Brasil cai no ranking mundial de preparo para a aposentadoria

Os brasileiros estão menos preparados para a aposentadoria neste ano em relação a 2016. Esta é a constatação do Índice Aegon de Preparo para a Aposentadoria (ARRI), divulgado na Pesquisa de Preparo para a Aposentadoria, elaborada pelo Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, em parceria com os outros dois centros mundiais do grupo Aegon dedicados à longevidade. O resultado brasileiro está na contramão da média global, que apresentou uma melhora no preparo para aposentadoria ou manutenção da nota em 12 dos 15 países pesquisados. Na lista das nações que registraram queda no ARRI junto com o Brasil estão a França e a Alemanha.

“O Brasil foi o país que apresentou a maior queda em relação ao ano passado. Saímos da nota 6,71 para 6,43. Em consequência disso, caímos uma posição do ranking global, o que nos deixou na terceira colocação”, explica Leandro Palmeira, superintendente de Projetos Estratégicos do Grupo Mongeral Aegon.

Um dos motivos que justifica a diminuição da nota do ARRI no país é a composição da renda na aposentadoria. A pesquisa revela que os brasileiros esperam que 49% de suas receitas ao se aposentarem venham do governo, através da previdência oficial pública; 28% de investimentos próprios, com planos de PGBL e VGBL, por exemplo; e 23% do empregador, por meio de planos previdenciários corporativos.

“No início do ano, os debates referentes à Reforma da Previdência ganharam força no Congresso Nacional. Como o brasileiro acredita que quase metade da sua renda na aposentadoria virá do INSS, é natural que mudanças nas regras atuais venham a afetar a percepção sobre o preparo para este momento da vida”, comenta Palmeira.

Embora o relatório aponte que 52% dos brasileiros sintam-se responsáveis em garantir uma renda suficiente para a aposentadoria, apenas 21% dos pesquisados afirmaram ter um plano muito bem desenvolvido. Outro dado que chama atenção é que só 16% dizem estar muito bem preparados e já poupam o suficiente.

Mesmo com este cenário, a pesquisa traz que 34% dos brasileiros acreditam que estão no caminho de garantir a renda necessária, e que 37% se certificam que estão poupando para a aposentadoria. Dentre os motivos listados para iniciar o planejamento, o atingimento de uma determinada idade foi citado por 41% e 22% citaram como justificativa a formação de uma família.

A pesquisa também questionou sobre o preparo financeiro caso a pessoa fique impossibilitada de continuar trabalhando até a idade planejada para a aposentadoria, revelando que 43% dos brasileiros – menos da metade – afirmam que estão preparados. Dentre as formas possíveis listadas de compor a renda para o caso de um evento inesperado estão: as próprias economias (59%), dependência financeira de cônjuge (30%) e troca do imóvel para um menor (20%).

Sobre o Instituto de Longevidade Mongeral Aegon – O Instituto de Longevidade Mongeral Aegon é uma instituição sem fins lucrativos, criada pelo Grupo Mongeral Aegon com a missão de contribuir com ações concretas, especialmente na área do trabalho, de cidades e mobilização social, para colocar a questão da longevidade na agenda de desenvolvimento da sociedade brasileira e propor soluções em torno dos seus impactos sociais e econômicos. A entidade está associada a outros institutos de longevidade no mundo, como o Centro da Transamerica (Aegon EUA) para Estudos de Aposentadoria e o Centro Aegon para Longevidade e Aposentadoria (Holanda). Os três têm apoio do Grupo Aegon, que atua em mais de 20 países. O objetivo é manter sempre latente a reflexão e o debate público, além de inspirar governos e outras organizações a implantar políticas que auxiliem às pessoas a continuarem ativas por mais tempo, sempre atentas ao bem-estar e ao conceito de educação financeira. www.institutomongeralaegon.org

Sobre a Mongeral Aegon – A Mongeral Aegon está presente no Brasil há 182 anos. Desde 2009, a empresa se associou ao grupo internacional Aegon, uma das maiores empresas de seguro, previdência e investimentos financeiros do mundo, com sede na Holanda. A Mongeral Aegon oferece soluções personalizadas de seguro de vida e previdência para os mais diversos perfis: de pessoa física a jurídica, empresas privadas ou públicas. Com mais de 2,1 milhões de clientes, a companhia superou R$ 320 bilhões em capital segurado e R$ 931 milhões de reservas financeiras no ano de 2016. No mesmo ano, os pagamentos em benefícios totalizaram R$ 336 milhões. A Mongeral Aegon possui 1.200 funcionários, 4.000 corretores parceiros e conta com 60 unidades de vendas em todo o país. A diversificação e expansão dos negócios deu origem ao Grupo Mongeral Aegon, que engloba, além da seguradora, as seguintes empresas: Mongeral Aegon Fundo de Pensão, Mongeral Aegon Investimentos, Mongeral Aegon Administração de Benefícios e o Instituto de Longevidade Mongeral Aegon. www.mongeralaegon.com.br

Levantamento da Minuto Seguros avalia os preços das apólices em cinco capitais do Brasil, de quatro diferentes regiões

Uma das principais corretoras do País e líder no segmento de seguros online, a Minuto Seguros apresenta um estudo com base na lista divulgada pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) com os carros mais vendidos no Brasil em maio de 2017.

Desde agosto de 2015, o Chevrolet Onix figura no topo do ranking. No mês passado, foram 15.507 unidades comercializadas, superando a marca de 12.689, referente a abril deste ano. Na segunda colocação, o Novo Ka assume a posição que, durante muito tempo, foi do HB20 da Hyundai (agora em 3º). A nova versão do carro da Ford teve 9.326 automóveis vendidos, número também maior que o de abril, quando vendeu 6.650 veículos.

A Minuto Seguros avaliou os preços dos seguros em cinco capitais diferentes: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Cuiabá (MT), São Luís (MA) e Florianópolis (SC). O estudo considerou como perfil um condutor homem, de 35 anos e casado.

Para esse tipo de perfil, o preço do seguro do Jeep Compass Sport pode apresentar uma diferença de R$ 5.974 entre as capitais, a maior entre os carros cotados. No Rio de Janeiro ficou em R$ 10.885 enquanto que, em Santa Catarina, a SUV apresentou um valor de R$ 4.911, menos da metade do preço. Por outro lado, a cotação do Fiat Mobi Easy é a que possui a menor diferença entre os veículos listados. Em Florianópolis, o valor é o mais baixo, R$1.745, e em Cuiabá o mais alto, R$2.470, uma distância de R$ 725.

Dos locais avaliados, Santa Catarina é o que possui o seguro mais barato para 90% dos carros analisados. Por outro lado, o Rio de Janeiro é a capital que apresenta os preços mais altos para nove dos dez automóveis listados abaixo.

Seguros em pauta na 27ª Ciab Febraban

Começa hoje e vai até o dia 8 de junho o 27ª Ciab Febraban, congresso de tecnologia da informação para o setor financeiro na América Latina, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. São mais de 280 palestrantes do Brasil e do mundo para o evento, que tem como tema central “Ser Digital”. Os participantes poderão acompanhar 73 painéis, divididos em três trilhas técnicas: Produtos, Transformação Digital e Experiência do Cliente.

Como no ano anterior, o mercado segurador é um dos destaques do evento dentro da Trilha Produtos. Em parceria com a CNseg, a organização do evento preparou duas palestras para o dia 6 e três para o dia 7.

Veja a programação:

Dia 6:

das 14h às 15h15
IoT: Como soluções conectadas podem transformar o mercado de seguros

Alexandre Leal, superintendente executivo técnico da CNseg
Carlos Eduardo Mazon, vice-presidente de operações da Capgemini
Cristiano Barbieri, vice-presidente da SulAmerica
Marcelo Biasoli, head de estratégia corporativa da Seguros Sura

das 15h30 às 16h45
Transformação Digital em Seguros a partir de plataformas colaborativas

Carlos Eduardo Figueiredo, diretor da Deloitte
Marcelo Blay, CEO da Minuto Seguro (foto)
Ziléa Santos Barrilari, da Brasilprev

Dia 7:

das 11h30 às 12h45
Transformação na indústria do seguro

Michael Wagner, especialista da Dell EMC
Camilo Ciuffatelli, gerente de tecnologia da Tokio Marine
Luis Ricardo Torniero, diretor comercial da Chubb Seguros

das 14h às 15h15

Produtos e serviços inovadores: aprimorando a experiência do cliente
Luiz Rodrigo Barros e Silva, diretor de serviços financeiros da IBM Consulting
Rafael Caetano Tongnole, superintendente de marketing e canais digitais da Porto Seguro
Alexandre Nogueira, diretor da Bradesco Seguros

das 15h30 às 16h45

Venda de seguro digital, estamos preparados?
Ismael Tessarin Grandi, superintendente da BB Seguridade
Tonatiuh Barradas, vice-presidente de indústrias estratégicas da SAP América Latina e Caribe
Alexandre Leal, superintendente executivo técnico da CNseg

Rádio CNseg: “Fala Presidente” aborda as práticas sustentáveis no mercado segurador

Fonte: CNseg

No Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado hoje, a sustentabilidade no mercado segurador é o assunto do programa “Fala Presidente”. De acordo com o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, o tema “tem tudo a ver com o mercado segurador, que trabalha todo o tempo com prevenção, com proteção e com temas que dizem respeito ao futuro sustentável”. Ele comentou alguns pontos do Relatório de Sustentabilidade do Setor de Seguros, que revelou o avanço da conscientização sobre práticas sustentáveis: 30 empresas, responsáveis por 84% da arrecadação do mercado, já aderiram a métricas de medição da boa gestão sustentável.

Também nesta segunda, a “Entrevista Especial” traz a diretora de Eventos da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), Nair Macedo. Ela fala sobre o CIAB Febraban 2017, evento de tecnologia da informação das instituições financeiras que começa hoje e vai até quarta-feira, em São Paulo, e que tem a CNseg como parceira. O tema deste ano é “Ser Digital”, sobre o trabalho desenvolvido pelos bancos para se manterem digitais. Serão 73 painés, divididos em três “trilhas”, uma das quais dedicada ao seguro, abordando como as soluções conectadas podem transformar esse mercado, incluindo produtos e serviços inovadores e o debate sobre a venda digital de seguros.

Na terça-feira, no programa “Conheça os Seguros Gerais”, a coordenadora do Centro de Pesquisa em Economia do Seguro da Escola Nacional de Seguros (ENS) Natália Oliveira fala sobre um estudo feito pela ENS segundo o qual a violência no trânsito custou no ano passado R$ 147 bilhões ao país. Essa foi a perda de capacidade produtiva causada por acidentes que mataram 33,5 mil pessoas e deixaram 28 mil com invalidez permanente. No mesmo dia, o “Qual é a Dúvida?” esclarece a diferença entre seguro de automóveis e proteção veicular, conhecida como seguro pirata.

Na quarta, o “Entenda os Seguros de Pessoas” aborda morte acidental e assistência funeral, com o professor da ENS Bruno Kelly. No mesmo dia, vai ao ar o programa “Inovação e Sustentabilidade”.

Quinta-feira é a vez do quadro “Por dentro da Saúde Suplementar”, com o coordenador da economia aplicada da Fundação Getúlio Vargas Armando Castelar Pinheiro. Ele fala sobre judicialização e economia, com foco em saúde. No “Momento Jurídico”, o entrevistado é o advogado especializado em seguro para o meio ambiente Pery Saraiva Neto.

Encerrando a semana, o diretor executivo da FenaCap, Carlos Alberto Corrêa, fala no “Minuto da Capitalização” sobre como a crise econômica afeta a vida dos brasileiros. Também na sexta, vai ao ar o quadro “Dicas do Consultor”.

Diariamente, a Rádio CNseg traz ainda boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.

Rádio CNseg

A Rádio CNseg é um dos ícones do Programa de Educação em Seguros da CNseg e tem por objetivo ampliar os canais de diálogo do setor de seguros com a sociedade e esclarecer a população sobre os fundamentos e características dos produtos oferecidos pelos segmentos de seguros, previdência privada, saúde suplementar e capitalização. Exclusiva para plataforma online, a rádio é transmitida por meio do site http://radio.cnseg.org.br. No Facebook, a fanpage da rádio pode ser acessada em www.facebook.com/radiocnseg.

Thinkseg estreia sua marca na cor preta na camisa do Santos

Release

Respeito à história e à integração com o time. É com esse objetivo que a thinkseg passa a ter a cor preta em todas as camisas do Santos FC. A novidade já poderá ser vista no clássico com o Corinthians, neste sábado (03), às 19 horas, em São Paulo. Assim, o patrocinador abriu mão das letras vibrantes do seu nome em respeito à tradição do Alvinegro mais famoso do mundo.

“Foi a maneira encontrada pela plataforma mobile de seguros para prestigiar a beleza e a história clássica da camisa que traz uma série de conquistas. Teremos uma bonita uniformidade de cores. Mudamos nossa marca para a tonalidade preta para que ela se encaixe à camisa do Santos FC, seja a branca ou a listrada, dando a impressão de fazer parte dela. É o nosso sinal de respeito à história do Santos FC, afirma o CEO da thinkseg, Andre Gregori.

Partindo da thinkseg, por vontade própria, e não por imposição do clube, essa mudança da marca para a cor preta é uma ação inédita no Brasil. “Pela primeira vez, um patrocinador muda a cor da marca sem a imposição de um clube”, diz Andre Gregori.

O novo patrocinador do time alvinegro, a plataforma mobile de seguro thinkseg, em cor preta nas costas da camisa, vai ser visualizada durante todo o período de patrocínio ao time. Serão mais de 60 jogos, incluindo a Copa do Brasil, o Campeonato Brasileiro, a Libertadores da América e Campeonato Paulista 2018. Já ao redor do campo, durante os treinos, e nos painéis de coletivas de imprensa em jogos e viagens, a marca thinkseg continua colorida.

O patrocínio da thinkseg ao time do Santos inicia a nacionalização da marca e inserção dela junto às comunidades esportivas. Há a prospecção de outras parcerias em diferentes estados: Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Sobre a thinkseg

Primeira plataforma 100% mobile que inova ao trazer ao Brasil o aplicativo (APP) thinkseg. Quando baixado no celular, o APP acompanha o jeito da pessoa dirigir, dando a ela descontos no preço do seguro do carro. O download do APP é gratuito na Google Play e Apple Store. Na start-up de seguros thinkseg, clientes e corretores fazem tudo pelo celular. Por ser uma start-up na área financeira, não está ligada a grandes instituições. O resultado disso é a independência na tomada de decisões, com agilidade, sem enrolação para a solução dos problemas. Todas as etapas da contratação do seguro de automóvel são acompanhadas pela pessoa, de modo transparente, pelo mobile. Tudo fácil e simples.

Manaus também na mira da Allianz

Fonte: Allianz

Ontem, 1, a filial de Manaus da Allianz recebeu executivos da seguradora, o presidente, Miguel Pérez Jaime, o diretor executivo Comercial e Market Management, Eduardo Grillo, o superintendente Norte e Nordeste, Alexandro Barbosa, e 55 corretores, entre eles Jair Fernandes, presidente do Sincor AM/RR. O encontro aconteceu em reconhecimento aos parceiros locais pelos resultados obtidos nos seis anos da unidade e foram abordados assuntos relacionados à companhia e o canal de vendas, e, principalmente, ao potencial de negócios da região.

O Amazonas é o segundo estado mais representativo do Norte e dá à Allianz e aos corretores a possibilidade de apostar na comercialização de seguros de varejo, incluindo Automóvel, Condomínio e Vida, como também aqueles voltados às Empresas, Riscos Diversos, Responsabilidade Civil e Grandes Riscos. Essa oportunidade de diversificação de carteira ocorre pelo fato de somente na capital serem emplacados por mês uma média de dois mil veículos, de acordo com o Detran-AM, e a economia local estar calcada nos setores de comércio e serviços e, sobretudo, no Polo Industrial de Manaus, que abriga mais de 700 indústrias.

O Norte está na estratégia da Allianz para o crescimento da companhia no Brasil, tanto é que na noite quarta-feira, 31, inaugurou a terceira unidade na região. Agora, a seguradora também possui escritório em Porto Velho, além de Manaus e Belém. No Brasil, são 62 unidades, oito abertas em menos de dois anos.

Capemisa encerra carteira de PGBL e VGBL

Os diretores da Capemisa Seguradora comunicam que a empresa está encerrando a sua carteira de clientes dos produtos PGBL e VGBL. Para efetuar o resgate ou portabilidade, entre em contato com a Central de Relacionamento CAPEMISA: 4000 -1130 (Capitais e Regiões Metropolitanas) ou 0800 723 3030 (Demais Localidades). O atendimento é realizado de segunda a sexta feira, das 08h às 20h, exceto feriados, informa comunicado divulgado nesta sexta-feira, assinado pelos diretores Fabio dos Santos Meziat Lessa e Rafael Graça do Amaral.

Impacto da Incorporação Tecnológica na Saúde Suplementar em debate

Fonte: Fenasaúde

O painel ‘A experiência da África do Sul na Incorporação de tecnologias em planos de saúde’ foi um dos mais concorridos durante o seminário sobre “Incorporação de Tecnologias na Saúde Suplementar”. O debate, promovido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), foi realizado na última quarta-feira (31) e reuniu especialistas do setor.

A experiência internacional de Sam Rossolimos, diretor da Accenture África do Sul, trouxe exemplos para o aperfeiçoamento do mercado brasileiro. De acordo com o especialista, o país africano controla custos médicos aplicando princípios de gerenciamento de cuidados. “Assim como o Brasil, a África do Sul possui Benefícios Mínimos Previstos (PMBs), mas não são tão abrangentes quanto os do Brasil. A inclusão de novas tecnologias baseia-se na eficácia clínica e na relação custo-benefício. Todos os medicamentos e dispositivos médicos têm um código eletrônico reconhecível exclusivo. E os prestadores de saúde hospitalar são regulados por sistema de preços transparente. Os seguros de saúde cobrem novos medicamentos e dispositivos médicos apenas para medicina baseada em evidências”, explicou.

Os PMBs são um conjunto de benefícios definidos para garantir que todos os membros de planos de saúde tenham acesso a certos serviços mínimos de saúde, independentemente da opção de produto que selecionarem – que lhes dá direito a cuidados de emergência, cobertura para 270 problemas de saúde e 25 doenças crônicas. Segundo Sam, os planos de saúde controlam custo e qualidade, além de gerenciar os serviços de saúde dos provedores para garantir a adequação dos cuidados clínicos.

“No Brasil, todos planos de saúde têm de fornecer uma cobertura muito abrangente. Somente 23% da população brasileira tem seguro de saúde privado, porque não é economicamente acessível a 77% da população. A agência reguladora não permite planos de saúde com cobertura limitada e revisa os benefícios a cada dois anos através de um processo de audiência pública. Falta avaliação de impacto da política anterior antes da inclusão de novos benefícios”, esclareceu Sam Rossolimos. “Já no meu país, todas as novas tecnologias e medicamentos devem ser registrados no Conselho de Controle de Medicamentos. Qualquer violação a este regulamento pode acarretar até 10 anos de prisão”, concluiu.

Na avaliação da presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Solange Beatriz Palheiro Mendes, o cenário brasileiro é grave por não adotar ferramentas condizentes de avaliação de custo e efetividade na incorporação de novas coberturas para os planos de saúde. “Nesse contexto, o uso dessas ferramentas se torna fator essencial para assegurar a incorporação sustentável de tecnologia na saúde brasileira. Mas a discussão é anterior, vimos no exemplo africano que o acesso é para serviços mínimos. Já no Brasil temos que dar tudo a todos”, destaca.

Para Solange Mendes, a sociedade precisa se colocar sobre o tipo de cobertura que se quer da Saúde Suplementar, uma vez que o atual modelo está se tornando insustentável: “Precisamos rediscutir as bases do acesso a medicamentos e inovações tecnológicas no nosso sistema de saúde. Os estabelecimentos de critérios de prioridade são fundamentais para o equilíbrio do setor. A incorporação de novas tecnologias sem a desincorporação de procedimentos obsoletos torna o custo insuportável, pois não há substituição e sim incorporação acumulativa que só se avoluma com o passar do tempo”.

Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS, disse que a introdução de novas tecnologias deve ser feita com bastante critério, para não trazer mais custos do que benefícios. E citou como exemplo o caso da introdução da angioplastia nos Estados Unidos. “Entre 1986 e 1990, a angioplastia mais do que dobrou e o número de cirurgia de revascularização, em vez de cair, aumentou substancialmente. Presumivelmente, muitos pacientes receberam ambos os procedimentos”, afirmou. Carneiro também ressaltou a importância da utilização de protocolos clínicos: “Permite uma visão geral de cada procedimento que será realizado no paciente, com os respectivos resultados esperados, que podem ser monitorados por qualquer pessoa que esteja responsável pelo paciente, incluindo ele próprio”.

O seminário sobre “Incorporação de Tecnologias na Saúde Suplementar” debateu ainda se o Rol da ANS é suficiente para garantir o adequado acesso à saúde dos beneficiários de planos de saúde no Brasil, com uma palestra de João Paulo dos Reis Neto, diretor-presidente da Capesesp (Caixa de Previdência e Assistência dos Servidores da Fundação Nacional de Saúde); e contou, ainda, com apresentações de Estudos Envolvidos na Incorporação de Tecnologias em Saúde, com Luciano Paladini, especialista do grupo Evidências, e Avaliação de Tecnologia em Saúde para a Incorporação de Tecnologias e Saúde além das previstas no Rol, do gestor em políticas de saúde Reynaldo Rocha, da Planserv.

Adriano Muraki assume diretoria na BR Insurance

A BR Insurance Corretora de Seguros anuncia a contratação de Adriano Muraki como Diretor de Gestão de Riscos Corporativos, Personal Lines e Linhas Financeiras. O executivo chega com a missão de ampliar a carteira de Ramos Elementares e aprimorar o atendimento com novas soluções e condições comerciais inéditas no mercado.

Muraki está há 20 anos no mercado segurador, com vasto know-how nas áreas de Subscrição, Produto e Comercial, com passagens pela Chubb, RSA Seguros e Unibanco AIG Seguros. É graduado em Administração de Empresas e pós-graduado em Marketing Estratégico.

Liberty Seguros lança aplicativo que pode gerar até 30% de desconto no seguro auto

SÃO PAULO, SP - 22 MAIO 2014: Executivos da Liberty Seguros. (foto: bruno fernandes).

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros anuncia o lançamento do aplicativo Direção em Conta, programa de telemetria que, além de oferecer aos usuários uma nova maneira de interagir e consumir seguros, contribui com a segurança no trânsito ao oferecer dicas de direção para os motoristas de todo o país.

Condutores que instalarem o aplicativo receberão ao final de cada viagem um diagnóstico com a avaliação de aspectos como velocidade, estilo de direção, distração, horário da viagem e fadiga. A partir dessa análise, o usuário poderá ver seu score de direção, o histórico de cada viagem no mapa e até mesmo classificar se naquela viagem específica era ele quem estava dirigindo ou não, além de ver dicas personalizadas sobre como ter uma experiência segura ao volante.

Além da experiência, usuários que, em até 60 dias, rodarem mais de 800 km e realizarem pelo menos 20 viagens poderão receber um desconto de até 30% nos seguros automotivos da Liberty Seguros.

Lançado no Brasil em 2015, o Direção em Conta surgiu como uma maneira de oferecer precificação justa, pois foca menos em estereótipos de motoristas e mais no comportamento de cada indivíduo, oferecendo precificação justa. Essa nova versão utiliza apenas o celular do motorista e elimina a necessidade de instalação de qualquer aparelho no carro. Essa iniciativa também faz parte do objetivo da seguradora de oferecer experiências digitais únicas para segurados, corretores e consumidores em geral.

“Com o Direção em Conta, nosso objetivo é democratizar o acesso a uma experiência digital única”, diz José Mello, superintendente de Inovação da Liberty Seguros. “Inciativas como essa trazem benefícios não só para a seguradora, que passa a compreender o perfil de cada consumidor, mas também para os motoristas, que são estimulados a mudar seu comportamento e passam a buscar uma direção mais segura a partir do feedback em tempo real sobre como estão dirigindo e como podem melhorar”.

A Liberty Seguros trouxe a expertise da telemetria de sua matriz nos Estados Unidos, onde a adesão a esse tipo de apólice é ampla. Já se observou, por exemplo, que a sinistralidade média de quem utiliza a tecnologia e acompanha o seu desempenho tende a ser menor do que a dos outros segurados.

O aplicativo lançado pela Liberty Seguros, vem sendo desenvolvido há dois anos e traz o algoritmo mais moderno do mercado, que supre déficits de sistemas mais antigos e oferece aos usuários a melhor experiência ao volante.

Ao final do programa, os motoristas elegíveis ao desconto receberão um voucher com o código que deverá ser informado ao corretor para que ele possa gerar o orçamento da apólice com o benefício, que poderá ser utilizado para novas apólices ou renovações até 31 de dezembro de 2017. Já os usuários que não completarem os pré-requisitos no período de 60 dias receberão um vale desconto que poderá ser utilizado no Clube Liberty, plataforma de benefícios da seguradora.

O aplicativo, que oferece baixo consumo de bateria e dados, pode ser baixado por usuários gratuitamente por usuários de sistemas iOS e Android, basta procurar por Liberty Direção em Conta.