ARTIGO: Insurtechs são bem-vindas e envolvem desafios

FONTE: Estado de São Paulo

Por Márcio Coriolano, presidente da CNseg

A emergência das fintechs e insurtechs – startups dos setores financeiro e de seguros – tem dominado o cenário de um novo empresariamento no Brasil. As incubadoras de jovens candidatos a empresários são uma realidade que despertou o interesse de investidores e já conta com a participação direta de companhias consolidadas. São várias as modalidades de incubadoras de fintechs e insurtechs, bem como os esquemas de desenvolvimento, financiamento e participação societária nesta onda de modernização e transformação produtiva.

No setor de seguros, em que consiste a transformação? Que oportunidades e ameaças traz? O que ganha o consumidor? Para além de apressadas projeções de um modo de produção disruptivo radical, parece que o atual estágio do tema trilha mais um formidável aumento de produtividade.

Há razões para deduzir que o avanço reside mais no encurtamento de processos, via tecnologias de informação, e na oportunidade de desintermediar atividades que se transformaram em “cotovelos” entre a oferta de produtos e serviços e o consumidor. Tais atributos já são uma brutal mudança de paradigma.

A emergência das insurtechs e fintechs atende a um desejo da sociedade, sobretudo dos jovens, que não toleram mais processos longos e ineficientes. Os “techs” contrapõem ao conservadorismo a vontade da população, que quer sua própria produtividade, numa era de comunicação, escolha e satisfação instantâneas.

No campo em que as insurtechs se colocam, o risco do negócio persiste nas seguradoras. O jovem empresário tem consciência da complementaridade de propósitos. Não é trivial pôr capital em risco, investir em complexas operacionalidades, num setor tão regulado. Nada disso, é óbvio, está no radar dos candidatos.

A desintermediação é irremediável e virtuosa, mas, no campo dos seguros, a transformação não deve alcançar o papel dos corretores, ao menos nos produtos em que a assimetria de informações e o nível de complexidade de escolha colocam o consumidor em córner no processo de escolha.

No caso do Obamacare, nos EUA, por exemplo, o núcleo da desintermediação da oferta do novo produto de saúde foi uma insurtech fabricada e residente no governo. Uma plataforma tecnológica (exchanges), pela qual quem desejasse comprar ou trocar seu seguro individual podia fazer escolhas sem “cotovelos” com as operadoras de saúde. Na prática, milhões de pessoas recorreram a corretores e agentes de planos de saúde. Nada funcionou sem a boa e experiente intermediação especializada.

Brasilcap tem novo diretor Administrativo-Financeiro, de Riscos e Compliance

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Marcelo Farinha tomou posse como o novo diretor Administrativo-Financeiro,
de Riscos e Compliance da Brasilcap – empresa referência no mercado de
capitalização. Com 30 anos de carreira no Banco do Brasil (BB), começou sua
trajetória na Agência 0413-8 de Mococa, no interior de São Paulo. No banco,
solidificou sua carreira na Diretoria de Finanças.

Farinha é engenheiro eletricista formado pela Universidade Federal de
Uberlândia, com especialização em Administração Financeira (USP/FIA) e
mestrado em Economia (Universidade Católica de Brasília). Seu cargo anterior
foi como diretor Financeiro e de Benefícios no Instituto Economus, entidade
fechada de Previdência Complementar e de Assistência à Saúde dos
funcionários do Banco Nossa Caixa, incorporado pelo BB.

Ele acredita que o caminho para uma boa gestão passa pelo investimento em
soluções simples e eficientes. “Sinto orgulho em poder integrar uma companhia
que há mais de 20 anos preza pela inovação. Quero me adaptar rapidamente
para superar os desafios que temos pela frente”, ressalta Farinha, sobre seu
novo cargo na Brasilcap.

Presidente do SindSeg-SP prevê bons ventos para o mercado segurador

Pesos pesados do mercado segurador estiveram reunidos ontem em almoço de confraternização de final de ano organizado pelo Sindicato das Seguradoras de São Paulo (Sindseg-SP). Apesar da reforma trabalhista que entrou em vigor em novembro último e que coloca por terra a obrigatoriedade de contribuição sindical, boa parte dos membros não se preocupa com tema. Ao que tudo indica, para 2018 as soluções já foram encaminhadas para garantir a receita da entidade que se dedica a muitos temas, entre eles a redução de acidentes de trânsito e a educação de seguros em escolas públicas. “Mas o trabalho do sindicato durante 2018 será determinante para ter receita em 2019”, disse um dos membros que pediu confidencialidade.

“2017 foi um ano de grandes realizações, com a execução de novos programas e uma forte atuação em questões caras à sociedade, como a prevenção de acidentes”, disse Mauro Batista, presidente do SindSeg-SP. Ele destacou a atuação da entidade junto do Estado, com parcerias para combater o crime organizado, a Lei do Desmonte e o Projeto Vida Segura. “Houve um intercâmbio intenso de informações, que ajudam no combate ao crime”, disse.

O programa Vida Segura foi desenvolvido em parceria com a Secretaria da Educação e rendeu até mesmo uma homenagem ao secretário José Renato Nalini. O projeto pretende atingir ao longo de uma década 5 mil escolas, nas quais os alunos de ensino fundamental terão oportunidade de descobrir as proteções ofertadas pelo mercado segurador. Batista também acrescentou que 2018 traz bons ventos para seguros e que o segmento seguirá crescendo. “Todos nós estamos animados com os sinais promissores emitidos pelos indicadores econômicos e temos projeções que o setor crescerá entre 3 e 4% acima da inflação. Além de divulgar ao mercado que o setor tem proteções para cobrir riscos evidentes que assustam a todos, as seguradoras também exercem a cidadania ao fazerem a gestão de risco”.

Márcio Coriolano, presidente da CNseg, seguiu o mesmo tom otimista. “Estamos otimistas com o próximo ano do ponto de vista da economia. Temos queda de juros 2018, inflação sob controle, desemprego em queda. Por isso temos confiança e estamos preparados. Pragmaticamente será u m ano difícil do ponto de vista político, como Congresso mais travado. Temos de nos unir para o programa mínimo de reformas microeconômicas que não dependam tanto do Congresso. Essa agenda será divulgada no almoço de final de ano do setor, no dia 13, no Rio de Janeiro”, disse ele durante discurso no almoço.

Semana traz aquisições bilionárias em saúde

O setor de saúde está em ebulição no mundo todo. Nesta semana, duas notícias importantes. A CVS Health, maior rede de farmácias dos EUA, fechou acordo para a compra da seguradora de saúde Aetna por cerca de US$ 68 bilhões. O negócio cria um novo gigante na indústria de medicamentos sob prescrição e pode desencadear um processo de consolidação no setor. No Brasil, a CVS é dona da rede de farmácias Onofre.

O fato foi visto pelo setor como “o rabo abana o cachorro”, evidenciando que fornecedores passam a ser protagonistas no setor de saúde diante da crise vivenciada nos EUA, com Donald Trump querendo por fim ao Obamacare. No Brasil, a crise vem de uma regulação que precisa ser urgentemente revista para acomodar interesses do governo, empresas privadas, fornecedores, prestadores e o consumidor. Isso feito, a tendência é de uma grande onda de fusões e aquisições, bem como a entrada de novas empresas partindo do zero.

Entre as mais interessadas em atuar em saúde no Brasil estão AXA e Mapfre. A própria Aetna, que já atuou no Brasil numa parceria com a SulAmérica no passado, reavaliava seu retorno ao Brasil e estava em conversas com grandes players locais, citam fontes. Agora, com a venda para a CVS, as negociações devem ser revistas.

Outra notícia da semana veio da UnitedHealth, gigante americana do setor de planos de saúde e controladora da Amil no Brasil, que anunciou um acordo para a compra da DaVita, provedora de tratamento renal e um dois maiores grupos de médicos dos EUA, por cerca de US$ 4,9 bilhões em dinheiro. O acordo vem na mesma semana em que a rede de farmácias CVS Health fechou uma transação no valor de US$ 69 bilhões para adquirir a Aetna, que também atua na área de planos de saúde. A DaVita dispõe de cerca de 280 clínicas, além de 35 centros de tratamento urgente e seis centros de cirurgia. A empresa opera em vários Estados americanos, incluindo Califórnia, Washington e Flórida, e emprega cerca de 2.200 profissionais de saúde.

Marcio Coriolano e Christopher Garman debatem conjuntura brasileira

Fonte: CNseg

A perspectiva de crescimento econômico em 2018, os efeitos do ano eleitoral, o perfil dos candidatos à disputa presidencial, a volta do apetite do investidor estrangeiro são alguns dos assuntos discutidos em novo episódio do programa “Papo Seguro Especial”, do Canal Seguro, no YouTube. Desta vez, o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, entrevista o cientista político Christopher Garman, diretor-executivo do Grupo Eurásia para as Américas.

Marcio Coriolano lembra que, há alguns anos, o Brasil viveu um crescimento vigoroso antes da profunda crise em que mergulhou o País, perguntando a Garman as razões da profunda recessão superada apenas neste ano. Para o cientista político, a resposta está em uma conjunção de fatores. O Brasil, assim como outros países emergentes, se beneficiou com o alto preço das commodities no mercado mundial, algo que teve relação direta com o forte crescimento da China, antes da desaceleração da economia asiática. “Mas, ao mesmo tempo, as decisões tomadas por vários governos brasileiros, principalmente pelo ex-presidente Lula e pela ex-presidente Dilma Rousseff, exacerbaram um problema estrutural que iria estourar em algum momento”, explica o cientista político.

Ele afirma que a crise fiscal, uma decorrência de gastos públicos crescentes nos últimos 30 anos, uniu-se à crise política e aos recentes escândalos de corrupção. “Isso fez com que a crise no Brasil fosse muito mais dramática do que em outros países que também sofreram com a queda dos preços das commodities, à medida que a China começou a desacelerar e isso levou a um período de desencanto com o Brasil”, esclarece Garman.

Porém, o momento atual é de uma volta do otimismo, como afirma o diretor-executivo, uma vez que há muitos investidores interessados no Brasil, uma sinalização de que a profunda crise econômica está chegando ao fim. “Nós estamos em um ciclo de reformas transformativas, pois grandes crises geram grandes reformas. É claro que o grande nó fiscal ainda tem que ser atacado e temos um leque de reformas microeconômicas que estão dando grandes oportunidades para investimentos em setores regulados da economia. Os investidores estão de olho também em 2018”, afirma Christopher.

Marcio Coriolano reconhece que o País tem mostrado uma resiliência formidável no plano econômico este ano, ainda que o quadro político continue conturbado. Mas este ambiente produz incerteza em torno do prosseguimento das reformas propostas pelo atual governo em 2018.

Para Garman, a crise política do atual presidente Michel Temer e o escândalo da empresa JBS frustraram uma ampla Reforma da Previdência. “Talvez uma reforma mais enxuta possa ser aprovada e há uma grande expectativa de que ela aconteça após as próximas eleições. O problema é que a reforma é impopular, ou seja, os eleitores estão com muita raiva da classe política. Por isso, creio que não seja uma demanda para um candidato reformista, e sim para um candidato que represente algo diferente do que está aí”, explica o cientista.
Em seguida, os executivos fazem uma análise sobre os possíveis candidatos à presidência da República e a possiblidade da aprovação de reformas estruturais na economia brasileira.

O novo episódio está disponível no Youtube

Corretores se unem e criam a Aliança Brasil Group, com meta de chegar a R$ 300 milhões em prêmios no primeiro ano

O Aliança Brasil Group pretende fechar o primeiro ano de operações com uma arrecadação de mais de R$ 300 milhões de prêmios

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O Rio de Janeiro será palco de uma iniciativa original para alavancar os negócios de seguro na cidade. Na contramão da crise do estado, quatro grandes corretoras – Conset, Hold, RBM e Segplus – responsáveis por uma produção superior a R$ 250 milhões em 2016, criaram a Aliança Brasil Group (ABG). A aposta é que, juntas, as quatro potências da corretagem de seguros possam gerar novos e rentáveis negócios, elevando em até 25% a produção do Grupo em 2018.

A bandeira do antigo Grupo Aliança Rio, que durante 16 anos teve uma atuação marcante no mercado do estado, foi mantida, “porque entendemos ser uma marca de sucesso, reconhecida pelas seguradoras e muito respeitada pelos clientes e pelo mercado em geral”, acredita Marco Aurélio Marques, sócio e executivo principal do ABG. Além disso, duas corretoras (RBM Corretora e Hold Corretora) entre as quatro já pertenceram ao antigo Grupo.

Na empreitada estão os sócios Adélia Ribeiro e Fernando Castro (Conset), Sergio Marinatto e Maurizio Masci (RBM Corretora), Carlos Figueiredo (Segplus), Claudio Gonçalves (Hold Corretora) e Marco Aurélio Marques (ABG). Todos têm mais de 20 anos de experiência no mercado, liderando empresas consolidadas. Hoje, apostam na junção de forças em um grupo capaz de oferecer as melhores soluções em seguros tanto para seus futuros parceiros como para o consumidor final.

A sede do conglomerado fica no Centro do Rio, mas conta com filiais em São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Santa Catarina, onde as operações também já foram iniciadas. “No momento, os sócios estudam o mercado, visando agregar novos parceiros para 2018”, explica Adélia Ribeiro. “Trabalhamos com as principais seguradoras do mercado, nos mais diversos segmentos de seguro, com especialização em riscos corporativos, além de grande produção em seguros massificados”, acrescenta Fernando Castro.

O Aliança Brasil Group pretende fechar o primeiro ano de operações com uma arrecadação de mais de R$ 300 milhões de prêmios.

Tendência – A solução de unir operações e experiência para formar corporações de porte é um movimento natural em tempos de economia compartilhada. Essa é a base do projeto inicial do Grupo, que tem como objetivo fortalecer o cross selling entre os sócios, criar produtos com a marca ABG e apoiar futuros parceiros em seus negócios. “Para isso, estamos preparados para fornecer treinamento especializado aos nossos colaboradores, na busca por um atendimento de excelência aos nossos clientes e parceiros”, argumenta Marco Aurélio Marques.

Corretores – Na análise de Sergio Marinatto, o segmento de corretores atual “está extremamente competitivo, exigindo mais preparo, especialização e profissionalismo da categoria”. Um investimento contínuo para atender às necessidades de um consumidor empoderado, cada vez mais consciente de seus direitos e necessidades. “O que exige”, completa Claudio Gonçalves, “uma busca constante no aprimoramento dos processos operacionais e praticas inovadoras na área comercial”.

Para Carlos Figueiredo, “o corretor é um consultor do cliente, apresentando soluções com custos de acordo com seu perfil. Temos que ter mais qualidade, velocidade de resposta e utilizar todas as formas de comunicação disponíveis”.

Tecnologia – Além dos investimentos na capacitação dos colaboradores, o Grupo deseja investir nas mídias digitais, “peça fundamental para os corretores estreitarem a relação com o consumidor, difundir a cultura do seguro e facilitando a oferta de produtos e serviços”, afirma Maurizio Masci.

Se depender dos executivos do Aliança Brasil Group, os canais digitais serão ferramentas importantes de comunicação com o cliente, “principalmente na faixa abaixo dos 35 anos de idade, que utiliza a internet para adquirir bens e serviços dos mais variados tipos. Estamos analisando cases de sucesso nessa área para buscar as melhores soluções ao nosso modelo de negócio, pensando sempre na melhoria do atendimento ao consumidor”, conclui Marco Aurélio Marques.

IESS divulga vencedores do VII Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar

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A coordenação do VII Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar, promovido pelo Instituto de Saúde Suplementar (IESS), divulgou nesta manhã (7) os vencedores da edição 2017. A premiação destacou os melhores trabalhos acadêmicos com foco em saúde suplementar no Brasil durante o “Seminário Qualidade e Eficiência na Saúde”, no complexo Aché Cultural, no Instituto Tomie Ohtake.

“O Prêmio busca fomentar a pesquisa nacional e é uma importante colaboração do IESS com o objetivo de garantir uma melhor compreensão e a sustentabilidade da saúde suplementar no País. As categorias de Promoção da Saúde, Economia e Direito contemplam os desafios mais latentes do setor”, comenta o superintendente executivo do IESS, Luiz Augusto Carneiro. “A cada edição do Prêmio IESS, é notável o avanço na profundidade dos trabalhos e no debate que geram na sociedade”, conclui.

O Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar tem como objetivo incentivar a pesquisa e valorizar estudos com qualidade técnica e que contribuem para a melhoria do setor. São premiados os dois melhores trabalhos de conclusão de cursos de pós-graduação (especialização, MBA, mestrado ou doutorado) nas três categorias que compõem o prêmio. Os trabalhos ficam disponíveis no site do IESS: www.iess.org.br.

Na categoria Promoção de Saúde e Qualidade de Vida, a grande vencedora foi Eulalia Martins Fraga com o trabalho “Atenção Primária na Saúde Suplementar: estudo de caso de uma Operadora de Saúde de Belo Horizonte”, trabalho de especialização na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). O segundo lugar ficou com Fernando de Rezende Francisco, que desenvolveu o estudo “Aplicação de Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) na Tomada de Decisão em Hospitais” no Mestrado em Administração de Empresas, da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O estudo vencedor na categoria Economia foi “Assimetria de informação a partir da Regulação do Mercado de Saúde Suplementar no Brasil: Teoria e Evidências”, de Luís Carlos Moriconi de Melo, do Mestrado Profissional em Economia, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS). Já a segunda colocação foi conquistada por Samara Lauar Santos, do Mestrado em Demografia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com o trabalho “Envelhecimento Populacional e Gastos com Saúde: Uma Análise das Transferências Intergeracionais e Intrageracionais na Saúde Suplementar Brasileira.

Na categoria Direito, apenas um estudo preencheu os requisitos que configuram medidas cabíveis aos desafios do setor. O trabalho vencedor foi “Processo decisório e motivação no âmbito das normas sobre o rol de procedimentos e eventos em saúde”: uma análise exploratória”, de Bruno Araújo Ramalho, aluno do Mestrado em Direito da Regulação, da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro.

A programação do “Seminário Qualidade e Eficiência na Saúde” também apresentou o novo IESSdata, que fornece os números mais atuais do setor de saúde suplementar e da economia brasileira e as palestras especiais “Revolucionando a saúde por meio da eficiência e qualidade”, com Maureen Lewis, CEO da Aceso Global; e “Mensuração e Melhoria da Qualidade Assistencial na Saúde” com a Doutora em Medicina Preventiva Ana Maria Malik, da Fundação Getúlio Vargas.

Zurich consolida ações para promover equidade de gêneros

Iniciativas fomentam diversidade e inclusão em todos os níveis da companhia, a única seguradora no Brasil com Certificação EDGE
São Paulo, 07 de dezembro de 2017 – Atenta à importância da diversidade dentro das organizações, a Zurich, seguradora global com 78 anos de atuação no mercado brasileiro, vem ampliando e consolidando suas iniciativas em todos os níveis da companhia. Entre elas, destaque para o WIN – Women’s Innovation Network e o Pride@Zurich, grupos de interesse liderados por funcionários da companhia e apoiados pelo CEO da Zurich no Brasil, Edson Franco. Além disso, é a única seguradora a contar com a Certificação EDGE (Economic Dividend for Gender Equality) desde 2016, principal padrão global para avaliação dos níveis de igualdade de gênero entre ambientes de trabalho.

Segundo Andrea Milan, Diretora de Talentos e Desenvolvimento de Pessoas da Zurich para a América Latina, a pluralidade de ideias e percepções contribuem para decisões mais assertivas, aumentando a lucratividade e humanizando o clima organizacional da empresa. “A diversidade e inclusão fomentam o processo de novas estratégias, novos olhares e realidades, aspectos importantes para simplificar nossos processos, inovar e manter a atratividade de nossos negócios”, afirma a executiva.

O WIN – Women’s Innovation Network é um grupo de interesse com governança global, que promove a igualdade de oportunidades de carreira para mulheres e homens por meio de eventos e atividades que colocam colaboradores de diversos países em contato para troca de experiências. O objetivo é criar insights sobre o sucesso do negócio e, ao mesmo tempo, oferecer oportunidades de networking com colegas e especialistas.

Em cada país onde é desenvolvido, o WIN conta com um comitê local responsável por organizar as atividades que abordam temas como direcionamento da mudança cultural, desenvolvimento da carreira feminina e criação de valor empresarial. “A meta é oferecer oportunidade para a criação de uma rede de relacionamento e troca de ideias e experiências com a finalidade de desenvolver nos profissionais uma visão de negócio bem-sucedido e da importância da inclusão das diferenças”, ressalta Andrea.

Já o Pride@Zurich é um grupo criado com a missão de promover o respeito aos Direitos Humanos de cada indivíduo e consolidar uma cultura de inclusão e pertencimento com base na orientação sexual. O grupo brasileiro está conectado à rede global de aliança LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) da Zurich.

De acordo com Fellipe Cardoso, Representante Nacional do Pride@Zurich no Brasil, o objetivo principal do grupo é proporcionar um ambiente seguro para os colaboradores discutirem tópicos referentes à diversidade e inclusão, conectarem-se com outros profissionais, compartilharem ideias inspiradoras e promoverem a consciência LGBT nas comunidades em que trabalham. “Nossas ações são inclusivas, independente da orientação sexual, gênero, idade, religião ou qualquer outra diferença”, destaca Fellipe.

Certificação EDGE – Estas ações que promovem a igualdade entre gêneros na cultura empresarial, bem como a flexibilidade nos horários de trabalho e a transparência nos processos de recrutamento e remuneração, são alguns dos atributos que contribuíram para a conquista da Certificação EDGE (Economic Dividend for Gender Equality). No Brasil, a Zurich é a única seguradora a receber este reconhecimento, que atesta sua política de responsabilidade social e de respeito à diversidade.

A Certificação EDGE é enaltecida por líderes empresariais, governamentais e acadêmicos em todo o mundo. O processo conta com uma extensa e rigorosa metodologia para garantir a idoneidade deste selo.

Andrea Milan destaca que a certificação EDGE demonstra o compromisso com o desenvolvimento contínuo de práticas de gestão que propiciem a evolução da companhia. “Estimular a diversidade gera uma gama de benefícios significativos. A contínua busca por avanços em nossas políticas e práticas inclusivas, além de ser uma causa legítima de direitos humanos, nos proporciona um diferencial em relação ao mercado em que atuamos, por estarmos alinhados aos anseios e transformações de nossa sociedade”, afirma a executiva.

Estudo da Mapfre aponta caminhos para o mercado de seguros na América Latina

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Em um novo relatório, o Serviço de Estudos da Mapfre aponta possíveis caminhos para melhorar a expansão do seguro na América Latina. Apesar de ter aumentado sua participação de forma crescente no mercado global, hoje a região tem um índice de penetração dos seguros abaixo de 3%, enquanto nos Estados Unidos e em grandes economias europeias a aderência é de mais de 7%.

A análise aponta que o desenho de quadros regulatórios mais ajustados aos riscos associados ao grau de desenvolvimento do país e, portanto, em linha com uma visão competitiva de cada mercado, é um dos fatores que pode contribuir para aumentar a penetração de seguro na região. Nesse sentido, o Brasil, ao lado de México, Colômbia, Porto Rico, Chile e Peru, está entre as nações com regimes de regulação que mais progrediram.

O mercado latino-americano deve encontrar mecanismos mais eficientes e flexíveis, que reduzam o tempo e o custo envolvidos na colocação de lançamento de produtos, não apenas para expandir a oferta de seguros, mas para levar aos consumidores, em tempo hábil, soluções que melhor atendam às suas necessidades de proteção. De acordo com o estudo, também é necessário perseguir a eficiência de gastos com redução de despesas operacionais.

Outros fatores imprescindíveis focaram em desenvolver melhorias na eficiência de gastos, favorecer o crescimento equilibrado de diferentes canais de distribuição e possíveis colaborações em nível setorial, a fim de compartilhar dados e procurar sinergias na digitalização necessária das empresas de seguros.

“Um crescimento econômico dinâmico, juntamente com a melhoria na distribuição da renda, e medidas que visam uma melhor educação e inclusão financeira, são fatores estruturais que certamente influenciam na expansão do setor de seguros na região”, afirma o CEO da MAPFRE no Brasil, Wilson Toneto.

O relatório completo, em espanhol, está disponível neste link

Jorge Cordenonsi assume a diretoria de TI da Europ Assistance Brasil

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Há cerca de um mês como CIO e diretor de T.I. da Europ Assistance Brasil, empresa de oferta de serviços de assistência para veículos, lar e família, saúde e viagem, uma das líderes do setor, Jorge Cordenonsi, membro do Conselho Consultivo da Cionet Brazil, já teve oportunidade de participar de um lançamento que mostra os focos da TI da empresa para o próximo ano: a arquitetura de aplicações, a transformação digital e o e-commerce. A empresa adicionou um botão SOS no aplicativo de localização geográfica e traçador de rotas Waze, para prestação de serviços como guincho, troca de pneu, chaveiro e transporte de carro, entre outros, mesmo para não clientes.

Bradesco Seguros,Harley-Davidson, Mercedes-Benz e Clube Med são alguns dos grandes clientes da Europ Assistance Brasil. “Hoje somos muito mais B to B (business to business), mas nossa meta é também evoluir no B to C (business do consumer)”, diz Cordenonsi, “e a mobilidade é um canal que vamos explorar bastante”, completa. Antes da EABR, o executivo ocupou cargos de lideranças em algumas das maiores corporações no país, como Sodexo, General Motors e WallMart.

Para Cordenonsi, a Cionet é hoje um grupo referência no mercado. “E ela vem me ajudando muito no network e na troca de experiência”. O executivo acrescenta que quando está com uma necessidade em relação a fornecedor ou sobre algum tema do dia a dia, a Cionet o tem ajudado muito.