Michel Temer reforça estrutura da Susep

Mudanças, mas que não tem impacto no dia a dia da Susep, mas que trazem economia para o governo federal.

Decreto nº 8.998 de 6 de março de 2017

Altera o Decreto nº 8.722, de 27 de abril de 2016, que aprova a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções de Confiança da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP e substitui cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores – DAS por Funções Comissionadas do Poder Executivo – FCPE.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso VI, alínea “a”, da Constituição, DECRETA :

Art. 1º Ficam remanejadas, da Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão para a Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, na forma do Anexo I, em cumprimento à Lei nº 13.346, de 10 de outubro de 2016, as seguintes Funções Comissionadas do Poder Executivo – FCPE:

I – dez FCPE 101.4;

II – quarenta e cinco FCPE 101.3; e

III – dezessete FCPE 101.2.

Parágrafo único. Ficam extintos setenta e dois cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores – DAS, conforme demonstrado no Anexo I.

Art. 2º O Anexo II ao Decreto nº 8.722, de 27 de abril de 2016, passa a vigorar na forma do Anexo II a este Decreto.

Art. 3º Os apostilamentos decorrentes das alterações promovidas na Estrutura Regimental da SUSEP deverão ocorrer na data de entrada em vigor deste Decreto.

Parágrafo único. O Superintendente da SUSEP publicará, no Diário Oficial da União, no prazo de trinta dias, contado da data de entrada em vigor deste Decreto, relação nominal dos titulares dos cargos em comissão e das funções de confiança a que se refere o Anexo II, que indicará, inclusive, o número de cargos e funções vagos, suas denominações e seus níveis.

Art. 4º O Superintendente da SUSEP editará regimento interno, a ser aprovado pelo Conselho Nacional de Seguros Privados, para detalhar as unidades administrativas integrantes da Estrutura Regimental da SUSEP, suas competências e as atribuições de seus dirigentes, no prazo de sessenta dias, contado da data de entrada em vigor deste Decreto.

Parágrafo único. O regimento interno conterá o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções de Confiança da SUSEP.

Art. 5º O Superintendente da SUSEP poderá, mediante alteração do regimento interno, aprovada pelo Conselho Nacional de Seguros Privados, permutar cargos em comissão do Grupo-DAS com FCPE, desde que não sejam alteradas as unidades da estrutura organizacional básica especificadas na Tabela “a” do Anexo II e que sejam mantidos as categorias, os níveis e os quantitativos previstos na Tabela “b” do Anexo II, conforme o disposto no art. 9º do Decreto nº 6.944, de 21 de agosto de 2009.

Art. 6º Este Decreto entrará em vigor em 27 de março de 2017.

Brasília, 6 de março de 2017; 196º da Independência e 129º da República.

MICHEL TEMER

Henrique Meirelles

Dyogo Henrique de Oliveira

Grupo Liberty Seguros registra mais de R$ 2,7 bilhões de prêmios emitidos em 2016 no Brasil

Comunicado

O Grupo Liberty Seguros, unidade brasileira do Grupo Liberty Mutual, um dos maiores conglomerados globais do setor de seguros registrou lucro líquido de R$ 98 milhões em 2016. O Grupo movimentou R$ 2,7 bilhões em prêmios em 2016. A companhia fechou o ano com mais de 1,5 milhão de clientes em carteira.

“Em 2016, trabalhamos com foco na melhoria do nosso mix de produtos e no atendimento excepcional aos nossos clientes e corretores. Lançamos oito produtos em diferentes segmentos – auto, residência, transportes, além de soluções para pequenos empreendedores”, diz Carlos Magnarelli, CEO do Grupo Liberty Seguros no Brasil. “Esse trabalho foi reconhecido por meio de uma série de prêmios que recebemos ao longo do ano, como o Prêmio Época Reclame Aqui e o Prêmio Empresas que Mais Respeitam o Consumidor, concedido pela revista Consumidor Moderno”.

O segmento de Vida foi o que apresentou o maior crescimento, de 19,4% em relação a 2015. O crescimento também foi expressivo em relação ao mercado, que cresceu 0,8%. As vendas dos seguros de Residência cresceram 1,0% em relação ao período anterior, enquanto no segmento de seguros para pequenos e médios empreendedores, a alta foi de 2,3%. O seguro auto, no mercado, teve queda de 2,1%. Na carteira da Liberty Seguros, este decréscimo foi de 1,5%.

“Este será mais um ano desafiador, no qual vamos manter o foco em oferecer soluções acessíveis e customizadas para os nossos segurados”, afirma Carlos Magnarelli. “A parceria com os corretores e a inovação também terão um papel fundamental para que a nossa estratégia supere expectativas em 2017”, finaliza.

Principais indicadores do Grupo Liberty no Brasil

● R$ 2,7 bilhões em prêmios em 2016

● Lucro líquido de R$ 98 milhões

● 1,5 milhão de segurados em carteira no país

● 10ª maior seguradora do país

● 7ª maior seguradora em automóveis com 1,2 milhão de veículos segurados no país

● 1,8 mil funcionários

● 69 filiais em todo Brasil

● 13 mil corretores em todo o território nacional

● Atuação em vários segmentos: automóveis, residencial, transporte, seguros para pequenas empresas, riscos especais e grandes riscos

Risco de longevidade entra em consulta pública

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) colocou em consulta pública a minuta sobre a transferência de riscos relacionados às entidades fechadas de previdência complementar para as sociedades seguradoras autorizadas a operar em seguro de pessoas e sobre os correspondentes planos de seguro e de pecúlio. A decisão foi publicada no Diário Oficial de 3 de março.

Os interessados terão 15 dias, contados a partir da data de publicação, para encaminhar comentários e sugestões pelo e-mail cgcom.rj@susep.gov.br. Para isso, devem utilizar quadro padronizado específico, disponível na página da Susep na internet.

A minuta também está disponível na página da autarquia para fins de ciência e, se for o caso, para apresentação de comentários e sugestões.

Previdência aberta encerra 2016 com aportes de R$ 114,7 bi

Os aportes efetuados por titulares dos planos abertos de previdência no acumulado de 2016 somaram R$ 114,72 bilhões no acumulado de janeiro a dezembro de 2016, crescimento de 19,93% em relação aos aportes registrados em 2015, quando foram aplicados R$ 95,6 bilhões, de acordo com dados informados pela FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar.

De acordo com Edson Franco, presidente da FenaPrevi, não houve mudança no ritmo de expansão quando comparado ao crescimento de 2015. “Observamos que o participante manteve a estratégia para garantir renda complementar na aposentadoria, e essa escolha pelos planos abertos de caráter previdenciário está relacionada ao entendimento de que essa é uma modalidade transparente e que atende ao planejamento financeiro do poupador”, afirma o executivo em nota enviada à imprensa.

Atualmente, um total de 81.492 mil pessoas já usufruem dos benefícios dos planos abertos de caráter previdenciário (aposentadorias; pecúlios, por morte e por invalidez; e pensões, por morte e por invalidez). O sistema contabiliza 13.059.671 indivíduos com planos, sendo que deste total 9.918.783 são participantes de planos individuais (já computados os planos para menores) e 3.140.888 de planos empresariais.

Ainda de acordo com dados do balanço, a captação líquida dos planos (diferença entre captação e resgates) registrou saldo positivo de R$ 60,83 bilhões em 2016, volume 24,14% superior aos R$ 49,00 bilhões registrados no ano anterior.

Os planos individuais foram os que mais receberam recursos dos titulares dos planos em 2016. No total, foram aportados (contribuições e prêmios) R$ 98,03 bilhões na modalidade, representando aumento de 15,77% em relação aos R$ 84,68 bilhões computados no ano anterior. Já os recursos destinados a planos empresariais somaram R$ 14,74 bilhões em aportes. No acumulado de 2015, foram registrados R$ 9,14 bilhões. Os planos para menores, por sua vez, acumularam R$ 1,95 bilhão em aportes, representando alta de 6,56% em relação ao valor de R$ 1,83 bilhão arrecadado em 2015.

Na análise por modalidade de plano, o VGBL (indicado para quem não tem como se beneficiar da dedutibilidade fiscal prevista no formulário completo de I.R.P.F.), recebeu prêmios de R$ 104,94 bilhões de janeiro a dezembro de 2016. O PGBL (modalidade de plano indicada para quem tem como se beneficiar da dedutibilidade prevista no formulário completo de I.R.P.F.) registrou R$ 8,92 bilhões de contribuições em 2016. Os planos tradicionais, por sua vez, registraram R$ 855,75 milhões.

Tokio Marine simula quebra de vidros de carros durante Rio Open

Enfim, as ações de marketing do mercado segurador, que até então praticamente se resumiam a festas, viagens aos corretores premiados e patrocínio de eventos começam a ficar mais criativas e conquistando o consumidor de forma consciente. Adorei!

Release

Imagine o susto de sair do Rio Open apresentado pela Claro após assistir grandes jogos e descobrir que o vidro do seu carro foi atingido por uma bola de tênis. Essa foi a sensação experimentada por donos de 50 veículos parados no estacionamento VIP do torneio que, ao se aproximarem, encontraram uma ação de marketing in loco organizada pela Tokio Marine, uma das maiores seguradoras do país. Os “vidros quebrados”, na verdade, eram adesivos que simulavam as bolas acertando os carros. Com eles, os motoristas receberam a mensagem da Seguradora: “Já pensou se isso acontece? Se precisar de alguma coisa, a Tokio Marine resolve. #TokioNoRio”.

A iniciativa, idealizada pela agência Santa Clara, faz alusão à campanha institucional da Companhia, que tem como mote “Eu resolvo”, e foi parte de uma série de ações que visaram aumentar a interação da marca com seus públicos estratégicos, tendo sempre como foco a inovação, um dos principais pilares da empresa.

“A ideia foi aproximar, de uma forma divertida, nosso conceito criativo dos nossos Clientes, tendo como tempero adicional a brincadeira com o fato de que nossos seguros de carro cobrem a quebra de vidros em situações especiais, como essa. Ficamos muito satisfeitos de ter conseguido extrair nosso DNA e traduzi-lo em uma iniciativa tão inesperada, que reflete também as premissas da Companhia com essa ação inovadora”, afirma o diretor executivo de estratégia corporativa da Tokio Marine, Masaaki Itakura.

O setor de seguros tem um papel relevante para a retomada do crescimento, diz Maria Silvia, presidente do BNDES

“Infraestrutura é fundamental para todos os setores da economia, é um fator de competitividade horizontal. E o setor de seguros tem um papel muito relevante, seja em seguro-garantia e performance, seja como investidor. Temos que achar os canais para que as grandes seguradoras também participem com suas reservas como investidores de longo prazo.“

Essa afirmação foi feita nesta segunda-feira, no quadro “Entrevista Especial” , da Rádio CNseg, pela presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Maria Silvia Bastos Marques. Ela conta um pouco de sua experiência no mercado de seguros e como ela vem influenciando o seu trabalho à frente do BNDES. Ela também fala do compromisso da instituição na retomada do crescimento sustentável do país e da importância de uma aproximação cada vez maior das micro, pequenas e médias empresas. Segundo Maria Silvia, o trabalho na infraestrutura é considerado um dos aspectos importantes do BNDES nessa retomada do crescimento.

Confira a entrevista no portal da CNseg

Ouça aqui

Europ Assistance firma parceria com a Royal Enfield

A Europ Assistance Brasil anunciou acordo com a Royal Enfield, para oferecer serviço de atendimento ao consumidor (SAC) aos futuros proprietários dos modelos, que, em breve, chegarão ao mercado brasileiro. A marca britânica de motocicletas, pertencente ao grupo indiano Eicher Motors, atua exclusivamente no segmento de média cilindrada.

A Europ oferecerá serviços para atender tanto às demandas dos clientes, quanto das concessionárias, para todos os modelos da Royal Enfield que estarão disponíveis no Brasil. Serão oferecidas informações sobre os produtos, como modelos, preços e características, serviços de manutenção e período de garantia. A parceria segue um alinhamento global entre a Royal Enfield e a operação da Europ Assistance no Brasil.

“Estamos entusiasmados com a nova parceria e confiantes em poder atender às necessidades da Royal Enfield e de seus clientes de maneira eficiente”, afirma Jorge Bau, diretor comercial da Europ Assistance Brasil, em nota enviada à imprensa.

Empresas de telefonia passam a ser concorrentes de seguradoras de carro

Fonte: Bloomberg

A unidade O2 da Telefónica — uma das primeiras operadoras de telefonia celular do Reino Unido a oferecer seguro automotivo — expandiu sua linha de produtos em fevereiro para incluir caixas telemáticas, que monitoram os hábitos de direção das pessoas e podem levar a prêmios mais baratos para os mais jovens. Isso está gerando a especulação de que uma onda de empresas de tecnologia financeira entrará no mercado e revolucionará a interação das seguradoras com os clientes.

As empresas de telefonia celular e de internet poderiam, por exemplo, utilizar a enorme quantidade de dados que possuem de seus clientes para vender seguro automotivo a eles, evitando corretoras tradicionais e websites de comparação de preços. A entrada do Google, pertencente à Alphabet, no negócio de comparações de preços, no ano passado, fracassou, mas analistas dizem que o gigante da web poderia fazer uma nova tentativa no segmento.

“Não há dúvida de que o Google descobrirá uma forma de retornar”, disse Christopher Ling, líder regional de prática de seguros da Capgemini para o Reino Unido e a Europa em Londres. “A O2 atualmente está estudando as possibilidades. Entre outras ideias está também a de usar os dados dos celulares para monitoramento doméstico e de saúde e ter o seguro associado a isso.”

O Google não respondeu aos pedidos de comentário.

O setor de seguros teme há tempos a chegada de empresas como Google, Amazon.com e Facebook, que têm uma relação mais próxima com os clientes — e, acima de tudo, dados melhores sobre eles. A possível revolução do mercado está aumentando a pressão sobre provedoras que já têm investimentos prejudicados pela baixa recorde dos juros.

As seguradoras estão reagindo ao desafio. O CEO da Allianz, Oliver Bäte, prometeu tornar a maior seguradora da Europa “digital por padrão” para ajudar a aumentar a produtividade e reter clientes. Thomas Buberl, CEO da Axa, disse a investidores no ano passado que “agora que estão acostumados a comprar coisas na Amazon para interagir com o Google e o Facebook, os clientes estão exigindo o mesmo de nós e, como vocês podem imaginar, comprar uma apólice de seguro na Axa não é exatamente como comprar um livro na Amazon.”

A O2 entrou em um “mercado que sem dúvida é bastante competitivo”, disse Mark Evans, CEO da unidade britânica da Telefónica. A empresa planeja usar a tecnologia “para identificar o comportamento do motorista e, portanto, incentivar pacotes muito atraentes para aqueles que dirigem com responsabilidade.” A Telefónica também fornece seguro automotivo na Espanha e oferece produtos no Reino Unido desde 2015.

As empresas de tecnologia financeira já são uma parte crescente, embora limitada, do mercado global: 173 startups focadas em seguros receberam financiamento no ano passado, contra 122 em 2015, segundo a empresa de pesquisa de capital de risco CB Insights.

“A monetização dos dados dos celulares é uma proposta incrivelmente animadora”, disse Ling, da Capgemini. “Outras pessoas começarão a perceber o potencial disso, da mesma forma que o Google percebeu o potencial de monetização do tráfego na internet.”

Ana Paula de Almeida Santos, da Assurant, é nomeada para comissões técnicasda FenSeg

Ana Paula de Almeida Santos, diretora Jurídica da Assurant, foi nomeada, em fevereiro, vice-presidente da Comissão de Garantia Estendida e Afinidades e presidente da Comissão de Assuntos Jurídicos da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais).

A executiva já fazia parte como membro efetivo de ambas Comissões Técnicas da FenSeg há 4 anos. “As comissões da Federação são formadas por nomes importantes do mercado e são essenciais para o desenvolvimento dos negócios das companhias no Brasil. O nível de debate dos temas pautados é sempre muito alto, o que ajuda os membros a ficarem cada vez mais conectados às questões do setor”, avalia Ana Paula.

Swiss Re registra queda nas renovações de janeiro

A Swiss Re divulgou que a renovação dos contratos em janeiro, mês que concentra a maior parte das negociações, caiu 18% devido ao mercado de resseguro soft (preços em baixa) e modelos de negócios em mudança em toda a indústria de seguros. A resseguradora renovou US$ 8,5 bilhões do previsto em US$ 10,3 bilhões, segundo informou o portal Artemis.bm. O ressegurador disse que suas renovações caíram devido à “subscrição disciplinada”, na tentativa de maximizar os lucros.

O grupo também citou uma redução na capacidade em quase todos os seus segmentos de mercado. Essas mudanças, informa o portal, podem deixar buracos para se conseguir capacidade no mercado de resseguro. No entanto, desde que o contrato atenda aos requisitos de retorno, há um capital eficiente pronto e disposto a intervir para ajudar a preencher as lacunas que surgem.

O ressegurador informou que, com base na sua própria medida de rentabilidade, a qualidade de preço ajustada pelo risco que subscreveu só saiu 1% à frente da sua meta de equilíbrio, em 101%, uma queda em relação à qualidade de 102% um ano antes.

Com uma qualidade de preço de 101% neste negócio renovado, a Swiss Re está direcionada, para aquela parte do seu balanço, que em grande parte será construída a partir de renovações de resseguro de bens e responsabilidades. O segmento de resseguros P&C da Swiss Re tem como objetivo um ROE de 10% a 15% ao longo do ciclo, que alcançou em 2016 com um resultado de 16,4%. Em 2017, com base em outro declínio de 1% na qualidade dos preços e na redução da capacidade instalada nesse negócio, pode ser uma tarefa difícil.

O diretor financeiro do grupo, David Cole, disse que as condições de preços são baixas e as condições gerais do mercado são desafiadoras. Mas o grupo percebeu que a queda da taxa de resseguro em catástrofe para danos a imóveis e resseguro de riscos especiais estão mantidas e devem se manter nos atuais patamares, o que é encorajador para manter lucros.