Minuto Seguros é eleita uma das empresas mais disruptivas do Brasil

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Uma das principais corretoras do País e líder no segmento de seguros online, a Minuto Seguros agora também é a quinta empresa mais disruptiva do Brasil. Ou seja, a companhia está entre aquelas que vão mudar a lógica do mercado – e isso pode estar relacionado tanto à tecnologia quanto ao modelo de negócio.

Esse marco, mais do que relevante para a história da empresa, tem como base o estudo produzido pela revista Consumidor Moderno, chamado MVP (Mais Valor Produzido). A Minuto Seguros ficou atrás apenas de Netflix, 99Taxi, Adama e Reserva. E à frente de outras como Nubank, Movile, Dr. Consulta, Bullguer e Banco Neon, dentre outras.

“Sentimo-nos honrados pelo reconhecimento entre companhias gigantes como essas. A Minuto está constantemente em busca do novo, mas o foco no cliente e o atendimento humanizado continuam sendo fatores fundamentais para o nosso sucesso” , diz o CEO da Minuto Seguros, Marcelo Blay.

O estudo do MVP é desenvolvido pela DOM Strategy Partners em parceria com o Grupo Padrão e identifica quais empresas mais apresentam capacidade de proteger e gerar valor em um horizonte de 18 meses (os últimos 12 e os próximos seis). Neste ano, além de produzir o ranking tradicional MVP, separado por áreas e segmentos, a revista destacou também as empresas disruptivas que mais geram e protegem valor para os stakeholders.

Na opinião da Consumidor Moderno, as empresas disruptivas são aquelas que vão mudar a lógica do mercado – e isso pode estar relacionado tanto à tecnologia quanto ao modelo de negócio implementado. A Minuto Seguros, neste caso, entra como uma corretora que faz venda de seguros online, mas oferece um atendimento humano, que faz parte do processo, além de oferecer uma variedade enorme de seguradoras que incluem os principais players do mercado.

Cenário aponta crescente procura por seguro contra ameaças cibernéticas

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Impulsionada pela ocorrência de diversos eventos envolvendo diferentes segmentos da economia em 2017, a procura por seguro contra ameaças cibernéticas passa por um momento de crescimento. A informação foi apresentada por executivos da Zurich, seguradora global com mais de 78 anos de atuação no mercado brasileiro, durante o debate “Inovação, Seguros Cibernéticos e as Soluções de Conflitos nos Novos Tempos da oferta virtual dos seguros”, promovido pela AIDA – Associação Internacional de Direito do Seguro, no último dia 26, em São Paulo.

Os executivos Hellen Fernandes, especialista em Riscos Cibernéticos; Tiago Santana, engenheiro de Riscos especializado em Riscos Cibernéticos; e Roberto E. Hernandez Martinez, Chef Claims Officer Brasil and Large & Complex Claims Manager Latin America participaram do painel “Seguros Cibernéticos – O que há e o que esperar” e traçaram um panorama deste segmento.

Segundo os especialistas, o Brasil é um dos países mais vulneráveis a ataques cibernéticos e 80% destes problemas poderiam ser prevenidos por meio de simples ações. Uma dica dos executivos é adotar boas práticas para governança de riscos cibernéticos.

Na última edição do Fórum Econômico Mundial, em Davos, a Zurich colaborou para a elaboração de um documento com uma relação destas boas práticas a serem adotadas pelas empresas, que incluem: Empoderar-se de assuntos de Segurança Cibernética; Liderar os assuntos de Segurança Cibernética; Definir Responsável (CISO, CIO, CSP); Garantir as práticas de Segurança Cibernética no dia a dia da operação; Definir a tolerância ao Risco; Gerenciar e assegurar a qualidade do Risk Assesement da organização; Definir planos de DRP e IRP; Gerenciar o risco na cadeia de suprimentos; Auditoria independente e PCI (Payment Card Industry); Assegurar a efetividade e a revisão constante dos planos apresentados.

Os executivos ainda explicam que o risco cibernético é uma preocupação crescente para as empresas e seu custo potencial aumenta devido à conectividade das empresas e profissionalização dos hackers. Além de gerenciar as consequências de violação de dados, as empresas também precisam considerar danos possíveis que envolvem: reputação, propriedade intelectual, propriedade de dados e perda financeira.

Com isso, o cenário atual do segmento apresenta uma crescente procura por informações de coberturas, gerada pela preocupação com a proteção de dados pela alta gestão das empresas. Segundo os executivos, está ocorrendo um despertar positivo da sociedade pela conscientização do risco cibernético, uma maior discussão na imprensa sobre o assunto e uma especialização do mercado de seguros como um todo.

Para o futuro, a perspectiva é que haja uma conscientização maior ainda do risco pelas empresas e sociedade em função da evolução da legislação de proteção de dados e privacidade e, com o aumento dessa conscientização, sobre o produto, será natural o aumento da contratação de apólices.

Proteção digital – No início do ano, a Zurich passou a comercializar no Brasil um seguro que protege as empresas contra riscos e ameaças cibernéticas. O Zurich Proteção Digital oferece proteção financeira à empresa em casos de responsabilidade civil decorrente de ameaças cibernéticas ou atos de violação de segurança ou de privacidade, incluindo proteção em casos de investigações formais e inquéritos. A cobertura é ampla e inclui desde a ameaça de inclusão de vírus, interrupção do sistema, divulgação de informações confidenciais (pessoais ou corporativas) até os erros e omissões da empresa por divulgação não autorizada de informações pessoais sob sua custódia e de seus provedores de serviço.

Novembro Azul: mês de conscientização para o câncer de próstata

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Novembro é o mês dedicado à prevenção do câncer de próstata. De acordo com as estimativas do INCA – Instituto Nacional do Câncer -, são 69 mil novos casos diagnosticados ao ano, ou seja, cerca de 7,8 novos casos a cada hora. Segundo o Dr. Bruno Vargas, do Grupo CON, o risco para desenvolvimento de câncer de próstata vai aumentando com a idade, especificamente, homens mais velhos, a partir dos 50 anos, possuem risco maior. Aqueles com histórico de parentes de primeiro grau, que tiveram câncer de próstata, também reúnem fatores de risco maiores que os demais.

Para o Dr. Bruno Vargas, o diagnóstico precoce é essencial para o tratamento curativo; “é muito importante ressaltar a importância do diagnóstico precoce, e, para isso, é necessário realizar periodicamente os exames de PSA e toque retal com o urologista. Homens a partir dos 45 anos já devem iniciar esse acompanhamento, pois a próstata se desgasta naturalmente ao longo dos anos. Os principais, mas não os únicos sintomas, incluem dificuldade para urinar, jato de urina fraco, dor ao urinar, vontade de urinar com mais frequência, porém, conseguindo urinar pequenos volumes de cada vez, disfunção erétil, sangue na urina ou no líquido seminal.”

O câncer de próstata é considerado o segundo mais comum na população masculina em todo o mundo. O tratamento desta doença é avaliado de acordo com cada caso, mas, dentre as principais opções, além da cirurgia, existem a radioterapia, medicamentos que reduzem os níveis de testosterona no organismo e a quimioterapia, em casos mais avançados.

“Infelizmente, ainda há muita resistência por parte dos homens para realizar o exame do toque, por isso, é muito importante um trabalho de conscientização e desmistificação do mesmo, mostrando o quanto é importante o diagnóstico precoce para o sucesso do tratamento; ” explica Dr. Bruno. Com o aumento da expectativa de vida mundial, é esperado que o número de casos novos de câncer de próstata no país aumente cerca de 60%, segundo estudo realizado em 2016 pelo INCA.

A seguradora Mongeral Aegon orienta no sentido de realizar uma proteção financeira, através do seguro para doenças graves, do qual faz parte o diagnóstico de câncer da próstata. Segundo dados da companhia, entre julho de 2016 e julho de 2017, houve um aumento de 64% na procura por esse tipo de seguro. “Esse cenário nos mostra a preocupação de se estar preparado para situações inesperadas e que é preciso ter um ‘plano B’ para um bom planejamento financeiro”, diz Patrícia Costa , gerente de Produtos e Inteligência de Mercado da Mongeral Aegon.

“Programa Jovem Aprendiz Refugiado” forma a primeira turma em SP

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Jovens refugiados da Angola, República Democrática do Congo, Serra Leoa e Síria, com idade entre 16 e 24 anos, foram graduados na cerimônia de encerramento da 1ª turma do “Programa Jovem Aprendiz Refugiado”. A iniciativa promoveu dois meses de aulas gratuitas e agora inicia o processo de apoio na busca de oportunidades no mercado de trabalho brasileiro.

A ação é liderada pelo GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE, em parceria com o Acnur (Agência da ONU para Refugiados), a EMDOC, o PARR (Programa de Apoio para Recolocação dos Refugiados), a Caritas Arquidiocesana de São Paulo, o Grupo Mulheres do Brasil e o Instituto Techmail.

“O evento confere o start de uma nova fase para esses jovens. O apoio a diversidade integra o nosso foco de trabalho e a reinserção de profissionais no mercado brasileiro deve estar na pauta de todas as grandes companhias. Estamos felizes com o resultado e esperançosos com o futuro dos participantes”, conta Cynthia Betti, diretora de RH do GRUPO e líder do projeto.

A cerimônia de graduação reuniu os 24 participantes, os professores do Instituto Techmail e convidados na sede da seguradora, em São Paulo (SP). Com o término do curso, o programa dará início ao encaminhamento dos currículos dos jovens para as empresas apoiadoras do projeto e demais organizações brasileiras.

O projeto – O programa de capacitação contou com 144 horas de aulas sobre atendimento ao cliente, língua portuguesa, matemática financeira básica, orientação profissional, empregabilidade, competências, rotinas administrativas, técnicas de vendas, sustentabilidade e autoimagem.

O curso foi totalmente gratuito, incluindo deslocamento e alimentação durante o período.

Lucro das seguradoras cai para R$ 9,8 bi até setembro, revela estudo da Siscorp

O lucro líquido do mercado segurador totalizou R$ 9,8 bilhões de janeiro a setembro de 2017, abaixo dos R$ 10,6 bilhões registrados em mesmo período do ano anterior, segundo estudo realizado pela consultoria Siscorp com base nas estatísticas enviadas pelas seguradoras para a Superintendência de Seguros Privados (Susep). A expectativa é de que o lucro mingue ainda mais com a queda da taxa básica de juros, que remunera praticamente a totalidade da carteira de investimentos das seguradoras, que se aproxima de R$ 1 trilhão.

Marcelo Picanço, diretor da Porto Seguro, a elevada taxa Selic trouxe um ganho financeiro extra para as companhias e que agora o ganho vem de outras frentes, como produtos inovadores, acesso a novos mercados e públicos bem como pela redução de custos administrativos com o uso da tecnologia que simplifica operações. “É preciso correr inovar e buscar novas frentes, pois tentar ganhar mercado com prática de preço sem amparo de uma boa subscrição será desastroso em tempos de mudanças de paradigmas como vemos hoje na carteira de automóvel”.

Quatro grupos formam o “clube do bilhão” e todos tem bancos como acionistas. Bradesco, BB Mapfre, Itaú e Caixa. A líder do ranking de lucro líquido é a Bradesco Seguros, com R$ 3,19 bilhões, valor inferior aos R$ 3,35 bilhões registrados em mesmo período de 2016. A BB Mapfre vem em segundo, com R$ 1,99 bilhão, abaixo dos R$ 2,35 bilhões de janeiro a setembro de 2016. Em terceiro vem a Caixa, a única que registrou avanço no lucro, de R$ 1,018 bilhão para R$ 1,141 bilhão. O Itaú registrou forte queda decorrente da reestruturação de foco em produtos, recuando de R$ 1,8 bilhão de janeiro a agosto de 2016 para R$ R$ 1,085 de janeiro a setembro deste ano.

O clube dos “milhões” começa com a Zurich na quinta colocação, com R$ 545 milhões. A Porto Seguro está na sexta colocação, com R$ 478 milhões. SulAmérica vem em sétimo lugar, com R$ 252 milhões, seguido pela Icatu, com R$ 212 milhões. Completando o ranking das 10 maiores temos Tokio Marine, com R$ 126 milhões, e AIG, com R$ 121 milhões.

No ranking de perdas temos Generali (R$ 66 milhões), AXA (R$ 53 milhões), Allianz (R$ 45 milhões), QBE (R$ 41 milhões), Swiss Re (R$ 13 milhões)e Sancor (R$ 10 milhões).

CESVI/MAPFRE oferece solução para aumentar produtividade na gestão de sinistros

Totalmente desenvolvido pelo CESVI BRASIL/MAPFRE (Centro de Experimentação e Segurança Viária da MAPFRE), o sistema ÓRION Orçamentos é uma solução integrada de gestão de sinistros de alta tecnologia, 100% em plataforma web. Para as oficinas, oferece a única ferramenta totalmente on-line de orçamento eletrônico de reparo do mercado e, para seguradoras e reguladoras, proporciona agilidade e mais produtividade na operação que se inicia quando o call center da companhia recebe uma comunicação de sinistro.

“Dessa forma, o Órion permite que o nosso cliente tenha velocidade e assertividade em suas decisões, além de proporcionar o melhor custo x benefício do mercado”, afirma Almir Fernandes, diretor executivo do CESVI BRASIL/MAPFRE. Atualmente, o Órion conta com mais de 3 mil oficinas, cerca de 23 reguladoras de sinistros e mais de 7.500 profissionais conectados.

O Órion Orçamentos disponibiliza para o cliente, em uma mesma tela, informações técnicas sobre os serviços e a consulta dos preços das peças para os veículos, em linha com as tabelas das principais montadoras do país; a possiblidade de acompanhar detalhadamente os processos do orçamento, com a discriminação dos tempos de reparo, funilaria e pintura, além da possibilidade de incluir e excluir itens de forma mais prática, com apenas um clique.

Entre os principais diferenciais do sistema estão a separação dos custos de insumos e materiais dos tempos de mão-de-obra; uma tabela de tempos que condiz com a realidade das oficinas brasileiras, incluindo atividades de reparação e pintura; utilização do banco de dados de peças oficiais das montadoras; classificação da intensidade dos danos que serão reparados em leve, médio e forte, e a diferenciação de todos os modelos e versões de cada veículo. O banco de dados, atualmente, é composto por 99,79% dos modelos de automóveis mais vendidos entre 2000 e 2018, segundo Informativo de Emplacamentos da Fenabrave.

Fernandes destaca que o Órion dispensa a instalação de um software específico. “O sistema permite que o orçamento seja feito de qualquer lugar, na hora em que o profissional desejar, trazendo mais mobilidade e rapidez no processo”, afirma o executivo. “O fato de contar com os tempos de reparo e preços de peças fornecidos pelas montadoras e confrontados com o mercado de revendas contribui ainda mais para a redução do tempo de permanência do carro na oficina”, ressalta. Almir Fernandes lembra também que, recentemente, o Órion Orçamentos passou a contar com a funcionalidade Smart, que permite um ganho de 47% em tempo e produtividade ao automatizar os orçamentos de reparos, além de ser a ferramenta com menor custo do mercado.

O sistema Órion oferece outros módulos independentes e específicos, entre eles:

Órion Peças, especializado no fornecimento de peças – com foco no aumento de produtividade, redução dos custos administrativos, aumento médio dos descontos de peças e redução do custo médio com os sinistros, a solução traz ainda mais eficiência ao processo de regulação de sinistros. Atualmente, conta com mais de mil fornecedores de peças plugados, além de quatro grandes mediadoras respondendo cotações em todo o Brasil.

Órion Nota Fiscal, módulo especializado na gestão de pagamento de notas fiscais – garante o recebimento de notas apenas de processos autorizados, aumenta a produtividade na liberação dos pagamentos, integra os dados e imagens das notas com os sistemas das companhias e elimina valores divergentes de notas fiscais recebidas.

Órion Revistoria, destinado à realização de revistorias de processos, com ajuste dos valores autorizados – possibilita a identificação de eventuais falhas e fraudes ocorridas ao longo da regulação do sinistro.

Órion Indenização Integral, módulo especializado na gestão de salvados. Por meio dele, é possível acompanhar o processo de remoção do salvado da oficina, controlar a presença do veículo no pátio, verificar se o veículo é recuperável, ter acesso a dados que apontem se o veículo teve danos de pequena, média ou grande monta, e identificar um valor possível para a venda do veículo.

Além da possibilidade de contratação dos módulos isoladamente, o sistema oferece também como diferencial o Órion Link, uma solução que permite o envio e recebimento de orçamentos individualizados por meio de um link de internet, que leva diretamente à agenda de vistorias do Órion sem a necessidade de contratação da licença por parte das oficinas. “O Órion Link gera agilidade em regiões com baixo fluxo de veículos ou de difícil acesso, e amplia o leque de atuação na área de regulação das oficinas, além de gerar redução de custos com prestadores e reguladoras”, completa Fernandes.

Revista de Seguros de cara nova. Linda, por sinal

A Revista de Seguros estreia seu novo desenho gráfico a partir desta edição, a nº 902. Tipografias de títulos e de fontes de matérias facilitam a leitura e criam um visual mais moderno da publicação – e dá sequência à mudança editorial iniciada este ano.

Ao se reinventar, a revista passa a incorporar mais conteúdo de públicos diversos e qualificados, consolidando-se como um veículo de notícias de interesse do setor segurador, com alcance ampliado para autoridades públicas, especialistas, estudiosos e formadores de opinião.

Vale a leitura. A editora chefe Angela Cunha e sua equipe capricharam. Visual e conteúdo excelentes!!! Leitura fácil digital, com páginas que viram com apenas um clique. Vale conferir.

Para acessar, segue o link

VB vai vender plano odontológico da MetLife

A VB, empresa do grupo norte-americano Fleetcor, líder mundial em meios de pagamento especializados, fechou parceria com a MetLife para vender plano odontológico e assistência empresarial em sua base de clientes. Segundo o presidente da VB, André Martins, a ampla base de clientes da VB – 30 mil em todo o Brasil, incluindo grandes, médias e pequenas empresas, e 1,5 milhão de usuários – torna-se estratégica no momento de lançamento de um novo produto como o VB Dental Plus. “Esse é um mercado ainda restrito a uma pequena parcela da população e que apresenta imenso potencial de crescimento”, diz Martins.

“Com esse plano odontológico, a VB passa a disponibilizar cada vez mais soluções integradas de benefícios, otimizando custos para as empresas”, afirma Martins. Para Ramon Gomez, vice-presidente comercial da MetLife, a tendência é de crescimento do mercado. “As pessoas não estão mais interessadas apenas em cuidados estéticos, mas sim em ter qualidade de vida e saúde bucal”, afirma.

Trata-se do VB Dental Plus, que permite acesso a uma ampla rede credenciada, com abrangência nacional para procedimentos odontológicos, como consultas, urgência, radiologia e cirurgia, entre outros. Além disso, o usuário tem direito a descontos em medicamentos. Ao aderir ao plano VB Dental Plus a empresa ganha vantagens diretas, como assistência empresarial.

Segundo dados da Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS), apenas 10% da população, cerca de 22,6 milhões de pessoas, possui plano odontológico, enquanto 68% possuem plano de saúde, o equivalente a mais de 50 milhões de usuários. O número de beneficiários da MetLife no segmento odontológico cresceu mais de 40% no Brasil.

IRB Brasil Re recebe autorização para criar “asset”

Os bancos que compõem o bloco de controle do IRB Brasil Re (Banco Bradesco, Itaú Unibanco e Banco do Brasil) receberam autorização do Banco Central do Brasil para a constituição de uma subsidiária integral do IRB Brasil RE dedicada à gestão de recursos, a ser denominada IRB Asset Management S.A. (“IRB Asset”).

Segundo informou em fato relevante enviado a Comissão de Valores Mobilíarios, a constituição da IRB Asset permitirá o aumento da eficiência da gestão de ativos financeiros da própria companhia, a melhoria das práticas de retenção de talentos e possibilitará a exploração de novas fontes de receitas provenientes de serviços de gestão de recursos de terceiros, principalmente recursos oriundos de nossas subsidiárias no Brasil, bem como de seguradores e retrocessionários parceiros da Companhia.

A autorização para constituição da IRB Asset ainda está condicionada à aprovação da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”), conforme Instrução CVM no 558/15. A companhia manterá seus acionistas e o mercado informados caso sobrevenha qualquer fato ou alteração sobre esse assunto cuja divulgação seja necessária nos termos da lei ou da regulamentação da CVM.

TPI e Viracopos fecham acordo para ressarcir Swiss Re

Pouco mais de dois meses depois de pagar R$ 149,8 milhões para Agência Nacional de Avião Civil (Anac), a Swiss Re conseguiu fechar acordo com a Triunfo Participações e Investimentos (TPI) e Viracopos, que vão ressarcir as seguradoras em R$ 153 milhões, informou uma fonte que pediu anonimato. O seguro garantia foi acionado em face do inadimplemento da outorga referente a 2016, no montante de R$ 127,4 milhões, acordado para pagamento com incidência de juros e multa moratória em R$ 173,8 milhões até junho de 2017. A devolução resulta da apresentação da contra garantia dada para fechar o seguro garantia. O acordo deve ser homologado pelo juiz nos próximos dias.