Mais da metade dos brasileiros não tem reserva financeira, segundo pesquisa Anbima

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Apesar de 85% da população ter consciência da importância de guardar um dinheiro para emergências, 52% dos brasileiros não têm nenhuma reserva financeira, isto é, uma grana extra para despesas inesperadas. Os resultados fazem parte de uma pesquisa realizada pela ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) e quantificada pelo Datafolha, com pessoas a partir de 16 anos, economicamente ativas (além de inativos com renda e aposentados) das classes A, B e C, em todas as regiões do Brasil.

“Falta disciplina para o brasileiro quando o assunto é dinheiro. O comportamento da maioria das pessoas está voltado para consumir, isto é, para o prazer imediato. Poupar significa se privar de algo, mesmo que seja no curto prazo”, afirma Aquiles Mosca, presidente do Comitê de Educação de Investidores da ANBIMA.

“O brasileiro sabe o que deve fazer, mas ainda tem dificuldade de abandonar velhos hábitos de consumo”, diz Mosca. E como mudar isso? Para o executivo, pensar nas consequências que esse comportamento pode trazer no futuro é uma reflexão necessária. “Se as pessoas não se privarem hoje, vão sofrer as consequências no futuro. Atualmente, a maior parte dos aposentados no Brasil depende financeiramente de seus filhos ou teve que baixar o padrão de vida para continuar se mantendo”, conta.

Para os mais novos, o caminho parece mais fácil. Sessenta por cento dos entrevistados afirmam que não gostam de se planejar e preferem esperar as coisas acontecerem para só então tomarem alguma atitude. Esse percentual aumenta consideravelmente a partir dos 35 anos, chegando em 67% para pessoas acima de 60 anos.

Na opinião de Ana Leoni, superintendente de Educação e Informações Técnicas da ANBIMA, ter uma reserva financeira não é um bicho de sete cabeças. “É uma questão de planejamento e prioridade, independentemente da renda. O que pode ajudar nesse processo é associar disciplina e necessidade de poupar a algo tangível e prazeroso. Sempre pensamos em reserva financeira para emergências. Mas aconselho a pensar em se preparar para oportunidades que possam aparecer e que, na maior parte das vezes, não estamos financeiramente preparados, como uma viagem, um curso ou um novo negócio. Dar vida aos objetivos, sejam eles de curto ou longo prazo, ajuda bastante a entender o esforço e as escolhas que serão necessários para atingi-los”, conclui.

‘Seguradoras não se afastam do risco e permanecem firmes contra a proteção veicular, diz Marcio Coriolano

Fonte: CNseg

As seguradoras não se afastaram do risco e, portanto, não foram elas que permitiram o avanço da proteção veicular. Pelo contrário, são elas uma das principais porta-vozes do mercado contra o mal que associações e cooperativas de proteção veicular vêm causando ao consumidor brasileiro. Após a manifestação, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, foi efusivamente aplaudido pela plateia presente sábado (14) no painel “O Setor de Seguros frente a frente com a realidade”, que fechou a programação do 20º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, em Goiânia, o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

“A proteção veicular não surgiu em suposto espaço deixado pelas seguradoras. Há várias interpretações equivocadas sobre a proteção veicular de que ela veio por um espaço deixado pelas seguradoras. Não considero que seja isso, até porque os produtos oferecido pelas associações são os mesmos nossos”, ponderou. E complementou: “se são mais baratos é porque as tais associações não são registradas, não constituem reservas, e não tem atuários e pessoal treinado e qualificado como nós temos”. Há, na Superintendência de Seguros Privados (Susep), 180 ações civis públicas e 200 processos administrativos que apuram irregularidades praticadas por associações e cooperativas que atuam no mercado marginal.

Coriolano, em sua apresentação no painel, reforçou que o momento é de recuperação econômica e, portanto, favorável para expansão do setor e também para o protagonismo caso seja incluído em políticas públicas do Governo federal, principal clamor do setor durante o evento realizado pela Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor). A queda gradual da inflação registrada nos últimos meses foi outro ponto relevante apontado por Coriolano como favorável para a evolução do setor.

“Queda extremamente benéfica para o nosso setor, porque o setor de seguros é movido a emprego e renda. Renda real que está crescendo e um déficit que também está caindo, permitindo que as pessoas comprem mais seguro”, disse. Para ele, o setor “segurou a barra” e permaneceu crescendo entre o ápice da instabilidade econômica, entre 2014 e 2016. “O Nosso desafio é monumental, porque enquanto vários setores estão perdendo competitividade, o nosso setor teve crescimento no primeiro trimestre deste ano 11,65% para se estabilizar em 7,2%. Ora, ousadia nós já tivemos, capaz de levar o mercado a esses patamares. Precisamos ousar mais? Sim, para manter algo compatível com esses resultados”, assinalou.

Foi alvo de elogios a atuação da atual gestão da Susep, que tem como superintendente Joaquim Mendanha de Ataídes. Segundo Coriolano, a implantação do Seguro Auto Popular e o Seguro de Vida universal, cujo modelo permitiu às seguradoras dos Estados Unidos recuperarem o segmento de seguros de vida nas últimas décadas. Ao contrário dos seguros de vida tradicionais, no Seguro de Vida Universal o capital segurado é composto por duas parcelas: o capital segurado de risco e o capital segurado de acumulação. “O Seguro de Vida Universal é uma quebra de paradigma monumental para o mercado. Ele vai exigir preparo das seguradoras e dos corretores”, sinalizou Coriolano, que pediu a todos os atores envolvidos com o setor (seguradoras, órgão regulador e corretores) a ousarem ainda mais para a busca de caminhos comuns em prol do consumidor.

Quanto ao Seguro Auto Popular, a Susep apresentará, em 20 dias, um estudo para incrementá-lo no mercado. Regulamentado em 2016 pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), o Seguro Auto Popular permanece tímido no mercado.

A carga tributária elevada também preocupa o setor. Coriolano antecipou que a CNseg desenvolve um estudo sobre o impacto dos impostos no mercado segurador. O presidente da CNseg reforçou, entre outros aspectos, a importância do novo marco regulatório para capitalização, ainda em estudo na Susep. Além de Marcio Coriolano, também participaram do painel o superintendente da Susep, Joaquim Mendanha; o presidente da Fenacor, Armando Vergílio; o presidente da Bradesco Seguros, Octavio de Lazari; o deputado federal Lucas Vergílio (SD/GO) e a jornalista Denise Barbosa.

Seminário 10 anos de Plurale: sustentabilidade como propósito

No próximo dia 18 de outubro a equipe de Plurale em revista – dirigida pelos jornalistas Sônia Araripe e Carlos Franco – vai comemorar uma década de notícias com o Seminário 10 anos de Plurale: sustentabilidade como propósito, e reunirá profissionais que fazem deste tema uma causa.

A abertura do evento contará com três especialistas para debater o tema a urgência da crise climática: o jornalista André Trigueiro, editor do programa Cidades e Soluções da GloboNews, o economista Sérgio Besserman, presidente do Jardim Botânico, e o ambientalista Alfredo Sirkis, secretário executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas.

Também na agenda, a apresentação de histórias inspiradoras, entre as quais, a de Tião Santos, o catador que foi protagonista do filme “Lixo extraordinário” e do livro “Tião – do lixão ao Oscar” e liderança dos catadores no processo de fechamento, em 2012, de Jardim Gramacho, considerado o maior aterro sanitário da América Latina.

O evento também contará com a presença de Ivonette Albuquerque, fundadora da ONG Galpão Aplauso que promove a capacitação e inserção de jovens baixa renda no mercado de trabalho. Ela vai falar sobre o Curso Profissionalizante de Logística, fruto de uma parceria entre a entidade e a Lojas Americanas, que capacitou 320 jovens em uma nova profissão.

Outros cases que serão apresentados: do Grupo Boticário, que tem inserido sustentabilidade no dia-a-dia dos negócios; da ENEL, liderança em energias renováveis; da B2W Digital e da ONG Recode, que juntas realizaram o projeto inovador “TecEscola”- iniciativa de empoderamento digital implementado em 50 unidades de ensino da Rede Estadual do Rio de Janeiro; e do Humana Sustentável, consultoria em sustentabilidade.

O evento tem o patrocínio de: ENEL, Grupo Boticário, Lojas Americanas, B2W Digital e PwC Brasil.

“O tema da sustentabilidade é mesmo um propósito para nós da equipe Plurale. Por isso, ao longo dessa década, contamos muitas histórias de transformação de vidas, mas também denunciamos as ameaças socioambientais. Mostramos exemplos de empresas que praticam ações sustentáveis no dia a dia, revelamos o que é debatido no Brasil e no mundo sobre essa temática, sempre atrás das notícias sobre nosso planeta, nossa relação com o que está vivo. Nestes dez anos, descobrimos que tem muita gente como a gente: que tem a sustentabilidade como propósito”, destaca Sônia Araripe, fundadora e Editora da Plurale.

Serviço
Evento – Seminário 10 anos de Plurale: sustentabilidade como propósito
Dia: 18 de outubro, quarta-feira
Horário: 9 às 13h
Local: Sociedade Germânia
Endereço: Rua Antenor Rangel, 210, Gávea
Inscrições gratuitas pelo e-mail: eventos@plurale.com.br

Plurale em revista e Plurale em site – Há uma década acreditando na sustentabilidade como tema principal das histórias que vêm contando, Plurale em revista e em site, dirigidos pelos jornalistas Sônia Araripe e Carlos Franco, vêm divulgando histórias de pessoas, empresas e projetos, abordando temas relacionados ao meio ambiente e iniciativas de cidadania, ação e cultura.

www.plurale.com.br/revista-digital.php

Assessoria de Imprensa da Plurale – Gesto Comunicação e 3º Setor
Lilia Giannotti – lilia@gestocomunicacao.com.br / (21) 98754.4547

“A recuperação da economia brasileira será rápida e não gradual”, diz Ricardo Amorim, na sede da Allianz Seguros

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Na terça-feira, 3, a Allianz Seguros recebeu um grupo de corretores Corporate em sua sede, em São Paulo, para participar do encontro com o economista e comentarista do Manhattan Connectionn (GloboNews), Ricardo Amorim. Cerca de 80 pessoas participaram do evento, entre mega brokers, o board da Allianz Seguros e a equipe que atende este segmento.

Por meio de dados e estatísticas, Amorim fez uma retrospectiva da economia brasileira desde 1900 para mostrar que depois de períodos recessivos o país sempre atravessou fases de crescimento acentuado. “Na minha opinião, a recuperação não vai ser lenta e gradual. Os próximos três anos serão de forte crescimento, porque a crise empurrou o país para frente, ela nos obrigou a fazer coisas diferentes. Uma prova disto é que os investimentos externos já começaram a voltar, atraídos pelo tamanho e potencial do mercado. Além do Brasil, China, Índia e Indonésia estão na mira dos investidores internacionais”, explicou Amorim.

Assim como o economista, Miguel Pérez Jaime, presidente da companhia, também fez uma análise na qual abordou os desafios do mercado segurador, destacando também uma visão promissora de futuro. “Olhamos para frente, por isso passamos por um período de transformação muito forte, em que aprimoramos todos os processos da companhia. Agora estamos prontos para nos aproximarmos mais de vocês como parceiros de crescimento”, disse à plateia.

A reciprocidade ficou explicita na opinião dos corretores presentes, que pretendem estreitar a parceria com a seguradora. “A Allianz é o tipo de companhia que a gente sempre pode contar. Privilegiamos muito a relação que temos com a seguradora em âmbito mundial. Estamos juntos em vários segmentos de negócios e sentimos a dedicação e o esforço da equipe em nos atender. Nós valorizamos muito essa colaboração”, comentou o CEO mundial da MDS Group, José Manuel Dias da Fonseca.

Outra parceira global que participou do evento foi a Willis Towers Watson, representada por Marcelo Daniel, head of Bronking Latin America. “ Acho importante esse tipo de encontro para gerar maior proximidade, principalmente na nossa área. Nós atuamos em negócios complexos e a expectativa é ampliar a presença em conjunto com a Allianz em mercados estratégicos e não pulverizar a distribuição, porque quem ganha no final com a nossa especialização é o cliente”.

Eduardo Grillo, diretor Comercial e Market Management da Allianz Seguros, resumiu os motivos pelos quais decidiu-se realizar o evento, que está em sintonia com um dos principais pilares do Grupo Allianz: compartilhar o conhecimento para contribuir com o desenvolvimento do capital humano. “O evento de hoje faz parte da nossa proposta de valor para o segmento Corporate. Todos nós saímos daqui com informações relevantes para nos auxiliar a capturar as oportunidades que venham a surgir a fim de fazer negócio”.

Euler Hermes tem nova executiva de seguro garantia

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A Euler Hermes, líder global em seguro de crédito, apresenta a nova superintendente para a área de seguro garantia. Thelma Corrêa assume o novo cargo com o objetivo de ampliar os negócios neste segmento de mercado.

Formada em Direito pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) e especialização em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Thelma Corrêa possui experiência na área jurídica e de subscrição de riscos, atuando em posições estratégicas e de liderança. Já passou por empresas como Grupo Chubb, Grupo Segurador BB e Mapfre, Zurich Seguros, HSBC e Banco Daycoval. A executiva tem vivência profissional internacional coma atuação nos Estados Unidos, África do Sul, Portugal e Suíça.

A Euler Hermes atua no ramo de seguros de crédito e seguro garantia, além de oferecer serviços de cobrança para segurados. A empresa está presente em 52 países e conta com 6.000 funcionários. No Brasil, a Euler Hermes está entre os três maiores players deste mercado.

Midiã Borges, especialista em seguro de entretenimento, deixa Aon e segue carreira solo

Uma das principais consultoras e especialistas em seguros para entretenimento, Midiã Borges, deixou a corretora Aon neste mês. Segue agora carreira solo, com uma pegada totalmente digital e conectada com as novas tendências de coberturas sob medida para produtores de shows, feiras e eventos, produtores cinematográficos, galerias de obras de arte, colecionadores, transportadoras do segmento, museus entre outros.

“Quem tem informação tem poder e como diz a máxima ‘time is money’, desejo levar esse conhecimento e potencializar os resultados dos clientes nesse mercado”, diz ela, disposta a contribuir para que esses segmentos tenham coberturas adequados para riscos inerentes aos negócios do dia a dia.

“Seguros como os do Rock in Rio e marcas participantes, além de outros eventos importantes do segmento de games, shows, produção de filmes e exposição de grandes artistas mundiais requerem tanto cuidado como eventos de pequeno e médio portes. Todos muito importantes em seus contextos”, avalia.

Ela contou ao blog Sonho Seguro que seu maior desafio é oferecer aquilo que os produtores precisam, com a excelência que esse mercado merece. “Neste mercado o planejamento e a gestão de risco são fundamentais e podem contribuir para a profissionalização e evitar prejuízos financeiros, bem como cuidar da imagem e reputação tanto de agências de eventos, como produtoras de cinema e mercado de obras de arte.”

Mídia está conectada com os princípios do novo mundo corporativo, que passa a ter o cliente no centro da estratégia. Ela afirma que tem como objetivo ir além de oferecer um simples seguro, mas construir uma relação sólida e difundir benefícios para toda a cadeia, fomentando o conhecimento na indústria de eventos, filmes e exposições de arte quanto a gestão de riscos que trará benefícios para todo o contexto de fornecedores, patrocinadores, bem como parceiros comerciais.

“Como sou exigente como cliente gosto muito do atendimento de excelência, esse será um dos grandes desafios, fazer tudo com muita paixão, como se o negócio de cada cliente fosse meu negócio”, afirma.

Quanto a ter saído da maior corretora de seguros do mundo neste momento em que sua carreira está no auge, ela afirmou que o ciclo da vida é assim. “Avançar e conquistar novas visões que podem contribuir para esse mercado tão encantador. Seguros como o programa para Rock in Rio e de todas as marcas envolvidas num evento desse porte por exemplo requerem uma estratégia coordenada e envolve uma série de análises”.

Ela afirma que a provocação a este mercado está muito voltada a esses aspectos de cuidados. Para ela, a pergunta é: O que você fará hoje para impactar o mundo? Nesse movimento ela afirma que com o seguro alinhado de forma correta, os produtores podem dormir com tranquilidade, pois tudo pode ser dimensionado.

“Essa é a ideia, criar soluções e apoiar os clientes em suas estratégias de gestão de riscos. O sucesso de um evento, uma exposição e resultado de um filme envolve esses cuidados com as finanças e planejamento”, finaliza a especialista, com coragem e disposição de realmente contribuir para difundir a cultura de seguros no Brasil.

Unimed do Brasil celebra 50 anos do Sistema Unimed com Convenção em Foz do Iguaçu

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De 3 a 6 de outubro, a 47ª edição da Convenção Nacional do Sistema Unimed reuniu cerca de 1.300 participantes no Mabu Thermas Grand Resort, em Foz do Iguaçu (PR). Promovido pela Unimed do Brasil, que representa institucionalmente as 348 cooperativas autônomas que atuam sob a marca Unimed, o evento comemorativo aos 50 anos da Unimed contou com painéis e palestras de especialistas nacionais e internacionais, além de Feira de Negócios e programação social.

Os participantes puderam acompanhar sessões na Plenária e em quatro salas simultâneas. Entre os temas debatidos estão evolução tecnológica da medicina, regulamentação e legislação do setor de saúde suplementar, novos medicamentos, capital social em cooperativas, economia e política. Palestraram no evento nomes importantes, como Arnaldo Hossepian, conselheiro nacional de Justiça e supervisor do Fórum Nacional da Saúde do Conselho Nacional de Justiça (CNJ); Gerson Camarotti, jornalista e comentarista político da emissora Globo News; Luiz Fux, ministro do Supremo Tribunal Federal; e José Luis Cordeiro, cientista venezuelano que se dedica ao estudo de diversos temas relacionados ao futuro.

Um espaço para networking entre fornecedores e membros do Sistema Unimed, a Feira de Negócios da Convenção contou com 55 patrocinadores, sendo 44 expositores. No terceiro dia de evento, a confraternização oficial dos 50 anos do Sistema Unimed foi realizada no Rafain Palace Hotel & Convention, em Foz do Iguaçu. O jantar teve homenagens aos fundadores da marca e a presença de José Luis Camargo Barbosa, o primeiro presidente do Sistema Unimed, que hoje com 89 anos ainda exerce medicina na Santa Casa de Misericórdia de Santos (SP). A noite foi finalizada com show da banda Jota Quest.

“A Convenção Nacional do Sistema Unimed deste ano foi ainda mais especial, pois pudemos comemorar juntos o meio século de existência da marca Unimed. E pensar que a Unimed nasceu de um grupo de pouco mais de 20 médicos de Santos (SP) e hoje é a maior cooperativa de saúde do mundo, com mais de 113 mil médicos cooperados e 18 milhões de beneficiários. É uma grande honra fazer parte dessa história”, diz Orestes Pullin, presidente da Unimed do Brasil.

Recuperação da economia deve fortalecer mercado de seguros

Fonte: Fenacor

O oitavo painel do último dia (14/10) do 20º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, que debateu a realidade e os desafios do setor, começou com uma boa notícia. De acordo com a jornalista especializada em economia da GloboNews, Denise Barbosa, a recessão já passou. Ela alertou que a situação econômica do país ainda é difícil, principalmente em relação às contas públicas, porém, as taxas de desemprego começaram a cair e as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) são de crescimento.

Para Denise, é preciso acertar as contas e os gastos do Governo para garantir um crescimento sustentável. Ela também observou que o mercado de seguros registrou uma evolução mesmo com a economia em baixa.

“Quando o país voltar a crescer, isso vai dar um gás no segmento e será preciso ter gente boa e qualificada trabalhando. Esse é o caminho para crescer como profissional e também para ajudar o país a crescer”, afirmou.

O presidente da CNseg, Marcio Coriolano, concordou com o cenário positivo apontado pela jornalista e disse que, com um novo crescimento da economia brasileira teremos também um avanço no protagonismo do setor de seguros.

“Temos que ressaltar a resiliência da nossa indústria que, mesmo na crise, manteve uma evolução de 7% ao ano. As perspectivas são promissoras para o nosso segmento, impulsionadas por conquistas como o auto popular, o seguro de vida universal e a revisão do VGBL e do PGBL. Entre os desafios, temos um enfrentamento importante: proteção veicular não é seguro”, observou.

O superintendente da Susep, Joaquim Mendanha, também participou do painel e destacou que a autarquia criou uma comissão para discutir o impacto da inovação no mercado. Ele ressaltou que o órgão não é contra mudanças tecnológicas, porém, elas precisam estar alinhadas às diretrizes do setor e suas regulações.

“Somente em relação à proteção veicular, temos 180 ações civis públicas e 200 processos administrativos em apuração de indícios de irregularidades. O corretor de seguros tem um papel importante no combate ao mercado marginal”, completou.

O deputado federal e presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviço da Câmara dos Deputados, Lucas Vergilio, também comemorou a recuperação econômica do país. Entretanto, de acordo com ele, ainda assim o mercado de seguros não tem o espaço que merece na pauta do Governo.

“É preciso destacar o impacto social do mercado de seguros para o país e mostrar que o setor gera riqueza e empregos. Temos que nos unir para chamar atenção dos demais deputados”, concluiu.

O presidente da Bradesco Seguros, Octavio de Lazari, reiterou a afirmação de que os corretores são fundamentais para o crescimento do mercado. Ele acrescentou que esses profissionais são o elo mais forte na cadeia, já que são eles que conhecem os clientes e os aconselham, mantendo assim uma relação duradoura e de confiança.

Fechando a mesa, o presidente da Fenacor, Armando Vergilio, analisou o problema do mercado marginal e destacou iniciativas como o auto popular e a Lei do Desmonte como caminhos para combater essa situação. Ele fez um breve balanço sobre o evento e agradeceu a participação de mais de 5 mil congressistas.

“Acredito que conseguimos atingir os nossos objetivos no 20º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros. O primeiro deles foi deixar a zona de conforto nesses tempos de disruptura. Saímos daqui com várias provocações e desafios. Destaco também que o evento foi acompanhado por 19 mil pessoas nas redes sociais e 6,8 mil na internet. As oficinas foram um sucesso, contando com a participação de mais de 800 corretores diariamente”, finalizou.

Lideranças destacam resultados do 20º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros

Fonte: Fenacor

Em entrevista coletiva em que foi feito um balanço sobre os três dias do 20º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, realizado em Goiânia (GO), os presidentes da Fenacor, Armando Vergilio; CNSeg, Marcio Coriolano; Escola Nacional de Seguros, Robert Bittar; e o superintendente da Susep, Joaquim Mendanha, foram unânimes ao ressaltar o resultado apurado. “Este evento foi o mais provocativo da história”, destacou Bittar, que também é vice-presidente da Fenacor.

O mesmo tom foi usado por Márcio Coriolano, para quem o mais importante foi a oportunidade de discutir os desafios e sobre como é possível transformar “eventuais ameaças em oportunidades”.

Já o superintendente da Susep lembrou que praticamente toda a diretoria da autarquia esteve presente do Congresso. “Isso demonstra que a interlocução com o mercado é nossa prioridade”, observou Joaquim Mendanha.

O presidente da Fenacor também ressaltou os bons frutos obtidos e comentou algumas polêmicas e novos questionamentos que surgiram, como o lançamento da plataforma Zim.

“Essa é a mais moderna plataforma do mercado. Vai ajudar muito os corretores. E já esclarecemos que não há qualquer acordo com a Youse. É exatamente o contrário. A Wiz tem discordâncias talvez maiores que as nossas com a Youse. E o adversário do meu adversário tem tudo para ser meu aliado”, afirmou Armando Vergilio.

Outro release divulgado afirma que a Fenacor “sempre trabalha acreditando que os corretores de seguros são, por vocação, profissionais que não temem inovar. Dessa forma, surgiu a parceria com a WIZ que está gerando o ZIM, a maior e melhor plataforma de inclusão digital e de negócios do País. Algo que permitirá ao corretor, de qualquer porte, de qualquer região do País, vender mais, fortalecer o seu relacionamento com os segurados e conquistar novos clientes, com a utilização de robustas e modernas ferramentas tecnológicas.”

A nota da Fenacor também afirma que a adesão e manutenção para as corretoras associadas a qualquer um dos Sincor’s filiados a Fenacor será gratuita por um bom tempo. Vai aderir quem quiser. E, se não gostar, pode desistir da adesão. “A Federação se assessorou de um grande escritório de advocacia especializado para formatar um contrato que assegura todas as garantias, preservação e segurança, além de várias proteções como a inviolabilidade de dados e informações para o corretor de seguros, inclusive e principalmente, preservando a integridade da sua carteira de clientes.”

Travelers investe em proximidade pessoal em tempos de atendimento robotizado

Proximidade pessoal em tempos de atendimentos robotizados. Esse foi um dos principais diferenciais citados pelo CEO da Travelers, Leonardo Semenovitch, para cerca de 40 corretores de seguros convidados para um almoço em Goiânia, onde acontece o 20º Congresso Brasileiro de Corretores de Seguros, entre 12 e 14 de outubro. O almoço faz parte da comemoração de dois anos do grupo no Brasil.

O executivo contou um pouco da história do grupo de 164 anos e que se tornou ao longo do tempo um dos maiores dos Estados Unidos. Tem cerca de 30 mil funcionários e gerou uma receita de aproximadamente US$ 27 bilhões em 2016.

Emitiu a primeira apólice de seguro de carro há 120 anos e participou de riscos como o lançamento da missão Apollo que só na quinta missão, a Apollo 11, que os astronautas efetivamente pousaram e caminharam sobre a Lua. A Travelers também participou da indenização do Titanic.

Semenovitch salientou aos corretores que o grupo tem 30 mil funcionários nos Estados Unidos, sendo 12 mil para atender a área de sinistros. “Temos praticamente zero de terceirização em sinistro, o que agiliza muito a regulação do pagamento da indenização”, comentou.

Diferente dos Estados Unidos, onde o grupo atua fortemente em seguros massificados, no Brasil a Travelers atua com o segmento de ramos elementares e é sócia da JMalucelli, especializada em seguro garantia. O grupo atua nas linhas de negócio de responsabilidade civil, riscos patrimoniais, riscos de engenharia e linhas financeiras, com produtos focados em minimizar riscos, prevenir perdas e ajudar seus clientes na remediação de imprevistos.

Semenovitch antecipou aos presentes que o grupo deverá entrar no segmento de riscos cibernéticos, por entender que esse é o principal risco das empresas em todo o mundo atualmente. José Roberto Fernandes, coordenador de seguros da Disal Seguros, foi um dos que vibrou com a novidade. “O ataque cibernético é um risco iminente e temos de ofertar aos nossos clientes”.

Para o CEO da Travelers, o foco da companhia está em crescer diante do cenário brasileiro ofertando produtos e serviços sob medida aos corretores para que eles possam cobrir todas as lacunas de riscos de seus clientes. “E manter o nível diferenciado de atendimento, com a nossa equipe de profissionais especializados muito próxima a vocês”, disse.

Para presentear os corretores, a Travelers produziu o livro Conexão e Inovação em Seguros, tema de uma palestra proferida pela jornalista especializada em seguros, Denise Bueno. “O mundo digital não é só um canal de vendas. É uma mudança na forma como as pessoas trabalham. O uso do Big Data pode ajudar a encontrar clientes e gerenciar riscos. Mas atendimento é o principal elo na cadeia de valor das empresas. Quanto mais soluções forem oferecidas ao cliente, sem burocracia e conceitos antigos, maior será a chance de fidelizar o cliente, que usa a tecnologia para escolher e comparar a melhor oferta. Mas a decisão final é com base na proposta personalizada que resumirá a pesquisa realizada no shopping financeiro. Por isso, as plataformas jamais substituirão o relacionamento humano. Os corretores especializados em ser consultor de risco jamais serão substituído”, afirma a jornalista.

Em breve, o ebook estará disponível para download no portal da Travelers.