Ação de educação financeira da Brasilprev atinge mais de 63 mil pessoas

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Para uma empresa que tem como uma das suas prioridades de atuação em sustentabilidade a formação de cultura previdenciária, atingir mais de 63 mil pessoas com um conteúdo de educação financeira é uma importante conquista. A ação Projetos de Vida na Ponta do Lápis (PVPL) consiste em palestras de cerca de 90 minutos sobre planejamento financeiro ministradas por universitários devidamente preparados para serem multiplicadores do tema. Os encontros acontecem em escolas públicas, privadas e associações de bairros da capital paulista e do Grande ABC. Interessados podem acessar o site da Brasilprev (www.brasilprev.com.br, menu empresa>sustentabilidade>educação financeira) para obter mais informações sobre o projeto e indicar instituições para receberem as palestras.

Em 2015, a iniciativa foi reconhecida com o Selo ENEF por atender aos objetivos da Estratégia Nacional de Educação Financeira, criada por meio da articulação de oito órgãos e entidades governamentais e quatro organizações da sociedade civil. Instituída em 2010 pelo Decreto de número 7.397, a ENEF é uma política nacional criada com a finalidade de promover a educação financeira e previdenciária, bem como contribuir para o fortalecimento da cidadania, a eficiência e solidez do sistema financeiro nacional e a tomada de decisões conscientes por parte dos consumidores.

“A Brasilprev lançou o PVPL em 2010 em parceria com a Trevisan Escola de Negócios para ser uma ação de alto impacto, acessível e gratuita. Alinhada à estratégia de sustentabilidade da companhia, vemos que, sem dúvida, é uma grande entrega da empresa para a sociedade”, conta Cinthia Spanó, gerente de Comunicação Corporativa e Sustentabilidade da Brasilprev.

Banco Mundial destaca a urgência da adoção de políticas que protejam os mais vulneráveis

O Banco Mundial e o Fundo Mundial para a Redução dos Desastres e a Recuperação (GFDRR) divulgaram o relatório “Unbreakable: Building the Resilience of the Poor in the Face of Natural Disaster’s (‘Inquebrável: Construindo a Resiliência dos Pobres contra Desastres Naturais”) na vigésima segunda Conferência das Partes (CP 22), onde destaca a urgência da adoção de políticas com um planejamento inteligente com relação ao clima que melhor protejam os mais vulneráveis.

O tema é urgente e tem o passado que mostra a importância de ações. Um valor estimado de 1 milhão de filipinos caiu na pobreza em 2013 depois da passagem do tufão Haiyan que destruiu mais de 1 milhão de moradias e afetou a economia nacional causando prejuízos de US$ 12,9 bilhões. Também cita a Guatemala, devastada pelo furacão Stan em 2005 e que obrigou a 7,3% das famílias afetadas a fazer seus filhos trabalhar em vez de enviá-los para a escola. São situações típicas quando ocorre um desastre natural, que não deixa só um rastro de devastação, mas também aumenta ainda mais a pobreza nas comunidades.

O relatório traz um método para medir os danos causados ​​por desastres na economia e também para os mais vulneráveis. Segundo o estudo, as catástrofes naturais custam para a economia mundial até US$ 520 bilhões (60% mais do que se informa habitualmente) e empurram cerca de 26 milhões de pessoas para a pobreza a cada ano.

Diante disso, o estudo propõe um conjunto de “políticas de resiliência”, que ajudarão os pobres a enfrentar as consequências de eventos meteorológicos extremos. Entre as sugestões, sistemas de alerta prévio, maior acesso aos serviços bancários pessoais, apólices de seguros e sistemas de proteção social (tais como transferências de dinheiro e programas de obras públicas) que poderiam preparar as pessoas para responder de forma mais adequada e se recuperar da crise.

Os governos também são chamados a fazer investimentos essenciais em infraestruturas com barragens e outros meios para controlar os níveis de água e desenvolver políticas apropriadas sobre o uso do solo e normas de construção. Estes esforços devem visar especificamente a proteção dos cidadãos mais pobres e vulneráveis, e não apenas aqueles com bens de alto valor.

O estudo destaque os esforços para gerar uma maior resiliência entre os pobres já existentes em alguns países. Um bom exemplo é o esforço gerado a partir do Mecanismo de Seguro de Risco para Catástrofes no Caribe (CCRIF) que, no mês passado, graças a um inovador programa de seguro, Haiti, Barbados, Santa Lúcia, São Vicente e as Granadinas receberam US$ 29 milhões para utilização em trabalhos de recuperação depois de serem atingidos pelo furacão Matthew.

Assista ao vídeo. Simples e tão educativo e que tem apenas 2 minutos e meio para dizer muito.

Fides divulga principais pontos discutidos no evento realizado em Assunção, Paraguai

A Federação Interamericana de Empresas de Seguros (FIDES) tornou pública a Declaración de Asunción 2016, para resumir as discussões e sugestões geradas durante a Assembleia Geral Ordinária da FIDES.

Veja os principais pontos do documento:

-As companhias de seguros devem ser atores importantes da seguridade social. Para que possam cumprir as suas responsabilidades de forma eficiente, é essencial que os prêmios sejam suficientes em função dos riscos, e que sua recepção ocorra a partir do momento em que aqueles lhes são transferidos.

-As restrições impostas às companhias de seguros para realizar investimentos fora do território nacional são contrárias à liberdade dos seguros privados e prejudicam a adequada diversificação do risco. A imposição às seguradoras de perímetros territoriais cujas políticas de investimento não podem superar as expõem a riscos financeiros excessivamente concentrados e, na prática, as impede de crescer, prejudicando assim a sua capacidade de mutualização, especialmente diante da ocorrência de riscos catastróficos.

-Nossa Federação defende a supressão das restrições à subscrição transfronteiriça de resseguros, muito amplas em nossos países: são impostos limites para a transferência do risco para resseguradoras de outros países ou quotas de transferência obrigatórias a favor de resseguradoras nacionais; e a transferência é tributada.

-Estas barreiras são contrárias ao objetivo de diversificação e atomização do risco que pretende o resseguro, pondo em risco o seu funcionamento eficiente, especialmente no caso de risco de grande magnitude, que podem afetar o funcionamento adequado dos mercados nacionais e produzir uma cadeia de insolvências.

Bupa compra operadora de saúde Care Plus no Brasil

A seguradora Inglesa Bupa comprou o controle da operadora de saúde Care Plus, segundo fontes próximas da negociação. Vamos aguardar mais detalhes.

A Care Plus tem forte atuação no segmento premium e 24 anos de mercado. Oferece planos de saúde diferenciados a mais de 400 empresas e 90 mil beneficiários. No início de dezembro, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) suspendeu a venda de 69 planos de saúde de 11 operadoras devido a problemas de atendimento. Durante três meses, as operadoras estão proibidas de vender novos planos. Entre elas, a Care Plus.

Já a Bupa é uma seguradora inglesa voltada para o seguro de saúde internacional, que oferece cobertura de seguro médico internacional para mais de 7 milhões de pessoas em todo o mundo. Fundada em 1971, a Bupa tornou-se um dos líderes mundiais no fornecimento de suporte e serviços de seguros para pessoas localizadas fora de seu país de origem.



Zurich fecha acordo para venda de seguro na Fast Shop, informa Reuters

Logo depois de divulgar o acordo com a Via Varejo, a seguradora suíça Zurich anuncia acordo para venda de seguros de afinidades a clientes da varejista de eletroeletrônicos Fast Shop, e planeja novas parcerias para estender a atuação nos chamados seguros massificados, informa a agência Reuters.

Segundo o diretor de Afinidades da Zurich no Brasil, Luís Reis, o acordo permitirá que a seguradora ofereça aos clientes da Fast Shop seguros de garantia estendida, roubo e furto qualificado, incluindo a modalidade com danos acidentais. O foco são produtos como telefones celulares e tablets, disse Reis à Reuters.

A seguradora tem mais de 45 parceiros em negócios de afinidades no país, informa a Reuters. Segundo o executivo, a emissão esperada de prêmio com os acordos é de cerca de US$ 1 bilhão em 6 anos.

Em release enviado ao blog Sonho Seguro, a Zurich informa que o contrato inicial garante a exclusividade na oferta de seguros em todos os canais de venda da rede. “A Fast Shop é reconhecida pelo excelente atendimento prestado ao seu consumidor, o que vem em linha com a política de trabalho da Zurich, que oferece atendimento diferenciado ao segurado. E é justamente este cuidado e carinho com o cliente final que embasa esta parceria que, com certeza, será promissora e beneficiará a todos”, avalia Michele Borba, Superintendente Comercial & Trade Marketing da Zurich. A Fast Shop atualmente conta com 97 lojas em nove estados, além de seu e-commerce que atende o Brasil inteiro, oferecendo eletrodomésticos, eletrônicos, informática, portáteis, tablets e utensílios domésticos.

Um 2017 cheio de notícias geradas pelo propósito de ser quem se é

2016 foi um ano de grandes conquistas. Inclusive para a mídia especializada. Conseguimos wi-fi, estacionamento e uma mesa para trabalharmos de forma correta nos eventos. Parece pouco, mas foram conquistas essenciais, pois de uma forma sutil mostrou que todos os executivos, especialistas em comunicação e assessorias, ou pelo menos a maioria, passaram a valorizar a mídia especializada.

Até mesmo furos de reportagens foram oferecidos para esse público tão acostumado a batalhar para conseguir notícias diferenciadas. Parece que vamos carregar para o próximo ano notícias emblemáticas, como o VGBL Saúde e Universal Life. Mas comemoramos que o seguro popular de carro e a venda de plano de saúde online se tornaram realidade depois de tantos debates.

Foram muitas notícias. Umas duras, como tantos demitidos, a falência da Nobre Seguradora e a perda de alguns amigos. Outras confortadoras, com tantos profissionais que acharam um novo caminho e descobriram o lado empreendedor que estava acomodado lá no fundo da alma, e contribuíram com tantos projetos inovadores que constroem um mercado segurador mais eficiente e robusto. 2016 realmente deu um empurrão para que muitos se reinventassem. E isso é muito bom.

2017 traz desafios para todos nós. Para os que se mantiveram no emprego, para os que mudaram de profissão, para os que ainda buscam uma nova colocação e para os que se mantiveram em seus postos, mas que precisam mudar tudo para se manter no mercado.

O melhor de tudo é que vejo todos buscando um propósito novo para a vida. Com coragem de ser quem somos. De despertar o amor em nós e em todos os lugares (tenho certeza que Deus colocou uma centelha divina em todos nós e que podemos acioná-la nos bons e principalmente nos maus momentos). Por isso, desejo a todos um propósito, baseado no amor, que nos move e nos liberta.

Nesta jornada transformadora e única — e por que não usar a palavra da moda, disruptiva –, a educação se confirmará como o elo que trará ao mercado segurador o que todos buscam desde o dia que conheci esse adorável setor, em 1990: o crescimento sustentável. Uma educação profunda. Dos padrões éticos e morais ao conhecimento científico global.

Borá, pois o bem mais precioso que temos hoje é o tempo!

Feliz 2017! Cheio de notícias geradas e escritas com o coração

Mongeral Aegon cresce 16,1% até setembro

A Mongeral Aegon apresentou crescimento de 16,1% em arrecadação de janeiro a setembro deste ano em relação ao mesmo período de 2015. Este número é 6,4 pontos percentuais a mais do que o observado nas seguradoras independentes – não ligadas a banco. Todo mercado de vida e previdência cresceu 12,7%.

Mesmo em um ano de recessão econômica, a companhia, presente no Brasil há mais de 180 anos, registrou nos três primeiros trimestres de 2016 uma arrecadação em prêmios superior a R$ 761 milhões. A meta da Mongeral Aegon é de encerrar o ano com uma arrecadação 13,3% superior em relação a 2015.

Tokio Marine lança seguro Auto Popular

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Atualmente, o Brasil possui uma frota em circulação de 45 milhões de carros. Desse total, aproximadamente 40% são segurados, ou seja, cerca de 27 milhões circulam sem qualquer tipo de proteção. Visando atingir esse nicho, a Tokio Marine, uma das maiores seguradoras do Brasil, lança sua linha de seguros populares: Tokio Marine Auto Popular, Utilitário Carga Popular e Caminhão Popular, que chegam para ampliar o portfólio da empresa, a partir de 21 de dezembro. Além de veículos de passeio, também estarão disponíveis veículos utilitários de carga e caminhões em duas importantes regiões metropolitanas, São Paulo e Rio de Janeiro, e futuramente para as demais regiões.

Este lançamento surge com o objetivo de ser mais uma alternativa para suprir a demanda por opções mais baratas de seguros para automóveis, com preços inferiores aos tradicionais, uma preocupação que a Tokio Marine já demonstrou ao lançar o Tokio Marine Auto Roubo + Rastreador. Com o Auto Popular, a Seguradora pode apresentar até 4 opções de seguros em uma única cotação de Automóvel.

Os proprietários de veículos com mais de 5 anos são os que mais demandam este tipo de produto, já que um dos fatores que mais eleva os preços dos seguros tradicionais é a obrigatoriedade de utilização de peças novas nos consertos – itens proporcionalmente caros quando se fala em modelos mais antigos. O seguro Auto Popular visa mudar essa realidade, uma vez que os automóveis poderão ser reparados com peças usadas, genéricas ou de reposição novas do mercado alternativo, chamadas “novas compatíveis”. É muito importante frisar que, quando o conserto envolver peças ligadas à proteção do veículo, como o sistema de freios, suspensão, cintos de segurança e air bag, o conserto continuará sendo feito com as mesmas peças do seguro tradicional.

“O foco do Auto Popular Tokio Marine é a cobertura de colisão e incêndio para danos totais ou parciais e assistência 24h completa. Nesta configuração inicial o seguro pode ficar até 50% mais barato do que os seguros tradicionais. Como opcionais, a Seguradora disponibiliza ainda a cobertura compreensiva (roubo e furto, colisão e incêndio), danos a terceiros (RCF-V materiais e corporais), acidentes pessoais de passageiros (APP), além das diversas opções de carro reserva e serviços de vidros, que incluem até reparo de para-choque e arranhões na pintura, entre outros benefícios“, explica Marcelo Goldman, Diretor Executivo de Produtos Massificados

Goldman afirma que, com o seguro Auto Popular, os veículos terão reparo com a mesma qualidade, agilidade e confiança dos produtos tradicionais, porém por um preço mais vantajoso. “Mesmo que o cliente decida incluir todos os opcionais que oferecemos ao contratar o Tokio Marine Auto Popular, ainda assim, ele desembolsará um valor menor do que se ele optasse por um seguro tradicional”, explica.

Outra característica dos produtos da linha Popular são as duas opções de franquia disponíveis: oficina livre ou oficina referenciada, sendo esta última com uma franquia menor. A grande vantagem para o cliente é que a escolha do tipo de oficina e seu respectivo valor de franquia será feita apenas no momento do sinistro, mantendo a livre escolha exatamente como é feito no seguro tradicional.

Além de todos os diferenciais, os clientes poderão contratar o percentual da tabela FIPE entre 80% e 90%, com a facilidade no pagamento em até 6x sem juros ou 12x fixas no cartão de crédito ou débito em conta.

Jovens de 18 a 25 anos são os que mais se envolvem em acidentes graves durante a madrugada, revela estudo da Liberty

Um estudo realizado pela Liberty Seguros, dentro de sua base de clientes, revela que, quando comparados com condutores de outras faixas etárias, os motoristas de 18 a 25 anos foram responsáveis pela maior parte dos acidentes com indenização integral no período da madrugada. Foram avaliados 153.673 sinistros em todo o país, entre os meses de agosto de 2015 e julho de 2016.

Gravidades dos acidentes por período

O tipo de indenização recebida pelos clientes é um dos indicadores avaliados pelo levantamento. Considerando o total de sinistros abertos relacionados a acidentes no período, 91,3% resultaram em indenização parcial e 8,7% em indenização integral.

Dos acidentes ocorridos no período da madrugada 29% foram classificados como indenização integral e, comparativamente aos outros períodos, este é horário que concentra os acidentes mais graves. No período da manhã os acidentes classificados como indenização integral representam 8%, à tarde, 7% e à noite, 10%.

Análise por faixa etária

Os jovens de 18 a 25 anos se envolveram em 10.967 dos acidentes avaliados. Nesta faixa etária, 37% dos acidentes que aconteceram durante a madrugada foram registrados como indenização integral. Casos envolvendo jovens de 18 a 25 anos estão 8% acima da média geral de acidentes.

Ainda nesta faixa etária, a maioria dos acidentes (33%) aconteceu no período da tarde, seguidos pela noite (31%), manhã (25%) e madrugada (11%). Do total de acidentes envolvendo jovens, 16% resultaram em indenização integral.

O levantamento também mostra que os motoristas de 26 a 35 anos se envolveram em 23.310 acidentes (14,6% do total), sendo que a maior parte dos acidentes (35%) aconteceu no período da tarde.

Os motoristas com idade superior a 55 anos são os que menos se envolvem em acidentes que resultam em indenização integral. Apenas 9% das ocorrências com esses clientes são consideradas graves.

Acidentes por região

O levantamento da Liberty Seguros também traz uma análise das ocorrências em cada região do Brasil. Dos 153.673 casos, 59.853 (39%) aconteceram no Sul, sendo que 8% resultaram em indenização integral. No Sudeste, foram 57.332 (37%), com 10% de indenizações totais. Na região Norte, dos 3.445 casos registrados, 9% resultaram em indenizações totais.

No Nordeste foram registrados 20.234 casos (13%), com 8% de indenizações totais. Já no Centro-Oeste, dos 12.809 (8% do total geral) sinistros abertos, sendo que 8% resultaram em indenização total.

Novo CEO da BB Mapfre afirma que Brasil está muito melhor do que outros países

Ferreira e Gutierrez: sucesso depende da parceria do corretor

Luis Gutierrez, o novo CEO da BB Mapfre para as áreas de Auto, Seguros Gerais e Affinities, em substituição a Marcos Ferreira, foi apresentado ontem aos parceiros de negócios reunidos em um elegante coquetel servido na Casa Bossa, em São Paulo. Ele assume o cargo em um momento desafiador para todo o país, mergulhado em uma profunda crise, marcada por um nível recorde de desemprego, falta de crédito que asfixia as corporações e um índice de inadimplência de indivíduos e empresas que cresce dia a dia.

Wilson Toneto, presidente da Mapfre no Brasil, agradeceu a Marcos Ferreira os 28 anos de trabalho prestado ao setor no Brasil, sendo boa parte deles ao grupo Mapfre, que chegou no país há 25 anos. “Temos muito orgulho de você estar assumindo uma posicão de destaque na Latam Sul, que reúne oito países importantes para a Mapfre na América Latina. Conte sempre conosco, a qualquer momento”. Ferreira ficará sediado na Colômbia, sendo responsável pelas operações da Argentina, do Chile, do Equador, do Paraguai, do Peru, do Uruguai e da Venezuela.

Ferreira agradeceu o apoio de todos os presentes e fez um pedido: “Peço a todos vocês que sejam parceiros de Luis assim como sempre foram meus parceiros de negócios, dedicados sempre que precisávamos renegociar para trazer rentabilidade ao negócio e também nos apoiando a cada lançamento de um produto diferenciado. Meu muito obrigado a todos”, disse muito emocionado e aplaudido.

Gutierrez foi o último a falar e ficou clara a sua dedicação. Já fala um bom português e já rodou o Brasil para conhecer os principais parceiros. “É uma honra poder continuar fazendo o trabalho iniciado por Marcos Ferreira”. O novo CEO disse que os corretores são os olhos e ouvidos da Mapfre e tem a responsabilidade de retroalimentar a empresa sobre como facilitar o dia a dia de todos, quais serviços e produtos lançar e assim atingir o sucesso. “O nosso sucesso depende do sucesso de vocês e nós dependemos da satisfação dos clientes”, acrescentou.

Segundo ele, o Brasil está numa situação excelente diante de outros países. “Temos uma crise política e financeira. Mas temos muitas oportunidades e excelentes profissionais. Acreditem que muitos países queriam estar na situação do Brasil. Temos a oportunidade de fortalecer o relacionamento com os corretores, com foco na satisfação dos clientes. Nosso desafio é imenso e temos de sonhar, imaginar novos produtos, novos sistemas, nova forma de fazer. Conto com todos vocês para crescermos de forma sustentável juntos”, disse ele finalizando o seu discurso.

A área de seguros de vida, habitação e rural da BB e Mapfre, comandada por Roberto Barroso, indicado pelo Banco do Brasil, teve lucro líquido de R$ 435,7 milhões no terceiro trimestre deste ano, queda anual 4,8%, afetada por deterioração no índice de sinistralidade.

Os prêmios emitidos somaram R$ 1,8 bilhão, 13,2% abaixo do apurado um ano antes. No segmento de automóvel e patrimônio, área que está sob comando de Marcos Ferreira até o final deste ano, obteve lucro líquido de R$ 44,5 milhões de julho a setembro, queda de 55% sobre o resultado do terceiro trimestre de 2015, afetada, principalmente, pelo fraco desemprenho da indústria automobilística na venda de veículos.

Em cinco anos de parceria do Banco do Brasil com a Mapfre, o Grupo arrecadou mais de R$ 68 bilhões em prêmios, pagou aproximadamente R$ 25 bilhões em indenizações e deu assistência a mais de cinco milhões de pessoas.

Os principais corretores de seguros do País estavam presentes, como os CEOs da Marsh, Lockton, Minuto Seguros, entre outros, bem como representantes de instituições, como Robert Bittar, presidente da Funenseg e vice-presidente da Fenacor, Henrique Brandão, presidente do Sincor-RJ, Mauro Batista, presidente do SindSeg-SP, e Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP.

Crédito da foto: Kelly Lubiato, da Revista Apólice