APP afirma que ajuda a reduzir em até 30% o índice de sinistralidade

 

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Criada no último trimestre de 2017 para atuar exclusivamente no segmento corporativo, a Saúde Concierge é uma startup que desenvolveu um sistema tecnológico simples de usar, mas capaz de dar suporte a complexos processos de gestão que visam ajudar a cuidar da saúde das pessoas de uma empresa. Como consequência, os custos com o benefício saúde, das 3500 vidas que que atualmente administra, têm apresentado redução de até 30%.

Para atingir os resultados, a Saúde Concierge utiliza tecnologia WEB e de APP (disponível gratuitamente nos sistemas Android e iOs), a fim de monitorar a condição de saúde dos pacientes, interagindo em tempo real com eles, e sugerindo medidas que possam ser adotadas para a manutenção do estado de saúde atual ou correção/ajustes para a melhoria dessa condição.

“Nossa atuação acontece por meio de multicanais, seja via visitas presenciais de profissionais multidisciplinares, tais como médicos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, enfermeiros ou pelo atendimento humanizado da nossa equipe própria especializada que interage remotamente via central de atendimento”, explica Tatiana Giatti, diretora de marketing da Saúde Concierge.

Para o segmento de saúde, a empresa oferece a gestão de pacientes crônicos (pessoas com diabetes, hipertensão, problemas cardíacos etc.); atendimento médico e domiciliar (sempre de acordo com o grau de complexidade do caso); desospitalização, enviando de um profissional de saúde para acompanhar o paciente ainda no hospital e dar um parecer se está em condições de receber alta e continuar o tratamento em sistema de home care; internação domiciliar (home care diferenciado); aplicação de medicamentos específicos; e tratamentos paliativos, também chamados de Hospice.” Neste último, a intenção é dar conforto e atendimento a pacientes terminais”, completa ela.

Já no caso das seguradoras de Vida e Viagem, a Saúde Concierge elaborou uma grade de serviços que inclui housecall (consultas médicas no local onde o paciente estivar), central de atendimento 24 horas, Hospice e segunda opinião médica.

 

Parecer sobre cooperativas de proteção veicular pode ser votado nesta terça

Fonte: Agência Câmara

A comissão especial que trata do projeto que criminaliza as cooperativas de proteção veicular (PL 3139/15), de autoria do deputado Lucas Vergilio (SD-GO), discute nesta terça-feira (8) o parecer do relator, deputado Vinícius Carvalho (PRB-SP). Esta é a terceira tentativa de votar o relatório.

Em seu parecer, apresentado no mês passado, o relator sugeriu a regularização da atividade. Essas cooperativas funcionam por meio do rateio entre as vítimas de roubos e acidentes envolvendo os veículos contratados. Ou seja, não há pagamento de uma apólice contra riscos futuros como em um seguro tradicional.

Segundo Vinicius Carvalho, essa foi a solução encontrada pelo mercado para driblar o alto custo dos seguros e a recusa de alguns veículos mais antigos por parte das seguradoras. O deputado argumenta que não é possível simplesmente proibir as atividades de 1.700 associações que atendem cerca de 2 milhões de donos de automóveis.

A reunião está marcada para 14h30, no plenário 5.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA: PL-3139/2015

Março registra quatro grandes acidentes com navios

Fonte: Portos&Navios

O número de acidentes envolvendo o transporte de cargas marítimo chamou atenção no último mês de março. Diversos navios registraram diferentes tipos de sinistros, de incêndios complexos no porão, passando por tempestades e até colisões entre duas embarcações, causando a perda de contêineres.

Logo no começo do mês, em 3 de março, o “Maersk Shangai” descartou 73 contêineres por conta de uma intensa tempestade na região do Oregon, nos Estados Unidos. Cinco dias depois, o “Maersk Honam” sofreu um grande incêndio a 900 milhas náuticas de Oalhat, em Omã.

No dia 15 de março, um navio carregado com 62 mil toneladas de fertilizantes encalhou no canal de acesso ao Porto de Paranaguá, no estado do Paraná. Já no dia 19 de março, os navios “MV Tolten” e “MV Hamburg Bay” colidiram no Terminal de Karachi, no Paquistão, causando a perda de 21 contêineres que caíram na água.

“Apesar do crescente desenvolvimento da tecnologia nas embarcações, o aumento considerável do comércio marítimo tem contribuído para o número de acidentes, principalmente nas entradas e saídas dos portos”, explica Vanderlei Moghetti, gerente de Sinistros da Argo Seguros. “Além disso, as vezes a falta de cuidado para o acondicionamento da carga nos navios acaba gerando acidentes inesperados”, completa.

Microsseguradora digital a caminho

Uma nota interessante no Diário Oficial de 7 de maio na pág. 182/Seção 3. Consta a declaração de propósito de que Demair Vauz da Silva e Sandra Finger, na condição de únicos acionistas de Company Participações, declaram intenção de alterar o objeto social e também o nome da Company Participações. A empresa passa a chamar Company Seguros e a operar como  microsseguradora digital em microsseguros de pessoas, em qualquer de suas modalidades ou forma.

A empresa é uma sociedade anônima fechada, com sede na cidade de Goiânia, e já atendia ao pré-requisito de capital mínimo requerido para operação em todo território nacional – capital social  de R$ 6 milhões , conforme acordo de acionistas, já registrado na Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Luto: Morre, aos 102 anos, Rosa Garfinkel

Morreu na madrugada desta segunda-feira  Rosa Garfinkel, mãe de Jayme Garfinkel, presidente do conselho da Porto Seguros, e avó de Marcelo Blay, CEO da Minuto Seguro. O velório será às 10:00 e o enterro às 13:00 no Cemitério Israelita do Butantã.

Abaixo o comunicado de Jayme:

Rosa Garfinkel foi uma das principais responsáveis pela construção do Grupo Porto Seguro. Um exemplo de sabedoria e de bom senso. Sua persistência e principalmente o seu desprendimento foram cruciais para superarmos grandes desafios ao longo da nossa história.

Aperfeiçoou seus conhecimentos sobre seguros em casa, quando ouvia Abrahão, meu pai, que adquiriu a Porto Seguro em 1972. Seus conselhos foram muito importantes a cada passo que a companhia dava e, em muitos momentos, essenciais para ele e para mim.

O grande desafio veio quando ele faleceu, em 1978, e ela assumiu a presidência da companhia. A partir daí, ela sempre esteve ao meu lado e, juntos, lideramos uma ampla expansão dos nossos ramos de atuação.

Me lembro do prazer que ela sentia em visitar as diversas áreas, para conversar com as pessoas e ouvir um pouco da historia de cada um.

Nos últimos anos, já com a idade muito avançada, ainda me dava conselhos riquíssimos que guardarei para o resto da minha vida. Sempre vou me lembrar dela com muito orgulho e admiração.

Em nome de todos os nossos funcionários, diretores, conselheiros, corretores, prestadores e acionistas, transmitimos um adeus para a minha mãe, nossa querida e eterna Dona Rosa.

Jayme Brasil Garfinkel
Presidente do Conselho da Porto Seguro

Seguro garantia está entre os motivos de pedido de recuperação judicial de Viracopos

ATUALIZAÇAO 07/05/2018 – 17h17 – Apesar de Triunfo Participações e Investimentos (TPI) não conseguir renovar o seguro garantia, como informou nesta segunda-feira, em comunicado ao mercado no qual protocolou o pedido de recuperação de suas controladas Aeroportos Brasil, Aeroportos Brasil Viracopos e Viracopos Estacionamentos, ainda há mais de R$ 290 milhões do remanescente da apólice referente a outorgas de 2017 e 2016 para fazer frente a outorgas e multas já vencidas.

Um pedido de indenização de R$ 240 milhões já foi registrado nas seguradoras líderes, Swiss Re Corporate Solutions e Austral Seguradora, informou uma fonte que pediu anonimato. As seguradoras, caso venham a pagar, buscarão o ressarcimento da TPI, garantidora do seguro e que continua solvente, e poderão ainda buscar seus direitos perante a concessionária. Em janeiro deste ano, a TPI  quitou a dívida de R$ 156 milhões com as seguradoras Swiss Re e Austral. No ano passado, a Anac acionou o seguro-garantia porque o aeroporto deixou de pagar a outorga fixa.

8h30 – A Triunfo Participações e Investimentos (TPI)  protocolou na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o pedido de recuperação de suas controladas Aeroportos Brasil, Aeroportos Brasil Viracopos e Viracopos Estacionamentos. “Circunstâncias alheias ao controle das sociedades, de seus acionistas diretos e indiretos e de seus administradores, inviabilizaram o atendimento a algumas obrigações contratuais de cunho financeiro, notadamente o pagamento de certas outorgas e, mais recentemente, a renovação da apólice de seguro garantia de execução contratual”, diz o fato relevante enviado à CVM. O maior credor é o BNDES, como financiador direto e subscritor de debêntures. Bradesco, Itaú, Banco do Brasil e Haitong são detentores de créditos, como repassadores do BNDES. E BTG, o próprio Haitong e a Finep são credores do bloco privado.

BB Seguridade registra queda de 10,7% no lucro no 1o. tri de 2018

A BB Seguridade divulgou lucro ajustado de R$ 907,3 milhões no primeiro trimestre de 2018, queda de 8,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O lucro líquido ficou em R$ 886,4 milhões, com baixa de 10,7%. Segundo comunicado do grupo enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), mesmo com o crescimento de 3,5% no resultado operacional combinado das empresas do grupo, o lucro líquido recuou por consequência da retração da taxa Selic, o que levou o resultado financeiro combinado a uma queda de 37,3% em relação a um ano antes, a R$ 185 milhões.

O volume total de prêmios emitidos de seguros, contribuições de previdência e arrecadação com títulos de capitalização somou R$ 12,7 bilhões no primeiro trimestre, com queda de 13,9% na comparação anual. No segmento SH (vida, habitacional e rural), os prêmios (patrimônio e automóvel), houve expansão de 1,3%, com alta de 4,7% em automóveis. As reservas técnicas de previdência ficaram em R$ 241 bilhões, com alta de 15,6%. A arrecadação com títulos de capitalização totalizou R$ 1,1 bilhão, incremento de 23,3%.

Dados da ANS apresentam ligeira alta no número de consumidores do serviço, totalizando 47,4 milhões

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Após perda de três milhões de beneficiários entre 2015 e 2016 e estabilidade em 2017, o segmento de planos de saúde apresenta crescimento no número de consumidores neste início de ano, com alta alinhada à recuperação gradual da atividade econômica constatada a partir de 2017. Esta é análise da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), baseada nos dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) referentes ao mês de março. No período, o serviço registrou crescimento de 65,6 mil consumidores, em equiparação ao mês anterior. No comparativo de 12 meses, o aumento foi de aproximadamente 128 mil vidas. Atualmente, os planos de saúde têm 47,4 milhões de beneficiários.

“Depois de um longo período de perda elevadas de consumidores, o mercado de planos de saúde dá sinais de recuperação. Pelo quarto mês consecutivo, houve uma alta desse indicador. O crescimento foi alavancado principalmente pelos planos empresariais, que assinalaram incremento de quase 365 mil vidas em um ano; no comparativo com fevereiro, mais 77 mil. Um fator importante é que esse aumento foi verificado em 17 das 27 unidades federativas, incluindo São Paulo, maior polo econômico do país”, destaca José Cechin, diretor-executivo da FenaSaúde.

Já os planos exclusivamente odontológicos continuam em viés de alta. Em março, o setor registrou 23,2 milhões de beneficiários, aumento de cerca de 120 mil usuários na comparação com o mês anterior e de 1,3 milhão em relação a março de 2017.

 

Novas tecnologias em debate em curso presencial e online

Blockchain, insurtech, cyber risks, big data, internet das coisas, inteligência artificial… Quais são as repercussões de todos esses novos conceitos no setor securitário? Como está sendo realizado a coleta e uso de dados pessoais pelas seguradoras? Tem sido respeitada a privacidade dos consumidores? Afinal, estamos caminhando para qual direção?

Essas e outras questões serão abordadas no curso do Instituto Especializado em Direito Social. Veja a agenda:

Dia 22 – Danilo Doneda: A proteção de dados pessoais nas relações de consumo

Dia 24 – Alexandre Pompeu: Blockchain, insurtech, cyber risks, big data, internet das coisas, inteligência artificial… Quais são as repercussões desses novos conceitos no campo dos seguros?

Dia 29 – Glória Faria: Novas tecnologias e seus impactos no setor securitário

Mais infos no linkhttps://www.idsamericalatina.com.br/novas-tecnologias-e-seus-impactos-no-setor-securitario

Zurich apoia Santander para crescerem juntos no rural

A Zurich em conjunto com o Banco Santander  participa da Agrishow – maior feira de tecnologia agrícola da América Latina e umas das três maiores do mundo.  A Zurich, através do Santander, oferece seguros a proprietários de máquinas e equipamentos para indústrias, terraplanagem, atividades agrícolas e rural, como o Zurich Equipamentos, Zurich Equipamentos Agrícolas e Zurich Equipamentos Agrícolas – Penhor Rural.

Os produtos contam com coberturas que garantem proteção em caso de perda ou danos nas máquinas e equipamentos segurados em acidentes de causa externa, como incêndio, raio e explosão de qualquer natureza; vendaval e intempéries naturais; capotamento; colisão; danos elétricos; e operação dos equipamentos em zonas próximas de águas (margens de rios, represas, canais, lagos e lagoas).

Em recente entrevista ao Valor, o presidente do banco Sérgio Rial informou que trabalha em um modelo de seguro rural, sem qualquer subsídio ao prêmio. Ele contou que o banco fez uma proposta nesse sentido para a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A ideia é que leilões eletrônicos por região – e faixas de risco, ponderado por variáveis climáticas – sejam feitos. No leilão, disse ele, participariam produtores, bancos e seguradoras. A proposta é que no início os leilões sejam feitos em áreas de risco baixo. Nessas áreas, o subsídio ao prêmio que atualmente existe não tem qualquer sentido, argumentou. “Em lugares que nunca deixa de chover, não há necessidade de seguro cobrando prêmios acima de 5% sobre o valor