Rede de supermercado Tesco às voltas com indenizações de £ 4 bi

O assunto do dia nesta quarta-feira no mercado segurador londrino foi sobre a rede inglesa de supermercados Tesco, que enfrenta uma demanda de até £ 4 bilhões (US$ 5,6 bilhões) em salários atrasados de milhares de trabalhadoras, principalmente mulheres, no que poderia se tornar o maior pedido de indenização trabalhista do país.

Um escritório de advocacia lançou ações legais em nome de quase 100 assistentes de lojas que dizem ganhar mais de £ 3 por hora menos do que os trabalhadores masculinos de armazém em funções similares. Até 200 mil funcionários da loja poderiam ser afetados pela reivindicação, o que custaria à Tesco até £ 20 mil por trabalhador em pagamento atrasado ao longo de pelo menos seis anos.

A equipe do armazém da Tesco ganha entre £ 8,50 por hora até mais de £ 11 por hora, enquanto a equipe da loja ganha cerca de £ 8 por hora no pagamento básico, de acordo com o pedido. A disparidade poderia significar que um trabalhador de distribuição período integral ganhou mais de £ 5 mil por ano mais do que a equipe baseada em lojas.

Segundo fontes, esse é um tipo de risco que muitas empresas estão expostas, mas poucas acreditam que possa acontecer algo como visto com a rede de supermercados Tesco. Os corretores receberam diversos questionamentos de clientes para entenderem se o programa de seguros de suas empresas cobre esse tipo de risco.

Vinicius: “Ter grupos de funcionários dedicados à promover um ambiente igualitário inclusive auxilia a empresa toda a dar mais atenção ao assunto e corrigir potenciais condutas negativas”

Vinicius Mercado, subscritor sênior de linhas financeiras da AIG, explica que o seguro de Práticas Trabalhistas Indevidas (EPL – Employment Practices Liability) cobre danos morais em processos como esses, em que há alguma alegação de tratamento indevido ou discriminatório. “A apólice oferece cobertura, inclusive, para casos de assédio moral, invasão de privacidade do funcionário, difamação, e privação de oportunidades”, explica o subscritor de riscos. Embora não cubra a equiparação salarial, o seguro fornece proteção para os danos morais de responsabilidade da empresa, que geralmente acompanha esses casos. “Temos visto na mídia um aumento notícias relacionadas a assédio moral e sexual em empresas nos EUA, e em especial na Califórnia.”

Segundo o executivo da AIG, a principal forma de evitar situações como essas é cumprir a legislação trabalhista local, primando pela equidade salarial. Uma política efetiva de gestão de pessoas pode evitar reclamações como essas. Além disso, tem sido cada mais crescente ver nas empresas um foco maior com o tema da diversidade e inclusão. “Ter grupos de funcionários dedicados à promover um ambiente igualitário inclusive auxilia a empresa toda a dar mais atenção ao assunto e corrigir potenciais condutas negativas.”

Seguro para eventos é uma aposta promissora, garante executiva da Chubb

Juliana Santos, responsável pela área de seguros de entretenimento da Chubb, aposta na divulgação de seguro para eventos entre os pequenos e médios produtores. “Para os pequenos e médios, que são a grande maioria, é possível cotar, fechar negócio e emitir a apólice em até 24 horas, a partir de qualquer localidade do Brasil e a qualquer hora, pela internet”, conta ela. Veja abaixo trechos da entrevista concedida ao blog Sonho Seguro.

2017 foi um ano recorde de grandes shows no Brasil. Como isso ajudou o segmento de seguros?

Em 2017 houve grandes shows e isso contribuiu com o segmento de seguros, uma vez que, por essa razão, foi possível comercializar grandes apólices. Esse foi um aspecto positivo em um período ainda influenciado pela retração econômica, que afetou o poder aquisitivo da população como um todo. De qualquer maneira, em relação a 2016, observamos que no ano passado houve uma melhora gradativa no ritmo dos negócios dentro do setor de eventos e essa tendência ainda continua.

Quais os principais seguros comprados pelos produtores?

Atualmente, um dos seguros mais solicitados pelos produtores de eventos é o de responsabilidade civil. As coberturas abrangem danos corporais, materiais e morais ao público presente e aos profissionais contratados de forma direta e indireta para os serviços de montagem e desmontagem das estruturas. Outro seguro muito procurado é o de acidentes pessoais, que cobre lesões físicas ou morte em função de quedas, desabamentos e várias outras ocorrências. Temos ainda o seguro de riscos diversos, que pode indenizar perdas relacionadas com condições climáticas, além de prejuízos por danos a equipamentos, instrumentos musicais, objetos cenográficos e estruturas retráteis.

Quais seguros deverão passar a ser mais procurados?

As coberturas de seguro para cancelamento, adiamento e interrupção de eventos passaram a ser procuradas de forma mais intensa no Brasil. Isso ocorre na medida em que fica cada vez mais clara a extensão dos prejuízos provocados pela suspensão de um evento. Grande parte das perdas se refere a gastos com publicidade, locação de espaço, contratação das atrações, serviços de montagem e desmontagem de equipamentos, devolução dos valores dos ingressos já adquiridos e vários outros.

A exigência de seguro pelas autoridades tem ajudado?

A Câmara Federal tem aprovado em suas comissões internas um projeto de lei que pretende tornar obrigatória a contratação da cobertura de Responsabilidade Civil para qualquer tipo de evento. Conforme o projeto, nas ocasiões em que houver cobrança de ingresso, a apólice de Acidentes Pessoais também deverá ser adquirida. O processo se encontra no último estágio antes de seguir a plenário, para votação. Motivada pela tragédia ocorrida na boate Kiss, a proposta tem o objetivo de abrandar as consequências de incêndios, destruições ou explosões de qualquer natureza.

Como anda a cultura do seguro entre os eventos corporativos e de shows e feiras de menor porte?

Os organizadores de grandes feiras no Brasil estão começando a exigir que cada estande contrate um seguro para o seu espaço. Esse é o início de um processo que já há muitos anos está consolidado nos países mais desenvolvidos. Para o Brasil, esse é um marco importante dentro do processo de conscientização. Não deverá durar muito até que o processo chegue também aos organizadores de médias e pequenas feiras, na medida em que passem também a perceber que seus negócios poderão ficar comprometidos em função de incidentes como quedas, desmoronamentos, incêndios e outras possibilidades. De uma forma geral, muitos organizadores de pequenos e médios eventos já estão conscientes da importância do seguro, sobretudo no eixo Rio-São Paulo. Mas é verdade que a maioria ainda deixa para a última hora a contratação da apólice. Em função disso, a Chubb passou a emitir em até 24 horas as apólices para eventos dos mais variados portes, desde um simples casamento a um grande festival. O boleto e o certificado já estavam sendo emitidos dentro desse prazo. Agora, a apólice está também sendo processada com a mesma rapidez.

Quais as expectativas para 2018?

Hoje, o Brasil está na 15ª colocação no ranking dos países que mais realizam eventos, conforme o International Congress & Convention Association (ICCA). Como logo antes da crise o Brasil se encontrava no 7º lugar, é razoável considerar que o país poderá galgar posições nesse mesmo ranking ao longo da retomada da economia – o que irá favorecer o setor de seguros para eventos. Para contribuir com esse processo de expansão, a Chubb está apresentando aos corretores amplas condições para oferecer seguros aos promotores de eventos dos mais variados portes. Para os pequenos e médios, que são a grande maioria, é possível cotar, fechar negócio e emitir a apólice em até 24 horas, a partir de qualquer localidade do Brasil e a qualquer hora, pela internet. Já com relação aos grandes eventos, a Chubb disponibiliza uma equipe de engenheiros especializados no setor, a fim de analisar os riscos rapidamente. Assim, para os corretores de seguros, não há como deixar de fechar negócio. Basta que se especializem cada vez mais nesse promissor nicho de seguros para eventos.

CESVI/Mapfre mostra como a Smart, do sistema Órion Orçamentos, acelera o processo da regulação de sinistros

O ÓRION Orçamentos, desenvolvido pelo CESVI BRASIL/MAPFRE (Centro de Experimentação e Segurança Viária da MAPFRE), é uma ferramenta de elaboração de orçamento de reparo de veículos, disponível on-line e off-line, que oferece para oficinas, seguradoras e reguladoras um sistema de orçamentação mais assertivo, ágil e flexível.

“A utilização da versão Smart, dentro do Órion Orçamentos, é estratégica porque garante ao orçamentista e ao perito informações técnicas sobre os serviços de reparação e consulta de preços das peças para os veículos, em linha com as tabelas das principais montadoras do país, ou seja, a tecnologia e a expertise do centro estão a favor do profissional que tem a oportunidade de aprimorar seu trabalho”, explica Almir Fernandes, diretor executivo do CESVI BRASIL/MAPFRE.

A funcionalidade conta com mais de 30 mil veículos cadastrados no seu banco de dados, cerca de 1.700 peças por modelo de veículo e 7.500 profissionais conectados. “As oficinas e seguradoras que utilizam diariamente a Smart, do Órion Orçamentos, estão automatizando seus processos, reduzindo a média de cliques e também de tempo na elaboração de cada orçamento”, completa Fernandes.

O sistema tem mais de 14 milhões de atualizações por ano, desde o preço de peças, discriminação dos tempos de reparo, funilaria e pintura até o part number (conjunto de números e letras que servem como identificação para peça).

Mundo: Resumo dos principais balanços financeiros de 2017

Esse post traz um resumo dos balanços financeiros de 2017 divulgados por seguradoras, resseguradoras e corretoras de seguros. A ordem citada é cronológica e será atualizado diariamente até o fim do período de balanços financeiros, previsto para 28 de fevereiro.

Liberty – A  Liberty Mutual Holding Company Inc. e suas controladas registraram lucro líquido de US$ 205 milhões e US$ 17 milhões nos último trimestre  e doze meses encerrados em 31 de dezembro de 2017, um aumento de US $ 62 milhões e uma redução de US$ 989 milhões em relação aos mesmos períodos em 2016, respectivamente. O lucro líquido consolidado dos períodos de três e doze meses findo em 31 de dezembro de 2017 foi de US $ 205 milhões e US $ 19 milhões, respectivamente. “O prêmio líquido cresceu 8,8% no quarto trimestre, com um lucro líquido de US$ 205 milhões, um aumento de US$ 62 milhões em relação ao ano passado. A rentabilidade aumentou, apesar das maiores perdas por catástrofes e uma cobrança relacionada a impostos e empregos, devido aos melhores resultados de investimento”, disse David H. Long, presidente da Liberty Mutual. “No ano, registramos uma receita líquida de US$ 17 milhões, contra US$ 1 bilhão em 2016, impulsionada por catástrofes recorde, desenvolvimento adverso em automóvel e a taxa associada pela mudança na legislação tributária. Embora os resultados em 2017 não tenham fechado dentro das expectativas, somos encorajados por sinais de mercado para reafirmar nosso otimismo com nossos negócios “.

Allianz – A seguradora alemã divulgou lucro operacional de 11,1 bilhões de euros, praticamente estável ao ano anterior. Nota divulgada a imprensa informa que a seguradora aumentou o faturamento em 3%, no ano passado, para 126,1 bilhões de euros) comparativamente a 2016.

O grupo Allianz diz que alcançou um “resultado forte” em 2017 devido à gestão de ativos e dos seguros de Vida e de Saúde. O segmento de seguros de seguro gerais (P&C) registrou queda no ganho em razão dos pagamentos de indenizações provocadas por catástrofes naturais. Os incêndios na Califórnia, os furacões Harvey, Irma e Maria, assim como as tempestades e outras catástrofes na Europa registraram reclamações correspondentes a 1,100 bilhão de euros, 700 milhões de euros a mais do que no ano anterior.

O ganho também foi influenciado pelos efeitos da reforma fiscal nos Estados Unidos e pela venda do banco alemão Odenburgische Landesbank (OLB).Oliver Bate, do Conselho de Administração da Allianz, disse na apresentação dos resultados que o “grupo atingiu os objetivos” tendo distribuído aos acionistas 3 bilhões de euros em 2017.

A Allianz destacou ainda os novos projetos que incluem uma sociedade de risco partilhado no Reino Unido e a expansão nos mercados africanos. Por outro lado, a seguradora alemã frisou que aumentou a participação na seguradora francesa Euler Hermes em mais de 90%.

Assurant – O grupo divulgou US$ 412,5 milhões de lucro operacional líquido, um aumento de 9%, excluindo catástrofes declaráveis; US$ 7,46 por ação diluída, 22%; ROA GAAP de 12,4%; ROA operacional de 10,4%, excluindo AOCI e catástrofes declaráveis; aproximadamente US$ 510 milhões de retorno aos acionistas em recompra de ações e dividendos, levando o total retornado a US$ 1,5 bilhão desde 2016; e a aproximadamente US$ 540 milhões de capital corporativo disponível ao final do exercício de 2017. As catástrofes declaráveis de US$ 192,5 milhões após impostos incluem perdas por catástrofes, líquidas de resseguro e ajustes de participação nos lucros dos clientes, bem como reintegração e outros prêmios. “Em 2017, superamos nossas expectativas iniciais do ano e apresentamos um forte crescimento no lucro operacional líquido e rendimento por ação em relação ao mesmo período do exercício anterior, excluindo perdas por catástrofes. Em consonância com o nosso compromisso de gestão de capital, também alcançamos o retorno de US$ 1,5 bilhão de capital aos acionistas desde 2016”, afirma o presidente e CEO da Assurant, Alan Colberg.

Zurich – A Zurich anunciou uma recompra de ações de US$ 1 bilhão e um aumento de dividendos, apesar de uma queda de 15% em seus lucros anuais. Como outras seguradoras, a Zurich foi atingida por grandes pedidos de indenização após uma série de furacões no outono passado no Caribe e nos EUA. As tempestades tiraram US$ 700 milhões do lucro operacional, que recuou em 15%, para US$ 3,8 bilhões. O lucro líquido recuou 6%, para US$ 3 bilhões. O CEO Mario Greco disse em vídeo: “Em um ano de eventos meteorológicos históricos, nosso foco e disciplina proporcionaram um desempenho forte. Melhoramos a subscrição, reduzimos os custos e expandimos nossas ofertas de serviços, ao mesmo tempo em que aumentamos os prêmios e melhoramos nossos níveis de retenção de clientes. Essas conquistas nos tornaram resilientes ante os desafios e nos dão confiança enquanto olhamos para a frente para entregar nossos objetivos de 2017 a 2019.”

Mapfre – A Mapfre divulgou faturamento de 27,9 bilhões de euros (R$ 101,6 bilhões) em 2017, aumento de 3,3% em relação ao ano anterior. Somente os prêmios de seguros superaram a cifra de 23,5 bilhões de euros (R$ 85,6 bilhões), com um crescimento anual de 2,9%. O resultado do grupo de 701 milhões de euros (R$ 2,6 bilhões), indica uma redução de 9,7%, impactado de forma importante pelas catástrofes naturais ocorridas em 2017, que afetaram o resultado em 126 milhões de euros (R$ 458,8 milhões). “Poucas companhias conseguiram absorver em seus resultados o efeito extraordinário das catástrofes naturais que tivemos no ano passado. Na Mapfre, assimilamos dois terremotos e três furacões ocorridos em diferentes locais do mundo. Fechar o exercício com um resultado superior a 700 milhões de euros (R$ 2,6 bilhões) é uma demonstração de capacidade e solvência e da acertada estratégia que adotamos, baseada no crescimento rentável, que compensa esse tipo de situação excepcional”, destacou Antonio Huertas, presidente do grupo.

Munich Re – As catástrofes naturais surtiram efeitos no balanço de 2017 da resseguradora Munich Re, que anunciou lucro de € 392 milhões no ano passado, uma redução significativa considerando os € 2,6 bilhões do ano anterior. As maiores perdas resultaram dos furacões Harvey, Irma e Maria (€ 2,7 bilhões no total) eliminaram 85% dos lucros líquidos do gigante do resseguro.

Apesar de um ano tão desafiador, a Munich Re diz que continuará a pagar um dividendo de € 8,60 por ação, sujeito à aprovação do Conselho Fiscal e do Conselho Geral Anual Encontro. A posição de capital da ressegurança também manteve-se bastante estável, com sua relação de capital caindo apenas ligeiramente de 242% para 240%. O CFO Jörg Schneider disse: “Graças à nossa força capital, conseguimos suportar as altas perdas de catástrofes naturais”. No entanto, o retorno sobre o capital próprio da empresa caiu de 8,1% para 1,3%. O índice combinado de resseguro foi de 114,1%, em comparação com 95,7% em 2016.

Houve uma perspectiva muito mais positiva para a principal divisão de seguros da empresa, a ERGO, onde os lucros cresceram de € 41 milhões para € 273 milhões em um ano. A ERGO alcançou índice combinado de 95,3% e prêmios brutos emitidos de € 17,5 bilhões em 2017.
“Em 2018, iremos avançar com a transformação digital de Munique Re e também aproveitamos oportunidades de crescimento lucrativo nos negócios tradicionais. Os preços de resseguro melhoraram ligeiramente em grandes setores do mercado nas renovações de janeiro – uma tendência que provavelmente se fortalecerá nas próximas rodadas de renovação “, comentou Schneider em nota.

Chubb – A Chubb reportou aumento de 4% nos prêmios brutos emitidos para US$ 36,4 bilhões em 2017. A seguradora dos EUA também revelou uma queda no lucro para US$ 3,9 bilhões, comparado aos US$ 4,1 bilhões de 2016. O prêmio líquido de seguros gerais (Property & Casualty, P&C) aumentou para US$ 27,1 bilhões, de US$ 26 bilhões no ano anterior. No entanto, o índice combinado piorou para 94,7% (2016: 88,7%). A divisão de vendas de seguros internacional subscreveu prêmios de US$ 8,3 bilhões, acima dos US$ 8,1 bilhões de 2016. O índice combinado caiu dos 88,5% de 2016 para 92% no ano passado.
Evan G. Greenberg, presidente e diretor executivo da Chubb disse: “No ano, produzimos US$ 3,8 bilhões na receita operacional básica, abaixo de 20% do que ganho com um nível normalizado de perdas anuais de catástrofe e sem o benefício do imposto reforma. No trimestre, o índice combinado de P&C foi de 90,7%, e no ano foi de 94,7%, o que inclui US$ 2,7 bilhões em perdas líquidas de catástrofe. Esses índices combinados, dado o que era provavelmente um ano recorde ou quase recorde para perdas de catástrofes naturais garantidas por todo o mundo, demonstram a qualidade de nossa subscrição e nosso livro equilibrado”.

XL – O grupo registrou prejuízos líquidos de US$ 560 milhões em 2017 em comparação aos ganhos de US$440 milhõesem 2016. O CEO, Mike McGavick justificou que os resultados foram impactados pelas catástrofes naturais do ano passado. “Nos sentimos os impactos positivos a respeito do caminho a seguir devido a alguns fatores importantes, incluindo: nossa sólida posição de capital, o progresso alcançado em nossos resultados subjacentes sem considerar as catástrofes de 2017, a fortaleza de nossa relevância no mercado e que estamos vendo sinais de um retorno a preços realistas e sustentáveis “. O efeito da sinistralidade faz com que o índice combinado no ano subisse para 108,3%, em comparação com 94,2% no ano anterior, embora excluindo perdas por catástrofes de anos anteriores, o indicador permanece estável nos 90% (90,7% em 2016). Os desembolsos realizados pelo grupo pela sua exposição a catástrofes naturais no ano passado totalizaram US$ 2 bilhões, mais de três vezes o valor do ano anterior. Em termos de evolução do negócio, o total de prêmios brutos subscritos aumentou para US$ 14,752 bilhões, depois de crescer 8,3% no ano.

Markel – A Markel Corporation registrou queda de 13% nos lucro líquido em 2017, para US$ 395,3 milhões, comparado com os US $ 455,7 milhões alcançados em 2016. A seguradora sediada nos EUA revelou que os prêmios brutos emitidos no ano aumentaram 15%, para US$ 5,5 bilhões. O índice de operação combinado (COR) deteriorou-se para 105% de 92% nos 12 meses anteriores. A empresa destacou que o agravamento foi devido a 13 pontos sobre a perda de subscrição para as catástrofes de 2017, enquanto que 2016 registrou apenas um ponto. Markel disse que o aumento das vendas foi impulsionado pelas linhas de produtos marítimos e energéticos e de responsabilidade geral. A seguradora também sinalizou que alcançou o resultado abrangente para os acionistas pelo período de US$ 1,2 bilhão em comparação com US$ 667 milhões no ano anterior, devido ao aumento nos ganhos líquidos não realizados em investimentos.

Everest – O Everest Re Group divulgou lucro liquido de US$ 469 milhões em 2017, queda de 52,9% sobre o resultado obtido em 2016. O índice combinado que estava em 70% no terceiro trimestre, saltou para 103.5% em dezembro. Em 2017, o IC fechou em 82%, melhor do que os 87% de 2016. No ano, as perdas com catástrofes totalizaram US$1,3 bilhão. Os prêmios brutos avançaram 19%, para US$ 7,2 bilhões.

Marsh & McLennan – A corretora divulgou queda de 16% no lucro de 2017 para US$ 1,49 bilhão. No último trimestre do ano, os lucros foram próximos de zero em US$ 29 milhões, em comparação com US$ 436 milhões no mesmo período de 2016. A empresa indicou que foi atingida por US $ 460 milhões devido a reformas tributárias dos EUA, bem como uma taxa de pensão. A receita da corretora cresceu 6% para US$ 14,02 bilhões no ano inteiro. A repartição por áreas de negócios mostrou que, dentro da divisão de riscos e serviços de seguros, a Marsh alcançou receita de US$ 1,71 bilhão no último trimestre e US$ 6,4 bilhões no ano de 2017. Ambos os números aumentaram em comparação a 2016 em 9% e 7%, respectivamente. Dan Glaser, presidente e CEO da Marsh & McLennan, disse: “Além do nosso excelente desempenho subjacente, tivemos outro ano ativo de aquisições ao mesmo tempo que cumprimos nossos compromissos de retorno de capital.

Aon – A corretora informou aumento de receita de 6%, para US$ 10 bilhões, em 2017, com crescimento de receita orgânica de 4% e aumento de 2% em aquisições, líquido de desinvestimentos. No quarto trimestre do ano passado a Aon reportou apenas US$ 10 milhões de lucro, já que sua taxa de imposto efetiva atingiu 95,8%, impactada pelas últimas reformas tributárias e custos de reestruturação. Em 2017, a companhia recomprou aproximadamente 18,0 milhões de Ações Ordinárias de Classe A por US $ 2,4 bilhões no valor médio de USD 133,67 por ação. “Nossos resultados do quarto trimestre refletem solidez para um ano desafiador, destacado pelo crescimento orgânico de 6%, melhoria operacional substancial impulsionada por nossa iniciativa de modelo operacional Aon United e gerenciamento de capital efetivo, destacado pelo retorno de um valor recorde de capital aos acionistas em 2017 “, disse Greg Case, presidente e diretor executivo. “O perfil de crescimento a longo prazo de nossa empresa está melhor, impulsionado por investimentos diferenciados, focado em nossas soluções de maior valor agregado aos nossos clientes. Combinado com o desempenho operacional e as economias do Aon United, acreditamos que estamos no caminho certo para superar US$ 7,97 do lucro por ação ajustado em 2018 e oferecer crescimento de fluxo de caixa livre de dois dígitos no longo prazo “.

Arthur J. Gallagher – A corretora divulgou lucro de US$ 3,8 bilhões em 2017, acima dos US$ 3,5 bilhões obtido em 2016 com a divisão de corretagem.

Indenizações por morte no trânsito crescem 23% em 2017, segundo Líder

Agência Brasil

O número de indenizações pagas por morte no trânsito pelo Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (Seguro Dpvat) cresceu 23% em 2017, correspondendo a 41.151 indenizações. Em relação aos casos de morte, o destaque fica com São Paulo que está no topo da lista dos estados com maior número de sinistros pelo segundo ano consecutivo, seguido por Minas Gerais e Ceará. Os dados foram divulgados pela Seguradora Líder, administradora do Seguro Dpvat.

Segundo a Seguradora Líder, no ano passado, mais de 380 mil indenizações foram pagas nos três tipos de cobertura oferecidas pelo Dpvat: morte, invalidez permanente e despesas médicas. O número é, aproximadamente, 12% menor do que o registrado em 2016, com cerca de 430 mil indenizações pagas. Na modalidade de invalidez permanente, os dados apontam queda de 18% em comparação com o ano anterior.

Em relação ao perfil das vítimas, os homens representam 75% das indenizações pagas por acidentes no país. A faixa etária entre 18 e 34 anos concentra 49% das indenizações pagas.

Motocicletas

De acordo com o relatório, três em cada quatro indenizações do Seguro Dpvat estão relacionadas a motocicletas. Apesar de representarem 27% da frota nacional, as motos são responsáveis pelo maior número de acidentes e de vítimas, acumulando 285.662 sinistros ou 74% das indenizações pagas em 2017.

Em alguns estados, segundo a Seguradora Líder, o número de vítimas de acidentes com motocicletas chega a ser dez vezes maior do que o registrado com carros, como é o caso do Ceará. Oitenta e oito por cento das indenizações por morte em acidentes com motocicletas foram para vítimas do sexo masculino. No caso de acidentes de motos que resultaram em sequelas permanentes, 79% das indenizações também foram para homens.

Outro dado apresentado pelo relatório é em relação ao combate a fraudes. No ano passado, foram evitadas perdas de R$ 222,9 milhões referentes a 17.550 tentativas comprovadas de fraudar o Seguro Dpvat para recebimento de indenizações. O montante de fraudes evitadas no ano passado é 85% superior ao identificado em 2016 (R$120,2 milhões).

Apple e Cisco vão ofertar seguro cibernético da Allianz, idealizado com a Aon

Fonte: Reuters

A Apple e a Cisco se uniram com a seguradora Allianz para oferecer descontos em seguros cibernéticos para empresas que utilizam principalmente equipamentos de ambas as empresas de tecnologia, informou a agência de notícias Reuters.

O acordo, que também inclui a corretora de seguros Aon Plc, ajudará as empresas a fortalecerem suas defesas cibernéticas e torná-las qualificadas para obter termos mais favoráveis ​​para cobertura cibernética, como descontos ou franquias, juntamente com serviços de suporte em caso de ataque, disseram as empresas. “A chave aqui é uma abordagem holística”, disse Jason Hogg, diretor-executivo da Aon Cyber ​​Solutions, que ajudou a desenvolver o produto, em uma entrevista.

A oferta ajuda a simplificar a segurança cibernética para as empresas, questões que muitas vezes são abordadas de forma compartimentada, com todos, desde funcionários da tecnologia até departamentos jurídicos, desempenhando papéis separados, disse Hogg.

A cobertura cibernética ​​é uma preocupação crescente para as empresas em todo o mundo, conforme os hackers visam cada vez mais seus sistemas de tecnologia. O seguro contra crimes cibernéticos, antes pouco conhecido, ganhou força depois de ataques envolvendo grandes empresas, como Equifax e Target, e tornou-se mais caros e comuns.

Os prêmios de seguros cibernéticos nos Estados Unidos totalizaram US$ 1,35 bilhão em 2016, de acordo com a Associação Nacional de Comissários de Seguros. Essa é uma pequena parcela dos US$ 244,9 bilhões em prêmios totais para seguradoras comerciais dos EUA, mas um mercado crescente em que as seguradoras estão tentando se diferenciar.

Bradesco Seguros inaugura nova sede no Rio de Janeiro

O Grupo Bradesco Seguros tem nova sede no Rio de Janeiro, na revitalizada Zona Portuária. Com 40 mil metros quadrados e 18 andares de escritórios, o edifício de alto padrão abrigará as atividades do grupo Segurador concentradas na cidade, que incluem as unidades da Bradesco Saúde e Bradesco Auto/RE. O negócio, liderado pela BSP Empreendimentos Imobiliários, empresa do Grupo Segurador que responde pela gestão de seus ativos imobiliários, foi assinado com a companhia imobiliária Tishman Speyer.

“O grupo Bradesco Seguros tem uma ligação histórica com a cidade do Rio de Janeiro. Com o novo prédio, que se destaca por sua modernidade, ecoeficiência e posição privilegiada, reforçamos esse laço. Temos orgulho em oferecer esse novo ambiente às nossas equipes onde, brevemente, receberemos nossos parceiros comerciais”, destaca o diretor Jurídico e de Compliance do Grupo Bradesco Seguros, Ivan Gontijo.

Além da localização do empreendimento – de frente para a Baía de Guanabara, ao lado das principais vias de acesso da cidade, como Avenida Brasil, Linha Vermelha e Ponte Rio-Niterói, próximo aos aeroportos Santos Dumont e Galeão – outro fator determinante para a escolha foi o perfil sustentável do empreendimento, que alia alta tecnologia ao uso racional dos recursos naturais.

Com sistema próprio de reaproveitamento da água, inclusive da chuva, e outros mecanismos que garantem o uso renovável dos recursos naturais, o prédio preenche todos os requisitos das certificações internacionais de sustentabilidade, como a Leed Gold, concedida pelo Green Building Council dos Estados Unidos. Com lajes de 2 mil metros quadrados, o empreendimento possui padrão Triple A, em linha com os mais sofisticados empreendimentos corporativos ao redor do mundo.

Coface lança “Guia de Risco e Setores 2018”

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A Coface, seguradora de crédito francesa e líder no mercado brasileiro, acaba de lançar o “Guia de Risco País e Setores 2018”. No fim de janeiro foi realizado em Paris o evento “Country Risk Conference”, que reuniu especialistas do mundo das finanças, pesquisas e negócios. Na ocasião, os participantes analisaram o ano de 2017 e debateram as principais tendências econômicas para 2018.

“Nos destacamos no mercado por nossa capacidade de fornecer análises de risco detalhadas, que permitem que nossos clientes gerenciem seus riscos de crédito de uma maneira mais assertiva e que tenham subsídios para suas tomadas de decisões”, explica a presidente da Coface no Brasil, Marcele Lemos.

De acordo com a executiva, o Guia traz as análises e avaliações de 160 países. “É um material muito rico e útil para os gestores ne suas tomadas de decisões, pois contém ponderações do clima de negócios e de riscos setoriais em 13 setores ao redor do mundo. O conteúdo também é muito útil para auxiliar no gerenciamento de risco de crédito das organizações”, finaliza Marcele.

Minuto divulga valor do seguro dos carros mais vendidos em janeiro

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A Minuto Seguros, uma das principais corretoras do País e líder no segmento de seguros online, acaba de realizar um estudo com base na lista divulgada pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) com os carros mais vendidos no Brasil em janeiro. Sem nenhuma novidade no topo da lista, o Onix, da Chevrolet, teve mais de 16 mil unidades vendidas e se manteve com folga, por mais um mês na liderança. Em comparação a janeiro de 2017, o carro sucesso de vendas apresentou um crescimento de cerca de 15%.

No segundo lugar, o KA, com 7.656 carros emplacados voltou a figurar na vice-liderança por ter vendido 220 modelos a mais que o HB20, ocupante da terceira posição. Em relação ao mesmo mês do ano passado, as vendas do KA aumentaram 8%, enquanto a do HB20 teve um leve crescimento de 1%.

A surpresa dessa lista ficou por conta das vendas do Novo Polo. O carro, no primeiro mês comercializado, já ficou na quarta posição, deixando modelos consagrados, como Prisma, Gol e Corolla para trás. O novo modelo da Volks emplacou cerca de 6.600 mil unidades. Argo e Mobi, modelos que a Fiat aposta muito, também se mantiveram na lista dos mais vendidos.

Para realizar o estudo, a Minuto Seguros considerou como perfil um condutor homem, de 35 anos e casado. Foram avaliados os preços dos seguros nas capitais de cinco estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Belo Horizonte e Florianópolis.

Dentro do perfil mencionado, o preço do seguro para a Novo Polo, o novo integrante da lista, é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas. O valor mais alto está em São Paulo com R$2809 e o menor em Belo Horizonte por R$2661, uma distância de apenas R$148. No contraponto de diferença de valores, o Corolla possui a maior diferença entre estados: R$ 4.027. A mais alta no Rio de Janeiro, R$ 7.641, a menor em São Paulo, com R$3.614.

Santa Catarina é a cidade com seguro mais barato para a maioria dos carros analisados, oito figuram no valor mais em conta para o perfil. Por outro lado, o Rio é o local que apresenta os preços mais caros. 80% possuem os valores mais altos na cidade maravilhosa.

BB Seguros e Mapfre divulgam fato relevante sobre reestruturação da sociedade

A BB Seguridade confirmou hoje em fato relevante publicado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a notícia que o grupo estudava mudanças na sociedade feita ha seis anos e que era prevista para durar 20 anos, conforme antecipou a coluna de Aline Bronzati no portal Estadão. O termo do acordo, celebrado juntamente com a sua subsidiária integral BB Seguros Participações e com seu controlador Banco do Brasil, cria um futuro Grupo BB e Mapfre que será composto pela canal bancário do BB (vida, prestamista, vida produtor rural, habitacional, agrícola, penhor rural, residencial, empresarial, massificados e DPVAT) e o canal affinity. O grupo Mapfre permanecerá com exclusividade para a comercialização dos seguros de automóvel e de grandes riscos no canal bancário do BB, em condições a serem definidas.

Segundo a nota, as carteiras mencionadas também poderão ser exploradas pelo Futuro grupo BB Mapfre por meio do canal affinity, desde que previamente acordado entre o Grupo BB Seguridade e o Grupo Mapfre, exceto quando o canal affinity em questão for de uma sociedade coligada do BB (“Coligadas BB”), hipótese essa que dispensará a aprovação prévia. As carteiras exploradas pelas sociedades do Grupo Mapfre envolvem o canal corretor e affinity: vida, prestamista, agrícola, auto, grandes riscos, residencial, empresarial e DPVAT; e canal bancário do BB e Coligadas BB: auto e grandes riscos.

O grupo Mapfre permanecerá com exclusividade para a comercialização dos seguros de automóvel e de grandes riscos no canal bancário do BB, em condições a serem definidas. Segundo o comunicado, a reestruturação da operação de seguros no grupo Segurador BB e Mapfre está alinhada com a estratégia de simplificação da estrutura de governança e gestão das participações adotada pela BB Seguridade. A estratégia, informa a nota, tem por objetivo aumentar a ênfase na comercialização de produtos de seguro no canal bancário, buscando aperfeiçoar os serviços prestados aos clientes do BB bem como a maximização na geração de valor para seus acionistas.

Veja a íntegra do fato relevante:

A BB Seguridade Participações S.A. (“BB Seguridade” ou “Companhia”), nos termos do §4o do artigo 157, da Lei n.o 6.404/76, e da Instrução CVM n.o 358/02, comunica que celebrou, juntamente com a sua subsidiária integral BB Seguros Participações S.A. (“BB Seguros”) e com seu controlador Banco do Brasil S.A. (“BB” e, em conjunto com a BB Seguridade e a BB Seguros, “Grupo BB Seguridade”), um Termo de Entendimentos (“Termo”), sem efeitos vinculantes, com a MAPFRE S.A., a MAPFRE Internacional S.A. e a MAPFRE Brasil Participações S.A. (em conjunto “Grupo MAPFRE”), que visa estabelecer as premissas para a celebração dos Acordos Definitivos que regularão a reestruturação societária e operacional das sociedades integrantes do atual Grupo Segurador BB E MAPFRE e a parceria entre Grupo BB Seguridade e Grupo MAPFRE, que resultará na seguinte configuração:

(i) carteiras exploradas em conjunto pelo Grupo BB Seguridade e pelo Grupo MAPFRE (“Futuro Grupo BB E MAPFRE”):

 canal bancário do BB: vida, prestamista, vida produtor rural, habitacional,
agrícola, penhor rural, residencial, empresarial, massificados e DPVAT; e
 canal affinity: as carteiras mencionadas acima também poderão ser exploradas pelo Futuro Grupo BB E MAPFRE por meio do canal affinity, desde que previamente acordado entre o Grupo BB Seguridade e o Grupo MAPFRE, exceto quando o canal affinity em questão for de uma sociedade coligada do BB (“Coligadas BB”), hipótese essa que dispensará a aprovação
prévia.

(ii) carteiras exploradas pelas sociedades do Grupo MAPFRE:

 canal corretor e affinity: vida, prestamista, agrícola, auto, grandes riscos,
residencial, empresarial e DPVAT; e
 canal bancário do BB e Coligadas BB: auto e grandes riscos

O Grupo MAPFRE permanecerá com exclusividade para a comercialização dos seguros de automóvel e de grandes riscos no canal bancário do BB, em condições a serem definidas.

A reestruturação da operação de seguros no Grupo Segurador BB E MAPFRE está alinhada com a estratégia de simplificação da estrutura de governança e gestão das participações adotada pela BB Seguridade. Essa estratégia tem por objetivo aumentar a ênfase na comercialização de produtos de seguro no canal bancário, buscando aperfeiçoar os serviços prestados aos clientes do BB bem como a maximização na geração de valor para seus acionistas.

A destinação dos recursos que poderão ser eventualmente liberados será posteriormente definida.

Fatos adicionais, julgados relevantes, serão prontamente divulgados ao mercado. Brasília (DF), 6 de fevereiro de 2018.

Werner Romera Süffert
Diretor de Gestão Corporativa e Relações com Investidores