Travelers Seguros inaugura escritório em Goiânia

Release

A Travelers Seguros acaba de inaugurar um escritório na cidade de Goiânia, em Goiás. Liderado pelo gerente comercial Juliano Silveira, a nova unidade oferta todos os produtos e serviços que a Travelers oferece no Brasil. São seguros de Riscos Patrimoniais, Responsabilidade Civil, Riscos de Engenharia e Linhas Financeiras.

Goiânia é a oitava cidade brasileira em que a Travelers está presente. As outras sete são: São Paulo, Rio de Janeiro, Ribeirão Preto, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte e Salvador.

Para marcar a abertura do escritório de Goiânia, Leonardo Semenovitch, o executivo que lidera a operação da Travelers no Brasil, participou do Café com Seguros, um dos eventos de seguros mais importantes da cidade, estreitando o relacionamento com os corretores de seguros da região.

“É importante para nós oferecer serviços personalizados aos corretores e clientes locais”, disse Semenovitch. “É isso que nos ajuda a construir relações sólidas e colabora para a conscientização do mercado em relação à importância de um planejamento em seguros para todos os tipos de negócios”.

Lucas Vergilio é relator de projeto para fortalecimento da Economia Criativa aprovado em comissão da Câmara

release

Principal representante do mercado de seguros na Câmara, Lucas Vergílio, deputado federal por Goiás (SD/GO) e vice-presidente Institucional e de Relações com o Corretor de Seguros do SINCOR-GO, é o relator do Projeto de Lei 3396/2015, que institui a Política Nacional de Incentivo à Economia Criativa, aprovado nesta quarta-feira, dia 27, pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços (CDEICS).

O PL 3396/2015 tem como objetivo preservar e fomentar as atividades que geram valor econômico por meio da criatividade humana. O projeto define Economia Criativa como “o conjunto de atividades produtivas que têm como processo principal um ato criativo gerador de um produto, bem ou serviço, cuja dimensão simbólica é determinante do seu valor”. O deputado comenta que a definição é abrangente, mas explica: “Inclui atividades como artesanato, danças, produção de livros, produção de moda, entre outros, que estariam segmentadas em cinco setores”.

Segundo o deputado, a proposta vai fomentar o setor que gerou riqueza de R$ 155,6 bilhões para a economia brasileira em 2015, de acordo com o último mapeamento realizado pela Firjan. Vergilio ressalta, no entanto, que há ainda a necessidade de valorizar mais essa produção: apesar de a área estar em crescimento no mundo todo, no Brasil ela representa 2,7% do PIB, enquanto a média mundial é de 7%.

Vergilio destaca ainda que o projeto que cria a Política Nacional de Incentivo à Economia Criativa definirá os princípios, objetivos, atuação, instrumentos e atividades do setor, além de possibilitar que sejam concedidas linhas de créditos especiais para os empreendimentos do setor. “Isso garantirá benefícios sociais aos pequenos empreendedores, o que incentiva a capacitação e gera empregos”, defende.

A proposta ainda passará pela Comissão de Cultura e, se aprovada, segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara.

Lloyd’s of London lucra US$ 1,58 bi no 1º semestre de 2017

RELEAE

O Lloyd’s, mercado mundial especializado em seguros e resseguros, anunciou hoje um lucro de USD 1,58 bilhão para o 1º semestre de 2017 com a publicação dos resultados parciais. O Lloyd’s também registrou uma redução no índice combinado para 96,9%, bem como um aumento nos prêmios brutos emitidos para USD 23,8 bilhões. Houve um retorno anual sobre o capital de 8,9% no mesmo período. Esses números não consideram as recentes tempestades enfrentadas pelo Caribe e Estados Unidos e, em vez disso, refletem o que foi, até recentemente, um período de perda relativamente brando. No entanto, apesar da pressão contínua sobre os preços causada pelo excesso de capital e baixas taxas de juros, o desenvolvimento de novos produtos tem apresentado um aumento no volume de negócios.

O período reportado também apresenta uma melhoria de 78% no resultado de subscrição de até USD 0,46 bilhão (Junho 2016: GBP 0,21 bilhão). Isso foi obtido pelos baixos incidentes de grandes sinistros, ações tomadas para abordar linhas de negócios de baixo desempenho, juntamente com a concorrência de preços e negociação em outras linhas de negócios.

A posição de capital do Lloyd’s continua forte e nossas classificações com as principais agências de rating foram reafirmadas, com Fitch na AA- (muito forte), Standard & Poor’s em A+ (forte) e A.M. Best em A (excelente).

A Presidente Mundial do Lloyd’s, Inga Beale, disse: “Esses resultados destacam a força contínua do mercado do Lloyd’s, mas refletem as condições desafiadoras que moldaram o setor nos últimos anos. Nosso foco em manter uma forte disciplina de subscrição e se concentrar em linhas de negócios lucrativas está mostrando sinais de sucesso, mas não podemos permitir que esse foco se perca se quisermos continuar a garantir que a plataforma Lloyd’s seja a opção mais atraente para os clientes”.

“Embora esses resultados não cubram a atual temporada de furacões no Caribe e nos Estados Unidos, nossas equipes da região já estão pagando sinistros para ajudar as comunidades locais e as empresas a se recuperarem o mais rápido possível. O que diferencia o mercado do Lloyd´s é nossa capacidade de responder de forma rápida e eficaz em tempos como esses, e isso é o que estamos aqui para fazer”.

Os destaques financeiros são:

Lucro antes dos impostos de USD1,58 bilhões (GBP1,22bi) (Junho 2016: GBP1,46bi)

Retorno sobre o capital de 8,9% (Junho 2016: 11,7%)

Índice combinado de 96,9% (Junho 2016: 98,0%)

Retorno sobre o investimento de 1,5% (Junho 2016: 1,8%)

Recursos Líquidos de USD36,4 bilhões (GBP28,0bi) (Junho 2016: GBP26,6bn)

Valor Econômico: Dinâmica digital

O Suplemento de Seguros do Valor Econômico traz um raio X da inovação que seguradoras, resseguradoras, corretores e prestadores de serviços ligados ao setor vem promovendo no último ano. As ações vão desde uma simples mudança no canal de atendimento incluindo WhatsApp até a implementação do cartório digital, conhecido como Blockchain.

O especial circula na edição de hoje do jornal e está disponível no portal para assinantes

Inovação – O uso da tecnologia chega aos poucos ao conservador mercado de seguros e começa a promover uma verdadeira revolução digital. Em julho, o mundo contava com mais de 1,6 mil insurtechs, empresas de tecnologia para seguros, segundo a consultoria CB Insights.

Estatísticas – A Confederação Nacional das Seguradoras, a CNseg, que reúne as federações de seguros gerais, vida e previdência, capitalização, além de saúde, reduziu a projeção de crescimento do mercado para 2017 depois de analisar os resultados de julho. A estimativa no inicio do ano era de crescimento entre 8% a 10%, agora está entre 6% e 7,5%. Em 2016 o setor chegou próximo de R$ 392 bilhões, considerando-se os R$ 156 bilhões da saúde suplementar.

Previdência – O cenário de juro baixo, comemorado por boa parte dos agentes econômicos, tem incomodado o investidor de longo prazo. Os produtos de previdência, que historicamente ficavam estacionados em títulos do Tesouro atrelados à inflação, e que pagavam prêmios de 7% ao ano, estão tendo que se mexer.

Vida – O seguro de vida individual registrou de janeiro a julho deste ano alta de 26%. Edson Franco, presidente da FenaPrevi, credita o crescimento a uma maior conscientização da população sobre os benefícios dos produtos disponíveis.

Saúde – O número de beneficiários de planos de saúde vem caindo de forma expressiva nos últimos anos, em consequência do desemprego e da recessão. Desde 2014, quando o setor alcançou o maior total de usuários ao longo do tempo, 50,4 milhões, mais de 3 milhões deixaram o sistema, cerca de metade deles em 2016.

Saúde 2 – Se depender da avaliação da maior parte das entidades e instâncias a que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) submeteu a proposta de planos de saúde acessíveis do Ministério da Saúde, ela será rejeitada ou modificada de modo profundo.

Capitalização – A Superintendência de Seguros Privados (Susep) reavalia a regulamentação do segmento de títulos de capitalização para torná-lo mais atraente do ponto de vista do consumidor.

Atendimento Digital – Melhorar a experiência do cliente, acompanhar a jornada do consumidor ou simplesmente atingir melhores índices de qualidade no atendimento. Seja qual for o nome que se dá para o conjunto de iniciativas que buscam aperfeiçoar a relação das seguradoras com seu público, há uma importante aliada que promete importantes contribuições: a base de celulares no mercado brasileiro.

Grandes Riscos – O mercado brasileiro de seguros para as empresas cresceu 6,4%, para R$ 8,2 bilhões, no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2016, de acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), em levantamento divulgado pelo portal Risco Seguro, que analisa 39 linhas de seguros voltadas para empresas.

Infraestrutura – Apesar do cenário político incerto, o mercado de seguro e resseguro aguarda com ansiedade o deslanchar do Programa de Parcerias em Investimentos (PPI) do governo federal. A expectativa é que as obras possam reanimar os contratos em um segmento que vem sofrendo nos últimos anos com a crise econômica e falta de grandes projetos.

Transporte – A diminuição no volume de mercadoria transportada e o aumento da incidência de roubos impuseram uma nova realidade para seguradoras e transportadoras no país. Nos dois últimos anos, o setor vem enfrentando aumento de custos com práticas de prevenção, gerenciamento de risco e seguro.

Drones – Parecem aviões de brinquedo, mas, na verdade, são máquinas poderosas que conseguem chegar, com precisão, em áreas inacessíveis. No Brasil, o uso das aeronaves remotamente tripuladas, mais conhecidas como drones, foi regulamentado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em maio. Entre as regras está o seguro obrigatório com cobertura contra danos a terceiros nas operações de drones com mais de 250 gramas.

Estilo de Vida – Para a advogada Érika Scudeler Paulino, fazer um seguro residencial não foi uma escolha, mas uma exigência da imobiliária. Para ela, o importante era encontrar um produto com o melhor custo benefício. Depois de analisar três orçamentos, optou por um seguro que, além do melhor preço, oferecia serviço de chaveiro, hidráulica, entre outros pequenos reparos.

Riscos Cibernéticos – A cibersegurança chegou ao topo das corporações. Antes um tema debatido apenas com os profissionais de tecnologia das empresas, agora é pauta de reuniões demandadas pelos CEOs e membros dos conselhos de administração de grandes grupos, conta a especialista em riscos cibernéticos da corretora JLT, Marta Helena Schuh: “A demanda pelo produto aumentou 100% neste ano”.

Segurança Cibernética – As elevadas perdas geradas por ataques de hackers tornaram o risco cibernético um tema prioritário nos conselhos de administração de grandes grupos. Fernando Saccon, especialista no assunto da Zurich, que acaba de lançar o produto para a área no Brasil após oito anos de atuação no mercado europeu e americano, afirma que a demanda por informações está muito aquecida no Brasil.

D&O – As seguradoras têm pouco mais de um mês para adaptar e protocolar os planos do “novo” D&O (sigla para Directors and Officers Liability Insurance), o seguro de responsabilidade civil de executivos, administradores e conselheiros de empresas, junto à Superintendência de Seguros Privados (Susep).

‘Millennials’ – A geração milênio quer todos os benefícios da tecnologia e não tolera esperas nem burocracias. Muitos, na compra de um produto, preferem não se preocupar com manutenções, taxas, impostos, não preenchem papéis e os compromissos que aceitam são todos virtuais. Quando se trata de pagamento, a preferência é pelo maior número de parcelas, sem juros. Uma seguradora de São Paulo testa uma solução que satisfaça a ânsia dessa geração, pelo menos quanto à sua mobilidade.

Carreira – Se os jovens da geração milênio sabem muito bem o que seus colegas buscam e a maneira como gostam de ser tratados, ninguém melhor do que eles para estar do outro lado do balcão. Nascidos após 1982 e conhecidos também como geração , eles têm características de consumo atreladas a atitudes como rapidez e praticidade.

Insurtech – Empresas de tecnologia começam a chacoalhar o mercado de seguros brasileiro. Realidade há mais tempo em outros países, como EUA e Inglaterra, as chamadas insurtechs ganham força por aqui.

Auto – Renovar o seguro de um veículo deixou de ser um gesto automático de pegar o telefone e ligar para o corretor quando se aproxima o vencimento da apólice. Na medida em que o valor do prêmio sobe além do orçamento doméstico, o consumidor tem buscado pesquisar modelos alternativos de manter o seu veículo segurado, mas em condições que não pesem no bolso.

Popular – Regulamentado no ano passado pela Susep, o Seguro Popular (que permite o uso de determinadas peças não originais) ainda é visto com ceticismo pelo mercado segurador. Até o momento, apenas duas seguradoras – Tokio Marine e Azul colocaram seus produtos na praça.

Sob Medida – Aumento da criminalidade nos grandes centros urbanos, queda na taxa de juros com impacto nas margens de lucro das aplicações financeiras das seguradoras, alta no preço das peças de reposição e números da indústria automotiva apontando recuo de 2,99% no volume de emplacamento em relação a agosto de 2016.

Eventos – Bem antes de Pete Townshend e Axl Rose pisarem no palco mundo, um dos quatro da edição de 2017 do Rock in Rio, a Cidade do Rock havia sido minuciosamente “varrida” por especialistas do setor de seguros, cuja atuação começa na avaliação dos riscos.

Viagem – Passagens compradas, hotel reservado, hora de embarcar. Mas e se acontecer algum imprevisto? Embora tenha ganhado força nos últimos anos, o seguro viagem ainda é um item que os brasileiros ignoram ou deixam para contratar na última hora, diz Ana Badaró, diretora de personal lines da corretora BR Insurance.

Viagem 2 – Mesmo com a crise, os brasileiros continuam a viajar, o que serve de combustível para o mercado de seguro viagem manter em 2017 o crescimento vigoroso dos últimos anos. De janeiro a julho, a modalidade atingiu R$ 317,32 milhões em prêmios, montante 55,5% superior ao volume registrado no mesmo intervalo de 2016, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi).

Diversidade – A diversidade e a inclusão estão se transformando em temas permanentes na pauta de iniciativas do setor de seguros. Torna-se mais atrativa a perspectiva de que tanto a inovação quanto o entendimento do cliente podem ter como base o trabalho com grupos que permitem capturar mais amplamente as ideias, vivências e origens.

Susep prorroga prazo de recadastramento dos corretores para 15 de dezembro

Conforme disposto na Circular Susep 558, publicada hoje, quinta-feira, 28 de setembro, no Diário Oficial da União (DOU), a Superintendência de Seguros Privados alterou os prazos de recadastramento para os corretores de seguros pessoas físicas e para as sociedades corretoras. Com isso, os profissionais terão até o dia 15 de dezembro de 2017 para realizar o processo de recadastramento e manter seus registros ativos. Já para as pessoas jurídicas, o processo terá início no dia 1º de março de 2018 com data limite estipulada em 30 de agosto do mesmo ano. O não recadastramento no prazo estabelecido implica na suspensão do registro.

De acordo com o titular da autarquia, Joaquim Mendanha de Ataídes, a medida foi tomada porque a Susep precisa manter a sua base de dados organizada e segura. “Há nove anos esse processo não era realizado e, até o momento, já contamos com a adesão de 35.680 corretores, entre os que estão com seus pedidos deferidos, com solicitação de exigências ou em análise. Outros 4.224 profissionais não concluíram a solicitação e seus pedidos constam como não-finalizados. Ou seja, eles acessaram o site da Susep, mas não clicaram no link que receberam por e-mail. Com a ampliação do prazo, os corretores terão mais uma oportunidade para atender ao processo e manter seus registros ativos”, explicou.

Sociedades corretoras – Um outro ponto importante envolve os corretores de seguros que são os responsáveis técnicos em sociedades corretoras. Caso o corretor pessoa física não realize o processo de recadastramento este ano, o mesmo ficará impedido de atuar como corretor responsável.

Passo a passo do recadastramento

Ao dar entrada com o pedido de recadastramento no portal da Susep (http://www.susep.gov.br), o corretor precisa estar atento a todos os passos do processo: preencher seus dados nos campos indicados, salvar o cadastro e verificar o recebimento de dois e-mails da Susep. O primeiro e-mail informará o número do seu pedido e o segundo e-mail trará um link, no qual o solicitante deverá clicar para realizar a confirmação do seu pedido e poder continuar com o processo.

A Susep esclarece que os corretores que finalizarem o pedido de recadastramento dentro do prazo e o mesmo permanecer em análise por parte da autarquia, não serão prejudicados e os seus registros continuarão ativos até a conclusão da análise.

Em caso de dúvidas, o site do Instituto Brasileiro de Autorregulação do Mercado de Corretagem de Seguros, de Resseguros, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta (Ibracor) (http://www.ibracor.org.br) possui um passo a passo detalhado sobre o recadastramento e há linhas diretas para os corretores nos telefones (21) 3233-4146 e (21) 3233-4045, da Susep, e (21) 3509-7070, do Ibracor.

MDS e Basic Seguro se unem

Release

A MDS Brasil e a Basic Seguros anunciam que estão se unindo para somar forças na oferta de produtos e serviços voltados a todos os segmentos de seguros corporativos no Brasil. Segundo os executivos de ambas as empresas, a troca de experiências e a inteligência gerada a partir do estudo detalhado de suas carteiras e suas respectivas particularidades trarão ainda mais musculatura e capacidade de penetração nos mais diversos mercados.

“Há tempos estávamos amadurecendo esta ideia, por entendermos que possuímos operações complementares, e acreditarmos no enorme potencial de crescimento do mercado de seguros corporativos no Brasil. Esta união, sem dúvida alguma, nos coloca num patamar de competitividade ainda maior no que diz respeito à experiência do cliente e à oferta de produtos personalizados para clientes de todos os portes, bem como amplia o leque de serviços existentes”, explica Thiago Tristão, Diretor da MDS Brasil para o Rio de Janeiro e Nordeste.

Luiz Ribeiro e Luiz Fernando Ribeiro, proprietários da Basic Seguros, lembram que o mercado de benefícios corporativos está se reaquecendo, em especial para as empresas especializadas. “Assim como em outros segmentos, não há mais espaço para generalistas. As empresas buscam parceiros capazes de oferecer um verdadeiro serviço de consultoria capaz de desenhar produtos de acordo com suas necessidades”, avaliam os executivos.

A MDS é um grupo multinacional que atua na área da corretagem de seguro e resseguro e consultoria de risco. É líder de mercado em Portugal, está entre os maiores no Brasil e presente também em Angola e Espanha. Através da Brokerslink, uma das maiores organizações globais de corretagem e serviços de consultoria de risco fundada pela MDS em 2004 e sediada em Zurique, está presente em mais de 100 países, com cerca de 400 escritórios e totalizando cerca de 10.000 profissionais da área dos seguros. É também acionista e parceiro de referência da ED (ex-Cooper Gay Swett & Crawford), corretor independente no mercado ressegurador londrino.

A Basic Seguros possui 30 anos no mercado e se consolidou como uma empresa especializada na oferta de serviços de consultoria, gestão e administração de planos de benefícios corporativos com foco na personalização. Com a experiência de profissionais especializados, a Basic Seguros desenvolveu diferenciais visando apoio às políticas de benefícios com consequente equilíbrio entre a qualidade de serviços, controle de custos e gestão do risco.

Zurich reúne especialistas, clientes e parceiros para debater gerenciamento de riscos

Release

Melhorar a percepção de riscos na tomada de decisões. Esse foi o tema do 4º Risk Engineering Workshop, evento realizado pela Zurich, que reuniu empresários, clientes, parceiros e gerentes de diversos setores, em São Paulo. Foram 11 palestras com temas que abordaram diferentes segmentos, desde gestão de riscos ambientais, gestão da continuidade de negócios até mesmo riscos digitais.

O evento iniciou com uma recepção de boas vindas, em que José Bailone, Head de Subscrição para América Latina da Zurich, comentou sobre a importância do trabalho contínuo na melhoria de riscos, o que resulta em melhores condições nos programas de seguros.

Em sessão plenária sobre riscos ambientais, o Chefe de Risk Engineering para América Latina da Zurich, Mario Orozco, falou sobre pontos importantes da gestão de riscos ambientais e como as empresas podem se preparar para um eventual acidente que possa impactar a continuidade das operações e a imagem do negócio. “Baseado em dados globais, conseguimos avaliar que na América Latina em geral, os riscos são similares. Um dos diferenciais dos Estados Unidos, por exemplo, é a existência de normas que definem claramente as responsabilidades e os requerimentos de reparação de danos”, contou o porta-voz.

Alguns destaques do dia ficaram para palestras que abordaram temas como: Gestão e qualidade dos projetos de sistemas automáticos de proteção contra incêndio (apresentado por Ronoel Souza, Consultor de Risk Engineering da Zurich), diferenças dos planos de emergência, gestão de crise e continuidade dos negócios (apresentado por Kleber Santos), classificação de áreas e gestão dos riscos inerentes (apresentado por Luiz Signori) e de metodologias básicas de identificação, análises, avaliação e controle dos riscos (apresentado por Maria Vieira), onde foi compartilhado metodologias para que o próprio gestor consiga identificar os riscos e ter uma melhor gestão sobre eles.

Carlos Cortés, Head de Risk Engineering no Brasil, explicou que “em função de um cenário extremamente competitivo, ganha mais importância a forma como nossos clientes se baseiam na análise de riscos para melhorar a efetividade dos investimentos em mitigação dos mesmos, podendo, desta forma, melhorar a qualidade dos riscos da empresa. Assim, o evento deu continuidade com o compromisso Zurich de que as empresas sempre estejam aptas e prontas para lidar com ameaças e incertezas futuras”. O executivo explicou, ainda, que mesmo com as rápidas mudanças que existem no mercado, é essencial seguir ajudando os clientes a se prevenirem dos riscos.

Desmistificando ameaças digitais

Fraude, roubo de dados e ataques cibernéticos são as principais ameaças dentro da categoria de riscos tecnológicos, de acordo com as estatísticas do Global Risk Report 2017, estudo desenvolvido anualmente pelo World Economic Forum, em parceria com a Zurich e renomadas instituições financeiras e acadêmicas. Em uma segunda sessão plenária, Tiago Santana, Engenheiro de Risco Cibernético da Zurich, conseguiu mostrar o quão vulneráveis as empresas e pessoas estão atualmente em relação à proteção de seus dados, inclusive demonstrando aos participantes a facilidade de invadir seus smartphones. “Mesmo com as constantes mudanças dos riscos cibernéticos, nossa equipe consegue avaliar, junto de nossos clientes, as exposições e de que forma podem evitar maiores problemas” explicou Carlos Cortés sobre o trabalho de avaliação de riscos cibernéticos realizado pela equipe de engenheiros da Zurich.

Encerrando as apresentações, uma sessão usou a gamificação para simular o gerenciamento de riscos de uma empresa fictícia. O público formou equipes de análise de riscos e, a partir de um case, realizou uma avaliação utilizando o aplicativo Zurich Risk Advisor, identificando as exposições da empresa, avaliando os controles existentes e sugerindo ações para melhoria do risco. O aplicativo permite uma comparação entre a qualidade do risco atual e posterior a suposta implementação das ações de melhoria do risco.

Liberty Seguros lança chamada criativa com o Instituto Criar para apoiar jovens de comunidades

Release

Em parceria com o Instituto Criar (instituição que promove o desenvolvimento profissional, sociocultural e pessoal de jovens por meio do audiovisual), no dia 19 de setembro a Liberty Seguros lança uma chamada criativa – ação especial com objetivo de estimular a comunicação audiovisual dos alunos veteranos do Instituto -, desafiando os jovens a criar vídeos de até um minuto que respondam à pergunta: “O que você considera importante em sua comunidade? E por que você tem o desejo de protegê-la?”.

A iniciativa faz parte do projeto Isso Tem Valor, programa de responsabilidade social da Liberty Seguros que incentiva atuam em 3 pilares estratégicos: educação e empreendedorismo, boas práticas e preservação e conscientização de seguros. Serão selecionados dois vídeos vencedores que terão destaque nas redes sociais da Liberty e nas ações do programa Isso Tem Valor. Os vencedores receberão câmeras digitais de última geração da Canon para continiarem investindo no seu crescimento.

“A Liberty Seguros tem o compromisso de causar impacto positivo na sociedade,” diz Patricia Chacon, diretora de marketing e estratégia da Liberty Seguros. “Com essa ação, continuamos apoiando a formação e a capacitação de jovens das comunidades brasileiras, além de compreender cada vez mais a perspectiva deles sobre o mundo.”

As chamadas criativas acontecem pela Usina Criar, que disponibiliza aos educandos e veteranos do instituto estrutura para produção de vídeos autorais. Além disso, contam com uma plataforma digital – a Usina Digital Criar, para a realização dessas chamadas e a divulgação de oportunidades de trabalho, projetos e editais.

Leilão da Cemig em SP e rodada de petróleo e gás no Rio movimentam seguro garantia

Três notícias nesta semana trazem um certo otimismo aos profissionais que atuam com seguro garantia, que vem crescendo puxado apenas pelo garantia judicial. Dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) mostram que o segmento de seguros garantia e crédito movimentou vendas de R$ 2,3 bilhões de janeiro a julho deste ano, com 38% de crescimento comparado ao mesmo período do ano passado.

A modalidade garantia de contrato tem sido notícia apenas com o pagamento de indenizações, como pela devolução da concessão de Viracopos, que tem a Swiss Re Corporate Solutions como seguradora, e Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) que acionou Liberty Seguros para abrir uma reclamação de sinistro relacionado à ViaRondon, concessionária da rodovia Marechal Rondon na semana passada.

Hoje temos duas rodadas. Uma em São Paulo, como o. leilão de quatro usinas da Cemig, na B3, e outra no Rio de Janeiro com a 14ª Rodada de Licitações de blocos exploratórios de petróleo e gás natural. O governo aposta que vai engordar o caixa da União em até R$ 1 bilhão com o leilão de áreas para explorar e produzir petróleo e gás natural na bacia sedimentar brasileira, marcado para hoje a partir das 9h, no Rio. que podem ou não incluir o seguro. O leilão das usinas da Cemig tem potencial para arrecadar ágio acima dos R$ 11 bilhões mínimos fixados.

Os ganhadores podem ou não oferecer seguro garantia na modalidade “bid bond” para proposta e perfomance quando ganharem. “Alguns dos players compram seguro e nos fizemos as garantias para dois concorrentes nessa rodada de petróleo”, comemora um dos corretores ativos neste segmento.

Outra notícia que anima os executivos é que a Infraero abriu 50 licitações, oferecendo 68 áreas de exploração comercial em 23 aeroportos, segundo levantamento realizado pelo jornal Estadão no site da estatal. Estão na lista, inclusive, espaços em terminais que serão concedidos à iniciativa privada no ano que vem, como Vitória (ES), Recife (PE) e Cuiabá (MT).

O seguro garantia é destinado a instituições dos governos federal, estadual e municipal e a empresas privadas, informa o portal Tudo Sobre Seguros. Garante indenização pelo não cumprimento de um contrato nas mais diferentes modalidades, como execução de obras e projetos, fornecimento de bens e equipamentos, inclusive perfeito funcionamento (qualidade), prestação de serviços, concorrências e licitações. As coberturas desse seguro são aplicadas, ainda, nas áreas aduaneira, judicial (incluindo execuções fiscais), administrativa, imobiliária, naval, energia, petróleo e gás, entre outras.

O seguro garantia atende aos requisitos da Lei das Licitações e Contratos nº 8.666, de 1993, atualizada pela Lei nº 8.883, de 1994. É também instrumento para as exigências da Lei das Concessões e Permissões de Serviços e Obras Públicos (Lei nº 8.987, de 1995).

Lucro das seguradoras cai para R$ 8,7 bi até agosto de 2017

O lucro líquido do mercado segurador totalizou R$ 8,7 bilhões de janeiro a agosto de 2017, abaixo dos R$ 9,4 bilhões registrados em mesmo período do ano anterior, segundo estudo realizado pela consultoria Siscorp das estatísticas enviadas pelas seguradoras para a Superintendência de Seguros Privados (Susep). O retorno sobre o capital ficou na média de 17%, abaixo dos 21% do ano passado. Os dados revelam que o lucro representa cerca de 15% da arrecadação dos prêmios do setor. O maior ponto fora da curva, com percentual de 55%, vem da unidade do Banco do Brasil.

O clube do bilhão em ganho é formado pelas seguradoras ligadas a bancos: Bradesco, BB Mapfre, Itaú e Caixa. A líder do ranking de lucro líquido é a Bradesco Seguros, com R$ R$ 2,8 bilhões, valor inferior aos R$ 3,6 bilhões registrados em mesmo período de 2016. A BB Mapfre vem em segundo, com R$ 1,81 bilhão, seguida pela Caixa, com R$ 1,0 bilhão, ultrapassando o Itaú, que reportou ganho de R$ 997 milhões de janeiro a agosto de 2017.
A queda no ganho da Itaú, que já em 2016 perdeu a segunda colocação para a BB e Mapfre, vem da saída do grupo de várias áreas, como a de grande risco, por exemplo.

Já no grupo dos “milhões, algumas mudanças no ranking. A Zurich ocupa a quinta colocação (R$ 486 milhões). A Porto Seguro está na sexta colocação, com R$ 412 milhões. Icatu subiu para sétimo lugar, com R$ 186 milhões, seguido pela SulAmérica, com R$ 174 milhões. Completando o ranking das 10 maiores temos AIG, com R$ 109 milhões, e Tokio Marine, com R$ 100 milhões.

Já o ranking dos prejuízos traz a Generali (R$ 70 milhões), Allianz (R$ 49 milhões), AXA (R$ 45 milhões), Sompo (R$ 14 milhões), MetLife (R$ 7 milhões), MitSui (R$ 6,7 milhões), XL (4,3 milhões), Excelsior ( R$ 3,3 milhões), Sura (R$ 432 mil) e Berkley (R$ 210 mil).

Um detalhe é que no quadro de 2017 a Sompo e a Axa estão com resultado acumulado até julho de 2017 porque não enviaram informações para a Susep até a data de composição dessas estatísticas. Sendo assim, como as duas estão com prejuízo, o acumulado do mercado em 2017 deve ser um pouco menor do que os R$ 8,76 bilhões computados aqui: