O UBS estreia na cobertura do IRB Brasil Re e na primeira análise faz recomendação de “compra” das ações, com meta de preço de R$ 45,00. “Nossa perspectiva positiva para a empresa está baseada em diversos fatores. Primeiro, acreditamos que o IRB pode ser beneficiado com a baixa penetração de seguro na América Latina (3% de prêmio/PIB) e com a recuperação macroeconômica brasileira (PIB +3,1% estimados para 2018)”, avaliam os analistas do banco.
Entre as vantagens competitivas do IRB, o UBS cita a alta capacidade de precificação (>70 anos de histórico em sinistros); melhor mix de produtos (sua liderança possibilita selecionar um nível ideal de risco em cada segmento); excelente atendimento ao cliente devido à autoridade local (controle mais rápido de sinistros); e também pelo IRB não corre quaisquer riscos de câmbio estrangeiro (o resseguro brasileiro é feito em R$).
“Em terceiro lugar, a valorização parece atraente em 12x EPS (lucro por ação) (em comparação com 12x para o resseguro mundial), com ROE (retorno sobre patrimônio) de 27,1% estimado em 2018-20 (12,9% para as instituições mundiais do mesmo segmento). Vemos um potencial para alta, uma vez que o mercado aprecia o alto ROE, mas não o potencial de desenvolvimento da empresa, em nossa opinião”, afirma o relatório.
O IRB é a principal escolha (para compra, resistente a rebaixamentos e bom potencial de desenvolvimento), seguido da Porto (Compra), BBSE (N) e SulA (N). Seguros é um subsetor de preferência do banco, que acaba de divulgar o estudo “Perspectiva de 2018 para Não Bancos da América Latina”.


















