SulAmérica lança aplicativo para seguro de carro que pode gerar até R$ 400 em desconto

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A SulAmérica lança nesta semana o aplicativo Auto.Vc, que utiliza um avançado sistema de telemetria diretamente no celular do motorista, seja ele cliente ou não da seguradora. Por meio do app, o usuário recebe uma avaliação do seu modo de dirigir e obtém dicas personalizadas. Além disso, pode ser recompensado se adotar boas práticas de direção. Ou seja, quanto mais segura for a direção do carro, mais pontos ele acumula e mais alta é a sua posição no ranking do app, e, com isso, pode ser recompensado com benefícios tais como até R$ 400 de desconto no seguro, R$ 800 na franquia ou 30 diárias extras no carro reserva.

A novidade estará disponível em breve para todo o País. O lançamento encontra-se em fase inicial, com 5.000 usuários de seis cidades brasileiras, e ocorre após um piloto com colaboradores da seguradora, que trouxeram propostas para aperfeiçoamento do programa. Corretores parceiros da companhia participam de todas as etapas de lançamento, indicando clientes para usar o app, além de serem convidados a usar o aplicativo ao longo do ano, de acordo com a sua região.

“A SulAmérica investe constantemente em inovação e tecnologia para levar a melhor experiência para corretores e clientes. Com este lançamento, oferecemos aos nossos parceiros comerciais mais um atrativo para apresentarem a seus clientes e gerar mais negócios”, afirma o vice-presidente de Auto e Massificados da SulAmérica, Eduardo Dal Ri.

A tecnologia de telemetria do SulAmérica Auto.Vc funciona totalmente via smartphone, sem necessidade de instalação de equipamento no veículo. As informações (velocidade, frenagem, horários de direção e uso do celular durante a condução) são coletadas a partir da autorização do usuário. O sistema de telemetria do app é fornecido pela multinacional LexisNexis Risk Solutions, líder neste segmento de tecnologia para seguradoras, e que está presente em oito países, incluindo Estados Unidos, Reino Unido e Austrália.

UBS passa a cobrir IRB e indica compra dos papéis

O UBS estreia na cobertura do IRB Brasil Re e na primeira análise faz recomendação de “compra” das ações, com meta de preço de R$ 45,00. “Nossa perspectiva positiva para a empresa está baseada em diversos fatores. Primeiro, acreditamos que o IRB pode ser beneficiado com a baixa penetração de seguro na América Latina (3% de prêmio/PIB) e com a recuperação macroeconômica brasileira (PIB +3,1% estimados para 2018)”, avaliam os analistas do banco.

Entre as vantagens competitivas do IRB, o UBS cita a alta capacidade de precificação (>70 anos de histórico em sinistros); melhor mix de produtos (sua liderança possibilita selecionar um nível ideal de risco em cada segmento); excelente atendimento ao cliente devido à autoridade local (controle mais rápido de sinistros); e também pelo IRB não corre quaisquer riscos de câmbio estrangeiro (o resseguro brasileiro é feito em R$).

“Em terceiro lugar, a valorização parece atraente em 12x EPS (lucro por ação) (em comparação com 12x para o resseguro mundial), com ROE (retorno sobre patrimônio) de 27,1% estimado em 2018-20 (12,9% para as instituições mundiais do mesmo segmento). Vemos um potencial para alta, uma vez que o mercado aprecia o alto ROE, mas não o potencial de desenvolvimento da empresa, em nossa opinião”, afirma o relatório.

O IRB é a principal escolha (para compra, resistente a rebaixamentos e bom potencial de desenvolvimento), seguido da Porto (Compra), BBSE (N) e SulA (N). Seguros é um subsetor de preferência do banco, que acaba de divulgar o estudo “Perspectiva de 2018 para Não Bancos da América Latina”.

AIG comprará Validus por US$ 5,56 bi

A AIG fez proposta para comprar a Validus Holdings por US$ 5,56 bilhões em dinheiro para fortalecer seus negócios de resseguros, na primeira aquisição da companhia sob a gestão do presidente-executivo, Brian Duperreault. A oferta de US$ 68 por ação da AIG representa um prêmio de 45,5% em relação ao preço de fechamento da Validus na sexta-feira.

Cesvi Brasil Mapfre promove encontro com oficinas para apresentar a funcionalidade Smart, do Órion Orçamentos

O Cesvi Brasil Mapfre (Centro de Experimentação e Segurança Viária) reuniu na última quinta-feira representantes de oficinas de funilaria e pintura, e também convidados do mercado segurador, para apresentar a Smart, uma funcionalidade do sistema de gestão de sinistros Órion, capaz de reduzir pela metade o tempo necessário para a realização de um orçamento de reparo.

Além de aprender como utilizar o sistema e conhecer seus benefícios, mais de 80 participantes também tiveram a oportunidade de acompanhar a palestra “Tecnologia e Produtividade”, conduzida por David Whittaker, diretor da MarketData, que destacou o conceito de big data e inteligência artificial utilizado na criação da ferramenta Smart. “A nova funcionalidade tem a capacidade de identificar os padrões dos mais de 20 mil modelos de orçamentos analisados. Com isso, é possível gerar um relatório completo de itens e peças que podem ser reparadas ou substituídas. O sistema do CESVI é uma prova de como a inteligência artificial está ajudando nossas vidas.”

Ao apresentar a ferramenta, Almir Fernandes, diretor executivo do CESVI BRASIL/MAPFRE, explicou o conceito, aplicação e a nova funcionalidade. “A função Smart dá mais agilidade, produtividade e praticidade na elaboração dos orçamentos. Essa eficiência representa um ganho de tempo, foco e atenção em todos os elementos que precisam ser analisados em cada veículo”, explica.

Para o executivo, a nova ferramenta é essencial para as reguladoras e oficinas que prestam serviços para seguradoras. “A Smart representa uma mudança de paradigma nos trabalhos de elaboração de orçamentos de reparo já que tem um banco de dados técnico e especializado, que ajuda a reduzir pela metade o tempo envolvido num processo tão crucial para a satisfação do cliente quanto o orçamento da reparação”, finaliza.

ARTIGO: O debate que não houve

por Márcio Coriolano, presidente da CNseg, publicado no Jornal Correio Braziliense

Mao Tsé Tung pontuou que, “se o capitalismo não consegue resolver as suas contradições, deve perecer”. Parece inacreditável, mas esse conceito arbitrário e arrogante ainda persiste alhures e aqui em terras brasileiras. Um exemplo paradigmático desse estado mental é a falta de debates equilibrados sobre o que foi alcunhado de “plano de saúde acessível”. Decorridos 29 anos da Constituição em vigor, e 19 anos da Lei de Planos e Seguros de Saúde, a dura realidade dos fatos se abateu sobre os fundamentos que prevaleceram àquelas épocas. Os sistemas das duas cartas legais vêm se mostrando progressivamente disfuncionais, ao ponto de levar à exclusão de milhões de brasileiros das coberturas de saúde. Seja no setor público, pelas filas, seja no privado, pelos custos. Em decorrência, várias discussões que vieram surgindo ao longo dos anos desaguaram em proposta concreta para buscar submeter a atual estrutura normativa do esquema privado ao escrutínio da realidade.

O plano acessível é ou foi um projeto, uma proposta, uma arquitetura aberta para que a sociedade possa deliberar sobre o destino de um serviço de tamanha essencialidade, como os planos privados de saúde. Mas está ocorrendo uma barreira protecionista dos que se consideram guardiões de supostos paradigmas da Constituição cidadã, e muito menos do que dela, dos paradigmas de uma lei ordinária originada de Medida Provisória que nem sequer foi votada. Essa condenação antecipada vem obstaculizando o progresso de soluções que deem conta da proteção de muitos milhões de brasileiros, ou de pelo menos proteger a sua liberdade de escolha da proteção que desejam: pública ou privada, ou ambas, como quis a “cidadã”.

Pois a desconstrução mais insidiosa do que é uma proposta para debate democrático parte de excêntrica tese de que o plano acessível viria “conceitualmente” a confrontar a vontade da medida provisória (MP), travestida em lei, para retirar direitos duramente conquistados pelo povo, que nem sequer tomou conhecimento da famigerada MP. E, avançando mais, alegam que, “conceitualmente”, a livre escolha, pelos cidadãos, de um plano de saúde diferente do arquétipo da MP colocaria em risco o próprio Sistema Único de Saúde, arruinando os seus atributos de universalidade e equanimidade. Agora parece ficar clara tanta fúria oposicionista no debate.

A questão principal que alguns querem esconder, ou confundir, é que o plano acessível, além de alternativo ao atual, e de contratação voluntária, responderá a muitas providências modelares que vão contra os únicos interesses de um circuito perverso de valorização da prestação de serviços médicos, eles mesmos os maiores causadores dos estratosféricos custos da medicina que expulsam milhões de cidadãos.

Então, diga o consumidor brasileiro, para além de cortinas ideológicas, se está contra os atributos do plano de saúde acessível, de escolha voluntária: médico generalista obrigatório, para orientar adequadamente o paciente; direcionamento ativo do paciente para uma rede de médicos especialistas que resolvam melhor o seu tratamento; direcionamento, pelo especialista, para laboratório e hospital de melhor resolubilidade; inclusão de coparticipação financeira dos beneficiários em determinados procedimentos, para que ele questione as indicações abusivas de profissionais de saúde; congelamento no contrato de inovações tecnológicas propostas pela indústria, para evitar que tenha que pagar por desperdícios. Isso, a um custo menor do que tem os planos atuais, amarrados a uma espiral inflacionária sem fim. A escolha pela continuidade do debate é sua, consumidor. Chega de gente que quer falar por você. Já foi o tempo em que a cidadania foi comandada por intérpretes dos cidadãos.

MARCIO SERÔA DE ARAUJO CORIOLANO é presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg)

ARTIGO: As razões da reforma inadiável

por Edson Franco, presidente da FenaPrevi, publicado na Folha de São Paulo

A crise do sistema previdenciário decorre de um acúmulo de boas notícias. A afirmação pode parecer paradoxal, mas a insustentabilidade do sistema previdenciário resulta de uma drástica redução da taxa de mortalidade infantil, do aumento da expectativa de vida e da redução nas taxas de fecundidade comparável à dos países desenvolvidos.

A consequência ê que essas mudanças combinadas levam a um processo de envelhecimento, projetando uma profunda alteração da pirâmide demográfica. Os indivíduos com mais de 65 anos vão passar de 7,6% da população, em 2010, para 38%, em 2050.

Um estudo da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mostra que o percentual da população com mais de 65 anos sobre a população economicamente ativa (razão de dependência) passará de pouco mais de 10%, em 2015, para cerca de 40% em 2050. O principal impacto será econômico, afetando os sistemas de saúde e previdenciário.

A análise torna-se ainda mais dramática se consideramos que já partimos de um déficit de 4,5% do PIB. Mas o déficit ê sintoma do problema raiz: o custo elevado e crescente com seguridade social, que já representa cerca de 45% dos gastos da União. Para se ter ideia, os gastos com saúde e educação, somados, representam menos de 15% do orçamento do governo federal.

Embora tenhamos população ainda jovem, com razão de dependência em torno de 10%, gastamos em proporção do PIB o mesmo que Japão, Suécia e Suíça, que têm razão de dependência superior a 30%.

O desequilíbrio financeiro corrente ê desproporcional entre setor privado e público. Este alcança um universo de 3,5 milhões de beneficiários e apresenta déficit maior que o do INSS, que atende 27 milhões de pessoas. A revisão dessa distorção ê importante para a sustentabilidade do sistema, para promover desconcentração de renda e para combater a injustiça social produzida por sistemas não isonômicos.

No entanto, pelas projeções de médio e longo prazo, o problema maior reside no INSS, já que as mudanças demográficas alcançam uma população muito maior e produzirão efeito exponencial no aumento dos gastos e no desequilíbrio atuarial. O mesmo estudo da OCDE mostra que o gasto com a previdência (só do setor privado) saltou de 4,6% do PIB, em 1995, para 8,2%, em 2016, e atingirá 17% do PIB em 2060, o que torna urgente a adoção da idade mínima de aposentadoria como providência básica.

A votação da reforma da Previdência, agora prevista para fevereiro, ê fundamental para buscarmos um encaminhamento para estes problemas. É preciso ter claro que a incipiente melhora da economia nesses últimos meses está suspensa por frágeis barbantes.

Será impossível equilibrar a situação fiscal sem a reforma previdenciária. O recente rebaixamento da nota de crédito do país pela S8tP ê um lembrete de que sem isso, o país não será capaz de criar um ambiente favorável para a sustentação da queda da taxa de juros real no longo prazo, recuperação do grau de investimento, atração de capitais e a tão esperada retomada da atividade econômica e do crescimento da renda e do emprego.

Esse ê um assunto difícil de tratar em qualquer lugar do mundo. São medidas em favor da população, mas impopulares. É o momento de um debate intelectualmente honesto e apartidário, no qual toda a sociedade se engaje com o devido senso de urgência para decidir qual legado deixaremos às gerações futuras.

Sem mudar a Previdência, será impossível equilibrar a situação fiscal; é hora de um debate intelectualmente honesto e apartidário

EDSON FRANCO é presidente da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida) e diretor-executivo da Zurich Seguros no Brasil

BB Mapfre lança apólice residencial para o público com mais de 60 anos

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A terceira idade é considerada uma das fases mais especiais da vida, mas é justamente neste período que é importante estar protegido com um seguro para não ter que lidar com situações adversas. Também é uma época em que as pessoas procuram por serviços que ajudem no dia a dia. Pensando neste cenário, o grupo acaba de lançar o Mapfre Residencial + Sênior, um seguro criado para atender as necessidades da terceira idade agregando benefícios e serviços customizados. O objetivo principal é a prevenção de risco e apoio a qualidade de vida.

As assistências estão focadas em saúde e bem-estar e disponibilizam orientação por telefone para medicamentos, descontos em farmácias, indicação de médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e fisioterapeutas, locação de muletas, cadeiras de rodas, cama hospitalar, cilindro de oxigênio e transporte para tratamento fisioterápico. Além de serviços voltados para a residência como chaveiro, eletricista, vidraceiro, desentupimento, conserto de aparelhos linha branca e instalação de olho mágico, entre outras.

Para a casa, as novidades são a instalação de barras de apoio, fitas antiderrapantes em escadas e tapetes, interruptores e tomadas, maçanetas, sensor de presença, duchas higiênicas, e o reposicionamento de móveis. Outro diferencial é inclusão da assistência + sênior adicional que oferece o serviço de teleassistência que possibilita um atendimento remoto destinado a situações em que o cliente precise de ajuda.

“Desenvolvemos um produto que oferece serviços que contribuem para que o público da terceira idade tenha conforto e praticidade aliados à saúde e ao bem-estar. Neste ciclo da vida é importante estar protegido com uma estrutura de apoio físico e emocional, trazendo conforto para os idosos e tranquilidade para os familiares. Este novo produto é uma forma de garantir isso aos segurados”, explica Patricia Siequeroli, Superintendente Executiva de Produtos Massificados da BB Mapfre.

As coberturas disponíveis para contratação incluem proteção para incêndio, danos elétricos, roubo e furto, responsabilidade civil imóvel e familiar, vendaval, granizo e impacto de veículos, queda de raio, explosão de qualquer natureza, e queda de aeronave.

Liberty Mutual vende operação de vida por US$ 3,3 bi

O grupo Liberty Mutual celebrou um acordo definitivo para vender a Liberty Life Assurance Company de Boston ao Lincoln Financial Group por cerca de US$ 3,3 bilhões. A Life Company oferece apólice de invalidez em grupo, vida coletiva, vida individual e produtos de renda. A Liberty Mutual espera concluir a transação no segundo trimestre. “A venda da Life Company nos permite concentrar-nos totalmente em nossos negócios de propriedade e acidentes”, disse David H. Long, presidente e CEO da Liberty Mutual, em nota enviada à imprensa. “O realinhamento tornará mais fácil para nossos clientes acessar toda a amplitude dos produtos pessoais, comerciais, especiais e de resseguro que a Liberty tem para oferecer”. A Liberty Mutual também se concentrará em dois principais negócios de P&C, Global Risk Solutions e Global Retail Markets.

Governo cria o plano Pnatrans para estudo sobre como reduzir mortes no trânsito

O presidente Michel Temer sancionou a Lei 13.614. Veja abaixo a publicação do Diário Oficial:

Presidência da República

Lei nº 13.614, de 11 de janeiro de 2018

Cria o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans) e acrescenta dispositivo à Lei no 9.503, de 23 de setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), para dispor sobre regime de metas de redução de índice de mortos no trânsito por grupos de habitantes e de índice de mortos no trânsito por grupos de veículos.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o Esta Lei cria o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans) e acrescenta dispositivo à Lei no 9.503, de 23 de setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), para dispor sobre regime de metas de redução de índice de mortos no trânsito por grupos de habitantes e de índice de mortos no trânsito por grupos de veículos.

Art. 2o Fica criado o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans) a ser elaborado em conjunto pelos órgãos de saúde, de trânsito, de transporte e de justiça.

Art. 3o O Pnatrans deverá conter:

I – os mecanismos de participação da sociedade em geral na consecução das metas estabelecidas;

II – a garantia da ampla divulgação das ações e procedimentos de fiscalização, das metas e dos prazos definidos, em balanços anuais, permitindo consultas públicas por meio da rede mundial de computadores;

III – a previsão da realização de campanhas permanentes e públicas de informação, esclarecimento, educação e conscientização visando a atingir os objetivos do Pnatrans.

Art. 4o A partir da implantação do Pnatrans, serão reconhecidos e distinguidos os gestores públicos e privados na redução das mortes e lesões no trânsito.

Art. 5o A Lei no 9.503, de 23 de setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), passa a vigorar acrescida do seguinte art. 326-A:

“Art. 326-A. A atuação dos integrantes do Sistema Nacional de Trânsito, no que se refere à política de segurança no trânsito, deverá voltar-se prioritariamente para o cumprimento de metas anuais de redução de índice de mortos por grupo de veículos e de índice de mortos por grupo de habitantes, ambos apurados por Estado e por ano, detalhando-se os dados levantados e as ações realizadas por vias federais, estaduais e municipais.

§ 1o O objetivo geral do estabelecimento de metas é, ao final do prazo de dez anos, reduzir à metade, no mínimo, o índice nacional de mortos por grupo de veículos e o índice nacional de mortos por grupo de habitantes, relativamente aos índices apurados no ano da entrada em vigor da lei que cria o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans).

§ 2o As metas expressam a diferença a menor, em base percentual, entre os índices mais recentes, oficialmente apurados, e os índices que se pretende alcançar.

§ 3o A decisão que fixar as metas anuais estabelecerá as respectivas margens de tolerância.

§ 4o As metas serão fixadas pelo Contran para cada um dos Estados da Federação e para o Distrito Federal, mediante propostas fundamentadas dos Cetran, do Contrandife e do Departamento de Polícia Rodoviária Federal, no âmbito das respectivas circunscrições.

§ 5o Antes de submeterem as propostas ao Contran, os Cetran, o Contrandife e o Departamento de Polícia Rodoviária Federal realizarão consulta ou audiência pública para manifestação da sociedade sobre as metas a serem propostas.

§ 6o As propostas dos Cetran, do Contrandife e do Departamento de Polícia Rodoviária Federal serão encaminhadas ao Contran até o dia 1o de agosto de cada ano, acompanhadas de relatório analítico a respeito do cumprimento das metas fixadas para o ano anterior e de exposição de ações, projetos ou programas, com os respectivos orçamentos, por meio dos quais se pretende cumprir as metas propostas para o ano seguinte.

§ 7o As metas fixadas serão divulgadas em setembro, durante a Semana Nacional de Trânsito, assim como o desempenho, absoluto e relativo, de cada Estado e do Distrito Federal no cumprimento das metas vigentes no ano anterior, detalhados os dados levantados e as ações realizadas por vias federais, estaduais e municipais, devendo tais informações permanecer à disposição do público na rede mundial de computadores, em sítio eletrônico do órgão máximo executivo de trânsito da União.

§ 8o O Contran, ouvidos o Departamento de Polícia Rodoviária Federal e demais órgãos do Sistema Nacional de Trânsito, definirá as fórmulas para apuração dos índices de que trata este artigo, assim como a metodologia para a coleta e o tratamento dos dados estatísticos necessários para a composição dos termos das fórmulas.

§ 9o Os dados estatísticos coletados em cada Estado e no Distrito Federal serão tratados e consolidados pelo respectivo órgão ou entidade executivos de trânsito, que os repassará ao órgão máximo executivo de trânsito da União até o dia 1o de março, por meio do sistema de registro nacional de acidentes e estatísticas de trânsito.

§ 10. Os dados estatísticos sujeitos à consolidação pelo órgão ou entidade executivos de trânsito do Estado ou do Distrito Federal compreendem os coletados naquela circunscrição:

I – pela Polícia Rodoviária Federal e pelo órgão executivo rodoviário da União?

II – pela Polícia Militar e pelo órgão ou entidade executivos rodoviários do Estado ou do Distrito Federal;

III – pelos órgãos ou entidades executivos rodoviários e pelos órgãos ou entidades executivos de trânsito dos Municípios.

§ 11. O cálculo dos índices, para cada Estado e para o Distrito Federal, será feito pelo órgão máximo executivo de trânsito da União, ouvidos o Departamento de Polícia Rodoviária Federal e demais órgãos do Sistema Nacional de Trânsito.

§ 12. Os índices serão divulgados oficialmente até o dia 31 de março de cada ano.

§ 13. Com base em índices parciais, apurados no decorrer do ano, o Contran, os Cetran e o Contrandife poderão recomendar aos integrantes do Sistema Nacional de Trânsito alterações nas ações, projetos e programas em desenvolvimento ou previstos, com o fim de atingir as metas fixadas para cada um dos Estados e para o Distrito Federal.

§ 14. A partir da análise de desempenho a que se refere o § 7o deste artigo, o Contran elaborará e divulgará, também durante a Semana Nacional de Trânsito:

I – duas classificações ordenadas dos Estados e do Distrito Federal, uma referente ao ano analisado e outra que considere a evolução do desempenho dos Estados e do Distrito Federal desde o início das análises?

II – relatório a respeito do cumprimento do objetivo geral do estabelecimento de metas previsto no § 1o deste artigo.”

Art. 6o Esta Lei entra em vigor após decorridos sessenta dias de sua publicação oficial.

Brasília, 11 de janeiro de 2018; 197o da Independência e 130o da República.

MICHEL TEMER

Alexandre Baldy de Sant’Anna Braga

Gustavo do Vale Rocha

Adriano Oka passa a ocupar o posto de Chief Strategy Officer na JLT

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A JLT Brasil fez uma recente movimentação de seus executivos com o objetivo de potencializar a sinergia das empresas de Seguros, Resseguros e Benefícios e alcançar a meta de crescimento de 20% do grupo na América Latina até 2019.

A maioria das mudanças aconteceu na holding onde Alvaro Eyler, CEO da JLT Seguros, assume o cargo de Deputy CEO. Com mais de 15 anos de experiência no mercado segurador, ajudou na criação da JLT Resseguros no Brasil. Adriano Oka passa a ocupar o posto de Chief Strategy Officer. Desde 2008 na companhia, Oka acumula a nova função com a de vice-presidente de riscos de petróleo.

A empresa acaba de nomear também Luciana Olivo para a vice presidência de Sinistros. Formada em Direito, Luciana está na empresa desde 1996. Ao longo de sua trajetória na JLT foi responsável por implantar a área de Compliance da companhia em 2005.

Na equipe da JLT Resseguros, Santiago Arellano passou a integrar o time no início de 2018 como diretor técnico e de colocações de resseguros.

Rosaura Torres chega à JLT para atuar como diretora comercial da nova filial Ribeirão Preto. Ela dará suporte à estratégia da companhia de estender suas especialidades para o interior de São Paulo, principalmente na região de Ribeirão e de Campinas, visando maior proximidade com os clientes. A profissional já acumula mais de 21 anos de experiência no mercado de seguros.

Em suas novas funções os profissionais têm como meta maximizar os resultados da companhia, buscando mais eficiência e agilidade nas operações.