Zurich faz parceria com Torq para acelerar projetos de inovação

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A Zurich, seguradora global com 79 anos de atuação no mercado brasileiro, acaba de lançar, junto ao Torq, um programa para acelerar e aperfeiçoar seus projetos de inovação. O trabalho terá duas frentes: a primeira é a sensibilização e treinamento de colaboradores e a segunda fase está relacionada à implantação de novos projetos. “O Torq vai apoiar a companhia na execução e velocidade dos projetos. Não queremos a inovação pela inovação. O que se espera é que, de fato, haja um resultado concreto na companhia. Uma ideia não implementada vale zero”, diz o diretor de Inovação e Estratégia da Zurich, Rodrigo Barros.

A contratação do Torq vem em linha com a estratégia global da empresa, focada em três pilares: cliente, inovação e simplificação. No entanto, mudar a cultura tradicional para novas formas de gestão e busca de soluções requer um programa estruturado. Por esse motivo, a Zurich buscou um parceiro fora. “O processo de transformação digital dentro de uma empresa é complexo. Há um conjunto de legados, desde culturais a modelos de negócios preestabelecidos. Precisamos olhar para o todo para definir a estratégia sobre como a empresa vai se estruturar. A companhia precisa estar aberta a mudanças e contar com um processo mais democrático”, diz Marcelo Bradaschia, COO do Torq.

Nesta primeira fase, iniciada no mês de junho, foi lançado um concurso de inovação. O objetivo é envolver os cerca de 1.500 colaboradores da companhia para capturar novas ideias que serão implantadas no futuro. Os participantes apresentarão projetos voltados para melhorar o atendimento aos clientes e buscar simplificação, que podem utilizar tecnologias disruptivas, como machine learning. “Na captura de ideias, foram identificadas ineficiências para os clientes, que servirão como matéria-prima para desenvolver soluções para buscar resultados concretos”, afirma Barros.

As melhores ideias serão selecionadas por uma banca formada por participantes do Torq e executivos da Zurich, incluindo o CEO. Os grupos escolhidos receberão treinamentos específicos para o aperfeiçoamento das ideias e montagem dos projetos. Depois deste período, serão escolhidas as iniciativas a serem implantadas e os ganhadores, que junto com pessoas estratégicas dentro da empresa, farão um curso intensivo de inovação no Torq, o que envolverá também experiências práticas. “Não será simplesmente um treinamento. Haverá duas imersões. Uma sobre o que está acontecendo no mercado e no mundo com relação às novas tecnologias e outra, que durará um mês, com treinamento e método, ou seja, vão colocar a mão na massa. As ideias vencedoras se tornarão projetos executados dentro do laboratório do Torq com financiamento da Zurich”, diz Barros.

O objetivo da Zurich é acelerar a implantação de soluções e buscar métodos mais eficientes para a elaboração de projetos. “Os métodos estudados já serão utilizados na definição de protótipos e provas de conceito para problemas que nós já temos na companhia. Esta mesma turma continuará desenvolvendo projetos para entrega de soluções para os problemas em até doze meses. Para isso, contarão com a mentoria do Torq”, ressalta. Além do concurso de inovação, o Torq também está realizando workshops sobre as novas técnicas, métodos e tecnologia para os gerentes da Zurich. Neste ano, já ocorreram três e há outros agendados.

Santander e HDI avançam para a criação de seguradora digital

Seguros é um dos destaques do banco Santander Brasil, que divulgou nesta quarta-feira lucro líquido gerencial, que não considera ágio de aquisições passadas, somou R$ 3,025 bilhões, alta de 30% na comparação com o mesmo período de 2017. Na comparação com o primeiro trimestre, houve um crescimento de 5,4%.

O grupo informou os órgãos reguladores aprovaram a constituição da seguradora digital, uma parceria entre a alemã HDI e o banco, mas ainda faltam alguns detalhes.”A conclusão da operação está sujeita ao cumprimento de demais condições precedentes”, informa o Santander, em relatório.

A joint venture é formada pela Sancap Investimentos e Participações, controlada pelo Santander, com 50% do capital, e pela HDI, que fica com os 50% restantes. A Santander Auto será totalmente digital e como o próprio nome diz, atuará na venda de seguro de carros no Brasil.

Swiss Re lança estudo sobre riscos espaciais

A Swiss Re Corporate Solutions produziu um estudo sobre riscos espaciais envolvendo satélites na órbita terrestre baixa (LEO, na sigla em inglês). Ele destaca desafios legais, como a atribuição de responsabilidades em casos de colisões e como a indústria de seguros está respondendo às necessidades das cada vez mais complexas operações com satélites.

A publicação traz muitos dados interessantes, como:

– 90% dos objetos rastreados que orbitam a Terra são detritos, o que aumenta o risco de colisões.
– O total de objetos catalogados em órbita cresceu 19% desde 2011. São 19 mil objetos.
– De acordo com a ONU, 70% da atividade espacial é conduzida por empresas privadas.
– A LEO vem recebendo um crescente número de constelações de satélites.
– Os seguros ainda são muito focados em satélites na órbita geoestacionária, mas a demanda por seguros para constelações de satélites na LEO vem crescendo.

Fórum AIG coloca em debate seguros de linhas financeiras

“Há mais de 15 anos, quando iniciamos as conversas sobre o seguro D&O no Brasil, o mercado via o produto como voltado exclusivamente às grandes organizações. O mesmo acontece com riscos cibernéticos. Hoje, empresas de todos os segmentos e tamanhos estão expostas. Por isso, corretores devem estar atentos para melhor aconselhar seus clientes”, afirmou o CEO da AIG Brasil, Fabio Oliveira, na abertura do Fórum AIG Financial Lines, em São Paulo, que abordou na última terça-feira as tendências mundiais e oportunidades de negócios nos seguros de linhas financeiras, entre eles Riscos Cibernéticos, Fusões & Aquisições, Responsabilidade Civil Profissional e Responsabilidade Civil para Administradores – D&O.

Voltado a corretores e clientes, os palestrantes apresentaram o cenário no Brasil e no mundo, com foco na legislação, realidade das empresas e seus funcionários e outros fatores que impactam coberturas e sinistros. Flavio Sá, gerente de linhas financeiras da AIG Brasil, apresentou o panorama da evolução do mercado local desde os anos 90, quando o D&O foi lançado no Brasil, até os dias de hoje e ressaltou a importância de seguros como Fusões e Aquisições (M&A), Práticas Trabalhistas Indevidas (EPL), RC Profissional e Riscos Cibernéticos. “Empresas de diferentes segmentos, de bancos a hospitais, e-commerce e indústrias em todo o mundo já foram vítimas de ataques cibernéticos.

Além dos danos financeiros, operacionais, regulatórios e de reputação, há o impacto de terceiros: os clientes. A recente aprovação no Congresso do projeto de lei que regulamenta o uso, proteção e transferência de dados pessoais no Brasil (PLC 53/2018) é um sinal de que as companhias precisam estar preparadas e protegidas”, explica Sá.

Para o diretor de linhas financeiras Internacional da AIG, Jason Kelly, além do seguro, é importante identificar e sanar possíveis brechas operacionais para evitar ataques cibernéticos. “No atual cenário, a exposição das empresas está cada vez mais tangível, e com a evolução da legislação, como o GDPR (General Data Protection Regulation) o seguro cibernético se torna mais relevante”, explica. Outro ponto trazido pelo executivo é o impacto das relações trabalhistas nas empresas, o que varia país a país. “Com a recente onda de denúncias de assédio e discriminação, a responsabilidade por práticas trabalhistas se tornou mais sensível e uma preocupação global”, exemplifica, ao comentar sobre o Seguro de Práticas Trabalhistas Indevidas.

Quanto ao futuro, Jason Kelly é otimista. “O mercado de linhas financeiras está em desenvolvimento, e o Brasil tem registrado um crescimento significativo”, completa. Por outro lado, o país registrou um aumento significativo de sinistralidade. Segundo Daniel Santos, Gerente de Sinistros de Linhas Financeiras da AIG, nos últimos sete anos, foram quase dois mil sinistros analisados. Mais de 450 foram notificados apenas em 2018. Entre os principais motivos estão a maior penetração do produto no mercado local, os efeitos da instabilidade econômica e maior judicialização nas relações comerciais. “As operações policiais, ações trabalhistas, débitos tributários e investigações concorrenciais são as causas mais comuns dos sinistros no Brasil, quando falamos em D&O”, pontua.

Para Thomaz Kastrup, sócio do escritório Mattos Filho, as principais preocupações dos clientes que procuram o seguro D&O estão ligadas à responsabilidade tributária e trabalhista a que seus administradores estão expostos, bem como as multas e sanções administrativas (no caso de empresas cuja atividade é regulada). Outro tema frequente que se busca ter cobertura é a penhora online das contas bancárias dos administradores e os custos de defesa em processos, investigações e inquéritos. “Empresas com atividades reguladas, como companhias de capital aberto, instituições financeiras, distribuidoras de energia elétrica e hospitais entendem essas preocupações e procuram pelo seguro”, completa Kastrup.

Omint patrocina Music in the Park, projeto de jazz que chega a SP

Por mais iniciativas como essa!!!!

Localizado no bairro paulistano de Pinheiros, o Parque do Povo receberá pela primeira vez no domingo, 29/07, o projeto de jazz Music In The Park. Inspirada no cenário clássico do jazz, a ação pretende criar momentos que fazem da cidade um lugar feliz com shows gratuitos e abertos ao público.

No line-up, o público poderá se divertir ao som de grandes e importantes nomes da cena do jazz, como Leandro Cabral, Tuto Ferraz, Marcelo Monteiro, Alba Santos, entre outros.

“Qualidade de vida também significa participar de atividades de cultura e entretenimento na própria cidade, como um show no parque. A Omint acredita nesses momentos de lazer para um dia a dia mais feliz e sadio, e tem o prazer de ajudar a trazer a São Paulo essa iniciativa inédita, que é aberta para o público e ajuda a tornar o cotidiano das pessoas mais descontraído e agradável”, comenta Cícero Barreto, diretor Comercial da Omint.

Além de patrocinar o evento, a Omint realizará ativações especiais com os participantes, que serão reveladas no dia do evento e prometem uma experiência ainda mais diferenciada, incluindo uma playlist especial no perfil da Omint no Spotify com os artistas do line-up. Junto com os outros patrocinadores do projeto, a empresa também irá apoiar as benfeitorias nos parques após os eventos, que serão promovidas pela organização do evento.

Serviço: Music in the Park
Data: 29/07/2018

Horário: 10h30 às 18h
Local: Parque do Povo – Av. Henrique Chamma, 420 – Pinheiros

Entrada: Gratuita

Catástrofes causam perdas econômicas de US$ 45 bi no semestre

As perdas econômicas globais causadas por desastres naturais no primeiro semestre de 2018 foram estimadas em US$ 45 bilhões, 64% abaixo da média de US$ 124 bilhões em 10 anos e 48% abaixo da média de US$ 87 bilhões em 18 anos, segundo estudo divulgado pela Aon. Já as perdas seguradas foram preliminarmente estimadas em US$ 21 bilhões, 40% menor do que a média de US$ 35 bilhões em 10 anos e 19% menor do que a média de US$ 26 bilhões em 18 anos. Estes totais estão sujeitos a alterações à medida que as perdas se desenvolvem.

Os desastres naturais tiraram pelo menos 2.153 vidas durante o primeiro semestre de 2018, o menor número desde 1986 e significativamente abaixo da média de longo prazo (1980-2017) de 36.570 e uma mediana do mesmo período (7.991). A inundação foi a catástrofe que mais matou nos dois primeiros trimestres de 2018, tendo sido responsável por pelo menos 892 mortes.

De acordo com o relatório da Aon, estima-se que houve 156 eventos de desastres naturais no primeiro semestre de 2018, acima da média de 142 anos de 18 anos. Embora não houvesse uma mega catástrofe que levou a prejuízos econômicos além de US$ 10 bilhões, havia pelo menos 15 eventos separados de bilhões de dólares no primeiro semestre de 2018 – todos relacionados ao clima, exceto um evento de terremoto – liderado pelos EUA (6), EMEA (4), APAC (4) e as Américas (1).

Os primeiros seis meses foram marcados por muitos desastres de menor escala, com a Ásia-Pacífico (APAC) registrando o maior número de desastres nos primeiros seis meses do ano (55). Europa, Oriente Médio e África (EMEA) ficou em segundo lugar com 44 eventos, seguidos dos Estados Unidos (37) e das Américas (20).

Steve Bowen, diretor de previsão de impacto e meteorologista, disse: “Os primeiros seis meses de 2018 incluíram vários desastres de larga escala com pelo menos 15 eventos econômicos bilionários em todo o mundo. No entanto, as perdas resultantes foram gerenciáveis ​​em grande parte. Enquanto as perdas do primeiro tempo foram menores do que a média, é imperativo reiterar que isso não se correlaciona automaticamente com um segundo semestre mais silencioso, como no ano passado. Um evento singular pode mudar completamente a trajetória de um ano. A partir de uma perspectiva de custos financeiros e humanitários, identificar e entender seu nível individual de risco continua sendo um ativo importante para ajudar a mitigar possíveis impactos, considerando a perspectiva de eventos futuros.”

As perdas seguradas resultantes de catástrofes naturais foram geralmente inferiores à média e mediana dos últimos 18 anos. Em nível regional, somente a EMEA e as Américas foram cada vez mais altas que suas respectivas médias e medianas durante esse período, com a EMEA elevada devido a uma ativa temporada de vendaval europeu e as Américas em grande parte devido a tempestades de inverno e eventos climáticos severos no Canadá. Tanto a APAC quanto os Estados Unidos registraram perdas seguradas menores, em grande parte como resultado de uma temporada de clima severo menos ativa nos Estados Unidos e um início mais tranquilo das inundações de monções sazonais em partes da Ásia.

Luciano Scatamacchia é o novo COO da Som.us Brasil

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A SOM.US, empresa que atua na consultoria e distribuição de seguros e resseguros na América Latina, acaba de anunciar a contratação de Luciano Scatamacchia para o cargo de COO (Chief Operationg Officer). Com mais de 20 anos de experiência profissional, Scatamacchia chega para reforçar o time de líderes da empresa com o desafio de contribuir com o continuo desenvolvimento da cultura corporativa, políticas, eficiência das áreas de middle e back office, business intelligence, gestão e estratégias da companhia no Brasil.

Formado em Administração de Empresas com especialidade em finanças, possui pós-graduação em Compliance, Controles Internos e Gestão de Riscos, e MBA em Governança, Controles Internos, riscos e Compliance. Luciano tem 12 anos de experiência no mercado financeiro em Banco de Investimento e 10 no mercado de Seguros e Resseguros. Em sua carreira, atuou como Controller, Chief Financial Officer, Chief Operating Officer e, por último, como Diretor Executivo de Governança, Riscos, Controles Internos e Compliance de grandes empresas, ajudando no desenvolvimento de metodologias e operacionalizações, visando a eficiência, com o objetivo de contribuir na rentabilidade, qualidade, sustentabilidade, longevidade e estratégia empresarial como um todo.

Na SOM.US, ele será responsável por garantir a eficiência e eficácia da operação cotidiana, conduzir um crescimento sustentável e de qualidade, bem como incrementar a gestão operacional e estratégica da empresa. “Um dos meus grandes desafios será auxiliar na continuidade dos projetos inovadores do grupo e buscar por mais inovações. Será, também, trazer experiências de business intelligence e um leque de conceitos e metodologias a fim de garantir ótimos resultados com qualidade, ética, transparência e conformidade, mantendo, uma Governança Corporativa robusta e moderna e contribuindo para o alcance de posicionamento de mercado desejado” explica Luciano.

Fabio Basilone, CEO de Wholesale da SOM.US América Latina, explica que a chegada de Luciano fortalece a estratégia de crescimento da empresa para os próximos anos. O projeto, entre outras iniciativas, envolve replicar, gradativamente, nos países onde houver mercado, o modelo adotado pela operação brasileira, ou seja, incorporar a consultoria de seguros à distribuição de resseguros. “Luciano assumirá a parte operacional, financeira e de planejamento da empresa, envolvendo as filiais no Brasil, assim dedicarei mais tempo a área comercial e estratégica da operação de Wholesale na América Latina. Além disso, Luciano possui vasta experiência no setor, e, certamente, terá muito a agregar ao nosso time”, completa.

A Som.us reúne em um único grupo a mais completa consultoria e um abrangente canal de distribuição de seguros e resseguros da América Latina. Oferece um completo portfólio de produtos e serviços, assessoria técnica, comercial e operacional simplificando e facilitando o acesso a produtos, aproximando ofertas e demandas e conectando clientes, corretores, seguradoras e resseguradoras.

“Alerta Anticolisão” no celular avisa motorista sobre risco de acidente frontal

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De acordo com o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, o celular já é a segunda maior causa de acidentes no Brasil e dois segundos de distração são suficientes para um sinistro. Diante de dados como esses, surgiu o “Alerta Anticolisão”, que, inclusive, segue as diretrizes do Movimento Maio Amarelo, o qual tem como proposta chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. Para o motorista entender como funciona o “Alerta Anticolisão”, pode assistir ao vídeo: https://youtu.be/XaGivsL3lgE

Com o sistema, o celular deixa de ser um acessório, fonte de distração e sinônimo de risco, e passa a ser um assistente de direção frontal, ajudando a prevenir acidentes, já que, também segundo o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, a colisão frontal, comum em vias de pista única, produz o maior número de fatalidades, uma vez que no momento do impacto somam-se as velocidades dos dois veículos. Para ter acesso ao serviço, basta que o motorista, com o carro parado, acesse o site www.alertaanticolisao.com.br.

Após abrir o link do “Alerta Anticolisão”, desenvolvido pela Ogilvy Brasil e pela D2G tecnologia, em parceria com a Allianz Seguros e o Movimento Maio Amarelo, o motorista deve posicionar o celular na posição vertical, no centro do painel, e enquadrá-lo corretamente, de frente para o para-brisas. Assim, o aparelho começa a rastrear os objetos a seguir. Por meio de ferramenta de inteligência artificial, especialmente preparada para essa ação, imagens são processadas no próprio celular do usuário. Sempre que a distância do carro da frente ultrapassar os limites de segurança, o motorista ainda ouve um alerta sonoro. O sistema é gratuito e não consome os dados do plano após entrar na aplicação.

ARTIGO: O ciclo de um executivo de seguros

por Túlio Fumis, Associate Partner na Page Executive e líder para as áreas de serviços financeiros e seguros. Foi executivo sênior e consultor em seguradoras nacionais e multinacionais desde 1998

Caros leitores, no mês passado, comecei uma série de artigos para este blog e escrevi sobre o orgulho de ser um profissional de seguros. Hoje compartilho com vocês um pouco do que chamo do “ciclo de um executivo de seguros”.

Antigamente, um colaborador passava quinze, vinte ou trinta anos em uma mesma empresa. Buscar um novo desafio ou mudar de “firma” era muito menos frequente do que ocorre atualmente em todos os níveis organizacionais. Empreender então era para um grupo muito pequeno. Hoje, estar em transição ou em busca de novas e melhores oportunidades faz parte da vida de qualquer pessoa que se encontra inserida no mercado de trabalho.

Dentro desta nova dinâmica, gostaria de apresentar para vocês algumas dicas que podem ajudá-los na busca de um novo desafio. Uma vez que o assunto é vasto, apresentarei o tema dividido para que possamos refletir com mais propriedade sobre cada item.

Abaixo um resumo do que será apresentado nos próximos meses:

Tendências – a Page Executive acaba de finalizar um estudo mundial (Eight Executive Trends for 2018 – Leadership in a Transforming World) sobre tendências para o futuro, que se encaixa muito bem para o mercado segurador. Para alguém que busca novos rumos em sua atividade, é muito importante entender as tendências do setor para que possa preparar-se ou atualizar-se de modo a agregar valor para um futuro empregador.

Busca de novo desafio – uma vez que entendam quais são as tendências do setor de seguros para o futuro, será necessário preparar uma estratégia de busca. Vamos entender um pouco quais as maneiras de se aproximarem de uma empresa alvo, modos de contato, prós e contras de cada ação e dicas adicionais.

Elaboração de CV – após identificar suas preferências e definir os métodos de aproximação, devemos preparar um CV (Curriculum vitae) que represente realmente quem você é, seus resultados e o que você procura, de modo resumido, porém claro. Embora possa parecer simples, a preparação de um bom CV exige algumas reflexões importantes que podem fazer toda a diferença em um mercado exigente e competitivo.

Preparação para entrevistas – Ótimo! Foi chamado para uma entrevista ou um “bate-papo” com alguém? E agora? O que fazer? No artigo, irei comentar sobre alguns pontos que devem ser levados em consideração para que um profissional da área de seguros chegue preparado e confiante para uma conversa saudável com recrutadores, influenciadores ou executivos.

Postura em entrevistas – Não somente estar preparado e confiante para uma conversa irá fazer com que seu interlocutor fique impressionado com você. A maneira como vai se portar durante a entrevista, o tipo de pergunta e o modo como você se coloca em relação a diversos assuntos será determinante para uma reunião favorável.

O conceito 3M – Neste tópico, irei explicar sobre um conceito que criei e que serve para que cada profissional possa, de maneira simples, clara e eficiente, refletir sobre o seu futuro, sinergia de valores pessoais com os valores de um empresa e fatores que devem ser levados em conta na tomada de decisão para próximos passos na carreira e no mercado segurador.

Portanto caro leitor, pelo exposto acima, convido todos vocês a acompanharem pelos próximos meses a série de artigos que talvez possa ajudá-los a terem mais conceitos e embasamento para possíveis tomadas de decisões quando uma oportunidade aparecer na sua frente.

Atualmente liderando a área de serviços financeiros e seguros na Page Executive (PageGroup), compartilharei mensalmente com o blog dicas sobre tendências, carreira, CVs, entrevistas e outros assuntos relacionados a recrutamento e seleção, voltados para empresas e profissionais de seguros.

Até breve!

Gestor da Vieira Corretora de Seguros ministra aulas para jovens de comunidade carente na PUC Rio

Ideia bacana hein.

Com objetivo de colaborar como professor no Projeto PUC Rio em parceria com a Kuantta Consultoria e o Sincor-RJ, o corretor especialista em Fiança Locatícia e em apólices ligadas ao mercado imobiliário, Fernando Vieira, participou como professor voluntário no dia 19 de julho, de uma aula sobre “Seguro Fiança e Capitalização”, voltada para adolescentes da Rocinha na sede da universidade, na Gávea. O método indutivo conta com suporte de entrada dos participantes no mercado de trabalho.

Vieira aponta a importância do aprendizado com foco na qualificação profissional, gerando oportunidades na condução do saber. “Fazer parte desse projeto é gratificante, não só por compartilhar conhecimento e novos horizontes para esses jovens. Disponibilizar de tempo para dar aula sabendo que existem adolescentes com disposição para aprender, compreender e dar continuidade as suas vidas em busca do sucesso mesmo com as dificuldades do cotidiano, é uma ótima lição de vida e exemplo de que quando queremos vencer, basta se dedicar, se aperfeiçoar e seguir em frente”, concluiu.