Aumento dos custos exige transparência de toda a cadeia da Saúde Suplementar

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Com o tema ‘Os reflexos da crise brasileira na proteção e defesa do consumidor’, o XVIII Congresso do Ministério Público do Consumidor, realizado em Belo Horizonte (MG), foi encerrado na última sexta-feira, dia 10, com uma discussão sobre ‘O futuro da Saúde Suplementar”. O debate contou com a participação da presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Solange Beatriz Palheiro Mendes, que reforçou a importância da transparência da informação sobre custos na relação entre operadoras, prestadores de serviço e beneficiários de planos de saúde.

De acordo com a executiva, a Lei 9.656/98, que regula os planos de saúde, trouxe avanços para o beneficiário em relação ao acesso à informação, entre outras garantias. Solange Beatriz citou ainda os exemplos das resoluções normativas 395/16 – que prevê um atendimento orientado pela transparência, clareza e segurança das informações – e 389/15, que possibilitou a criação do Portal de Informações do Beneficiário de Saúde Suplementar – no qual se encontram dados individualizados do titular ou do dependente do plano de saúde, em área específica e restrita do portal da operadora, tendo acesso a informações cadastrais e extratos de utilização.

As operadoras de planos de saúde são obrigadas a fornecer à Agência Nacional de Saúde Suplementar – o não envio está sujeito a penalidades – uma série de informações operacionais, dentre as quais: as características básicas do plano de saúde (tipo de contratação, segmentação assistencial e abrangência geográfica); notas técnicas com especificidades e composição dos custos dos produtos (precificação); informações sobre as taxas de registro dos planos; dados econômico-financeiros, assistenciais e de rede hospitalar; condições da rede prestadora de serviços (todas as informações dos estabelecimentos que compõem as redes – própria ou credenciada – de cada produto da operadora, como por exemplo: dados cadastrais, número de leitos, etc.); e dados do ressarcimento ao SUS.

“Não há caixa-preta com relação às operadoras de planos. Elas são obrigadas e encaminham todas as informações econômico-financeiras, bem como outras também importantes. Porém os demais agentes da cadeia produtiva não estão submetidos a esse tipo de controle”, afirmou Solange Beatriz.

Para a presidente da FenaSaúde, a transparência de toda a cadeia da Saúde Suplementar é importante para permitir as melhores tomadas de decisão. “Inclusive para a definição de políticas públicas que equilibrem o mercado e possam ajudar o consumidor na tomada de decisão sobre o cuidado com a sua saúde”, defendeu a executiva.
Arthur Rollo, que comandou a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) – órgão ligado ao Ministério da Justiça – até fevereiro deste ano, também defendeu a transparência e a boa-fé nas relações entre os planos de saúde, prestadores de serviços e consumidores. “O hospital, por exemplo, tem que divulgar a tabela de preços. Todos são consumidores, inclusive os beneficiários de planos coletivos empresariais. Todos utilizam os serviços e, por isso, devem conferir a conta da consulta, do exame, da internação, porque esse custo vem na forma do reajuste da mensalidade”, explicou.

Já Sidney Rosa da Silva Jr., promotor de Justiça do Ministério Público do Rio de Janeiro, disse que está na hora de se parar de demonizar as operadoras de planos de saúde: “Esse é um mercado complexo. E vale ressaltar que outros players dessa cadeia não são regulamentados. É difícil precificar o plano de saúde, por isso é preciso uma regulação de fácil compreensão”.

O promotor destacou pontos positivos da regulação de coparticipação e franquia, entre os quais o limite de exposição mensal ou anual. “Faz sentido do ponto de vista do consumidor e protege o beneficiário. É uma regulação necessária e que precisa ser equilibrada. Mas, acima de tudo, necessita ser compreendida e aceita pela sociedade. Para isso, a informação é fundamental”, afirmou.

A mesa de debate foi moderada pela presidente da Associação Nacional do Ministério Público do Consumidor, Alessandra Garcia Marques.

Caixa Seguridade lucra R$ 693 milhões no semestre

A Caixa Seguridade divulgou lucro líquido de R$ 323,5 milhões no segundo trimestre, queda de 5% na comparação com o mesmo período do ano passado. No primeiro semestre, o lucro avançou 4,8%, para R$ 693,6 milhões. Segundo a companhia, a queda no lucro do trimestre está concentrada na redução das receitas de investimentos em participações societárias, que por sua vez foi motivada em especial pela redução no resultado financeiro dessas empresas. Já a alta no semestre é sustentada pelo aumento das receitas de acesso à rede de distribuição e uso da marca.

Qualicorp lucra R$ 88 milhões no segundo trimestre

A Qualicorp divulgou lucro líquido de R$ 88,6 milhões no segundo trimestre, alta de 24% sobre o resultado do mesmo período do ano anterior. O desempenho operacional foi de R$ 214,4 milhões no mesmo período, queda de 9,7%. A empresa registrou receita líquida trimestral de R$ 482,8 milhões, queda de 1% sobre o mesmo período de 2017, elevando o faturamento total acumulado no primeiro semestre a R$ 962 milhões.

A Qualicorp encerrou o semestre com 2,6 milhões de beneficiários, queda de quase 41% comparado a um ano atrás. Segundo a empresa, foram encerrados contratos corporativos que não eram rentáveis.

FenaSaúde defende esforço conjunto de toda a cadeia do setor para reduzir despesas

Fonte: FenaSaúde

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado realizou, nesta segunda-feira (13), uma audiência pública sobre os impactos das políticas de Estado diante da Saúde Suplementar e suas consequências no SUS.

O diretor executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), José Cechin, participou da audiência como representante da entidade e externou o posicionamento da Federação em relação aos temas tratados. Ele lembrou de início que a missão do setor suplementar é contribuir para a saúde de quem vive no Brasil, “ao lado do SUS e com o SUS”. Afirmou, porém, que o único ponto de contato atualmente existente hoje entre os dois sistemas é o ressarcimento ao SUS por serviços prestados a beneficiários de planos de saúde. “É pouco. Precisamos pensar e achar caminhos para estreitar essa relação e aumentar a interação entre os dois”, disse.

Ao lembrar que um sistema de saúde depende de diversos fatores, Cechin afirmou que “é vã a busca pelo melhor sistema de saúde, pois este não existe”. “O Brasil escolheu um sistema público que cuida de todos, e que apresenta resultados impressionantes em várias áreas. Mas há percalços no caminho, como a questão da gestão do gasto, que terá que ser melhorada, e o subfinanciamento crônico. Não obstante esses percalços, o SUS é elogiado até no exterior, mas é também criticado pelo que ainda não consegue fazer. Aí é que entra o importante papel da Saúde Suplementar.” Nesse ponto, o diretor da FenaSaúde lembrou que o SUS é um direito de todos, financiado pelos impostos, enquanto a Saúde Suplementar é de adesão voluntária e se sustenta com o pagamento de mensalidades. “Os planos têm o papel de contribuir para a universalização da saúde, oferecendo suporte médico e dentário, com qualidade e responsabilidade. Atualmente, é o principal financiador da centena de hospitais privados de ponta.”

José Cechin afirmou que, com a crise da saúde pública, os planos de saúde se veem cada vez mais como promotores e gestores de saúde, “mas também são vítimas de abusos por parte de inescrupulosos, que realizam procedimentos desnecessários, em busca de dinheiro fácil”. Ele defendeu os incentivos concedidos às operadoras de planos de saúde e afirmou que isso não acontece só no Brasil. “É um padrão quase mundial”, afirmou, rebatendo críticas de que os planos de saúde recebem incentivos indevidos. “Existe o lado contábil, mas também o lado da assistência, para que o setor privado possa fornecer os serviços de saúde que o setor público não consegue fornecer, inclusive melhor do que o próprio governo.”

Para a FenaSaúde, faz-se necessário unir esforços em toda a cadeia da saúde (profissionais, laboratórios, fabricantes de medicamentos e de insumos, clínicas e hospitais) para reduzir os custos do setor, em benefício da saúde dos brasileiros. No acumulado de 2008 a 2017, ante um IPCA acumulado de 69,9%, a despesa assistencial per capita cresceu 169,3%, e a Variação dos Custos Médico-Hospitalares (VCMH), 230%. “Não existe uma bala de prata, é preciso envolver todos. Só assim poderemos reduzir essas despesas que hoje estão nos assustando”, afirmou Cechin.

Também participante da audiência, o gerente-geral regulador da Estrutura dos Produtos da Diretoria de Normas de Habilitação dos Produtos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Rafael Pedreira Vinhas, afirmou que a Agência está disposta a discutir o tema do cálculo do reajuste dos planos de saúde, acrescentando que o órgão já promoveu uma audiência pública a respeito. Ele explicou a diferença conceitual entre os índices de inflação da economia, como o IPCA, que medem apenas a alta dos preços, e a Variação dos Custos Médico-Hospitalares, que medem o aumento dos custos da saúde e que levam em conta, além do preço, a frequência de utilização.

Vinhas lembrou que as operadoras de planos de saúde precisam estar equilibradas do ponto de vista econômico-financeiro e que isso é levado em conta pela ANS tanto na precificação inicial dos planos quanto no cálculo do reajuste anual da assistência médico-hospitalar, levando em conta ainda o pacto intergeracional, pelo qual os beneficiários mais jovens financiam os mais idosos. “Os cálculos passam por um tratamento estatístico robusto. É importante consagrar o cuidado técnico no cálculo do reajuste, para que não traga desequilíbrios ao setor. Que o reajuste seja sustentável e tenha transparência”, afirmou.

Em sua fala, Maria Inez Pordeus Gadelha, chefe de gabinete da Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, afirmou que, enquanto o SUS atua primordialmente no nível primário de atendimento, a Saúde Suplementar atua mais no terciário e quaternário, oferecendo procedimentos de complexidade mais alta. “O SUS não é uma estrutura, é um conjunto de ideias, premissas, diretrizes”, afirmou ela.

A audiência pública foi presidida pelo senador Paulo Paim (PT-RS) e teve ainda a participação de Christiane Gonçalves dos Santos Lavorado Alves, da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, da Fiocruz; Eduardo Nunes de Queiroz, defensor público federal e membro do Conselho Nacional dos Direitos Humanos da Defensoria Pública da União; Diego Cherulli, diretor de Assuntos Parlamentares do Instituto Brasileiros de Direito Previdenciário (IBDP) e vice-presidente da Comissão de Seguridade Social da OAB-DF; e Leandro Farias, do Movimento Chega de Descaso.

Porto Seguro e Ibmec lançam certificação em planejamento financeiro para corretores

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O Porto Seguro Vida e Previdência e o Ibmec lançaram na última segunda (13), em São Paulo, o primeiro Programa de Especialistas em Planejamento Financeiro, desenvolvido para Corretores de seguros. A iniciativa visa tornar os profissionais ainda mais preparados para oferecer a solução financeira e de proteção de renda adequada à necessidade dos seus clientes.

Fernanda Pasquarelli, Diretora de Vida, Previdência e Investimentos da Porto Seguro, destaca a importância da parceria com a instituição de ensino para viabilizar esse projeto. “O País passa por uma nova realidade demográfica. O aumento da expectativa de vida do brasileiro acelera a necessidade de protegermos hoje nosso patrimônio e nossa renda. Neste sentido, o Corretor passa a ser protagonista na evolução do mercado de seguros de Vida e Previdência, com a nobre missão de dar dignidade às famílias. Assim, a Porto Seguro, através desta parceria, pretende aprimorar a formação de seus Corretores para que estes atuem sempre de forma consultiva e entreguem as melhores soluções aos seus clientes”.

Ao longo de 12 meses, os participantes contarão com módulos sobre Administração, Economia, Finanças, Marketing, Seguros, Tendências, Vendas e Comportamento, em formato de workshops e palestras. Os profissionais também terão a oportunidade de criar projetos atrelados ao negócio de Vida e Previdência da Porto Seguro. “O programa será presencial, uma vez por semana, e terá como premissa a prática e troca de experiência entre alunos, professores, colaboradores da Porto Seguro e convidados”, explica Jocimari Oliveira, Coordenadora Acadêmica de Soluções Corporativas do Ibmec/SP.

Inicialmente, serão duas turmas com 40 alunos cada, uma com início em agosto e outra prevista para setembro. O processo seletivo foi conduzido pelo Ibmec em duas fases eliminatórias, a partir de questionário online de definição de perfil comportamental e entrevista.

Investimento em inovação

A novidade faz parte de uma série de ações pensadas para auxiliar nas atividades do Corretor e também nos processos para os clientes. A seguradora também lançou, no ano passado, o seu primeiro aplicativo para esses profissionais – o App Vida e Previdência, que está disponível gratuitamente no Google Play (Android) e na Apple Store (iOS). A ferramenta oferece diversas funcionalidades de apoio às vendas, e pode ser usada para realizar simulações de seguro de vida e planos de previdência individuais, fazer download de materiais sobre os produtos, entre outras tarefas. Dos cerca de 15 mil Corretores que trabalham com o produto, mais de 30% já aderiram à tecnologia.

Além do lançamento do app, o Porto Seguro Vida e Previdência implantou a assinatura eletrônica para contratação do seguro de vida e previdência privada. Com ela, o cliente pode assinar as propostas de onde estiver, com mais rapidez e segurança, tudo de forma eletrônica (em seu computador, tablet ou celular), sem burocracia e com a mesma validade jurídica. O segurado conta com guia e telas autoexplicativas e, no caso dos produtos contratados on-line, as orientações já estão visíveis na própria tela de contratação.

 

Movimento Aon pela Vida incentiva as pessoas para serem mais engajadas e comprometidas com a qualidade de vida

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A saúde é o bem maior de qualquer pessoa. Com o intuito de propiciar vidas mais saudáveis, ativas, produtivas e conscientes para colaboradores, clientes e sociedade, a Aon, empresa global líder de serviços profissionais, que oferece ampla gama de soluções em riscos, benefícios e saúde, anuncia o Movimento Aon pela Vida.

Atualmente, vive-se a era do wellness, onde a procura por qualidade de vida, alimentação saudável e atividade física está cada vez mais presente no cotidiano das pessoas. O Aon pela Vida vai ao encontro dessa tendência global. O movimento visa empoderar as pessoas com conteúdos de qualidade capazes de fomentar o diálogo entre os principais stakeholders do sistema brasileiro de saúde.

“A Aon é orientada por sua missão. Nós acreditamos que saúde não é apenas a ausência de doença, mas sim o bem-estar físico, emocional e social. O Aon pela Vida promove a conscientização das pessoas e trabalha a prevenção de doenças. O objetivo é incentivar mais qualidade de vida e a promoção da saúde a todos que estão a nossa volta”, analisa Luis Felipe Barranco, diretor de Marketing da Aon.

Pesquisas globais dos serviços de saúde realizadas pela Aon revelam que o momento do sistema de saúde é desafiador no mundo inteiro. A situação do Brasil é ainda mais complicada, pois o país possui a maior inflação médica do planeta. Para minimizar as consequências desse cenário, o Movimento Aon pela Vida prevê 25 programas de soluções de saúde, sempre focados na conscientização e bem-estar da sociedade. O resultado tem o objetivo de prevenir e conscientizar pessoas salvando vidas e custos na busca um sistema de saúde sustentável.

“A nossa meta é transformar os hábitos das pessoas fazendo com que elas sejam mais engajadas e comprometidas com a própria saúde. A comunicação possui um papel fundamental nesse processo. Acreditamos que essa transformação tem o poder de mudar vidas, para melhor e para sempre. Não mediremos esforços para fazer isso acontecer”, complementa Barranco.

O câncer é a doença que mais acomete os brasileiros, de acordo com dados analisados pela Aon – 90% dos casos descobertos na fase inicial são curáveis e podem custar até 10 vezes menos do que o tratamento em um estágio avançado. Por isso, a primeira grande iniciativa do Movimento é o ONPREV, Programa de Prevenção Oncológica que visa reduzir os impactos da patologia nas vidas das pessoas. A iniciativa conta com ações de prevenção e acompanhamento na adesão ao tratamento da enfermidade, visando diminuir a sinistralidade e reduzir os custos com os planos de saúde, entre outras.

“As pessoas são a nossa preocupação maior. Nós realizaremos diversos projetos e campanhas, dentro e fora da organização, para que o Aon pela Vida se perdure por muitos anos sendo o guarda-chuva para os programas de saúde da Aon. Empoderando o indivíduo para o autocuidado, o seu bem maior – que é a Vida – será resguardado”, finaliza o executivo.

“Aneel e o Seguro Garantia de Leilões – Desafios e Oportunidades” será o tema do próximo Café com Seguro

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No dia 22 de agosto, a Academia Nacional de Seguros e Previdência realizará mais uma edição do Café com Seguro que colocará no centro da discussão “Aneel e o Seguro Garantia de Leilões – Desafios e Oportunidades”. O evento acontecerá no auditório do Sindseg-SP.

O Café, que será dividido em quatro painéis, abordará temas relevantes relatados pelo segurado sobre a sua experiência com o produto, o corretor de seguro e a sua responsabilidade perante o segurado e seu papel na melhoria do produto e desenvolvimento da indústria, entre outros.

O primeiro painel, que será apresentado pelo Dr. Romário de Oliveira Batista, Gerente executivo da Secretaria Executiva de Leilões da ANEEL, terá como tema “A ANEEL e o Seguro de Garantia – Principais Desafios”. No segundo, o Acadêmico Edmur de Almeida, sócio-diretor da Alfa Real Consultoria e Corretagem de Seguros e coordenador da Comissão de Seguros de Crédito, Garantia e Fiança Locatícia do SINCOR-SP e da FENACOR, falará sobre “A Responsabilidade do Corretor de Seguro em uma Apólice de Seguro de Garantia”. O Dr. João Alfredo Di Girolamo Filho, advogado e Diretor de Subscrição de Seguro Garantia da Swiss Re Corporate Solutions do Brasil, será responsável pelo terceiro painel que abordará “O Seguro de Garantia para a ANEEL – Construção de Obra ou Entrega de Energia”. A última parte, com moderação do Acadêmico Rogério Vergara, discutirá “O Contraponto da Indústria de Construção”, com o palestrante Sr. Venilton Tadini, presidente-executivo da ABDIB – Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base.

A programação estará sob a coordenação do Acadêmico Rogério Vergara, Diretor de Seguros de Danos e Coordenador da Cátedra de Riscos Financeiros da ANSP e o Acadêmico Edmur de Almeida, Diretor de Fóruns Acadêmicos da ANSP. O Acadêmico Rafael Ribeiro do Valle será responsável pela apresentação e a composição da mesa e o presidente da ANSP, João Marcelo dos Santos, ficará a cargo da abertura do evento.

O evento é gratuito, mas as vagas, limitadas. As inscrições podem ser feitas até o dia 15 de agosto pelo e-mail eventos@anspnet.org.br ou pelos telefones (11) 3333-4067 e (11) 3661-4164.

Chubb lucra US$ 2,38 bi no semestre

A Chubb Ltd divulgou lucro líquido de US$ 1,29 bilhão no segundo trimestre de 2018, com queda de 0,8% em comparação com o mesmo período do ano passado. O índice combinado teve uma ligeira piora para 88,4% em comparação com 88% durante o segundo trimestre de 2017. O prêmio líquido para o segundo trimestre de 2018 foi de US$ 8,02 bilhões, aumento de 5,7% em comparação com o mesmo período do ano passado. No primeiro semestre, a seguradora registrou lucro de US$ 2,38 bilhões, com queda de 0,9%, enquanto o prêmio líquido subscrito aumentou 5,8%, para US $ 15,12 bilhões.

Em teleconferência com analistas, o CEO Evan G. Greenberg afirmou que a Chubb Ltd. registrou aumentos de taxa no segundo trimestre de 2018, com elevação de preços mostrando um impulso sustentado. Na América do Norte, as taxas dos negócios da Chubb aumentaram 3% no segundo trimestre, em comparação com os aumentos de 1,9% no primeiro trimestre e de 1% no quarto trimestre de 2017, disse ele.

Para os negócios de grandes contas na América do Norte, as taxas subiram 5,2% no segundo trimestre, lideradas pelo seguro de ramos elementares, onde as taxas aumentaram 21,5%. As taxas das linhas profissionais aumentaram 2%, disse Greenberg, segundo informam as agências internacionais. Nos negócios internacionais, as taxas aumentaram 4% em geral, com as riscos de Property subindo 8%, linhas financeiras, 6%, e as RC e os seguros marítimos se mantiveram estáveis, disse ele.

Lucro do grupo Liberty Mutual avança para US$ 1,6 bilhão no semestre

A venda de uma unidade de seguros de vida e a redução dos custos de catástrofe impulsionaram o lucro líquido da Liberty Mutual Holding Co. no segundo trimestre, para US$ 981 milhões, bem acima dos US$ 126 milhões do mesmo trimestre do ano anterior. O lucro líquido dos primeiros seis meses de 2018 atingiu US$ 1,6 bilhão, contra US$ 477 milhões no primeiro semestre de 2017. O presidente e CEO da Liberty Mutual, David Long, citou melhorias nos resultados de subscrição, investimentos e um ganho após impostos de US$ 464 milhões relacionados à venda da Liberty Life Assurance como fatores que contribuíram para o ganho. O índice combinado foi de 97,9% para o trimestre, uma melhoria de quase 5 pontos em relação ao mesmo período de 2017, à medida que as catástrofes globais voltaram a níveis históricos mais normais. O prêmio líquido no segundo trimestre foi de US$ 10 bilhões, 7,3%, ou US$ 685 milhões a mais que no mesmo período de 2017.

SulAmérica desenvolve novo cotador Auto

A SulAmérica disponibiliza o novo cotador de seguro Auto, desenvolvido com apoio de corretores e calculistas parceiros da companhia. A plataforma 100% online, disponível para os profissionais em todo o Brasil, é fácil de usar, rápida de calcular e traz layout amigável, com navegação intuitiva. Agora, é possível realizar os cálculos de seguro Auto de maneira simples em apenas uma página.

“É o primeiro sistema de cálculo pensado sob a ótica dos calculistas e corretores, transformando-os em co-criadores do novo cotador. Com a valiosa contribuição desses profissionais, chegamos a uma solução completa e inédita no mercado segurador. Estamos construindo o futuro do seguro juntos”, afirma Dal Ri.

Ao reduzir 33% dos campos de cálculo e 58% de cliques, de acordo com o tipo de cotação mais realizada, a plataforma traz agilidade para o cotidiano dos corretores e calculistas. É possível, por exemplo, enviar o cálculo para o e-mail do cliente direto do cotador.

Outra novidade é que as perguntas sobre o perfil foram reduzidas para somente três. Questionamentos sobre a utilização do veículo para ir ao trabalho e sobre a existência de garagem na residência do cliente não são mais feitos.

Todos os corretores e calculistas parceiros da SulAmérica em todo o Brasil estão sendo treinados para utilizar a ferramenta e maximizar suas oportunidades de negócio.