Sincor-RJ realiza palestra sobre a Youse

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Acontece amanhã, dia 19/07, das 9 às 12h, mais um debate no Auditório da entidade com o tema “O que podemos aprender com a Youse?”. Quem vai intermediar o diálogo com os participantes será o Professor da Escola Nacional de Seguros e Sócio da Shelter Corretora de Seguros, Arley Boullosa. O Diretor de Ensino e Tecnologia convoca a categoria para discutir sobre o assunto que ainda gera polêmica no mercado de seguros. Durante a apresentação, um dos pontos a serem comentados será a promessa em relação à devolução de 50% do prêmio pago, em troca de indicação de amigos.

Boullosa explica que existem diversos caminhos para argumentar com o segurado sobre a Youse e não perder a venda. “Meu objetivo é desmistificar a YOUSE. Eles tem muito dinheiro, mas isso não é tudo. Irei mostrar como a startup foi criada e como funciona, as fragilidades de seu principal produto que é o automóvel e como podemos oferecer alternativas para o cliente para enfrentarmos essa concorrência. E vale lembrar também o que podemos aprender com o seu modelo de negócio. A verdade é que nós, corretores, adoramos uma desculpa para ficarmos nos lamentando e parados no mesmo lugar. Foram os bancos, as corretoras online e agora a bola da vez é a Youse. Quero mostrar que mesmo com pouco investimento, podemos ser muito melhores que somos e que não precisamos ter tanta preocupação, mesmo com a Youse gastando milhões de reais por mês. Os corretores são e sempre serão o principal canal de distribuição de seguros. É assim no mundo inteiro e mesmo em mercados maduros.”, alerta.

Formado em Engenharia Mecânica pela Universidade Gama Filho, Arley Boullosa é Professor da Escola Nacional de Seguros por mais de 20 anos. Iniciou sua carreira na Bradesco Seguros, fazendo subscrição de grandes riscos onde ficou por oito anos. Em seguida, se tornou sócio de uma franquia da Unibanco AIG (PAC Copabcabana) e com livre atuação em Niterói. O Executivo Comercial também teve uma franquia da Allianz Seguros, onde atendia 1.200 corretores. Atualmente, é sócio da Shelter Corretora de Seguros e criou a Kuantta Consultoria.

Para se inscrever, é só entrar em contato com o Sincor-RJ através do telefone (21) 3505-5900 ou através do site www.sincor-rj.org.br. Para os corretores associados à participação é gratuita. Já para os não-sócios, a inscrição custa R$ 20,00 por pessoa.

Rádio CNseg: Mercado segurador precisa pensar ´fora da caixa`para atender cada vez melhor, diz Marcio Coriolano

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Pensar “fora da caixa”, isto é, fora dos padrões convencionais, é uma necessidade para o mercado segurador brasileiro. A opinião foi dada pelo presidente da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, no programa “Fala Presidente” desta segunda-feira. Para ele, com o consumidor cada vez mais empoderado e exigente, as seguradoras têm que atender a essa expectativa com melhores serviços, não só com bons produtos. Segundo Coriolano, é importante adotar “processos mais amigáveis para o consumidor, mais velocidade para atendê-lo, para que ele possa exercer o seu poder de escolha mais rapidamente”.

Também nesta segunda, na “Entrevista Especial”, o diretor da Terra Brasis Resseguros Rodrigo Botti fala sobre o Mapa de Catástrofes Naturais Brasileiras, elaborado pela empresa e atualizado até 2016. Botti explica que o acesso ao estudo permite às seguradoras desenvolverem novos produtos e tecnologias para os agentes econômicos e a sociedade em geral, propiciando uma proteção melhor contra sinistros provocados pela natureza. “Absorver esses riscos é um dos papéis da indústria de seguros”, afirma Botti.

Na terça-feira, no quadro “Conheça os Seguros Gerais”, o gerente-técnico do Observatório Nacional de Segurança Viária, Renato Campestrini, vai abordar os riscos de dirigir usando o celular. No mesmo dia, no quadro “Qual é a Dúvida?”, o professor da Escola Nacional de Seguros Lauro Faria esclarece dúvida de ouvinte sobre o uso do Seguro Viagem no caso de extravio de bagagem.

Na quarta, no “Entenda os Seguros de Pessoas”, o professor da Escola Nacional de Seguros Maurício Viot explica como se dá o reajuste do Seguro de Vida. No mesmo dia, o superintendente executivo do IESS (Instituto de Estudos da Saúde Suplementar), Luiz Augusto Carneiro, aborda o impacto da incorporação tecnológica na saúde suplementar.

Já nesta quinta-feira, o “Por Dentro da Saúde Suplementar” encerra a série sobre os cuidados com a saúde nas diversas fases da vida. A diretora executiva da Senior Concierge, Márcia Sena, aborda as questões relativas à terceira idade. No mesmo dia, vai ao ar o “Momento Jurídico”.

Encerrando a semana, o “Minuto da Capitalização” traz o presidente da Comissão Atuarial da FenaCap, Bernardo Ferreira Castello, que explica como funciona o sistema de cotas na capitalização. Também na sexta, no quadro “Dicas do Consultor”, o consultor da FenaCap Álvaro Modernell dá orientações sobre quando vale a pena contratar um empréstimo bancário.

Diariamente, a Rádio CNseg traz ainda boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em neste link.

Ciberataque extremo pode custar US$ 53 bilhões, revela estudo do Lloyd’s of London

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Um ciberataque de grandes proporções pode causar perdas financeiras de até USD 53 bilhões, de acordo com o cenário descrito em pesquisa recente do Lloyd’s, mercado mundial de seguros e resseguros especializado, e a Cyence, empresa líder em modelagem analítica de riscos cibernéticos.

A pesquisa revela o potencial impacto econômico de dois cenários: um hack malicioso que derruba um provedor de serviços de nuvem com perdas estimadas em até USD 53 bilhões, e uma falha de um sistema operacional crítico administrado por empresas em todo o mundo, podendo gerar perdas de USD 28,7 bilhões.

Os resultados também revelam que, apesar da demanda por seguros contra riscos cibernéticos seguir em crescimento, a maioria dessas perdas não está segurada, o que deixa um déficit de bilhões de dólares em seguros.

Inga Beale, CEO do Lloyd’s, afirma: “Esse relatório nos dá uma noção real do tamanho do estrago que um ataque cibernético poderia causar à economia global”. Assim como alguns dos piores desastres naturais, esses eventos podem causar um impacto grave em empresas e economias, desencadeando inúmeras solicitações de acionamento do seguro e aumentando drasticamente os custos do serviço. As seguradoras precisam considerar essa forma de cobertura contra riscos cibernéticos e assegurar que os cálculos dos prêmios estejam em sintonia com a realidade da ameaça no ambiente digital.

“Incluímos esses cenários para ajudar as seguradoras a obterem um melhor entendimento sobre a sua exposição ao risco cibernético, para que possam melhorar a gestão da exposição de seu portfólio e a precificação do risco, estabelecer limites adequados e expandir seus serviços, com confiança, para essa que é uma classe inovadora e de rápido crescimento”, completa a executiva.

No cenário de interrupção dos serviços de nuvem considerados no relatório, a média das perdas econômicas varia de USD 4,6 bilhões, para um evento grande, até USD 53 bilhões, para um evento de proporções extremas. Essa é a média do cenário, uma vez que devido à incerteza com relação às perdas cibernéticas agregadas, esse valor pode subir até USD 121 bilhões, ou cair para USD 15 bilhões. Enquanto isso, as perdas médias seguradas variam de USD 620 milhões, para uma perda grande, até USD 8,1 bilhões, para perda extrema.

No cenário de vulnerabilidade dos softwares de massa, as perdas médias variam de USD 9,7 bilhões, para um grande evento, até USD 28,7 bilhões, para um evento extremo. As perdas médias seguradas variam de USD 762 milhões até USD 2,1 bilhões.

Já o gap sem cobertura dos serviços de nuvem pode chegar a USD 45 bilhões – ou seja, menos de um quinto (17%) das perdas econômicas realmente possuem cobertura. A defasagem segurada por um valor inferior pode chegar a USD 26 bilhões para o cenário de vulnerabilidade em massa – o que significa que apenas 7% das perdas econômicas estão cobertas.

Trevor Maynard, responsável pela área de Inovação do Lloyd’s, disse: “As conclusões desse relatório sugerem que perdas econômicas relacionadas a ataques cibernéticos podem ser, potencialmente, tão grandes quanto aquelas causadas por grandes furacões. As seguradoras podem beneficiar-se ao pensar sobre cobertura para ataques cibernéticos nesses termos, e adquirir subsídios específicos para considerar catástrofes cibernéticas Para isso, a coleta e a qualidade dos dados são muito importantes, principalmente quando o risco cibernético está em constante mudança”.

O Lloyd’s trabalhou com a Cyence, coletando dados em nível de internet para fazer a modelagem do risco cibernético e avaliar o impacto financeiro, econômico e no setor de seguros desses cenários.

Arvind Parthasarathi, CEO da Cyence, adicionou: “A Cyence está muito feliz de trabalhar com o Lloyd’s na capacitação do setor de seguros para entender e modelar o risco cibernético. Aproveitando a exclusiva plataforma de risco cibernético da Cyence, estamos animados para ver as seguradoras oferecendo mais capacidade, trazendo produtos inovadores, com maior confiança e criando um mercado de seguros mais sólido e sustentável.”

O estudo pode ser acessado no link

Aliro Seguro inicia sua fase piloto em quatro regiões do estado de São Paulo

A Aliro Seguro, nova marca da Liberty Seguros, inicia hoje, em São José dos Campos, sua fase piloto. A partir desta data, os corretores convidados poderão cotar e emitir apólices da nova marca para novos clientes e renovações vindas da concorrência. As renovações de clientes da Liberty Seguros, que tiverem o perfil da nova marca poderão ser feitas a partir de 18 de setembro. Nas próximas semanas, o projeto estará disponível também nas cidades de Sorocaba, São Paulo e Campinas.

O objetivo dessa fase é garantir que os corretores estejam alinhados à estratégia de lançamento da nova marca. Por isso, as cidades foram escolhidas com base na proximidade com a matriz, nível de produção e variedade de emissões. Além disso, foram convidados corretores que participaram da validação do novo cotador da companhia e também representantes do Conselho de Corretores, que ajudaram a co-criar a Aliro Seguro.

A Aliro Seguro foi criada em conjunto entre a Liberty Seguros e os corretores, que poderão contar com novas oportunidades de negócios. O foco está nas pessoas que buscam seguros mais simplificados e acessíveis, mas que não abrem mão da qualidade ao contratar um serviço ou comprar um produto.

“A colaboração dos corretores nessa fase será fundamental para que o lançamento seja um sucesso e para que a Aliro atenda às necessidades e expectativas do público desde o primeiro dia em que estiver disponível”, diz Patrícia Chacon, diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros.

Maria Helena Darcy reassume ouvidoria da Icatu Seguros

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A partir de 01 de agosto, Maria Helena Darcy será a nova ombudsman da Icatu Seguros. A executiva deixa a diretoria de Pessoas, onde ficou por seis anos como diretora, e volta a responder pela ouvidoria externa e interna da seguradora, área na qual já esteve à frente por 13 anos.

A experiência acumulada na primeira passagem pela ouvidoria levou Maria Helena a ser convidada para assumir a área de recursos humanos da seguradora em 2011. Durante o tempo que ficou à frente do RH da Icatu Seguros, Maria Helena implantou diversos novos projetos e consolidou as políticas internas da empresa. A Icatu Seguros figura, por três anos consecutivos, no ranking GPTW das melhores empresas para se trabalhar com matriz no Rio de Janeiro.

Agora, Maria Helena reassume a ouvidoria com objetivo de garantir que clientes e parceiros comerciais continuem a ter um canal de negociação isento e que funcionários, estagiários, terceiros e aprendizes possam contar com uma assistência informal e neutra.

Vale destacar que a executiva implantou a primeira Ouvidoria do mercado segurador, em junho de 1998, e foi a primeira ombudsman brasileira a ser certificada pela Internacional Ombudsman Association (IOA), maior associação internacional da profissão. Já a Icatu Seguros foi a primeira seguradora no Brasil a estruturar a área de ouvidoria, em 1998, seis anos antes da Circular CNSP 110 recomendar às empresas terem este serviço.

Maria Helena Darcy é formada em História pela PUC-RJ e pós-graduada em História e Cultura na Université de Paris VII, na França.

Presidente da CNseg exalta empenho da atual gestão da Susep

Fonte: CNseg

Durante almoço realizado na quinta-feira (13) pelo Clube Vida em Grupo São Paulo (CVG-SP), na capital paulista, foi homenageado o superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Joaquim Mendanha. Presente ao evento, o presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, destacou a importância de Mendanha para o setor de seguros.

“Não posso deixar de aproveitar este momento, com a presença de tantas lideranças ilustres de corretores e seguradores, para fazer um justo reconhecimento ao excelente trabalho do Superintendente Joaquim Mendanha. Todos sabemos os momentos difíceis que o país atravessa e que também acabam por alcançar o mercado de seguros. É nesses momentos que os líderes são postos à prova. E Joaquim tem respondido à altura, com tranquilidade, competência, obstinação, e com uma forte dedicação para reorganizar o órgão regulador. Este é um momento especial, em que a CNseg e a Fenacor trabalham ombro-a-ombro para construir uma agenda comum. Quanto à Susep, não me parece próprio falar em “parceria” nessa agenda, porque ela é a autoridade fiscalizadora. Prefiro reconhecer a sua disposição permanente para ouvir, dialogar, e incentivar o desenvolvimento dessa agenda comum. Que interessa principalmente ao consumidor. Muito obrigado, Superintendente”, reconheceu Coriolano.

Em seguida, o presidente da FenaPrevi, Edson Franco, também elogiou o canal criado pelo superintendente da Susep para acolher o debate das propostas específicas da FenaPrevi e a produtividade que vem imprimindo para desenvolver novos produtos do ramo Vida, como o seguro de vida universal, e para o aperfeiçoamento do marco regulatório dos produtos de acumulação, especialmente o VGBL e o PGBL.

Também estiveram presentes ao evento o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, o presidente da Escola Nacional de Seguros (ENS), Robert Bittar, dentre outros importantes nomes do setor de seguros no Brasil.

Lula perde para Corinthians como o tema mais comentado no almoço do CVG-SP

A expectativa era de que o ex-presdiente Lula fosse o assunto do dia no almoço promovido pelo Clube Vida em Grupo São Paulo (CVG-SP) nesta quinta-feira, o “day after” da condenação, pela primeira vez na história do Brasil, de um ex-presidente a 9 anos e 6 meses de prisão pelo juiz Sérgio Moro pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso triplex. O assunto no coquetel era a escalada do Corinthians, “sobrenatural”, no Campeonato Brasileiro. Mesmo podendo ser vista, do alto do restaurante Circolo Italiano, a manifestação “abraço fraterno”, organizada por simpatizantes do Partido dos Trabalhadores (PT) no centro de São Paulo.

O palestrante do dia do tradicional almoço do CVG-SP foi Joaquim Mendanha de Ataídes, titular da Superintendencia de Seguros Privados (Susep). Em pauta, a agenda da Susep, que visa o crescimento sustentável do setor, com prioridade para solvência, inovação, recadastramento do corretor, seguro de acidente de trabalho e o seguro de vida. “Iria fazer uma abordagem de todo o mercado, mas o anfitrião, Silas Kasahaya, presidente do CVG-SP, me pediu para focar em vida”, comentou o xerife do setor.

Mendanha e importantes porta-vozes do setor passaram a manhã reunidos discutindo várias agendas do seguro. Uma delas foi a Youse. A plataforma digital da Caixa Seguros lançou nesta semana o Youse Friends, um seguro peer to peer, no qual o consumidor entra como acionista em um grupo de pessoas, num sistema de mutualidade, que visa proteção para um determinado risco, no qual lucros e prejuízos são repartidos entre todos. O Youse Friends tem como foco a proteção do carro.

Esse modelo de venda, estimulado pelo surgimento das insurtechs, tem feito sucesso no mundo, porém a aposta no Brasil é de problemas, diante do elevado volume de pedidos de indenizações com o crescimento da violência, como roubo e furto de automóveis, de residências e de equipamentos eletrônicos.

“A Susep não é contra a inovação. Criamos um grupo que vai discutir a regulamentação das insurtechs, que terão uma regulamentação própria. Não se pode permitir que qualquer empresa com discurso de quebra de paradigmas venda produtos aos consumidores livremente sendo que esse é um mercado regulado. Precisamos da tecnologia para crescer, mas isso tem de ser normatizado”, enfatizou em seu discurso pré-almoço. Mendanha também citou que a circular que normatiza o pagamento por meios remotos, como o mobile, está sendo atualizada e em breve será divulgada.

A solvência foi outro tema abordado pelo titular da Susep. “A diretoria de solvência acompanha o dia a dia do setor e tem enfatizado que o mercado é bastante solido. Temos poucos casos fora da curva e são acompanhados”, afirmou.

O recadastramento e a especialização do corretor estava na pauta do encontro. “Se queremos aumentar a participação do seguro de pessoas no mercado, temos de ter uma base de distribuição forte e mais especializada do que temos hoje”, disse ele para ressaltar a importância da Escola Nacional de Seguros. “Estive agora no Chile e nunca vi uma escola que tenha o gabarito da Funenseg. Por isso dou aqui meus parabéns a Robert Bittar, presidente da Escola Nacional de Seguros”.

Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP, agradeceu a disponibilidade do titular da Susep em manter uma agenda carregada com o setor de seguros em São Paulo. Um dos temas principais foi o recadastramento dos corretores, que não atingiu o número esperado e que por isso teve o prazo
adiado. O fim da obrigatoriedade da contribuição sindical imposto com a reforma Trabalhista aprovada pelo Congresso Nacional nesta semana não foi um tema do almoço. Pelo menos publicamente.

Mendanha também falou um pouco da evolução das vendas do mercado de seguros, apesar do ritmo estar diminuindo em comparação com os anos anteriores em razão do prolongamento da recessão do país. Para fomentar a indústria neste período de crise do país, o titular da Susep tem conversado com as principais lideranças do setor para facilitar o dia a dia das companhias no que diz respeito ao lançamento de produtos e redução de burocracias excessivas. O primeiro a ser elogiado foi Edson Franco, presidente da Fenaprevi. “Recebi dele 13 propostas para fomentar o setor de acumulação. Já cumprimos cinco delas. As outras dependem mais do Legislativo e da Receita Federal”, comentou.

Ele informou que o Universal Life será aperfeiçoado e que nesta semana teve aprovada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Segundo Mendanha, a circular aprovou um produto que não foi o ideal, mas foi o possível. “Agora aguarmos a Receita Federal, que a partir da semana que vem deve estar solucionado nosso pleito. Tenho certeza de que o Universal Life será um novo norte para o seguro de pessoas.” Segundo ele, mudanças no PGBL e VGBL, que vão entrar em audiência pública a partir da semana que vem, será um grande avanço do trabalho de fomento da indústria. “Esses produtos foram criados como fundos de acumulação e agora serão atualizados diante da nova realidade do mercado”, frisou.

Outro tema importante é o seguro de acidente do trabalho. A minuta já está pronta e foi trabalhada com afinco pela CNseg. Nela, o setor propõe a privatização do acidente de trabalho. “Já fizemos a ponte entre as diversas esferas governamentais apresentando o trabalho realizado pela CNseg. Isso vai atender uma demanda que o governo precisa, que é o teto de gastos. O seguro de acidente dá prejuízo para o governo, o empresário paga uma taxa elevada e o serviço prestado para o usuário não tem um atendimento adequado. Privatizar trará benefícios a todos”, comentou.

Privatizar o acidente de trabalho, no entanto, depende de agenda tumultuada do Congresso para ser apreciado. As apostas são de que logo o governo transfira esse seguro para as seguradoras. Marcio Coriolano, presidente da Confederação das Seguradoras (CNseg), viaja neste mês para a Colômbia para conhecer melhor o trabalho feito no seguro de acidentes do trabalho naquele país, por ser citado como exemplo para o mundo, contou ele em conversa com o blog Sonho Seguro. “O governo certamente vai se livrar de um custo que só piora o déficit do país”, disse João Marcelo Máximo dos Santos, presidente da Academia Nacional de Seguros Privados (ANSP).

Mendanha também adiantou que novas regras para capitalização são discutidas e em breve devem entrar em audiência pública. “Recebi do ministro da Fazenda a incumbência de que o mercado cresça e leve proteção aos brasileiros. Sou arrimo de família. Meu pai faleceu cedo e meu ele tinha um seguro da Bradesco. E foi isso que nos estabilizou até que pudéssemos nos organizar financeiramente. Cito isso pois quero reforçar a importância do seguro de pessoas para que famílias e empresas possam contar com uma proteção em momentos de dificuldade”, finalizou Mendanha o seu discurso no almoço mensal do CVG-SP.

Reforma da Previdência – Edson Franco, presidente da Fenaprevi e da Zurich Seguros, se mantém otimista com a reforma da previdência, mesmo com o tema em segundo plano na pauta do Congresso Nacional diante do imbróglio político desencadeado com a delação dos irmãos Batista, da JBS, há mais de um mês. “A realidade vai impor a necessidade da reforma, cedo ou tarde. Melhor que seja mais cedo do que tarde”, disse ele ao blog Sonho Seguro. “Basta olharmos para o que está acontecendo no Rio de Janeiro, com uma situação de estado falimentar. Ninguém quer que isso seja replicado em larga escala”, comentou. “É um consenso de que a reforma é necessária para conter o déficit das contas públicas. O que precisamos é de viabilidade política, ou seja, ter um cenário mais propício para uma articulação política que consiga tocar o assunto”.

Guilherme Perondi assume como diretor comercial da Swiss Re

A Swiss Re Corporate Solutions anuncia a chegada de Guilherme Perondi Neto como novo diretor comercial. O executivo tem mais de 20 anos de experiência, ocupando posições de liderança sendo os últimos 10 anos nas indústrias de seguros, resseguros e corretagem. Formado em Relações Internacionais pela PUC-SP, com pós-graduação em Administração de Empresas pelo IBMEC-SP e mestrado em Direção Estratégica pela Universidad Europea del Atlantico, Espanha, possui certificação profissional CICP (Certified International Credit Professional) pela FCIB International dos Estados Unidos.

Rodrigo Barros é novo diretor de estratégia e inovação da Zurich

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A Zurich, empresa global de seguros com 145 anos de existência e experiência de 78 anos no mercado brasileiro, anuncia a contratação de Rodrigo Barros para o cargo de Diretor de Estratégia e Inovação. Rodrigo se reportará diretamente ao Presidente Edson Franco e assume a diretoria do recém-criado departamento que contempla as áreas de estratégia, inovação, marketing & comunicação, customer office, CEO office e inteligência de negócios.

“A criação do novo departamento está em linha com a adequação da estrutura local da Zurich para propiciar uma abordagem eficiente e unificada junto ao mercado”, afirma Edson Franco, Presidente da Zurich no Brasil. “A nova área objetiva garantir a execução estratégica da companhia, implantar projetos de inovação e gerar melhorias para nossos clientes”, afirma Rodrigo Barros, economista com extensão na área de Finanças – MBA. Antes de se juntar à seguradora, Rodrigo atuou por oito anos no Banco Santander exercendo funções executivas nas áreas de investimentos, cartão de crédito e crédito imobiliário.

thinkseg estampa sua marca na camisa do Fluminense

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A thinkseg tem o prazer de anunciar um acordo de patrocínio com o Fluminense FC pelo prazo de um ano. A start-up de seguro vai estar na barra traseira da camisa do tricolor carioca. A estreia na nova camisa do Fluminense ocorre em dia 23 de julho, no jogo diante do Corinthians. O nome da thinkseg vai aparecer nos backdrops, utilizados durante as entrevistas dos jogadores e do técnico Abel Braga, e também em placas publicitárias no centro de treinamento do time.

“Estamos muito satisfeitos de voltar com a parceria e estampar nossa marca na camisa do Fluminense FC e, mais ainda, em nos juntar à especial torcida que nos acolheu com tanto carinho durante a final do Campeonato Carioca”, afirma o CEO da thinkseg, Andre Gregori.

Em abril, tanto o presidente do Fluminense FC, Pedro Abad, quanto o CEO da thinkseg, Andre Gregori, já comentavam que a parceria, então feita para os dois jogos da final do Estadual, era apenas o começo de um projeto em conjunto para o longo prazo. E, desde então, as conversas e negociações se mantiveram ativas, até se chegar ao formato ideal do contrato assinado essa semana.

“Estamos muito felizes com o que é, na verdade, a renovação de uma parceria que nasceu na final do Campeonato Estadual e que, agora, se consolida definitivamente”, explica o diretor de marketing do Fluminense, André Mizrahi.

A proximidade da thinkseg junto às comunidades esportivas e aos torcedores vai ultrapassar os 90 minutos de cada jogo. De imediato, os sócios ativos do Fluminense vão contar com desconto mínimo de 5% ao baixarem o aplicativo (APP thinkseg) e, também, comprarem o seguro auto na plataforma de tecnologia thinkseg – um marketplace que conecta diferentes seguradoras e corretores aos clientes.

Além disso, a thinkseg vai manter iniciativas constantes nas redes sociais, como a distribuição de ingressos, camisetas e outras promoções com todos os apaixonados por futebol, usando a hashtag #ThinkNoFLU e, assim, propondo uma forma de patrocínio tão inovadora quanto o modelo de negócios da start-up de seguros.