Brasil se manteve como um dos principais geradores de receita para Mapfre”, afirma Wilson Toneto

Toneto: Acreditamos que as diversas medidas de revisão técnica adotadas em nossa carteira de Auto e a melhora do cenário macroeconômico devem gerar efeitos positivos em nossos resultados locais em 2018

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A Mapfre, a principal multinacional de seguros da América Latina, aumentou o volume de prêmios de seguros em 14% na região, nos primeiros nove meses de 2017, alcançando volume de 6,2 bilhões de euros (R$ 23,7 bilhões). O resultado no acumulado do ano foi de 157 milhões de euros (R$ 600 milhões), registrando um aumento de 6,6%. A América Latina representa 34% dos prêmios e 35% dos lucros da MAPFRE no mundo.

Os prêmios da regional Brasil totalizaram R$ 13,2 bilhões (3,5 bilhões de euros), um incremento de 7,8% em relação ao acumulado em setembro do ano anterior, refletindo a valorização do real brasileiro (+ 8,8%). Destacam-se: a contribuição do negócio de Seguros Gerais com 1,4 bilhões de euros, crescimento de 14%; os negócios de Vida, com 1,1 bilhões de euros, aumento de 4,5%, e Automóveis, com prêmios de 955 milhões de euros, com incremento de 3,8%. O Brasil contribui com quase 20% dos prêmios de todo o Grupo.

“Mesmo com a região passando por um momento econômico adverso, o Brasil se manteve como um dos principais geradores de receita para Mapfre”, afirma Wilson Toneto, CEO da MAPFRE no Brasil.

As receitas da Mapfre nos primeiros nove meses do ano somaram 21,3 bilhões de euros (R$ 81,5 bilhões), um aumento de 1,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os prêmios aumentaram 5,1% alcançando 17,9 bilhões de euros (R$ 68,8 bilhões), impulsionados pelo aumento de negócios na Espanha, México e empresas de Resseguro e Risco Global. O lucro líquido, por sua vez, ficou em 445 milhões de euros (R$ 1.702,3 bilhão), um decréscimo de 22,3%, devido aos custos das recentes catástrofes naturais ocorridas tanto na América do Norte como no Caribe, cujo impacto estimado é de 176 milhões de euros (R$ 623 milhões) líquidos. Se o efeito dessas catástrofes fosse excluído, o lucro atribuído aumentaria 8,5%.

As catástrofes naturais (furacões e terremotos), também afetaram o risco combinado do Grupo, que está em 98,7%, apesar da magnitude desses eventos de tamanho e frequência excepcionais. Sem esses eventos, o índice combinado teria sido de 96,4%. É importante destacar a evolução do negócio de Resseguro que reporta lucro de 97 milhões de euros (R$ 371 milhões), com um índice combinado de 96,6%, com o forte crescimento do negócio na Espanha, especialmente em resultados.

Austral Seguradora completa sete anos com foco inovação e gestão de riscos

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A Austral Seguradora completa sete anos em outubro como a segunda maior seguradora na área de Riscos de Petróleo do Brasil, com 48% de market share (até julho). A companhia ocupa o 5º lugar no ranking de Garantia e 8% de participação de mercado no segmento. O produto Garantia Judicial, que passou a ter melhor definição nos últimos anos e ser mais aceito nos tribunais, tem se destacado e cresceu 20% em relação ao ano passado. A linha de seguros Patrimoniais e de Responsabilidade (P&C) teve desempenho recorde e o crescimento chegou a 355%.

Desde o início da operação, em 2010, a Austral investiu em um modelo de negócios baseado em inovação, agilidade e eficiência operacional. “Mesmo em cenários de falta de investimento em infraestrutura, mantivemos lucratividade e crescemos em prêmios”, destaca Carlos Frederico Fereira, CEO da Austral Seguradora. “Um dos principais focos da empresa tem sido o aumento da rentabilidade, o que a levou a esse resultado positivo em meio a um período de queda acentuada dos preços do petróleo no mercado internacional e falta de novos projetos e construções no setor”, avalia.

A seguradora vem apresentando crescimento constante. Ano passado, o lucro líquido foi de R$ 19,9 milhões, um avanço de 5,7% em relação a 2015. “O crescimento poderia ter sido ainda maior não fosse o impacto não recorrente do resultado cambial das nossas operações em dólar”, pontua Ferreira.

Em setembro, a Austral Seguradora lançou uma nova cobertura em Riscos Operacionais de Grandes Riscos em liderança. O produto tem foco nos setores industrial, fabril, rodoviário e energia. A capacidade inicial é de R$ 100 milhões e a expectativa é ampliá-la até o final do ano.

“As novas rodadas da ANP também representam um novo ciclo de investimentos na área de Riscos de Petróleo, seja com a contratação de novos equipamentos, projetos e, no futuro, com a operação poços, plataformas, navios de apoio e lançamento de linhas, por exemplo”, explica.

A seguradora também está investindo em uma linha de Responsabilidade Civil para Riscos Cibernéticos. O intuito é atender uma nova demanda de seus clientes a partir de um novo marco regulatório no Brasil para este tipo de risco.

Para Ferreira, as iniciativas da seguradora para encarar o cenário desafiador de 2018 passam por investimentos em tecnologia e relacionamento com o cliente. “Nossa aposta é continuar oferecendo serviços livres de burocracia e com ênfase em inovação”, resume.

Tokio Marine transforma Corretores em protagonistas de sua Campanha Institucional

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Um painel de LED, microfones de lapela, computadores, cinegrafistas: o cenário, típico de um estúdio televisivo, foi parte do estande da Tokio Marine Seguradora no 20º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros. O motivo? Transformar os Corretores que visitaram o evento em protagonistas da Campanha Institucional da Companhia, que tem como mote “Eu Resolvo”.

A dinâmica da ação foi simples, personalizada e tecnológica: os interessados em participar foram fotografados nos moldes dos anúncios da Campanha, e puderam tanto visualizar suas fotos nos murais de LED que compunham a estrutura do stand da Companhia, como postá-las imediatamente em todas as suas redes sociais. Além das fotos, os Corretores também puderam protagonizar vídeos como os que foram veiculados naCampanha Institucional.

“Trata-se de uma iniciativa totalmente alinhadacom os valores da Companhia e com a estratégia de posicionamento da Marca, já que é através da parceria e trabalho em equipe entre Colaboradores Tokio Marine e Corretores de Seguros que, juntos, resolvemos as demandas dos Clientes. Somos um time de resolvedores, logo, por que não os inserir também em nossa Campanha de Mídia? Além de empoderar esse importante parceiro, a ação também nos ajuda muito a aumentar a divulgação da Marca. A ação foi um verdadeiro sucesso: nos três dias do evento foram gravados mais de 250 vídeos e milhares de compartilhamentos por meio de diversos canais digitais” explica o Superintendente de Estratégia de Crescimento e Marketing, Flávio Otsuka.

A Campanha “Eu Resolvo”, lançada no início do ano, investe no conceito de proximidade com seus Clientes, Corretores e Assessorias. Todas as suas peças publicitárias são estreladas por Colaboradores que estão no dia a dia da operação e são os responsáveis pelo suporte e oferta de soluções para o público. A ideia é mostrar que todos os mais de 1,7 mil funcionários da Companhia estão engajados com o compromisso Tokio Marine em atender com excelência e prover os melhores produtos e serviços do mercado.

JBS renova seguro garantia judicial, informa Agência Estado

A Agência Estado conta que a JBS conseguiu renovar uma apólice de seguro garantia judicial, que protege a empresa de ações na Justiça, de cerca de R$ 600 milhões. O vencimento do contrato ocorreria em dezembro. No entanto, teve de pagar mais caro pela renovação, uma vez que seu risco aumentou após as delações de seus principais executivos no âmbito da Lava Jato, instaurando uma crise dentro da companhia. A apólice está com um pool de seguradoras: a mineira Pottencial, Chubb, Fator, Swiss Re e Fairfax. O novo contrato tem duração de, ao menos , dois anos. Procurada, a JBS e as seguradoras mencionadas não comentaram, informa a coluna do Estadão.

Proteção veicular comercializada por associações gera polêmica em audiência

Fonte: Agência Câmara

Para defensores da medida, associações suprem uma lacuna do mercado, ao oferecer opções mais baratas ao consumidor. Já as empresas de seguro classificam a prática como concorrência desleal

Mais de 200 pessoas acompanharam nesta terça-feira (24) audiência pública da comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o projeto (PL 3139/15) que proíbe a proteção veicular promovida por associações que funcionam como uma espécie de cooperativa.

Essa modalidade de proteção é diferente do seguro automotivo tradicional por prever o pagamento de indenização por prejuízos que já ocorreram, como furtos e acidentes – e não pelo risco desses casos virem a acontecer. Os valores são divididos entre os associados.

O autor do PL 3139/15, deputado Lucas Vergilio (SD-GO), classifica a modalidade como “seguro pirata” e pretende acabar com a atividade, sob o argumento de que as associações são um risco para o consumidor e não estão sujeitas às mesmas regras das empresas de seguro, que pagam tributos e são obrigadas a manter uma reserva financeira equivalente ao valor dos bens segurados.

“Os associados não têm garantias de que vão receber. As associações fecham da noite para o dia, não tem provisionamento de recursos nem cálculo atuarial. E a atividade estimula o mercado de peças roubadas”, sustentou.

Já Fabrício Klein, da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), defendeu a legalidade da atividade e o tratamento tributário diferenciado das associações. Segundo ele, a Constituição garante liberdade e o direito de livre associação, e a legislação específica dá às cooperativas o direito de oferecer qualquer tipo de serviço.

“As cooperativas também têm de ter um tratamento tributário adequado. Não há incidência de Imposto de Renda e da CSLL simplesmente porque não há fato gerador, não há lucro”, explicou. Klein acrescentou que os associados, por serem enquadrados como sócios e não como clientes das cooperativas, não estão sujeitos ao Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90).

O relator da comissão especial, deputado Vinicius Carvalho (PRB-SP), discordou: “Isso está enquadrado como relação de consumo, sim”.

Defesa – As críticas à atividade foram rebatidas por representantes de associações que oferecem proteção veicular aos associados – os integrantes das seguradoras serão ouvidos na próxima audiência pública da comissão especial.

Segundo Luiz Carlos Neves, presidente da Federação Nacional das Associações de Caminhoneiros e Transportadores (Fenacat), as associações surgiram em decorrência do elevado número de assaltos e acidentes, aliados ao baixo custo do frete e às recusas das seguradoras. “O que fazemos é um auxílio mútuo na hora de acidente e rateio de custos para pagar caminhões roubados e acidentados, já que 86% dos caminhões simplesmente não são aceitos pelas seguradoras”, afirmou.

O presidente da Agência de Autorregulamentação das Associações de Proteção Veicular e Patrimonial (AAAPV), Raul Canal, concordou que as seguradoras não conseguem atender a todas as demandas da população. Ele contestou ainda a alegada falta de segurança para os associados. “Nos últimos 16 anos, a Susep [Superintendência de Seguros Privados] liquidou 49 seguradoras. Somente seis delas tinham 800 mil segurados, que ficaram no prejuízo. No mesmo período, apenas três associações foram fechadas”, comparou.

Para Cíntia Souza dos Santos, presidente da Federação Nacional de Benefícios (Fenaben), o projeto que proíbe que pessoas se associem para dividir prejuízos relativos a veículos é inconstitucional. “Não há por que criminalizar essa atividade. Inúmeras decisões judiciais são no sentido de que não é crime. Que crime há nessa decisão de dividir prejuízos?”, indagou.

Na avaliação de Cauby Morais, presidente da Força Associativa Nacional (FAN), os corretores de seguros, contrários às associações e que compareceram à audiência com camisetas azuis com os dizeres “Não ao seguro pirata”, deveriam adotar outra postura.

“A sociedade se organizou porque sentiu que estava faltando algo no mercado de seguros. A briga de vocês deveria ser outra: fazer com que as seguradoras construam uma opção popular”, disse, dirigindo-se à plateia.

Regulamentação – O deputado João Campos (PRB-GO), um dos autores do pedido de realização do debate, anunciou que vai apresentar um voto em separado com previsão de regulamentação das associações. “Não faz sentido proibir ou criminalizar a atividade. Proponho que a gente simplesmente normatize, regulamente, para dar segurança jurídica aos associados e para que sejam definidos a responsabilidade dos dirigentes e o órgão fiscalizador”, justificou.

O deputado George Hilton (PSB-MG) foi na mesma linha e defendeu a regulamentação das associações de auxílio mútuo. Ele considerou a proposta de Lucas Vergilio um retrocesso. “O texto busca criar uma reserva de mercado para as empresas de seguro. Temos, na verdade, de alterar a lei de seguros para que as cooperativas sejam fiscalizadas. Essas entidades só cresceram porque há uma demanda reprimida, e as corretoras colocam obstáculos”, sustentou.

Corretores – Representantes dos corretores de seguros não concordam e dizem que as associações fazem concorrência desleal com as seguradoras. “A seguradora é obrigada a fazer uma reserva financeira, paga uma tonelada de impostos e não pode consertar o carro com peças usadas”, enumerou Carlos Valle, da Federação Nacional dos Corretores, que estava na plateia.

HDI lança o Cota Fácil, nova ferramenta de cotação

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Em meio a revolução tecnológica pela qual o setor de seguros atravessa, as ferramentas digitais para agilizar os processos são essenciais para as companhias. Pensando nisso, a HDI Seguros, sexta maior seguradora de automóveis do Brasil, lançou o Cota Fácil. A novidade facilitará o processo de cotação para os corretores e dará mais autonomia ao cliente interessado na contratação do seguro.

Com a nova ferramenta, o sistema foi simplificado. Agora, quando o corretor recebe o contato de um dos seus clientes, deverá preencher o sistema apenas com quatro informações: nome, CPF, e-mail e telefone. Feito isso, o segurado receberá um formulário no e-mail cadastrado e preencherá com as informações importantes para o contrato. Uma vez preenchido, o corretor receberá todos os dados completos para cotar o seguro solicitado.

“Essa ferramenta é mais um dos avanços que temos feito pensando nos nossos corretores e clientes. Sabemos como é a rotina de um corretor, portanto, desenvolvemos o Cota Fácil com o objetivo de dar mais tempo para que ele possa priorizar suas atividades. Ao mesmo tempo, o cliente fica com a autonomia das respostas para a cotação, ou seja, é uma etapa a menos no processo e ambos são beneficiados”, comenta Marcelo Moura, diretor de Massificados e Automóvel da HDI.

A novidade está disponível para os corretores dentro do HDI Digital, ambiente virtual da seguradora no qual os corretores realizam cotações e fecham negócios.

Allianz e Impact Hub lançam programa de aceleração social no Brasil

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A Allianz Seguros apoia no País o programa de aceleração de empreendedorismo social Investment Ready Program ‘Encouraging Future Generations’, promovido pelo Grupo Allianz, líder do mercado segurador mundial, em parceria com o Impact Hub, rede que apoia o desenvolvimento de negócios inovadores e com impacto social no País e no mundo. Dos 70 países onde o Grupo Allianz atua, Brasil, Alemanha, Malásia e Turquia integram os quatro hubs da iniciativa.

A iniciativa consiste em acelerar 20 empreendedores dessas quatro nacionalidades durante seis meses. Com o apoio de uma rede de especialistas e coaches, organizações parceiras e empregados-voluntários (mentores das empresas locais da Allianz), os participantes passarão por um processo estruturado de revisão e aprimoramento de seus modelos de negócio e preparação para crescimento. O principal foco do programa é garantir que os negócios apoiados estejam prontos e bem conectados para receber investimento para alavancagem e escala. Além disso, os negócios selecionados participarão de uma semana de capacitação aprofundada na Alemanha e poderão acessar um prêmio de 40 mil euros, cerca de 160 mil reais, a serem investidos pela Allianz. O valor será destinado ao empreendimento com maior potencial de impacto em inclusão social de crianças e jovens. A premiação acontecerá na Alemanha, em junho de 2018.

As inscrições podem ser feitas até 26 de novembro. Serão selecionados empreendimentos que estão conectados às temáticas de inclusão social e impulso às próximas gerações e que criam soluções escaláveis voltadas à educação, alfabetização financeira, saúde, segurança, mobilidade, digitalização e desigualdade de gênero. Para mais detalhes e inscrições clique aqui.

Rádio CNseg: Proteção veicular não traz nenhuma garantia, alerta presidente

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O presidente da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, explica no quadro “Fala Presidente” desta segunda-feira os grandes riscos para quem contrata proteção veicular, na verdade um seguro pirata. Ele alerta para o fato de que esse serviço não dá nenhuma garantia ao consumidor, por não ser regularizado nem fiscalizado, e lembra que o Seguro de Automóvel é que oferece proteção real. “O que está no contrato vale, é o que a seguradora tem que entregar. Não é isso que ocorre na proteção veicular”, afirma.

Também hoje, no “Minuto da Capitalização”, o representante da FenaCap na Comissão Especial de Desenvolvimento da Inovação e Insurtech da Susep (Superintendência de Seguros Privados), Ismael Tessari Grandi, aborda as discussões sobre inovação no setor de seguros que vêm ocorrendo na comissão.

Na “Entrevista Especial” desta terça-feira, o presidente da resseguradora IRB Brasil Re, José Carlos Cardoso, conversa com Marcio Coriolano sobre as mudanças no mercado de resseguros nos últimos dez anos e sobre o próprio IRB. “O mercado tem se mostrado extremamente dinâmico”, diz Cardoso. “A gente veio da quebra do monopólio, depois de 70 anos, e o mercado se abriu à concorrência dos players internacionais. Conseguimos fazer a privatização do IRB em 2013, que também foi um passo importantíssimo para o crescimento da nossa companhia e, aí sim, conseguimos dar um grande salto que culminou com o processo do IPO (oferta pública inicial de ações).”

No mesmo dia, no quadro “O Seguro na Sua Região”, o presidente do Sindseg SP (Sindicato das Empresas de Seguros, Resseguros e Capitalização de São Paulo), Mauro Batista, fala sobre os principais desafios do setor no Estado. No “Qual é a Dúvida?”, o presidente da Comissão de Responsabilidade Civil da FenSeg, Marcio Guerrero, responde à pergunta de uma ouvinte cujo veículo sofreu avaria ao ser manobrado pelo funcionário de um estacionamento pago.

Nesta quarta-feira, no programa “Conheça os Seguros Gerais”, o presidente da Comissão de Seguro Habitacional da FenSeg, Lincoln Peixoto da Silva, explica o que é essa modalidade, como funciona e o que a diferencia do Seguro Residencial. No mesmo dia, entra também o “Inovação e Sustentabilidade”.

Na quinta-feira, estreia o quadro “Hora do Consumidor”, que abordará quinzenalmente temas vinculados às relações de consumo. Nesse primeiro programa, a diretora da Previdência da Caixa Seguradora e presidente da Comissão de Relações de Consumo da CNseg, Rosana Techima Salsano, fala sobre o 5º Colóquio de Proteção do Consumidor de Seguros, que será realizado nos dias 30 e 31 deste mês em Belo Horizonte. No mesmo dia, vai ao ar no “Por Dentro da Saúde Suplementar” a primeira parte de um debate gravado durante a 8ª Conseguro reunindo a presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz Palheiro Mendes, a advogada Angélica Carlini, especializada em direito do consumidor, e Flávio Bitter, diretor da Bradesco Saúde. Ainda na quinta, o quadro “Seguro Internacional”, conheça alguns seguros específicos utilizados em países europeus para proteger a economia e a população locais.

Fechando a semana, na sexta-feira, o professor da Escola Nacional de Seguros Bruno Kelly explica no “Entenda os Seguros de Pessoas” as diferenças entre VGBL e PGBL, para quem pretende contratar um plano de previdência privada. No “Dicas do Consultor”, o economista e consultor da FenaCap Álvaro Modernell orienta os idosos maiores de 70 anos com direito a sacar o abono salarial do PIS/Pasep a utilizar melhor esses recursos.

Diariamente, a Rádio CNseg traz ainda boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.

FenaSaúde analisa medidas apresentadas e faz ressalva sobre planos individuais

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Na análise da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), o parecer do relator, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), da Comissão Especial de Planos de Saúde, traz avanços ao setor ao aperfeiçoar dispositivos da Lei dos Planos de Saúde (9.656/1998), tornando mais claros pontos obscuros, até então, na relação entre consumidores e operadoras. O relatório do Projeto de Lei (7419/2006) propõe alterações a partir da adoção de regras mais transparentes e benéficas em relação a temas como: o parcelamento do reajuste para idosos, estudo de impacto econômico na atualização do Rol de Procedimentos e, principalmente, a valorização de ações de promoção e prevenção no cuidado da saúde do beneficiário.

“Com problemas estruturais amplamente debatidos na sociedade, como os custos e a judicialização crescentes, a Saúde Suplementar precisa de um novo marco legal que traga uma relação mais equilibrada e justa para a sustentabilidade do setor. Mudanças nessa direção não significam perdas de direitos ou de qualquer outro tipo de vantagem para o consumidor. Pelo contrário, em uma série de medidas propostas, o beneficiário terá informação clara na Lei para dirimir dúvidas que levam hoje à insatisfação e, consequentemente, à judicialização”, explica Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da FenaSaúde.

Entre essas propostas, o “parcelamento” em 20 anos do último reajuste por faixa etária aos 59 anos. Hoje, muitos idosos reclamam do valor majorado e, por vezes, acabam saindo do plano de saúde. O relator sugere que, a cada cinco anos após os 59 anos, haja uma adição de até 20%. Ao completar essa idade, o beneficiário terá ciência do valor final a ser pago no fim do período. “É um ganho enorme para o consumidor. Em vez que de ter reajuste de mil moedas em um único ano, ele vai ter aumentos de 200 moedas durante os cinco primeiros anos, e mais 200 moedas durante os cinco anos seguintes. E assim gradativamente até completar cinco períodos de cinco anos”, explica Solange Beatriz.

Outra medida positiva é a adoção da avaliação de impacto econômico-financeiro na definição de cada novo Rol de Procedimentos, realizada a cada dois anos pela ANS. Atualmente, a Saúde Suplementar não tem estudos que analisem a incorporação tecnológica, do ponto de vista de custo-efetividade, diferentemente do que ocorre no sistema público que tem uma comissão para analisar novos itens. Hoje, o Rol para cobertura mínima obrigatória já contempla 91% da lista de procedimentos da Associação Médica Brasileira.

“A FenaSaúde fez um estudo inédito mostrando que 16 tecnologias, dentre as propostas apresentadas na Consulta Pública da ANS para o novo Rol, que entrará em vigor em janeiro de 2018, acarretarão aumento de custos na ordem de R$5,4 bilhões. Levando-se em conta o momento econômico do país e o orçamento das famílias e das empresas contratantes, é preciso se questionar sobre a capacidade de pagamento da sociedade. É equivocado achar que essas despesas são das operadoras. Na verdade, a conta é de todos os compradores – pessoas físicas e empresas. Somos nós que pagamos essa conta. Essa medida proposta tornará o processo mais transparente e os consumidores terão conhecimento sobre os custos para auxiliar na decisão sobre a incorporação ou não, que precisa proporcionar resultados clínicos efetivos e comprovados”, destaca a presidente da Federação. A ANS ainda não divulgou os itens que serão incorporados.

Por outro lado, a FenaSaúde faz ressalvas sobre a obrigatoriedade estipulada no parecer para a venda de planos individuais, em razão de não se atacar, de fato, o problema que resultou na pouca comercialização desse produto. “Por que os planos de individuais deixaram de ser ofertados, em grande escala, pelas operadoras? O reajuste definido pela ANS não cobre os custos crescentes. Essa é a questão. É preciso combater a escalada das despesas, que crescem acima dos reajustes. Aumentar o acesso da população ao serviço é importante, mas isso requer custos menores e não passa por uma determinação compulsória”, alerta a executiva.

A presidente da FenaSaúde destaca como positivo o fato de a questão da promoção de saúde e prevenção de doenças ter sido incluída entre as propostas: “As associadas à FenaSaúde já caminham, há algum tempo, nessa direção da gestão de saúde.”

Para a FenaSaúde, o direcionamento dos recursos do ressarcimento ao SUS diretamente às entidades onde for realizado o atendimento é uma questão de política pública. Cabe ao Estado definir os critérios desse direcionamento, que podem ser entre outros, proporcionais aos volumes de atendimento, ou à população de beneficiários, ou ainda para municípios mais carentes. No passado, parte dos recursos era destinada aos estabelecimentos onde o serviço fora prestado. “A mudança importante é o reconhecimento de que o ressarcimento é devido se a operadora não realiza o atendimento por decisão própria.

Também reconhece que ter plano de saúde em nada reduz direito e deveres do brasileiro. Como acidentes em via pública, o SAMU leva para hospitais públicos, e não para a rede credenciada daquele beneficiário de planos de saúde. Muitas vezes, as operadoras não sabem que seu cliente está internado no sistema público. A proposta determina que a operadora seja comunicada em até 24h e que possa retirar o beneficiário, a não ser que a locomoção traga riscos à saúde. Isso vai reduzir o montante a ser pago de ressarcimento”, acredita José Cechin, diretor-executivo da FenaSaúde.

Já a proposta sobre multas aplicadas às operadoras traz uma razoabilidade que não existe hoje. “Atualmente, o valor das penalidades não é compatível com a gravidade das infrações. Com este modelo, apenam-se e oneram-se as empresas, sem alcançar o objetivo de induzir práticas melhores e de levar maior contribuição para o beneficiário. Há uma desproporcionalidade enorme na aplicação de valores de multas. Por exemplo, o atraso no agendamento de uma consulta pode penalizar a operadora com uma multa de R$ 80 mil. Isso acaba prejudicando também o consumidor. Com a medida, a multa não pode ser superior dez vezes ao valor do procedimento”, detalha o diretor-executivo da FenaSaúde.

De modo geral, a Federação acredita que as medidas apresentadas, no relatório da Comissão Especial de Planos de Saúde, terão como efeito, a médio e longo prazo, uma redução de ações na Justiça contra planos de saúde, ao tornar a relação ainda mais transparente e equilibrada entre consumidores e operadoras.

Sistema Unimed apoia iniciativa para aprimorar atendimento ao paciente com câncer

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De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de mortes no Brasil devido ao câncer aumentou 31% desde 2000, comparando registros anuais, e chegou a 223,4 mil pessoas no final de 2015. Mais de 32,6 milhões de pessoas lutam contra o câncer atualmente, segundo a OMS, e esse é também um desafio para os sistemas de saúde. Por isso, oito operadoras e um hospital do Sistema Unimed participam do Projeto Oncorede, iniciativa lançada em 2016 pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e que propõe um novo modelo de cuidado aos pacientes visando aprimorar a prestação de serviços de atenção oncológica no País.

O Projeto Oncorede integra uma série de ações, como a implantação de laudo integrado de exames para facilitar e tornar mais efetivo o tratamento; reunião de informações sobre o paciente em um sistema de registro eletrônico de saúde, que possibilite a consulta de todos os profissionais envolvidos no cuidado; estruturas de cuidado paliativo e tratamento de suporte, em especial para quem não teve resposta aos demais tratamentos; capacitação e treinamento de profissionais; entre outras. A partir do programa, espera-se a melhoria na qualidade do atendimento e a integração do diagnóstico e das intervenções mais relevantes – quimioterapia, radioterapia e cirurgia.

Nesse sentido, a Central Nacional Unimed (CNU), operadora nacional para planos de saúde empresariais Unimed, uma das participantes do Projeto Oncorede, incentiva a adoção do estilo de vida saudável, atuando na prevenção da doença. “Para os beneficiários portadores de câncer, em tratamento ou em pós-tratamento, a CNU disponibiliza um programa focado no cuidado integral e coordenado, buscando uma assistência mais efetiva. Em todos os nossos contatos com o paciente, reforçamos a ideia de que o câncer é uma enfermidade crônica com exacerbações agudas, e não uma doença sinônimo de sofrimento e morte.”, diz o dr. Gines Henrique Martines, médico responsável pela iniciativa na operadora.

Nesta primeira fase do projeto, iniciado em 2017, beneficiários portadores da doença residentes no município de São Paulo são escolhidos aleatoriamente e convidados para o programa. Atualmente, são 97 participantes. Entre as ações desenvolvidas pela CNU estão telemonitoramentos, em que um enfermeiro realiza ligações periódicas ao beneficiário para monitoramento, suporte de Aconselhamento Médico telefônico (AMT), por meio de Central de Atendimento, disponível 24 horas (0800) e Emergência Médica Domiciliar (EMD), sendo esta indicada mediante agravos clínicos ou sinais de descompensação do quadro clínico que requeira atendimento médico.

A Unimed Belo Horizonte (MG) também iniciou em abril de 2017, suas atividades no Projeto Oncorede e tem como foco a reorganização do cuidado oferecido às pacientes diagnosticadas com câncer de mama. “O trabalho prioriza a redução do tempo entre o diagnóstico e início do tratamento, incluindo a revisão do percurso assistencial desde o rastreamento rotineiro até a confirmação do câncer. Para tanto, temos trabalhado no desenvolvimento de uma ferramenta tecnológica de uso interno para agilizar as etapas do processo e garantir a rastreabilidade e a disponibilidade de laudos para pacientes e médicos”, ressalta José Augusto Ferreira, diretor de Provimento de Saúde da Unimed-BH.

“Apoiamos a implantação do Projeto Oncorede em todo o Sistema Unimed, uma vez que possui importantes pontos de intersecção com o modelo assistencial defendido pela Unimed do Brasil, a Atenção Integral à Saúde”, destaca Orestes Pullin, presidente da Unimed do Brasil. Baseado na atenção primária, a Atenção Integral preconiza a continuidade do cuidado por meio da atuação de um médico de referência que acompanha, ao longo dos anos, a vida clínica dos pacientes.

Mude1Hábito

Estudo científico publicado pela American Cancer Society estabeleceu uma conexão entre hábitos saudáveis e redução de risco de câncer e mortalidade pela doença: um terço das mortes por câncer nos Estados Unidos a cada ano se relacionam à dieta desequilibrada e sedentarismo. Além disso, diferentes organizações internacionais, como o World Cancer Research Fund e o American Institute for Cancer Research, e nacionais, como o Instituto Nacional do Câncer (Inca), recomendam o consumo diário de pelo menos cinco porções de frutas e verduras (cerca de 400 g) para a prevenção da doença.

Para incentivar a adoção de uma vida mais saudável, neste ano a Unimed lançou no Dia Mundial da Saúde (7/4) o movimento Mude1Hábito, que convida as pessoas a realizarem pequenas mudanças no dia a dia e está alinhada à estratégia de cuidado integral da Unimed do Brasil. Para o movimento, a marca criou a plataforma www.mude1habito.com.br, um hub de conteúdo onde as pessoas podem trocar experiências, utilizar ferramentas que vão ajudar na mudança e acompanhar sua evolução pessoal, além de realizar diversas ações de comunicação sobre o tema.