Sinistralidade na Saúde Suplementar

A equipe da Capitolio Consulting acaba de concluir o inédito Estudo sobre a Sinistralidade na Saúde Suplementar. As conclusões a que chegou o Estudo são alarmantes e a sinistralidade se tornou um dos fatores intensos, que podem minar o já cambaleante sistema de Saúde Suplementar no Brasil.

O estudo com histórico a partir de 2002, faz um comparativo dos últimos dois anos entre 820 empresas ativas do setor, classificando de forma consolidada, por porte e por modalidade.

Interessados devem se dirigir através do e-mail capitolio@capitolio.com.br

Reforma Trabalhista prevê utilização de Seguro Garantia Judicial para depósitos recursais

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Neste sábado, 11 de novembro, entra em vigor a reforma trabalhista (Lei nº 13.467, de 13 de julho de 2017), que modifica a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), trazendo novidades sobre a aceitação do Seguro Garantia Judicial em processos trabalhistas. O seguro passa a ser expressamente previsto nos artigos 882 e 899 da CLT, pacificando a aceitação da modalidade na esfera judicial.

“Desde 2007 o Seguro Garantia Judicial é utilizado na esfera trabalhista devido à aplicação de maneira subsidiária do Código de Processo Civil”, diz Daniela Durán, gerente de Produtos Financeiros da consultoria e corretora de seguros Aon. “A nova lei reafirma a validade e utilização do instrumento, sendo mais um marco legal na trajetória do seguro garantia judicial”, afirma.

A grande novidade da lei refere-se à possibilidade de utilização do seguro como garantia em depósitos recursais. Antes, ao entrar com um recurso depois de uma decisão desfavorável, as empresas precisavam fazer depósitos em dinheiro para garantir a admissibilidade do pedido perante os tribunais. Os custos desses depósitos são fixos, tabelados pelo próprio Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Atualmente, os custos desses depósitos são tabelados pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), fixados em R$ 9.189 para a interposição de recurso ordinário, e em R$ 18.378 para recursos direcionados aos tribunais superiores. Em muitos casos, é necessário realizar múltiplos depósitos em uma única ação. “Se a empresa quiser entrar com recurso diante de uma decisão desfavorável, ela precisa fazer o depósito, que permanecerá vigente pelo tempo que perdurar a discussão judicial”, explica Daniela Durán.

“As empresas despendem milhões de reais para terem suas decisões judiciais revisadas pelos tribunais. Apesar do valor parecer pequeno, o impacto de sua somatória no médio e longo prazo pode ser devastador financeiramente.”, diz a executiva da Aon. Portanto, o Seguro Garantia Judicial vai simplificar, agilizar e principalmente desonerar os depósitos recursais que tem que ser oferecidos pelas empresas. Atualmente, as apólices são emitidas de forma eletrônica, em até 48 horas.

Dessa forma, a seguradora oferece ao tribunal a garantia de que o valor do depósito recursal será integralizado na condenação. “Se ela não cumprir a determinação judicial, a seguradora é acionada para efetuar o pagamento”, detalha Daniela.

Com as novas regras previstas na reforma trabalhista, a Aon estuda melhorias na oferta do Seguro Garantia Judicial em depósitos recursais para os seus clientes.

Sobre a Aon:

A Aon Plc (NYSE: AON) é uma empresa global líder de serviços profissionais, que oferece ampla gama de soluções em riscos, benefícios e saúde. Nossos 50 mil colegas em 120 países potencializam resultados para clientes utilizando dados e análises proprietários para fornecer perspectivas inovadoras, que reduzam a volatilidade e melhorem o desempenho.

No Brasil, temos mais de 2 mil colaboradores localizados em nove escritórios nas principais cidades do país.

Sinistros aeronáuticos reúnem seguradoras e resseguradores no Rio de Janeiro

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A JLT Resseguros recebeu, no dia 8 de novembro, no Rio de Janeiro, seguradoras, resseguradores, reguladores da indústria da aviação e um investigador de acidentes aéreos para compartilhar conhecimento e trocar experiência em relação a sinistros aeronáuticos.

Fernando Selestrino e Fernando Domingues, reguladores na McLarens Aviation Brasil, traçaram um panorama sobre o papel do regulador e apresentaram os aspectos e processos de um sinistro, desde pequenos incidentes, passando pelas ocorrências de grande porte, até os detalhes contemplados no relatório final que abrange todas as informações referentes ao sinistro.

A dupla elencou ainda os tipos de danos mais comuns na operação de aeroportos, como por exemplo, a ingestão de objetos, a colisão de pássaros e a saída de pista. As dificuldades criadas por questões políticas, barreiras culturais e influências locais que precisam ser enfrentadas durante a investigação de um acidente ou incidente também foram lembrados.

“Foi uma ótima oportunidade para transmitir o conhecimento do processo”, ressaltou Selestrino. Para ele, algumas situações no momento do sinistro podem ser evitadas com informação. “Em sete anos é a primeira vez que participo de um encontro promovido por uma corretora.”

Para o diretor da McLarens Aviation Brasil, Fernando Rodrigues, o mercado segurador deveria realizar mais seminários e workshops como forma de divulgar e atualizar os profissionais sobre todas as questões envolvidas em um sinistro.

Disseminação da informação foi como o Brigadeiro Carlos Alberto da Conceição, investigador master de acidentes aeronáuticos, pontuou toda a sua apresentação. Na avaliação do especialista, a prevenção de acidentes aéreos passa pelo conhecimento, atualização e treinamento constante de todos os que trabalham no setor aeronáutico. “Seriam poupadas mais vidas e as empresas otimizariam seus recursos financeiros”, afirma. De acordo com a National Business Aviation Association o prejuízo estimado com gasto por saída de pista é de US$ 900 bilhões. Com colisão de aves US$ 1, 4 bilhão.

Carlos Alberto, que também é gerente da McLarens Aviation Brasília, falou sobre as ferramentas de prevenção, a influência da cultura organizacional no risco das companhias aéreas, a importância da consciência situacional, o gerenciamento na manutenção, no handling e processos. O investigador ressalta que “é preciso elevar o estado de alerta para que a percepção do risco seja constante. É na queda da percepção que os incidentes e acidentes acontecem”.

Internet das coisas e inteligência artificial turbinam mercado de seguros

Fonte: Febraban

Matéria original no link

por Denise Bueno

FINTECHS E INSURTECHS APROXIMAM AS SEGURADORAS DOS CONSUMIDORES, UMA DEMANDA DAS EMPRESAS DO SEGMENTO; AVANÇO DA TECNOLOGIA IRÁ PERSONALIZAR CADA VEZ MAIS PRODUTOS E SERVIÇOS PARA O USUÁRIO

A internet das coisas (IoT), que promove a conexão à rede mundial de computadores de aparelhos usados na vida cotidiana, abriu um novo mundo a explorar para os executivos do setor de seguros, que já falam em “seguro das coisas” como um sonho do setor. “Coisas”, no caso, ligadas virtualmente, pela internet.

“Ter o seguro para proteger todas as coisas conectadas à vida do internauta pode se tornar realidade”, garante Tonatiuh Barradas, vice-presidente de indústrias estratégicas da SAP América Latina e Caribe.

Essa exploração vai exigir investimentos. Pesquisa recente realizada pela Strategy@ para o anuário do jornal Valor Econômico classificou as companhias do setor de seguros e operadoras de planos de saúde conforme seus investimentos em inovação e constatou que cerca de 50% dessas empresas investiam no máximo 2% da receita em tecnologia. A outra metade investia entre 2% e 4%. Os dados mostram evolução em relação à edição passada, que identificou apenas 11% com direcionamento entre 3% e 4% da própria receita para inovação.

A demora em inovar é atribuída à falta de regulamentação do setor, a cargo da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Neste ano, a autarquia tem se mostrado sensível ao tema das insurtechs (termo que significa a tecnologia em seguros), e acompanha de perto os passos do Banco Central, que já começou a discutir normas para regular as fintechs. “Em janeiro deste ano, a Susep criou a comissão Especial de Seguros, no qual um dos assuntos em pauta inclui transações eletrônicas e a criação de produtos e serviços que atendam plenamente o desejo dos consumidores”, disse Joaquim Mendanha, titular da Susep.

A notícia vem ao encontro da demanda das seguradoras. “As fintechs e insurtechs aproximam o mercado segurador dos consumidores, principalmente os mais jovens”, disse Alexandre Leal, diretor e representante da Confederação das Seguradoras (CNseg), ao falar do assunto no Ciab FEBRABAN deste ano. A tecnologia aproxima as empresas dos clientes, mas o consumidor não deve dispensar os corretores, acrescenta o presidente da CNSeg, Márcio Coriolano. “O consumidor sempre precisará da figura do corretor para traduzir o produto, no que diz respeito às suas necessidades e à sua capacidade de pagamento, além da ajuda na escolha entre as variedades que existem no mercado.”

Hoje os corretores de seguros são responsáveis por 85% dos R$ 240 bilhões do faturamento das seguradoras. Com o avanço da tecnologia, o volume de produtos e serviços, bem como a abrangência das ofertas serão maiores. Com tantas opções, ter um especialista para separar o joio do trigo é primordial.

“O corretor ganhou um aliado: a tecnologia”, afirma Armando Vergílio, presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros (Fenacor), que lidera boa parte dos 100 mil profissionais de vendas do setor. Com esse apoio, deve avançar de forma acelerada a decisão de investir em tecnologias comoanalitycs e internet das coisas no setor.

Capaz de aproximar o setor dos consumidores, a inteligência artificial (IA) é o primeiro dos 10 itens apontados entre os principais interesses de investimento das empresas de seguros em matéria de inovação, no Estudo Global de Tendências na Indústria de Seguros Capgemini, afirma Carlos Eduardo Mazon, Diretor de Operações da subsidiária brasileira. “O uso da IoT, uma das vertentes da IA, pelas seguradoras possibilita o uso de programas de manutenção preditiva, prestação de serviços agregados, prevenção de acidentes, recuperação de veículos roubados, compreensão de riscos de condução do veículo, entre outros”, explica ele. “Isso alimenta uma série de processos dentro da seguradora que se refletem em menores custos e melhores preços aos condutores que oferecem menos riscos.”

Os consultores trouxeram ao Ciab FEBRABAN, neste ano, inovações já testadas em outras partes do mundo. No Brasil, boa parte das novidades diz respeito ao atendimento aos segurados nos diversos canais de comunicação. “São tantos aplicativos que nem consegui mensurar para citar neste meu discurso”, comentou Gustavo Fosse, diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da FEBRABAN.

Segundo Cristiano Barbieri, diretor de investimentos da SulAmérica, as empresas têm investido em pequenos projetos, para personalizar produtos e serviços à medida que a interação com os clientes traz aprendizado ao setor.

A Liberty Seguros, por exemplo, foi a primeira a pôr em prática a telemetria a favor dos segurados, ao investir R$ 1 milhão no programa Direção em Conta, nos últimos três anos. A última versão do programa dispensa instalação de qualquer dispositivo no veículo e funciona com dados capturados por meio do smartphone do usuário. ”O desconto para o cliente pode chegar até 30%”, informa José Mello, superintendente de pesquisa e inovação.

A inteligência artificial tem sido usada para identificar novos padrões de riscos, para calcular prêmios mais ajustados a cada cliente individual e na automação de processos _ a intenção é melhorar a qualidade da experiência dos usuários e eliminar ineficiências na interação por meio de robotização.

Segundo Marcelo Blay, CEO da Minuto Seguro, startup que já recebeu aporte milionário de fundo Redpoint, seria possível ter uma grande redução de custo operacional, tanto do lado das seguradoras como das corretoras, se as seguradoras conseguissem integrar os sistemas de apoio à venda _ como vistoria prévia, transmissão e emissão _ e de pós-venda, como endosso, sinistro e resolução de pendências.

“Essa economia poderia ser revertida para preço, transferindo o benefício para os consumidores, permitindo que mais clientes tenham recursos para comprar o produto, ampliando ainda mais o mercado e favorecendo ganhos de escala”, comenta Blay.

Durante os dois dias de debates, no Ciab FEBRABAN 2017, as cinco palestras dedicadas ao setor de seguros sinalizaram que o mercado deste segmento precisa mudar rápido. Apesar de movimentar vendas mundiais de US$ 4,6 trilhões, boa parte dos produtos são ultrapassados e carregados de burocracia. Segundo os especialistas, as vendas se sustentam porque os riscos assustam as pessoas em tempos de economia combalida e instabilidade política.

Pesquisas revelam que boa parte dos clientes desse mercado acha o seguro um mal necessário. O setor quer fazer com que ele seja visto como um bem necessário, a partir de exemplos como o da insurtech nova-iorquina Limonade, que pediu ingresso no Guiness Book de Recordes por ter pago a um cliente em três minutos após o comunicado de roubo. Entre centenas de estudos sobre o tema insurtech lançados em 2017, uma análise da CB Insights e Oliver Wyman revela que os investimentos eminsurtechs, iniciados em 2011, totalizaram US$ 3,9 bilhões em 2016 e superarão US$ 6 bilhões em 2020. Há especialistas que acham esse projeção tímida.

“Nós mesmos somos responsáveis pelo avanço de aplicativos como Uber, Netflix, Waze, Airbnb entre tantos outros; isso mostra que a inovação chegará rápido no nosso mercado e temos de nos aliar se quisermos crescer protegendo nossos clientes que querem mobilidade, preço e garantias sob medida”, disse Alexandre Camillo, presidente do Sindicato dos Corretores de São Paulo, para uma plateia com mais de 1,2 mil corretores _ que, até o final de 2016, ameaçavam deixar de vender produtos de seguradoras ligadas a plataformas digitais de startups, presentes no mercado desde 2014.

“Ninguém quer pagar mais do que consome por qualquer produto e serviço”, provoca André Gregori, CEO da thinkseg, uma das insurtechs que aposta, no Brasil, em ofertas via mobile, aproveitando o avanço deste canal de atendimento. As operações com aplicativos de bancos em celular já representam 34% das transações bancárias em 2016, um aumento de 14 pontos percentuais em relação ao ano anterior, segundo a Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária, realizada pela Deloitte. O seguro de carro já disponível na plataforma Thinkseg oferece até 40% de desconto, em comparação com o produto tradicional.

“Atualmente são 27 insurtechs no Brasil, segundo mapeamento do Radar Fintech. Em 2015 eram apenas sete”, contabiliza Gustavo Zobaran, gerente de experiência de marca da Youse, plataforma digital lançada há três anos pela Caixa Seguradora. “Não tenho dúvidas que, para 2018, este número, no mínimo, dobre; o mundo digital veio para dar poder de escolha e o consumidor se mostra aberto à novidades de venda de seguros da Caixa Seguradora.

O mundo “Seguro das Coisas (conectadas)” só existirá se o consumidor quiser. E para ele querer é preciso ofertar preço acessível, estar em todos os lugares, dentro do conceito omni-channel, com atendimento disponível 24 horas por dia 7 dias por semana”, resume Barradas, da SAP.

Generali e Affinion selam parceria para ofertar solução de proteção digital para seguros massificados

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A Generali Brasil Seguros anuncia nova parceria com a unidade de Negócios de Customer Engagement Solutions da Affinion. A seguradora será a primeira no mercado brasileiro a fornecer gratuitamente aos seus clientes de seguros massificados a solução de monitoramento de dados digitais conhecida como ProtegeWeb.

O recurso é um modo de proteger os dados dos usuários na internet e conscientizar os consumidores a manterem-se preservados, minimizando o risco de fraudes e exposição indevida de suas informações pessoais.

“A Generali tem um grande orgulho de ser a primeira seguradora no Brasil a oferecer aos seus clientes, sem custo adicional, o monitoramento de dados digitais. Essa parceria com a Affinion só ratifica o nosso compromisso em prestar os melhores serviços para ser, a cada dia, mais essencial na vida de quem utiliza os nossos serviços. Sabemos que cada vez mais é necessário disponibilizar informações pessoais na internet e muitas vezes isso é feito de uma forma não segura, por isso, oferecer essa proteção digital é motivo de orgulho para nós”, afirma Claudia Papa, Head of Mass Channels Américas da Generali.

Após a compra de um dos seguros mencionados, o cliente deve ativar a conta através de um link, enviado por e-mail ou mensagem de texto, que leva ao site do ProtegeWeb. Em seguida, o consumidor deve incluir os dados que deseja controlar, como documentos, cartão de crédito, endereço, conta corrente,etc. A partir desse momento, o monitoramento é iniciado. Em caso de qualquer identificação de risco, um alerta do serviço é enviado com informações sobre o site onde seus dados foram encontrados e as possíveis implicações, permitindo ação imediata para prevenir que não sejam utilizados indevidamente. O suporte ao cliente estará disponível 24 horas por dia.

“Esta parceria é um marco para o setor de seguros no Brasil, especialmente ao se tratar de segurança online. A Generali acredita na importância de construir um relacionamento próximo com seus clientes, que estão cada dia mais digitais. Essa parceria mostra que a Generali quer ser parte integrante da “vida digital” de seus clientes”, acrescenta Cesar Medeiros, Country Head da unidade de Customer Engagement Solutions da Affinion no Brasil. “Dito isto, concluímos que existe um alto potencial de ampliar o engajamento com a Generali, gerando assim novas oportunidades de negócios com seus produtos e serviços”.

Wiz divulga resultados fortes, mas analistas estão atentos a negociação com a Caixa

A Wiz, corretora de seguros da Caixa, divulgou lucro líquido de R$ 51 milhões no terceiro trimestre deste ano, 38% acima do resultado obtido em mesmo período do ano anterior. Segundo o balanço, disponível no portal do grupo, o crescimento foi impulsionado por bons resultados da venda bancassurance, ou seja, por meio do canal bancário Caixa. Além disso, foi a primeira contribuição da Finanseg, recentemente adquirida, somando R$ 16 milhões na receita líquida no terceiro trimestre.

“Apesar dos bons resultados, as incertezas quanto às renegociações de contratos com a Caixa Econômica Federal (CEF) ainda permanecem em vigor e devem pesar sobre o nome no curto prazo”, comentam os analistas da BBI Investimentos, em relatório divulgado para clientes, mas que o blog Sonho Seguro teve acesso. Além disso, notícias recentes sobre as restrições de capital da Caixa anunciadas na mídia na semana passada, poderiam aumentar a incerteza sobre o crescimento futuro das operações bancárias e de seguros. “No entanto, mantemos a nossa classificação Outperform, pois acreditamos que a avaliação atual já incorpora a maior parte disso”, afirmam os analistas.

No relatório divulgado em outubro os analistas citam a ZIM, plataforma lançada em parceria com a Federação dos Corretores (Fenacor). Nele, os analistas do BBI avaliaram o lançamento da ZIM como sendo um movimento estratégico interessante. “Pode ser uma nova fonte de crescimento no futuro, mas ganhar escala será um grande desafio. Os lucros provavelmente não serão significativos no curto prazo, podendo aparecer somente em 18 a 24 meses”, afirma o relatório.

O relatório avalia que ao trazer inclusão digital para um mercado fragmentado, a ZIM tem como objetivo promover e incorporar a inclusão digital para pequenas empresas de corretagem. Seu alvo potencial são 109 mil corretores, “que são altamente fragmentados, não capitalizados e sem tecnologia adequada”, informa o relatório do BBI. A ZIM pretende aumentar o uso de tecnologia, redes sociais e grandes dados para melhorar o alcance desses corretores e sua qualidade de serviço. Além disso, um dos seus objetivos é reduzir a ineficiência do segmento, uma vez que atualmente 65% do tempo dos corretores são alocados para atividades, processos e trabalhos de papelaria, acrescentam os analistas.

Atrair o tráfego para a plataforma será um desafio, segundo o estudo. O principal desafio para garantir o sucesso do produto é estabelecer uma escala para a plataforma através de downloads de aplicativos. Nesse sentido, segue o analista, a ZIM deve demonstrar sua proposição de valor a diferentes jogadores neste meio ambiente: os corretores que estão mostrando alguma resistência para se juntar à plataforma – devido a preocupações com a perda de seus clientes para Wiz ou Caixa; os clientes de corretores; e as empresas de seguros que podem ver a ZIM como concorrente de seus próprios canais digitais.

“Vemos o lançamento da ZIM como positivo, pois poderia trazer uma fonte adicional de crescimento no futuro. Além disso, reforça a recente estratégia da Wiz de se posicionar como um provedor de serviços de seguros tecnológicos em vez de um corretor de seguros regular. No entanto, a empresa observou que a plataforma provavelmente não gerará lucros significativos antes de 18 a 24 meses. Além disso, acreditamos que a atenção dos investidores continuará focada nas renegociações dos contratos da Caixa Seguros, para continuar com a preferência no canal bancário do banco estatal.

Nesta semana o Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo e também do Rio de Janeiro promoveram debates sobre a Zim com o objetivo de esclarecer questões polêmicas entre os profissionais da categoria, entre elas a participação da Youse entre os acionistas da Wiz. “A Caixa Seguradora, dona da Youse, não tem vínculo societário com a Wiz, é apenas um investidor: possui 25% de suas ações, o que não permite que haja nenhuma interferência em sua gestão, muito menos troca de dados entre as duas”, afirmou Everton Peixoto, da Wiz.

O presidente da Fenacor, Armando Vergilio, garantiu que Federação tomou todos os cuidados jurídicos antes de fechar a parceira para garantir a total privacidade dos dados, além de exigir uma apólice de seguro para qualquer quebra de contrato ou vazamento de dados. “Como será a vida do corretor se ele precisar baixar as plataformas de cada seguradora? Isso não simplifica sua vida, e sim o contrário. Por isso buscamos essa solução”. Ele frisou também que a utilização do Zim é opcional, portanto, o corretor pode escolher não aderir. Mas acredita que ele precisará buscar, então, alguma outra ferramenta do tipo. “Nós não vamos vencer a tecnologia, temos que nos aliar a ela”, avaliou.

BNDES prevê gastar até R$ 11,2 milhões com seguro para dirigentes

Fonte: Coluna Murilo Ramos, Revista Época

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) abriu licitação a fim de contratar seguradora para emitir apólices para conselheiros, diretores e administradores. A cobertura, de R$ 300 milhões, está relacionada a decisões tomadas por eles no exercício do cargo. O banco prevê gastar até R$ 11,2 milhões com a contratação, que terá vigência de 12 meses.

Na cobertura, que está prevista também para dirigentes lotados no exterior, estão inclusos custos com a contratação de advogados, pagamento de indenizações e despesas com condenações e acordos judiciais. Não está prevista, entretanto, a cobertura de despesas para defendê-los de acusações envolvendo pagamento de propina e crimes contra a administração pública.

Minuto Seguros é eleita uma das empresas mais disruptivas do Brasil

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Uma das principais corretoras do País e líder no segmento de seguros online, a Minuto Seguros agora também é a quinta empresa mais disruptiva do Brasil. Ou seja, a companhia está entre aquelas que vão mudar a lógica do mercado – e isso pode estar relacionado tanto à tecnologia quanto ao modelo de negócio.

Esse marco, mais do que relevante para a história da empresa, tem como base o estudo produzido pela revista Consumidor Moderno, chamado MVP (Mais Valor Produzido). A Minuto Seguros ficou atrás apenas de Netflix, 99Taxi, Adama e Reserva. E à frente de outras como Nubank, Movile, Dr. Consulta, Bullguer e Banco Neon, dentre outras.

“Sentimo-nos honrados pelo reconhecimento entre companhias gigantes como essas. A Minuto está constantemente em busca do novo, mas o foco no cliente e o atendimento humanizado continuam sendo fatores fundamentais para o nosso sucesso” , diz o CEO da Minuto Seguros, Marcelo Blay.

O estudo do MVP é desenvolvido pela DOM Strategy Partners em parceria com o Grupo Padrão e identifica quais empresas mais apresentam capacidade de proteger e gerar valor em um horizonte de 18 meses (os últimos 12 e os próximos seis). Neste ano, além de produzir o ranking tradicional MVP, separado por áreas e segmentos, a revista destacou também as empresas disruptivas que mais geram e protegem valor para os stakeholders.

Na opinião da Consumidor Moderno, as empresas disruptivas são aquelas que vão mudar a lógica do mercado – e isso pode estar relacionado tanto à tecnologia quanto ao modelo de negócio implementado. A Minuto Seguros, neste caso, entra como uma corretora que faz venda de seguros online, mas oferece um atendimento humano, que faz parte do processo, além de oferecer uma variedade enorme de seguradoras que incluem os principais players do mercado.

Cenário aponta crescente procura por seguro contra ameaças cibernéticas

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Impulsionada pela ocorrência de diversos eventos envolvendo diferentes segmentos da economia em 2017, a procura por seguro contra ameaças cibernéticas passa por um momento de crescimento. A informação foi apresentada por executivos da Zurich, seguradora global com mais de 78 anos de atuação no mercado brasileiro, durante o debate “Inovação, Seguros Cibernéticos e as Soluções de Conflitos nos Novos Tempos da oferta virtual dos seguros”, promovido pela AIDA – Associação Internacional de Direito do Seguro, no último dia 26, em São Paulo.

Os executivos Hellen Fernandes, especialista em Riscos Cibernéticos; Tiago Santana, engenheiro de Riscos especializado em Riscos Cibernéticos; e Roberto E. Hernandez Martinez, Chef Claims Officer Brasil and Large & Complex Claims Manager Latin America participaram do painel “Seguros Cibernéticos – O que há e o que esperar” e traçaram um panorama deste segmento.

Segundo os especialistas, o Brasil é um dos países mais vulneráveis a ataques cibernéticos e 80% destes problemas poderiam ser prevenidos por meio de simples ações. Uma dica dos executivos é adotar boas práticas para governança de riscos cibernéticos.

Na última edição do Fórum Econômico Mundial, em Davos, a Zurich colaborou para a elaboração de um documento com uma relação destas boas práticas a serem adotadas pelas empresas, que incluem: Empoderar-se de assuntos de Segurança Cibernética; Liderar os assuntos de Segurança Cibernética; Definir Responsável (CISO, CIO, CSP); Garantir as práticas de Segurança Cibernética no dia a dia da operação; Definir a tolerância ao Risco; Gerenciar e assegurar a qualidade do Risk Assesement da organização; Definir planos de DRP e IRP; Gerenciar o risco na cadeia de suprimentos; Auditoria independente e PCI (Payment Card Industry); Assegurar a efetividade e a revisão constante dos planos apresentados.

Os executivos ainda explicam que o risco cibernético é uma preocupação crescente para as empresas e seu custo potencial aumenta devido à conectividade das empresas e profissionalização dos hackers. Além de gerenciar as consequências de violação de dados, as empresas também precisam considerar danos possíveis que envolvem: reputação, propriedade intelectual, propriedade de dados e perda financeira.

Com isso, o cenário atual do segmento apresenta uma crescente procura por informações de coberturas, gerada pela preocupação com a proteção de dados pela alta gestão das empresas. Segundo os executivos, está ocorrendo um despertar positivo da sociedade pela conscientização do risco cibernético, uma maior discussão na imprensa sobre o assunto e uma especialização do mercado de seguros como um todo.

Para o futuro, a perspectiva é que haja uma conscientização maior ainda do risco pelas empresas e sociedade em função da evolução da legislação de proteção de dados e privacidade e, com o aumento dessa conscientização, sobre o produto, será natural o aumento da contratação de apólices.

Proteção digital – No início do ano, a Zurich passou a comercializar no Brasil um seguro que protege as empresas contra riscos e ameaças cibernéticas. O Zurich Proteção Digital oferece proteção financeira à empresa em casos de responsabilidade civil decorrente de ameaças cibernéticas ou atos de violação de segurança ou de privacidade, incluindo proteção em casos de investigações formais e inquéritos. A cobertura é ampla e inclui desde a ameaça de inclusão de vírus, interrupção do sistema, divulgação de informações confidenciais (pessoais ou corporativas) até os erros e omissões da empresa por divulgação não autorizada de informações pessoais sob sua custódia e de seus provedores de serviço.

Novembro Azul: mês de conscientização para o câncer de próstata

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Novembro é o mês dedicado à prevenção do câncer de próstata. De acordo com as estimativas do INCA – Instituto Nacional do Câncer -, são 69 mil novos casos diagnosticados ao ano, ou seja, cerca de 7,8 novos casos a cada hora. Segundo o Dr. Bruno Vargas, do Grupo CON, o risco para desenvolvimento de câncer de próstata vai aumentando com a idade, especificamente, homens mais velhos, a partir dos 50 anos, possuem risco maior. Aqueles com histórico de parentes de primeiro grau, que tiveram câncer de próstata, também reúnem fatores de risco maiores que os demais.

Para o Dr. Bruno Vargas, o diagnóstico precoce é essencial para o tratamento curativo; “é muito importante ressaltar a importância do diagnóstico precoce, e, para isso, é necessário realizar periodicamente os exames de PSA e toque retal com o urologista. Homens a partir dos 45 anos já devem iniciar esse acompanhamento, pois a próstata se desgasta naturalmente ao longo dos anos. Os principais, mas não os únicos sintomas, incluem dificuldade para urinar, jato de urina fraco, dor ao urinar, vontade de urinar com mais frequência, porém, conseguindo urinar pequenos volumes de cada vez, disfunção erétil, sangue na urina ou no líquido seminal.”

O câncer de próstata é considerado o segundo mais comum na população masculina em todo o mundo. O tratamento desta doença é avaliado de acordo com cada caso, mas, dentre as principais opções, além da cirurgia, existem a radioterapia, medicamentos que reduzem os níveis de testosterona no organismo e a quimioterapia, em casos mais avançados.

“Infelizmente, ainda há muita resistência por parte dos homens para realizar o exame do toque, por isso, é muito importante um trabalho de conscientização e desmistificação do mesmo, mostrando o quanto é importante o diagnóstico precoce para o sucesso do tratamento; ” explica Dr. Bruno. Com o aumento da expectativa de vida mundial, é esperado que o número de casos novos de câncer de próstata no país aumente cerca de 60%, segundo estudo realizado em 2016 pelo INCA.

A seguradora Mongeral Aegon orienta no sentido de realizar uma proteção financeira, através do seguro para doenças graves, do qual faz parte o diagnóstico de câncer da próstata. Segundo dados da companhia, entre julho de 2016 e julho de 2017, houve um aumento de 64% na procura por esse tipo de seguro. “Esse cenário nos mostra a preocupação de se estar preparado para situações inesperadas e que é preciso ter um ‘plano B’ para um bom planejamento financeiro”, diz Patrícia Costa , gerente de Produtos e Inteligência de Mercado da Mongeral Aegon.