O CEO da thinkseg, Andre Gregori, acaba de adquirir 50% do marketplace de autopeças Compre Direto, por meio da holding GRG Capital. O objetivo da operação é aumentar a sinergia entre os negócios do grupo e a agilidade para o suprimento de autopeças nas oficinas parceiras da start-up thinkseg que atua com o seguro auto e acompanha o jeito do motorista dirigir por meio do APP thinkseg.
“Neste ano, a expectativa é de 100 mil vendas de peças online, pelo site ou pelo celular, na plataforma Compre Direto”, diz Gregori. O faturamento do e-commerce na venda de peças e acessórios tem crescido no Brasil. Em outros países, esse nicho de venda já atinge 10% nos sites e aplicativos de e-commerce. Nos últimos cinco anos, o faturamento do comércio eletrônico no País cresceu 170%, colocando o Brasil como quinto colocado no ranking mundial.
A plataforma Compre Direto conecta clientes ao total de 200 fornecedores, como distribuidores de autopeças, lojas e concessionárias de veículos. Na plataforma, o consumidor faz tudo online, compra e pagamento, com a comodidade de receber o produto em até 4 horas em São Paulo e principais capitais do País por meio da start-up Kangroo, integrante do grupo GRG Capital . Para outras cidades, a entrega é feita via Correios.
A tecnologia da plataforma Compre Direto ainda permite que outras empresas parceiras revendam os produtos da Compre Direto, como se fossem delas (white label). As peças podem ser pagas com boletos, cartões e outros meios de pagamento online.
“A interação da Compre Direto com thinkseg e Kangroo vai proporcionar mais vendas, preço competitivo e agilidade na entrega aos clientes, aumentando a sinergia entre as start-ups do grupo GRG Capital. As oficinas de carros, ao receber as peças pelo Compre Direto, vão conseguir fazer reparos mais rápidos. No Brasil, apenas 40% da frota de veículos têm seguro. A tendência é o de aumento dessa cobertura aos automóveis e, como consequência, maior demanda por peças”, explica o CEO da thinkseg, Andre Gregori.
Pelo sétimo ano consecutivo o Grupo Sura entrou no Índice Mundial de Sustentabilidade Dow Jones, pelo qual é reconhecido por suas práticas sustentáveis de negócio, além de ser a única companhia latino-americana do setor de Serviços Financeiros Diversos e Mercado de Capitais que faz parte deste índice em todo o mundo. Vale destacar que a companhia também está no Índice de mercados emergentes.
“Sempre manifestamos nosso compromisso de sermos uma organização sustentável de nível mundial e, para isto, devemos estar dispostos a nos medirmos pelos padrões mais elevados. Isto é o que nos permite um exercício como este: avaliarmo-nos pelas melhores práticas para identificarmos pontos fortes e oportunidades para continuarmos melhorando e que permaneçam válidos a longo prazo. Nos dá muita satisfação, neste caso, constatar pelo sétimo ano consecutivo que estamos à altura e que contamos com práticas sustentáveis de negócio. Nosso compromisso é de segui-las e fortalecê-las dia a dia, para continuarmos gerando valor aos negócios de nossos grupos de interesse e respaldarmos sua confiança”, disse David Bojanini, presidente do Grupo SURA.
Para o ano de 2017 foram convidadas a participar e serem avaliadas cerca de 3,5 mil empresas de todo o mundo. Destas, foram selecionadas 320 pertencentes a 24 setores. Em particular, entraram 15 companhias de todo o mundo do setor de Serviços Financeiros Diversos e Mercado de Capitais, sendo o Grupo SURA a única de origem latino-americana.
Como é de conhecimento público, a RobecoSAM é a entidade encarregada de avaliar as empresas participantes. No caso do Grupo Sura esta avaliação incluiu suas filiais Suramericana (especializada na indústria de seguros, tendências e riscos) e a Sura Asset Management (na indústria de previdência, capitalização e investimentos).
Entre os aspectos que se destacam no desempenho global da organização, estão temas como Políticas e Medidas Anticorrupção, Relação com os Clientes, Gestão de Riscos e Oportunidades, Gestão de crises, Estratégia e Governança face às mudanças climáticas, Cidadania Corporativa e Filantropia, Dilemas e Assuntos Controversos.
O Grupo SURA destaca, finalmente, o fato de que quatro companhias que fazem parte de seu portfólio de investimentos também estão no Índice Mundial, que reconhece as melhores práticas de negócio: Grupo Bancolombia, Grupo Nutresa, Grupo Argos e Cimentos Argos.
Empresários e lideranças sindicais se reuniram com o presidente Michel Temer, nesta terça-feira (12), em Brasília, para apresentar propostas para reduzir o desemprego no país, que atinge cerca de 13 milhões de brasileiros. Cinco centrais sindicais e representantes de vários setores produtivos – entre os quais a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), representada por sua presidente, Solange Beatriz Palheiro Mendes – entregaram ao presidente da República um documento com propostas de medidas emergenciais visando à retomada da economia e à geração de empregos. Entre as ações estão mudanças na liberação de crédito pelo BNDES e o parcelamento de débitos fiscais, além da retomada das obras públicas inacabadas. Essas entidades reunidas representam mais de 2 milhões de empresas e 30 milhões de trabalhadores.
O presidente da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Francisco Balestrin, discursou em nome do setor e ressaltou a confiança na retomada do crescimento. “O aumento da oferta de emprego será sangue na veia para o setor de saúde”, declarou.
Segundo a presidente da FenaSaúde, o setor de Saúde Suplementar depende diretamente do nível de emprego e da renda da população: “Mais de 80% dos contratos de planos de saúde são vínculos empresariais. Com a crise, em dois anos, mais de dois milhões de brasileiros perderam esse benefício, ou porque ficaram desempregados ou pela escassez de renda. Por isso, apoiamos essas medidas e estamos empenhados na retomada do crescimento. Essa é a hora do Brasil se unir”.
Solange Beatriz também reforçou a relevância do segmento na economia brasileira. “O setor de Saúde Suplementar é formado por cerca de 1.200 operadoras de planos de saúde, responsáveis por 1,4 bilhão de procedimentos. Em 2016, o setor arrecadou R$ R$ 165,6 bilhões e teve despesas totais de R$ 165,2 bilhões, sendo que R$ 137,2 bilhões foram relacionadas às despesas assistenciais. É um segmento que possui R$ 33,5 bilhões em provisões técnicas. Em junho de 2017, o número de pessoas empregadas na cadeia de Saúde Suplementar foi de aproximadamente 3,3 milhões, entre empregos diretos e indiretos, o que representa 7,9% do total da força de trabalho empregada no país”, enumerou.
A Comissão de Desenvolvimento Urbano rejeitou proposta que obriga construtores ou incorporadores imobiliários a contratar seguro para cobrir danos materiais decorrentes de defeitos estruturais que possam comprometer a segurança e a estabilidade da construção. A medida consta do Projeto de Lei 6893/17, da deputada Zenaide Maia (PR-RN).
A matéria recebeu parecer pela rejeição do relator na comissão, deputado Mauro Mariani (PMDB-SC). Ele argumentou que a proposta não contribui para o desenvolvimento urbano por não abranger pessoas e ambientes vizinhos à construção.
Segundo o projeto, o seguro contra danos estruturais não cobre os danos corporais distintos dos materiais priorizados, os provocados em imóveis contíguos ao imóvel segurado ou os decorrentes de incêndio ou explosão, entre outros.
Mariani disse que o projeto se refere a um seguro típico de construção civil que o construtor já é obrigado a celebrar. O Decreto-Lei 73/66, lembrou o relator, dispõe que são obrigatórios os seguros de responsabilidade civil do construtor de imóveis em zonas urbanas por danos a pessoas ou coisas.
“O seguro atualmente obrigatório é até mais abrangente do que o seguro previsto no PL 6893/17, já que abrange danos a pessoas, expressamente excluídos da proposição. A proposta também exclui do seguro sinistros originados de caso fortuito, força maior ou fato de terceiro. São em situações como essas que a existência de um seguro se torna realmente importante”, avaliou Mauro Mariani.
Tramitação – O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
As empresas de seguros de veículos, diante dos índices crescentes de acidentes e do surgimento de veículos autônomos que poderiam torná-las obsoletas quando removerem o erro humano, têm seus motivos para amar e odiar a tecnologia de direção sem motorista. Mas a Munich Re, a maior resseguradora do mundo, decidiu acolhê-la.
A empresa — que ajuda seguradoras primárias a suportarem riscos em troca de uma parte dos prêmios — venderá a tecnologia de assistência ao motorista da Mobileye como complemento do mercado secundário para frotas comerciais a partir deste mês. A companhia mira um mercado de cerca de 500.000 veículos que abrange de caminhões de lixo até carros de carona compartilhada em uma tentativa de reduzir colisões e coletar dados valiosos para se preparar para a chegada dos veículos sem motorista.
“O que estamos procurando fazer aqui é trabalhar com os nossos clientes para ajudá-los a entender os principais fatores de prejuízo dentro de sua carteira automotiva e ajudar a identificar quais tipos de prejuízos são evitáveis e quais são inevitáveis”, disse Mike Scrudato, chefe de inovação estratégica da Munich Re nos EUA. “Se houver menos batidas e consequentemente os prêmios de seguro caírem, cabe ao setor de seguros evoluir e encontrar oportunidades nisso.”
As empresas de seguros de veículos estão começando a lidar com o advento dos veículos autônomos, que poderia custar a elas até US$ 25 bilhões em prêmios perdidos nos EUA até 2035, segundo análise divulgada em maio pela Accenture e pelo Instituto de Tecnologia Stevens. Ao mesmo tempo, as empresas de seguro de veículos dos EUA e seus investidores são prejudicados há anos pelos custos com indenizações maiores do que os esperados, que as forçam a aumentar as tarifas em um momento em que os limites de velocidade mais altos, as ruas congestionadas e a distração ao volante aumentam tanto a frequência quanto a gravidade dos acidentes.
Redução das batidas
Cerca de 40.000 pessoas morreram nas ruas dos EUA no ano passado, gerando o maior aumento percentual em um período de dois anos em mortes nas ruas em 53 anos, segundo o Conselho Nacional de Segurança dos EUA.
Como parte de sua parceria, que inclui um programa de testes piloto realizado no início deste ano, a Munich Re subsidiará parte do custo dos conjuntos para o mercado secundário de chips e câmeras da Mobileye, que alertam os motoristas sobre pedestres e saídas não intencionais da pista, a clientes de seguros e frotas comerciais. Os sistemas são vendidos por cerca de US$ 850 cada no varejo, segundo Moran David, diretor de desenvolvimento de negócio da Mobileye, que pertence à Intel, em Nova York.
Quando um número suficiente de unidades for vendido, as duas empresas apresentarão os dados de redução de acidentes da frota aos órgãos estatais reguladores de seguros, que precisam autorizar a Munich Re a empacotar a tecnologia em um produto de seguro recém-projetado que a empresa espera poder lançar.
O acordo com a Munich Re é o primeiro da Mobileye com uma seguradora nos EUA, disse David. A Mobileye iniciou projetos pilotos similares com outras empresas de seguros, disse ele.
O Sincor-RJ e a Kuantta Consultoria vão selecionar cinco corretoras de seguros para prestarem serviços gratuitos por três meses. O trabalho consiste em efetuar uma análise geral da empresa, onde todo planejamento estratégico e de gestão será revisto e implantado. Diagnóstico situacional SWOT, plano de negócios, identificação de oportunidades e novos negócios, melhoria de processos, definição dos objetivos a curto e médio prazo através de OKR, gestão de pessoas e plano de trabalho e acompanhamento (PDCA).
O Presidente do Sincor-RJ, Henrique Brandão, ressalta a importância da estruturação de um Plano de Ação para corretoras de seguros. “Todo empresário faz planejamento com o objetivo de melhorias no processo de gestão do seu negócio. Nesse caso, é preciso colocar em prática tudo o que foi planejado de forma concisa e eficaz. O Sincor-RJ, em parceria com a Kuantta Consultoria, oferece essa análise geral para auxiliar o Corretor na condução da sua corretora e na busca por alcançar os objetivos traçados”, especifica Brandão.
Para Arley Boullosa, a parceria do Sincor-RJ com a Kuantta no trabalho de Consultoria para Corretoras de Seguros visa ampliar a visão do empreendedor junto ao seu negócio. “Queremos fazer aprofundar o trabalho que estamos realizando à frente da Diretoria de Ensino do Sincor RJ e para isso faremos a consultoria para as cinco corretoras selecionadas. Iremos tratar de estratégia, planejamento, melhoria de processos, implantação de metas, gestão de pessoas, etc. O objetivo é que os consultores da Kuantta ajudem as corretoras a trabalharem com mais metodologia e sejam mais eficientes, produtivas e melhorem seus resultados. Vamos entrar nas corretoras e analisar a operação para sugerir as mudanças necessárias para termos uma empresa mais preparada para enfrentar um mercado que está mudando com velocidade e que irão prosperar apenas os mais preparados. Nosso foco é buscar insanamente a melhoria de resultados”, concluiu.
Qual o futuro do emprego? Como a revolução 4.0 impacta os negócios? Qual a diferença entre “Industria 4.0” e ”Internet Industrial”? O Brasil vai, definitivamente, crescer ou manter esse sobe e desce na economia afugentando investimento? Dar luz a esses questionamentos foi a proposta da 8ª Zurich Corporate Conference.
Glaucia: Liderança de pensamento . Thought leadership. Instigar perguntas. Que futuro nos espera? Desafios de um futuro tão próximo!
“A Zurich está atenta a essa transformação em que robôs estão integrados em sistemas ciberfísicos. Temos um compromisso com a difusão de pensamento: nossa missão é a de ajudar os clientes a entenderem e se protegerem de riscos. Não apenas mapeamos riscos, como também compartilhamos nossas análises com a sociedade como um todo e os diferentes públicos”, diz Glaucia Smithson, Head of Commercial Insurance, Corporate Life & Pensions and Zurich Re e sponsor do evento, que aconteceu em São Paulo, com a presença de clientes, corretoras e profissionais dedicados ao setor de seguros, que vive a sua própria revolução motivada pela transformação promovida pela economia digital.
De forma inspiradora, a melhor resposta sobre o futuro do emprego veio do executivo Paulo de Tarso: “mais do que pensar em treinar pessoas, é preciso dar a elas um propósito”. Exatamente por ter um propósito, de ajudar alguém a renegociar suas dívidas, ou como ele mesmo diz, “empoderar o devedor”, a startup Kitado, fundada por ele por meio da Cubo, aceleradora do Itaú Unibanco, é uma daquelas fintechs que virou case de sucesso.
Trata-se de uma plataforma que oferece aos endividados uma trégua dos cobradores que ainda insistem em ligar no quase extinto telefone fixo para pressionar pelo pagamento de contas em atraso. “Na plataforma, eles podem simular a solução da dívida, sentado no sofá, analisar e nos retornar quando tiver uma ideia mais clara de como pode pagar”, conta ele, que tem cadastrados cerca de 4 milhões de pessoas aptas a renegociar suas dívidas.
A Kitado, bem como os famosos Waze, Airbnb e Netflix sinalizam a todos que não é só a tecnologia que transforma a indústria e sim um novo modelo de negócio. “As pessoas se apaixonam pela tecnologia, mas temos de nos apaixonar pelo problema e encontrar uma forma de resolver”, recomenda José Rizzo Hahn, presidente da Associação Brasileira de Internet Industrial (ABII).
Analfabetos digitais – Certamente boa parte dos robos existentes – já são mais de 614 mil no mundo, segundo Hahn, vai solucionar questões complexas. Eles também farão manutenções preditivas, aquela realizada antes de a máquina falhar gerando uma economia gigantesca com troca desnecessária de peças. Isso torna o emprego mais qualificado. “Mas teremos de ter pessoas qualificadas para operar esses robôs”, diz.
Jefferson Gomes, diretor regional do Senai do Estado de Santa Catarina, concorda. “Não aposto na redução drástica de vagas de trabalho. Os estudos apontam que a tecnologia fará surgir o mesmo número de vagas perdidas pela implementação de inovações. O que muda é que os empregos exigem uma nova qualificação dos profissionais”, afirma.
Segundo Gomes, até 2020 mais de 50 bilhões de objetos, o que significa dizer sete vezes a população mundial, estarão interconectados. Isso gera uma expectativa de negócios na casa dos US$ 32 trilhões. Isso torna a eficiência na tomada de decisões algo prioritário para se manter no mercado. ”Além de investimento em blockchain, internet das coisas, big data, analytics entre outros, e em pessoas que vão operar essas novas tecnologias. Por mais que a TI impressione, com esses robos, o valor esta no momento em que aplica essa inovação para resolver o problema”, sentencia.
Dados de 2016 do Fórum Econômico Mundial revelam que 65% das crianças executarão trabalhos que não existem hoje. Das 52 milhões de jovens no Brasil, somente 16% chegam na universidade. No entanto, 89% deles usam smartphone .“Me preocupa a pessoa acima de 30 anos, que não sabe criar um programa ou operar um sensor. Nossas pesquisas mostram que há um grande analfabetismo digital e temos de viabilizar educação para sustentar a modernização das empresas no Brasil”, enfatizou Gomes.
Segundo os palestrantes, o modelo de negócio inovador obedece a cinco premissas: ter produtos e serviços personalizados; economia de compartilhamento; precificação baseada em uso; ecossistema mais colaborativo; e, finalmente, agilidade e adaptação. “As companhias disruptivas são fortes participantes de ecossistemas. No Brasil boa parte das empresas tem barreira de sentar com o concorrente para entender o que funciona para a industria e o que pode fazer junto. E isso tem de mudar”, recomenda Hahn.
Hahn afirma que a Internet Industrial já começou. Ela une máquinas inteligentes, análise computacional avançada e trabalho colaborativo entre pessoas conectadas para gerar profundas mudanças e trazer eficiência operacional para setores industriais diversos: manufatura, transporte, energia e saúde.
“Analistas indicam mercado potencial de US$ 15 trilhões em 15 anos e não podemos ficar fora disso. Temos de ter claro que as tecnologias de informação e de automação, e não a mão de obra de baixo custo, é que irão gerar as vantagens competitivas para as nações com setor de manufatura relevante”, ressalta o consultor.
Em relação aos desafios de implementar a internet industrial no Brasil e no mundo, ele cita a falta de interoperabilidade e padrões, preocupações com segurança, legado de equipamentos, imaturidade tecnológica, preocupações com privacidade, falta de profissionais especializados e preocupações sociais, segundo o Fórum Economico Mundial.
Quanto a macroeconomia do Brasil, o economista Ricardo Amorim é categórico: a crise vai passar, mas não é simples definir quando. “Não sabemos quem será candidato a presidente no próximo ano, mas a bolsa fechou nesta semana no maior patamar desde 2008. Isso sinaliza que os investidores estão animados com o que já foi feito no Brasil em termos de economia”, disse ele.
Ele ressalta que o agronegócio vem puxando o Brasil e deve continuar, pois a China aumentará cada vez mais a demanda por alimentos no país. Entretanto, a Índia cresce mais do que a China e deve ser o principal demandador do agronegócio brasileiro nos próximos anos.
As cidades que mais cresceram no Brasil nos últimos 15 anos foram do interior, devido ao agronegócio e também a indústria que é muito promissora do país. A região de Franca/SP cresceu por conta do setor de calçados. Joinville foi puxada pelo setor de auto peças, pois várias montadoras foram para lá. Em Caxias do Sul, o crescimento foi devido ao polo industrial metal-mecânico, cita. “A recuperação econômica está por vir e quem estiver mais preparado no mercado será quem mais aproveitará para o beneficio de ser líder numa região de países emergentes que cresce num ritmo maior do que a economia americana”, finaliza Amorim.
A Chubb é a seguradora oficial do Rock in Rio 2017, o maior festival de música e entretenimento do mundo. O evento será realizado em sete dias, a partir de 15 de setembro, e ocupará parte do terreno do Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, onde aconteceram os jogos olímpicos e paraolímpicos, em 2016. No total, o festival receberá 700 mil pessoas para assistir as mais de 150 atrações.
O evento vai reunir no Palco Mundo alguns dos principais nomes da música internacional, como: Lady Gaga, Maroon 5, Justin Timberlake, Aerosmith, Bon Jovi, Guns N’ Roses e The Who e Red Hot Chili Peppers. Ainda no Palco Mundo, se apresentarão as atrações nacionais Skank, Ivete Sangalo, Frejat, Jota Quest, Titãs e Capital Inicial. Já no Palco Sunset, estarão artistas como Sepultura e encontros de CeeLo Green com Isa, Grande Encontro, Alice Cooper e Arthur Brown, entre outros. A nova Cidade do Rock terá o dobro de tamanho da anterior, localizado no Parque dos Atletas, e contará com dois lagos artificiais na Rock Street África, novos espaços de alimentação, como a Gourmet Square, áreas de sombra e até capela onde serão realizados casamentos.
A já tradicional Rock Street, que acontece desde a edição de 2011, este ano será maior, aproveitando a grande extensão do parque. Desta vez, a rua vai homenagear 20 países do continente africano e receberá shows de artistas nativos. Além disso, pela primeira vez haverá um espetáculo de drones. A GAME XP, que ocupará duas arenas, é outra atração inédita, e promete ser o maior evento de games do Brasil.
“A subscrição desse tipo de seguro exige qualidades como ampla expertise e vasta experiência com eventos. Essa capacidade foi reconhecida na Chubb e estamos satisfeitos por isso”, afirma Antonio Trindade, Presidente da Chubb Brasil. “É importante destacar que nossos conhecimentos no setor se aplicam a eventos dos mais variados portes, do baile de formatura a grandes festivais”, complementa Juliana Santos, responsável pela carteira de seguros de Entretenimento da Chubb.
A Swiss Re é a maior resseguradora do mundo, segundo ranking divulgado pela A.M.Best, com dados consolidados de 2016. Considerando-se os prêmios brutos totais, a resseguradoras suíça encabeça o ranking mundial com US$ 35 bilhões em vendas no ano passado. A Munich Re vem em segundo, com prêmios brutos de US$ 33 bilhões. Considerando-se apenas o segmento de vida, a colocação do ranking permanece com as duas gigantes, sendo a Swiss Re com US$ 21 bilhões em prêmios brutos e a Munich Re com US$ 18,7 bilhões.
Durante muito tempo, as empresas que contatam plano de saúde tinham foco apenas no custo do serviço e no processo de renovação dos contratos. Mas esse cenário começa a mudar. Este foi o sentimento compartilhado pelos profissionais do setor e palestrantes do Fórum de Saúde, promovido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos, seção Rio de Janeiro (ABRH-RJ), nesta segunda-feira (11). Voltado à gestão de saúde, o evento ampliou o debate sobre as estratégias que contribuem para assegurar um gerenciamento cuidadoso, preciso e preventivo relacionado à saúde dos colaboradores das empresas.
“A boa gestão é que vai determinar a economia que uma organização poderá obter a partir de uma coordenação voltada para a promoção da saúde”, explica Paulo Sardinha, presidente da diretoria executiva da ABRH-RJ. De acordo com o executivo, três questões são preocupações atuais dos profissionais de RH: previdenciária, longevidade e saúde. “O profissional de Recursos Humanos precisa ter condições de transformar esses três aspectos, saindo de uma discussão marcada por custo para um debate sobre modelo de gestão mais eficiente”, destaca Sardinha.
Manoel Peres, diretor-geral da Bradesco Saúde, apresentou um cenário com as perspectivas econômicas e de saúde, entre 2017 e 2020. E alertou, ainda, que o plano de saúde representa 15% da folha de pagamento de uma empresa. De acordo com o executivo, a despesa por beneficiário continuará crescendo além da inflação devido a fatores como: incorporação de novas tecnologias, utilização exagerada dos serviços e transição demográfica. “A empresa precisa criar mecanismos de contenção de acesso, em razão do uso desenfreado que aumenta os desperdícios e, consequentemente, os custos. Por isso, fatores de conscientização sobre a utilização são muito importantes. A participação financeira do beneficiário em consultas e demais procedimentos é fundamental como fonte de informação para o segurado – uma vez que ele vai receber os extratos dizendo o que fez e quanto foi pago. Essa conscientização das pessoas deveria ser uma ação primária”, explica Peres.
O diretor da Bradesco Saúde também alertou que as empresas devem trabalhar com transparência: “Dizer quanto o plano de saúde custa para a empresa, qual a proporção do custo”. De acordo com Manoel Peres, o RH deve ser uma fonte de conhecimento para o uso adequado dos serviços de saúde. “Esses três pontos: conscientização, participação no custeio do benefício e prover informação fazem a diferença na gestão e o RH precisa ser o suporte de informação para que as pessoas saibam usar adequadamente o plano”, enfatiza.
Impacto da Regulação – O superintendente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Sandro Leal, participou do painel ‘A Agenda Regulatória e o Impacto sobre os empregadores: como lidar com desperdícios e fraudes no segmento”, ao lado de Leandro Fonseca, diretor-presidente substituto da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O encontro também contou com a participação do jornalista Gustavo Vieira.
Sandro Leal revelou que entre 20% e 40% de todos os gastos em saúde são desperdiçados por ineficiência, segundo o relatório “O Financiamento da Cobertura Universal”, da Organização Mundial da Saúde (OMS). Nessa direção sobre aumento dos custos, o superintendente da FenaSaúde chamou a atenção para a necessidade de reformas regulatórias que promovam a concorrência e transparência no setor de OPME (Órteses, Prótese e Materiais Especiais): “O diagnóstico feito pela CPI da Máfia das Próteses foi correto e precisa avançar.”
Leal apontou os caminhos para reduzir os desperdícios, que passa por uma mudança do modelo de remuneração; prontuário eletrônico para integrar os níveis de atenção; avaliação de custo-efetividade na incorporação de novas tecnologias; implementação de protocolos com revisão periódica; atenção ao paciente: anamnese e exame físico diagnosticam 75% das doenças; e medicina baseada em evidências. “Há um movimento nos Estados Unidos, no qual os empregadores têm uma entidade que basicamente ajuda a colocar o setor privado no rumo certo. Eles fazem isso analisando indicadores de melhores práticas entre hospitais e prestadores. É hora de discutir a adoção desse movimento aqui no Brasil também”, provocou Sandro Leal.
Já o diretor-presidente da ANS destacou que os empregadores possuem características e incentivos econômicos para promoverem efetiva mudança do modelo assistencial. “Precisamos sair desse modelo de planos para cobrir gastos com doenças, para planos que mantenham a saúde”, afirma. Para Leandro Fonseca, o cenário é preocupante uma vez que as despesas com a assistência à saúde em relação à folha de pagamento tendem a aumentar: “Por isso, o controle de custos e combate a fraudes são importantes no curto prazo, e a gestão de saúde populacional é crucial no longo prazo”.
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