FenaSaúde participa de audiência pública da ANS sobre a metodologia do cálculo de reajuste dos planos de saúde

Release

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) promoveu nos últimos dois dias (24 e 25/7), no Rio de Janeiro, uma audiência pública para debater a metodologia do cálculo de reajuste dos planos de saúde individuais. A iniciativa buscou atender recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU) de reavaliação do modelo aplicado atualmente. O evento contou com representantes das operadoras e de entidades de defesa do consumidor, além de outros órgãos governamentais. O reajuste dos planos individuais impacta diretamente mais de 9 milhões de beneficiários de planos individuais e familiares.

Na audiência pública, a FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) – entidade que reúne 19 operadoras de planos de saúde e que detêm 24,4 milhões de beneficiários (34,8% do mercado brasileiro) – procurou demonstrar que o controle de preços leva a escassez de produtos. “A experiência demonstra que não existe política boa de controle de preços: é preciso deixar o mercado atuar livremente, propiciando total transparência nos custos de toda a cadeia, para que os próprios consumidores possam avaliar e tomar decisões em relação aos produtos e serviços ofertados”, avaliou a presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz Palheiro Mendes.

De acordo com a proposta apresentada pela Federação, a Variação do Custo Médico-Hospitalar (VCMH) deve contemplar a diferenciação por porte e por nível de plano. E o Fator de Produtividade, proposto pela ANS, deve ser calculado por entidade externa, especializada nesse tipo de metodologia. O cálculo deve ser realizado por instituição reconhecida pela expertise e independência. Além disso, a FenaSaúde sugere seguir o modelo americano, que combina um percentual autorizado com uma sinistralidade teto. As empresas que extrapolarem o limite de sinistralidade poderão aplicar um reajuste individualizado, com base na sua estrutura de custos.

A FenaSaúde demonstrou também que não se pode confundir a VCMH com índices de inflação, como o IPCA. Tais índices medem apenas a evolução dos preços, enquanto os custos do setor envolvem também o aumento da frequência de utilização. Prova disso é que, no acumulado de 2008 a 2017, os reajustes autorizados pela ANS totalizaram 131,9%, enquanto o IPCA atingiu 69,9%, a despesa assistencial per capita, 169,3%, e a VCMH, 230%. Ou seja, a conta não fecha.

Para a presidente da FenaSaúde, se os custos não forem controlados, o plano de saúde será um produto impagável. “O número de beneficiários caiu em 3 milhões nos últimos três anos, mas aumentou a quantidade de procedimentos. A ANS não pode regular os prestadores, mas pode exigir transparência na formação de preços, o que seria uma forma de aumentar o controle”, afirmou. A questão da falta de transparência de dados de produtores ou prestadores de serviços foi um dos pontos mais questionados pelos participantes do debate.

Braço segurador representa 30,6% do lucro do Bradesco no semestre

A Bradesco Seguros divulgou lucro de R$ 2,2 bilhões no segundo trimestre, alta de 23% em relação ao mesmo período do ano passado. No semestre, o ganho avançou 9,2%, para R$ 3,7 bilhões no acumulado do primeiro semestre considerando o resultado recorrente. O lucro do segundo trimestre do banco foi de R$ 5,1 bilhões, com o lucro do braço segurador representando 30,7%, informa comunicado distribuído pela seguradora. No semestre, o lucro do banco foi de R$ 10,2 bilhões, com o braço segurador representando 30,6% do ganho. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido Ajustado foi de 19,6%.

“Apesar do cenário econômico desafiador, mantemos a confiança com que iniciamos este ano de 2018. Continuaremos trabalhando na busca de escala e eficiência administrativa, de excelência no atendimento, além da contínua evolução do nosso modelo de distribuição multirramo, com forte presença em todos os canais, com o objetivo de entregar soluções completas de seguros a todas as gerações de nossos clientes, em suas necessidades de proteção ao longo da vida”, destaca o presidente do grupo Bradesco Seguros, Vinicius Albernaz.

O grupo informou que o desempenho dos períodos (segundo trimestre de 2018 comparado com o mesmo período de 2017) foi impactado pela volatilidade do mercado de ações e menor taxa de juros em relação ao 2T17, bem como pelo comportamento dos índices de mercado, principalmente o IGP-M, que evoluiu tanto no comparativo com o trimestre anterior quanto em relação ao 2T17.

O faturamento no semestre chegou a R$ 31 bilhões, queda de 1,8%. No segundo trimestre chegou a R$ 18 bilhões, alta de 3%. Em relação ao trimestre anterior, o faturamento do 2T18 apresentou crescimento de 3,7%, impulsionado pelos produtos de “Capitalização”, “Auto/RE” e “Saúde”, que apresentaram evolução de 17,1%, 16,9% e 2,8%, respectivamente. Comparando com 2T17, o faturamento foi impactado pelo menor desempenho dos segmentos “Auto/RE” e “Vida e Previdência”, que reduziram 7,9%, e 6,8%, sendo compensados, parcialmente, pelo crescimento dos segmentos de “Capitalização”, com evolução de 6,8% e “Saúde”, que evoluiu 6,4%.

O Índice de Sinistralidade apresentou melhora de 0,7 ponto percentual no semestre em relação a igual período do ano passado, ficando em 74,4%. Na mesma direção, o Índice de Comercialização melhorou em um ponto percentual, chegando a 8,9%. O Índice de Eficiência Administrativa, que completou o nono trimestre consecutivo na casa de 4%, tem se mantido como o melhor do mercado entre as seguradoras de grande porte e um dos melhores dos últimos anos, fruto da racionalização de gastos e de um rígido controle dos custos diretos.

Como resultado, o Índice Combinado também apresentou evolução de um ponto percentual no semestre, atingindo 85%, levando o resultado operacional do Grupo Bradesco Seguros a uma evolução de 61% de janeiro a junho de 2018, ante os seis primeiros meses do ano passado.

No mesmo sentido, apesar do cenário de queda da taxa básica de juros e do aumento da volatilidade dos mercados, o resultado financeiro superou em cerca de 5% o registrado no mesmo período de 2017. As provisões técnicas ultrapassaram R$ 252 bilhões, correspondentes a cerca de 27% do total do mercado segurador, e os ativos financeiros alcançaram aproximadamente R$ 280 bilhões.

O total pago em indenizações e benefícios atingiu R$ 29 bilhões, correspondentes a mais de R$ 230 milhões por dia útil.

Aruana Seguradora inicia uma nova trajetória

Release

Há mais de 15 anos no setor, a Aruana Seguradora – que figura entre as líderes do segmento especializado em DPVAT, inicia uma nova trajetória com lançamento de produtos e investimento em recursos tecnológicos para se destacar pela eficiência e agilidade no atendimento às vítimas de acidentes de trânsito e beneficiários.

Sem deixar de lado o seu viés tradicional, a Aruana Seguradora embarcou nessa reestruturação para explorar novos segmentos do mercado e ganhar capilaridade, passando a atuar em praticamente todo o território nacional. Paralelamente ao processo de diversificação dos produtos, a Aruana repaginou a sua comunicação, que agora tem linguagem mais moderna e clean, visando a dialogar de um jeito mais leve e próximo do seu público. Há também uma nova logo, que você já pode conferir no site www.aruanaseguradora.com.br:

O novo planejamento também envolve investimento nas redes sociais e novos recursos tecnológicos, que darão sustentação ao processo de comercialização dos novos produtos e ao atendimento aos parceiros comerciais e clientes, desde a cotação até o efetivo pagamento da indenização no pós-venda.

Zurich faz parceria com Torq para acelerar projetos de inovação

Release

A Zurich, seguradora global com 79 anos de atuação no mercado brasileiro, acaba de lançar, junto ao Torq, um programa para acelerar e aperfeiçoar seus projetos de inovação. O trabalho terá duas frentes: a primeira é a sensibilização e treinamento de colaboradores e a segunda fase está relacionada à implantação de novos projetos. “O Torq vai apoiar a companhia na execução e velocidade dos projetos. Não queremos a inovação pela inovação. O que se espera é que, de fato, haja um resultado concreto na companhia. Uma ideia não implementada vale zero”, diz o diretor de Inovação e Estratégia da Zurich, Rodrigo Barros.

A contratação do Torq vem em linha com a estratégia global da empresa, focada em três pilares: cliente, inovação e simplificação. No entanto, mudar a cultura tradicional para novas formas de gestão e busca de soluções requer um programa estruturado. Por esse motivo, a Zurich buscou um parceiro fora. “O processo de transformação digital dentro de uma empresa é complexo. Há um conjunto de legados, desde culturais a modelos de negócios preestabelecidos. Precisamos olhar para o todo para definir a estratégia sobre como a empresa vai se estruturar. A companhia precisa estar aberta a mudanças e contar com um processo mais democrático”, diz Marcelo Bradaschia, COO do Torq.

Nesta primeira fase, iniciada no mês de junho, foi lançado um concurso de inovação. O objetivo é envolver os cerca de 1.500 colaboradores da companhia para capturar novas ideias que serão implantadas no futuro. Os participantes apresentarão projetos voltados para melhorar o atendimento aos clientes e buscar simplificação, que podem utilizar tecnologias disruptivas, como machine learning. “Na captura de ideias, foram identificadas ineficiências para os clientes, que servirão como matéria-prima para desenvolver soluções para buscar resultados concretos”, afirma Barros.

As melhores ideias serão selecionadas por uma banca formada por participantes do Torq e executivos da Zurich, incluindo o CEO. Os grupos escolhidos receberão treinamentos específicos para o aperfeiçoamento das ideias e montagem dos projetos. Depois deste período, serão escolhidas as iniciativas a serem implantadas e os ganhadores, que junto com pessoas estratégicas dentro da empresa, farão um curso intensivo de inovação no Torq, o que envolverá também experiências práticas. “Não será simplesmente um treinamento. Haverá duas imersões. Uma sobre o que está acontecendo no mercado e no mundo com relação às novas tecnologias e outra, que durará um mês, com treinamento e método, ou seja, vão colocar a mão na massa. As ideias vencedoras se tornarão projetos executados dentro do laboratório do Torq com financiamento da Zurich”, diz Barros.

O objetivo da Zurich é acelerar a implantação de soluções e buscar métodos mais eficientes para a elaboração de projetos. “Os métodos estudados já serão utilizados na definição de protótipos e provas de conceito para problemas que nós já temos na companhia. Esta mesma turma continuará desenvolvendo projetos para entrega de soluções para os problemas em até doze meses. Para isso, contarão com a mentoria do Torq”, ressalta. Além do concurso de inovação, o Torq também está realizando workshops sobre as novas técnicas, métodos e tecnologia para os gerentes da Zurich. Neste ano, já ocorreram três e há outros agendados.

Santander e HDI avançam para a criação de seguradora digital

Seguros é um dos destaques do banco Santander Brasil, que divulgou nesta quarta-feira lucro líquido gerencial, que não considera ágio de aquisições passadas, somou R$ 3,025 bilhões, alta de 30% na comparação com o mesmo período de 2017. Na comparação com o primeiro trimestre, houve um crescimento de 5,4%.

O grupo informou os órgãos reguladores aprovaram a constituição da seguradora digital, uma parceria entre a alemã HDI e o banco, mas ainda faltam alguns detalhes.”A conclusão da operação está sujeita ao cumprimento de demais condições precedentes”, informa o Santander, em relatório.

A joint venture é formada pela Sancap Investimentos e Participações, controlada pelo Santander, com 50% do capital, e pela HDI, que fica com os 50% restantes. A Santander Auto será totalmente digital e como o próprio nome diz, atuará na venda de seguro de carros no Brasil.

Swiss Re lança estudo sobre riscos espaciais

A Swiss Re Corporate Solutions produziu um estudo sobre riscos espaciais envolvendo satélites na órbita terrestre baixa (LEO, na sigla em inglês). Ele destaca desafios legais, como a atribuição de responsabilidades em casos de colisões e como a indústria de seguros está respondendo às necessidades das cada vez mais complexas operações com satélites.

A publicação traz muitos dados interessantes, como:

– 90% dos objetos rastreados que orbitam a Terra são detritos, o que aumenta o risco de colisões.
– O total de objetos catalogados em órbita cresceu 19% desde 2011. São 19 mil objetos.
– De acordo com a ONU, 70% da atividade espacial é conduzida por empresas privadas.
– A LEO vem recebendo um crescente número de constelações de satélites.
– Os seguros ainda são muito focados em satélites na órbita geoestacionária, mas a demanda por seguros para constelações de satélites na LEO vem crescendo.

Fórum AIG coloca em debate seguros de linhas financeiras

“Há mais de 15 anos, quando iniciamos as conversas sobre o seguro D&O no Brasil, o mercado via o produto como voltado exclusivamente às grandes organizações. O mesmo acontece com riscos cibernéticos. Hoje, empresas de todos os segmentos e tamanhos estão expostas. Por isso, corretores devem estar atentos para melhor aconselhar seus clientes”, afirmou o CEO da AIG Brasil, Fabio Oliveira, na abertura do Fórum AIG Financial Lines, em São Paulo, que abordou na última terça-feira as tendências mundiais e oportunidades de negócios nos seguros de linhas financeiras, entre eles Riscos Cibernéticos, Fusões & Aquisições, Responsabilidade Civil Profissional e Responsabilidade Civil para Administradores – D&O.

Voltado a corretores e clientes, os palestrantes apresentaram o cenário no Brasil e no mundo, com foco na legislação, realidade das empresas e seus funcionários e outros fatores que impactam coberturas e sinistros. Flavio Sá, gerente de linhas financeiras da AIG Brasil, apresentou o panorama da evolução do mercado local desde os anos 90, quando o D&O foi lançado no Brasil, até os dias de hoje e ressaltou a importância de seguros como Fusões e Aquisições (M&A), Práticas Trabalhistas Indevidas (EPL), RC Profissional e Riscos Cibernéticos. “Empresas de diferentes segmentos, de bancos a hospitais, e-commerce e indústrias em todo o mundo já foram vítimas de ataques cibernéticos.

Além dos danos financeiros, operacionais, regulatórios e de reputação, há o impacto de terceiros: os clientes. A recente aprovação no Congresso do projeto de lei que regulamenta o uso, proteção e transferência de dados pessoais no Brasil (PLC 53/2018) é um sinal de que as companhias precisam estar preparadas e protegidas”, explica Sá.

Para o diretor de linhas financeiras Internacional da AIG, Jason Kelly, além do seguro, é importante identificar e sanar possíveis brechas operacionais para evitar ataques cibernéticos. “No atual cenário, a exposição das empresas está cada vez mais tangível, e com a evolução da legislação, como o GDPR (General Data Protection Regulation) o seguro cibernético se torna mais relevante”, explica. Outro ponto trazido pelo executivo é o impacto das relações trabalhistas nas empresas, o que varia país a país. “Com a recente onda de denúncias de assédio e discriminação, a responsabilidade por práticas trabalhistas se tornou mais sensível e uma preocupação global”, exemplifica, ao comentar sobre o Seguro de Práticas Trabalhistas Indevidas.

Quanto ao futuro, Jason Kelly é otimista. “O mercado de linhas financeiras está em desenvolvimento, e o Brasil tem registrado um crescimento significativo”, completa. Por outro lado, o país registrou um aumento significativo de sinistralidade. Segundo Daniel Santos, Gerente de Sinistros de Linhas Financeiras da AIG, nos últimos sete anos, foram quase dois mil sinistros analisados. Mais de 450 foram notificados apenas em 2018. Entre os principais motivos estão a maior penetração do produto no mercado local, os efeitos da instabilidade econômica e maior judicialização nas relações comerciais. “As operações policiais, ações trabalhistas, débitos tributários e investigações concorrenciais são as causas mais comuns dos sinistros no Brasil, quando falamos em D&O”, pontua.

Para Thomaz Kastrup, sócio do escritório Mattos Filho, as principais preocupações dos clientes que procuram o seguro D&O estão ligadas à responsabilidade tributária e trabalhista a que seus administradores estão expostos, bem como as multas e sanções administrativas (no caso de empresas cuja atividade é regulada). Outro tema frequente que se busca ter cobertura é a penhora online das contas bancárias dos administradores e os custos de defesa em processos, investigações e inquéritos. “Empresas com atividades reguladas, como companhias de capital aberto, instituições financeiras, distribuidoras de energia elétrica e hospitais entendem essas preocupações e procuram pelo seguro”, completa Kastrup.

Omint patrocina Music in the Park, projeto de jazz que chega a SP

Por mais iniciativas como essa!!!!

Localizado no bairro paulistano de Pinheiros, o Parque do Povo receberá pela primeira vez no domingo, 29/07, o projeto de jazz Music In The Park. Inspirada no cenário clássico do jazz, a ação pretende criar momentos que fazem da cidade um lugar feliz com shows gratuitos e abertos ao público.

No line-up, o público poderá se divertir ao som de grandes e importantes nomes da cena do jazz, como Leandro Cabral, Tuto Ferraz, Marcelo Monteiro, Alba Santos, entre outros.

“Qualidade de vida também significa participar de atividades de cultura e entretenimento na própria cidade, como um show no parque. A Omint acredita nesses momentos de lazer para um dia a dia mais feliz e sadio, e tem o prazer de ajudar a trazer a São Paulo essa iniciativa inédita, que é aberta para o público e ajuda a tornar o cotidiano das pessoas mais descontraído e agradável”, comenta Cícero Barreto, diretor Comercial da Omint.

Além de patrocinar o evento, a Omint realizará ativações especiais com os participantes, que serão reveladas no dia do evento e prometem uma experiência ainda mais diferenciada, incluindo uma playlist especial no perfil da Omint no Spotify com os artistas do line-up. Junto com os outros patrocinadores do projeto, a empresa também irá apoiar as benfeitorias nos parques após os eventos, que serão promovidas pela organização do evento.

Serviço: Music in the Park
Data: 29/07/2018

Horário: 10h30 às 18h
Local: Parque do Povo – Av. Henrique Chamma, 420 – Pinheiros

Entrada: Gratuita

Catástrofes causam perdas econômicas de US$ 45 bi no semestre

As perdas econômicas globais causadas por desastres naturais no primeiro semestre de 2018 foram estimadas em US$ 45 bilhões, 64% abaixo da média de US$ 124 bilhões em 10 anos e 48% abaixo da média de US$ 87 bilhões em 18 anos, segundo estudo divulgado pela Aon. Já as perdas seguradas foram preliminarmente estimadas em US$ 21 bilhões, 40% menor do que a média de US$ 35 bilhões em 10 anos e 19% menor do que a média de US$ 26 bilhões em 18 anos. Estes totais estão sujeitos a alterações à medida que as perdas se desenvolvem.

Os desastres naturais tiraram pelo menos 2.153 vidas durante o primeiro semestre de 2018, o menor número desde 1986 e significativamente abaixo da média de longo prazo (1980-2017) de 36.570 e uma mediana do mesmo período (7.991). A inundação foi a catástrofe que mais matou nos dois primeiros trimestres de 2018, tendo sido responsável por pelo menos 892 mortes.

De acordo com o relatório da Aon, estima-se que houve 156 eventos de desastres naturais no primeiro semestre de 2018, acima da média de 142 anos de 18 anos. Embora não houvesse uma mega catástrofe que levou a prejuízos econômicos além de US$ 10 bilhões, havia pelo menos 15 eventos separados de bilhões de dólares no primeiro semestre de 2018 – todos relacionados ao clima, exceto um evento de terremoto – liderado pelos EUA (6), EMEA (4), APAC (4) e as Américas (1).

Os primeiros seis meses foram marcados por muitos desastres de menor escala, com a Ásia-Pacífico (APAC) registrando o maior número de desastres nos primeiros seis meses do ano (55). Europa, Oriente Médio e África (EMEA) ficou em segundo lugar com 44 eventos, seguidos dos Estados Unidos (37) e das Américas (20).

Steve Bowen, diretor de previsão de impacto e meteorologista, disse: “Os primeiros seis meses de 2018 incluíram vários desastres de larga escala com pelo menos 15 eventos econômicos bilionários em todo o mundo. No entanto, as perdas resultantes foram gerenciáveis ​​em grande parte. Enquanto as perdas do primeiro tempo foram menores do que a média, é imperativo reiterar que isso não se correlaciona automaticamente com um segundo semestre mais silencioso, como no ano passado. Um evento singular pode mudar completamente a trajetória de um ano. A partir de uma perspectiva de custos financeiros e humanitários, identificar e entender seu nível individual de risco continua sendo um ativo importante para ajudar a mitigar possíveis impactos, considerando a perspectiva de eventos futuros.”

As perdas seguradas resultantes de catástrofes naturais foram geralmente inferiores à média e mediana dos últimos 18 anos. Em nível regional, somente a EMEA e as Américas foram cada vez mais altas que suas respectivas médias e medianas durante esse período, com a EMEA elevada devido a uma ativa temporada de vendaval europeu e as Américas em grande parte devido a tempestades de inverno e eventos climáticos severos no Canadá. Tanto a APAC quanto os Estados Unidos registraram perdas seguradas menores, em grande parte como resultado de uma temporada de clima severo menos ativa nos Estados Unidos e um início mais tranquilo das inundações de monções sazonais em partes da Ásia.

Luciano Scatamacchia é o novo COO da Som.us Brasil

Release

A SOM.US, empresa que atua na consultoria e distribuição de seguros e resseguros na América Latina, acaba de anunciar a contratação de Luciano Scatamacchia para o cargo de COO (Chief Operationg Officer). Com mais de 20 anos de experiência profissional, Scatamacchia chega para reforçar o time de líderes da empresa com o desafio de contribuir com o continuo desenvolvimento da cultura corporativa, políticas, eficiência das áreas de middle e back office, business intelligence, gestão e estratégias da companhia no Brasil.

Formado em Administração de Empresas com especialidade em finanças, possui pós-graduação em Compliance, Controles Internos e Gestão de Riscos, e MBA em Governança, Controles Internos, riscos e Compliance. Luciano tem 12 anos de experiência no mercado financeiro em Banco de Investimento e 10 no mercado de Seguros e Resseguros. Em sua carreira, atuou como Controller, Chief Financial Officer, Chief Operating Officer e, por último, como Diretor Executivo de Governança, Riscos, Controles Internos e Compliance de grandes empresas, ajudando no desenvolvimento de metodologias e operacionalizações, visando a eficiência, com o objetivo de contribuir na rentabilidade, qualidade, sustentabilidade, longevidade e estratégia empresarial como um todo.

Na SOM.US, ele será responsável por garantir a eficiência e eficácia da operação cotidiana, conduzir um crescimento sustentável e de qualidade, bem como incrementar a gestão operacional e estratégica da empresa. “Um dos meus grandes desafios será auxiliar na continuidade dos projetos inovadores do grupo e buscar por mais inovações. Será, também, trazer experiências de business intelligence e um leque de conceitos e metodologias a fim de garantir ótimos resultados com qualidade, ética, transparência e conformidade, mantendo, uma Governança Corporativa robusta e moderna e contribuindo para o alcance de posicionamento de mercado desejado” explica Luciano.

Fabio Basilone, CEO de Wholesale da SOM.US América Latina, explica que a chegada de Luciano fortalece a estratégia de crescimento da empresa para os próximos anos. O projeto, entre outras iniciativas, envolve replicar, gradativamente, nos países onde houver mercado, o modelo adotado pela operação brasileira, ou seja, incorporar a consultoria de seguros à distribuição de resseguros. “Luciano assumirá a parte operacional, financeira e de planejamento da empresa, envolvendo as filiais no Brasil, assim dedicarei mais tempo a área comercial e estratégica da operação de Wholesale na América Latina. Além disso, Luciano possui vasta experiência no setor, e, certamente, terá muito a agregar ao nosso time”, completa.

A Som.us reúne em um único grupo a mais completa consultoria e um abrangente canal de distribuição de seguros e resseguros da América Latina. Oferece um completo portfólio de produtos e serviços, assessoria técnica, comercial e operacional simplificando e facilitando o acesso a produtos, aproximando ofertas e demandas e conectando clientes, corretores, seguradoras e resseguradoras.