Itaú Seguridade obtém margem financeira de R$ 6,2 bi em 2017

A Itaú Seguridade divulgou lucro no quarto trimestre de R$ 735 milhões, compondo o lucro de R$ 6,2 bilhões do conglomerado. O resultado com seguro, previdência e capitalização totalizou R$ 2,1 bilhões, com índice de eficiência de 24,8% no trimestre e de R$ 7,7 bilhões no ano. A margem financeira gerencial foi de R$ 1,7 bilhão no trimestre e de R$ 6,2 bilhões no ano.

Seguros participou com 47% do lucro da Itaú Seguridade, previdência com 46% e capitalização com 7%. O grupo destacou que o aumento do lucro líquido da Itaú Seguridade no trimestre foi devido a maiores prêmios e menores sinistros em seguros de vida, acidentes pessoais, proteção de cartões e relacionados a crédito. Também houve aumento no lucro líquido de R$ 136 milhões em Previdência devido ao teste de adequação de passivos. Nas demais atividades, o aumento de sinistros se deve à uma provisão para contingência de R$ 83 milhões em seguro saúde.

O grupo superou as projeções de crescimento em 2017, alcançando 5,2%, acima do intervalo de 0% e 4%. Para 2018, a expectativa é crescer entre o intervalo de 6,5% e 9,5% no Brasil.

Brasil perdeu US$ 22 bilhões em 2017 com ataques cibernéticos

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Os riscos cibernéticos continuam causando muitos danos às empresas. Em 2017, ameaças à segurança de redes gerou milhões em perdas para grandes empresas, que tiveram dados sigilosos acessados por hackers. De acordo com um estudo da Cyber Handbook, até 2019 estima-se que as perdas com esse tipo de crime podem atingir US$ 2,1 trilhões. A vulnerabilidade no sistema de segurança, pode gerar a perda de dados sigilosos, resultando em sérias consequências reputacionais e financeiras para as organizações.

O Brasil possui números alarmantes: é o segundo país que mais perdeu financeiramente com ataques cibernéticos, atrás apenas da China. Em 2017, cerca de 62 milhões de brasileiros foram vítimas de cibercrime, o que representa 61% da população adulta conectada do país. De acordo com estudo Norton Cyber Security Report, em 2017, os crimes cibernéticos causaram prejuízos de US$ 22 bilhões ao Brasil, sendo que cada vítima perdeu uma média 34 horas com as consequências dos ataques.

No caso mais recente, no Brasil, as informações de mais de dois milhões de clientes de um e-commerce foram vazadas, depois que um hacker conseguiu ter acesso a nome completo, data de nascimento, CPF, valor gasto e data da última compra das pessoas cadastradas. Para amenizar os impactos negativos destes ataques, uma saída é contratar um seguro cibernético, que, segundo o Superintendente de linhas financeiras da BR Isurance, Fernando Cirelli, “esse tipo de seguro dá todo o suporte para investigar e sanar os danos causados por ameaças cibercriminosas”. ”É uma proteção contra prejuízos por invasões de hackers, extorsão, lucros cessantes e roubos de dados digitais, que causem prejuízos para a empresa ou para os clientes prejudicados por esses ataques”, afirma o executivo. Mesmo ainda sendo pouco conhecido no Brasil, o seguro cibernético teve um crescimento expressivo no país: entre maio e dezembro de 2017 a procura por esse produto aumentou 200%.

O relatório Looking ahead: Cyber Security 2018, produzido anualmente pela FireEye destaca que há o lado bom dos ataques, uma vez que empresas públicas e privadas e os governos têm buscado a inovação de seus departamentos internos – tanto em produtos quanto em estratégias – para que estejam aptos a detectar e responder mais rapidamente às ameaças.

Porto Seguro divulga lucro de R$ 1,1 bi em 2017, alta de 20% considerando efeitos extraordinários

O lucro líquido atingiu R$ 1,1 bilhão em 2017, crescimento de 20%, correspondendo a um ROAE de 16,9% (+1,4 p.p.). Desconsiderando a venda das ações do IRB, o lucro líquido recorrente anual atingiria R$ 982 milhões (+6% vs. 2016) e o ROAE 15,1% (-0,4 p.p. vs. 2016).

No quarto trimestre de 2017, o lucro apurado foi de R$ 270 milhõe, correspondendo a uma redução de 11% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto o ROAE alcançou 15,7%. Desconsiderando os efeitos da mudança do cronograma de pagamentos do JCP1, o lucro líquido recorrente do 4T17 teria crescido 9% (vs. 4T16).

Nota do balanço cita que apesar do final da recessão econômica no segundo semestre de 2017, o Brasil sofreu com os efeitos da crise. A demanda enfraquecida, o aumento da criminalidade em alguns estados, a forte queda na taxa de juros e o ambiente competitivo acirrado no seguro auto foram fatores desafiadores para a indústria de seguros. Entretanto, conseguimos expandir as nossas receitas em todas as principais linhas de negócio.

Segundo o comunicado, o lucro evoluiu, suportado pela estratégia de expansão geográfica, pela diversificação de produtos e pela nossa disciplina na recomposição de preços, contribuindo para aumentar em três vezes o resultado operacional em relação a 2016. Além disso, obtivemos um maior desempenho relativo das aplicações financeiras, resultado importante em um ano com forte redução nas taxas de juros.

Na operação de seguros, os prêmios auferidos evoluíram 8% no trimestre e 3% no acumulado do ano. No seguro de automóvel, o crescimento de prêmios foi de 5% no 4T17, favorecido pelos reajustes de preços. A frota segurada reduziu 3%, atingindo 5,3 milhões de veículos (vs. 4T16), impactada pela maior competitividade e pela menor demanda.

Segundo o grupo, o mercado já mostra sinais de recuperação, com aumento de 9% na venda de veículos novos em 2017 (fonte: Anfavea). Nos outros segmentos, os prêmios dos produtos Patrimoniais, Saúde, Vida, Odontológico e Transporte cresceram mais de 10% no trimestre.

O índice combinado de seguros melhorou 4,8 p.p. no trimestre e 2,2 p.p. no ano, atingindo 94,6% e 96,9% respectivamente (vs. 2016). No trimestre, a sinistralidade total alcançou 51,2% (-5,0 p.p vs. 4T16), a melhor marca trimestral dos últimos 10 anos, influenciada pelos reajustes de preços realizados no seguro Auto e pelo aperfeiçoamento do modelo de subscrição de riscos e menor incidência de eventos climáticos nos produtos Patrimoniais. O índice de despesas administrativas de seguros evoluiu 0,7 p.p. no 4T17 e 0,3 p.p. no ano, afetado principalmente pela desaceleração dos prêmios ganhos.

Entretanto, a soma dos índices de despesas administrativas e operacionais permaneceu praticamente estável (-0,1 p.p. vs. 2016).

As receitas das empresas Financeiras e de Serviços subiram 13% no quarto trimestre, intensificadas pela expansão dos negócios de Cartão de Crédito e Financiamento. O indicador de inadimplência das operações de crédito (> 90 dias) encerrou o trimestre em 4,5%, melhor índice dos últimos 5 anos e 1,7 p.p. menor do que a média de mercado.

O resultado financeiro apresentou uma redução de 43% no trimestre (vs 4T16), em consequência da queda do CDI médio em 46%. Contudo, as aplicações financeiras superaram o benchmarking, devido ao desempenho das posições em títulos com juros prefixados e indexados a inflação. A rentabilidade trimestral da carteira (ex. previdência) foi de 1,9% (107% do CDI) e de 10,8% (109% do CDI) no acumulado do ano.

Nesse ano, o grupo desenvolveu diversos projetos para a otimização de processos, modernizando a estrutura de atendimento e aumentar o foco nos canais digitais, com o objetivo de melhorar a experiência do cliente e apoiar os corretores. “Acreditamos que estamos bem posicionados para desenvolver e capturar valor nos setores que atuamos, com diferenciação e sinergia entre produtos”, finaliza o grupo aos acionistas e clientes.

Bradesco: Octavio de Lazari deixará seguros para comandar o banco

ATUALIZAÇÃO: O Bradesco decidirá se Lazari vai acumular a presidência do Bradesco com a do grupo segurador até ao fim de março, quando ocorre a assembleia anual da empresa de seguros.

Octavio de Lazari Junior vai assumir a Presidência da Diretoria Executiva do Bradesco, segundo fato relevante divulgado hoje. Luiz Carlos Trabuco Cappi permanecerá na Presidência do Conselho e cumprirá o seu atual mandato de Presidente da Diretoria Executiva até a primeira Reunião do Conselho a ser realizada após a próxima Assembleia Geral Ordinária prevista para 12 de março de 2018.

A nota informa que ele permanecerá em seguros, mas é óbvio que não por muito tempo. Certamente terá de se dedicar de corpo e alma para administrar o segundo maior banco privado do Brasil com R$ 1,3 trilhão em ativos. A curiosidade agora é quem vai comandar o braço segurador, que em 2017 respondeu por 29% do lucro do banco. A meta de Lazari em seguros era que a penetração de seguros entre os clientes do banco passasse de 1,6 para 2 produtos.

Especulações citam Jorge Nasser, que comanda a Bradesco Previdência há um ano, quando deixou a diretoria de marketing do banco para assumir o cargo. Também comentam sobre Marco Antonio Gonçalvez, diretor geral da Bradesco Seguros. Algum diretor do banco também está na lista de apostas para assumir o braço segurador, que acaba de contratar Ney Dias, ex-Porto e Itaú, para comandar a Bradesco Auto RE.

A indicação de Lazari está respaldada por um processo formal de sucessão e nomeação e devidamente avalizada pelo Comitê de Sucessão e Nomeação da Organização Bradesco, cujo nome será referendado na reunião do Conselho.

Segundo o fato relevante, “seus méritos pessoais são reconhecidos entre seus companheiros e merecerá deles toda distinção, mantendo-se a linha de continuidade e renovação, o que será fundamental para assegurar a posição de destaque que o Banco detém nos cenários financeiros nacional e internacional”. Com 54 anos, atualmente é Diretor Executivo Vice- Presidente do Bradesco, além de Diretor-Presidente do Grupo Bradesco Seguros, onde permanecerá exercendo essa função.

Graduado em Ciências Econômicas pela Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas de Osasco, possui especializações em Estratégias Financeiras e Marketing pela Fundação Instituto de Administração – FIA, Gestão Financeira pela Fundação Getulio Vargas – FGV e Estratégias em Finanças pela Fundação Dom Cabral. Participou do AMP – Advanced Management Program ministrado pelo IESE Business School – University of Navarra, em São Paulo.

Iniciou a carreira em 1978 em agência do Bradesco como Contínuo, chegando a Gerente de Agência. Em 1998 passou a atuar na Área de Crédito, onde chegou a Diretor, respondendo pelos segmentos Corporate, Pequenas e Médias Empresas e Varejo. Em 2010 foi promovido ao cargo de Diretor Departamental, responsável pelo Departamento de Empréstimos e Financiamentos, sendo, em 2012, alçado à Diretoria Executiva e, em 2017, a Diretor Executivo Vice-Presidente e Diretor-Presidente do Grupo Bradesco Seguros.

Foi Presidente do Conselho Diretor da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança – ABECIP, Membro Suplente do Conselho de Administração da Câmara Interbancária de Pagamentos – CIP, Membro Titular do Conselho de Administração da CIBRASEC – Companhia Brasileira de Securitização, Membro do Conselho de Representantes da Confederação Nacional das Instituições Financeiras – CNF, Diretor Setorial de Crédito Imobiliário e Poupança e Vice-Presidente do Comitê de Governança da Portabilidade de Operações de Crédito da FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos, Membro do Conselho Consultivo do FIABCI/BRASIL – Capítulo Nacional Brasileiro da Federação Internacional das Profissões Imobiliárias e Diretor Suplente da Uniapravi – Unión Interameriana para la Vivienda.

Sucesso à frente do Bradesco.

Além do novo CEO, o Bradesco indicou os seguintes vice-presidentes ao conselho do banco: Domingos Figueiredo de Abreu, Alexandre da Silva Glüher, Josué Augusto Pancini e Maurício Machado de Minas. O conselheiro Aurélio Conrado Boni solicitou renúncia ao cargo.

Resultado financeiro das seguradoras recua 18% em 2017, revela Siscorp

O resultado financeiro das seguradoras registrou queda de 18% em 2017, segundo análise feita pela consultoria Siscorp dos números divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Segundo Dawson Henriques, diretor da Siscorp, o tema é pauta deste ano de todos no setor. “Além da queda da taxa Selic, ficou decidido que as seguradoras terão que considerar as receitas oriundas de suas aplicações financeiras com as reservas técnicas na base de cálculo do PIS e COFINS”, comentou em sua página no LinkedIn.

Entre o ranking das 16 maiores, a Itaú Unibanco foi a que registrou o maior recuo, de 52%, passando o resultado de R$ 1,2 bilhão em 2016 para R$ 585 milhões em 2017, muito em razão de ter reduzido o volume de prêmios por ter deixado de operar em nichos como garantia e grandes riscos. Mapfre registrou queda de 37% e a SulAmérica de 31%. As líderes do ranking, Bradesco e BB Seguros (sem Mapfre) registraram baixa de 24% e 4%, respectivamente.

Caixa, Zurich, Prudential, Liberty e Allianz foram as cinco únicas na tabela da Siscorp a registrarem avanço no resultado financeiro de 2017.

Veja abaixo a tabela:

Renovações de contratos de resseguro em janeiro se mostram ponderados

O ciclo “soft” de subscrição de resseguro pode ter finalmente mudado, mas os aumentos de preços parecem modestos, afirma a Fitch Ratings em um relatório recente sobre as renovações deste início de ano. A agência, com base nos dados dos relatórios de diferentes brokers, prognosticava há algumas semanas, aumentos de preços nas taxas de cobertura de danos contra riscos catastróficos, o que seria o primeiro aumento desde 2013.

“No entanto, apesar das grandes perdas devido a catástrofes em 2017, os aumentos foram modestos e acreditamos que o crescimento do capital alternativo alterou a dinâmica do mercado de resseguro, tornando menos provável uma escassez de capacidade e um ciclo de subscrição potencialmente mais soft”, afirmou a agência.

Neste ponto, a Fitch ressalta que os investidores de Insurance-linked securities (ILS) já reabasteceram em grande medida a maior parte do capital consumido por perdas catastróficas do ano passado. “As perdas seguradas por catástrofes tiveram um impacto relativamente limitado no capital da maioria das resseguradoras, já que estavam bem distribuídos entre seguradoras, resseguradoras e mercados de capitais”, afirma a Fitch.

As renovações de janeiro mostram aumentos de dois dígitos em alguns programas de resseguro nos Estados Unidos afetados por perdas, mas os aumentos em outras áreas têm sido moderados. “Na Europa, 2017 foi um ano benigno para as catástrofes, por isso que, apesar das perdas nos Estados Unidos, as resseguradoras não puderam investir grande parte da redução de preços nos últimos anos”, informa a agência.

“Nossas perspectivas para o setor de resseguro permanecem negativas, refletindo a pressão contínua sobre os benefícios derivados dos preços competitivos, a posição do capital alternativo e os baixos retornos dos investimentos”, afirma a Fitch, que também chama a atenção, sobre a evolução dos índices combinados nas empresas do setor, “que vem se deteriorando de forma constante”.

Liberty Seguros lança atendimento via chatbot em mídias sociais

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A Liberty Seguros, em parceria com a Mondial Assistance, lança hoje a LIA, chatbot da seguradora que, por meio de bate-papo no Facebook Messenger, oferecerá serviços de seguros auto para clientes e corretores.

O novo canal oferecerá serviços de assistência 24 horas, que incluirão abertura de solicitação de guincho, solicitação de conserto no local do sinistro, envio de localização via chat e retorno do atendimento por telefone em caso de perda de conexão.
Para o público em geral, LIA poderá dar informações sobre produtos e a empresa, indicar corretores próximos, além de prover informações sobre sinistros envolvendo clientes Liberty.

Para corretores, o canal auxiliará no direcionamento da plataforma Meu Espaço Corretor e na busca de filiais, além de apresentar dados sobre produtos e informações sobre como se tornar um parceiro Liberty.

“Os brasileiros são reconhecidos pelo uso das mídias sociais e buscam nas interações eletrônicas uma resolução mais simples para suas solicitações. Com a LIA, a Liberty Seguros cria sua primeira assistente eletrônica baseada em inteligência artificial, com o objetivo de oferecer praticidade para os clientes”, diz Etienne Gonçalves, superintendente de Experiência Digital e Clientes da Liberty Seguros.

Thinkseg inicia venda de seguro de moto no Nordeste

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A partir de hoje, chega ao nordeste o seguro Thinkseg Moto para proteger o principal ativo de motociclistas, sejam motoboys, mototáxis ou aqueles que usam a máquina de duas rodas para o lazer. A região com mais motos do que carros também é líder no financiamento de motos em todo o País. Em média, apenas 1,78% dos motocicletas da região Nordeste tem seguro para moto. A maioria dos motociclistas está desprotegida.

“ O Thinkseg Moto vai garantir às pessoas a devolução do valor da moto roubada ou furtada. Essa proteção para o principal bem da vida dos motociclistas é uma necessidade. Eles desempenham um importante papel na economia do nordeste. A moto, muitas vezes, com financiamento a pagar, é usada para entregas, transporte de passageiros e, nos últimos anos, cada vez mais, para deslocamentos em áreas agrícolas, substituindo até animais e outros meios de transporte”, diz o CEO da Thinkseg, Andre Gregori.

“O Thinkseg Moto foi projetado com um preço justo, a partir de R$ 1,90 por dia. Pode ser contratado de modo fácil, rápido e descomplicado pelo celular e também pelo site. Só entrar no thinkseg.com e, em 5 segundos, a pessoa tem a sua cotação pronta”, completa o CEO da Thinkseg, Andre Gregori.

Motoboys e mototáxis chegam a rodar, em média, 15 horas diárias, por todos os lugares, sendo alvos fáceis para furto e roubo, segundo a Federação Interestadual das Regiões Norte e Nordeste dos Trabalhadores em Transportes de Mototaxistas e Taxistas (Fenordest).

A região nordeste é a segunda mais representativa em número de motociclistas ativos no País. Só perde para o sudeste. Os nove estados que compõem o (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe) somam 7,2 milhões de motos e motonetas contra 6,5 milhões de carros, segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). O lançamento da marca Thinkseg, no Nordeste ocorreu no último dia 17 de janeiro, como uma das patrocinadora do time Fortaleza, durante o primeiro jogo do campeonato estadual.

“Nosso objetivo é levar inovação tecnológica, na área de seguros, a uma geração que já nasce conectada e busca produtos com preço justo e contratação rápida pelo celular, seja seguro para carro, moto, celular, entre outros”, diz Gregori.

Markel recebe autorização para atuar com subvenção em seguro rural

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A Markel Seguros passa ser uma das empresas autorizadas a operar com subvenção do Governo Federal para pagamento do prêmio de seguro. Com isso, o produtor que conseguir obter a subvenção vai pagar ainda mais barato para obter um produto de seguro diferenciado. Nas próximas semanas a Markel Seguros deverá receber aprovação para atuar também nos programas complementares de subvenção dos Estados do Paraná e de São Paulo.

Na safra 2017/2018, foram destinados pelo Governo cerca de R$ 400 milhões ao Seguro Rural, com o objetivo de promover amplo acesso às coberturas disponíveis, estabilizar a cadeia produtiva exposta aos efeitos danosos dos riscos climáticos e induzir o uso de tecnologia adequada.

Tendo iniciado suas operações em agosto do ano passado, em menos de 4 meses a Markel Seguros emitiu cerca de 11 milhões em prêmios, o que corresponde a cerca de 1% de market share do segmento.

Ainda nesses primeiros meses de atuação, a Markel Seguros realizou o pagamento do primeiro sinistro, no valor R$ 153.132,21, à uma distribuidora de insumos, localizada em Goiatuba/GO. Em menos de 15 dias da data de comunicação do sinistro, no caso, por tromba d’água, a Markel seguros cumpriu o seu compromisso e indenizou o cliente, beneficiário da apólice.

Atuando inicialmente na proteção das culturas de soja, milho, algodão e cana-de-açúcar, a Markel Seguros tem planos de ampliar sua carteira, com opção de novos produtos para cobertura de riscos associados ao agronegócio, bem como outros tipos de seguros de nicho.

Com ativos da ordem de US$ 30 bilhões, a Markel Corporation, grupo do qual a seguradora faz parte, agrega ao negócio no Brasil a experiência e a solidez de uma das maiores corporações dos Estados Unidos.

Leonardo Paixão, presidente da Markel Seguros, tem profundo conhecimento do mercado nacional, adquirido à frente da maior resseguradora do País. Em sua equipe, o executivo reuniu alguns dos principais especialistas brasileiros do Seguro Rural para desenvolver os produtos oferecidos pela Markel: o Plante Tranquilo, que cobre o custo de produção da lavoura em caso de danos por riscos climáticos; e o de Cobertura por Faixa de Produtividade.

“Diferenciada por sua atuação global em nichos de mercado, a trajetória da Markel no Brasil não poderia ser diferente. O agronegócio é o segmento que tem apresentado o desempenho mais consistente da economia brasileira e está sujeito a riscos específicos dessa atividade, como o risco climático, por exemplo. O desejo da Markel é oferecer produtos diferenciados e de qualidade para atendar, de fato, às necessidades dos produtores rurais e demais participantes do setor”, comenta Paixão.

Aliro Seguro agora conta com aplicativo exclusivo para clientes

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A Liberty Seguros vem investindo cada vez mais em soluções inovadoras e digitais. Nesse início de ano, a novidade fica por conta do aplicativo da Aliro Seguro, nova marca da Liberty Seguros focada em clientes que buscam uma cobertura mais enxuta e em conta, mas que ao mesmo tempo não abrem mão de produtos completos.

O objetivo da seguradora com o lançamento da nova plataforma da Aliro é oferecer mais uma forma de entregar aos clientes soluções simplificadas, descomplicadas e condizentes com aquilo que eles mais precisam. Clientes da Aliro Seguro podem acessar o novo aplicativo de forma simplificada, realizando um breve cadastro e contando também com acesso via impressão digital ou Facebook.

Com a nova plataforma, já disponível para iOS e Android, os segurados podem visualizar todas as coberturas disponíveis em sua apólice, solicitar abertura de sinistro, ter assistência 24 horas e localizar oficinas referenciadas, além de ter acesso aos telefones da seguradora e dos corretores.

“Com o novo App da Aliro, queremos reforçar nosso compromisso de entregar a melhor experiência aos nossos clientes”, conta Etienne Gonçalves, superintendente de Experiência Digital e Clientes. “Além disso, iniciativas como essa ajudam a Liberty a se posicionar no mercado como uma empresa que investe em soluções digitais eficientes”, conclui.