Cada continente exige um seguro viagem. Veja:

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Com as férias se aproximando, os preparativos para aquela tão esperada viagem em família estão a todo vapor. O ideal é estar preparado com um bom planejamento e uma lista de tudo o que você irá precisar, principalmente para estar protegido durante o descanso.

E em meio às exigências imigratórias e elevados custos de atendimento médico no exterior, como escolher o seguro viagem adequado para cada destino? Confira abaixo algumas dicas da APRIL Brasil Seguro Viagem para conseguir contratar a melhor opção.

Américas – A maioria dos países não exigem um seguro viagem, com exceção de Cuba, Venezuela e Equador. Os dois primeiros estipulam um mínimo de cobertura de US$ 10,8 mil e US$ 40 mil, respectivamente. Para destinos da América do Sul, Central e Caribe, é recomendado contratar coberturas a partir de US$ 70 mil. Isso por que, mesmo que o custo de vida nesses destinos não seja alto, poderá cobrir todos os gastos mesmo em situações de internação, evitando que o segurado tenha que arcar com qualquer valor extra.

Já os viajantes com destino ao Canadá e Estados Unidos devem fugir das coberturas baixas. Com preços exorbitantes na saúde em ambos os países, caso o turista necessite de atendimento médico e passe por uma cirurgia simples, por exemplo, o custo total pode ultrapassar facilmente os US$ 50 mil. Com a conversão para reais (R$), esse é um prejuízo e tanto. A APRIL Brasil Seguro Viagem oferece coberturas que chegam a US$ 1 milhão, além de ter 100% de cobertura para doenças preexistentes.

E quem pensa que contratar seguro viagem é importante apenas para os destinos internacionais está enganado. Para viagens domésticas, mesmo que você tenha um plano de saúde, o item pode oferecer cobertura que vai além da assistência médica e cobre cancelamento de viagem, extravio de bagagem, entre outros.

Europa – Os países que fazem parte do Tratado de Schengen estabelecem como requisito para entrada um seguro viagem com cobertura para assistência médica no valor mínimo de € 30 mil. É possível que o passageiro que não esteja portando uma apólice válida seja barrado. Mesmo para quem irá visitar destinos fora do Tratado, é imprescindível contratar um para garantir o acesso à saúde no Velho Continente sem precisar usar todas as economias em caso de uma emergência médica.

Ásia – Os países asiáticos não estabelecem como obrigatória a apresentação de um seguro viagem para entrada de turistas. No entanto, é necessário avaliar os riscos e contratar o produto adequado. Normalmente, os voos até lá são longos e cheios de escalas ou conexões, o que aumenta a chance de sua mala não chegar junto com você. Além disso, a comida exótica pode não cair muito bem nos estômagos mais sensíveis e as doenças tropicais assombram até os viajantes mais experientes. Além de cobrir extravio de bagagem e assistência médica para urgências e emergências, o seguro viagem pode cobrir acompanhamento familiar ou até mesmo convalescença em hotel.

Oceania – Um dos principais destinos para intercâmbio, a Austrália exige seguro viagem apenas para aqueles que desejam aperfeiçoar o inglês na ilha, o Overseas Student Health Cover (OSHC). O continente também é um dos mais buscados para a prática de esportes de aventura. Por isso, é preciso ficar atento e optar por produtos que ofereçam o melhor suporte durante o passeio. Outra vantagem é que, se precisar voltar para casa antes do previsto, o seguro garante o retorno de acordo com as condições gerais e limites contratados.

África – Muito concorrido por seus safáris e as opções de aventura, não determina a contratação de um seguro viagem. Mas não é por isso que você não deve contratar um. O ideal é verificar o seu estilo de viagem e checar se o seguro que você está cotando tem todas as coberturas para as possíveis situações, como interrupção da viagem e garantia de retorno antecipado, por exemplo.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre seguros, previdência, educação financeira, longevidade e saúde para o blog Sonho Seguro, do qual e fundadora, e para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do SindSeg-SP, entrevistadora em eventos e podcasts, bem como palestrante sobre temas diversos que envolvem o setor de seguros. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 17 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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