Microsseguro da Caixa Seguradora chega a 2 milhões de bilhetes vendidos

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O Microsseguro da Caixa Seguradora, o Amparo, atingiu a marca de 2 milhões de bilhetes vendidos desde o lançamento, em 2011. Desse total, 382 mil bilhetes foram comercializados de janeiro a setembro de 2017, uma expansão de 41% em relação ao mesmo período do ano passado.

Vendido em casas lotéricas e em correspondentes bancários Caixa Aqui, o seguro costuma fazer sucesso entre o público de baixa renda. “É um produto muito barato e tem contratação simplificada. Isso acaba atraindo um novo público para o mercado segurador”, explica o diretor de seguros de vida da Caixa Seguradora, Maurício Maciel.

Por a partir de apenas R$ 30 por ano, o seguro dá assistência funeral para morte de qualquer causa e indenização em caso de morte acidental. Os clientes ainda concorrem a sorteios mensais de até R$ 60 mil.

IRB Brasil RE realiza primeira reunião pública com investidores

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O IRB Brasil RE, resseguradora líder de mercado no Brasil, participou, pela primeira vez, da reunião pública da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec), que foi realizada em São Paulo e no Rio de Janeiro, nos últimos dias 22 e 24 de novembro, no Museu da Casa Brasileira (SP) e Hotel Sofitel (RJ). Cerca de 200 investidores participam dos encontros.

Nas duas ocasiões, o presidente do IRB José Carlos Cardoso traçou um panorama geral da companhia, destacou a história de liderança de mercado, ressaltou as vantagens competitivas e o crescimento no exterior. Segundo o executivo, a expansão internacional do IRB para países da América Latina é feita por meio de parcerias com foco no aumento de participação em mercados estratégicos e na redução da exposição local ao risco. “30% dos nossos prêmios vêm do exterior e, desse total, 80% são parcerias. Nossa operação fora do Brasil é calcada na troca de portfólio internacional. Sem dúvidas, uma estratégia vencedora de um novo IRB que se reinventou”, disse.

Entre os diferenciais, destacados por Cardoso, que tornam o IRB o principal player de resseguros no Brasil estão: presença local, time técnico altamente qualificado, ampla base de dados históricos e um moderno sistema de TI. Com esses atributos reunidos é possível identificar melhores riscos e fazer uma melhor avaliação de precificação.

Participaram ainda o vice-presidente Fernando Passos, o diretor técnico Rodrigo de Valnísio e a diretora de Subscrição Internacional Isabel Solano. De acordo com o VP Fernando Passos, o cenário econômico no Brasil no médio prazo deve ser mais favorável para o IRB. “Nosso foco não é em participação de mercado, e sim na rentabilidade. Estamos extremamente preparados para os próximos anos”, pontuou ele, reforçando que a companhia segue conservadora na aceitação de riscos, priorizando segmentos que não são expostos a catástrofes naturais.

A precificação de riscos e as ferramentas de subscrição foram apresentadas por Rodrigo de Valnísio. Já Isabel Solano falou sobre as proteções do IRB e o nosso programa de retrocessão nas diversas linhas de negócios. As reuniões são regulares promovidas em parceria com a Apimec, com o intuito de aproximar as empresas, analistas, grupos investidores e pessoas físicas.

Desde que abriu capital na bolsa, no fim de julho, o valor de mercado do IRB saltou de R$ 8,5 bilhões para R$ 10,6 bilhões, alta de 27% nas ações.

Ambiente digital impulsiona a inovação no mercado de seguros

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Segundo pesquisa da DOM Strategy Partners, a presença da Youse e da Porto Seguro no top 20 do ranking das 50 empresas mais inovadoras no Brasil reforça o momento de transformação do setor de seguros em busca de novas experiências para o consumidor

Dentre os segmentos que figuram na edição atual do estudo “As empresas mais inovadoras no relacionamento com o cliente”, da consultoria nacional DOM Strategy Partners, os setores de seguros e operadoras de saúde merecem destaque no último ano por desenvolver práticas inovadoras no diálogo com o consumidor final. Considerado muitas vezes tradicionalistas e analógicos por seus clientes, a presença da Youse e da Porto Seguro no top 20 do ranking das 50 empresas mais inovadoras sinaliza novos tempos nestes segmentos.

Por meio de entrevistas com os principais líderes da indústria securitária, a análise constatou que os setores de seguros e operadoras de saúde passarão por uma transformação tal qual os bancos e os serviços financeiros passaram nos últimos anos. No caso das instituições financeiras, a própria demanda do setor obrigou as empresas tradicionais a buscarem e incluírem inovações em seus serviços, produtos e tecnologias. “A materialização deste movimento disruptivo foi constatada no estudo deste ano com a inclusão da Youse, uma iniciativa da Caixa Seguradora, que construiu uma experiência 100% on-line com os seus consumidores”, explica Daniel Domeneghetti, CEO da DOM Strategy Partners.

O executivo ainda acrescenta que o fator digital foi a principal mudança que impulsionou o modo das companhias em servirem e se relacionarem com o cliente, criando novos propósitos de modelo e perfil de atuação. “Se antes esses processos eram definidos a partir de uma abordagem mais analógica, com normas, tempo e espaço próprios das seguradoras, hoje o novo consumidor, conectado 24 horas, exigiu uma postura mais multicanalizada, obrigando, por exemplo, a integração de redes sociais colaborativas nos modelos de negócios das seguradoras”, diz Domeneghetti.

Ainda de acordo com o estudo da DOM, a digitalização de produtos, o suporte cada vez mais personalizado por meio de canais alternativos e a consistência nos serviços prestados, baseados totalmente na confiabilidade, estão entre os principais focos transformadores que o mercado segurador brasileiro investirá em larga escala nos próximos anos para incrementar a experiência com o consumidor.

Luiz Pomarole segue para Conselho e Roberto Santos, atual vice-presidente, assume a carteira de auto

Depois de preparar o caminho para ter uma agenda mais flexível por um ano, o diretor geral de automóvel da Porto Seguro, Luiz Pomarole, deixa o cargo e assume uma cadeira no Conselho de Administração do grupo. “Desde o final de 2016 Pomarole nos sinalizou que queria ter mais tempo para projetos e para os filhos. De lá para cá temos investido na transição de cargos para que nada atrapalhe no nosso dia a dia”, contou o CEO Fábio Luchetti ao blog Sonho Seguro.

Tal transição também inclui a ida da Luchetti para o Conselho e que Roberto Santos, atual vice-presidente, assuma o comando. Mas tudo será feito dentro da filosofia do atual presidente do Conselho, Jayme Garfinkel, herdeiro e principal acionista do conglomerado que tem 27 empresas em diversos segmentos. Além de seguros, o grupo atua em consórcios, soluções financeiras, proteção e monitoramento, telefonia móvel, saúde ocupacional entre outros, empregando mais de 14 mil funcionários que atendem mais de 10 milhões de clientes, 37 mil corretores e 17 mil prestadores de serviços em todo o Brasil.

“A nomeação de Marcelo Zorzo, como diretor da Porto Seguro Saúde, Odonto e Bioqualynet liberou Roberto Santos e então pudemos atender a solicitação de Pomarole”, acrescentou Luchetti. Segundo Luchetti, a vaga de Pomarole não será substituída neste momento. “Pode ser que volte a criar, mas neste momento nosso propósito é fazer a sucessão presidencial com toda a tranquilidade do mundo para depois avaliar a estrutura de vices e diretores gerais”, disse. Os três diretores que apoiavam Pomarole agora passam a responder para Santos. São eles: Jaime Soares, diretor Porto Seguro Auto; Marcelo Sebastião, diretor Porto Socorro e Seguro Auto Itaú; e Felipe Milagres, diretor Azul Seguros.

Geralmente, mudanças desse porte são definidas na reunião de Conselho que acontece em março. Em 2018, Garfinkel ainda terá 71 anos, pois só completa 72, limite para o cargo que atualmente ocupa, em novembro. Ou seja: pode ser reeleito presidente do Conselho em 2018 e ficar até março de 2019, mas no ano seguinte terá de ser substituído. Isso sinaliza que as decisões tomadas na maior seguradora de automóvel do Brasil são “em passos de bebe”, como gosta de dizer Garfinkel.

As expectativas para 2018 se mostram otimistas. O orçamento do próximo ano será debatido com o Conselho em reunião que acontecerá nos próximos dias. Segundo Luchetti, o cenário sinaliza que 2018 será melhor do que 2017 para a companhia. Neste ano, o grupo perdeu market share em automóvel por privilegiar crescer com rentabilidade.

“Temos a queda da taxa Selic e o aumento da sinistralidade. Um cenário deste exige a prática de preços técnicos e nós mantivemos essa disciplina, o que fez o mercado em geral exigir um crescimento de vendas maior do que o nosso. Acreditamos que a concorrência fará um reajuste no preço do seguro no próximo ano, o que aumenta a nossa oportunidade de crescermos mais em vendas, com a tranquilidade de uma subscrição técnica que favorece o nosso resultado em 2018”, finaliza Luchetti.

Travelers Seguros recebe convidados em Curitiba

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Ainda celebrando seu aniversário de dois anos de atuação no Brasil sob marca própria, a Travelers Seguros recebeu na noite de 22 de novembro, em Curitiba, cerca de 90 corretores para o “Corretor Craque”, evento que reforça o comprometimento com o mercado segurador do estado do Paraná.

“Essa foi uma oportunidade de reiterarmos nosso compromisso com o Paraná, construído por meio do relacionamento com os corretores locais”, diz Leonardo Semenovitch, presidente da Travelers no Brasil. “A Travelers está neste ramo há mais de 160 anos, dois deles no Brasil, e nós valorizamos as parcerias de negócios que fizemos no Paraná e em todo o País. Almejamos continuar este trabalho com os corretores”.

Além dos corretores da região, o “Corretor Craque” contou com a participação de executivos da companhia e outros convidados que discutiram negócios, desfrutaram de uma animada partida de futebol, jantar e outras atividades.

“Já participei outras vezes do evento, é uma iniciativa que ninguém faz no mercado e acho espetacular porque aproxima bastante o corretor da área comercial da seguradora. Existe uma troca de informações, que não temos oportunidade de ter no dia-a-dia”, Herbert Vicentin, da corretora Vicentin.

“É um evento que faz uma integração bacana entre os representantes da Travelers e os corretores fora do ambiente de trabalho, sendo possível conhecer um pouco melhor de cada um. Poder trazer a família é um diferencial porque a família pode conhecer um pouco das pessoas que estão no dia-a-dia do seu par”, Alberto Ferraz de Mello Neto, Abouaf Corretora.

“Esperamos continuar organizando eventos como o “Corretor Craque” por muitos anos. Este tipo de evento é uma importante plataforma para compartilhar nosso conhecimento em um ambiente amigável e informal”, finaliza Semenovitch.

Liberty agrada consumidores com seguro de carro mais básico e vendas disparam

Embasar os propósitos definidos e orientados à criação de valor para o cliente. Foi essa estratégia, fundamentada na filosofia do Instituto Lean, que fez a Liberty Seguros Brasil exibir um crescimento de 23% na venda de seguro de carro de janeiro a meados de novembro deste ano. Um percentual muito acima dos 6,4% da média do mercado. As vendas de seguro de carro, que representam cerca de 82% do faturamento da companhia, têm sido puxadas pela marca Aliro, lançada em setembro.

A marca foi criada para pessoas que buscam serviços mais simplificados e acessíveis. Pesquisas realizadas com clientes e corretores sinalizaram que o consumidor queria um seguro de carro com cobertura completa, ou seja, roubo, colisão por perda total e danos a terceiros, com um preço que coubesse no bolso. “Eles não queriam um seguro que usasse peças recicladas, como é a proposta do seguro popular. Queriam o seguro que estavam acostumados, porém com um preço menor. Com base nas recomendações do corretores, nossa equipe partiu para viabilizar o desejo do cliente”, comenta Paulo Umeki, vice-presidente da subsidiária de um dos maiores grupos seguradores dos Estados Unidos.

“A Aliro já representa 10% da nossa base de automóvel e acreditamos que logo chegará a 20%”

A Aliro chega a custar até 30% menos do que o seguro tradicional completo por ter alguns mimos a menos. O pacote de assistência 24 horas é bem mais enxuto, a quilometragem para socorro por guincho tem limite de quilometragem e o carro reserva é um modelo básico por apenas uma semana. “O resultado tem sido espantoso. Estamos vendendo muito mais do que imaginávamos. A Aliro já representa 10% da nossa base de automóvel e acreditamos que logo chegará a 20%”, comemora o executivo.

Segundo ele, 55% dos que compram a nova marca não tinham seguro. Por aceitar veículos com até 15 anos de uso, a idade média da carteira é avançada. Enquanto a frota do seguro tradicional tem idade média de 3,8 anos, na Aliro ela é de 7,8 anos. “Nosso objetivo é conquistar pessoas que não tinham seguro, bem como manter o cliente que iria deixar de ter um seguro por conta da crise econômica”, comentou.

Ele conta que há mais de oito anos o grupo utiliza o método Lean como meio fundamental para transformar realidades gerenciais, potencializar resultados e melhor aproveitar o potencial humano. “E tem dado muito certo. Somos reconhecidos por ser uma companhia inovadora e nosso acionista está muito satisfeito com nossos esforços e resultados financeiros”, comemora.

Com uma estratégia totalmente voltada ao cliente e equipes motivadas pelos ganhos conquistados pela boa gestão, como qualidade do trabalho e metas alcançadas, a inovação passa a ser algo visível a olho nú. “Temos diversos produtos novos, que foram desenhados depois de ouvir corretores e clientes. Com as sugestões em mãos, toda a equipe de debruça em como colocar tudo aquilo em prática. Muitas delas foram simples de colocar em prática, outras mais complexas por envolver tecnologia que estava ainda em curso e boa parte das críticas tinha ou ainda tem de aguardar mudanças regulatórias para que o produto possa estar enquadrado nas exigências do órgão regulador”, conta Umeki.

A boa notícia é que o arcabouço regulatório do setor está sendo atualizado e a Susep tem como principal estratégia viabilizar um mercado segurador moderno para atender a um consumidor conectado e exigente, como a Aliro, que significa acesso em Esperanto, conhecida língua criada para comunicação internacional. A ideia é de quanto mais simples e acessível, maior será o consumo per capita de seguros, hoje considerado bem abaixo da média mundial.

O Aliro surgiu dentro do Conselho Corretor, um grupo organizado pela seguradora no qual participam corretores de todo o Brasil. “Eles participam das decisões estratégicas da companhia com o cliente, o que inclui desde o desenvolvimento de novos produtos, aperfeiçoamento de seguro existentes e, principalmente, no aprimoramento da comunicação do corretor com o cliente”, conta Umeki. Em 2016 eles pediram um seguro que os ajudasse a enfrentar o orçamento apertado dos clientes.

Já para 2018 eles querem melhoras no processo de comunicação com o cliente. Desde a customização para envolver o corretor em todas as etapas de atendimento, do envio da apólice até a renovação.”Esse será um projeto mais longo e deve se estender até 2020 por envolver mudanças profundas. Ele sinaliza que vai gerar uma significativa redução de custos ao focar a comunicação no envio de apenas o que agrega valor para corretor e cliente”, acredita o vice-presidente da Liberty.

Paralelamente, a seguradora investe em outros produtos, que passam a ser vendidos pelo corretor para seus clientes de automóvel. Umeki cita o seguro de riscos de engenharia, que já está totalmente “no touch”, ou seja, sem qualquer papel. Totalmente digital. “Até mesmo a inspeção é feita de forma eletrônica. O corretor cota o seguro para uma pequena reforma as 8 da manhã e as 20 horas já está com a apólice no computador para mandar ao seu cliente”, acrescenta. Desde que o sistema foi implantado, há um ano, as vendas dobraram, especialmente para lojas localizadas em shopping center.

O seguro transporte também foi beneficiado pela tecnologia “no touch”. Enquanto muitas seguradoras deixam de atuar com o ramo transporte pela alta sinistralidade, Umeki garante que cresce com rentabilidade em razão da tecnologia implementada. “Agora o nosso produto permite que todos os embarques, com cobertura para roubo e acidentes, sejam contabilizados uma apólice única, sem necessidade de averbação.

Recentemente o grupo tem vencido premiações voltadas para empresas mais inovadoras. É também finalista em duas modalidades no Prêmio Inovação da CNseg, cujos nomes foram divulgados ontem. “Temos muitos desafios pelo frente. É um processo que nunca acaba. Mas estamos muito felizes com os resultados que temos alcançado, especialmente a maturidade e envolvimento da nossa equipe de 1,8 mil funcionários em torno dos propósitos claros e comunicados pelo grupo a todos. Isso faz traz comprometimento e, consequentemente, crescer com rentabilidade entra no sangue de todos. Vira um hábito focar no propósito, o que reduz significativamente os conflitos entre áreas”, garante Umeki.

Na semana passada, o grupo inaugurou o seu laboratório de inovação, chamado Nave. “É um espaço físico dedicado a criação de processos disruptivos, desde pequenas melhorias de processos até o desenvolvimento de novos produtos e canais de distribuição”, finaliza o executivo, com um orgulho de trabalhar com o que gosta que contagia a todos.

CNseg anuncia os finalistas da 7ª edição do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros

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A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) anunciou na última terça-feira, 21, os 15 finalistas do Prêmio Antônio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, edição 2017. Agora, os autores e coautores dos projetos selecionados, divididos nas categorias Processos e Tecnologia, Comunicação e Produtos e Serviços, farão a defesa oral de seus trabalhos para a Comissão Julgadora do Prêmio. Esta etapa ocorrerá entre os dias 28 e 30 de novembro, na sede da CNseg, no Rio de Janeiro.

Nesta edição, a Comissão Julgadora é composta pela economista Maria Eugenia Buosi; a defensora pública Patrícia Cardoso Maciel Tavares; o professor de economia da Unicamp Antônio Márcio Buainain; o gerente geral da Associação Palas Athena do Brasil, Julio Albuquerque Bierrenbach; o advogado e colunista do jornal Estado de S. Paulo, Antonio Penteado Mendonça; o economista Sergio Besserman, presidente do Jardim Botânico do Rio de Janeiro; o professor de Direito Constitucional da FGV – RJ Joaquim Falcão; e o economista e professor da UFRJ Helio Portocarrero.

Para o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, o Prêmio não tem apenas o objetivo de brindar os melhores, mas também de trazer novas ideias para o setor, novos olhares e formas de enxergar um mercado que tem tudo para ser promissor. “O setor já começou inovando com Antonio Carlos de Almeida Braga, uma pessoa que colocou de cabeça para baixo esse mercado, não apenas em termos de objetivo, mas principalmente de ideias”, afirma Coriolano.

Para a vice-presidente da CNseg e presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz Palheiro Mendes, a indicação de um projeto como finalista do Prêmio já resulta em uma valorização das empresas e profissionais envolvidos. ”A CNseg, por meio do Prêmio, incentiva que as empresas busquem novas soluções sustentáveis e que modernizem cada vez mais o conceito de seguro sob a ótica de uma sociedade que se transforma a cada dia”, afirma.

Ao final do processo, 1º, 2º e 3º lugares de cada categoria receberão prêmios de R$ 30 mil, R$ 15 mil e R$ 10 mil, respectivamente. Os vencedores serão conhecidos durante cerimônia de confraternização do mercado segurador, a ser realizada dia 13 de dezembro, no Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.

Confira abaixo a lista dos classificados:

Processos e Tecnologia

· Reembolso Digital – Autor: Fabiano Carraro – Empresa: SulAmérica Seguro Saúde

· Auto Vistoria – Atendimento por Imagem – Autor: Marcos Chiconeli Balier – Empresa: Liberty Seguros

· TI Colaborando para Disponibilidade das Operações do Negócio – Autor: Rodrigo de Freitas Sampaio de Melo – Empresa: Bradesco Seguros

· Elebilidade Biométrica – Autor: Frederico Vianna Amaral – Empresa: Bradesco Saúde

· Zurich Risk Advisor – Autora: Lilian Moura dos Anjos – Empresa: Zurich Minas Brasil Seguros

Comunicação

· Campanha de Compensação de CO2 – Autora: Flavia Varga – Empresa: Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre

· Next5 – Autor: José Luiz Pessoa de Mello – Empresa: Liberty Seguros

· Novos Modelos de Desenvolvimento dos Profissionais de Atendimento – Autora: Rosangela Paula dos Santos – Empresa: Grupo Segurador Banco de Brasil e Mapfre

· Novos Riscos Exigem Nova Atitude do Mercado de Seguros – Autora: Thisiani Gisele Matsumura Martins – Empresa: XL Seguros Brasil

· Comunicação Digital – O Case do IRB Brasil RE no Mercado de Resseguros – Autora: Natalia Gomes Soares – Empresa: IRB Brasil RE

Produtos e Serviços

· Consulta Médica à Distância – Autora: Michele Ferreira Freitas de Andrade – Empresa: Bradesco Saúde

· Instrumentos Ligados a Seguros – Autor: Rafael Delvaux Gersely – Empresa: Terra Brasis Resseguros

· Experiência do Cliente – Autora: Claudia Mattioli – Empresa: Mongeral Aegon

· Seguro Equipamentos de Mobilidade – Autor: Claudio Pellegrin Quaglia – Empresa: Sompo Seguros

· App SulAmérica AUTO: Muito Além do Seguro – Autora: Patrícia Alves – Empresa: SulAmérica

Sobre o Prêmio

O Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros busca reconhecer trabalhos que contribuem para a inovação no mercado. Lançada pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), a premiação, que está em sua sétima edição, tem como objetivo estimular a evolução do setor e o aprimoramento das relações com o consumidor.

O nome de Antonio Carlos de Almeida Braga foi unânime ao se pensar em um prêmio de inovação em seguros. Nascido em 1926, filho de engenheiro português dos setores imobiliário e de seguros, ele fez da Companhia Atlântica uma das maiores seguradoras da América Latina. Foi ainda o fundador, posteriormente, da Icatu Seguros, além de ter sido o pioneiro na distribuição de produtos de seguros por meio da rede bancária. Com seu espírito inovador, foi capaz de aperfeiçoar o atendimento no mercado. Por isso, mereceu esta homenagem e serve como inspiração para os seguradores da atualidade.

Estudo da Swiss Re traz expectativas para o mercado global de seguros para 2018 e 2019

Mais uma bela análise sobre o seguro de seguro mundial da Sigma, divisão de estudo da Resseguradora Swiss Re. O estudo Global Insurance Review afirma que a melhora mundial da economia em 2017 provavelmente seguirá no próximo ano. O crescimento real nos Estados Unidos e na área do euro deverá chegar a cerca de 2% em 2018. No entanto, o crescimento no Reino Unido será mais lento, uma vez que a incerteza relacionada com a Brexit dificulta o investimento das empresas. A economia do Japão superou em 2017, mas o crescimento deverá diminuir para 0,9% no próximo ano. O crescimento na China deverá diminuir para 6,4%, de 6,8% este ano.

E isso é uma excelente notícia para o mercado segurador, pois uma perspectiva econômica melhor sinaliza que provavelmente a demanda por seguro deverá aumentar. Por exemplo, no setor dos seguros não vida, os prêmios globais prevêem crescer pelo menos 3% em 2018 e 2019 em termos reais, e possivelmente mais, dependendo da magnitude dos aumentos de preços esperados. Em não vida, o principal motor do crescimento continuará sendo os mercados emergentes, em particular a China, mas o Brasil também é destaque no relatório, como uma das locomotivas da recuperação do seguro não-vida na região da América Latina, na qual é esperada um forte aumento na demanda por seguros empresariais e financeiros.

Prevê-se que os prêmios de vida globais aumentem cerca de 4% ao ano, após a inflação, nos próximos dois anos. o mercado latino-americano deve seguir se recuperando, após ter encolhido 1,8% em 2016. A rentabilidade no setor de vida continua desafiadora devido a baixas taxas de juros. Nesse ambiente, as seguradoras continuam a reconfigurar suas carteiras de investimentos em busca de retornos mais elevados, como demonstrado pelo aumento do apetite por classes de ativos menos líquidos. E várias seguradoras de vida procuraram reestruturar suas carteiras de seguros para se concentrar em linhas de negócios mais atraentes. A gestão em vigor também é cada vez mais reconhecida como uma ferramenta eficaz para melhorar a lucratividade.

Os analistas responsáveis pelo estudo acreditam que os aumentos de preços de seguros e resseguros serão inevitáveis para o que o mercado recupere seu rentabilidade, após o forte impacto das catástrofes naturais em 2017. Segundo o economista chefe Kurt Karl, os aumentos de preços nos segmentos mais afetados já estão acontecendo e podem ser substanciais. “O volume total de perdas ainda não é conhecido, mas parece que vai ser elevado suficiente para causar aumentos para além dos setores afetados. Isso também está acontecendo porque os preços caíram a patamares tão baixos nos últimos anos.”

De acordo com a Swiss Re, a taxa de rentabilidade líquida (ROE) das seguradoras não-vida globais caiu para 3% neste ano, contra 6% em 2016.

Captação de previdência aberta avança 7,9% até setembro, para R$ 84,2 bi

A discussão em torno da reforma da previdência tem despertado ainda mais o interesse da população sobre o tema e o resultado é um aumento na captação de recursos nos planos abertos, mesmo com a crise que ainda restringe o orçamento das família. Uma das tarefas que mais consome a atenção do presidente Michel Temer é a tentativa de votar a reforma da Previdência. Segundo líderes de partidos consultados pelo site Poder360, o governo está longe de ter os votos necessários para aprovar ainda neste ano as novas regras da aposentadoria.

Segundo o portal Estadão, a nova versão da reforma da Previdência só afetaria 35% dos aposentados, especialmente servidores federais e homens que se aposentam por tempo de contribuição no INSS. Enquanto isso, senadores ampliam em 40% gastos com jatinhos e apresentam despesas inclusive durante o recesso.

Segundo a Fenaprevi, nos nove meses de 2017, as contribuições a planos de previdência aberto somaram R$ 84,2 bilhões e a expansão foi de 7,9% em relação aos R$ 78,03 bilhões do mesmo período em 2016. O resultado da captação líquida foi de R$ 39,09 bilhões (+0,6%), na comparação com os R$ 38,87 bilhões computados de janeiro a setembro do ano anterior.

Os planos VGBL receberam contribuições de R$ 77,28 bilhões no acumulado do ano. Já no PGBL o volume de aportes foi de R$ 6,32 bilhões no mesmo período. Na análise por tipo de contratação, os aportes nos planos individuais somaram R$ 75,67 bilhões (incluindo planos para menores) e registrou crescimento de 8,92%. O restante dos aportes de R$ 9,95 bilhões, foi destinado a planos coletivos contratados por empresas em favor de seus colaboradores, e apresentou um recuo de 0,46%.

A captação líquida de R$ 4,92 bilhões em setembro, apresentou um saldo 40,01% superior aos R$ 3,51 bilhões verificados em setembro do ano passado. Segundo dados da federação, em setembro os resgates totalizaram R$ 4,66 bilhões. No mesmo mês do ano passado, os valores somaram R$ 3,51 bilhões.

Na avaliação do acumulado de julho a setembro, a performance do setor também apresentou um resultado positivo, segundo dados do balanço da FenaPrevi. No terceiro trimestre, as contribuições somaram R$ 29,76 bilhões, e o total foi 14,19% maior que o montante registrado no terceiro trimestre de 2016. O resultado da captação líquida no período ficou com saldo positivo de R$ 14,76 bilhões, apresentando resultado 11,20% superior ao computado de julho a setembro do ano passado.

Segundo a FenaPrevi, os planos VGBL receberam contribuições de R$ 27,46 bilhões no acumulado do ano. Já no PGBL o volume de aportes foi de R$ 2,09 bilhões no mesmo período. Na análise por tipo de contratação, no terceiro trimestre, os aportes nos planos individuais somaram R$ 26,38 bilhões (incluindo planos para menores) e registrou crescimento de 15,69%.O restante dos aportes de R$ 3,38 bilhões, foi destinado a planos coletivos contratados por empresas em favor de seus colaboradores, e apresentou alta de 3,74%.

Portal de conteúdo do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon atinge marca de um milhão de visitantes únicos

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O Instituto de Longevidade Mongeral Aegon registrou a expressiva marca de um milhão de visitantes únicos em seu portal de notícias de janeiro a outubro de 2017. Este resultado torna o Instituto um dos maiores sites de conteúdo destinado à audiência de pessoas com mais de 50 anos do país. A audiência do portal está crescendo a cada mês, e conta com uma média mensal de 150 mil usuários únicos.

Quem é a audiência do portal

As mulheres predominam, com 77,3% dos acessos. Com relação à idade, 35,7% têm entre 55 e 64 anos; 22,4% entre 45 e 54 anos; 18,6 têm mais de 65 anos. A maioria dos acessos são realizados a partir de dispositivos mobile (75,2%).

“Mais do que um número expressivo, a marca de 1 milhão de pessoas significa que o portal é, de fato, um local legítimo de busca de informação por parte deste público, com conteúdo relevante”, comenta Bruno Varandas, gerente de Marketing do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon.

O Instituto de Longevidade é uma entidade sem fins lucrativos que tem como objetivo ampliar o debate e propor soluções relacionadas ao trabalho, cidades e conhecimento para o público 50+.

Neste ano, o Instituto lançou índice inédito no país em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, em que avalia as melhores cidades para se viver após os 60 anos, segundo metodologia que listou 63 indicadores. Outra iniciativa da entidade é a oferta de uma série de serviços gratuitos para quem passou dos 50 pelo seu portal, como mais de 80 cursos, descontos em medicamentos e auxílio para recolocação profissional.