Mongeral Aegon de olho na história

A Mongeral Aegon é a primeira seguradora brasileira a receber o selo de Patrimônio Histórico Mundial, concedido pela UNESCO. Trata-se de atas que são desde a criação da empresa, em 1835, na época Montepio Geral de Economia dos Servidores do Estado, que mostram que a companhia instituiu no país o conceito de previdência. O selo da UNESCO faz parte do programa internacional Memória do Mundo, criado em 1992 com o objetivo de contribuir com a conscientização sobre a preservação e o acesso ao patrimônio documental em várias partes do mundo.

Posicionamento institucional da CNseg sobre proteções mutualismos que não são seguro

Fonte: CNseg

1) O momento atual exige esclarecimentos contundentes sobre o grave equívoco de uma certa visão, ora em voga, de que a proteção veicular, e outras formas ilegais e desprotetivas do consumidor, teriam origem em suposta falta de apetite por riscos por parte das seguradoras.

2) Essa visão só pode ser fruto do desconhecimento mais básico da missão do seguro, lacuna que o programa de educação em seguros, da cnseg, vem buscando incessantemente preencher.

3) Como, falta de apetite? As estatísticas do mercado de seguros demonstram fartamente que taxas anuais de crescimento do seguro acima de dois dígitos, mesmo durante a recessão recente, só foram possíveis pela crença de seguradores e corretores na capacidade de recuperação do país.

4) Agora, quem pode duvidar de que a elevação dos níveis da violência e a progressiva piora da infraestrutura viária do país inviabilizam a oferta do seguro em áreas desprovidas das menores condições de segurança?

5) E mais, se as próprias seguradoras, que são sociedades historicamente capacitadas a exercer a atividade de proteção, deixam eventualmente de oferecer coberturas, será que o farão as alegadas modalidades de mútuos desprovidas de mínimas condiçōes técnicas e econômicas, e aquém da fiscalização do estado?

6) O sistema segurador brasileiro levou mais de seis décadas para firmar sua credibilidade, aportando investimentos, capital, gente, tecnologia e sendo submetido à dura regulação estatal. Há enormes custos de instalação e de manutenção de suas atividades, em benefício da segurança dos consumidores.

7) Esses custos do exercício da atividade seguradora são naturais no mundo inteiro, e são as exigências regulatórias que dão as condiçōes de permanência longeva das garantias aos consumidores. Foi assim que a seguridade pública e privada contribuiu para a civilização moderna, que sobreviveu duas vezes ao pós-guerra mundial, e às crises cíclicas desde 1929, 1945 e 2008. E até os nossos dias.

8) Ora, se este nosso sistema securitário brasileiro sólido nåo pode eventualmente suportar tecnicamente determinados riscos – que ultrapassam a capacidade agregada de fundos garantidores – que atingem globalmente 1 trilhão de reais, serão os aventureiros piratas a alternativa da sociedade?

9) Pensar assim é fazer pouco dos milhões de consumidores que desejam e precisam de proteção. É também fazer pouco de estruturas sólidas de acionistas, dirigentes e equipes treinadas das seguradoras, dos corretores, do aparelho do estado e da imensa cadeia de valor dos especialistas na área do direito, das finanças, da governança do seguro.

10) Vamos ao ponto. Tenhamos a coragem de evitar um retrocesso que retire a confiança da populaçäo na rede de proteção da sociedade brasileira. uma ameaça que coloca em risco suas poupanças duramente acumuladas.

11) Essa onda de desproteção da população, sob o subterfúgio dos supostos preços baixos, é lamentavelmente previsível. Ela vem da relativa incapacidade atual das instituições brasileiras de preservar as conquistas históricas da sociedade, da qual o sistema securitário faz parte.

12) Mas temos que olhar para a frente. E esclarecer sistematicamente aos cidadãos quais os riscos da proteção barata e enganosa. em todos os campos. O barato sai caro.

13) Para começar, o seguro não tem limites de indenização, além do pactuado nos contratos. Há uma imensa rede de suporte técnico, tecnológico e operacional, com milhares de profissionais qualificados. Há um suporte da regulação do estado, que dá conforto aos que contratam a seguridade privada.

14) Já do lado dos piratas, aventureiros, que se escondem atrás da venda de facilidades, comparando-as com o seguro, nada há de proteção aos cidadãos.

15) Ao contrário. Essas falsas proteções tornam duvidosa a promessa de repor os bens e as rendas pactuados, na ausência de lastro econōmico, de governança e proteção regulatória. Essas inconsistências levarão ao imprevisível “rateio de despesas”. A antítese do seguro, já que este é baseado no previsível cálculo atuarial. E nas melhores práticas de submissão à regulação pública e à governança corporativa.

16) O danoso “rateio”, inafastável dessa forma extravagante de mútuo, significará, é certo, a frustração do recebimento de uma indenização esperada e devida. só na forma da seguridade a indenização contratada é a garantia justa, calculada e suportada por um sistema validado conforme práticas mundialmente aceitas.

17) O combate às tais proteções piratas deve ser um mantra de todo o sistema securitário legalizado. Devemos preservar o sistema de seguros. Devemos preservar a imagem do setor, ameaçada pela comparação entre desiguais. Estamos lutando pela verdadeira proteção, atributo de uma sociedade justa, sustentável e solidária.

Europ Assistance lança serviço inédito em parceria com 99

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A Europ Assistance Brasil acaba de anunciar uma parceria inédita com a 99, principal startup nacional de mobilidade urbana. O acordo prevê a oferta de vouchers da 99 para corridas feitas via aplicativo, como alternativa ao uso do carro reserva em todo o Brasil. Nesse primeiro momento, a ação envolve os clientes de seguro auto da Bradesco Seguros.

O serviço, que se aplica a todas as situações previstas na solicitação de um carro reserva, traz, entre outras vantagens, uma nova opção aos menores de 21 anos. Segundo Ricardo Alexandre, diretor de Operações da EABR, jovens dessa faixa etária são impedidos pelas locadoras de ter cobertura de carro reserva (não comercializado por algumas seguradoras). “Entre 5% e 10% dos segurados estão nessa faixa etária e as seguradoras passam a ter uma opção para oferecer a esses clientes em caso de sinistro”, ressalta.

“A parceria torna ainda mais completo o serviço de transporte do segurado, dando liberdade de escolher como se locomover quando não estiver com o carro próprio. Por meio do app da 99, os clientes terão uma opção de mobilidade rápida, segura e acessível”, afirma Leandro Barankiewicz, diretor de Operações B2B da 99.

Para Alexandre, da EABR, a parceria com a 99 ainda permite novos usos. “Outra possibilidade é utilizar os serviços da 99 em casos de panes para consertos de curtíssimo prazo, sem burocracia nem caução, e a um custo mais baixo, tornando acessível a oferta aos nossos clientes”, complementa.

No caso de pane, a nova modalidade tem um grande diferencial: para reparo superior a dois dias de oficina, junto ao atendimento de guincho solicitado para a Assistência 24h, a EABR oferece dois dias de voucher para que o cliente possa solicitar corridas via app da 99. Em acidente (dano parcial ou total), furto ou roubo, o segurado, incluindo o motorista menor de 21 anos, tem direito a voucher para utilização em até 30 dias, de acordo com o período de conserto do carro, dentro do limite a ser definido pela seguradora – pode ser uma contratação de serviço adicional sem vínculo com a contratação de carro reserva existente.

“Com essa parceria, a Europ Assistance, sempre atenta às oportunidades, inova para oferecer ao mercado produtos e serviços diferenciados”, diz Jorge Bau, CEO da EABR. “A comprovada aceitação da 99 junto ao público pela facilidade de uso do seu aplicativo, por sua agilidade no atendimento e segurança são atributos que agregam valor à qualidade das soluções e produtos desenvolvidos pela Europ Assistance”, afirma Bau.

Na avaliação de Cauê Albuquerque, gerente de Novos Negócios da 99, a parceria com a EABR é um marco no mercado segurador. “Essa parceria inédita marca um novo momento no mercado de seguros e assistências com o uso da tecnologia facilitando a vida do segurado”, conclui.

Como utilizar – Segundo Ricardo Alexandre, diretor de Operações da EABR, a utilização do voucher da 99 é simples. “Basta que o cliente faça download do aplicativo da 99 e selecione no app a forma de pagamento ‘voucher’, que já estará liberado para utilização”, afirma. “Em breve, este serviço poderá ser utilizado através dos aplicativos das próprias seguradoras”, complementa.

Mongeral Aegon desenvolve no Brasil insurtech que será modelo para a Aegon no mundo

Nuno David, diretor de marketing da Mongeral Aegon, está cada dia mais maravilhado com as possibilidades que a tecnologia proporciona para o mundo. Se foco é como usar tanta inovação para difundir a cultura de seguros de vida no Brasil. Boa parte de todo o projeto está no relacionamento com seus principais clientes: o consumidor e o corretor.”Em cooperação com o grupo Aegon, a Mongeral Aegon está desenvolvendo no Brasil uma insurtech que servirá a diferentes unidades de negócio da Aegon em todo o mundo”, contou.

Veja abaixo os principais trechos da entrevista.

Quais as tecnologias já implementadas e quais os benefícios já alcançados?

A Mongeral Aegon tem inovação em seu DNA. São vários projetos de tecnologias já implementados pela seguradora. Em 2014, a companhia lançou o primeiro e-commerce de seguros no Brasil. Hoje, já são mais de 400 lojas online ativas para os corretores parceiros da Mongeral Aegon. Elas contribuem para que o corretor atue no mundo digital em todo o território nacional, além de serem um cartão de visita.

E o portal?

Em 2016, a seguradora lançou um portal em que os candidatos podem se inscrever para participar do curso de formação. Neste novo modelo, o processo de recrutamento acontece totalmente online. De janeiro a agosto de 2016, foram 6.020 cadastros. Já no mesmo período deste ano, a companhia registrou 6.777 interessados em realizar a formação na Mongeral Aegon, representando um aumento de 12%. Desde 2002 a Mongeral Aegon forma corretores de seguros de vida e previdência em parceria com a Escola Nacional de Seguros.

O processo de venda é totalmente digitalizado?

Sim, essa é outra ação que a Mongeral Aegon desenvolveu. A ferramenta de venda digital permite que o corretor realize todo o processo de venda presencial utilizando apenas um aplicativo. Ao fim da contratação, o cliente recebe, em tempo real, a apólice no seu e-mail. Mais que estratégias para economizar papel, a Mongeral Aegon entende que estas duas plataformas permitem uma nova experiência de compra e de venda, para cliente e corretor, respectivamente, além de contribuirem com uma maior agilidade no processo de implantação de propostas e um menor impacto ambiental.

E a Machine learning?

Neste ano, a Mongeral Aegon já realizou testes de regulação de benefícios com machine learning, tendo aumentado significativamente a eficiência do seu processo de regulação.

O que está previsto para o fechamento de 2017 e primeiro semestre de 2018 em termos de inovação, estratégias e resultados financeiros?

Até o fim de 2017, a Mongeral Aegon pretende finalizar os testes com a ferramenta de venda digital e iniciar a sua implementação em toda a sua força de vendas. Treinamentos estão sendo realizados para os diferentes perfis de usuários, de forma que possamos chegar em 2018 com 90% do total das nossas vendas de forma 100% digital. Já sobre resultados financeiros, para 2017 a companhia tem como objetivo crescer 25% em vendas em relação aos resultados do ano anterior. Para 2018, a Mongeral Aegon seguirá investindo na evolução do seu e-commerce, focando sempre na valorização da experiência do usuário na plataforma.

IRB Brasil Re faz estudos para melhorar oferta de produtos para o segmento de agronegócios

O agronegócios é um segmento da economia que está no radar do presidente do IRB Brasil Re, José Carlos Cardoso. “O IRB busca alternativas para criar novas oportunidades dentro do segmento, desenvolvendo produtos personalizados que explorem novos nichos de mercado, que sejam aderentes às necessidades do produtor e, preferencialmente, com baixo custo operacional”, disse ele. Considerando que somente 16% da área plantada no Brasil tem seguro rural — nos Estados Unidos esse percentual sobre para 96% — ainda há muito espaço para avançar no país.

Veja abaixo os principais trechos da entrevista:

Quais as perspectivas da sua empresa com a venda de seguro para o mundo rural?

A venda do seguro para este segmento já apresenta volume significativo, entretanto, o potencial de crescimento ainda é muito grande, considerando a baixa penetração do seguro e a representatividade do agronegócio no PIB brasileiro. O IRB vê com entusiasmo e grande interesse as perspectivas da indústria e as oportunidades no setor de seguros.

O que já vende hoje para esse público e o que pretende lançar?

Atualmente, oferecemos produtos tradicionais ou combinados com a variação de preço para certas commodities, proporcionando maior proteção para riscos climáticos. O IRB vem estudando novas possibilidades de negócios em segmentos ainda pouco explorados, como os seguros de pastagens e de renda. Amplamente utilizados no exterior, os seguros paramétricos ainda são incipientes no Brasil, e o IRB vem trabalhando no desenvolvimento de soluções específicas voltadas à realidade de cada setor. Nossa estratégia consiste em entender como pensa o produtor no seu dia a dia, quais são seus riscos e ameaças e, assim, identificar novas oportunidades para nossa empresa.

Em quais carteiras do agronegócio a sua empresa atua?

O IRB atua em todos os segmentos do agronegócio, incluindo seguro para lavouras, florestas, pecuário, máquinas e equipamentos, implementos agrícolas, entre outros.

Qual o perfil deste comprador rural? Que tipo de seguros prioriza?

O perfil varia de acordo com a região. O mercado tem maior penetração na Região Sul e avança para o Centro-Oeste, em menor escala, porém com um enorme potencial. Nesta região está localizada uma fatia significativa dos compradores, formada por grandes produtores e empresas, inclusive com forte presença do capital internacional. Para se ter uma ideia, hoje, menos de 15% da área plantada e menos de 5% do valor bruto de produção é segurado no Brasil. Atualmente, o IRB tem maior demanda por produtos tradicionais que oferecem proteção para riscos climáticos, combinados ou não com a variação de preço para certas commodities.

Como a tecnologia do campo mudou a oferta de seguro?

A tecnologia está cada vez mais presente na gestão de riscos por parte do produtor, mas ainda é pouco explorada, pois requer investimentos e uma nova forma de conduzir as lavouras. No que se refere ao seguro e resseguro, a tecnologia vem ganhando espaço com a oferta de ferramentas que utilizam a geoespacialização do risco e as geoestatísticas, por exemplo. Esses recursos tendem a tornar mais assertivas e profissionais as tomadas de decisão, a gestão do portfólio, a análise dos riscos e até o controle de sinistros. É uma longa caminhada a ser seguida. O IRB já utiliza esse tipo de plataforma e possui plenas condições de oferecer melhores serviços aos seus clientes. Podemos citar a importância da tecnologia na apuração remota das perdas no campo utilizando informações de satélites, ou ainda, como o avanço da tecnologia e a precisão das informações de clima e solo, por exemplo, podem auxiliar na precificação dos produtos de renda ou de índice.

O uso de Inteligência Artificial para plantio ajudou a reduzir riscos de perdas? Isso já está refletido no preço?

Esse tipo de tecnologia ainda não é muito utilizada no mercado segurador brasileiro. A agricultura de precisão, por exemplo, não é explorada no Brasil, embora seja mais difundida em outros mercados como o americano. Sob a ótica da gestão de riscos e condução dos negócios, o produtor deixa de gerir o risco “no olho” e passa a incorporar a tecnologia no seu dia a dia. No longo prazo, a tendência é que isso se reflita no preço e na melhoria da sinistralidade.

Há novos produtos para atender as demandas de equipamentos como robôs e drones?

Não houve ainda nenhuma aproximação nesse sentido por parte dos nossos clientes da carteira de agronegócio. No entanto, o IRB avalia constantemente novas possibilidades e acredita na inovação como diferencial competitivo. Caso surja uma demanda com essas características, a empresa está preparada para desenvolver um produto personalizado. É preciso entender a demanda e identificar exatamente os riscos mais comuns no campo para os produtores para, assim, desenhar novos modelos e produtos inovadores, de acordo com a realidade do setor produtivo.

Cite algo que achar interessante ao leitor e não estiver nas questões acima.

Umas das estratégias do IRB é se consolidar como referência em seguro agropecuário na América Latina. E a aproximação com o setor produtivo é o caminho para alcançar essa credencial. Temos olhado atentamente o mercado mundial e os produtos que hoje são comercializados em outros países para fazer adaptações à realidade do agronegócio brasileiro. O segmento pecuário é um ramo marginal dentro da linha do agronegócio no Brasil e tem foco maior na agricultura e menor no setor de proteína animal (suinocultura, bovinocultura, avicultura, etc.). O Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de carne bovina do mundo e a nossa produção é, basicamente, de pasto. Temos um mercado em desenvolvimento e com muitas oportunidades. Precisamos trabalhar com produtos de menor despesa operacional, mais atrelados aos índices e indicadores, e menos dependentes do trabalho in loco dos tradicionais reguladores de sinistros. Já possuímos em nosso quadro uma zootecnista para ajudar no desenvolvimento de produtos específicos para o setor e, muito em breve, isso fará diferença para os nossos clientes.

Sompo neutraliza carbono do Congresso Fenacor

A Sompo Seguros estabeleceu uma ação diferenciada entre as iniciativas que marcam sua participação no 20º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, que aconteceu entre os dias 12 e 14 de Outubro, no Centro de Convenções de Goiânia (GO). Como parte de seu programa de neutralização de carbono, a companhia vai viabilizar as iniciativas que devem compensar a emissão de dióxido de carbono (CO2) do evento, garantindo o selo Evento Neutro de Carbono ao Congresso.

Por meio de uma parceria com o IBDN – Instituto Brasileiro de Defesa da Natureza, toda a emissão resultante do evento será compensada por meio de mudas a serem plantadas na floresta Sompo Seguros, localizada no Parque Ecológico do Tietê, em São Paulo – SP. Para isso, o IBDN vai fazer um levantamento da queima de combustível fóssil e gás liberados durantes o evento, que incluem todo o trabalho de organização, equipe de segurança e de apoio etc), bem como consumo de energia elétrica, produção e descarte de resíduos.

Dessa forma, a floresta Sompo Seguros deve ganhar cerca de 250 novas mudas de espécies nativas, que devem ser plantadas numa área de 1,5 mil m² e que tem potencial de neutralizar 45 toneladas de carbono.

“O Congresso é um evento imprescindível, no qual todo o mercado segurador se reúne para trocar ideias, debater sobre perspectivas de futuro e analisar panoramas e tendências. Por conta disso, decidimos contribuir neste ano implementando uma iniciativa que está na política da companhia de promoção do bem-estar e da sustentabilidade. Nada mais justo, portanto, do que viabilizar a neutralização de carbono do evento”, comentou Francisco Grossi, Diretor Executivo Comercial da Sompo Seguros, em nota.

Rádio CNseg completa 1 ano, estreia nova programação e promove debate

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O veículo, que diariamente transmite notícias, entrevistas e boletins informativos com alcance em todo o país, simboliza o esforço crescente do mercado segurador para promover um diálogo objetivo e claro com a população brasileira. A iniciativa é hoje o pilar central do Programa de Educação em Seguros, desenvolvido pela atual gestão da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

“O Programa foi concebido como um conjunto bastante amplo de ações voltadas para promover a cultura do seguro e a Educação em Seguros. Eu acho que a Rádio CNseg foi um salto de qualidade formidável, e em pouco tempo ela já é reconhecida como um veículo muito importante”, destaca o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano. “A orientação financeira está presente em todos os quadros, buscando cobrir o elenco muito vasto do nosso mundo dos seguros.”

Ao todo, a Rádio CNseg já veiculou 466 entrevistas e 491 boletins de serviço sobre seguros, além de notícias diárias, totalizando 164 horas de programação jornalística ao longo de um ano. O conteúdo, difundido por rádios em diferentes regiões do país, foi transmitido por mais de 2 mil emissoras em 1,5 mil municípios.

Para comemorar esse marco, a Rádio CNseg passará por uma reformulação em seu aniversário. A partir da semana que vem, dois novos quadros serão integrados à grade semanal de programação: o ‘Seguro na Sua Região’ e o ‘Seguro Internacional’. O objetivo é aprofundar o entendimento do mercado de seguros no Brasil e ampliar a percepção do consumidor quanto ao funcionamento dos seguros no mundo todo.

Nova programação

A principal novidade da Rádio CNseg é a reformulação da grade de programação, que passa a incluir dois novos quadros: “O Seguro na Sua Região”, apresentando um corte regionalizado sobre o seguro pelo país, e “Seguro Internacional”, sobre o setor de seguros nos mais importantes mercado internacionais. Diversos programas também tiveram seu dia de veiculação alterado, para dar mais coerência e dinamismo à programação.

Além disso, a Rádio CNseg passa a transmitir diariamente, das 17h às 19h, o programa “Painel JB”, em cadeia com a JBFM. Às quartas-feiras, a Rádio CNseg vai veicular a participação do presidente da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, no programa “Painel Econômico”, da JBFM, apresentado por Alex Campos.

Outra atração desta semana de aniversário será um debate que irá ao ar na quinta-feira, com três especialistas na área: o diretor geral da Agência Radioweb, que produz o conteúdo da Rádio CNseg, Paulo Gilvane; a diretora da Rádio Alerj, Daniella Sholl; e o radialista Robson França, da JBFM. Eles vão discutir “O papel social do rádio”.

Durante a programação da semana, a Rádio CNseg vai veicular depoimentos de autoridades de órgãos de defesa do consumidor, como o secretário nacional do Consumidor, Arthur Rollo, a diretora do Procon-PR, Claudia Silvano, e a superintendente da Associação de Educação Financeira do Brasil, Claudia Forte, sobre a emissora.

O aniversário da Rádio CNseg é também o tema do presidente da Confederação, Marcio Coriolano, no quadro “Fala Presidente” desta segunda-feira. Ele destaca a importância da Rádio CNseg no âmbito do Programa de Educação em Seguros. Por isso, diz, a programação foi pensada tanto para o consumidor quanto para os formadores de opinião, entes ou executivos que lidam com o mercado segurador. “A Rádio CNseg foi um salto de qualidade formidável. Hoje é reconhecida como um veículo muito importante.”

Também nesta segunda, estreando em novo dia, o “Minuto da Capitalização” apresenta um debate gravado durante a 8ª Conseguro que reuniu o presidente da FenaCap, Marco Barros, o superintendente de Negócios de Capitalização da SulAmérica, Natanael Aparecido de Castro, e o superintendente executivo da Bradesco Vida e Previdência, Bernardo Ferreira Castelo. Eles discutiram as alternativas e oportunidades no mercado de capitalização.

Nesta terça, também em novo dia, a “Entrevista Especial” traz outro debate, este sobre diversidade, gravado na Conseguro. Participam a ativista social Djamila Ribeiro e a líder do Grupo de Trabalho de Diversidade e Inclusão da CNseg, Ana Paula Santos. A terça-feira terá ainda a estreia do quadro “O Seguro na Sua Região”, com o diretor executivo do Sindicato das Seguradoras do Rio de Janeiro, Ronaldo Vilela, que fala sobre o mercado de seguros fluminense, em meio à violência e à crise econômica no Estado.

No mesmo dia, o “Qual é a Dúvida” apresenta o áudio de um boletim “Entenda o Seguro”, veiculado no YouTube pelo “Canal Seguro”, em que o personagem Sr. Dúvida aprende como é calculado o valor do Seguro de Automóvel.

Nesta quarta-feira, vai ao ar pela primeira vez na Rádio CNseg o programa “Painel Econômico”, da JBFM. Nele, Marcio Coriolano comenta os dados mais recentes do mercado segurador. Também na quarta vão ao ar o “Conheça os Seguros Gerais”, agora em novo dia, e o “Inovação e Sustentabilidade”.

No dia seguinte, estreia o quadro “Seguro Internacional”, em que serão apresentados dados sobre a posição do mercado segurador brasileiro no mundo. Ainda na quinta-feira, entra o “Momento Jurídico”, com Ana Carolina Caram, diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça. Por sua vez, o “Por Dentro da Saúde Suplementar” vai abordar uma pesquisa sobre a saúde do idoso, apresentada durante o 3º Fórum da Saúde Suplementar, realizado em São Paulo.

Encerrando a semana de aniversário, também em novo dia, o “Entenda os Seguros de Pessoas” vai explicar como fica o Seguro de Vida Empresarial com a reforma trabalhista. Também na sexta, o “Dicas do Consultor” orientará a planejar as finanças já pensando no final do ano e no início de 2018, incluindo os gastos com Natal e Réveillon, férias, material escolar e impostos como IPTU e IPVA.

Diariamente, a Rádio CNseg traz ainda boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.

Travelers celebra dois anos de atuação no Brasil

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Outubro marca o aniversário de dois anos de presença da Travelers Seguros, sob marca própria, no mercado brasileiro. A companhia atua no segmento corporativo, oferecendo seguros de Riscos Patrimoniais, Responsabilidade Civil, Riscos de Engenharia e Linhas Financeiras.

“O mercado brasileiro abraçou a marca Travelers e nós construímos um sólido relacionamento junto aos corretores de diversas regiões do País nos últimos dois anos”, explica Leonardo Semenovitch, responsável pelas operações da Travelers no Brasil. “Além disso, continuamos aproveitando a expertise da empresa, líder em seguros nos Estados Unidos, que nos ajuda a entregar produtos e serviços especializados e adequados ao atendimento aos nossos clientes”.

A Travelers está presente em 8 cidades, com escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Ribeirão Preto, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador e Goiânia e já conta com a parceria de mais de 700 corretores ativos.

Relacionamento e Inovação

A companhia investe no relacionamento com corretores, na implementação de inovações tecnológicas e no lançamento de novos produtos, fatores que levam ao fortalecimento da marca no Brasil. O sistema de cotação online, por exemplo, que permite cotações em tempo real de alguns dos produtos oferecidos, é um dos exemplos de inovação com boa aceitação pelos corretores. “As ferramentas online oferecidas pela Travelers facilitam nossa operação e oferecem rapidez na cotação e na emissão de apólices”, afirma Gilberto Wallerius, sócio-proprietário e fundador da corretora Wallerius.

A equipe técnica da Travelers, responsável pela realização dos estudos de controle de riscos de acordo com as necessidades dos clientes, tem um reconhecimento positivo pelo mercado. “Vemos essa relação de proximidade e a capacidade técnica na implementação de soluções personalizadas como os responsáveis pelos bons resultados dessa parceria”, diz Fernando Martinez, Diretor da It’sSeg Company.

Maurício Masferrer, Diretor Executivo da AON Corretora, também ressalta a expertise da equipe: “Trabalhamos com a Travelers em projetos singulares e a capacidade da empresa em entender nossas necessidades, buscando soluções em Riscos Corporativos para projetos específicos e fora do comum, é o que faz nossa parceria prosperar”.

“Comemoramos esses dois anos no Brasil reforçando nosso comprometimento com o País e nossa estratégia de crescimento. Seguimos ampliando as soluções customizadas, oferecidas às pequenas e médias empresas, além de produtos inovadores para setores que impactam o desenvolvimento de infraestrutura do País”, reforça Semenovitch.

No próximo ano, a companhia espera continuar com foco em pequenas e médias empresas.

Corretora SOM.US inicia operações no Paraguai

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A SOM.US Holding International, empresa do setor de seguros e resseguros, avança sua expansão sobre a América Latina com a inclusão em sua rede da corretora de resseguros paraguaia Walbaum, sediada na capital Assunção.

A Walbaum acrescenta à SOM.US seu profundo conhecimento em riscos de Property, Energy e Benefícios no mercado paraguaio, onde opera desde 1995 e vem colocando resseguros para as mais de 30 seguradoras atuantes naquele país.

A empresa gosta de destacar que “desde sua fundação, jamais intermediou um risco sequer cujo sinistro não tenha sido honrado por seus resseguradores” e que “até hoje mantém suas proteções de E&O isentas de questionamento”.

O comando da operação paraguaia continuará a cargo de Víctor Hugo Ribon, um dos maiores especialistas em riscos no país. Corretor de seguros com experiência executiva em seguradoras do Paraguai e da Colômbia, Ribon está à frente da Walbaum desde sua fundação.

Tem ampla experiência em colocação de resseguros em mercados como Argentina, Paraguai, Chile e República Dominicana, a partir de Miami. Além disso, atuou na direção de projetos e associações estratégicas com várias seguradoras.

“Na intermediação de resseguros, fazer parte de uma rede não é mais uma opção, mas, sim, uma condição”, afirma Victor Hugo. “Vamos atuar em maior escala, reduzir riscos e atrair resseguradoras para as oportunidades existentes nas empresas paraguaias”.

Com escritórios localizados no Brasil, Equador, México e Uruguai, a estrutura da holding SOM.US está organizada em três unidades de negócios transversais, sendo duas relacionadas a resseguros – Non-marine/ Marine e Benefícios – e uma a Assessoria em seguros (Wholesale).

Em 2017, a empresa anunciou o brasileiro Fábio Basilone como CEO de Wholesale (distribuição), o colombiano Maurício Rodrigues como o CEO para Benefícios e o mexicano Alejandro Padilla para a liderança da área de Resseguros Non-Marine e Marine.

Em toda América Latina, a SOM.US Holding Internacional conta com 12 escritórios e mais de 250 colaboradores. Além disso, possui uma carteira de clientes com as mais importantes empresas de seguros da região.

Finalmente o plano de saúde individual voltou…

Mas antes de comprar analise bem as coberturas e regras do contrato para não comprar um plano bronze e querer usar um plano ouro. Tudo tem seu preço. Cada um compra aquilo que cabe no bolso e tem de adaptar expectativas a realidade. A coragem da Amil de lançar um plano individual é de se admirar.Tomara que a população entenda bem o que está comprando, pois é uma excelente iniciativa e ter médico de família certamente vai ajudar muita gente a se livrar de médicos, laboratórios e hospitais que enriquecem abusando de procedimentos desnecessários.

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Para atender a uma demanda crescente de mercado, a Amil lança hoje, em São Paulo e em Guarulhos, o plano individual Next Access. Com alcance municipal e venda direta pela internet, a expectativa da empresa é que a oferta traga de volta à saúde suplementar parte dos beneficiários que perderam a cobertura do benefício oferecido pelas empresas. Nos últimos três anos, segundo os dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), cerca de 3 milhões de pessoas deixaram o sistema privado de saúde.

A empresa acredita que a atratividade do produto está na relação custo-benefício, na facilidade para adquiri-lo e na coordenação de cuidados médicos com que o beneficiário passa a contar. Os valores variam a partir de R$ 126,21 (preço por beneficiário em produto familiar com coparticipação) e R$157,77 (opção sem coparticipação). Os contratantes que aderirem ao plano até dezembro de 2017 poderão usufruir da parceria com a Smart Fit, maior rede de academias da América Latina, até outubro de 2018 – observando a idade mínima de 16 anos e demais condições definidas em regulamento.

Todo o processo de compra será efetivado pelo site vendas.amil.com.br, com ou sem o auxílio de um corretor de seguros. Além da rede de atendimento convencional Next, os beneficiários serão convidados a conhecer os Clubes Vida de Saúde, centros multidisciplinares de cuidado, coordenados por médicos de família. Enfermeiros, agentes de saúde, nutricionistas, fisioterapeutas e psicólogos também fazem parte da equipe de apoio ao paciente.

O equilíbrio entre rede própria e credenciada de atendimento, formas alternativas de remuneração para os prestadores de serviços médicos e um consistente modelo de atenção primária foi a equação encontrada pela empresa para oferecer um plano de saúde mais econômico e com melhores resultados de saúde. “Desenhamos esse plano para ajudar as pessoas a viver de forma mais saudável e para ter um produto sustentável, contribuindo para a ampliação do acesso à saúde de qualidade”, enfatiza Lais Perazo, diretora técnica da Amil.

O Next Access é um plano individual/familiar ambulatorial e hospitalar, que atende a todas as coberturas previstas no Rol da ANS, por meio de uma rede de atendimento composta por hospitais, clínicas e laboratórios. A venda do plano está disponível pelo site vendas.amil.com.br. Dúvidas e mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800-608-3665.