Começa para valer a parceria Swiss Re e Bradesco Seguros

Da esq. para dir.:Axel Brohm, CEO Swiss Re Corporate Solutions Latin America; Octavio de Lazari Junior, Presidente do Grupo Bradesco Seguros; e Luciano Calheiros, CEO Swiss Re Corporate Solutions Brasil

Comunicado

A Swiss Re Corporate Solutions Ltd., divisão de seguro comercial do Grupo Swiss Re, e a Bradesco Seguros S.A., empresa controlada pelo Banco Bradesco, concluem transação anunciada em outubro de 2016 e iniciam oficialmente a joint venture no Brasil. A carteira de seguros comerciais de grandes riscos da Bradesco Seguros foi integrada à operação da Swiss Re Corporate Solutions Brasil Seguros (SRCSB), que se torna uma das empresas líderes no Brasil neste segmento. A Swiss Re Corporate Solutions retém 60% das ações na SRCSB, enquanto a Bradesco Seguros passa a ter 40% de participação.

A associação inclui o acesso exclusivo da SRCSB à rede de distribuição da Bradesco Seguros, composta por mais de 140 sucursais, mais de 5.000 agências do Banco Bradesco e cerca de 40.000 corretores e agentes de seguros cadastrados. Como parte da transação, cerca de 120 especialistas em grandes riscos da Bradesco Seguros, em São Paulo e no Rio de Janeiro, passaram a integrar a SRCSB.

Com a conclusão da operação, a SRCSB torna-se uma das seguradoras líderes no mercado de seguros de grandes riscos no Brasil, atingindo aproximadamente R$ 820 milhões (US$ 250 milhões) em prêmios brutos emitidos e significante potencial de crescimento.

“Essa parceria reafirma o nosso compromisso com o mercado brasileiro”, comenta Agostino Galvagni, CEO da Swiss Re Corporate Solutions e membro do Comitê Executivo do Grupo Swiss Re. “Ao unir forças com a Bradesco Seguros, temos a possibilidade de entregar nossa oferta de produtos inovadores a um segmento ainda mais amplo de clientes corporativos de médio e grande portes na região.”

Com o suporte financeiro do Grupo Swiss Re, a Swiss Re Corporate Solutions dispõe de profundo conhecimento em subscrição e ampla capacidade para aceitação de riscos. A Bradesco Seguros, por sua vez, acumula extenso conhecimento do mercado de seguros local e grande capilaridade para distribuição, estando presente em todo o território nacional.

Octavio de Lazari Junior, Presidente do Grupo Bradesco Seguros, afirma: “O Grupo Bradesco Seguros e a Swiss Re Corporate Solutions se alinham em termos de visão de longo prazo, bem como possuem competências e carteiras complementares. A joint venture amplia nossa capacidade de empreender, como também de aprimorar nosso leque de produtos em todas as linhas de seguros. A associação está alinhada à nossa convicção do potencial de seguros de grandes riscos no Brasil .”

Luciano Calheiros, CEO da Swiss Re Corporate Solutions Brasil, irá liderar a operação da joint venture. A transação foi aprovada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pelo Banco Central (Bacen).

Anthem é condenada a pagar clientes por vazamento de dados após ataque de hackers

A Anthem Inc., a maior companhia de seguros de saúde dos EUA, concordou pagar cerca de US$ 115 milhões para encerrar litígios sobre vazamento de informações de saúde de cerca de 79 milhões de pessoas em fevereiro de 2015, depois de ter sido atacada por hackers. O acordo, anunciado sexta-feira, ainda deve ser aprovado pela juiz distrital dos Estados Unidos, em San Jose, Califórnia, que está presidindo o caso.

O dinheiro será usado para pagar dois anos de monitoramento de crédito para pessoas afetadas pelos hackers. Considera-se que as vítimas incluem clientes atuais e antigos da Anthem e de outras seguradoras afiliadas à Anthem através da National Blue Cross Blue Shield Association. “Estamos muito satisfeitos de que o acordo seja um grande resultado para os afetados e aguardamos o processo de aprovação do acordo”, afirmou Andrew Friedman, advogado das vítimas, em um comunicado, informou a Reuters.

A seguradora informou em fevereiro de 2015 que um hacker desconhecido acessou um banco de dados contendo informações pessoais, incluindo nomes, aniversários, números da Segurança Social, endereços, endereços de e-mail e informações sobre emprego e renda. O ataque não comprometeu informações de cartão de crédito ou informações médicas, disse a empresa.

A violação de dados resultaram em perdas de centenas de milhões de dólares para empresas dos EUA nos últimos anos, incluindo a Target Corp., que concordou em pagar US$ 18,5 milhões para liquidar reivindicações em 47 estados em maio. A Home Depot Inc. concordou em pagar pelo menos US$ 19,5 milhões aos consumidores no ano passado.

Entre os principais seguradoras de riscos cibernéticos no mundo temos nomes como AIG, sindicatos do Lloyd’s of London; Liberty Mutual, Zurich Insurance Group; e CNA Financial Corp.

Quem vender mais seguro e previdência da Mongeral Aegon ganha viagem para a Rússia

A edição de 2017 de uma das mais importantes campanhas do mercado segurador, o Galo de Ouro, já está valendo. Nesta segunda-feira (3/7), a Mongeral Aegon revelou as regras e o destino para onde viajarão os vencedores: Moscou e São Petersburgo, na Rússia. Cada ganhador terá direito a levar um acompanhante.

“A campanha deste ano foi pensada nos mínimos detalhes para encantar os mais de 4 mil participantes, entre funcionários de vendas e corretores parceiros. Nesta edição, os campeões e os seus acompanhantes embarcarão para um destino surpreendente, o país que será sede da Copa do Mundo da FIFA 2018, a incrível Rússia”, ressalta Osmar Navarini, diretor Comercial da Mongeral Aegon.

Neste ano, serão 16 vencedores e 80 destaques, entre corretores parceiros e lideranças comerciais de Mongeral Aegon, com disputas nacionais e regionais. A campanha acontece até o dia 22 de dezembro e os campeões serão conhecidos em janeiro de 2018, na cerimônia de premiação que este ano será Rio de Janeiro.

HDI Seguros anuncia novo vice-presidente

A HDI Seguros anunciou Vagner de Paula Guzella como novo vice-presidente Administrativo e Financeiro da companhia. Desde 2012 na seguradora, quando assumiu a superintendência de Investimentos da HDI, Guzella chega à vice-presidência após passar os dois últimos anos como diretor Financeiro e Administrativo na empresa. Oficialmente, o executivo passou a exercer a nova função nesta segunda-feira (3).

“É um grande desafio e estou entusiasmado com a oportunidade de ser vice-presidente de uma companhia tão importante como é a HDI. Tenho plena confiança no projeto da seguradora, nas diretrizes e nas pessoas que estão aqui, porque tenho certeza que estão empenhadas em fazer o melhor”, declarou Guzella. O executivo, que é formado em Engenharia e tem MBA em Finanças, acumula passagens pelos bancos HSBC Asset Management, ABN Amro e Losango, e por companhias como Dell e Royal & SunAlliance.

Sexta-feira é o dia com mais colisões de trânsito no Rio de Janeiro

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É na sexta-feira e durante o período da tarde que acontece o maior número de batidas entre veículos na cidade do Rio de Janeiro (RJ). O dado é resultado do levantamento realizado pelo grupo segurador BB Mapfre. E a partir das mais de 6 mil ocorrências registradas por seus segurados durante o ano de 2016.

O relatório revela que o maior número dos casos (16%) acontece no último dia útil da semana. A análise dos demais dias também revela que as segundas, terças e quintas-feiras apresentaram a mesma frequência: 15% cada uma. Somente a quarta-feira obteve leve decréscimo em relação aos demais, com 13%. Aos finais de semana, a incidência é maior aos sábados, sendo 15%. Os domingos registram a menor média da semana, com 11% das colisões.

Também é no período da tarde que as batidas aconteceram com maior frequência. Foram 38% colisões em horário vespertino, 30% de manhã, 25% durante a noite e 7% na madrugada.

“A análise do comportamento do motorista permite identificar a concentração das colisões entre automóveis e até a causa de muitos acidentes. Esses dados facilitam a execução de ações para agilizar o atendimento para as colisões e ao mesmo tempo buscar a prevenção com todos os públicos impactados”, reflete Jabis Alexandre, diretor geral de automóvel e massificados.

Assurant participa de fórum da ONU sobre empoderamento feminino

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A Assurant, empresa especialista em gestão de risco e proteção de bens e uma das vencedoras do Great Place to Work Mulher 2017, foi convidada para apresentar o case interno de Treinamento de Liderança para Mulheres durante o Fórum Women´s Empowerment Principles (WEP´s). Organizado pela ONU Mulheres e pelo Pacto Global, o encontro ocorrerá na próxima segunda-feira (3), no auditório da White Martins, no Rio de Janeiro.

Com um quadro de funcionários composto por 50% de mulheres, a companhia aposta cada vez mais na diversidade. Outro dado que comprova essa inciativa é que, atualmente, 26% dos cargos de chefia são ocupados por mulheres.

“Desenvolvemos um trabalho muito importante dentro da Assurant de inclusão e diversidade desde 2014. Somos movidos a buscar um ambiente mais justo tanto para os homens quanto para as mulheres, trabalhando de forma contundente pelo empoderamento feminino. Esse convite da ONU Mulheres para apresentação em um fórum desta relevância coroa nosso comprometimento diário com essa pauta tão importante para as empresas e para a sociedade”, comenta Ana Paula de Almeida Santos, diretora Jurídica da Assurant.

Chubb, AIG e Zurich lideram ranking de D&O até abril

Chubb, AIG, Zurich, XL e Liberty lideram o ranking de Directors & Officers (D&O), segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), compilados pela consultoria Siscorp. De acordo com o ranking elaborado pela Siscorp, as vendas de maio de 2016 a abril de 2017 totalizaram prêmios líquidos de R$ 376 milhões. Os valores de indenizações retidos totalizaram R$ 53 milhões no mesmo período. A Chubb é líder absoluta do segmento, com R$ 173 milhões, seguida por AIG com R$ 53,8 milhões e Zurich, com R$ 44 milhões. XL e Liberty completam o ranking, com R$ 17,9 milhões e R$ 14,7 milhões.

O D&O visa proteger o patrimônio de executivos em caso de acionamentos judiciais de terceiros que se sintam prejudicados pela gestão administrativa. Diante do cenário político que o Brasil enfrenta, o seguro está no topo das demandas dos acionistas e de empresários. Não há um dado oficial do número de apólices vigentes no Brasil, mas estima-se algo em torno de 5 mil. Em 2016 o mercado de D&O movimentou por volta de R$ 373 milhões em prêmios. A expectativa para 2017 é da ordem de R$ 400 milhões, segundo Gustavo Galrão, superintendente de linhas financeiras da Argo Seguros e membro da FenSeg.

Estadão traz especial Finanças Mais, com destaque para mercado segurador

Foto: Carlos Dias, um dos responsáveis pela edição

O mercado segurador ganha destaque na mídia nacional. Depois do Suplemento Seguros e Resseguros divulgado pelo Valor Econômico, hoje foi a vez do jornal Estado de São Paulo (Estadão) divulgar o especial Finanças Mais, numa apresentação que acontece nesta manhã, em São Paulo, com a presença do presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn.

A Austin Rating, em parceria com o Estadão, analisou os principais indicadores de 360 instituições do Sistema Financeiro Nacional, como bancos, corretoras, distribuidoras, financeiras, empresas de leasing e seguradoras. Juntas, essas companhias somaram R$ 8,5 trilhões em ativos, R$ 671,8 bilhões em patrimônio líquido e R$ 342,2 bilhões em lucro líquido em 2016.

O especial afirma que o setor financeiro conta com segmentos que avançam e conseguem ter desempenho bem superior ao da economia. Um caso clássico dessa resiliência pode ser notado com seguros e previdência. Dados da CNSeg apontam que o conjunto global (que inclui ramos elementares de seguros, planos de risco e de acumulação, capitalização e saúde suplementar) pulou de 2% para 6% de participação no PIB na última década.

Para especialistas, o avanço mesmo diante da crise é sustentado por dois fatores principais: a maior conscientização/educação financeira por parte da população, que passou a buscar pr odutos de seguros e previdência para proteger patrimônio e renda para a aposentadoria, e um mercado que ainda tem muito espaço a ser explorado.

Contudo, Márcio Coriolano, presidente da CNSeg, alerta: para desenvolver ainda mais o mercado, o governo, precisa usar a regulação para atrair e não inibir a entrada de novos consumidores. Nesse sentido, o País carece, segundo o especialista, de uma regulamentação mais adequada para que os microsseguros — que têm como foco produtos direcionados aos mais pobres — possam se desenvolver no País. Fomentar esse segmento, dessa forma, seria uma maneira de auxiliar a população mais vulnerável, num mercado potencial estimado em cerca de 100 milhões de consumidores.

O especial pode ser visto aqui

Previdência – O Bradesco Vida e Previdência lidera o ranking da categoria previdência de Finanças Mais. Com uma carteira de 2,6 milhões de participantes, a instituição viu sua receita em previdência aumentar 8% em 2016 na comparação com 2015, atingindo faturamento de R$ 36,4 bilhões. A expectativa para 2017, diz o CEO Jorge Nasser, é manter a taxa de crescimento dos anos anteriores, que variou entre 8% e 10%. Para o executivo, com menos pessoas nascendo e menos pessoas entrando no mercado de trabalho, há, portanto, menos profissionais na ativa para financiar a aposentadoria pública. E a tendência é que a busca por previdência privada aumente ainda mais nos próx imos anos.

Vida – O grupo segurador Banco do Brasil e Mapfre liderou o ranking na categoria seguradoras/vida de Finanças Mais, seguido por Kirton e Itau. A instituição fechou 2016 com 9,7 milhões de vidas seguradas, ramo responsável por 33,5% dos negócios do conglomerado. Em segundo lugar no ranking de Finanças Mais está a Kirton Seguros, que teve lucro líquido de R$ 259,57 milhões em 2016. A companhia pertencia ao Banco HSBC e se encontra em transição para o Bradesco, que concluiu a aquisição das operações do HSBC no Brasil em julho de 2016, por R$ 16 bilhões.

Rural – O produto não contemplam nem metade da necessidade. Neste cenário, o Fundo de Catástrofe – lei complementar de agosto de 2010, que aguarda regulamentação – surge como uma ferramenta para alavancar o seguro rural no País ao substituir Fundo de Estabilidade do Seguro Rural (FESR). “O mecanismo (FESR) sofre com dificuldades de acesso aos recursos do orçamento da União e uma das críticas do mercado a ele é o fato de não ter recursos suficientes para garantir a estabilidade do seguro rural”, diz Wady Cury, diretor geral do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre.

Auto – O setor automotivo amargou queda de 20% nas vendas de veículos novos em 2016. Para driblar esse cenário, seguradoras que comercializam coberturas para automóveis adotaram estratégias diferenciadas e fecharam o ano com redução de apenas 2,5% no prêmio total. Algumas conseguiram até registrar expansão. É o caso da Tokio Marine, que apresentou crescimento de 7% no número de prêmios, e ocupa a primeira colocação do ranking, seguida por Indiana (Liberty) e Itaú.

Riscos Financeiros – O volume de prêmios emitidos pela seguradora em 2016 R$ 450 milhões, alta de 20% sobre 2015, resistindo à piora do cenário econômico que impactou no volume de obras demandantes do produto. O seguro garantia, incluso no ramo de riscos financeiros e que assegura o cumprimento de obrigações contratuais, responde por 98% das vendas da J. Malucelli, que também emite fianças locatícias, na liderança do ranking, seguida por Pottencial e Austral.

Seguros Gerais – “Mesmo com cenário de retração no Brasil, o mercado de seguros em geral resistiu e cresceu em torno de 10% em 2016”, diz Gabriela Ortiz, diretora-presidente da Caixa Seguradora, primeira do ranking. “Nós investimos bastante em inovação de processos e no lançamento de produtos, principalmente nas linhas de serviços financeiros.” A Fairfax Brasil Seguros Corporativos, segunda no ranking, contabilizou em 2016 ativo total no montante de R$ 1,49 bilhão. A Pan Seguros aparece em terceiro lugar no ranking, com R$ 2,32 bilhões de ativo total em 2016. No mesmo período, a companhia apresentou lucro de R$ 50,6 milhões.

Seguro Patrimonial – A Zurich Santander Brasil Seguros conquistou a liderança no ranking da categoria seguradoras/patrimonial de Finanças Mais, seguida por BB Mapfre e Safra. Na avaliação de Glaucia Smithson, diretora de seguros empresarias e de vida e previdência corporativos, e de Fábio Tullman, superintendente de grandes riscos, a posição está amparada na especialização que o grupo trouxe para o Brasil em diferenciais como atendimento personalizado. “Conseguimos trazer para o cliente a solução que ele precisa. Pode parecer simplista esse conceito, mas faz toda a diferença no negócio”, comenta Tullman. “Cuidar do cliente não é só olhar a situação específica, mas fazer uma análise profunda para a proteção global”, complementa Glaucia.

Saúde – Bradesco, SulAmérica e Unimed lideram o ranking. “Estamos trabalhando para contribuir com as empresas no redimensionamento de planos e em esforços para reduzir os custos administrativos e de rede”, explica Manoel Peres, diretor geral da Bradesco Saúde, primeira no ranking, e da Mediservice, adquirida pelo Bradesco em 2017 e voltada para grandes corporações. Peres afirma que, mesmo com o redesenho, as coberturas seguem as mesmas, mas há mudanças no patamar de reembolso e de rede credenciada.

Capitalização – Falar em queda no faturamento sugere piora no quadro geral dos negócios. Mas esse não é o caso da Brasilcap, primeira no ranking de seu segmento em Finanças Mais, seguida por Bradesco e Satander. O faturamento, em 2016, recuou 13%, para R$ 5,6 bilhões. Nos demais indicadores, no entanto, só boas notícias, com lucro líquido de R$ 439,2 milhões, 15,9% superior a 2015, e uma base de clientes avançando 23%, a 3,9 milhões de pessoas. Diversificação nos canais de distribuição do produto, foco nos títulos de capitalização mais populares e boa ge stão dos ativos explicam o desempenho da instituição.

Caixa encerra negociações exclusivas com CNP

As ações da Wiz, antiga Par Corretora, que tem como sócios a Caixa Seguradora, a Federação dos Funcionários da Caixa e GP Investimentos, registrou queda superior a 7% ontem da bolsa. Isso porque a Caixa Seguridade Participações comunicou ao mercado que rejeitou proposta da CNP Assurances para renovação antecipada do acordo operacional que disciplina o acesso exclusivo por parte da coligada Caixa Seguros Holding e suas controladas à rede de distribuição da Caixa, encerrando assim o período de negociação exclusiva com a companhia francesa.

Lemonade avança em mercado de novos consumidores de seguros

As seguradoras digitais avançam sobre as tradicionais. Pelo menos é isso que informa um release da Lemonade, a companhia de seguros que tem a inteligência artificial como linha mestra. Pesquisa divulgada mostra que o market share da startup que começou em Nova York e agora já tem autorização para atuar em sete estados americanos, ultrapassou Allstate, GEICO, Farmers, Liberty Mutual, Progressive, State Farm, USAA entre os compradores de seguros de riscos residenciais no estado de Nova York. Cerca de 110 milhões de americanos alugam suas casas, incluindo 75% de menores de 35 anos, tornando este segmento um dos maiores e de rápido crescimento na indústria.

O Google comparou a quota de mercado da Limonade no seguro de inquilinos com o de outras seguradoras líderes. A Lemonade chegou em 4,2%. A participação média de mercado nacional entre as 10 principais companhias de seguros de inquilinos é de 6,3%, e eles estão companhias com negócios, em média, por 104 anos. A Lemonade foi lançada em setembro do ano passado.

A segunda pesquisa mostrou a força da companhia em atrair novos consumidores para o mercado, com share de 4%. Cerca de 88% dos entrevistados compraram sua primeira apólice antes da lançamento da Lemonade, e entre eles, a participação da Lemonade foi, de forma correspondente, de apenas 0,9%. No entanto, entre os 12% que entraram no mercado este ano, a Lemonade comanda uma participação de 27,6%.

“A participação de mercado de 4% em alguns meses, em uma categoria tão competitiva, é sem precedentes”, disse Peter Diamandis, fundador e presidente executivo da Fundação XPRIZE, e co-fundador da Universidade Singularity. “Por mais notável que seja essa conquista, no entanto, ele realmente mostra o fenômeno de Limonade. A grande maioria comprou sua apólice antes da seguradora digital existir, então o número mais revelador é a participação dos consumidores que entraram no mercado desde a Limonade. Isso é um alerta para toda a indústria de seguros.

“Nos dois meses que o Google gerou essas pesquisas, nossa base de clientes mais do que duplicou e esperamos que a aceleração continue”, disse Daniel Schreiber, CEO da Lemonade e co-fundador da startup de maior sucesso no mundo. “Mas, mesmo que apenas mantivéssemos o status quo – dentro de alguns anos, nossa participação de mercado global combinaria automaticamente com a nossa quota de mercado “nova”. Isso é o que significa “mercado novo” e é por isso que é provavelmente a única métrica mais importante de todas”.

Lemonade Insurance Company é uma operadora de seguros licenciada, oferecendo aos proprietários e inquilinos de seguros alimentados por inteligência artificial e economia comportamental. Ao substituir os corretores e a burocracia por chatbots e aprendizado de máquinas, a Limonade visa zero documentação e tudo instantâneo. E como um Certified B-Corp, onde os lucros de subscrição vão para organizações sem fins lucrativos, a Lemonade está refazendo o seguro como um bem social, ao invés de um mal necessário, informa o release da companhia.

Apenas nos três estados em que opera – New York, Califórnia e Illinois – a seguradora conseguiu a proeza de duplicar seus clientes em apenas dois meses, passando de 6 mil para mais de 14,3 mil no final de maio. Texas, Nova Jersey, Michigan, Arizona, Carolina do Norte, Virginia e Rhode Island são as novas praças de atuação da empresa.