Helio Novaes assume VP de novos negócios e estratégias da Aon

Eis o que muitos queriam saber, o paradeiro de Hélio Novaes, um dos executivos mais queridos do mercado segurador. Dois meses depois de ter deixado a corretora MDS, onde ocupava o cargo de CEO desde 2010, sem muitas explicações oficiais dadas pela companhia à imprensa, Novaes pousou na maior corretora de seguros do mundo, a Aon. Segundo fontes contaram ao blog Sonho Seguro, ele será vice-presidente de novos negócios e de estratégia do grupo.

Vamos apurar os detalhes…

Meia hora depois do pedido de entrevista chega o release…

Para fomentar o desenvolvimento de novas estratégias de negócios e trazer uma visão inovadora, a consultoria e corretora de seguros Aon anuncia a contratação do novo vice-presidente, Hélio Novaes. O executivo cursou engenharia pela Universidade Santa Úrsula e Gestão em Negócios pela Saint Charles, nos Estados Unidos, em Chicago. Entre suas experiências profissionais se destacam uma carreira de 30 anos na SulAmérica, onde iniciou em 1975 e chegou à vice-presidência executiva, e a criação da sua própria corretora, a Quorum, que foi adquirida pela MDS, da qual ele se tornou CEO por sete anos.

Reconhecido no mercado segurador por sua vasta experiência e know-how no setor, Hélio Novaes já atuou nas áreas de Gestão de Riscos, Afinidades e Benefícios. Agora, assume a vice-presidência de Desenvolvimento de Negócios e Estratégia da Aon. Nos projetos que participou, o executivo contribuiu com o desenvolvimento de equipes de alta performance e criou estratégias assertivas e inovadoras para impulsionar resultados.

Hélio Novaes fará parte do comitê executivo da Aon, reportando para o CEO da companhia, Marcelo Munerato de Almeida. O objetivo de sua chegada é desenvolver estratégias consistentes e inovadoras para o aumento da performance do time Aon e, consequentemente, o crescimento dos negócios.

“Meu trabalho dentro da companhia é desenvolver novas estratégias de crescimento com clientes e colaboradores e novos projetos de parcerias com empresas líderes de diversos segmentos. Além disso, vamos identificar as melhores oportunidades de inovação dentro do setor de seguros. A Aon é líder em soluções de risco, benefícios e saúde e eu estou muito feliz por fazer parte dessa equipe”, afirma Hélio.

BrasilPrev aposta na tecnologia e na sofisticação de gestão de ativos para conquistar investidores

Ampliar consultoria aos clientes, apresentar novidades em serviços, atuação maior em canais digitais e geração de novos conteúdos. Essas são os quatro pilares da estratégia de 2018 da BrasiPrev, que tem como sócios a BB Seguridade, holding de seguros do Banco do Brasil, e a americana Principal, segundo disse Paulo Valle, presidente da Brasilprev, em encontro com jornalistas ontem. Na verdade, esse é o pano de fundo que vai atender a uma demanda crescente de pessoas que despertam para a importância de ter uma reserva financeira para a aposentadoria diante dos debates da Reforma da Previdência, tema que ganhou as manchetes das mídias em 2017.

“O ganho principal da discussão da reforma da Previdência é o entendimento de que a questão da aposentadoria não é só um problema do Brasil e que a aposentadoria social não é sustentável”, disse Valle aos jornalistas. Para ele, mesmo que o governo não vença a batalha que tem travado com o Congresso para colocar a reforma em pauta e votá-la ainda neste ano, o trabalho terá de ser feito e num curto espaço de tempo.

“A questão previdenciária é urgente no mundo, principalmente em vários países da Europa. Vimos recentemente o caso da Grécia e o Brasil tem um sério problema do déficit. Se a reforma não for feita, poderá comprometer o pagamento de aposentados. Pelo menos a idade mínima é algo que precisa mudar, uma vez que o país é um dos poucos em que a aposentadoria social se dá abaixo dos 60 anos”, enfatizou.

No fim de semana, por exemplo, o presidente Michel Temer disse que se não for neste mês, certamente a reforma será votada no início de 2018. Valle, no entanto, afirma que as empresas privadas de planos de previdência colhem o fruto do debate, que a cada dia conscientiza mais pessoas sobre a importância de se planejar para o futuro, tanto financeiramente como também cuidando da saúde.

Para atender a essa demanda de pessoas que busca uma proteção, a Brasilprev aposta na educação financeira, com disseminação de estudos, pesquisas e produtos do grupo nas redes sociais. Quando o cliente chega ao grupo, encontra uma plataforma digital interativa na qual pode fazer simulações, conhecer melhor os produtos e consultar especialistas. Outra novidade e o aplicativo Brasilprev, que estará disponível ainda neste mês, com foco em projetos de vida e também permitirá a consulta de saldos e extrato do plano. O grupo também adere a robôs para atender clientes. A SIL, com referencia a palavra BraSIL, é a consultora digital que atenderá investidores via computador, smartphone e tablets.

“As pessoas sabem que com a queda de juros vão ter de mudar seus investimentos, com juro real abaixo de 3% ao ano com a Selic a 7% ao ano, desde a semana passada. Por isso lançamos em meados de setembro uma nova família de fundos”, contou. Entre os produtos disponíveis, o investidor encontra uma nova família de fundos, lançada em setembro. São fundos de renda fixa de longo prazo e multimercados, com estratégias diferenciadas. Entre elas, a opção de investimento no exterior, que começou a vigorar em setembro, quando a Superintendência de Seguros Privados (Susep) aprovou a resolução 4.444. “Em dois meses captamos mais de R$ 3 bilhões nos fundos novos, o que mostra a boa receptividade da nossa iniciativa”, comemora. Em captação líquida considerando toda a base de fundos administrado pelo grupo, o resultado até novembro foi de R$ 16 bilhões.

Valle destaca a importância dos debates realizados com outras entidades, como FenaPrevi, CNseg e Anbima. “Temos em pauta temas de grande importância para facilitar a inclusão de pessoas no segmento de previdência complementar”, disse. Um deles é o estímulo para que mais empresas ofertam planos abertos para seus funcionários.

“Seria importante a adesão automática dos colaboradores nos contratos corporativos, com aumento gradual, obedecendo ao ciclo de vida das pessoas, que hoje difere muito do visto na última década. Antes as pessoas entravam em um empresa, ficavam anos, casavam, tinham filhos e se aposentavam. A realidade hoje é totalmente diferente. As pessoas entram e saem, não casam e nem filhos querem ter. Não pensam muito mais em ter casas, carros. Mas querem períodos sabáticos. E a previdência busca atender a essas novas necessidades com produtos que oferecem prazos e rentabilidades diferenciadas”, comentou.

O grupo aposta no grande potencial do Brasil, que ainda tem uma poupança previdenciária muito aquém de países desenvolvidos. “O potencial de vendas dentro do grupo e também para outros investidores é gigantesco. Estamos trabalhando para levar elevar a penetração de produtos previdenciários e assim manter um crescimento mais sustentável das famílias”, comentou. Hoje o grupo tem 250 mil clientes provenientes de empresas que são clientes.

Um dado que mensura o potencial da BrasilPrevi é a penetração na base de clientes do BB, o principal canal de distribuição de seus produtos. Atualmente, o BB soma 65,7 milhões de clientes entre correntistas, portadores de cartões, beneficiários de previdencia social e que recebem salários por meio do banco, entre outros. Desses, 36,6 milhões são correntistas, dos quais em torno de 2 milhões têm um plano de previdência privada com a Brasilprev, respondendo por 5,5% da base.

Claro, Asurion e Liberty Seguros se unem para oferecer seguro para celulares

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A Claro, operadora com o 4G mais rápido do Brasil e a Asurion, líder mundial em serviços de suporte tecnológico, se unem em parceria com a Liberty Seguros para o lançamento do programa Proteção Móvel para smartphones e tablets. A partir de agora, todos os clientes pós-pagos da operadora têm à disposição um serviço completo com a credibilidade de uma empresa consolidada no mercado securitário.

O Proteção Móvel é um seguro sem carência e sua contratação está vinculada à aquisição de um novo aparelho comprado exclusivamente nas lojas próprias da Claro. Os clientes deste serviço, que oferece até 24 meses de cobertura, receberão um equipamento de reposição caso o dispositivo móvel segurado tenha sofrido quebra acidental, dano líquido (oxidação), roubo e furto qualificado. O Proteção Móvel está atualmente disponível em 95 lojas próprias da Claro espalhadas pelo Brasil e seguirá em expansão até chegar a todos os estabelecimentos próprios da operadora.

“O smartphone é um objeto de desejo e adquire importância muito grande na vida das pessoas. Entendemos o quanto é relevante oferecer uma proteção adicional, através de um seguro para o dispositivo que mantém nossos clientes conectados em qualquer lugar. Trata-se de um programa que dará a tranquilidade necessária para nossos clientes”, explica Maurício Santos, diretor de Soluções Integradas para Varejo da Claro. A oferta da Claro tem como parceiros a Asurion – estendendo uma consolidada parceria em produtos de proteção já implementada no México, Peru, Colômbia, Chile e, agora, no Brasil – e também a Liberty Seguros.

Para José Amden, Vice-Presidente e Gerente Geral de Atendimento ao Cliente da Asurion, é um orgulho expandir a parceria com a Claro no Brasil. “Como líder mundial em suporte tecnológico, estamos preparados para contribuir com esse projeto de forma que os clientes da Claro possam contar com uma maneira rápida e conveniente de se reconectar.”

“Para a Liberty Seguros, é muito importante que os clientes sintam-se livres para aproveitar suas conquistas com segurança contando com a ajuda das nossas soluções. Essa parceria com a Claro e a Asurion nos aproxima desse objetivo”, diz Marcelo Amorim, Diretor de Projetos e Métodos da Liberty Seguros. “Com o novo Proteção Móvel, além de certificar que os clientes Claro desfrutem de seus momentos sem se preocupar com danos ou furtos de seus aparelhos, a Liberty reforça seu compromisso de oferecer as melhores soluções para atender seus clientes”, completa.

O prêmio do seguro varia de acordo com o modelo do aparelho e conta com algumas comodidades como:
– Ampla cobertura: Cobertura para casos de roubo, furto qualificado e danos físicos, incluindo quebra acidental e oxidação, com direito a até 2 (duas) reposições no período de 12 meses.
– Rápida reposição: Os clientes podem comunicar o sinistro de uma maneira rápida e fácil e receber o aparelho de reposição na sua residência, sem sair de casa.
– Pagamento facilitado: O pagamento do prêmio do seguro é feito direto na fatura da Claro.

Para conhecer mais sobre Proteção Móvel, visite www.protecaomovel.com.br

Corretores de saúde se posicionam contra suposta fraude em contratações de planos pelo MEI

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Na última semana, foram veiculadas reportagens em jornais de grande circulação com reclamações de clientes de planos de saúde que tiveram problemas contábeis, pois segundo eles, os vendedores fizeram sua inscrição no sistema do Microempreendedor Individual (MEI) para viabilizar a contratação de planos em condições diferenciadas, e, agora, precisam arcar com os tributos de terem aberto uma microempresa, sem a necessidade para atuação profissional.

A presidente da ACOPLAN (Associação dos Corretores de Seguros de Planos de Saúde), Rosa Antunes, esclarece que a prática denunciada não condiz com a realidade do mercado, que conta em sua maioria com profissionais éticos e comprometidos com as regras e normas de conduta que a profissão exige “Os casos apontados pela Associação Brasileira de Combate A Falsificação – ABCF – não refletem a realidade do nosso mercado, o MEI é uma empresa como outra qualquer. A Agência Nacional de Saúde (ANS), órgão que regula o setor, nunca restringiu a compra de planos de saúde do empresário MEI, por consequência as operadoras sempre aceitaram este cliente em seus planos empresariais”.

Para Rosa Antunes, as operadoras, prevendo a facilidade existente na forma de abertura do MEI, criaram restrições para inibir fraudes, tanto por parte da minoria de “maus profissionais” ou até mesmo pelo próprio usuário, exigindo o tempo mínimo de abertura de empresa, que, dependendo da operadora de plano de saúde a ser contratada, vai de 90 dias a 180 dias, e os valores também podem variar sendo até 10% mais caro.

“A ACOPLAN tem feito a sua parte: sempre procuramos orientar os corretores de planos de saúde a seguirem as normas de comercialização estabelecidas pelas operadoras e da ANS”, completa a dirigente.

Grupo Assurê comemora 50 anos de atuação no mercado segurador

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Na noite de ontem, a corretora comemorou aniversário em grande estilo, com uma solenidade que contou com a presença dos principais executivos do mercado de seguros, no Museu do Amanhã. Com as operações sob a gestão de Henrique Brandão Junior, o Grupo Assurê trabalha para ampliar o canal de vendas pessoa física. Fundada em 1967 pelo seu pai Henrique Brandão, a empresa obteve destaque com a comercialização de grandes contratos corporativos e governamentais.

De acordo com o fundador da Assurê, Henrique Brandão, foi gratificante receber os colaboradores, amigos e principais incentivadores de negócios das principais companhias de seguros que apoiam e dão suporte em todas as operações da empresa. “Trabalho no setor de seguros há tempos e hoje posso afirmar que é um privilégio comemorar os 50 anos da Assurê. Foram anos de lutas e conquistas para consolidar todas as realizações da corretora em grandes negócios no cenário brasileiro. Estamos avançando não só no seguro voltado para Pessoa Física, pois buscamos atuar também em resseguros e ampliamos a atuação na administradora de benefícios. E é muito bom saber que em todos esses anos de atuação, podemos contar em todo momento com nossos colaboradores e com os representantes das seguradoras”< declarou.Com a finalidade de expandir os negócios e internacionalizar as operações, foi criada a Assurê Internacional, responsável por grandes acordos em resseguros. E para cuidar de toda gestão de plano de saúde comercializada pela corretora, foi aberta a Positiva, administradora de benefícios, com sede em São Paulo.

Pesquisa da Willis Towers Watson revela baixo desempenho da alta liderança na gestão de pessoas

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Empregados brasileiros dão notas baixas à alta liderança em aspectos-chave da gestão de pessoas como a habilidade de desenvolver futuros líderes e a demonstração de sincero interesse no bem-estar dos empregados, é o que revela pesquisa realizada pela Willis Towers Watson (NASDAQ: WLTW), uma empresa global líder em consultoria, corretagem e soluções. Os empregados atribuíram notas um pouco mais altas a seus gestores imediatos, embora a pesquisa mostre um espaço significativo para melhorias.

A pesquisa Global Workforce Study – 2016 constatou que somente 54% dos empregados brasileiros confiam no trabalho da alta liderança de suas organizações. Metade dos respondentes acredita que os líderes têm sincero interesse no bem-estar dos empregados, enquanto apenas 48% consideram bom o trabalho feito pela liderança de sua organização no que se refere ao desenvolvimento de futuros líderes.

“Tendo em vista o dinâmico cenário de negócios que vivemos e a natureza mutável do novo ambiente de trabalho, a demanda por líderes corporativos fortes e eficazes está mais alta do que nunca”, afirma Glaucy Bocci, diretora de Gestão de Talentos da Willis Towers Watson para a América Latina. “É preocupante o fato de que um significativo percentual de profissionais não acredita que seus líderes são tão eficazes quanto poderiam ser, uma vez que uma liderança forte consiste em um fator essencial de engajamento dos colaboradores”, complementa Bocci.

Os empregados veem seus gestores imediatos de modo mais favorável: mais de oito em dez (83%) afirmam que seus gerentes os tratam com respeito, e 72% dizem que os gestores lhes atribuem tarefas condizentes com seus conhecimentos e habilidades. Entretanto, a pesquisa mostra que os gestores diretos ainda têm muito o que melhorar. Pouco mais da metade (56%) dos empregados avalia os gestores de forma positiva em relação à clareza na comunicação de metas e atribuições e somente 47% acham justas decisões tomadas em termos de remuneração vinculada ao desempenho.

A avaliação cai ainda mais quando o tema é o tempo para lidar com os aspectos do trabalho relacionados às pessoas. Apenas 44% dos participantes do estudo enxergam positivamente o papel dos gestores diretos neste quesito. Uma das principais tarefas dos gestores de pessoas é a gestão do desempenho. No entanto, mais de 70% dos gerentes dedicam a esta tarefa menos de seis horas por ano por empregado. Se os gerentes dedicassem mais tempo a esta atividade, provavelmente conseguiriam desenvolver mais suas equipes. A pesquisa revela baixos resultados nessa área, com apenas 49% empregados afirmando que os gestores atuam como “coaches” e ajudam a melhorar seu desempenho.

“Considerando o papel cada vez mais importante dos gerentes e supervisores na definição do trabalho a ser realizado, na motivação dos empregados e na garantia de um ‘pipeline’ adequado de talentos, muitas organizações têm demonstrado interesse em saber como o comportamento dos gestores afeta o engajamento dos empregados e como eles podem contribuir para ter equipes mais engajadas”, revela Bocci.

Empregadores vêm aprimorando iniciativas de desenvolvimento de liderança

De acordo com o Global Talent Management and Rewards Study – 2016, pesquisa da Willis Towers Watson que avalia a opinião dos empregadores, as empresas no Brasil têm tomado ações para aprimorar seus programas de desenvolvimento de liderança, mas ainda há o que melhorar:

§ 62% afirmam que a organização desenvolve líderes que serão capazes de acompanhar as mudanças constantes em termos de necessidades do negócio

§ 74% relatam que utilizam, de modo eficaz, um modelo de competência para liderança

§ 61% das organizações possuem, hoje, tecnologias para desenvolvimento de liderança e 30% pretendem adotar nos próximos um ou dois anos

“Na medida em que as distrações do mundo digital, as alterações demográficas e o ritmo acelerado das inovações transformam o modo como o trabalho é realizado, as organizações vêm revendo, rapidamente, não somente o que esperam de seus líderes, mas também que passos serão necessários para melhorar suas habilidades relacionadas à liderança. Empregados com líderes seniores e gestores eficazes têm maior probabilidade de serem altamente engajados, e o engajamento está diretamente relacionado ao resultado do negócio, ou seja: quanto maior o engajamento dos seus empregados, melhor será o desempenho da sua empresa” conclui Bocci.

Para mais informações sobre desenvolvimento da liderança, clique no link a seguir e leia o novo artigo da Willis Towers Watson: Reset leadership expectations to engage today’s workforce.

Sobre as pesquisas

A pesquisa global da Willis Towers Watson sobre Gestão de Talentos e Recompensas da (Global Talent Management & Rewards Survey) foi realizada entre abril e junho de 2016, e contou com respostas de 2.004 empresas em todo o mundo, incluindo 140 organizações no Brasil. Os participantes representam uma ampla amostra de setores econômicos e regiões geográficas.

Nosso Estudo Global da Força de Trabalho (Global Workforce Study) envolveu mais de 31.000 empregados selecionados a partir de amostras que representam as populações de empregados trabalhando em horário integral em grandes e médias organizações atuando em diversos setores econômicos em 29 mercados em todo o mundo. Foi realizada online durante os meses de abril e maio de 2016. A amostra do Brasil inclui 1.024 empregados.

Rádio CNseg: Marcio Coriolano aborda a importância da agenda de reformas microeconômicas

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O presidente da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, aborda no programa “Fala Presidente” desta segunda-feira a questão das reformas microeconômicas. “Tão importante quanto as reformas estruturais é o que se chama de agenda microeconômica. Essas reformas mexem com o fator hoje mais complexo da vida da nação, que é a questão da produtividade. O Brasil perde feio em vários itens de produtividade, comparado a médios países desenvolvidos.”

Outro destaque na programação é a “Entrevista Especial” desta terça-feira com o economista Fabio Giambiagi, do BNDES, especialista em finanças públicas e Previdência. Ele analisa o momento econômico do país e traça perspectivas para 2018.

Já no “Minuto da Capitalização” desta segunda, o membro da Comissão Atuarial da FenaCap Gustavo Rosa fala sobre a relação entre a capitalização e o mercado imobiliário, em particular sobre o uso de títulos de capitalização como garantia locatícia.

Na terça-feira, o quadro “O Seguro na sua Região” entrevista o presidente da Comissão de Riscos Patrimoniais Massificados da FenSeg, Danilo Silveira. Ele comenta uma pesquisa da FenSeg que apontou a região Sul como a campeã em vendas do Seguro Residencial. No mesmo dia, entra o “Qual é a Dúvida?”.

Na quarta-feira, o “Inovação e Sustentabilidade” traz mais candidatos ao Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros. Ainda na quarta, é dia do “Conheça os Seguros Gerais”.

Na quinta, é a vez dos quadros “Por Dentro da Saúde Suplementar”, “Momento Jurídico” e “Seguro Internacional”. Já na sexta-feira, fechando a semana, entram os programas “Entenda os Seguros de Pessoas” e “Dicas do Consultor”.

Diariamente, a Rádio CNseg traz ainda boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.

Tokio Marine adota robo Marina para atendimento

A Tokio Marine anuncia a implantação da Marina, Inteligência Artificial que realizará atendimentos no Departamento de Recursos Humanos. Desenvolvida através de um software baseado no supercomputador Watson, a Marina é capaz de aprender, identificar expressões diversas e interpretar contextos, sendo inicialmente responsável por realizar cerca de 2 mil atendimentos mensais referentes a assuntos do dia a dia dos mais de 1,7 mil colaboradores da companhia.

Sua mecânica é mais simples do que parece: a captação de conhecimento pela Inteligência Artificial se dá mediante abastecimento com conteúdo fornecido pela equipe de Recursos Humanos, de forma que antes do lançamento foi feito um trabalho extenso no sentido de alimentar a Marina com todas as possíveis perguntas que poderiam ser feitas pelos colaboradores, e quais as possíveis respostas para cada pergunta.

“Estamos muito satisfeitos com a implantação dessa nova tecnologia, na medida em que, a partir do momento em que a Marina passa a ser responsável por realizar esses atendimentos mais corriqueiros, a equipe de Recursos Humanos pode dedicar o tempo economizado em atividades mais estratégicas para a Tokio Marine, como o desenvolvimento de novos projetos e o aprimoramento de processos que já existem. Dessa forma, a Inteligência Artificial acaba sendo mais uma ferramenta que nos permite valorizar nosso Capital Humano” explica a gerente de Recursos Humanos da Tokio Marine, Juliana Zan.

Em sua fase inicial, a Marina estará disponível para atendimentos via chat, dentro do Portal de Recursos Humanos da Companhia. Numa segunda etapa, a previsão é que ela passe a atender também dúvidas de Corretores e Clientes, através de canais como telefone, vídeo e chats de redes sociais como Facebook e Twitter.

“A beleza do sistema está exatamente no fato da capacidade de aprendizado dessa ferramenta ser diretamente proporcional à quantidade de informações fornecidas por nossas equipes. a Marina será muito bem vinda ao nosso time!” analisa Juliana.

Prudential do Brasil amplia foco na educação financeira

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A Prudential do Brasil acaba de lançar o primeiro episódio da segunda temporada de sua websérie sobre o seguro de vida individual. O episódio de estreia aborda o produto “Vida Inteira”, uma das soluções mais completas oferecidas pela companhia, uma vez que oferece proteção por toda a vida do segurado. O vídeo está disponível no canal do YouTube da seguradora (https://youtu.be/3sSNCsyxKvw).

“Nesta temporada traremos três novos episódios, cujo objetivo é proporcionar ao público informações essenciais sobre a função do seguro de vida no planejamento das famílias e, consequentemente, expandir o conhecimento sobre educação financeira”, explica o diretor de Marketing de Office da Prudential do Brasil, Marcelo Eboli, destacando que a cultura do seguro de vida ainda é pouco disseminada no país.

Com duração de cerca de dois minutos cada um, os episódios são apresentados com linguagem simples e conteúdo ágil e serão divulgados semanalmente. A nova temporada expande os temas abordados na primeira, lançada em março deste ano, e ganha tom mais informativo.

Desta forma, o segundo episódio, dessa nova temporada, abordará de forma mais detalhada o seguro de vida resgatável, demonstrando o seu funcionamento, operação e objetivos. Já o último visa esclarecer as diferenças entre o seguro de vida e os produtos financeiros, como previdência privada e poupança.

“Queremos ajudar no esclarecimento das principais dúvidas dos consumidores e reforçar a importância do seguro na proteção da vida das pessoas, oferecendo, principalmente, informações de qualidade e de simples compreensão” comenta Eboli.

Os tópicos abordados na primeira temporada foram: “Seguro de Vida em Minutos”, (episódio 1); “Seguro de Vida como Ferramenta para Sucessão Comercial” (episódio 2); “Seguro de Vida como Ferramenta para Sucessão Pessoal” (episódio 3) e “Seguro de Vida como Ferramenta de Proteção Financeira” (episódio 4).

Os vídeos mantêm a mesma unidade visual da primeira temporada, repetindo a narração com imagens em formato de desenho produzido pelo ilustrador Rodrigo Pádua, também responsável pelos vídeos anteriores. A produção é da SquarePixel, premiada no Festival de Cannes 2017.

Octavio de Lazari deseja que em 2018 cada correntista tenha dois produtos de seguros

Que cada um dos 35 milhões dos correntistas do Bradesco tenham dois produtos do braço segurador. Esse é um dos desejos de Octavio de Lazari, CEO do grupo Bradesco Seguros, para 2018. Em 2017, a média foi de 1,6 por cliente, sendo títulos de capitalização, seguros de carro, vida e saúde os mais demandados. “Imaginam o ganho para todo o conglomerado de apenas chegarmos a dois produtos por cliente?”, diz o executivo de carreira do banco para assumir o comando da seguradora neste ano aos jornalistas durante almoço na sede paulista, em Alphaville (SP).

O Brasil pode não mostrar um céu de brigadeiro para tal conquista, uma vez que seguro e previdência são atividades que dependem do bom desempenho da economia e do poder de aquisição das famílias. “Temos em mente crescer dois dígitos como em 2017, com projeção de encerrarmos este ano com alta de 10%”, afirma. De janeiro a setembro, o grupo acumulou faturamento de R$ 55,1 bilhões, avanço de 9,8% comparado ao mesmo período do ano anterior. Vida cresceu 19,2% e previdência 12,6%. O lucro líquido do período foi de R$ 4,1 bilhões, com retorno anualizado sobre o PLA de 19,4%. As provisões técnicas totalizaram R$ 240 bilhões.

Questionado se esse crescimento de dois dígitos desejado para 2018 — um ano eleitoral geralmente marcado por volatilidade nos mercados financeiros e na economia — viria do aumento de preço, Lazari é categórico: “Isso seria fazer mais do mesmo. Nosso propósito é agregar. Tal previsão tem o ganho de escala como base, pois com a inflação a 3% o bolso do consumidor não suporta qualquer reajuste de preço de produtos. Ao ofertar produtos inovadores, com preços acessíveis e serviços que agregam valor ao consumidor, conseguimos conquistar mais consumidores para o mercado de seguros”, garante ele.

Segundo ele, o crescimento das vendas é condição “sine qua non” para que as empresas do grupo compensem a queda de receita financeira, uma vez que a taxa básica de juros entrou num ciclo de queda, encerrando 2017 em 7% ao ano, com viés de nova baixa em fevereiro. “Todos estão focados na geração de receita que compense a redução do ganho financeiro, seja com ganho de eficiência, seja com lançamento de produtos, entrada em novos mercados e canais de distribuição, venda cruzada na base de clientes e outras parcerias e ideias que agregam valor ao cliente, citou.

Lazari e executivos do grupo receberam jornalistas no prédio do grupo. Tal visita estava agendada há dois anos, quando o prédio foi inaugurado. No entanto, a morte de Marco Antonio Rossi chacoalhou o dia a dia do grupo, sendo só agora possível uma visitação. O Bradesco Seguros Alpha Building é um empreendimento Triple A, de alto padrão tecnológico, com 80 mil metros quadrados de construção e 18 pavimentos. A construção segue as melhores práticas de eficiência energética, reuso de água, acessibilidade, Compliance e controle de risco. O primeiro item colocado no prédio foi um grande telão alimentado com todas as estatísticas que ajudam o grupo a gerenciar riscos. Ou seja, a matéria prima de qualquer seguradora.

Alexandre Nogueira mostra a central de inteligência do grupo, com dados em D+1