Plano de saúde é o maior gasto do pacote de benefícios

Depois do salário, o plano de saúde representa o maior gasto que as empresas têm com os funcionários. Por conta do encarecimento dos serviços de saúde, esse gasto vem aumentado ano após ano. De acordo com estudo divulgado recentemente pela consultoria de benefícios e capital humano Aon, para 36% das empresas a assistência médica representa de 5% a 10% da folha de pagamento.

Para 32% das companhias que participaram do levantamento, o custo de saúde é menos impactante e equivale a até 5% da folha. Só que para 25%, os custos de assistência médica são de 10,1% a 20% do total gasto com os colaboradores. As 7% restantes têm custos superiores a 20%.

De acordo com Rafaella Matioli, Diretora técnica de Saúde e Benefícios da Aon Brasil, o principal fator do elevado gasto com planos de saúde dentro das empresas brasileiras é a inflação médica. “Nos últimos cinco anos, a inflação médica registrou um acumulado de 108%, contra 42% da inflação geral”, explicou.

A inflação médica, por sua vez, é principalmente impactada pelas novas e caras tecnologias, pelo alto índice de judicialização na saúde e pelos desperdícios na utilização dos planos. “No período de crise é notável o registro no aumento de frequência para todos os procedimentos. O gasto médio por usuário chegou a aproximadamente R$ 3.600, em 2016, ante R$ 2.890, em 2014. Dessa diferença, R$ 324,00 correspondem apenas ao aumento de frequência, o que representa quase 10% de impacto neste custo crescente”, disse Rafaella Matioli.

Mesmo assim, a assistência médica é o benefício com maior prevalência nas empresas: 99,8% das companhias pesquisadas oferecem seguro saúde aos colaboradores. Na mesma proporção aceitam os cônjuges e estendem o benefício aos filhos.

Mas o custo elevado faz com que o plano de saúde esteja sob constante análise dentro das empresas. A pesquisa da Aon revelou que, no último ano, 70% das companhias redesenharam o benefício saúde. Além disso, 40% consideram importante rever todos os anos as regras da assistência médica.

“Diante desse cenário, precisamos tomar algumas ações de curto prazo, como mudanças nas regras de elegibilidade e nas formas de custeio”, diz Rafaella Matioli. “Mas também precisamos pensar em soluções de médio e longo prazo para que o benefício seja sustentável”.

Nesse cenário, é preciso tomar algumas ações de curto prazo, como mudanças nas regras de elegibilidade e nas formas de custeio. E também é necessário pensar em soluções de médio e longo prazo para que o benefício seja sempre sustentável. Para isso, é importante que as empresas realizem a implantação de programas de gestão de saúde.

Atualmente, as principais ações desse tipo são gestão de internação, gestão dos casos de alto custo, programas de ergonomia e ronda postural. Além dessas iniciativas, também é fundamental fazer a gestão de doentes crônicos e desenvolver programas de auxílio medicamentos. Essa iniciativas são complementares e podem garantir a melhor utilização dos planos.

Sobre a Pesquisa de Benefícios da Aon

A Pesquisa de Benefícios da Aon contou com a participação de 536 empresas, totalizando 2,1 milhões de funcionários. A maior parte da amostragem (65,9%) representa empresas brasileiras. Mas também foram ouvidas multinacionais dos Estados Unidos (12,9%), França (4,2%), Alemanha (2,8%), Japão (1,9%) e outros países (12,3%).

No Brasil, 82,8% das empresas estão localizadas na região Sudeste e 14,6% na região Sul.

Estudo que analisa mais de 30 benefícios e este ano incluiu a avaliação do seguro D&O – contratado pela empresa para proteger diretores e administradores contra reclamações de terceiros sobre os atos de gestão praticados no exercício de suas atribuições, cobrindo custos de defesa e indenizações – que tem sido cada vez mais valorizado e procurado pelos executivos.

A pesquisa analisa benefícios concedidos pelas empresas, como assistência médica, odontológica, previdência complementar, seguro de vida, check-up, vale-refeição, alimentação, entre outros. Para mais informações acesse: www.forumdebeneficiosaon.com.br

Seguro garantia no debate sobre tendências em concessões de infraestrutura

Um debate com a participação de diversos especialistas será promovido pela Câmara de Comércio Suíço-Brasileira (SwissCam) no dia 21 de junho, em São Paulo, com enfoque no tema “Novas Tendências em Concessões de Infraestrutura”. No painel dedicado ao seguro garantia, a sócia do escritório Schalch Sociedade de Advogados, Debora Schalch abordará as mudanças decorrentes da aprovação do Projeto de Lei nº 6.814/2017 e o Programa de concessão de obras de infraestrutura do Governo Federal.

Com foco na modernização da lei de licitações e contratos da administração pública, o PL 6.814/2017, atualmente em trâmite na Câmara dos Deputados, propõe mudanças significativas no seguro garantia para resolver o problema das obras paradas no país. Dentre as principais alterações estão a sub-rogação para garantia contratual, a obrigatoriedade para as seguradoras fiscalizarem e auditarem contabilmente as obras seguradas e a garantia adicional trabalhista e previdenciária para os trabalhadores desses empreendimentos.

Para Debora Schalch, o governo, por princípio legal, não pode transferir toda a responsabilidade sobre obras públicas ao setor privado. “Haveria grande impacto operacional para as seguradoras, que teriam de mudar sua estrutura de subscrição de riscos e seu modus operandi para assumir essa enorme gama de responsabilidade”, diz. De acordo com a advogada, que também é presidente da Comissão de Direito Securitário da OAB-SP, preocupa o setor de seguros a quantidade de obras públicas paradas – mais de 5 mil, segundo dados do Tribunal de Contas da União.

Programação

“Novas Tendências em Concessões de Infraestrutura”

Das 8h40 às 8h50 Credenciamento

Das 8h50 às 09h Abertura com Stefania Moeri Hertach – Diretora Executiva da SwissCam

Das 9h às 09h55 “Modelos e desafios de contratação em Concessões de Infraestrutura”
Palestrantes: Henrique Krüger Frizzo e Bruno Alves Duarte, especialistas em Direito Público, Relações com o Governo e Direito Regulatório

Das 9h55 às 10h50 “Financiamento e Garantias para Infraestrutura”
Palestrante: Raul Pinheiro Donegá, advogado e economista
as 10h50 às 11h05 Intervalo para café

Das 11h05 às 12h “Modificações no seguro garantia decorrentes da aprovação do Projeto de Lei nº 6.814/2017 e o Programa de concessão de obras de infraestrutura do Governo Federal”
Palestrante: Débora Schalch, sócia da Schalch Sociedade de Advogados e presidente da Comissão de Direito Securitário da OAB-SP

Das 12h às 12h55 “Fiscal”
Palestrante: Cyro Cunha, auditor e especialista em prática de preços de transferência
Das 12h55 às 13h Encerramento

Data, horário e local:
21 de junho de 2017 (quarta-feira), das 8h40 às 13h
SwissCam – Câmara de Comércio Suíço-Brasileira
Acesso pela Av. das Nações Unidas, 18.001 – Sala T1 – piso térreo (localizado entre o Hotel Transamérica e o Citibank Hall, próximo à ponte Transamérica).
Estacionamento dentro do prédio da SwissCam.
Investimento: Gratuito para associados da SwissCam. Não-associados: R$ 60,00
Inscrições até 19 de junho – vagas limitadas. Informações: marketing@swisscam.com.br e (11) 5683 7447

Setor de seguros cai forte em abril e indica volatilidade, diz CNSeg

Fonte: Reuters

A indústria brasileira de seguros deve ter bastante volatilidade ao longo de 2017, após os números de abril apontarem uma forte reversão de tendência, disse o presidente da entidade do setor, CNseg, Marcio Coriolano.

De acordo com números do órgão regulador Susep, o volume de prêmios emitidos pelo setor caiu 8,8 por cento em abril contra mesmo mês de 2016. Isso depois de o segmento ter tido leituras positivas nos três meses anteriores, o que havia levado a uma alta de 13,9 por cento ante o primeiro trimestre de 2016.

Com a forte reversão de abril, o acumulado dos primeiros quatro meses ainda tem alta de 8,8 por cento ante mesmo intervalo do ano passado, mas comprometeu a previsão anterior de crescimento sustentado em 2017. “Não há como indicar tendências firmes para o nosso mercado”, disse Coriolano à Reuters.

Entre os destaques negativos de abril no segmento elementares apareceram o de automóveis (queda de 3,6 por cento) e rural (queda de 9,4 por cento). O segmento de Pessoas teve queda de 6,7 por cento, com destaque para VGBL (-11,9 por cento). O seguro de vida individual, que vinha crescendo a uma taxa de dois dígitos, cresceu 9,7 por cento contra abril de 2016. Para Coriolano, possíveis motivadores dessa reversão podem incluir o recrudescimento da crise política e o redirecionamento de parte da renda das famílias para consumo.

O executivo citou como exemplo o dado divulgado nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrando que as vendas no varejo surpreendentemente tiveram em abril a maior alta para o mês em nove anos, com forte impulso dos setores de supermercados e vestuário destacando a trajetória irregular da recuperação da economia.

Além disso, disse Coriolano, as seguradoras têm mostrado uma postura ainda mais conservadora, preferindo assumir menos riscos para manter a sinistralidade em níveis controlados. “O mercado está cada vez mais conservador”, disse ele.

De fato, a sinistralidade, o volume de indenizações pagas pelas seguradoras no quadrimestre foi de 45,9 por cento, queda de 4,1 pontos percentuais com relação a igual período de 2016.

Ao mesmo tempo, as seguradoras mostraram manutenção do controle das despesas administrativas, que ficaram estáveis na comparação com os primeiros quatro meses de 2016, enquanto as despesas de vendas subiram 0,7 ponto percentual.

Para Coriolano, esse movimento pode refletir, entre outros fatores, um esforço das empresas para tentar compensar as receitas menores com aplicação em títulos públicos, devido ao ciclo de queda da Selic.

Associação beneficente da Allianz cuidou de 302 crianças, 210 adolescentes e 60 adultos

Release

Em 2016, a Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz (ABA) ofereceu atividades socioeducativas a mais de 570 pessoas em condições de vulnerabilidade social da Comunidade Santa Rita, zona Leste de São Paulo

São Paulo, 13 de junho de 2017 – A Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz Seguros (ABA) divulga nesta terça-feira, 13 de junho, o seu relatório de 2016. A entidade, fundada em 1994, ofereceu ao longo do ano passado educação, educação-arte e educação socioemocional a 302 crianças, 210 adolescentes e 60 adultos por meio de três núcleos de atendimento, nove educadores multidisciplinares e em período oposto ao escolar.

“Entendemos que a oferta de oportunidades no campo educacional e da valorização da cultura não é um privilégio, mas sim um direito à cidadania. A ABA, portanto, promove mais que conhecimentos; promove cidadania e inclusão”, afirma Rose Oliveira, diretora de Projetos Sociais da ABA.

Tendo como diretriz pedagógica o processo conjunto de construção do conhecimento, o trabalho da associação é baseado em duas linhas, a “pedagogia de projetos” e o “programa de desenvolvimento socioemocional”. Enquanto o primeiro emprega a capacidade da criança e/ou adolescente de selecionar informações significativas, tomar decisões, trabalhar em grupo e gerenciar confronto de ideias para atingir um propósito, o segundo sistema utiliza técnicas de reconhecimento das emoções e as formas como esses sentimentos influenciam os atos.

“Na escola, a gente aprende português, ciências e matemática. Aqui [na ABA], a gente aprende o respeito às outras pessoas. A ABA representa o meu futuro”, diz Issac Ferreira, de 10 anos e cinco anos que frequenta a associação.

Com a missão de gerar oportunidade de crescimento pessoal e social por meio de ações socioeducativas e, assim, transformar os potenciais em competências, a associação mantém o “Núcleo Infantil de Expressão Artística Vida Nova” (4 a 6 anos); “Núcleo de Convivência Socioeducativo Vida Nova” (6 a 15 anos e adultos até a terceira idade); e “Núcleo de Inovação Digital Vida Nova” (15 a 18 anos).

Estudo de Harvard patrocinado pela XL Catlin traz novos insights sobre como fazer a transformação digital funcionar

Fonte: XL

De acordo com o estudo Operacionalização da Transformação Digital: Novos Insights para Fazer a Transformação Digital Funcionar, desenvolvido pelo Harvard Business Review Analytics Services (HBR-AS) e patrocinado pela XL Catlin, 43% das empresas pesquisadas estão conseguindo resultados positivos de seus investimentos em transformação digital, especialmente aquelas que usam a tecnologia digital em todos os níveis das operações, desde as cadeias de suprimentos e redes de distribuição até as atividades de Compliance e Analytics. Esses líderes da transformação digital, no entanto, contrastam fortemente com muitas outras organizações para as quais a transformação digital ainda é um desafio.

O relatório fornece informações sobre o estado da transformação digital em todo o mundo, mostrando o que diferencia os líderes da transformação digital e analisando os novos riscos que essas empresas enfrentam, incluindo aqueles associados a novas tecnologias e o risco de interrupção por concorrentes que estão mais adiantados na curva digital.

As principais conclusões incluem:

• Enquanto uma minoria de empresas – 43% – estão conseguindo resultados positivos de seus investimentos em transformação digital (líderes), eles contrastam fortemente com aqueles que alcançam apenas benefícios modestos (seguidores) ou insignificantes (retardatários).
• Os líderes superam consideravelmente os outros dois grupos no desempenho de negócio, com 73% relatando maiores receitas, contra 20% dos seguidores e 12% dos retardatários.
• Entre os líderes da Transformação Digital, 68% relatam melhoras na rentabilidade, contra 25% dos seguidores e 14% dos retardatários.
• Quase 40% dos entrevistados dizem que seu negócio principal está em risco de interrupção digital de outras empresas que podem estar mais avançadas no caminho da digitalização ou serem mais rápidas na reação.
• Quase 50% dizem que estarão, pelo menos, atrasados ​​em relação a seus concorrentes se eles não conseguirem fazer um melhor trabalho de interconexão digital das várias partes de seus negócios.
• Mais de 80% das empresas dizem que o maior risco associado à digitalização é não abraçar esta mudança.
• Os sistemas legados, operações fragmentadas / sistemas de informação e restrições orçamentárias são os três principais desafios que as organizações enfrentam ao alavancar recursos digitais para melhorar as operações.

Greg Hendrick, Presidente de Property & Casualty da XL Catlin comentou: “Como re / seguradora, é imperativo que entendamos como o uso das tecnologias digitais está transformando a forma pela qual nossos clientes em todas as áreas funcionam e os riscos que enfrentam. Estudos como este nos ajudarão a obter informações e olhar para a frente, para que possamos ajudar nossos clientes a enfrentar esses riscos para alcançar todos os benefícios da transformação digital ao longo de toda a operação”.

Alex Clemente, diretor-gerente da HBR-AS, ​​observou: “De certa forma, é lógico que muitas organizações tenham começado sua transformação digital pelos pontos de atendimento ao cliente, sendo impulsionados pela demanda do consumidor. No entanto, as organizações líderes sabem que as funções do back office (por exemplo, operações gerais, cadeia de suprimentos e distribuição) são igualmente fundamentais para a operação da transformação digital “.

O estudo HBR-AS pesquisou 335 entrevistados em uma grande variedade de setores em todo o mundo e o relatório inclui comentários de especialistas em transformação digital, bem como informações de outras pesquisas publicadas. Os entrevistados representam as regiões nas seguintes percentagens: América do Norte: 31%; Ásia-Pacífico: 27%; Europa: 23%; América do Sul: 9%; África 7%; e outras regiões 2%. Como resultado, o estudo oferece uma visão global do estado da transformação digital, que o setor de seguros e resseguros deve auxiliar na ampla gama de negócios que ele apoia.

Para ler o estudo completo em inglês visite http://xlcatlin.com/~/media/FFF/PDFs/HBR_XL Catlin Report_DigitalTransformation_2017.pdf

Fabio Basilone assume como CEO de Wholesale para a AL da SOM.US

Release

A SOM.US Holding International, empresa do setor de seguros e resseguros para a América Latina, informa que o executivo Fabio Basilone assumiu o cargo de CEO da área de Wholesale (Assessoria de Seguro) para a América Latina.

Com escritórios localizados no Brasil, Equador, México e Uruguai, a nova estrutura da holding SOM.US está organizada em quatro unidades de negócios transversais, sendo três relacionadas a Resseguros – Non-marine, Marine e Benefícios – e uma a Assessoria em Seguros (Wholesale). Cada uma delas liderada por um CEO regional, que terá a função de definir as bases estratégicas da Companhia.

Fabio Basilone informa que sua missão será consolidar a área de Wholesale no mercado brasileiro e, numa segunda etapa, expandir a operação para os demais países da América Latina que a SOM.US está presente.

O CEO observa que a Assessoria de Seguros já está estruturada no Brasil com escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Distrito Federal e conta com uma equipe formada por mais de 100 colaboradores especialistas no assunto. Segundo ele, essa experiência é fruto do resultado de anos de pesquisas e análises sobre os canais de distribuição de seguros e tem por objetivo contribuir para a melhoria no relacionamento entre profissionais e empresas do setor.

“O modelo visa ajudar os corretores a terem acesso às melhores soluções de seguros disponíveis no mercado, além de auxiliar as seguradoras a distribuírem os seus produtos”, ressalta Fabio Basilone.

De acordo com o executivo, o principal desafio da área de Wholesale será criar uma nova cultura dentro do grupo SOM.US, que sempre teve uma atuação mais focada no mercado de resseguros. “Vamos criar uma empresa no modelo 360 com capacidade para compreender e atender todos os canais de seguros”, destaca Basilone. Segundo ele, a área de Wholesale “jamais será concorrente do corretor, que é seu cliente foco”, acrescentando que conta com o apoio de todos os CEOs das demais unidades de negócios para implantar e consolidar a SOM.US Holding Internacional da América Latina.

“Estima-se que o mercado latino americano produza cerca de US$ 4 bilhões em prêmios por meio do canal Wholesale, número que tende a crescer em função da nova dinâmica do mercado mundial”, assinala Basilone. Segundo ele, na medida em que essa unidade de negócio amplie suas operações no Brasil o número de funcionários deverá dobrar até o final de 2018.

Fabio Basilone iniciou sua carreira em 1988 na AIG Seguros e teve passagens pela Varig Linhas Aéreas, uma das maiores compradoras de seguros do Brasil na época, na qual ganhou expertise internacional. Já em 2003, o executivo criou a empresa que logo passou a representar a Cooper Gay Resseguros. Em 2017, Basilone participou ativamente na criação da SOM.US na América Latina.

Liberty apresenta novo aviso online de sinistros de automóvel

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros apresenta a reformulação do aviso online de sinistro de automóvel. O serviço, que agora tem novas funcionalidades, pode ser acessado pelos segurados, corretores e terceiros, no site institucional, Meu Espaço Cliente e Meu Espaço Corretor.

A atualização foi pensada a partir de pesquisas e testes realizados com clientes e corretores. Uma das principais novidades está na usabilidade, já que, agora, o aviso apresenta um layout mais intuitivo, textos simples e explicações detalhadas sobre as etapas do processo, facilitando a comunicação por meio de dispositivos móveis, como smartphones e tablets.

Além da navegação simplificada, os usuários poderão aproveitar serviços como a busca de oficinas por CEP ou região e a opção de carro reserva ou desconto na franquia, de acordo com o seguro contratado.

“Estamos sempre atentos às necessidades e sugestões dos clientes e corretores”, diz Etienne Gonçalves, gerente de Experiência Digital e Clientes da Liberty Seguros. “Por isso, trabalhamos constantemente para que eles tenham a melhor experiência possível com a Liberty Seguros, e tornar mais fácil e intuitivo um processo delicado como aviso de sinistros faz parte desse trabalho”, finaliza.

Declaração de Investidores adiciona importante signatários

John Liu, CIO, Zurich Brasil e Zurich Santander Seguros e Previdência: investimento responsável é parte integrante da nossa filosofia

Importantes investidores institucionais assinaram a Declaração de Investidores sobre Títulos Verdes – Brasil, uma iniciativa da Climate Bonds Initiative (CBI), Principles for Responsible Investment (PRI) e SITAWI Finanças do Bem. O documento ressalta o desejo dos signatários em ver o crescimento de um forte mercado brasileiro de títulos verdes e define ações específicas para isso, com o objetivo de promover a discussão e futura emissão desses títulos no mercado local.

Baseada na declaração global assinada por investidores na Conferência do Clima da ONU – COP21, em Paris, a declaração brasileira foi adaptada para o contexto local com o auxílio de alguns participantes do mercado, incluindo gestores de recursos, seguradoras e fundos de pensão.

A Zurich, uma das líderes globais no segmento de seguros e com experiência de 145 anos no mundo, é signatária da Declaração sobre Títulos Verdes desde 2015, com uma longa história de colaboração. Opera no Brasil desde 1984, com mais de R$ 3.5 bilhões de ativos sob gestão.

Em 2011, a Zurich firmou parceria com o Grupo Santander e nasceu a Zurich Santander, uma joint venture a partir de dois dos maiores conglomerados do mundo nos setores segurador e financeiro. Nessa operação, a Zurich adquiriu 51% das operações de seguros do Santander no Brasil, México, Chile, Argentina e Uruguai, e o Santander manteve 49% do capital da holding, em Madrid. Atualmente, a joint venture ocupa a 3ª posição do mercado nos negócios de Vida e Previdência.

A Brasilprev Seguros e Previdência S.A. é uma das maiores empresas de previdência privada do Brasil, atua exclusivamente neste mercado há 23 anos. Com uma carteira de 1,98 milhão de clientes e mais de R$200 bilhões em ativos sob gestão, a empresa é reconhecida constantemente pela excelência em produtos, serviços ao cliente, gestão e iniciativas sociais.

Paulo Valle, presidente da Brasilprev:

“É imperativo considerarmos as oportunidades e os riscos relacionados às questões ambientais, sociais e de governança no negócio da Brasilprev. Somos uma companhia focada em investimentos de longo prazo e, para cumprir nosso dever fiduciário, temos que estar muito atentos a esses temas. Além disso, ao assinar esses acordos, atuamos como agente mobilizador de mudanças, incentivando práticas positivas em nossas investidas em prol do desenvolvimento sustentável”.

John Liu, CIO, Zurich Brasil e Zurich Santander Seguros e Previdência:

“As Companhias de Seguros, como investidores de longo prazo, desempenham um papel fundamental na transição para uma economia mais sustentável. Para nós, o investimento responsável é parte integrante da nossa filosofia de investimento, promovendo aspectos positivos para o negócio, clientes e comunidades. Vemos os títulos verdes como um instrumento chave para colaborar com esta transformação”.

Gustavo Pimentel, Diretor na SITAWI Finanças do Bem:

“Os investidores institucionais brasileiros estão sinalizando que um mercado de renda fixa doméstico é crucial para suas estratégias de investimento responsável. Com a tendência de queda nas taxas de juros e os desafios climáticos cada vez mais urgente, empresas e bancos têm a oportunidade de combinar retornos financeiros e ambientais para atrair capital responsável.”

Justine Leigh-Bell, Climate Bonds Director of Market Development:

“O mercado local de títulos verdes ganhou momentum desde o lançamento da Declaração em 2016. Novos signatários como a Brasilprev, Zurich e Zurich Santander demonstram que cada vez mais os investidores institucionais estão aplicando práticas financeiras sustentáveis e visam impulsionar o crescimento da economia verde brasileira”.

Fiona Reynolds, Managing Director, Principles for Responsible Investment (PRI):

“O apoio de líderes de mercado demonstra o forte momentum dos títulos verdes no Brasil. O compromisso do governo brasileiro de reduzir as emissões e apoiar iniciativas sustentáveis continuará a criar novas oportunidades de negócios e investimentos”.

Luis Ricardo Souza de Almeida assume como COO da AIG

A AIG Brasil, subsidiária da American International Group, Inc. (AIG), uma das organizações líderes no mercado securitário internacional, anuncia Luis Ricardo Souza de Almeida como novo Chief Operating Officer (COO). O executivo assume a gestão dos times de Operações, TI, Administração, Resseguros, Collections, ERM e Compliance, reforçando a atuação da companhia no país.

Almeida conta com mais de 30 anos de experiência no mercado segurador, tendo passagens por grandes companhias multinacionais. Ao longo da carreira, ocupou entre outras áreas funcionais, posições de liderança em TI, e Operações. É graduado em Processamento de Dados pela PUC-RJ, com especialização em Six Sigma (Black Belt).

“A chegada do Luis Ricardo, com sua experiência e conhecimento do setor, reforça o compromisso da AIG em oferecer serviços de excelência para nossos corretores e clientes, fortalecendo, assim, nossa presença no mercado brasileiro”, comenta Paride Della Rosa, CEO da AIG Brasil.

Agência Estado: José Carlos Cardoso reassumirá presidência do IRB

Fonte: Agência Estado

O vice-presidente do IRB Brasil Re, José Carlos Cardoso, reassumirá o comando do ressegurador, no lugar de Tarcísio Godoy, que após um ano na presidência não foi reconduzido ao cargo. Cardoso chegou a comandar o ressegurador por quase um ano, mas foi tirado do cargo para que Tarcísio, vindo da Secretaria Executiva da Fazenda, assumisse o posto. Agora, o executivo, no ressegurador desde agosto de 2014, volta à presidência do IRB.

Na troca, pesou o conceito que seu nome tem no mercado. Até mesmo porque, ele passa a ser o responsável pela abertura de capital do IRB Brasil Re, prevista para ocorrer, caso abra uma janela de oportunidade, antes das férias do Hemisfério Norte. Cardoso tem passagens pela Scor Brasil, Munich Re, Odebrecht Corretora, Aon e Unibanco. É a terceira troca de presidente do IRB em menos de dois anos. É a terceira troca de presidente do IRB em menos de dois anos. Godoy deixou o ressegurador na última sexta-feira (09).