Tokio Marine está entre as 200 Melhores Empresas para Trabalhar na América Latina 

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por Tokio

Pela primeira vez em sua história, a Tokio Marine foi reconhecida como uma das 200 Melhores Empresas para Trabalhar na América Latina™ pelo Great Place To Work (GPTW), alcançando a 33ª posição no ranking na categoria de grandes empresas. A conquista inédita reforça o compromisso genuíno da Seguradora com o bem-estar, o desenvolvimento e a valorização de seus mais de 2,4 mil Colaboradores no Brasil.
 

Além da operação brasileira, a unidade da Tokio Marine no México também foi incluída no ranking GPTW LATAM 2025. Ambas as conquistas refletem a filosofia global Good Company, que orienta a atuação da Tokio Marine nos 45 países onde está presente, com foco em três pilares fundamentais: Olhar Além do Lucro, Capacitar os Colaboradores e Cumprir os Compromissos com a Sociedade. 
 

O ranking GPTW LATAM é resultado de uma análise profunda feita com base em quase 2 milhões de respostas de funcionários e na avaliação de práticas que impactam diretamente mais de 3,8 milhões de funcionários em empresas de toda a América Latina. Para fazer parte da lista, é necessário ter figurado, anteriormente, entre os Melhores Lugares para Trabalhar em seus respectivos países, como Brasil, México e Argentina, durante o ciclo de 2024 e início de 2025.
 

“Estar entre as 200 Melhores Empresas da América Latina é motivo de grande orgulho para nós. Essa conquista reflete o nosso esforço contínuo em colocar as Pessoas no centro da estratégia, promover um ambiente inclusivo e estimular o protagonismo de cada Colaborador”, afirma a Diretora de Pessoas, Planejamento e Sustentabilidade, Luciana Amaral.
 

Na Tokio Marine, o Cuidado com as Pessoas vai além da oferta de benefícios. A Companhia investe fortemente em uma estratégia de Gestão de Pessoas baseada em três pilares: Diversidade, com um ambiente acolhedor e inclusivo; Inovação, com a tecnologia como aliada para modernizar processos, liberando tempo e recursos para que o RH atue de forma mais estratégica; e Protagonismo, que valoriza atitudes proativas e a entrega de valor para Clientes, Corretores e Assessorias, Colaboradores e a Sociedade.
 

A forte conexão entre Cultura e Estratégia é outro diferencial da Companhia. A cultura organizacional é vivida de forma autêntica e consistente em todos os níveis, guiando decisões e inspirando o dia a dia de trabalho. Outro investimento contínuo ocorre na formação de lideranças — com programas como o PDL, que completa 10 anos em 2025, e a nova trilha de desenvolvimento baseada no modelo “Five Behaviors“. 
 

A escuta ativa também faz parte fundamental da rotina da Seguradora, e a participação em pesquisas como a do GPTW é uma ferramenta estratégica para evoluir continuamente. Não à toa, a Companhia está entre as Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil há nove anos consecutivos.
 

Por fim, a Tokio Marine mantém um olhar atento à empregabilidade e ao futuro das próximas gerações, com iniciativas como o programa Sementes do Brasil, Jovem Aprendiz e vagas de estágio que contribuem para formar profissionais preparados para os desafios do mercado, com senso crítico e visão inovadora.

“Mais do que uma certificação, esse reconhecimento do GPTW LATAM é uma validação de tudo que acreditamos: Cuidar das pessoas é o nosso maior propósito. E seguiremos nessa jornada com ainda mais dedicação, escuta e inovação”, conclui Luciana Amaral. 
 

Instituições Financeiras – A Tokio Marine ficou em primeiro lugar na sétima terceira edição do ranking “Melhores Empresas para Trabalhar no Setor de Instituições Financeiras 2025”, categoria Seguros, divulgado no último dia 12. A premiação é realizada pelo Great Place to Work (GPTW), em parceria com a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi).

Grupo MAG realiza Seminário de Letramento Racial e reforça compromisso com diversidade e inclusão

por MAG

O Grupo MAG promoveu, em 19 de agosto, o Seminário de Letramento Racial, uma iniciativa exclusiva para colaboradores que reuniu alguns dos principais pensadores e ativistas do país para debater racismo estrutural, diversidade e inclusão no mercado de trabalho. O evento, organizado pelo Grupo de Raças e Etnias do Plural — coletivo interno de diversidade da companhia — aconteceu de forma híbrida, com atividades presenciais na matriz do Rio de Janeiro e transmissão para todas as unidades do Brasil.

Entre os palestrantes convidados estiveram Renato Nogueira (filósofo e escritor), Quitéria Chagas (pesquisadora e referência em identidade negra e representatividade), Flavio Negrociando (ativista e educador), Flávia Souza (socióloga e consultora de diversidade), Ivanir dos Santos (líder religioso e referência em tolerância) e Wallace Moraes (professor da UFRJ, especialista em políticas públicas e justiça racial).

No encontro, foram discutidos temas como estratégias para enfrentar o racismo na prática, as barreiras e possibilidades para pessoas negras no mercado de trabalho e os impactos interseccionais do racismo e machismo sobre as mulheres negras.

Para Patrícia Campos, diretora de Gente e Gestão do Grupo MAG, a ação reforça o papel da empresa na valorização da pluralidade. “Quando reconhecemos a diferença como riqueza, liberamos o poder criativo da diversidade, aproximamos nossa organização dos diversos públicos e cultivamos um ambiente em que aprender e conviver se tornam uma fonte de realização compartilhada”, afirma.

O seminário está alinhado ao Jeito MAG de Ser, a proposta de valor ao colaborador (EVP) que traduz a cultura da companhia em ações concretas, reforçando pilares como cuidado, aprendizado contínuo e diversidade. Reconhecida como uma das Melhores Empresas para Trabalhar no Rio de Janeiro (GPTW 2025), a MAG vem investindo em programas que ampliam a inclusão e geram impacto positivo dentro e fora da companhia.

Maior festival global de talentos e cultura do setor de seguros abre inscrições gratuitas para a edição de 2025

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O Dive In 2025, maior festival mundial de cultura e talentos do setor de seguros, está com inscrições abertas e gratuitas para sua 11ª edição. Sob o tema “Belonging Builds Tomorrow” (“Pertencer constrói o amanhã” em português), o evento acontece de 16 a 18 de setembro. Serão mais de 70 eventos híbridos nos seis continentes e uma expectativa da organização em atrair mais de 40 mil inscrições de profissionais dos setores de seguros e negócios.

A programação inclui palestrantes como a Dra. Samantha Hiew, comunicadora premiada e fundadora da ADHD Girls, e Lily Zheng, consultora e autora renomada. Algumas das maiores seguradoras e escritórios de advocacia do mundo também subirão ao palco, com palestrantes de renome a serem anunciados em breve. As sessões abordarão tópicos como liderança, inteligência artificial e inovação, com o intuito de promover conversas essenciais para a construção de ambientes de trabalho mais inclusivos, resilientes e inovadores.

O Brasil terá representantes em seis painéis que abordarão questões de gênero, etarismo, diversidade para o desenvolvimento de culturas mais justas e saudáveis, além da opressão à diversidade por meio das mídias sociais e padrões estéticos, e o pertencimento como ferramenta para maximizar e reter talentos.

“Estamos em uma era de mudanças sem precedentes na política, na economia, na sociedade e na tecnologia. Esse ambiente exige uma base de talentos resiliente, equipada para enfrentar os desafios que o nosso setor e os nossos clientes enfrentam, por meio de inovação constante, riscos calculados e atendimento às expectativas das diversas partes interessadas. ‘Belonging Builds Tomorrow’ não é apenas um tema, é um chamado à ação. A criação de ambientes inclusivos é essencial se quisermos atrair e reter os talentos que constroem negócios ambiciosos, prontos para o futuro e equipes de alto desempenho”, diz Nick Line, Presidente do Inclusion@Lloyd’s.

Para apoiar o crescimento profissional, muitas sessões serão CPD, credenciadas pelo Chartered Insurance Institute (CII), permitindo que os participantes apliquem sua frequência em horas de desenvolvimento profissional.

Campanha #WhereIBelong 

Paralelamente ao evento, a campanha #WhereIBelong convida profissionais a compartilharem, no LinkedIn ou Instagram, onde sentem que mais pertencem, seja com colegas, na comunidade ou em atividades que amam. A iniciativa busca celebrar como o sentimento de pertencimento impulsiona o pensamento inovador, fortalece as equipes e cria locais de trabalho mais inclusivos.

Apoiadores

O Dive In 2025 é apoiado por parceiros globais do festival: Accenture, AIG, Antares Global, Aon, Arch, Asta, Aviva, AXA, Canopius, Clyde & Co, Everest, Fidelis Insurance Group, Gallagher, Guidewire, Howden, Liberty Mutual, Lloyd’s, Lockton, Markel, Marsh McLennan, Moody’s, Munich Re, Renaissance RE, RGA and WTW. A edição deste ano conta ainda com o apoio de BMS, CNA e Swiss Re.

Incêndio em silo no RS reacende alerta sobre riscos da armazenagem da supersafra de soja

por Alper Seguros

Há 1 mês, um recente incêndio que atingiu um silo de grãos às margens da BR-116, em Arroio Grande (RS), acendeu um alerta sobre a fragilidade da infraestrutura de armazenagem no agronegócio brasileiro. O caso, ocorrido em julho, reforça o que já vinha sendo previsto por especialistas: a supersafra de soja de 2025 pode expor produtores a riscos operacionais e financeiros ainda maiores, caso não sejam adotadas medidas de prevenção e proteção adequadas.
 

Com a estimativa de ultrapassar 170 milhões de toneladas nesta safra, o Brasil enfrenta um déficit de cerca de 50% na capacidade de armazenagem de grãos. Em comparação, a safra anterior (2023/2024) foi de aproximadamente 155,4 milhões de toneladas, segundo a Conab. O crescimento da produção sem o correspondente avanço na infraestrutura aumenta a pressão sobre silos, armazéns e estruturas improvisadas, elevando significativamente o risco de perdas.
 

A situação é especialmente crítica na região Sul, onde parte das estruturas de armazenagem é mais antiga e o volume de produção segue em alta. Eventos climáticos extremos e a presença constante de grãos estocados por longos períodos tornam a região particularmente vulnerável a acidentes como o de Arroio Grande.
 

“O espaço físico disponível não acompanha o crescimento da produção. Essa limitação pode impactar toda a cadeia, desde a estocagem até a comercialização, e gera uma exposição muito maior aos riscos”, afirma André Lins, vice-presidente de Agro da Alper Seguros. “Estamos falando de ativos altamente inflamáveis. A poeira da soja, por exemplo, pode provocar explosões em contato com o oxigênio, exigindo cuidados técnicos rigorosos no armazenamento”, complementa.
 

Além da preocupação com segurança, há o impacto financeiro direto sobre os produtores. A Alper aponta que o seguro rural e patrimonial tem se tornado uma ferramenta essencial para a proteção dos negócios, especialmente em cenários de alta volatilidade climática, econômica e política.
 

“O seguro é uma camada estratégica de proteção. Muitos acreditam que estocar a soja basta, mas esquecem que, até a venda e o escoamento, há um intervalo de exposição. Um sinistro pode comprometer toda a rentabilidade da safra”, reforça André Lins.
 

Segundo ele, será necessário ampliar os limites de cobertura e revisar as condições atuais das apólices para que estejam adequadas ao novo volume de produção. Entre as coberturas mais indicadas para produtores estão proteção contra incêndios, explosões, perdas por deterioração, danos estruturais e sinistros em silos e armazéns.
 

A Alper, além da corretagem, atua como consultoria estratégica no desenho de proteções sob medida, levando em conta o perfil de risco de cada cliente. A competitividade do agro depende não só da produtividade, mas da capacidade de proteger o que foi produzido. E isso passa por infraestrutura, gestão de riscos e seguros bem estruturados.

AXA amplia jornada digital com o lançamento da plataforma do Seguro Garantia

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A AXA no Brasil avança em sua jornada de transformação digital com o lançamento da nova Plataforma do Seguro Garantia. Agora, contamos com um processo de cotação e emissão é 100% digital, oferecendo uma experiência mais ágil e simplificada, e ampliando o perfil de corretores e clientes atendidos pela companhia.

Pensada para dar mais autonomia aos corretores e otimizar suas rotinas, a plataforma traz um produto que passou por uma revisão completa das condições técnicas e comerciais. Entre os principais diferenciais, estão:

●     Abrangência de riscos: atendimento a múltiplas modalidades, com configurações robustas e conformidade técnica;

●     Automação inteligente: aprovação automática de limites e taxas — recurso ainda raro entre seguradoras que atuam com Garantia no Brasil;

●     Velocidade: emissão de apólices em menos de 1 minuto, acelerando significativamente o processo;

●     Integração eficiente: validação imediata de CNPJ, integração via API e acesso facilitado às demais áreas da companhia.

A digitalização é um dos pilares estratégicos da AXA para expandir sua capilaridade e estreitar o relacionamento com corretores que atuam em diferentes perfis de risco. Mais do que tecnologia, trata-se de transformar a forma como a seguradora se conecta com seus parceiros.

“Acreditamos que a digitalização deve ser uma aliada do corretor, oferecendo ferramentas que simplificam sua rotina sem abrir mão da análise técnica quando necessária, algo essencial no mercado de seguros”, afirma Denis Maelaro, Diretor de P&C e Specialties da AXA no Brasil.

Com essa iniciativa, a companhia amplia o portfólio de produtos com processos totalmente digitais, como os seguros Condomínio, Auto Frota, RC Geral, E&O e D&O, e reforça seu compromisso com a eficiência e a inovação.

Para solidificar esta nova fase da companhia, a AXA trouxe Fábio Scatigno como novo Superintendente de Garantia da empresa, que chega com a missão de revisitar o produto e liderar a fase final do processo de digitalização. “O objetivo é transformar a experiência de corretores e clientes, abrindo caminho para novas oportunidades de negócio com mais agilidade e personalização. Estou muito feliz com a oportunidade de me juntar ao time da AXA e tenho certeza de que a plataforma vai agregar em eficiência e agilidade no atendimento dos nossos clientes”, destaca.

Fabio tem uma trajetória robusta e experiência nas áreas de Garantia, Resseguros e Gerenciamento de Riscos em companhias como Aon, XP Investimentos e Marsh McLennan, inclusive com atuações como expatriado no Equador e no México pela Horiens Risk Advisors.

Bradesco Saúde acelera crescimento em pequenas e médias empresas em diferentes regiões do Brasil

A Bradesco Saúde registrou avanços significativos na base de segurados do segmento de pequenas e médias empresas (PMEs) em diferentes regiões do país no primeiro semestre de 2025, impulsionada por estratégias de fortalecimento comercial, ampliação de parcerias com corretores e ações voltadas para o Seguro de Pequenos Grupos (SPG), que contempla empresas de 3 a 199 vidas.

O Rio de Janeiro apresentou aumento de 11,3% na base de segurados no segmento SPG, impulsionado pela abertura de pequenos negócios e pelos indicadores de emprego do estado. Dados da Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro (Jucerja) mostram que mais de 36 mil novos negócios foram abertos entre janeiro e maio nas cidades fluminenses, alta de 20% em relação ao mesmo período de 2024. No mesmo intervalo, o estado gerou cerca de 45 mil novos empregos formais, segundo o Novo Caged.

“Ter um plano de saúde é um dos três principais desejos do brasileiro, após as conquistas da casa própria e da educação. Momentos de aquecimento de indicadores de emprego e renda favorecem a contratação de benefícios corporativos por parte de empresas que buscam reter talentos e ampliar sua competitividade. Além disso, a Bradesco Saúde é considerada uma empresa sólida e querida pelos cariocas, por isso, só temos a comemorar”, destaca Flávio Bitter, diretor-gerente da Bradesco Saúde.

Já no Nordeste, Rio Grande do Norte (14,5%) e Piauí (8,2%) figuraram entre os mercados com maiores taxas de crescimento em relação ao mesmo período do ano passado. O desempenho na região foi favorecido pela criação de times comerciais especializados e pela iniciativa “Meu Primeiro SPG”, que capacita corretores para atuar na venda de planos de saúde para empresas desse porte. Como resultado, a base de corretores parceiros no Nordeste cresceu 13% no período. “Esse movimento em mercados como Rio Grande do Norte e Piauí confirma o potencial da região Nordeste e sua importância na nossa estratégia”, afirma Pablo Guimarães, superintendente sênior de Negócios da Bradesco Saúde nas regiões Norte e Nordeste.

O executivo também destaca os resultados da Região Norte e, mais uma vez, a força da ação “Meu Primeiro SPG”: o crescimento acumulado no semestre no segmento de planos para pequenos grupos foi de 4,7%, com destaque para Roraima (35,4%) e Amapá (15%), além de avanços nos maiores mercados da região, Pará (7,3%) e Amazonas (3%). A estratégia na região também envolve times comerciais especializados e no aumento de 21% na base de corretores parceiros. “Estamos atentos às particularidades locais, com investimentos voltados a fortalecer a nossa distribuição e a oferecer soluções que atendam às necessidades das empresas de cada estado, ampliando o acesso da população aos cuidados com a saúde”, reforça Pablo Guimarães.

No Sul, Santa Catarina vem se destacando de forma contínua no crescimento da base de segurados da empresa, registrando crescimento de 6,2% no total de beneficiários e expressivos 15,6% no segmento de PMEs — quase o triplo da média regional (5,5%). A base de corretores parceiros no estado avançou 12% no primeiro semestre, acompanhando a expansão econômica local, cujo PIB cresceu 7,6% no primeiro trimestre, mais que o dobro da média nacional. “O nosso desempenho em Santa Catarina é fruto de um mercado dinâmico e do trabalho integrado com os corretores, que conhecem as necessidades da região”, destaca Maurício Rocha, superintendente sênior de Negócios da Bradesco Saúde na região Sul.

Zurich Seguros abre inscrições para seu programa de estágio 2026, com foco em pessoas pretas

Carlos Toledo

A Zurich Seguros está com vagas abertas para a edição de 2026 do seu programa de estágio. Podem se candidatar estudantes universitários cursando o penúltimo ou último ano das áreas de Administração, Engenharia, Direito, Ciências Atuariais, Tecnologia, Economia, Estatística, Jornalismo e Relações Públicas. As oportunidades são destinadas para a matriz, em São Paulo, e as inscrições, que vão até 26 de setembro, devem ser feitas pelo site da Cia de Estágios, consultoria parceira da iniciativa.

O novo ciclo do programa de estágio contempla vagas afirmativas para grupos minorizados, como LGBTI+ e pessoas com deficiência (PcDs), com prioridade para a contratação de pessoas pretas e pardas. Com isso, a Zurich reforça seu compromisso com um ambiente mais inclusivo, diverso e acolhedor. A companhia foi destaque no Ranking GPTW Brasil 2024, ocupando o 2º lugar entre as seguradoras e reconhecida como uma das 25 melhores entre as grandes empresas. Além disso, foi premiada em 2025 como umas melhores empresas para trabalhar em diversos Rankings GPTW Diversidade, como LGBTI+, Mulher: Étnico-Racial e Pessoas com Deficiência.

O programa de estágio é desenvolvido no modelo híbrido de trabalho (duas vezes por semana no escritório e três em home office), com carga horária de 6 horas por dia e direito a bolsa-auxílio de R$ 2,5 mil. Além disso, a empresa oferece benefícios como vale-refeição, vale-transporte, assistência médica e odontológica, descontos em academias, atendimento psicológico e telemedicina, além de acesso à UniZurich (universidade corporativa da empresa), plataforma para desenvolvimento de idiomas e  uma trilha dedicada a desenvolvimento com treinamentos técnicos e comportamentais.

Com índice de efetivação de 90%, o programa reforça a aposta da companhia na formação e retenção de talentos diversos. Ao longo do estágio, os estudantes participam de atividades práticas e encontros com lideranças, aprofundando seu conhecimento sobre o mercado segurador e suas possibilidades de carreira. 

“O programa é estruturado para que os estudantes possam colocar em prática o que aprendem e se desenvolver em um ambiente acolhedor e desafiador”, diz Carlos Toledo, diretor executivo de Pessoas & Cultura da Zurich Seguros. “Nosso propósito é ampliar a representatividade dentro da companhia e oferecer oportunidades reais de desenvolvimento e crescimento profissional”, conclui. 

ANTT, CNseg e FenSeg capacitam gestores públicos para melhor uso de seguros em leilões, licitações e PPPs

por CNseg

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), junto à Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), realizou, nesta terça-feira (19), em Brasília (DF), o “Workshop Seguros Aplicáveis aos Transportes Terrestres”. O evento técnico, em parceria com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), contou com especialistas do setor de seguros e de infraestrutura terrestre para debater sobre seguros aplicáveis a rodovias e ferrovias, suas coberturas e particularidades.

A superintendente de Relacionamento com o Poder Executivo da CNseg, Laíne Meira, destacou a importância do encontro para a promoção da inclusão dos seguros em diversas modalidades do setor público.

“Existe um grande desconhecimento dos seguros, de maneira geral. O setor de seguros é muito amplo. Não envolve somente os grandes riscos, os danos e responsabilidades, mas também capitalização, o setor de saúde e previdência privada. Diante disso, uma das diretrizes da CNseg é que encontros como esse possam manter o diálogo com as entidades, aproximar-se de outros setores e desenvolver o tema de seguros da melhor forma possível”, destacou.

Para o diretor da ANTT, Lucas Asfor, a aplicação de seguros na operação de transportes é indiscutível. Ele ressalta que o encontro deve promover melhor preparação para a aplicação securitária de iniciativas, principalmente na área de transporte terrestre.

“Não precisamos nem discutir sobre a importância do seguro tanto no desenvolvimento da infraestrutura do transporte terrestre, na construção ou na modernização de uma rodovia ou de uma ferrovia. Não há um desenvolvimento sustentável sem a solidez de um contrato ou sem a cobertura de um seguro confiável para todos. Ainda mais para quem vai desembolsar um investimento vultoso, como no setor de infraestrutura, e em ações relacionadas à operação do transporte, tanto de passageiros quanto de cargas. Um workshop como esse não é apenas um evento, mas sim o início de uma parceria, a fim de trazer toda a governança para ambos os setores”, afirmou.

Segundo o diretor-executivo da FenSeg, Danilo Silveira, a aplicação dos seguros em obras públicas ou ações que envolvam as políticas de transportes no país pode auxiliar na diminuição de riscos e, certamente, trazer mais segurança para usuários e poder público.

“Empresas e governo convivem com risco todo dia e o seguro é a ferramenta mais adequada de transferência desse risco. Contudo, apesar de importante, é um produto ainda desconhecido. Eu creio que a gente tem uma jornada para disseminar esse conhecimento. Que a gente comece o diálogo aqui, para que a gente vá evoluindo e debatendo os temas de interesse de ambas as partes”, ressaltou.

Temas debatidos 

Análise de Riscos: Apresentado pelo diretor-executivo da FenSeg, Danilo Silveira, teve como tema central a gestão de riscos para identificar, avaliar e tratar eventos que possam impactar uma organização. Ele abordou as principais etapas da modalidade, como identificação, análise, tratamento e monitoramento, e a viabilidade técnica das ações. Enfatizou que a transferência dos riscos, via contratação de seguros, é uma das alternativas para o tratamento dos riscos.

Riscos de Engenharia: O vice-presidente da Comissão de Riscos de Engenharia da FenSeg, Christian Zammit, apresentou os conceitos básicos do tema, como a definição do seguro, área de atuação e principais tipologias, além do início e término da vigência da apólice. Em sua abordagem, ele destacou a identificação das partes integrantes e condições contratuais, a atuação no âmbito geográfico, cobertura e valor de risco, e exemplificou como é apresentada a estrutura de uma apólice de seguros sobre o tema.

Responsabilidade Civil Geral e o Seguro Ambiental: O presidente da Comissão de Responsabilidade Civil Geral e Seguro Ambiental da FenSeg, Fábio Barreto, apresentou o tema abrangendo diversas modalidades e princípios que garantem a proteção conforme o contrato de seguro (Coberturas e Exclusões). Foram destacados exemplos práticos para evidenciar a importância do seguro na mitigação de riscos ambientais, obras e outras atividades correlatas.

Seguro Garantia: A presidente da Comissão de Riscos de Crédito e Garantia da FenSeg, Ketlyn Stefanovic, explicou a definição do Seguro Garantia e as partes envolvidas no contrato (tomador, segurado e seguradora). Ela apresentou as principais modalidades relacionadas ao setor público e pontos de observação a partir da nova lei de licitações.

Responsabilidade Civil Ônibus – RCO: O integrante da Comissão de Transporte da FenSeg, Misael Lima, apontou o que se deve observar no momento da contratação da apólice, as principais coberturas e exclusões sobre o tema. Ele ainda enfatizou a importância do seguro como um todo, além de aspectos da Lei 15.040/24 que impactam o seguro de RCO.

Seguro de Transportes e suas coberturas: Apresentado pelo presidente da Comissão de Seguro Transporte da FenSeg, Marco Antonio Nogueira, teve como destaque a abordagem dos conceitos do seguro, seguros obrigatórios de responsabilidade civil dos transportadores de Carga que incluem o RCTR-C, RC-DC (para desaparecimento de carga), RCTAC, RCA-C, RCTF-C (ferroviário) e RCOTM-C (operador de transporte multimodal). Ele destacou a recente portaria aprovada pela ANTT e as principais coberturas, exclusões e situações que deverão ser observadas no momento da contratação deste tipo de seguro.

Seguro de Property e suas particularidades: Na apresentação da vice-presidente da Comissão de Riscos Patrimoniais – Grandes Riscos da FenSeg, Janete Tani, foram destacados os fundamentos do seguro de Property (patrimonial), suas coberturas, exclusões, tipos de apólices e particularidades que o diferenciam de outros ramos do seguro.

Arrecadação de seguradoras recua 1,67% no semestre, para R$ 206 bilhões

seguros

O primeiro semestre traz um dado peculiar do setor de seguros. Anos com avanço de dois dígitos, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) informa que o setor arrecadou R$ 206,06 bilhões no primeiro semestre do ano, variação negativa de 1,67% em termos nominais frente ao mesmo período de 2024, quando o resultado foi de R$ 209,56 bilhões. As indenizações, resgates, benefícios e sorteios totalizaram R$ 131,31 bilhões entre janeiro e junho, representando crescimento nominal de 9,96% na comparação anual.

Segundo dados estatísticos da CNseg, desde 2020 os segmentos do setor avançam ou andam de lado. Seguro de danos e responsabilidades saíram de R$ 78,7 bilhões em 2020 para R$ 89,8 bilhões, e sucessivamente avançaram ao longo dos anos para R$ 113,3 bilhões, 125,1 bilhões e 134,4 bilhões até 2024. Em seguro de vida: R$ 47,7 bilhões, R$ 53,5 bilhões, R$ 60,4 bilhões, R$ 65 bilhões, e R$ 75 bilhões. Em previdência com VGBL: R$ 124,5 bilhões, R$ 138,8 bilhões, R$ 153,9 bilhões, R$ 168 bilhões e R$ 194,3 bilhões. Já em capitalização: R$ 23,2 bilhões, R$ 24,2 bilhões, R$ 28,4 bilhões, R$ 30 bilhões, R$ 32 bilhões. 

Os seguros de danos e de pessoas (com exceção do VGBL) alcançaram R$ 106,91 bilhões em arrecadação, alta nominal de 8,09% em relação ao primeiro semestre de 2024. No segmento de danos, o seguro auto manteve a maior participação, com 41,4% do total, somando R$ 28,92 bilhões em prêmios — crescimento de 5,94% em termos nominais e de 0,73% em termos reais.
 

Segundo executivos entrevistados, dificilmente o setor conseguirá apresentar crescimento considerando-se o VGBL nas contas totais, uma vez que acham difícil uma reversão da medida do governo de taxar o produto com IOF de 5% no aporte superior a R$ 300 mil em 2025 e R$ 600 mil em 2026.

Nos seguros de pessoas, o destaque foi o seguro de vida, com R$ 18,15 bilhões arrecadados, avanço de 10,78% em termos nominais e 5,32% em termos reais em relação ao mesmo período de 2024. Entre os produtos de acumulação, as contribuições somaram R$ 82,26 bilhões até junho, queda nominal de 13,93% frente ao primeiro semestre de 2024. Subtraídos os resgates e benefícios, a contribuição líquida para esses produtos foi de R$ 6,31 bilhões no semestre.

Já o segmento de capitalização registrou desempenho positivo, com R$ 16,89 bilhões arrecadados, alta nominal de 12,01% e real de 6,48% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A nova Lei dos Seguros e os Grandes Riscos: a bola está com a Susep

por Debora Schalch, advogada, é especialista em Direito Securitário e sócia-fundadora do Schalch Sociedade de Advogados (SSA)
 

Após a publicação da nova Lei de Seguros em dezembro último, uma das grandes preocupações do setor, não apenas de seguros, mas de todos os demais setores da economia que demandam a proteção securitária para suas atividades e projetos, é como os órgãos regulatórios (CNSP e a Susep) vão lidar com os chamados seguros para cobertura de grandes riscos.

Isto porque a nova Lei de Seguros descuidou dos grandes riscos, deixando de trazer disposições para tratar desta modalidade de contrato de seguro, a exemplo do que já ocorre em legislações de vários países da Europa e da América Latina, que distinguem os riscos massificados dos grandes riscos. 

É sabido que o Brasil não consegue sustentar um crescimento anual acima de 5% desde 2010, quando o Produto Interno Bruto (PIB) alcançou um aumento de 7,5%. Para que o país possa, consistentemente, apresentar bons números, torna-se fundamental a construção de uma base sólida para o desenvolvimento o que, indubitavelmente, depende de grandes investimentos em projetos de infraestrutura e de um mercado de seguros preparado e capaz de oferecer garantias para os riscos envolvidos nesses projetos.

Apesar da relevância do tema para o desenvolvimento e para a economia nacional, a nova legislação, que entrará em vigor em dezembro, não distingue os riscos massificados dos grandes riscos, aplicando regras protecionistas típicas de uma relação de consumo a relações negociais entre grandes empresas, governo e seguradoras, retirando das partes a prerrogativa de negociarem as regras contratuais de acordo com as necessidades específicas de cada projeto.

As peculiaridades técnicas e jurídicas dos grandes projetos, especialmente os de infraestrutura, demandam diálogo e negociação, de forma a possibilitar uma análise criteriosa dos riscos, mecanismos de gestão, mitigação e soluções para as hipóteses de sinistro.

Na contramão, contudo, a nova lei de seguros estabelece prazos para regulação e liquidação de sinistros claramente incompatíveis com a complexidade que envolve as apurações de causas e valores nos eventos de grandes obras, o que pode conduzir a decisões precipitadas e sem a necessária segurança para as partes, com o consequente aumento na judicialização entre seguradoras, segurados e tomadores de seguro.

Além do aumento da judicialização, a nova lei de seguros poderá impactar negativamente o seguro garantia com cláusula de retomada, previsto na atual lei de licitações e que faz dessa modalidade de seguro um forte aliado no combate à paralisação de obras públicas.

A paralisação de uma obra pública demanda uma série de análises e providências para que possa ser retomada e a expectativa é de que com a maior participação das seguradoras passem a contar com o fôlego técnico e financeiro necessários para o prosseguimento desses projetos. Contudo, a massificação dos grandes riscos, com clausulados padronizados, prazos e penalidades severas para as seguradoras, poderá reduzir o interesse das seguradoras e resseguradoras em garantir esses projetos.

Atualmente, os contratos de seguros de danos considerados de grandes riscos são regulamentados pela Resolução CNSP nº 407/2021, de acordo com a natureza do ramo de seguro e com critérios econômico-financeiros do segurado e do tomador do seguro.
 

Esse ato normativo permite liberdade negocial ampla e mais eficiente, especialmente nos contratos entre empresas com alta capacidade técnica e econômica, como ocorre nos projetos considerados de grandes riscos, dentre os quais se incluem os de infraestrutura tão necessários ao país.
 

Contudo, a Resolução 407/21 está sendo questionada através de Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 7074), que, se reconhecida, poderá retirar do país o último recurso para que os grandes riscos tenham um tratamento diferenciado e adequado ao momento e às necessidades de desenvolvimento estrutural e econômico nacional.
 

Com relação à ADI, é importante observar que em grandes riscos as partes possuem equivalência técnica e econômica, não se estabelecendo uma relação de consumo que deva ser protegida pelo Estado, como, de forma contrária à melhor doutrina e jurisprudência nacional, defendem os autores da Ação.
 
O setor de seguros tem muito a crescer e a agregar ao país que, mesmo sendo a nona maior economia do mundo, encontra-se na 18ª posição quando o assunto é a participação dos seguros no PIB. A participação do setor representa apenas 6% da soma de todos os bens e serviços finais, abaixo da média de 10% observada nos países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Em um país onde mais da metade das obras públicas contratadas com recursos federais estão paralisadas, fica evidente que o problema não está apenas na falta de investimento, mas sim em entraves estruturais, e a ausência de instrumentos de mitigação de risco adequados é um deles. Segundo levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU), são 11.944 construções paradas, ou seja, 52% do total.
 
As consequências são sentidas de forma mais aguda nas áreas de saúde e educação. Juntas, elas concentram 8.674 empreendimentos sem perspectiva de conclusão, o que representa 72,6% do total. Escolas, hospitais e unidades básicas de saúde transformadas em esqueletos urbanos, consumindo recursos públicos sem entregar absolutamente nada à população.

Ainda segundo o TCU, os investimentos federais em obras nas principais cidades brasileiras apresentaram um aumento entre 2020 e 2024: de R$ 76 bilhões para R$ 87,6 bilhões. Esse crescimento contrasta com o crescimento no percentual de obras paralisadas (era de 29% em 2020). A explicação, no entanto, é simples: cerca de R$ 9 bilhões em recursos já foram gastos com a paralisação e mais de R$ 20 bilhões serão necessários para a efetiva conclusão dos projetos.

Por isso, a previsão legal de que as apólices de seguro garantia podem garantir até 30% do valor da obra é essencial, passando as seguradoras a estabelecer uma relação que transcende a de meras provedoras de proteção financeira para se tornarem verdadeiras parceiras do projeto. Ao internalizar uma fatia considerável do risco, passam a ter um incentivo adicional para monitorar de perto o andamento das obras e a solidez dos empreendimentos.

Assim, uma dose extra de segurança é injetada no ambiente de investimentos em infraestrutura e grandes projetos no Brasil. A presença de um par

ceiro financeiro robusto e com expertise na avaliação de riscos complexos tende a mitigar as preocupações dos investidores, tornando o cenário mais atrativo e confiável. Mais do que proteção contra perdas financeiras inesperadas, a presença das seguradoras pode catalisar o desenvolvimento de projetos de grande escala, impulsionando o crescimento econômico e a geração de empregos no país.

De acordo com a CNSEG (Confederação Nacional das Seguradoras), cerca de R$ 2 bilhões em contratos de obras públicas já preveem a contratação de seguros com cláusula de retomada, Estados como Mato Grosso, Pernambuco e São Paulo saíram na frente, adotando a exigência em licitações locais. 
 
No entanto, a adoção pulverizada pode gerar assimetrias e insegurança jurídica — o que, mais uma vez, reforça o papel central da Susep nesse processo. A expectativa é de que o país possa contar com um marco regulatório moderno e que permita a expansão do seguro em todo o seu potencial social e econômico. 
Enquanto isso não acontece, as seguradoras e resseguradoras não se sentem confortáveis em participar dos editais. O risco é alto, a margem de negociaçao é pequena e o cenário regulatório é ainda incerto.

A adoção de boas práticas é fundamental para que o Brasil se torne um mercado sólido, previsível e atrativo para investidores. A modernização do seguro-garantia e o fortalecimento das apólices com cláusula de retomada tem a capacidade de impactar diretamente a economia, a gestão pública e, principalmente, a qualidade de vida da população. Afinal, obras paralisadas significam escolas fechadas, hospitais inacabados e estradas intransitáveis.


Parte desse caminho já está pavimentado. A Susep, agora, tem a chance de não apenas cumprir sua missão institucional, mas de agir com celeridade, técnica e diálogo para beneficiar o setor de seguros, a sociedade e o país.