Darwin e Banco BV fecham parceria com foco no Empréstimo com Garantia de Veículo

acordos em seguros

Após consolidar sua atuação como seguradora digital referência em distribuição via corretores, a Darwin anuncia sua entrada no mercado de crédito com o lançamento de sua nova frente de soluções financeiras, iniciando com a oferta do Empréstimo com Garantia de Veículo (EGV) em parceria com o banco BV, uma das maiores instituições financeiras do país, que lidera os segmentos de EGV e financiamento de veículos leves usados. A novidade marca a expansão natural da empresa, que passa a oferecer serviços financeiros além dos seguros, sempre com foco em simplicidade, tecnologia e, principalmente, distribuição centrada no corretor.

Com mais de 10 mil corretores ativos em todo o Brasil, a Darwin é hoje uma das plataformas que mais crescem no setor, conectando tecnologia, dados e um ecossistema de proteção em expansão. A oferta de EGV representa o primeiro passo da Darwin nessa jornada de diversificação, que ainda incluirá, nos próximos meses, novos produtos como consórcio, financiamento e modelos flexíveis de crédito voltados às necessidades dos clientes finais e da rede de corretores.

Com o funding e expertise do banco BV, a Darwin entra nesse segmento com força, oferecendo condições atrativas, tecnologia embarcada e uma estratégia de distribuição centrada no corretor. “O banco BV tende a ser extremamente competitivo nessa fatia de mercado, e acreditamos que o EGV será uma peça-chave na expansão, tanto da nossa frente de soluções financeiras, quanto do nosso portfólio de seguros para clientes e corretores”, afirma Carlos Alberto Souza Barros, fundador da Darwin.

O Empréstimo com Garantia de Veículo oferecido pelo banco BV permite ao cliente obter até 120% do valor do veículo, com prazos de até 72 meses para pagamento, aceitando veículos com até 19 anos de fabricação. Com aprovação ágil, o crédito pode ser liberado já no mesmo dia. Criado em 2021, o produto vem ganhando cada vez mais espaço na estratégia de diversificação do banco, com um crescimento consistente nos últimos cinco anos.

Para o banco BV, estar presente neste movimento da Darwin é uma forma de ampliar sua presença de forma estratégica. “Temos observado um crescimento muito relevante do EGV na nossa base, e a parceria com a Darwin é mais um passo nessa jornada de levar as soluções do BV para onde o cliente está. Estamos felizes em integrar esse ecossistema, com uma oferta simples, prática e 100% digital”, afirma Jamil Ganan, Diretor de Negócios de Varejo no banco BV.

Com a entrada no mercado de crédito, a Darwin reforça seu posicionamento como uma plataforma inovadora de soluções completas de proteção e finanças pessoais, com ambição de dobrar sua base de corretores já no próximo ano.

“Nossa missão sempre foi construir o melhor ecossistema de produtos financeiros e de seguros para corretores. Fomos a primeira insurtech de auto a apostar integralmente nesse canal e, embora outros tenham seguido o mesmo caminho, a diferença é que nossa construção sempre foi feita a muitas mãos. Essa parceria com o BV é mais um passo nessa história coletiva que estamos escrevendo”, finaliza Firmino Freitas, também fundador da Darwin.

Sem seguro, a conta dos desastres sempre vai para o governo, alerta presidente da CNseg

“O Brasil tem um gap absurdo de proteção de seguro.” Foi com essa afirmação que o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, abriu sua participação no seminário “Diálogos da Infraestrutura: O Novo Seguro Garantia com Cláusula de Retomada”, realizado dia 14 de agosto, em São Paulo, pela Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB). Em sua fala, ele alertou para três grandes gargalos que limitam o desenvolvimento do país: a baixa cobertura securitária, a insuficiência de investimentos em infraestrutura e a restrição de recursos públicos.


Segundo Oliveira, apenas cerca de 15% das residências brasileiras possuem seguro, percentual muito inferior ao de países como a França, onde a taxa chega a 97%. Na infraestrutura, o cenário também é preocupante: o investimento gira em torno de 2% do PIB, menos da metade do necessário, e o valor anual de depreciação das estruturas supera o montante investido. “Isso impede que sejamos competitivos com países altamente eficientes, que contam com infraestrutura muito melhor”, ressaltou.


Ele destacou ainda que a cobertura securitária da infraestrutura nacional é “praticamente zero”. Como exemplo, citou a hipótese de um aeroporto ser alagado por uma enchente, como ocorreu no Rio Grande do Sul, em 2024: “a obrigação do concessionário é zero e, sem seguro, essa conta vai toda para o governo”. Para ele, o seguro é elemento central para destravar investimentos, aumentar a eficiência e proteger o patrimônio público e privado.


O presidente da CNseg também lembrou que o país dispõe de um sistema financeiro robusto, com capacidade de crédito interno, e que o setor de seguros conta com R$ 2 trilhões em reservas, que poderiam ser direcionados para viabilizar projetos. No entanto, a falta de viabilidade econômica e de alocação adequada de riscos impede avanços. “O PIB per capita do Brasil em 2024, descontada a inflação, foi o mesmo de 2013. Em dólar, caiu 30% no período. Precisamos reconstruir o tecido econômico-financeiro capaz de fazer o país crescer”, concluiu. Para Oliveira, encontros como o promovido pela ABDIB são essenciais para “trazer os elementos certos para a equação e buscar o encaixe entre as peças”, criando soluções para atacar os gargalos estruturais do Brasil.

André Truzzi assume como vice-presidente de Transformação e Assistência do Grupo HDI 

O Grupo HDI, um dos principais conglomerados seguradores do país, anuncia André Truzzi como vice-presidente de Transformação e Assistência. No novo cargo, o executivo passa a liderar também a operação da Fácil Assist – empresa de assistência 24h do grupo –, com o objetivo de fortalecer a estratégia da companhia de oferecer experiências de excelência em toda a jornada de clientes, corretores e parceiros. 

Com ampla trajetória executiva, Truzzi assume a missão de destacar ainda mais dois pilares considerados essenciais para a companhia: a entrega de serviços que apoiam clientes e corretores no momento em que mais precisam, e a parceria com prestadores. 

“A assistência é um momento essencial para fortalecer a confiança e estreitar os laços com nossos clientes e parceiros. Por isso, seguimos investindo continuamente para aprimorar essa experiência, valorizando cada elo da nossa rede — especialmente nossos colaboradores, que são fundamentais para o sucesso do negócio. É graças ao empenho deles que conseguimos entregar excelência ao nosso público. Além disso, também queremos continuar construindo parcerias cada vez mais equilibradas e enriquecedoras, gerando valor mútuo e sustentável aos nossos prestadores” afirma Truzzi. 

Fitch vê primeiras Letras de Risco de Seguro como marco para mercado brasileiro

A emissão inaugural de uma Letra de Risco de Seguro (LRS) no Brasil, realizada em maio pela Andrina Sociedade Seguradora de Propósito Específico (SSPE), ligada ao IRB Brasil RE, representa um novo capítulo para o mercado local de (re)seguros, segundo relatório da Fitch Ratings. O título, de R$ 33,7 milhões, securitiza risco de seguro-garantia — diferente do padrão internacional, que costuma ter lastro em catástrofes naturais.

Inspiradas nos insurance-linked securities (ILS), as LRS podem ampliar o acesso das seguradoras a capital alternativo, diversificar portfólios e contribuir para a estabilidade dos custos de resseguro. Para investidores, oferecem retornos com baixa correlação aos ativos tradicionais, reduzindo risco sistêmico e aumentando resiliência. No mercado global, as ILS já representam 16% da capacidade total de resseguro.

A Fitch destaca que a demanda no Brasil dependerá da busca por capacidade alternativa, do comportamento das taxas de resseguro e do potencial de retorno. Em 2024, investidores globais obtiveram retorno próximo a 13%, com spreads de risco de 9% e rendimento de renda fixa entre 4% e 5%. Em 2025, a expectativa é de retorno menor, em torno de 11,5%, diante de spreads mais baixos.

A avaliação das LRS pela agência considera o elo mais fraco entre risco do evento segurado, perfil de crédito do patrocinador e risco dos investimentos permitidos. São exigidos modelos robustos e validados, amplamente utilizados no setor e revisados de forma independente. Estruturas que envolvam riscos de difícil modelagem, como ataques cibernéticos ou terrorismo, podem não receber classificação.

Talanx registra lucro recorde de € 1,37 bilhão no semestre e eleva projeção para 2025

O grupo alemão Talanx encerrou o primeiro semestre de 2025 com lucro líquido recorde de € 1,373 bilhão, alta de 26% sobre o mesmo período do ano anterior, e revisou para cima a previsão de resultado anual, de mais de € 2,1 bilhões para cerca de € 2,3 bilhões. O desempenho foi impulsionado por forte operação em todas as divisões, normalização das indenizações por grandes perdas no segundo trimestre e efeitos cambiais positivos. A receita de seguros, ajustada por câmbio, cresceu 5%, para € 24,2 bilhões, enquanto o retorno sobre o patrimônio (ROE) subiu para 23,4%.

A divisão de seguros primários respondeu por 51% do lucro líquido do grupo, com destaque para Corporate & Specialty e Retail International, que apresentaram crescimento expressivo de receita e rentabilidade. No segmento de resseguros, a receita avançou 4% e o lucro líquido aumentou 13%, apesar dos impactos das perdas causadas pelos incêndios na Califórnia e outros eventos catastróficos. O índice combinado consolidado melhorou para 90,7%.

Segundo o CEO Torsten Leue, a estrutura diversificada e a estratégia focada do grupo permitiram obter um resultado recorde mesmo após um primeiro trimestre marcado pelas maiores perdas por desastres naturais da história da companhia. Ele destacou que a solidez operacional e a folga no orçamento de grandes perdas — cerca de € 140 milhões — sustentam o otimismo para o terceiro trimestre e o restante do ano, apesar da temporada de furacões e das incertezas geopolíticas e macroeconômicas.

Swiss Re lucra US$ 2,6 bilhões no primeiro semestre com margens em todas as áreas

andreas berger

A Swiss Re registrou lucro líquido de US$ 2,6 bilhões no primeiro semestre de 2025, alta sobre os US$ 2,1 bilhões de um ano antes, com retorno sobre o patrimônio (ROE) de 23%. O desempenho foi sustentado por margens de subscrição sólidas em todas as unidades de negócios e por um resultado de investimentos positivo, com retorno de 4,1%.

O segmento de resseguros de Propriedade e Acidentes (P&C Re) teve lucro de US$ 1,2 bilhão e combined ratio de 81,1%, beneficiado por baixa sinistralidade de catástrofes naturais e gestão disciplinada de portfólio. As renovações de junho e julho resultaram em aumento de preços de 2,3%. A divisão Corporate Solutions lucrou US$ 430 milhões, com combined ratio de 88,2%, enquanto o ramo de Vida e Saúde (L&H Re) obteve US$ 839 milhões, apoiado pela carteira vigente e receita de investimentos.

A resseguradora manteve o índice de solvência suíço (SST) em 264%, acima da meta de 200%–250%, e reafirmou as projeções para 2025. “Apesar do cenário macroeconômico e geopolítico incerto, a prioridade segue sendo a subscrição disciplinada e a eficiência de custos para garantir resultados consistentes”, comentou o CEO Andreas Berger, em nota. Segundo ele, a empresa mantém as metas para o ano, mas seguirá vigilante diante da temporada de furacões e da instabilidade global, com foco em gestão prudente para sustentar o desempenho.

MAG Seguros é reconhecida como a 2ª melhor seguradora do Brasil para trabalhar no ranking nacional

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A MAG Seguros conquistou o 2º lugar entre as melhores seguradoras para trabalhar no Brasil, segundo o ranking nacional do Great Place To Work (GPTW). O prêmio foi anunciado em cerimônia realizada em São Paulo e reforça a posição da companhia como referência em cultura organizacional, valorização de talentos e ambiente de trabalho. O reconhecimento soma-se à vitória recente no GPTW Rio de Janeiro, onde a MAG Seguros foi eleita a melhor empresa para se trabalhar no estado. A conquista já havia evidenciado a força da cultura interna e agora é confirmada, em escala nacional, pelo resultado no GPTW nacional.

O GPTW atua em 170 países, já impactou mais de 20 milhões de pessoas desde 1997 e envolveu 21 mil empresas em seus processos de avaliação. Dentro do ranking nacional, o setor financeiro é o terceiro mais representativo, reunindo 20% das empresas premiadas — um salto expressivo frente aos 6% registrados em 2006. No total, mais de 350 mil funcionários foram impactados pelas práticas das 60 organizações reconhecidas nesta categoria.

Para chegar ao resultado, o GPTW avaliou critérios como engajamento, práticas de gestão e experiência dos colaboradores. No recorte específico das instituições financeiras, o levantamento mostrou que o principal motivo para permanecer em empresas premiadas, entre 2023 e 2025, é a oportunidade de crescimento, seguido por qualidade de vida, alinhamento de valores e remuneração e benefícios.

“A nossa maior responsabilidade está em assegurar internamente que este seja realmente um bom lugar para trabalhar. É isso que nos move. Trabalhamos todos os dias, com intenção genuína, para criar uma experiência melhor para as pessoas, um ambiente onde elas possam crescer, se realizar e, com isso, impulsionar a nossa organização”, disse Patrícia Campos, Diretora de Gente e Gestão do Grupo MAG.

O ranking do GPTW segmenta as organizações por porte e segmento, garantindo uma análise mais precisa da complexidade de cada setor. No caso das instituições financeiras, a lista contempla bancos, financeiras, cooperativas de crédito, serviços financeiros e seguradoras, em categorias que variam de pequenas a grandes empresas.

Na MAG Seguros, segundo Patrícia, novos colaboradores encontram “um ambiente de oportunidades reais, incentivo à atitude de dono, relações duradouras e uma cultura forte em constante evolução”. Ela acrescenta que “esse é um espaço onde as pessoas são ouvidas, têm autonomia para propor ideias e são constantemente estimuladas a desenvolver novas habilidades, sempre com apoio para que alcancem seu máximo potencial”. 

Para a executiva, “o que um novo colaborador vai encontrar na MAG pode ser percebido nas declarações espontâneas que nossos próprios colaboradores compartilham nas redes sociais e eu acredito que isso é um excelente sinalizador. Aqui, as oportunidades existem, as pessoas podem oferecer o seu melhor, temos uma cultura forte e em constante evolução. Nós melhoramos continuamente, mesmo naquilo que já fazemos bem. Vivemos a atitude de dono, na prática, e fazemos isso com alegria, porque trabalhamos para construir relações duradouras,” finaliza.

Nova norma da ANTT intensifica fiscalização de seguros

por Sompo

A Sompo, subsidiária da empresa responsável pelas operações de seguro e resseguro do Grupo Sompo Holdings fora do Japão, informa que, com a Portaria SUROC nº 27/2025, publicada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) na segunda-feira, dia 11 de agosto, os transportadores rodoviários de cargas devem redobrar a atenção à contratação correta dos seguros obrigatórios exigidos por lei. A nova norma estabelece que todos os transportadores estejam com os seguros regularizados e devidamente comprovados junto à ANTT, sob pena de suspensão do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC).

A medida reforça a obrigatoriedade da contratação dos seguros de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga (RCTR-C), Responsabilidade Civil por Desaparecimento de Carga (RC-DC) e Responsabilidade Civil de Veículo (RC-V), essenciais para garantir a segurança das operações, proteger terceiros e assegurar a cobertura em caso de sinistros.

“A nova portaria é um indicativo de que o ente regulador vai investir em mecanismos para manter mais rigor e controle na fiscalização. A medida traz mais clareza para o mercado, beneficia os transportadores que já cumprem com a medida e promove um ambiente mais seguro e confiável para todos os envolvidos na cadeia logística”, afirma Adailton Dias, Diretor Executivo da Sompo.

A comprovação da contratação dos seguros poderá ser feita presencialmente, mediante apresentação do quadro resumo (capa) da apólice ou certificado de seguro, ou de forma automática, por meio de intercâmbio de dados entre ANTT e seguradoras ou entidade que as represente. Devem constar nesse documento: nome da seguradora, CNPJ e registro na SUSEP, identificação do ramo do seguro (nome e número), número do produto na SUSEP, nome do segurado e CPF ou CNPJ, número e data de emissão e vigência da apólice.

Para facilitar esse processo, a ANTT disponibilizará um manual com orientações técnicas para que as seguradoras ou entidades que as representem possam encaminhar as informações de comprovação de contratação dos seguros de forma ágil. O envio automático das informações pelas sociedades seguradoras deverá entrar em operação até o dia 10 de março de 2026. Para isso, os transportadores devem autorizar suas seguradoras a transmitirem as informações diretamente à agência reguladora.

“Na Sompo, somos líderes no ramo de Transporte desde 2017 e já contamos com soluções em seguros que garantem que nossos clientes estejam em conformidade com as exigências da ANTT e da SUSEP e protegidos em todas as etapas da operação”, explica Adriano Yonamine, Diretor Técnico de Transporte da Sompo.

A portaria também determina que o transportador poderá manter apenas uma apólice vigente de RCTR-C e RC-DC, vinculada ao seu RNTRC. Em casos de subcontratação de Transportador Autônomo de Cargas (TAC), os seguros devem ser contratados pela transportadora ou cooperativa em favor do TAC.

Entenda a medida

Embora a contratação de seguros pelos transportadores já estivesse prevista em medidas como a Lei nº 11.442/2007 e a Lei nº 14.599/2023, a recente publicação da Resolução nº 6.068/2025 (em 18 de julho) e mais recentemente a Portaria SUROC nº 27/2025 indicam o movimento da ANTT de tornar mais claro os mecanismos por meio dos quais deve intensificar a fiscalização sobre o cumprimento da legislação para o setor. Esse trabalho será feito pela Superintendência de Serviços de Transporte e Multimodal de Cargas (SUROC), uma unidade da ANTT.

Os seguros exigidos são:

  • RCTR-C – Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga: cobre danos à carga durante o transporte;
  • RC-DC – Responsabilidade Civil por Desaparecimento de Carga: cobre casos de roubo ou desaparecimento da carga;
  • RC-V – Responsabilidade Civil de Veículo: cobre danos causados por veículos utilizados no transporte.

A medida representa um avanço significativo na proteção de todos os envolvidos nas operações de transporte. Além de ampliar a cobertura para terceiros — como pessoas, veículos e patrimônios públicos ou privados que possam ser impactados por acidentes com caminhões em trânsito — a norma também fortalece a segurança jurídica dos motoristas autônomos, que costumam ser os primeiros acionados em situações de sinistro.

A Sompo reforça que estar em conformidade com a nova norma não apenas evita penalidades, como também fortalece a gestão de riscos, protege o patrimônio e contribui para a profissionalização do setor de transporte rodoviário de cargas.

MAPFRE anuncia Luiza Grisolia como superintendente de Gestão do Canal Corretor

A MAPFRE anuncia a chegada da executiva Luiza Grisolia como nova superintendente de Gestão do Canal Corretor. Com experiência em desenvolvimento de canais de distribuição e estratégia comercial, Luiza assume a missão de liderar a gestão do canal corretor com foco em performance, inovação e eficiência operacional.

A executiva será responsável por estruturar e aprimorar a jornada do canal corretor, fortalecendo os processos e as plataformas de suporte para garantir a escalabilidade e a consistência da atuação da MAPFRE junto aos seus parceiros comerciais.

Com uma trajetória consolidada no setor, Luiza acumula passagens por seguradoras multinacionais e empresas de tecnologia, onde atuou na liderança de iniciativas voltadas à transformação digital, fidelização de parceiros, estruturação de canais de vendas e otimização da jornada do cliente.

“Assumo este desafio com o compromisso de fortalecer a gestão estratégica do Canal Corretor, com iniciativas que melhorem a experiência, ampliem os recursos disponíveis e garantam maior eficiência em todos os pontos de contato. A MAPFRE tem uma base sólida e um time comprometido, e estou animada para contribuir com esse movimento de evolução”, afirma Luiza Grisolia.

“A chegada da Luiza é mais um passo na busca pela excelência na gestão do Canal Corretor, especialmente em um momento importante de transformação com o lançamento do programa ‘MAPFRE + Corretor’. Com sua visão estratégica, vamos aprimorar ainda mais o modelo de gestão, tornando nossa parceria com os corretores mais fluida, produtiva e orientada a resultados”, destaca Karine Brandão, diretora executiva do Canal Corretor da MAPFRE.

Luiza Grisolia é formada em engenharia de produção pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), possui MBA em gestão de negócios e inteligência de mercado pela FIA e uma especialização em marketing digital pelo Insper. Com foco na liderança de equipes de alta performance, tem expertise em planejamento comercial, parcerias estratégicas e gestão de processos.

A contratação da executiva é mais um passo da estratégia da MAPFRE em investir no relacionamento com corretores e aprimorar seus canais de distribuição, garantindo que a companhia continue sendo uma referência no setor de seguros e percepção de confiança pelos corretores.

Bradesco Seguros destaca a importância do papel das assessorias

“Precisamos trabalhar cada vez mais juntos para oferecer as melhores soluções para assessorias, corretores e clientes”, destacou Ney Dias, presidente da Bradesco Auto/RE, durante a abertura da nova edição do Bare com Você, evento reuniu assessorias parceiras na sede da Seguradora no Rio de Janeiro. Realizado na última terça-feira (05), o encontro reuniu representantes de assessorias de todo o Brasil para um momento de troca com executivos, diretores e superintendentes da Bradesco Seguros. A iniciativa teve como objetivo estreitar laços, fortalecer o networking e aprimorar o trabalho realizado em conjunto.

“As assessorias de seguros são parte importante da nossa força de distribuição. As assessorias hoje aqui presentes representam mais de 10 mil corretores”, destacou o Diretor Comercial, Leonardo Freitas. Segundo o executivo, os profissionais mencionados foram responsáveis por 26% de toda a produção da Seguradora em 2024. “As assessorias foram fundamentais para este atingimento. Elas representam distribuição, capacitação, comercialização e suporte aos mais de 10 mil corretores que gerenciam”, enalteceu.

O Diretor Comercial, Leonardo Freitas, ressaltou a importância dos corretores de seguros para a produção da Seguradora

Durante sua apresentação, Ney apresentou resultados e entregas realizadas ao longo do ano. “Em 2024, tivemos um crescimento de 20,6% em relação ao ano anterior e vocês são parte disso”, ressaltou. Ele reforçou, ainda, a importância do trabalho em conjunto de seguradora e assessorias para que, cada vez mais, um melhor atendimento seja oferecido e, ainda, melhores resultados sejam alcançados.

O Superintendente de Planejamento Comercial, Emanuel Nascimento, enfatizou a importância de eventos como o Bare com Você. “Consideramos as assessorias peças-chave e permanentes na estratégia da companhia para manter o ritmo de crescimento positivo. Assessorias representam um posicionamento, um investimento da Seguradora em um canal de distribuição que se torna cada vez mais relevante na Bradesco Auto/RE”, ressaltou o executivo. Também participaram o diretor Saint’Clair Lima; os Superintendente Sênior Eduardo Menezes (RE), Raquel Cerqueira (Auto) e Márcio Jordão (Sinistros); e o Superintendente de Serviços e Operações Fabio Frasson.

Emanuel Nascimento, Superintendente de Planejamento Comercial ressaltou a importância de eventos como o Bare com Você

A escuta ativa foi parte fundamental da troca com as assessorias. Ao longo de todo o encontro, seus representantes puderam compartilhar experiências com os executivos da Bradesco Seguros, alinhar expectativas e fortalecer a parceria para que, em conjunto, o melhor trabalho possa ser realizado.