MetLife seleciona startups para programa de aceleração
Generali firma parceria com Kakau para venda de seguro para celular
A Generali Brasil Seguros firmou uma parceria de seguro contra furto e roubo de celular com a Kakau Seguros, plataforma digital que oferece serviços através da tecnologia de inteligência artificial.
O objetivo da parceria é expandir o trabalho da companhia com ajuda da tecnologia e gerar praticidade no atendimento ao consumidor. Assim, a Generali também amplia seus canais de atendimento aos segurados.
“Cada vez mais a tecnologia nos permite evoluir dentro do mercado de seguros. Não é só uma questão de nos aproximar do consumidor, mas também atendê-lo com mais eficiência. Usar uma plataforma de insurtech e inteligência artificial nos permitirá agilizar esse atendimento e facilitar a aplicação de seguro, proporcionando mais conforto ao segurado”, acrescenta Claudia Papa, head de Mass Channels Américas.
Liberty Seguros patrocina oitava edição da Virada Sustentável
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Parceria entre Allianz Seguros e Instituto Ayrton Senna completa três anos
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O Allianz Auto Instituto Ayrton Senna, o primeiro e único seguro de automóvel com benefício social do Brasil, completa, neste mês de março, três anos no mercado. Durante esse período, os recursos oriundos do produto contribuíram com a educação de mais de 45 mil crianças e jovens que frequentam o Ensino Fundamental e Médio de escolas públicas localizadas em mais de 660 cidades brasileiras, espalhadas por 18 estados. A mecânica da parceria é simples: a cada seguro automotivo contratado ou renovado, parte do valor é revertida ao Instituto Ayrton Senna.
“O Allianz Auto Instituto Ayrton Senna reflete a convicção da Allianz sobre a importância do investimento em educação. E os nossos segurados, ao adquirirem esse produto, partilham desta certeza, de que promover a formação de educadores e o conhecimento a crianças e jovens desenvolve potenciais e habilidades e reduz a desigualdade social”, afirma Karine Correa Paes de Barros, superintendente de Market Management da Allianz Seguros.
A parceria inédita de Marketing Relacionado à Causa entre a Allianz Seguros e o Instituto Ayrton Senna começou em março de 2015, com a meta de beneficiar 15 mil estudantes a cada ano. E ela seguirá até pelo menos 2020, com a expectativa de colaborar com o ensino de 75 mil alunos de 6 a 17 anos.
“Somente a educação é capaz de transformar o ser humano e um país, porque ela dá uma ‘vida’ de oportunidades. E para mudar a realidade do Brasil é preciso engajamento do governo, empresas, terceiro setor e sociedade civil. O Allianz Auto Instituto Ayrton Senna vai justamente nesse sentido, pois envolve a Allianz Seguros, os corretores, o Instituto Ayrton Senna e os segurados, gerando fundos para que o Instituto invista na educação de todas as regiões do Brasil, sempre em parceria com as redes pública de ensino”, explica Thiago Fernandes, diretor de Negócios do Instituto Ayrton Senna.
Bradesco Seguros: Quem será o escolhido?
Quatro concorrentes para a vaga de CEO no grupo Bradesco Seguros. Octavio Lazari, que ainda está no comando do grupo segurador, teve seu nome aprovado para presidir o banco Bradesco na última segunda-feira. O nome de seu sucessor em seguro — todos estão em um evento na Ilha de Comandatuba nesta semana — será anunciado em breve. Façam suas apostas. A pesquisa feita pelo blog Sonho Seguro revelou quem está na disputa:
Jorge Nasser, que está há 35 anos no Bradesco, começando sua carreira na área de seguros. Hoje é diretor geral da Bradesco Vida e Previdência, da Bradesco Capitalização e diretor geral da Bradesco Seguros;
Renato Ejnisman, que chegou ao grupo em 2007 com diretor do BBI. No mês passado, o executivo passou a integrar a diretoria executiva no cargo de diretor adjunto, sendo responsável pelo Banco de Investimento, Corretoras e Securities;

Marco Antonio Gonçalves, diretor-Geral da Organização de Vendas do Grupo Bradesco Seguros, considerado a prata da casa do grupo segurador. É citado como um dos preferidos para o cargo. Além de ter profundo conhecimento do setor, tem um grande apoio dos corretores e dos profissionais de seguros
E o último nome nas apostas dos executivos do mercado segurador é Ney Dias, ex-Porto Itaú, que assumiu recentemente o comando da Bradesco Auto Re. Dias é o único que não fez carreira no Bradesco.
Icatu reinvestiu R$ 423 milhões nos últimos cinco anos
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Líder entre as seguradoras independentes no mercado brasileiro de Seguros de Vida, Previdência Privada e Capitalização, a Icatu Seguros apresenta seu balanço com a certeza de que este foi o melhor dos seus 26 anos de história. Preparada para o cenário de queda de juros, a Icatu cresceu em todas aslinhas de negócios e apresentou resultados operacionais consistentes, acima da média do mercado. Em meio ao cenário desafiador da economia, a Icatu alcançou um faturamento de R$ 4,6 bilhões e lucro líquido de R$ 278,7 milhões no ano passado, o que consolida seu crescimento nos últimos cinco anos. Neste período, a companhia reinvestiu R$ 423 milhões em seu crescimento.
Com uma sólida posição financeira, a seguradora encerrou o ano com R$ 590,3 milhões em volume de ativos livres. O patrimônio líquido da empresa ultrapassou R$ 1,2 bilhão, após a distribuição de R$ 175 milhões em dividendos. O resultado consolidado da companhia garante um ROE (retorno sobre o patrimônio, da sigla em inglês para Return On Equity) consistentemente acima de 25%. A Icatu atualmente administra recursos que ultrapassam a soma de R$ 29,6 bilhões. Presente em todo o país, ano passado a companhia indenizou cerca de 45 mil pessoas, em centenas de municípios.
Para tornar seu portfolio mais qualificado e completo, e oferecer as melhores soluções de proteção e planejamento financeiro aos seus 5,5 milhões de clientes, a empresa vem desenvolvendo importantes parcerias para a comercialização de seus produtos. Atualmente, são mais de 170 parceiros comerciais, 4 mil corretores e cerca de 50 mil empresas clientes. Em 2017, por exemplo, a Icatu adquiriu a Cardif Capitalização e passou a ser a provedora exclusiva de produtos de Capitalização para o Grupo Cardif por 10 anos.
“Queremos contribuir de forma cada vez mais relevante para a sociedade e promover um ano ainda melhor para nossos parceiros, corretores e clientes. Aumentamos nossa captação e market share em todos os segmentos e, com isso, conseguimos traçar novas possibilidades de investimentos”, explica o presidente da Icatu Seguros, Luciano Snel.
Em 2017, a companhia apresentou crescimento de lucro, apesar da queda do resultado financeiro que atingiu todo o mercado. “Estamos bem preparados para 2018. Vamos aprimorar cada vez mais os nossos serviços para continuar superando as expectativas do mercado. Também continuamos interessados em avaliar qualquer oportunidade de expansão nos seguros de Vida, Previdência (aberta e fechada), Capitalização e Investimentos. Essa é uma realidade”, afirma Snel.
Brasil leva mais tempo para lidar com ataques cibernéticos, revela estudo
O maior risco do mundo, segundo pesquisas com gestores de riscos, é o ataque virtual aos sistemas tecnológicos. Apenas no ano passado, 978 milhões de pessoas foram vítimas de cyber crimes em todo o mundo. No Brasil, foram 62 milhões de vítimas, aproximadamente 60% de toda a população online ativa no país. As chances de uma pessoa ser vítima de cybercrime são altas em todo o mundo. Dados do Norton Cyber Security Report 2017 e do site Internetuserlive.com mostram que a porcentagem da população que já foi vítima de cyber crimes é alta: 50% nos Estados Unidos, e 35% e 32% no Reino Unido e na Alemanha, respectivamente.
O Brasil é um dos países que mais leva tempo para lidar com um ataque depois que ele ocorre. De acordo com o relatório Norton CyberSecurity Insights 2017, o Brasil leva 33.9 horas para resolver um cyberataque. A média geral global é 23.6 horas. Outros países como Japão (5.6 horas), Estados Unidos (19.8 horas), e Reino Unido (33.9 horas) costumam agir mais rapidamente. Outro fato alarmante apontado pelo relatório ThreatMatrix CyberCrime de 2017 é que os sul-americanos representam 50% de fraudes relacionadas a novas contas em redes sociais globalmente.
Brexit faz seguradora britânica Admiral transferir sede para Espanha
Com agências internacionais
A seguradora britânica Admiral anunciou que transferirá seus negócios para Madri após a saída do Reino Unido da União Europeia (UE), de acordo com relatórios da imprensa britânica.A empresa, que é provedora de seguros de casa e veículo opera na Espanha, França, Itália e Reino Unido, onde manteve sede até esta data. Embora a Admiral não seja a primeira seguradora a anunciar que abrirá uma subsidiária dentro da UE, é sim, pioneira em escolher a capital espanhola para isso. De acordo com o diretor de finanças da seguradora, Geraint Jones, transferir a empresa para Madri, “faz sentido”, uma vez que já tem duas empresas na Espanha e conhece o regulador de primeira mão. “A Espanha é uma boa escolha: conhecemos o país e temos muitos empregados distribuídos em diferentes cidades, incluindo Madrid”, acrescentou. A empresa britânica caracterizou-se nos últimos anos pela diversificação de seus produtos, um modelo de negócios que enfrenta as dificuldades que podem surgir para as seguradoras de veículos um futuro de veículos autônomos.
Mapfre e Swiss Life lançam fundo para investir no mercado imobiliário francês
A Mapfre e a Swiss Life informaram nesta sexta que vão lançar um fundo para investir em escritórios “prime” nas principais cidades francesas, que será administrado pela Swiss Life Asset Managers, Real Estate France, segundo comunicado divulgado.
A Swiss Life Asset Managers, que administra todas as atividades de gerenciamento de ativos do Swiss Life Group, é uma das principais empresas de gestão imobiliária da Europa, com ativos de 69,2 bilhões de euros gerenciados no final de 2017. Na França, o braço imobiliário da Swiss Life Asset Managers é representado pelo AIFM Swiss Life REIM (França),que será responsável pela gestão deste fundo imobiliário.
O fundo irá investir em escritórios “prime” nas principais cidades da França, com um primeiro objetivo de capital de até 150 milhões de euros e a previsão de retornos de 4% da média anual, em um período de um a dois anos.
A Swiss Life alimentará o fundo com dois ativos. Este investimento inicial de 75 milhões de euros é composto por dois edifícios de estilo Haussmann, localizados em Paris CBD. Outros investimentos também são planejados, com o objetivo de acelerar o crescimento e investir mais significativamente no panorama imobiliário pan-europeu.
Este passo faz parte da estratégia da Mapfre para diversificar seu portfólio com outros tipos de ativos financeiros e aumentar gradualmente seus investimentos alternativos. Nesta operação, a Mapfre e a Swiss Life foram assessoradas pela IDBO Consultants da Espanha e pela Philinx Consulting na França.
Semana do consumidor: Saúde Suplementar e o direito do consumidor em debate
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Em 2017, o número de demandas recebidas pelas ouvidorias das empresas de planos de saúde registrou um aumento der 22%, em relação a 2016. Esse foi um dos dados apresentados durante a IV Celebração do Dia do Ouvidor e Dia Internacional do Consumidor, organizado pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), nesta quarta-feira (14), no Rio de Janeiro.
O que pode parecer uma má notícia, na verdade, representa o esforço das operadoras em aperfeiçoar o atendimento junto aos consumidores, evitando assim que a reclamação chegue ao órgão regulador ou ao Judiciário. “Vem aumentando o número de demandas nas empresas e diminuindo nos órgãos reguladores, e tem que ser assim, mesmo. As questões devem ser solucionadas na própria empresa. Precisamos ver a reclamação como oportunidade de melhora”, afirmou Silas Rivelle Jr. presidente da Comissão de Ouvidoria da CNseg e Ouvidor da Seguros Unimed. Os principais indicadores das Ouvidorias do Setor de Seguros em 2017, apresentados por Silas, apontam, ainda, que o telefone foi ocanal mais utilizados pelos consumidores para entrar em contato com a empresa: “O consumidor quer falar e ser ouvido”.
De acordo com Suriêtte Apolinário dos Santos, secretário-geral da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), durante o ano passado, o órgão recebeu cerca de 400 mil ligações telefônicas de diversos setores da sociedade. Desse total, apenas 4 mil – ou seja, 1% – foram direcionadas à Ouvidoria. “Nosso setor envolve um volume enorme de procedimentos. É uma operação muito grande e complexa. E todos nós – prestadores, operadoras, órgão regulador – trabalhamos em função do consumidor”, argumenta Suriêtte.
O Desembargador Werson Rêgo, representante da 25ª Câmara Cível Consumidor, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, defende que o cidadão tem – em meio à coletividade – o dever de ser responsável por suas escolhas de forma consciente. “O direito do consumidor não é um direito individual, que, em alguns casos, indevidamente, vêm se sobrepondo ao coletivo e gerando prejuízos a todos”, explica.
FenaSaúde – Na avaliação da presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Solange Beatriz Palheiro Mendes, a relação entre consumidores e planos de saúde vem passando por uma transformação positiva. “As operadoras estão cada vez mais próximas dos beneficiários, quer seja pelos canais de relacionamento como ouvidorias e serviços de atendimentos ao consumidor ou pelas redes sociais e sites. O setor entende que a informação é importante para o beneficiário melhor utilizar seu plano. Por outro lado, as operadoras não são meras repassadoras de custos. A maioria das empresas investe em programas de promoção a saúde e prevenção da doença. Essas ações aproximam o consumidor e diminui o nível de insatisfação.”
Desde 2013, a ANS dispôs a obrigatoriedade de instituir ouvidorias nas empresas de planos de saúde. Para a presidente da FenaSaúde, a ouvidoria tem duas funções primordiais: ser a voz do cliente dentro da corporação e uma ferramenta estratégica de melhoria de processos. “O atendimento ao consumidor vem ganhando protagonismo e está hoje no foco de novas estratégias das empresas. Com essa nova realidade, essas equipes também desempenham o papel de aproximar esse cliente da empresa”.
Números dos Procons – Levantamento da FenaSaúde, a partir de dados de canais oficiais de atendimento ao cidadão, comprova redução do número de contestações nos últimos anos. Segundo o Boletim do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec) de 2017 – da Secretaria Nacional do Consumidor, ligado ao Ministério da Justiça, e que reúne os Procons de todo o país – nenhuma empresa do setor aparece em ranking das 50 mais questionadas. No ranking geral da publicação, o segmento aparece, atualmente, na 17º posição dentre os 20 listados, com apenas 1,33% do total de reclamações ou 29.376 queixas. Em 2016, o setor encontrava-se na 13º posição geral.
“Esse resultado reflete o investimento constante das operadoras e seguradoras na qualificação e aperfeiçoamento dos canais de atendimento ao consumidor, como os SACs e Ouvidorias. Na maioria dos casos, os questionamentos e as dúvidas dos consumidores são resolvidos com um simples contato com a empresa. Por isso, é importante frisar que o beneficiário leia e compreenda melhor seu contrato, pois muitas vezes questiona algo que não tem direito. Existe a visão equivocada que a aquisição de um plano de saúde dá direito irrestrito a todo e qualquer procedimento”, explica Solange Beatriz, que completa: “Os planos observam segmentação, Rol de procedimentos e as exclusões previstas em lei”.
Já no órgão regulador do setor, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) contabilizou 90.340 reclamações de beneficiários no ano passado – número semelhante a 2016 –, segundo o Relatório Anual de Fiscalização da entidade. Esse montante de reclamações representa 0,19% do total de 47,4 milhões de beneficiários de planos de saúde no ano passado.
Apesar da melhora dos indicadores de reclamações ao longo dos anos, a FenaSaúde reforça que, como em qualquer segmento econômico, há problemas que ainda devem ser superados. “Como o plano de saúde é o terceiro item mais desejado pela população, segunda pesquisa do Ibope, estamos sempre aprimorando a relação com o beneficiário. As operadoras e seguradoras investem em uma comunicação cada vez mais clara e objetiva junto ao consumidor. O resultado desse esforço começa a dar frutos com o melhor desempenho nos índices oficiais de reclamação. Estamos no caminho certo”, avalia Solange Beatriz.











