Porto Seguro elimina taxa para fundo de previdência Diamante

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A partir deste mês, o Porto Seguro Vida e Previdência deixa de cobrar taxa de carregamento nos fundos Diamante e Diamante Plus dos seus planos de previdência privada, voltados para clientes Premium. Além dessa vantagem, foi reduzido de R$ 500 mil para R$ 100 mil o valor de aporte inicial no Diamante Plus. Para o fundo Diamante o valor de aporte inicial mínimo já é de R$ 50 mil.

A estratégia visa beneficiar o contratante, atrair novos negócios e incentivar o investimento em longo prazo. “Numa sociedade em que o número de idosos, com expectativa de vida de 75 anos, está muito maior que o de jovens, a previdência privada é uma boa solução para manter no futuro o mesmo padrão de vida que tinha ao trabalhar, especialmente para os que recebem acima de dez salários mínimos. Trata-se de uma previdência complementar à previdência social”, explica Fernanda Pasquarelli – Diretora de Vida, Previdência e Investimentos da Porto Seguro.

Além dos planos Diamante, o Porto Seguro Vida e Previdência também trabalha com os produtos Rubi voltados para o varejo. “O ponto forte dos planos é a flexibilidade, já que o investidor pode alterar os valores ao longo do tempo, bem como suspender e retomar as contribuições quando desejar, mês a mês ou por meio de aportes eventuais. Nosso objetivo é fortalecer a presença no mercado brasileiro, diversificar nosso portfólio e atender diversos perfis de clientes. Queremos proporcionar uma reeducação financeira com estímulo ao investimento de longo prazo”, complementa Pasquarelli.

Sócios do banco Neon, liquidado pelo BC, são afastados do conselho da Pottencial Seguros

A Pottencial Seguradora divulgou Ata de Reunião realizada no dia 4 de maio na qual o presidente José Salim Mattar Júnior recebeu as cartas de renúncias dos membros do conselho de administração da companhia, Carlos Géo Quick, João de Lima Géo Filho e Renato Medrado Géo. A Ata foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira.

Os executivos são sócios do Banco Neon, instituição que sofreu liquidação extrajudicial do Banco Central no início de maio.

“Vejo com grande interesse a plataforma de seguro do Itaú”

Atuar mais na distribuição de terceiros. Esse foi um dos temas abordados por Candido Bracher, presidente do Itaú Unibanco, em entrevista publicada pelo Valor. O executivo abordou diversos temas, como as eleições  serem um elemento de “incerteza natural” e afetam o crescimento econômico de forma moderada ao postergar decisões de investimentos.

Sobre seguro: “No caso de seguros, vejo com grande interesse a possibilidade de abrir nossa plataforma, de atuar mais na distribuição de produtos de terceiros usando nossa força de distribuição, que é uma das principais do banco e é onde se concentra boa parte da receita em seguros. Já distribuímos seguro dental hoje em dia [da Metlife ]. Todas essas coisas vamos fazer ao longo dos próximos anos. O objetivo na gestão do banco, aquilo que eu gostaria de conseguir, é que o Itaú Unibanco se torne permanentemente preparado para a transformação. Mais do que transformar o banco desse ponto para aquele ponto, é capacitar o banco para para enfrentar transformações constantemente, porque isso é que vai ser a realidade daqui para a frente.”

 

Regulação é tema central do encontro anual Insurance Europe, em Madri

O presidente da Mapfre, Antonio Huertas, destacou nesta quinta-feira na abertura do encontro anual do Insurance Europe, que “mais regulamentação não significa automaticamente melhor regulamentação”, porque um regulamento, se não for bom, pode “piorar as coisas”.

Durante o seu discurso na conferência que acontece pela primeira vez em Madri, Espanha, o presidente destacou a necessidade de as companhias de seguros trabalharem “de forma consultiva” com a administração ao implementar nova regulamentação, que não deve “condicionar” práticas de mercado “com” prazos insensíveis “.

Em sua opinião, a inovação é uma boa oportunidade para reduzir as lacunas na cobertura de seguros no mundo, bem como para reduzir custos e tornar os produtos mais acessíveis e personalizados para os clientes.

Huertas destacou a necessidade de reduzir as lacunas na cobertura de seguros que existem globalmente, especialmente quando desastres naturais como os que ocorrem em 2017 ocorrem, embora ele tenha enfatizado que eles diminuíram especialmente no ano passado, especialmente nos EUA, onde a seguradora está muito presente.

Ao decorrer do dia, o blog Sonho Seguro trará mais informações sobre os debates do evento que se encerra hoje.

 

Pedidos de indenização por riscos cibernéticos avançam na Europa

Fonte: Financial Times

Uma onda de ataques de ransomware contra empresas européias está causando um boom de reclamações de seguro cibernético. Novos dados da AIG, uma das maiores seguradoras cibernéticas, mostram que seus negócios na Europa, Oriente Médio e África receberam tantos pedidos cibernéticos no ano passado quanto nos quatro anos anteriores combinados, um crescimento muito maior do que o número de apólices vendidas.

Mark Camillo, chefe da área cibernético europeu da AIG, disse que o crescimento das reclamações foi em parte o resultado do aumento dos ataques de ransomware, nos quais os hackers congelam os sistemas de um alvo até que um resgate seja pago. Os ataques de ransomware foram responsáveis ​​por pouco mais de um quarto das reclamações no ano passado, em comparação com 13% entre 2013 e 2016.

O seguro cibernético é uma das poucas áreas de seguro comercial especializado que está crescendo rapidamente. Analistas do banco de investimentos Jefferies estimam que o mercado global de seguro cibernético crescerá de pouco menos de US$ 4 bilhões em prêmios este ano para US $ 7 bilhões em 2020.

O Ransomware foi notícia no ano passado, quando o WannaCry e outros vírus infectaram empresas em todo o mundo, causando prejuízos de bilhões de dólares e perda de negócios. Camillo disse que as demandas de resgate estão aumentando porque está se tornando mais difícil ganhar dinheiro com formas mais estabelecidas de crimes cibernéticos.

“Os criminosos estavam tendo mais dificuldade nos EUA em monetizar os dados [roubados], então o ransomware era o próximo alvo”, disse ele. “Antes, eles foram capazes de recriar cartões usando tiras magnéticas”, acrescentou. “Mas como o chip e o PIN vieram, isso se tornou mais difícil”.

Das empresas que sofreram ataques de resgate, disse Camillo, apenas 10% pagaram o resgate. Mas ele disse que os hackers estão cada vez mais se recusando a entregar a chave de descriptografia mesmo quando o resgate é pago.

Reclamações relacionadas à criptografia – em que hackers assumem os sistemas de uma empresa e as usam para mineração de criptomoedas – também estão aumentando.

A outra mudança visível nos números da AIG é uma mudança no tipo de empresas que estão sendo segmentadas. Empresas de serviços profissionais, como advogados e contadores, responderam por 18% das reclamações no ano passado, acima dos 6% entre 2013 e 2016.

Eles estão agora no mesmo nível das empresas de serviços financeiros, historicamente uma das maiores fontes de reclamações de seguros cibernéticos “Muitos dos dados que eles têm são altamente sensíveis”, disse Camillo. “Os contadores podem ter dados sobre indivíduos com patrimônio líquido alto ou os advogados podem ter dados sobre atividades de fusões e aquisições”.

Algumas pessoas acreditam que as seguradoras poderiam fazer mais para cobrir riscos cibernéticos. Em uma recente entrevista ao Financial Times, Greg Case, executivo-chefe da corretora de seguros Aon, disse: “O setor tem US$ 3 bilhões em prêmios em cyber em uma época em que clientes nos EUA têm US $ 450 bilhões em perdas reportadas”.

Zurich adere à Iniciativa Empresarial pela Igualdade

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A Zurich Seguros e a Zurich Santander acabam de se tornar signatárias dos 10 Compromissos pela Igualdade Racial, uma ação da Iniciativa Empresarial pela Igualdade. A carta de adesão foi assinada por representantes do Grupo DEZ – Diversidade Étnica na Zurich, durante o evento Inclusão Racial: Discursos pela Liberdade, realizado pela Faculdade Zumbi dos Palmares e Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial, no último dia 14 de maio, em São Paulo.

A Iniciativa Empresarial pela Igualdade representa uma plataforma de articulação entre empresas comprometidas em buscar um desempenho ainda mais significativo na abordagem do tema, constituindo-se em um espaço de diálogo do empresariado brasileiro em torno dos seus compromissos com a inclusão, promoção e valorização da diversidade étnico-racial.

Com a adesão à Iniciativa, a Zurich Seguros e a Zurich Santander passam a fazer parte de um grupo formado por empresas comprometidas em criar espaço para promover e dialogar sobre diversidade. As duas companhias já contam com diversas ações neste sentido. O Grupo DEZ – Diversidade Étnica na Zurich, por exemplo, tem o objetivo de criar ações para promover a conscientização, inclusão, retenção e desenvolvimento de profissionais de diferentes etnias, com foco em pardos e negros, e assim ajudar na transformação da realidade empresarial.

“Estamos muito orgulhosos de termos dado mais um passo na direção da valorização da diversidade e inclusão, o que reafirma nossa posição como empresa comprometida em proporcionar um ambiente seguro para os colaboradores discutirem tópicos referentes a estes temas, compartilharem ideias inspiradoras e promoverem a conscientização, independente da orientação sexual, gênero, idade, cor religião ou qualquer outra diferença”, destaca Edson Franco, CEO da Zurich no Brasil.

“O Brasil apresenta uma grande variedade étnica e racial, e a luta para uma sociedade igualitária é de todos. Na Zurich Santander, acreditamos que este é apenas o primeiro passo de uma jornada de conscientização sobre a diversidade e inclusão. Estamos engajados e empenhados em acelerar as iniciativas do grupo DEZ para acabarmos com os preconceitos em nossas organizações e, consequentemente, contribuir para uma sociedade mais justa”, comenta Alfredo Lalia Neto, CEO da Zurich Santander Brasil.

Além do DEZ, a Zurich conta ainda com o WIN – Women’s Innovation Network, grupo que promove a igualdade de oportunidades de carreira para mulheres e homens; e o Pride@Zurich, que dissemina o respeito aos Direitos Humanos de cada indivíduo e consolida uma cultura de inclusão e pertencimento com base na orientação sexual. A Zurich também é a única seguradora a contar com a Certificação EDGE (Economic Dividend for Gender Equality) desde 2016, principal padrão global para avaliação dos níveis de igualdade de gênero entre ambientes de trabalho.

 

Sompo tem nova gerente para Nordeste

A Sompo Seguros nomeou Ana Eliza Aladim como gerente de Negócios Corporativos para a Região Nordeste. Ana Eliza assume a posição com o objetivo de intensificar a atuação da companhia em segmentos de riscos corporativos nos nove estados da região.

Ana Eliza Aladim é formada em Administração de Empresas pela UNICAP – Universidade Católica de Pernambuco, com pós-graduação em Marketing pela UPE – Universidade de Pernambuco (antiga FESP). Construiu toda sua carreira no mercado segurador durante os 30 anos recentes, sempre representando grandes players do segmento na área de ramos elementares, sobretudo nos segmentos Patrimoniais, tanto em Seguros Massificados (Automóvel, Residencial, Condomínio, Empresarial etc) quanto Corporativos (Transportes, Grandes Riscos etc).

Chegou há cerca de dois anos na Sompo com a missão de incrementar a área de Riscos Corporativos na Filial Recife (PE). Agora, a executiva assume a nova posição para estender o trabalho para os demais estados nordestinos.

Dez anos de trânsito: Seguro DPVAT contabiliza mais de 4,5 milhões de indenizações

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No mês dedicado mundialmente à conscientização para a redução dos acidentes de trânsito, a Seguradora Líder divulga o Boletim Estatístico Especial “Dez anos de trânsito”. Em 10 anos de atuação da Seguradora à frente da gestão do Seguro DPVAT foram pagas mais de 4,5 milhões de indenizações em todo o território nacional. Os dados mostram que, de 2008 a 2017, foram mais de 500 mil indenizados por morte, além de cerca de 3,1 milhões de pessoas que ficaram com algum tipo de invalidez permanente por conta da violência no trânsito.

Na última década, as motocicletas foram responsáveis pela maior parte das indenizações pagas: 70,45% do total, representando mais de 3,1 milhões de pagamentos. Foram mais de 198 mil indenizações por morte e 2,4 milhões por invalidez permanente. A frota de motocicletas foi a que mais cresceu nesses 10 anos: passou de 13,2 milhões para 25,7 milhões. A região Nordeste apresentou incremento de 165% na quantidade de motos, chegando a uma frota de mais de 2,4 milhões em 2017.

A Região Nordeste foi a que apresentou salto mais significativo no número de indenizações para todos os tipos de veículo: crescimento de 158%, embora sua frota ainda seja a terceira maior do país (17% dos veículos). Somente em 2017, foram 122.468 indenizações contra 47.509 em 2008.

Segundo o Denatran, hoje o Brasil conta com uma frota de mais de 94,3 milhões de veículos ativos, 77% mais do que em 2008, quando mais de 53,3 milhões de veículos circulavam pelas ruas. As regiões Norte e Nordeste foram as que apresentaram crescimento mais significativo, impulsionado principalmente pelas motocicletas, com variação de 127% e 126%, respectivamente.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil ocupa o quinto lugar no ranking de países com maior índice de acidentes de trânsito em todo o mundo. No ano de 2017, as indenizações pagas registraram aumento de 41% em relação ao ano de 2008. Outro número relevante é o de pedestres que aparecem em segundo lugar nas indenizações por acidentes fatais, sendo 26% em 2017 e 22% em 2008:

Nesses 10 anos, o perfil dos indenizados se manteve o mesmo. A maior incidência de indenizações pagas foi para vítimas do sexo masculino, e a faixa considerada economicamente ativa, de 18 a 34 anos, é a mais atingida. Em 2008, ela representou 53% das indenizações pagas, e em 2017, 49% dos pagamentos (cerca de 186 mil).

O Boletim Estatístico Especial “Dez anos de Trânsito” também marca a década de atuação da Seguradora Líder à frente das operações do Seguro DPVAT. O levantamento reúne dados como a evolução dos pontos de atendimento autorizados do seguro nestes dez anos, além da evolução da frota de veículos automotores e da população brasileira entre 2008 e 2017.

OMS quer plano de cobertura de saúde para 1 bilhão de pessoas

Fonte -EBC

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Ghebreyesus, anunciou em 21/05, uma agenda global no esforço de salvar a vida de 29 milhões de pessoas, nos próximos cinco anos. A iniciativa será divulgada durante a abertura da Assembleia Mundial da Saúde em Genebra (Suíça) que reunirá delegados de 194 países.

Ghebreyesus destaca como prioridade a garantia de cobertura de saúde para mais de 1 bilhão de pessoas no mundo, colocar em prática ações de emergências médicas, incluindo vacinas e combate a doenças reumáticas e cardiovasculares.

Segundo o último relatório “Estatísticas Mundiais da Saúde”, menos de metade das pessoas no mundo recebem todos os serviços de que precisam. Em 2010, quase 100 milhões de pessoas foram empurradas para uma situação de pobreza extrema por pagar despesas médicas.

Cerca de 13 milhões de pessoas morrem, antes dos 70 anos com doenças cardiovasculares, doença respiratória crônica e câncer, a maioria em países de rendas baixa e média. Em 2016, cerca de 15 mil crianças morreram por dia antes de completar cinco anos.

Avanços

Ghebreyesus ressalta que, as últimas sete décadas foram marcadas por “progressos que aumentaram a esperança média de vida em 25 anos, salvaram crianças e avançaram na eliminação de doenças, como sarampo e, em breve, a poliomielite”.

O diretor-geral admitiu que há ainda “muito para fazer”. O desafio, segundo ele, está no combate ao novo surto de ebola na África, especificamente, na República Democrática do Congo, onde 25 pessoas morreram em consequência da doença.

Cada continente exige um seguro viagem. Veja:

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Com as férias se aproximando, os preparativos para aquela tão esperada viagem em família estão a todo vapor. O ideal é estar preparado com um bom planejamento e uma lista de tudo o que você irá precisar, principalmente para estar protegido durante o descanso.

E em meio às exigências imigratórias e elevados custos de atendimento médico no exterior, como escolher o seguro viagem adequado para cada destino? Confira abaixo algumas dicas da APRIL Brasil Seguro Viagem para conseguir contratar a melhor opção.

Américas – A maioria dos países não exigem um seguro viagem, com exceção de Cuba, Venezuela e Equador. Os dois primeiros estipulam um mínimo de cobertura de US$ 10,8 mil e US$ 40 mil, respectivamente. Para destinos da América do Sul, Central e Caribe, é recomendado contratar coberturas a partir de US$ 70 mil. Isso por que, mesmo que o custo de vida nesses destinos não seja alto, poderá cobrir todos os gastos mesmo em situações de internação, evitando que o segurado tenha que arcar com qualquer valor extra.

Já os viajantes com destino ao Canadá e Estados Unidos devem fugir das coberturas baixas. Com preços exorbitantes na saúde em ambos os países, caso o turista necessite de atendimento médico e passe por uma cirurgia simples, por exemplo, o custo total pode ultrapassar facilmente os US$ 50 mil. Com a conversão para reais (R$), esse é um prejuízo e tanto. A APRIL Brasil Seguro Viagem oferece coberturas que chegam a US$ 1 milhão, além de ter 100% de cobertura para doenças preexistentes.

E quem pensa que contratar seguro viagem é importante apenas para os destinos internacionais está enganado. Para viagens domésticas, mesmo que você tenha um plano de saúde, o item pode oferecer cobertura que vai além da assistência médica e cobre cancelamento de viagem, extravio de bagagem, entre outros.

Europa – Os países que fazem parte do Tratado de Schengen estabelecem como requisito para entrada um seguro viagem com cobertura para assistência médica no valor mínimo de € 30 mil. É possível que o passageiro que não esteja portando uma apólice válida seja barrado. Mesmo para quem irá visitar destinos fora do Tratado, é imprescindível contratar um para garantir o acesso à saúde no Velho Continente sem precisar usar todas as economias em caso de uma emergência médica.

Ásia – Os países asiáticos não estabelecem como obrigatória a apresentação de um seguro viagem para entrada de turistas. No entanto, é necessário avaliar os riscos e contratar o produto adequado. Normalmente, os voos até lá são longos e cheios de escalas ou conexões, o que aumenta a chance de sua mala não chegar junto com você. Além disso, a comida exótica pode não cair muito bem nos estômagos mais sensíveis e as doenças tropicais assombram até os viajantes mais experientes. Além de cobrir extravio de bagagem e assistência médica para urgências e emergências, o seguro viagem pode cobrir acompanhamento familiar ou até mesmo convalescença em hotel.

Oceania – Um dos principais destinos para intercâmbio, a Austrália exige seguro viagem apenas para aqueles que desejam aperfeiçoar o inglês na ilha, o Overseas Student Health Cover (OSHC). O continente também é um dos mais buscados para a prática de esportes de aventura. Por isso, é preciso ficar atento e optar por produtos que ofereçam o melhor suporte durante o passeio. Outra vantagem é que, se precisar voltar para casa antes do previsto, o seguro garante o retorno de acordo com as condições gerais e limites contratados.

África – Muito concorrido por seus safáris e as opções de aventura, não determina a contratação de um seguro viagem. Mas não é por isso que você não deve contratar um. O ideal é verificar o seu estilo de viagem e checar se o seguro que você está cotando tem todas as coberturas para as possíveis situações, como interrupção da viagem e garantia de retorno antecipado, por exemplo.