes e administra recursos de R$ 564 milhões.

Na parceria, a Mongeral Aegon é responsável por ofertar aos servidores os riscos de morte e invalidez. No caso de morte deixa a família amparada. Para o no caso de invalidez, o produto tem como objetivo complementar a reserva que ele não conseguiu formar pelo fato de ter ficado inválido.

Segundo o diretor comercial da seguradora, Osmar Navarini, com a sanção do Projeto de Lei nº 800/2016 pelo governador Geraldo Alckmin, a SP-Prevcom poderá oferecer para outros municípios e estados plano de previdência complementar para aqueles servidores que têm remuneração acima do teto do INSS. A Reforma prevê que as prefeituras e estados poderão montar um fundo ou se associar a outro já existente, como é o caso da SP-Prevcom.

Caso a SP-PREVCOM ganha contratos para administrar aposentadorias de municípios, é natural que conte com a parceria de sucesso já existente com a Mongeral Aegon para a distribuição do plano, acredita o diretor da seguradora, que tem 14 mil participantes da Prevcom como clientes.

A medida traz mais segurança à situação financeira dos fundos públicos. “Tudo é uma questão de contas públicas. Os estados e municípios não pagarão para novos servidores aposentadorias acima do teto do INSS, o que, de alguma forma, em determinado tempo, ajudará no equilíbrio previdenciário destes entes”, diz.

Para criar um fundo existe a necessidade de aprovação com a Previc, além de outras exigências e de contar com uma estrutura operacional e de pessoal que podem onerar o estado ou município. Os entes que decidirem por se associarem a um modelo já criado ganhariam eficiência operacional por contarem com uma estrutura com expertise em estrutura que já funciona, explica Navarini.

O que esperar da Reforma da Previdência? Para Navarini, embora a Reforma traga restrições para o trabalhador, fica mais próxima do que é lá fora. “Está alinhada com as tendências mundiais, principalmente com a idade mínima para se aposentar”, finaliza.

Mongeral Aegon completa 182 anos de atuação no Brasil

A Mongeral Aegon, seguradora mais antiga do Brasil, celebra 182 anos hoje, no dia 10 de janeiro, com atuação no setor de seguro de vida e previdência privada. Desde então, a companhia tem como compromisso orientar o brasileiro sobre planejamento financeiro. Com mais de 60 unidades distribuídas nas capitais de todo o país, a Mongeral Aegon é reconhecida pelo Governo Federal como pioneira em previdência no Brasil e já ultrapassou a marca de 2 milhões de clientes em 2016, contabilizando mais de R$ 270 bilhões de capital segurado.

“Neste dia em que completamos 182 anos, muito nos orgulha olhar para trás e ver a história tão bonita que construímos baseada na realização de um trabalho sério e em muita confiança e foco nos nossos clientes. Temos pela frente um cenário muito positivo e de oportunidades, principalmente no momento em que o país discute temas tão importantes para a sociedade, como, por exemplo, a Reforma da Previdência. Estamos certos de que, mais uma vez, a nossa solidez e a experiência no planejamento familiar e financeiro serão fundamentais para apoiar os brasileiros que buscam um futuro tranquilo”, pontua Helder Molina, presidente da Mongeral Aegon.

Há sete anos, a companhia associou-se ao grupo internacional Aegon, uma das maiores empresas de seguro, previdência e investimentos financeiros do mundo, com sede na Holanda. A diversificação e expansão dos negócios deu origem ao Grupo Mongeral Aegon, que engloba as seguintes empresas: Mongeral Aegon Seguros e Previdência, Mongeral Aegon Fundo de Pensão, Mongeral Aegon Investimentos (MAI), Mongeral Aegon Administração de Benefícios e o recém-criado Instituto de Longevidade Mongeral Aegon. Atualmente o grupo possui 1.200 funcionários e 4.000 corretores parceiros.