BR Insurance fecha parceria exclusiva com a Specialized para comercialização de seguros para bikes

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A BR Insurance, uma das maiores corretoras brasileiras de seguros multiprodutos, acaba de fechar uma parceria exclusiva com a Specialized, referência bikes de alta performance, para comercialização de um seguro exclusivo para bicicletas. Denominado Seguro para Bicicleta BR Insurance (www.segurobike.com.br), o produto oferece proteção para situações adversas e indeniza os ciclistas em casos de roubo durante o pedal, danos a bike em caso de queda ou no transporte e roubo/furto qualificado dentro da residência.

A cobertura do produto é completa e também engloba cobertura a filhos e cônjuge* enquanto estiverem pedalando, bem como danos no transporte (desde que devidamente alocada em racks, tule etc.)

A proteção adicional da solução conta com outro diferencial exclusivo e garante, ainda, indenização contra danos decorrentes de acidentes em situações de uso e reparo ou substituição das peças danificadas em casos de acidentes.

Para a diretora de Personal Lines da BR Insurance, Ana Badaró, “colocamos à disposição do mercado uma solução bastante completa, que não só garante indenização em casos de assaltos, mas que também protege o bem em casos de situações adversas, como acidentes e problemas no transporte”, explica.

“Há uma mudança de comportamento da sociedade, que hoje já enxerga as bicicletas como um meio de transporte ou como um importante equipamento esportivo. Por isso, soluções como o seguro BI Bike são essenciais para o desenvolvimento do mercado, já que proporcionam segurança àqueles que fazem das bicicletas seu meio de locomoção ou sua paixão esportiva”, finaliza.

AGENDA: Comunicação digital e inovação em debate no Fórum S2 Evento nos dias 5 e 6 de abril

Andre Gregori, da Thinkseg, contará sua experiência em seguro digital

O Brasil hoje tem 119 milhões de internautas (Fonte: Statista – Digital Market Outlook). Se levarmos em conta a população total do país, podemos afirmar que 58% da população brasileira já se conecta à internet. E, apesar da crise, o e-commerce só cresce no Brasil: em 2016 teve um aumento de 7,4% com relação a 2015, totalizando um faturamento de 44,4 bilhões de reais (Fonte: Ebit Informação). Diante desses números e de fenômenos da cultura digital como o Uber, o Airbnb, o Netflix, o Spotify, que revolucionaram o consumo da sociedade nos últimos anos, o Fórum S2 – Gestão e Distribuição de Seguros Massificados, que acontece entre os dias 5 e 6 de abril na Amcham, traz para essa edição palestras e painéis focados em comunicação digital e inovação. Afinal de contas, por que o mercado segurador brasileiro ainda não se beneficiou do digital como poderia?

Pesquisas mostram como o setor no Brasil, comparado com outros países, ainda está tímido no ambiente digital. De acordo com o Google Barometer, apenas 6% das pessoas que pesquisam por seguro automóvel pela internet compram online. Já 55% usa a internet como ferramenta de pesquisa porém a compra é feita de maneira offline. Na Austrália, para se ter uma ideia, a compra online de seguro auto chega a 33%, número maior do que a compra offline de 31%. Para Gerson Ribeiro, professor de marketing digital e palestrante do Fórum S2, “Entre 2014 e 2016, houve um aumento de 60% nas buscas em sites de comparação de preços (Fonte: Google). Isso quer dizer que as pessoas estão usando a tecnologia para comparar os valores mas, no mercado segurador, elas ainda não conseguem comprar pela internet na maioria das vezes”, explica. Em sua palestra “Entenda o Comportamento do Consumidor”, que acontece no dia 6 de abril, ele abordará algumas ferramentas digitais que podem dar suporte nesse sentido como a mídia programática, a experiência do usuário, entre outras.

Para Marcelo Teixeira, mestre em comunicação e práticas de consumo e consultor em estratégias de marketing digital, que mediará o painel “Desafios da Comunicação de Seguros Massificados em Ambientes Digitais”, existem três pilares da comunicação digital que se retroalimentam e que precisam ser absorvidos não só pelas seguradoras mas também por corretores e agências de comunicação para que a inovação e a tecnologia se tornem de fato realidade no mercado: 1. o conteúdo do ambiente digital precisa ser relevante; 2. a linguagem no ambiente digital tem que ser mais dinâmica, imagética e, o mais importante, humanizada; 3. a interação é extremamente necessária. “Nossa proposta nesse painel é reunir as três pontas do mercado – seguradoras, distribuidores e agências – para que sejam apresentadas e debatidas soluções que possam auxiliar todos os players”, explica Claudia Lopes, diretora executiva da CFL Consultoria e curadora da programação do Fórum. O painel vai contar com a participação de Alessandro Xavier, COO da corretora online Sossego Seguros; Max Petrucci, CEO da agência digital Garage; e Paulo Rossi, diretor comercial de canais estratégicos do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre.

O Fórum S2 também vai apresentar exemplos brasileiros de seguradoras e plataformas mobile que resolveram quebrar a barreira do digital: Youse e thinkseg são as primeiras Insurtechs (segmento das FinTechs focado em serviços avançados e disruptivos para o mercado segurador) brasileiras que estão modificando a tradicional forma de fazer seguros e fortalecendo o relacionamento com os clientes. Em sua palestra no dia 6, Gustavo Zobaran, head de brand experience da Youse – plataforma de venda de seguros 100% online da Caixa Seguradora – vai apresentar a Youse como a Insurtech referência no mercado brasileiro, setor que atraiu investimentos de US$ 3,1 bilhões no mundo todo, segundo o relatório InsurTech Outlook, da consultoria Everis. Zobaran destacará a importância do trabalho de construção e desenvolvimento de marca como um pilar estratégico dentro do negócio da Youse.

Já André Gregori, CEO da thinkseg, contará em sua palestra do dia 5 as primeiras percepções do mercado neste início de operação da startup que integra seguradoras, corretores e clientes num mesmo marketplace que oferece todos os serviços pelo celular. Na plataforma mobile, por exemplo, não há dispositivo de rastreamento instalado no carro. Por meio de um aplicativo que capta as informações do motorista (distância, percurso, modo de fazer as curvas, modo de frenagem), são gerados pontos e descontos no valor do seguro. Esse formato, que premia o condutor que dirige bem introduz o conceito pay as you drive e pay as you use (pague conforme você dirige) no setor de seguros brasileiro.

Programação Fórum S2 – Gestão e Distribuição de Seguros Massificados

5 de abril
8h30 – Welcome e credenciamento
9h – Abertura com Claudia Lopes, diretora executiva da CFL Consultoria e curadora da programação do Fórum
9h10 – Lojas Marisa – com Eduardo Loreto, Gerente de Produtos e Serviços Financeiros nas Lojas Marisa responsável pela gestão dos produtos: Cartão Private Label, Cartão Co-branded, Empréstimo Pessoal, Seguros, entre outros.
10h10 – Marketing do Futuro | Como entrar na cabeça do consumidor? – com Fernando Kimura, professor convidado da ESPM para cursos de marketing, empreendedorismo digital e branding digital, também professor do MBA em marketing digital da Faculdade Impacta.
11h10 – Coffee break
11h30 – thinkseg – com André Gregori, CEO da plataforma mobile
12h30 – Almoço
14h – Painel: os desafios da comunicação digital de seguros massificados em ambientes digitais – com Marcelo Teixeira, mestre em comunicação e práticas de consumo e consultor em estratégias de marketing digital, Alessandro Xavier, COO da corretora online Sossego Seguros; Max Petrucci, CEO da agência digital Garage; e Paulo Rossi, diretor comercial de canais estratégicos do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre.
15h30: Informe Técnico – Generali Seguros – com Claudia Papa – Head de Mass Consumer do Escritório Regional das Américas
15h50: Os desafios do Bancassurance no Mercado Massificado – com Julio Felipe, CEO da Caixa Seguradora Odonto
16h50: Coffee break
17h10: Trade Marketing – com Michele Borba, Superintendente de Affinity da Zurich Seguros

6 de abril
9h: Abertura
9h10: Novo Mundo – com José Guimarães, Diretor Nacional de Operações na rede Novo Mundo
10h10: Informe Técnico – OpenText – com Alexandre Mobridge, Diretor América Latina da Opentext
10h40: “O consumidor conectado”. Estudo global sobre o engajamento do consumidor às suas marcas nos segmentos financeiro e telecomunicações – com Alexandre Primo, Diretor de Marketing e Produtos da Affinion International, e Cesar de Medeiros, líder da unidade Brasil para Negócios de Engajamento de Clientes na Affinion Brasil.
11h40: Coffee break
12h: De zero a cem milhões. Como fazer sua empresa voar em vendas – com Patricio Darvinson, Sócio-Diretor da UBLA Promotora (por 3 anos consecutivos vencedora do Troféu Titânio Bradesco), Empreendedor e Coaching.
13h: Almoço
14h30: Marketing Digital – Entenda o Comportamento do Consumidor – com Gerson Ribeiro, Professor de Markering Digital e eCommerce na ESPM.
15h30: Informe técnico Nextia – com Patricia Freire
15h50: Case Youse: a insurtech referência no Brasil – com Gustavo Zobaran, Head de Brand Experience na Youse
16h50: Coffee break
17h10: Palestra de encerramento – com Claudia Lopes, diretora executiva da CFL Consultoria e curadora da programação do Fórum

HDI Seguros traz novidades no aplicativo para os segurados e função de pagamento

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A HDI Seguros, quinta maior seguradora de automóveis do Brasil, acaba de disponibilizar seu novo aplicativo para os segurados. Disponível para iOS e Android, a companhia agora traz uma série de novas funcionalidades e um ambiente de navegação mais leve e intuitivo.

O principal destaque da nova versão é a possibilidade de o segurado poder pagar a parcela do seu seguro pelo aplicativo. Ainda, caso seja necessário, o cliente pode gerar uma segunda via do boleto para quitar a parcela. A opção “Pagamento” traz, ainda, um status sobre a situação financeira da apólice, além de funções facilitadoras como o download de fatura em .pdf e cópia da linha digitável do boleto.

“Especialmente para os casos de pagamento em boleto, acontece com frequência do cliente necessitar de uma segunda via. Antes de incluirmos essa nova função no app, o segurado precisava de mais etapas para conseguir um novo documento. Agora tudo pode ser resolvido em poucos cliques pelo smartphone”, avalia Paulo Moraes, diretor de Marketing da HDI.

No iOS, o cliente também pode optar por adicionar a carteirinha de segurado digital no aplicativo Wallet, no qual o usuário pode armazenar e gerenciar cartões de banco, passagens aéreas e ingressos, por exemplo.

“Estamos lidando com uma geração de consumidores cada vez mais acostumada à tecnologia e aos smartphones, que enxerga o celular como item imprescindível. O intuito é aproximar a HDI desses clientes ofertando serviços digitais que, anteriormente, só poderiam ser resolvidos com intervenção de terceiros”, completa o executivo.

Além dessas novidades, outras duas ferramentas foram disponibilizadas na nova versão do app. O login, a partir de agora, poderá ser atrelado à conta de Facebook do cliente ou até pela digital, para quem utiliza o sistema iOS. A outra funcionalidade é a opção “Minha apólice”, que apresenta novas abas para que o segurado tenha acesso a todas as informações do seguro contratado, seja de automóvel, residencial ou o HDI DUO, que reúne os dois produtos.

O aplicativo, que foi lançado em 2012, manterá as funções antigas e já conhecidas dos usuários, como a constatação de danos envolvendo terceiros e a inspeção residencial.

Bruno Garfinkel deixa diretoria de auto da Porto Seguro para fazer parte do Conselho de Administração

Garfinkel: Tenho em mente que muitos consumidores vão optar pelos produtos do grupo Porto Seguro por saber que ele tem um processo que do início ao fim valoriza o bem da sociedade

Mudanças na Porto Seguro, a maior e mais importante seguradora de automóvel do Brasil. Bruno Garfinkel, diretor de automóvel do grupo, deixa o operacional para assumir um posto no Conselho da Administração do grupo, onde está o pai Jayme Garfinkel, desde setembro de 2012. Ainda não há um nome para substitui-lo, com Luiz Pomarole, diretor geral da Porto Seguro, acumulando a função.

A notícia foi confirmada ao blog Sonho Seguro pelo CEO Fábio Luchetti. Bruno vinha atuando como executivo em várias áreas das empresas do grupo Porto nos últimos 15 anos. Passou pela Azul Seguros, conhecida como a seguradora light do grupo. Também atuou na área de produção e vendas no canal corretor que representa mais de 90% da distribuição de seguros patrimoniais no Brasil.

A área de sinistros, considerada pelo próprio Bruno como a principal de uma seguradora, por ser a entrega do produto ao cliente, também agregou muito a experiência do herdeiro da família Garfinkel, principal acionista e controlador da Porto Seguro, para atuar no Conselho de Administração. Bruno também teve um papel decisivo na criação da Renova Ecopeças, a primeira desmontadora de veículos do Brasil.

Segundo Fábio Luchetti, durante essa jornada “Bruno pode construir uma ótima visão da cadeia de valor da Porto e entender nossas forças e o que nos diferencia. Pode vivenciar, transpirar a Porto e compreender a alma da companhia”. De acordo com Luchetti, a ideia com essa mudanca é intensificar a convivência do Bruno com o Jayme no Conselho.

Em dezembro de 2016, Jayme Garfinkel estendeu por dois anos à sua atuação frente da presidência do Conselho de Administração da Porto Seguro. Pelas regras, o presidente do Conselho da empresa não pode ter mais de 70 anos. Garfinkel completou 71 anos no final de novembro passado. “Assim, teremos um membro da familia Garfinkel no Conselho, representando a familia e muito bem preparado para sustentar os valores e principios da Porto que nos trouxeram ate aqui”, comenta Luchetti.

A diretoria executiva possui muitos executivos preparados para tocar a Porto e suas empresas no dia a dia, que poderá contar Bruno. Porém, é importante para todos os stakeholders que o DNA do jeito Porto de ser esteja bem protegido no Conselho. “Ninguém melhor do que o Bruno Garkinkel, filho de Jayme, para garantir essa proteção. E ele ja foi vacinado por 15 anos”, brinca Fabio Luchetti.

Luiz Pomarole acumulará o cargo da diretoria de automóvel, principal carteira da seguradora. “Não queríamos nos precipitar na substituição imediata do Bruno por algum executivo”, informou o CEO da Porto. Segundo ele, existem várias opções e inclusive preparadas. “Estamos no meio de uma transição de sistemas no produto auto das três marcas e um ajuste de comando agora poderia gerar mais interferência e desnecessária. Como o Pomarole é um dos executivos que mais conhece do mercado de seguros de automóvel no Brasil, e eu diria da América Latina, ele se propôs a assumir, interinamente, a gestão do produto Auto Porto, pois tem muita facilidade, até que as prioridades atuais sejam entregues e depois decidiremos pelo executivo que assumirá a posição deixada pelo Bruno”, finaliza Luchetti.

A família Garfinkel comprou a Porto em 1972 e no mesmo ano Jayme entrou na empresa, como assistente da diretoria. Em 1978, com o falecimento de seu pai, Abrahão, assumiu, ao lado de sua mãe, Rosa, o comando da seguradora. Em novembro de 2004, a Porto abriu o capital na BM&FBovespa, operação que movimentou R$ 440 milhões.

Em 2016, o grupo Porto Seguro faturou R4 16,3 bilhões, 4% acima do resultado obtido em 2015.O lucro líquido foi de R$ 932 milhões, queda de 9% em relação ao ano anterior. Os seguros de auto sofreram com os efeitos da crise econômica, resultando no aumento da criminalidade (principalmente nos estados do RJ, MG e RS) e no enfraquecimento da demanda, que associada a política de ajustes de preços adotada para melhorar as margens ocasionou uma redução do número de veículos segurados, segundo explicou a companhia em nota no balanço divulgado em fevereiro.

AXA comemora os resultados obtidos no Brasil

A AXA Brasil reuniu ontem funcionários, clientes e corretores em uma festa linda, chique e impecável. Muitos dos mais de 500 convidados se mostravam abertos a parceria de crescimento rentável, num relacionamento que deve contentar os envolvidos no contrato: corretores, clientes e seguradora. Essa foi a tônica do discurso do CEO Philippe Jouvelot. Sem notícias bombásticas como todos esperavam. Bombástico só o show da talentosa Vanessa da Mata.

Todos os presentes se perguntavam qual seria o anúncio da AXA na elegante festa — comprou alguém? finalizou as negociações de parceria na área de saúde com a Notredame Intermédica? Com a Amil? Eles tem muito capital e podem comprar quem quiserem. Mas nada disso. O discurso de sempre: Brasil é prioridade. Tanto que é o hub do grupo na América Latina. Muito investimento em tecnologia para facilitar a vida dos clientes e corretores e assim ultrapassar a marca de R$ 1 bilhão em vendas em 2017 e também atingir o breakeven (equilíbrio e lucro) dos dois anos de investimentos, que estava previsto somente para 2018. Em 2016 o grupo faturou cerca de R$ 600 milhões, incluindo os R$ 188 bilhões da carteira de grandes riscos adquirida da SulAmérica em 2015.

Os investimentos abrangem ter um sede agradável no novo coração financeiro da capital paulista, com vista para a ponte Estaiada, cartão postal de São Paulo. Dedicação na construção de um programa de benefícios interessante para atrair e reter os melhores profissionais do setor. Afinal, uma seguradora, que presta serviços, tem como seu maior ativo sua equipe, que hoje soma 2 mil pessoas, sendo pouco mais de 400 na área de seguro. Jouvelot costuma dizer que quer ter poucas pessoas, bem pagas e decididas a ajudar a implementar a operação brasileira do maior grupo segurador do mundo no Brasil. E quanto terminar a sua missão, o suíço com jeito de francês, continuará morando no Brasil. “Amo esse país cheio de oportunidades”, diz.

Entre as oportunidades que estão no radar de Philip Jouvelot há nichos como varejo, saúde e grandes riscos. No ano passado o grupo anunciou uma parceria para vender seguros para a Casas Pernambucanas, que deverá movimentar R$ 2 bilhões em prêmios nos próximos dois anos. Ele também sonha em conseguir equalizar a problemática do setor de saúde — com custos altos, regulamentação desequilibrada e relevante percentual do faturamento escorrendo pelo ralo em fraudes e desperdícios — e criar um seguro de saúde para as pessoas que realmente precisam: a classe média brasileira. “Eles estão dispostos a gastar até 20% da sua renda com isso. É muito”, afirma. O grupo já investiu mais de R$ 10 milhões em pesquisas nesse mercado e a qualquer momento pode surgir uma novidade.

Só digo uma coisa: os brasileiros agradecem a geração de empregos, oportunidades na carreira, oferta de bons produtos e serviços, e sentir orgulho de trabalhar para sustentar suas famílias. Bem vinda AXA em seu retorno ao Brasil em grande estilo. Como canta Vanessa da Mata: Boa sorte/Good Luck. Borá conquistar um mercado com potencial gigante, consumidores ávidos por protegerem a si, suas famílias e suas empresas, com coberturas reais e preços justos. E tudo isso com muito respeito, dignidade, valores e direitos. Ética. Boa sorte/Good Luck.

Resseguradoras locais registram ROE médio de 16,4%

A Terra Brasis divulgou uma prévia do estudo de resseguros referente aos dados consolidados de 2016. O volume de resseguro cedido pelas seguradoras brasileiras (bruto de comissão) foi de R$ 10,17 bilhões, sendo R$ 7,39 bilhões colocados nas resseguradoras locais (perto de 73%), praticamente estáveis em relação a 2015.

Os autores do estudo estimam que o resseguro aceito pelas resseguradoras locais relacionado a riscos do exterior teve um crescimento perto de 24%, ficando em R$ 1,44 bilhão em 2016, contra R$ 1,16 bilhão do ano anterior.

A sinistralidade bruta das resseguradoras locais ficou em 66% (62% para o IRB e 71% para o conjunto das outras locais) contra 98% do mesmo perído do ano anterior. O índice combinado ficou em 96% (91% para o IRB e 103% para o conjunto das outras locais) em comparação aos 101% apresentados em 2015 (94% para o IRB e 110% para o conjunto das outras locais).

O resultado após impostos foi de R$ 1,14 bilhão, tendo sido de R$ 943 milhões em 2015. O R.O.E. (Return on Equity) anualizado do conjunto de resseguradores locais foi de 16,4% (14,7% em 2015) sendo que o do IRB se manteve próximo de 25% e o conjunto das demais locais melhorou de 5,5% em 2015 para 8,0% em 2016.

Transferência de riscos: uma luz para iluminar o mercado de previdência complementar

Artigo escrito pelo atuário Cesar Luiz Danieli, da Mercer Gama, sobre o tema:

A gestão de recursos para suprir toda a sobrevida, bem como os riscos de invalidez e morte, que vem tendo diversas amplitudes para cada indivíduo, é um problema de relevância crescente em especial na gestão de planos de aposentadorias de benefícios definidos, contribuição variável e na colocação de modelos que atendam às necessidades dos participantes.

Destaca-se ai, que o risco de sobrevivência ou a sobrevida esperada assume particularidades para cada indivíduo e varia sob diversos aspectos, tais como a idade que o indivíduo possui na data da análise, o gênero, o local onde vive, e as questões hereditárias e genéticas, dentre outros fatores, e que a interação destes podem indicar de forma geral e estatística uma expectativa de sobrevida esperada.

Como resolver estas questões em planos de benefícios, com recursos escassos, redução de massa de participantes nos planos, e sobrevida crescente, tanto no campo coletivo para evitar o surgimento de déficits técnicos e melhoria da solvência, ou no campo individual, quando vamos para um planejamento da aposentadoria os aspectos estatísticos bem como os genéticos devem ser avaliados para podermos decidir pela data da aposentadoria considerando os recursos acumulados e por acumular, de forma a suprir os anos esperados de uma sobrevida menor ou maior, o que por si só é um processo complexo e com riscos embutidos em sua estimação, pois os critérios avaliados não são precisos ou exatos em termos numéricos em face de envolverem uma incerteza de realização, pelo fato de levarem em consideração cálculos estatísticos de medidas centrais.

Para sanar a problemática, surgia a Resolução CNPC nº 17/15 que autorizou as EFPC a contratar seguros específicos com sociedades seguradoras, a fim de dar cobertura aos planos de benefícios do risco decorrente de invalidez de participante, morte de participante ou assistido, sobrevivência do assistido e desvios das hipóteses biométricas. Agora a CNPC vem regulamentar a outra parte que faltava a regulação e autorização para que as empresas / companhias de seguros elaborassem os produtos que as EFPC necessitam para fornecer melhores condições de solvência e maiores alternativas de financiamentos das aposentadorias dos seus participantes.

A minuta da resolução do CNPC traz uma serie de possibilidade e deixa aberta a possibilidade das seguradoras puderem constituir produtos de forma que venham a atender os mais diversos e variados planos de benefícios operados por EFPC.

A Resolução traz algumas questões importantes que os produtos das seguradoras deverão observar, destacando-se:

Os riscos de invalidez do participante, morte de participante ou assistido e – sobrevivência de assistido, deverão ser contratados de forma coletiva sendo a EFPC o estipulante[1] da apólice de seguros.

No seguro de desvios das hipóteses biométricas, o segurado é a EFPC;
Nos seguros e planos de pecúlio que cubram os riscos de invalidez do participante e o de morte do participante ou assistido dos planos de benefícios de uma EFPC, esta será a única beneficiária das coberturas contratadas;

As coberturas de morte e invalidez poderão ser estruturadas sob a forma de pagamento único ou renda e deverão ser contratadas na modalidade de benefício definido;

O seguro com cobertura de sobrevivência do assistido deverá ser contratado na modalidade de benefício definido;

A adesão ao contrato celebrado entre a seguradora e a EFPC, para cobertura de sobrevivência poderá ocorrer nos seguintes momentos – antes da data de concessão do benefício de renda pela EFPC – na data de concessão do benefício de renda pela EFPC ou ao fim do pagamento do benefício de renda pela EFPC;

O plano deverá garantir aos segurados, durante o período de diferimento do plano de seguro, remuneração por meio da contratação de índice de atualização de valores de taxa de juros e a reversão parcial ou total de resultados financeiros;

A cobertura de desvios das hipóteses biométricas (poderão garantir os riscos de sobrevivência, morte e invalidez) poderá ser garantida por meio dos seguros de fluxo biométrico e de índice biométrico;
No seguro de fluxo biométrico, as indenizações serão calculadas com base nos fluxos (fixados em contrato) observados e estimados de pagamento de benefícios;

As tábuas biométricas utilizadas no plano de seguro devem ter seu uso tecnicamente justificado na nota técnica atuarial e respeitar os limites e critérios estabelecidos nos normativos vigentes e poderão prever melhoria das taxas de mortalidade;

Contudo, para proteção adicional, não podemos esquecer que a Resolução CGPC nº 17/15 prevê que a contratação do seguro dependerá da prévia realização de estudos técnicos pela EFPC, ocasião em que se demonstrará a viabilidade econômico-financeira e atuarial, devendo haver também aprovação pela Diretoria Executiva e pelo Conselho Deliberativo, onde as EFPC deverão buscar soluções de mitigação dos riscos conforme as fases da linha de vida dos seus participantes e assistidos.

Neste campo, os estudos deverão possuir comparativos para uma decisão entre a contratação do seguro ou da criação de mecanismos por meio de Fundo Previdencial, sendo demonstrado quando for o caso:

O nível necessário de um Fundo Previdencial para garantir dos riscos, com níveis de segurança suficiente para manutenção no plano os benefícios de riscos versus o custo do seguro para transferência desses mesmos benefícios;

O nível de reserva para manutenção de solvência versus custos para a mesma manutenção se for por contratação de seguro;

Custo de troca de hipóteses biométricas no plano versus a contratação de seguro das hipóteses biométricas;

Nivel do beneficio vitalício ou beneficio decrescente ou benefício temporário versus a expectativa de sobrevida individual;
Dentre outras questões que deverão ser abordados pelos atuários nos estudos técnicos de viabilidade.

Isto posto, depreende-se que a gestão de risco da sobrevivência e dos benefícios de riscos são desafios crescente para as Entidades Fechadas de Previdência Complementar – EFPC com os planos que administram, sendo ao mesmo tempo uma fonte de oportunidades, a medida que seu público sinta a necessidade de planejamento para as suas aposentadorias e esperamos que o mercado segurador venha suprir esta necessidade ou seja que realmente teremos um “UNIVERSAL PREV”.

[1] ESTIPULANTE – É toda pessoa física ou jurídica que contrata seguro por conta de terceiros, podendo, eventualmente, assumir a condição de beneficiário, equiparar-se ao segurado nos seguros obrigatórios ou de mandatário do(s) segurado(s) nos seguros facultativos.

Sobre o Autor

Cesar Luiz Danieli é Atuário graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS Pós-Graduado em Gestão Financeira com ênfase em Mercados de Capitais pela Fundação Getúlio Vargas – FGV e Máster Internacional em Auditoria y Gestión Empresarial pela Universidad Europea Miguel de Cervantes – UEMC. É Diretor de Previdência, Saúde e Seguros da Mercer GAMA.

Valor Econômico publica Suplemento de Seguros

O Valor Econômico publica hoje um Suplemento Especial sobre o mercado de seguros. As matérias traçam um cenário dos principais segmentos desta indústria que administra recursos de mais de R$ 800 bilhões, sendo previdência e saúde os principais nichos de negócios.

O especial está encartado no jornal de hoje e pode ser lido também no link

http://www.valor.com.br/especiais/suplemento?tid=5319&date=20170321

Mercado – A recuperação da economia após dois anos consecutivos de retração, o cenário de inflação em queda e a tendência de maior afrouxamento monetário balizam as projeções da CNseg de um avanço nominal entre 9% e 11% na arrecadação de segmento em 2017. Além da tímida expansão do PIB este ano – de 0,48%, conforme a mediana das expectativas dos economistas que compõem a pesquisa Focus, do Banco Central -, a aposta é que um reflexo dessa melhora na recuperação da trinca renda, emprego e crédito, parte primordial da engrenagem que sustentou os crescimentos “chineses” dessa indústria até 2013, ainda levará um tempo para se materializar. “Embora haja indicadores positivos, a recuperação será muito lenta, com os primeiros sinais surgindo no segundo semestre e os efeitos mais produtivos apenas em 2018”, diz o presidente da CNseg, Marcio Coriolano.

Saúde – Sob análise da Agência Nacional de Saúde (ANS), a proposta de criação dos chamados planos de saúde acessíveis tem gerado muita polêmica. Para representantes das empresas ele é visto como necessário para baratear custos e recompor a base de clientes, prejudicada pela perda, desde 2014, de mais de 2,5 milhões de usuários que possuíam planos corporativos e ficaram sem emprego. Para entidades como o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), porém, a ideia é um retrocesso que retira direitos dos consumidores conquistados desde 1998 com a lei 9656, que regula planos e seguros privados. a presidente da Federação Nacional de Saúde Complementar (FenaSaúde), Solange Beatriz Palheiro Mendes, acredita que a coparticipação fará com que o beneficiário “participe mais ativamente das decisões que envolvem a sua própria saúde”. “Ao ter que arcar com parte do custo, o paciente vai questionar o médico se o procedimento é realmente necessário . O paciente nunca irá substituir o médico, lógico. Mas muitas vezes ele não está preocupado em ter utilização mais consciente porque não é ele quem paga”, diz Solange.

Previdência – Alvo de protestos e de greves no último dia 15, a proposta de reforma da previdência aumentou a preocupação dos brasileiros com a aposentaria. Mas a PEC não é considerada fator determinante para o aumento de contratações dos plano privados e e nem tem estimulado a criação de novos produtos para o público com menor renda.

Vida – As seguradoras ampliaram o leque de produtos ligados à modalidade vida. Elas têm trabalhado para ofertar apólices com mais opções de investimentos e aguardam ainda a regulamentação do VGBL Saúde e do Vida Universal, um produto de vida com acumulação de recursos com potencial estimado em 125 milhões de beneficiários, segundo Edson Franco, presidente da Fenaprevi.

Millennials – A porta de entrada dos “millennials” para a contratação de um seguro de vida se dá por dois caminhos: por iniciativa própria, na maior parte das vezes motivado por um acontecimento marcante, ou por estar incluído no pacote de benefícios do empregador, o que é mais comum.

Insurtech – A tecnologia começa a chacoalhar, ainda que de maneira tímida, o setor de seguros. Parte desse movimento tem sido capitaneada pelas chamadas insurtechs, empresas que se valem de recursos tecnológicos para ofertar seguro de maneira inovadora.

Startups – O especial do Valor também destaca as novatas que usam tecnologia para inovar a forma de ofertar seguro têm despertado interesse de grandes investidores e fundos de venture capital. Desde 2011, mais de US$ 4,9 bilhões foram investidos em 196 insurtechs nos EUA, segundo a CB Insights e a Accenture Analytics. Conforme dados, 56% dos investimentos foram destinados a projetos no mercado de distribuição de seguros.

Digitalização – No ramo financeiro e também de seguros, o uso da tecnologia sempre foi intensivo. De uns anos para cá, no entanto, com o avanço da internet, da mobilidade e da computação em nuvem, a digitalização dos processos cresceu.

Auto – A queda de 20,1% nas vendas de veículos novos em 2016 representou não apenas o quarto ano consecutivo de retração, mas significou o patamar mais baixo de emplacamentos desde 2006. Por tabela, atingiu em cheio a carteira de seguro de automóveis.

D&O – Alívio. Esse é o sentimento dos principais executivos que atuam com o seguro de responsabilidade civil de executivos, conhecido como Directors & Officers (D&O).

Grandes riscos – A expectativa de uma retomada consistente do cronograma das grandes obras públicas de infraestrutura foi reforçada no início de março, quando o governo Temer anunciou um pacote de R$ 45 bilhões no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), que incluem projetos nas áreas de energia, transporte e saneamento.

Rural – O seguro rural apresentou crescimento nominal de 11,3% em 2016, com vendas de R$ 3,6 bilhões. O ritmo foi menor do que em anos anteriores, mas foi comemorado por ter avançado diante da crise que derrubou outros nichos de negócios importantes, como o seguro de carro( que caiu 3,2%).

Crédito – Se para o mercado de seguros a percepção de riscos é o combustível que pode levar à adoção de medidas de proteção, para a área de crédito, são as crises econômicas que, em geral, tornam o produto mais conhecido e procurado.

Atletas – A Olimpíada de 2016 aqueceu o mercado de seguros para esportes que, no entanto, continua incipiente no Brasil. Marcelo Blanquier, diretor da corretora e consultora de riscos internacional JLT, explica que este mercado era praticamente inexistente até pouco tempo atrás, devido ao monopólio do resseguro, que durou 70 anos.

Risco cibernético – O roubo de dados de clientes da corretora XP Investimentos acendeu o alerta no mercado brasileiro. Quem não pensava em proteção de informações passou a discutir o assunto e a buscar alternativas para aumentar a segurança de seus bancos de dados e sistemas de informática.

Transporte – O mercado de seguro transporte passa por um período desafiador. Com notícias de assaltos frequentes, os clientes investem no gerenciamento de risco para conseguir contratar um seguro com taxas não proibitivas.

Resseguro – Passados dez anos da promulgação da abertura mercado brasileiro de resseguros, o resultado é comemorado por todos. Mesmo que faltem alguns ajustes nas regras, o Brasil já é considerado um mercado maduro e global. Saímos de um ressegurador autorizado a vender resseguro, em 2007, para 123, dez anos depois. Dos 40 maiores grupos resseguradores mundiais, 38 operam regularmente no Brasil e ofertam capacidade e produtos aos clientes brasileiros, diz Paulo Pereira, presidente da Fenaber. O IRB é o grande destaque da materia pelo lucro e expectativa de IPO.

Resseguro Tributação – A principal pauta de discussão dos resseguradores neste início de ano é a tributação. “Temos de ser competitivos com outros mercados para dar condições de os resseguradores aqui instalados poderem subscrever riscos da América latina no Brasil, o que fará do pais o pólo de resseguros da região, afirma Paulo Pereira, da Fenaber.

Compliance – Pelas estatísticas oficiais do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), nos últimos sete anos, 103 operações do mercado segurador foram configuradas como casos de lavagem de dinheiro. O dado surge da filtragem de mais de 1,4 milhão de comunicações relevantes, feitas por 729 informantes (corretoras e seguradoras) à Susep e encaminhadas ao Coaf entre 2010 e 2017.

BB Seguridade investe no Fundo de Investimentos BR Startups

Comunicado

A BB Seguridade, holding que reúne os negócios de seguros, previdência, capitalização e planos odontológicos do Banco do Brasil, vai investir no Fundo BR Startups, criado pela Microsoft Participações e gerido pela MSW CAPITAL. Com o investimento, a BB Seguridade passa a ser o investidor-âncora de Insurtechs, segmento que procura desenvolver a cultura da inovação para a área de seguros.

Interessados em participar da seleção de investimento em startups no segmento de seguros e serviços que possam atender a esse mercado (Insurtech) deverão se inscrever pelo site http://www.fundacity.com/fundo-br-startups/apply/1334 a partir de hoje. Os temas de interesse para este segmento são: produtos de seguridade, marketing e experiência do usuário, educação financeira e planejamento pessoal, Big Data e Analytics, dispositivos da chamada “internet das coisas”, infraestrutura, sistemas, plataformas e inteligência artificial.

O interesse da BB Seguridade está direcionado a empresas que tenham atuação em uma das áreas do seu portfólio de negócios, direta ou indiretamente. Mais do que o investimento financeiro, as empresas poderão dispor da experiência dos principais executivos da BB Seguridade na mentoria e orientação dos negócios. Além disso, poderão contar com apoio operacional e tecnológico e business networking nos mercados em que a holding atua. A diretora de Clientes, Comercial e de Produtos da holding, Angela de Assis, comenta a experiência para a empresa.

“Com a expertise adquirida neste trabalho com o Fundo BR Startups, esperamos que novos insights sejam trazidos para a BB Seguridade, de forma a gerar eficiência em processos e para auxiliar na ampliação do comportamento de inovação dentro da empresa, buscando sempre soluções de seguridade que tenham foco na visão do cliente”, diz Angela.

O BR Startups é atualmente o principal veículo brasileiro de estímulo à inovação externa, por meio da atividade de Corporate Venture, contando com grandes investidores como a própria Microsoft Participações, o Banco Votorantim, a Monsanto, o grupo Algar, a Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro (AgeRio) e a Qualcomm. Os investimentos são direcionados a empresas no estágio de pós-aceleração, ou que já tenham um modelo de negócio validado, porém com porte ainda insuficiente para atrair o interesse de investimento de fundos de Venture Capital “Série-A”.

“O Fundo BR Startups tem recebido aporte de grandes empresas que são referência em suas áreas de atuação, ampliando as áreas temáticas para investimento e contribuindo para o desenvolvimento econômico em diversos setores no país. Agora, com a participação da BB Seguridade, o setor de seguros, previdência e capitalização passa a ser alvo de interesse do fundo também”, diz Franklin Luzes, COO da Microsoft Participações.

Moises Swirski, sócio da MSW e Gestor do BR Startups, comenta sobre o novo momento do Fundo com a entrada da BB Seguridade. “Ao contribuir no elo entre a BB Seguridade e a energia criativa das startups, o Fundo se sintoniza com a transformação dos negócios de seguros impulsionada pelo avanço da tecnologia de conectividade e pela capacidade de análise de grandes massas de informação. Essas tecnologias permitirão progressos na gestão proativa de riscos e no design de estratégias eficazes, reduzindo custos e chances de sinistros. E, para as startups, o elo com a grande empresa dá eficácia a sua trajetória de desenvolvimento pelo acesso ao conhecimento, network e visão estratégica de mercado”, diz Moisés.

Sobre o Fundo BR Startups
O fundo BR Startups foi criado pela Microsoft Participações, holding de investimentos lançada em 2013 para realizar investimentos estratégicos relacionados ao fomento à inovação e ao empreendedorismo, em conjunto com grandes Corporações. O fundo é gerido pela MSW Capital, Gestora com experiência na orientação de empreendedores e histórico de sucesso em fusões e aquisições.

Rádio CNseg: especialista explica atuação do mercado de seguros no setor de óleo e gás

Release

A Rádio CNseg aborda nesta semana o tema “Óleo e Gás”, assunto extremamente importante para a economia brasileira por conta da cadeia de produção envolvida. Nesta terça-feira, o programa “Conheça os Seguros Gerais” traz uma análise desse segmento feita pela gerente de Subscrição para o Setor de Petróleo do Grupo Segurador BB&Mapfre, Bruna Rinaldi. A especialista explica a atuação do mercado de seguros no setor, em vista dos leilões de áreas de exploração programados pela Agência Nacional de Petróleo (ANP). Segundo ela, o seguro de petróleo abrange todas as etapas de exploração, perfuração e produção. “Depois de definidos os vencedores da concessão dos campos de petróleo, inicia-se o processo de conhecimento do campo, a geologia e o processo de sísmica. Nesse momento ainda não há a necessidade de contratação de um seguro, isso vai conforme a política de seguro de cada companhia”, diz. No mesmo dia, o programa “Qual é a dúvida?” explicará ao ouvinte o que diferencia a capitalização da poupança, em entrevista de Carlos Correa, diretor-executivo da FenaCap (Federação Nacional de Capitalização).

Nesta segunda-feira, a Rádio CNseg traz Entrevista Especial com o cientista político Carlos Melo, do Insper, que analisa a reforma política, o sistema eleitoral e o Estado brasileiro. “De uma forma geral, somos melhores que nós mesmos muitos anos atrás, em relação à nossa tradição de pouca democracia. Mas isso não significa que estejamos bem. Estamos longe de uma plenitude institucional e precisamos lutar por esse aperfeiçoamento.” Melo alerta para a importância de se resgatar a ideia de democracia, em que todos são iguais perante a lei. “Riscar do mapa a ideia de privilégio seria um bom primeiro passo.”

No mesmo dia, o quadro “Fala Presidente” inicia uma série para explicar o que é e como funciona o mercado de seguros. No programa, o presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, explica o seguro como “a democratização da proteção do risco”. Segundo ele, o papel das seguradoras é justamente “organizar essa democratização do risco, ou seja, ela oferece a cada um a possibilidade de se integrar a determinados conjuntos grandes de pessoas, as chamadas mutualidades, para que elas possam ter esse acesso”. Coriolano explica também o conceito de mutualidade: “É um conjunto grande de pessoas que podem estar submetidas ao mesmo risco. E como o risco afeta todo mundo, desde que a gente nasce, passando por toda a nossa vida profissional até o final da vida, é mais do que necessário se integrar a um conjunto desses para se precaver de riscos”.

O quadro “Entenda os Seguros de Pessoas” desta quarta-feira explicará como o contribuinte deve declarar o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) no Imposto de Renda. Nesse mesmo dia, a série “Comunicação com o cliente”, exibida no programa “Momento da Inovação”, trará entrevista com o membro da comissão de Ouvidoria de CNseg Emerson Del Re. Ele abordará os impactos causados pelo avanço tecnológico no atendimento ao cliente das empresas de seguros, como o uso de aplicativos (Apps). No programa seguinte (29/3), o executivo abordará a comunicação com o consumidor por meio das redes sociais.

Na quinta-feira, o quadro “Por dentro da Saúde Suplementar” receberá o chefe do Serviço de Clínica e Cirurgia da Coluna Vertebral, do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, Edmond Barras. Na última entrevista da série “Escolhas necessárias para o futuro – reflexões para a saúde suplementar”, Barras alerta para a necessidade da segunda opinião médica e como tal providência evita excessos de cirurgias com órteses e próteses. De acordo com o médico, cerca de 860 mil cirurgias de coluna foram realizadas no mundo em 2015. No mesmo dia, vai ao ar o quadro “Sustentabilidade”.

Fechando a semana, é a vez do programa “Minuto da Capitalização” e do espaço “Dicas do Consultor”, que trará Humberto Castro, professor do IBMEC, orientando o contribuinte sobre como declarar ganho de capital no Imposto de Renda.

Diariamente, a Rádio traz, ainda, boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.