Programa do governo federal reforça educação financeira na base curricular com apoio da CNseg

O Ministério da Educação (MEC) publicou a Portaria MEC nº 502 que institui o Programa “Na Ponta do Lápis”. A normativa do governo federal se alinha às diversas ações sobre o tema em que a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) vem desenvolvendo nos últimos anos. A iniciativa visa consolidar e fortalecer as ações de educação financeira, fiscal, previdenciária e securitária na educação básica, desde o ensino fundamental até o ensino médio. 

Exemplo disso, destaque para a participação do setor segurador durante as atividades da 12ª Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF), realizada neste ano junto a Superintendência de Seguros Privados (Susep). Além disso, no ano passado a CNseg assinou um termo de cooperação junto a Escola Nacional de Administração Púbica (ENAP) com o objetivo de implementar programas de capacitação para a administração pública federal e cidadãos em geral, voltado para temas específicos e com maior profundidade para quem atua no mercado segurador. 

Para o diretor de assuntos corporativos da CNseg, André Nunes, o setor vem realizando várias iniciativas, junto a entidades públicas visando ampliar o conhecimento da população sobre o setor e sua atuação junto à sociedade brasileira, indo de encontro com os objetivos do projeto instituído pelo MEC. 

“Temos claro na missão institucional da CNseg a tarefa de disseminar a cultura de seguros no país. Esta missão só será cumprida se trilharmos o caminho da educação financeira. Em nosso Plano Estratégico (PDMS) a educação financeira é um dos principais focos.  Este ano, já implantamos projetos de educação inclusiva que vinculam sempre a educação e a educação financeira, como por exemplo, o recém lançado projeto Programadores Futuro Seguro”, destacou.

O programa do governo federal tem o objetivo de preparar estudantes para uma gestão financeira mais consciente e autônoma, fundamental para a construção da cidadania crítica e a inclusão social e econômica. Além disso, a portaria visa assegurar que a educação financeira se torne uma estratégia contínua e permanente nas escolas, redes e sistemas de ensino, garantindo que os estudantes tenham acesso a esses conhecimentos.

Grupo HDI intensifica ações de relacionamento com corretores pelo Brasil

Como parte de sua estratégia de proximidade com os parceiros de negócios, o Grupo HDI – um dos principais conglomerados seguradores do país – tem intensificado sua presença em congressos e promovido encontros com corretores em diversas regiões do país. A agenda inclui ações em São Paulo, Ponta Grossa, Fortaleza e Maceió. 

Nos dias 14 e 15 de julho, a companhia recebeu 25 corretores de diferentes locais do Brasil para uma imersão em sua nova sede e na estrutura da Fácil Assist – em São Paulo –, onde participaram de reuniões e de um almoço exclusivo com os membros do Comitê Executivo do Grupo HDI. A experiência foi pensada para fortalecer o relacionamento e promover maior integração entre as áreas comerciais, operacionais e de inovação da companhia.

Além do tour com os parceiros, o Grupo HDI marcou presença em eventos relevantes do setor, como o 3º Encontro de Corretores de Seguros, realizado em Maceió, no Hotel Jatiúca. Com o tema “Tecnologia e humanização: a fórmula da inovação no setor de seguros”, o talk show contou com a participação de Marcos Bailer – diretor de Sinistro Auto –, que representou a companhia no painel de debates; do diretor regional para Norte e Nordeste, Emerson Passos; do gerente da filial de Maceió, Eraldo Cabral; e do time comercial local. 

A agenda segue ativa para os próximos dias. Hoje, o time regional do Grupo HDI é destaque no Simpósio Sincor-PR, em Ponta Grossa, reunindo corretores e representantes do setor em uma programação voltada ao desenvolvimento profissional e ao fortalecimento das parcerias comerciais. Além disso, a empresa está confirmada no Diálogo Seguro – realizado em Fortaleza, no dia 1º de agosto – com um estande que contará com a presença da equipe comercial de Fortaleza e do gerente comercial, Henrique Lambiase, promovendo interações, distribuição de brindes e compartilhamento de atualizações sobre produtos e soluções.

“Nosso compromisso com os corretores é contínuo e faz parte de uma estratégia clara de avanço conjunto. Queremos criar, cada vez mais, espaços de escuta ativa, troca de experiências e construção colaborativa, que vão muito além de uma agenda comercial. Esses encontros reforçam nossa atuação próxima, nos ajudam a entender as reais demandas do mercado e mostram, na prática, como estamos evoluindo com e para os nossos parceiros”, conclui Marcos Machini, vice-presidente Comercial do Grupo HDI.

Seguradoras reforçam protagonismo na Expert XP 2025 com foco em proteção financeira e planejamento de longo prazo

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A edição de 2025 da Expert XP, maior evento de investimentos do mundo, reúne gigantes do setor financeiro no São Paulo Expo de 24 a 26 de julho, e as seguradoras marcam presença com protagonismo inédito. Em um cenário em que o planejamento financeiro pessoal passa cada vez mais pela proteção patrimonial e familiar, companhias como MetLife, Icatu, MAG Seguros, Prudential, Akad, MAPFRE e SulAmérica estão aproveitando o palco da Expert para ampliar o diálogo com investidores, agentes autônomos e o público final.

No centro dos debates, os seguros de vida com coberturas em vida ganham destaque. No painel “A sua vida financeira resiste a imprevistos?”, Marcelo Tomei (MetLife) e Leonardo Lourenço (MAG Seguros) discutem, ao lado de representantes da XP, como coberturas voltadas a diagnósticos, tratamentos e afastamentos estão se tornando essenciais em um país que busca mais segurança financeira diante de incertezas.

A Icatu Seguros, patrocinadora ouro da Expert XP 2025, reforça seu papel de liderança no segmento com o painel exclusivo “Seguro de Vida e Financial Planning: proteção inteligente para todas as fases da vida”, com participação dos CEOs Luciano Soares (Icatu), Patrícia Freitas (Prudential) e Gabriel Mangueira (W1). O debate tratou do seguro de vida como ferramenta estratégica de proteção patrimonial, com ênfase na jornada completa do cliente.

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“Participar do painel “Seguro de Vida e Financial Planning: proteção inteligente para todas as fases da vida” foi um privilégio. Reforcei ali uma convicção que carrego comigo: o seguro de vida é a base de um bom planejamento. Ele dá estabilidade, segurança e continuidade aos planos das pessoas. Ver produtos financeiros atuando juntos, de forma complementar, é o caminho para ampliar o impacto positivo que nosso setor pode gerar”, contou Patrícia Freitas.

Parceira da XP desde 2018, a MetLife também participa com estande próprio (planta O7), onde apresenta soluções voltadas à proteção em vida e planejamento de legado. A companhia registrou crescimento de 22% em 2024, acima da média do setor, impulsionada pela digitalização e aumento da conscientização da população. Mais de 70% das apólices vendidas incluem coberturas em vida, como invalidez e doenças graves.

A Akad Seguros, que oferece seguro de responsabilidade civil profissional exclusivo para agentes autônomos da XP, retorna ao evento pelo segundo ano consecutivo. Além dessa apólice, voltada à proteção da reputação e dos riscos operacionais dos assessores, a companhia destaca produtos que reforçam a cultura de preservação patrimonial, com foco em PMEs e profissionais liberais.

A MAPFRE também participa com sua divisão de consórcios, apresentando o produto como alternativa de investimento e instrumento de planejamento financeiro. Com estande interativo e ativações ligadas à CONMEBOL Libertadores, a seguradora foca na abordagem consultiva para ampliar sua rede de parceiros e a atuação com os agentes autônomos da XP.

No campo dos investimentos institucionais, a SulAmérica Investimentos promove o painel “Ciclos do crédito privado: onde estamos e para onde vamos”, com participação de Daniela Gamboa (SulAmérica), entre outros especialistas. A companhia também é patrocinadora da Expert XP e reforça seu compromisso com a inovação e relacionamento com os AAIs.

A Expert XP 2025 celebra os 15 anos do evento com mais de 30 horas de conteúdo e a participação de líderes globais. A presença das seguradoras evidencia como a proteção financeira e o seguro ganham espaço na jornada do investidor brasileiro, ampliando seu papel como instrumento de estabilidade e legado.

CNseg: aumento do IOF impacta seguros de grandes riscos

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) manifestam sua preocupação com os impactos econômicos decorrentes da manutenção do Decreto-Lei nº 12.499/2025 que aumentou a alíquota do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro (IOF/Câmbio), de 0,38% para 3,5%. 

Essa decisão impactará diretamente o custo dos seguros de grandes operações no País, como as grandes obras de infraestrutura, pois estas dependem de resseguro, especialmente no mercado internacional para a diluição dos riscos. 

A contratação de seguros com pagamento de indenizações no exterior, como é o caso dos transportes internacionais também será impactada. A medida afetará toda a cadeia logística brasileira e o preço final dos produtos exportados, reduzindo assim a competitividade das empresas nacionais. Da mesma maneira, a medida tem potencial para impactar os custos da produção agropecuária, uma vez que uma parte do resseguro dos seguros rurais e agrícolas são cedidos aos resseguradores no exterior. 

A medida terá impacto ainda nos contratos de resseguros internacionais celebrados antes da publicação do decreto, alterando um valor previamente acertado entre as partes e aumentando a percepção de insegurança jurídica do Brasil. 

Neste cenário, a CNseg e a FenSeg seguirão conversando com o Governo Federal e o Congresso Nacional com o objetivo de sensibilizar as autoridades acerca do impacto negativo não apenas para o setor segurador, mas especialmente para as empresas brasileiras.

Seguro de vida pode garantir continuidade dos negócios no campo

No dia 25 de julho foi comemorado o Dia Mundial da Agricultura Familiar, que é um dos pilares da economia brasileira. Hoje, mais de 15 milhões de pessoas trabalhando diretamente no setor, segundo o último Censo Agropecuário do IBGE. 

Mas, a continuidade e o sucesso dos negócios que atravessam gerações no campo ainda é um desafio. Um estudo recente do Banco Mundial revelou que apenas 30% das empresas familiares conseguem chegar à terceira geração, e uma parcela ainda menor, sobrevive à sucessão de três gerações.  

Diante desse cenário, o seguro de vida pode ser uma ferramenta estratégica para garantir a continuidade das operações da fazenda e, consequentemente, a manutenção da renda da família quando o proprietário vier a faltar. “Por ter liquidez imediata, o produto fornece recursos para a transição da gestão para os herdeiros, a fim de garantir uma mudança mais suave e segura entre gerações”, explica Alessandro Malavazi, superintendente sênior da Bradesco Vida e Previdência. 

O seguro de vida possui, ainda, benefícios que podem aumentar a eficiência na transferência patrimonial, como impenhorabilidade e isenção de Imposto de Renda (IR) e Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), quando pago aos beneficiários. “Todos estamos sujeitos a imprevistos. Contar com um seguro de vida e um planejamento sucessório adequado pode garantir a proteção de um patrimônio que foi conquistado ao longo de uma vida e oferecer mais tranquilidade para aqueles que ficam”, pontua Malavazi.

Sinistralidade do setor de seguros cai 11,6 p.p. em maio

O índice de sinistralidade registrado pelo mercado de seguros em maio teve redução de 11,6 pontos percentuais (p.p.) na comparação com o mesmo mês em 2024, encerrando em 43,8%. O acumulado de janeiro a maio ficou em 42%, o menor dos últimos cinco anos, como mostra a 53ª edição do Boletim IRB+Mercado, divulgada hoje (24/07) pela plataforma IRB+Inteligência. O segmento Vida terminou o período com sinistralidade em 27,6%, menor taxa desde 2018.

De acordo com o Boletim IRB+Mercado, em maio, o mercado segurador cresceu 6,1% em relação ao mesmo mês de 2024, impulsionado pelo segmento de Vida, que apresentou a maior variação positiva do mês (8,6%). Ao todo, o setor arrecadou R$ 18 bilhões em maio. No acumulado do ano, os prêmios emitidos somam R$ 88,3 bilhões, alta de 8,3% frente ao mesmo período de do ano anterior.

O volume de prêmios cedidos em resseguro chegou a R$ 11,8 bilhões nos cinco primeiros meses de 2025, alta de 12,7% ante o mesmo período de 2024. Já o lucro líquido das seguradoras totalizou R$ 3,2 bilhões em maio, resultado 35,5% superior ao de maio de 2024. A análise considera base de dados atualizada pela Susep, órgão regulador do setor, na segunda-feira (21/07).

Vida faturou R$ 6,4 bilhões no mês

O segmento Vida, responsável por cerca de 36% do resultado do setor, faturou R$ 6,4 bilhões. O desempenho se deve, principalmente, aos seguros de vida, que avançaram 9,8%. No acumulado do ano, o aumento do faturamento foi de 9,4%.

A contratação de seguros de automóvel registrou crescimento de 4,8% em relação ao mesmo mês de 2024 e faturamento de R$ 5 bilhões. No acumulado de janeiro a maio, o avanço do prêmio emitido foi de 5,8%. Nesse período, a taxa de sinistralidade manteve-se estável, encerrando em 59,8%.

Nos primeiros cinco meses do ano, o Corporativos de Danos e Responsabilidades cresceu 11,6%. Com faturamento no mês de R$ 3,4 bilhões, o segmento evoluiu 8,1% em maio de 2025 na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em maio, a sinistralidade recuou 7,4 p.p., atingindo 61,3%. No acumulado do ano, porém, a taxa aumentou 6,2 p.p. e encerrou em 45,1%.

Por sua vez, os seguros Individuais Contra Danos tiveram faturamento de R$ 1,6 bilhão no mês. A sinistralidade apresentou queda de 6,8 p.p. nos cinco meses de 2025 em comparação com o mesmo período do ano anterior, encerrando em 30,1%, menor índice desde 2018.

O segmento Rural registrou a terceira retração consecutiva, com queda de 3,4% em relação a maio de 2024. No acumulado de janeiro a maio, o setor apresentou recuo de 2,9%. Nos cinco primeiros meses do ano, a sinistralidade retraiu 8,7 p.p., alcançando a menor taxa da série histórica: 36,5%.

Crédito e Garantia registrou em maio a sua primeira retração no ano, com variação negativa de 5,8%. Apesar da queda mensal, no acumulado até maio, a trajetória de crescimento continua positiva, com alta de 13,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Quanto à sinistralidade, nos cinco primeiros meses do ano houve um aumento de 10,5 p.p. frente a 2024, encerrando o período em 42%.

AlperTech abre inscrições para seu programa de aceleração de startups

Estão abertas as inscrições para a 7ª edição do AlperTech Startups, programa de aceleração da Alper Seguros que conecta empresas inovadoras a oportunidades reais de crescimento. A iniciativa já acelerou mais de 30 startups desde 2019 e agora procura novos negócios com produto validado, receita recorrente e potencial de escalar em setores estratégicos para o mercado corporativo.

A proposta é clara: apoiar startups com soluções práticas para os desafios das empresas, oferecendo mentorias com executivos da Alper, acesso a clientes estratégicos e a possibilidade de realizar uma prova de conceito (POC) por três meses, tudo sem contrapartida de equity.

As áreas de interesse abrangem seguros, saúde, gestão de RH, pagamentos e crédito, logística, agro, jurídico e tributário, mobilidade, inteligência artificial para empresas, dados e análises, cibersegurança e plataformas digitais de relacionamento.

“Desde a primeira edição, buscamos startups que entreguem soluções com impacto direto no dia a dia das empresas. Mais do que acelerar ideias, queremos impulsionar negócios que possam ser aplicados nas operações da Alper e de nossos clientes”, afirma Patricia Fumagalli, VP da AlperTech.

A aceleração é gratuita, com 12 meses de acompanhamento estratégico e foco em resultados concretos. Segundo Fumagalli, o programa é parte essencial da cultura de inovação da companhia: “A cada ciclo, renovamos nosso compromisso com o ecossistema de inovação, somado a nossas demais soluções que agregam valor às áreas de negócio. Esse movimento já nos trouxe reconhecimentos importantes: em 2024, recebemos o primeiro lugar na categoria Seguros do Ranking 100 Open Startups, a única corretora a ser reconhecida por atuação em inovação aberta.”

Lucas Melo, fundador da Straloo e participante da última edição do programa, afirma: “O mais importante para a Straloo foi a estruturação de um modelo prático de go-to-market conjunto. Isso nos permitiu montar estratégias e parcerias reais, utilizando nossa solução com clientes da própria Alper.”

Entre as startups que já passaram pelo programa estão Orienteme, Carbigdata, Suridata, Linha Direta, Kiddle Pass e Straloo. 

As inscrições vão até o início de agosto, por meio do site oficial: https://startups.alpertech.com.br/

SERVIÇO

7ª edição do AlperTech Startups

Programa de aceleração da Alper Seguros

Duração: 12 meses, com POC de 3 meses

Sem exigência de equity

Inscrições: startups.alpertech.com.br

Instituto de Longevidade MAG lança Amparo Jurídico especializado no público 50+ em seu portfólio

O Instituto de Longevidade MAG, entidade com 9 anos de atuação em assuntos voltados ao envelhecimento e planejamento financeiro, firma parceria com o escritório Jairo Cândido Advogados Associados para levar assistência especializada a pessoas idosas no âmbito jurídico, cobrindo situações como casamento, divórcio, união estável, Lei Maria da Penha e violações do direito do consumidor, entre outras. Os serviços estão disponíveis aos associados do Instituto de Longevidade. 

“Com o avançar da idade, muitos longevos acabam enfrentando situações delicadas, principalmente no âmbito jurídico. O objetivo desta nova solução é acolher e oferecer direcionamento para momentos de vulnerabilidade, os orientando para resolução de conflitos. Desta forma, levamos ao idoso mais cuidado e autonomia para essa fase da vida”, comenta Antonio Leitão, especialista em Gerontologia e gerente do Instituto de Longevidade MAG.

O benefício atende aos associados nos campos de direito civil e direito do consumidor. O atendimento inicial é realizado por telefone, de segunda a sexta, das 8h30 às 17h30, podendo ser acionado quantas vezes for necessário, sem que isso gere custos a mais. 

Os benefícios para associados do Instituto de Longevidade MAG têm por objetivo tornar o envelhecimento uma experiência segura e ativa para os longevos. Os beneficiários da associação possuem acesso aos conteúdos do portal, guias e informativos, além de obterem Seguro de Vida da MAG Seguros, SAF individual, Clínica Online 24h, Assistência Residencial, descontos em medicamentos. A associação oferece ainda mais de 200 Cursos de Requalificação e de Educação financeira aos usuários, que vão desde idiomas e Pacote Office a planejamento a longo prazo da própria independência financeira, entre outros. Com valores que variam de R$31 a R$135, a idade mínima para ingresso ao programa é de 50anos, entretanto aposentados e pensionistas podem se associar a partir dos 18 anos.

Seguros nas telas: filmes e séries que fazem da trapaça o coração da trama

por Denise Bueno

Um dos principais argumentos do falecido Mathias Molina, diretor da redação da Gazeta Mercantil, para me convencer a cobrir seguros logo no inicio da carreira, foi: o seguro é tão fascinante, que pauta os principais enredos de filmes em todo o mundo. Além, claro, de você aprender um pouco de todos os segmentos da economia mundial e das finanças pessoais das famílias. Pois, sem exceção, todos contratam seguros e por isso este mercado é essencial para a sustentabilidade das finanças corporativas, governamentais e das pessoas. Não à toa, o maior investidor do mundo, Warren Buffett, fez fortuna com a sua seguradora Berkshire.

E assim me convenceu e aqui estou na cobertura deste setor há mais de 30 anos. E fazendo jus ao que o Molina falou há tres décadas, hoje, com a ajuda da AI, trago uma matéria sobre filmes e séries que citam o seguro de forma mais relevante, pois indiretamente as palavras “apólice e indenização” estão em praticamente TODAS as produções.

Se você quer entender a mente humana em situações-limite, preste atenção nos contratos e nas cláusulas: o diabo mora nos detalhes. O tarifaço de Donald Trump, por exemplo. Traz perdas bilionárias para o mundo. Fábricas paradas a espera de uma solução para o impasse entre o governo Trump e o governo Lula. Mas as perdas não contarão com seguro para aqueles que excluíram cobertura de risco político.

Somente cobertura de lucros cessantes não dá conta deste problema, pois ela exige que haja um dano material concreto, como explosão, incêndio, roubo, danos no transporte. Brigas de políticos não tem cobertura. Muitos acham este tarifaço algo bobo e que tudo acabará em pizza, mas as perdas são relevantes e já estão sendo computadas. E em alguns anos veremos o papel do seguro desde triste momento mundial contado num documentário, filme ou série.

O seguro, na vida real, é algo técnico, burocrático, até entediante na vida real. Mas na ficção, ele ganha outra cor. É uma promessa de proteção que, quando quebrada, revela as fraquezas humanas: ganância, desespero, ego. É o tipo de elemento narrativo que conecta temas existenciais com conflitos concretos. Além disso, fraudes sempre trazem drama: existe a construção do plano, a tensão da execução, o risco da descoberta — e quase sempre, a queda.

Filmes e séries que exploram fraudes e seguros não estão apenas contando histórias de crime: estão examinando como lidamos com medo, perda, risco e sobrevivência. Seja um golpe mal planejado ou uma crítica ao sistema, o seguro é mais do que pano de fundo — é gatilho narrativo e espelho social.

De golpes de seguro mirabolantes a esquemas de fraude corporativa, o cinema e a televisão sempre tiveram um caso de amor com personagens que manipulam sistemas — especialmente quando o sistema em questão é o de seguros. O motivo é claro: o seguro, por definição, lida com risco, perda e morte. Elementos perfeitos para criar tensão dramática, dilemas morais e reviravoltas inesquecíveis.

Seguem alguns relembrados pela AI. Pena que foi só até 2022. Tem novas séries fantásticas atualmente que podemos citar, mas ficará para o próximo post. Vou fazer um levantamento nas próximas semanas. Se lembrar de algum, me manda que vou acrescentando neste post ao longo do tempo.

Double Indemnity (1944)

Tema: Fraude de seguro de vida
Por que é importante: Este clássico noir de Billy Wilder praticamente fundou o subgênero “fraude de seguro como enredo principal”. Um vendedor de seguros se envolve com uma mulher casada para matar o marido dela e embolsar a apólice de seguro com cláusula de “indenização dupla”. A tensão cresce conforme a investigação se estreita — e a culpa também.
Tropo dominante: O plano perfeito que dá errado.
Curiosidade: O filme é baseado em um caso real de 1927.

The Insider (1999)

Tema: Seguros, ética corporativa, denúncia
Por que é importante: Embora não seja uma fraude no sentido tradicional, o filme mostra como uma empresa de tabaco manipula informações sobre os efeitos colaterais do cigarro. O protagonista, um executivo que rompe o silêncio, enfrenta ameaças à sua reputação, à sua vida e até à apólice de seguro de sua família.
Tropo dominante: O herói solitário contra o sistema.
Relevância atual: Em tempos de fake news e corporativismo agressivo, o filme segue extremamente atual.

Fargo (Filme de 1996 e Série 2014)

Tema: Sequestro falso e seguros de vida
Por que é importante: No filme dos irmãos Coen, um vendedor de carros endividado arma o sequestro da própria esposa para extorquir o sogro milionário — e considera o seguro de vida como plano B. Já na série, diversas temporadas abordam fraudes, golpes e sinistros de seguro como parte do pano de fundo do crime no interior dos EUA.
Tropo dominante: Pessoas comuns fazendo escolhas desastrosas.
Estilo: Mistura de humor negro com violência absurda.

The Rainmaker (1997)

Tema: Negligência de seguradora
Por que é importante: Baseado em romance de John Grisham, o filme acompanha um jovem advogado enfrentando uma grande seguradora que nega cobertura médica a um paciente com leucemia. O caso se transforma numa batalha moral e judicial.
Tropo dominante: David contra Golias, com um contrato nas mãos.
Mensagem: O seguro pode ser tanto salvador quanto vilão, dependendo de quem o administra.

Breaking Bad (2008–2013)

Tema: Seguro de saúde como motivação do crime
Por que é importante: Walter White decide fabricar metanfetamina depois de ser diagnosticado com câncer e perceber que seu seguro não cobre os custos do tratamento. O ponto de partida da série é uma crítica direta ao sistema de saúde americano.
Tropo dominante: O sistema falha, o indivíduo radicaliza.
Transformação: De vítima do sistema para arquétipo do anti-herói.

Pain & Gain (2013)

Tema: Fraude de seguros e identidade
Por que é importante: Baseado em eventos reais, o filme segue um grupo de fisiculturistas que sequestram um empresário para forçá-lo a assinar papéis de transferência de bens, incluindo seguros. A comédia ácida expõe a fragilidade dos sistemas burocráticos.
Tropo dominante: Golpistas burros em busca de fortuna.
Tom: Humor negro e crítica social.

Ozark (2017–2022)

Tema: Lavagem de dinheiro, fraudes financeiras e seguros
Por que é importante: Embora o foco da série seja lavagem de dinheiro, vários episódios exploram fraudes contábeis, empresas fantasmas e manipulações de seguros para justificar movimentações suspeitas.
Tropo dominante: Família de fachada, crime como rotina.
Narrativa: O seguro aqui é usado como ferramenta de encobrimento e manipulação.

The Secret Life of Walter Mitty (2013)

Tema: Seguros e imaginação escapista
Por que é importante: Walter Mitty é um funcionário de longa data de uma seguradora que avalia riscos em fotografias. O filme brinca com a ironia: alguém cujo trabalho é prever perdas vive com medo de arriscar. Quando embarca numa jornada real, o seguro vira metáfora de tudo que ele deixou de viver.
Tropo dominante: O herói relutante desperta.
Leitura alternativa: O seguro como prisão mental e social.

Swiss Re Corporate Solutions celebra parceria com Bradesco Seguros e segue otimista, apesar de cenário desafiador no Brasil


No dia 3 de julho, a Swiss Re Corporate Solutions (SRCS) celebrou oito anos da joint venture com o Grupo Bradesco Seguros. “Temos uma parceria marcada por forte alinhamento cultural e foco no cliente. A relação próxima entre as duas instituições fortalece não apenas a companhia, mas os resultados alcançados no mercado brasileiro”, afirma Guilherme Perondi, CEO da operação no Brasil.

O canal de distribuição do Bradesco representa hoje 35% das vendas da SRCS no Brasil, sendo um crescimento expressivo, de 60%, via distribuição de varejo do Bradesco. “Nos reunimos na Suíça para comemorarmos a parceria, com conversas que consolidam ainda mais o desejo dos sócios de avançarem em soluções patrimoniais para as empresas brasileiras”, comentou.

Desde sua fundação, a parceria tem permitido uma oferta crescente de soluções inovadoras. Em maio, foi lançado o Seguro de Responsabilidade Civil Profissional, que amplia o portfólio com coberturas específicas para 11 categorias profissionais — incluindo médicos, advogados, engenheiros e arquitetos. A apólice, voltada a pessoas físicas e jurídicas com faturamento de até R$ 50 milhões por ano, oferece coberturas de até R$ 5 milhões, com proteção para falhas na prestação de serviços.

A atuação da SRCS segue firme em diferentes ramos. De janeiro a maio de 2025, foram R$ 685 milhões em prêmios emitidos — um crescimento de 21% em relação ao mesmo período do ano anterior, mesmo com o mercado expandindo apenas 7%, considerando apenas os ramos em que a companhia atua, reflexo principalmente do desaquecimento do agro. O balanço do primeiro semestre deve ser publicado no final de agosto.

Entre os destaques está o desempenho da cobertura de Responsabilidade Civil Profissional, que cresceu 80%, reforçando a demanda por proteção em segmentos como PME, engenharia e saúde. Produtos digitais também têm sido aprimorados, com soluções específicas para reformas, obras civis, cyber e responsabilidade civil geral. Já os seguros de grandes riscos tiveram desempenho em linha com o mercado, ou seja, fraco diante do cenário marcoeconômico complexo, enquanto segmentos como Patrimonial cresceram 20%. Apesar do bom desempenho, a sinistralidade do mercado subiu de 45% para 51%, puxada por eventos como incêndios e inadimplência de empresas ocorridos no primeiro semestre.

Perondi destaca que o cenário macroeconômico ainda impõe desafios — juros elevados inibem investimentos em infraestrutura, e a suspensão parcial do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) compromete a expansão do seguro agrícola. Segundo dados do MAPA, cerca de R$ 445 milhões do orçamento do PSR para 2025 foram bloqueados ou contingenciados, afetando diretamente a capacidade de proteção ao setor rural.

Ainda assim, a perspectiva de longo prazo é positiva para o segundo semestre. Segundo o executivo, os ativos brasileiros estão baratos, o que atrai investidores estrangeiros para os grandes projetos de infraestrutura, como túnel Santos Guarujá, ampliação das linhas de metros, entre outros, que exigem um programa de seguros parrudo.

Na pauta de médio prazo, a Swiss Re discute com o mercado a necessidade de um programa estruturado para cobertura de catástrofes naturais no Brasil, em modelo de parceria público-privada. Eventos como enchentes, geadas e queimadas — os chamados riscos secundários — já representam 40% das perdas seguradas globalmente, e vêm ganhando intensidade. Estudo do Swiss Re Institute aponta que as perdas seguradas por catástrofes naturais podem alcançar US$ 145 bilhões em 2025, podendo ultrapassar US$ 300 bilhões em anos extremos.

A urbanização crescente também eleva os riscos. “Se um furacão passar hoje por uma região densamente povoada, as perdas serão muito maiores do que no passado”, pontua o CEO, destacando que não há solução privada que cubra isoladamente tais eventos — a resposta precisa envolver políticas públicas e adaptação da infraestrutura urbana, diz, fazendo eco ao trabalho institucional comandado pela CNseg, a confederação das seguradoras.

No cenário global, o crescimento econômico previsto para 2025 é de apenas 2,3%, abaixo dos 2,8% de 2024, com desaceleração do comércio internacional e aumento do protecionismo. Esse ambiente também afeta o setor de seguros, que deve ter crescimento de prêmios de apenas 2%, frente aos 5,2% de 2024. A perspectiva é de leve retomada para 2,3% em 2026.

Apesar do ambiente desafiador, a Swiss Re Corporate Solutions segue investindo em tecnologia, novas coberturas e desenvolvimento de talentos. A companhia vem intensificando a formação de novos profissionais para suprir a lacuna deixada por aposentadorias, promovendo cursos e iniciativas para atrair jovens ao setor de seguros e resseguros. “Acreditamos no Brasil e na América Latina como regiões estratégicas. Os desafios são reais, mas as oportunidades são ainda maiores no médio e longo prazo”, ressalta Perondi.

Questões regulatórias também fazem parte da agenda da empresa, que tem acompanhado de perto os desdobramentos da nova legislação, com o marco legal de seguros que entra em vigor em dezembro próximo, e se engajado em discussões com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), seguradoras e corretores. Um dos temas em pauta é a uniformização de questionários e critérios regulatórios na subscrição de riscos.

Para Perondi ter um questionário padronizado é um passo importante para tornar o mercado mais eficiente e ampliar o acesso a seguros por pequenas e médias empresas. Mas, por outro lado, há grande resistência de que o questionário seja padronizado, uma vez que a concorrência está acirrada e cada qual quer mostrar a sua expertise para o cliente, sem compartilhar com concorrentes. Algo similar como vem sendo dito pelos especialistas em AI.: quem tiver o melhor prompt obterá melhores respostas da indigência artificial generativa.