Zurich passa a ser exclusiva na Via Varejo

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A Zurich concluiu a renegociação antecipada do contrato com a Via Varejo, que administra Casas Bahia e Pontofrio, segundo informou ontem a varejista, em teleconferência com analistas sobre o balanço do terceiro trimestre. Com o acordo com a seguradora, “o montante a ser recebido a título de antecipação totaliza R$ 837 milhões e será reconhecido no resultado à medida que as metas contratuais forem atingidas”, informa o balanço, segundo notícia divulgada hoje pelo Valor Econômico. Até agora, a companhia recebeu R$ 715 milhões.

A parceria foi estendida até janeiro de 2025. O acordo abrange os seguros de garantia estendida, roubo e furto, vida, prestamista e residencial nas lojas físicas, no site do Pontofrio e no canal online da Casas Bahia, incluindo a venda de alguns produtos também na rede física. Para os programas de seguros existentes, o acordo entra em vigor imediatamente. Já as novas ofertas terão vigência escalonada até janeiro de 2019.

Abaixo release enviado pela Zurich:

A Zurich, seguradora global com mais de 70 anos de atuação no mercado brasileiro, celebra a extensão contratual do prazo do seu acordo para distribuição de seguros e a incorporação de canais online da Via Varejo, uma das maiores varejistas do mundo responsável pela administração da Casas Bahia e Pontofrio.

Até janeiro de 2025, a Zurich terá exclusividade na distribuição de Seguro Garantia Estendida, Roubo e Furto, Vida, Prestamista e Residencial em todos os canais (lojas físicas o online) na bandeira Pontofrio e no canal online da bandeira Casas Bahia e, exclusividade para distribuição de Seguro de Garantia Estendida, Roubo e Furto para as lojas físicas na bandeira Casas Bahia. O acordo assinado tem vigência imediata para os programas de seguros existentes. As novas ofertas terão vigência escalonada até janeiro de 2019.

Com a ampliação do acordo de distribuição, a Via Varejo passa a centralizar grande parte do seu portfólio de seguros por uma única companhia seguradora, contribuindo para a estratégia omnicanal (mesmos produtos e ofertas em todos os canais), visualizando maior eficiência e sinergia operacional.

Já a Zurich ratifica seu compromisso com a inovação digital e com o desenvolvimento de produtos e serviços inovadores. Esse movimento consolida um relacionamento de parceria entre as companhias iniciado em 2012, que tem como principal objetivo oferecer uma gama de produtos e serviços de seguros cada vez melhores para atender as necessidades dos clientes da Via Varejo.

“Com a celebração deste acordo, confirmamos, mais uma vez, nosso compromisso de longo prazo com o Brasil e com o desenvolvimento da indústria de seguros. Em linha com nossa estratégia global seguimos ampliando, revisando e melhorando nosso portfólio de produtos e canais de distribuição, acompanhando as tendências de consumo visando melhorar a experiência dos nossos clientes”, afirma Edson Franco, CEO da Zurich no Brasil.

A renovação e a ampliação do contrato das companhias estão em linha com a diretriz estratégica de omnicanalidade da Via Varejo. “Com essa renovação, aprimoramos a experiência do cliente no sentido de padronizar os produtos e ofertas entre os canais”, comenta Flavio Dias, Diretor-Presidente da Via Varejo. “Significa uma evolução na nossa abordagem omnicanal”, complementa.

Seguradora é responsável por vícios ocultos mesmo após quitação do imóvel pelo SFH

Fonte: STJ

A quitação do contrato de financiamento não extingue a obrigação da seguradora de indenizar os compradores por vícios ocultos na construção de imóveis adquiridos pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH).

O entendimento foi firmado pela Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao dar provimento a recurso de compradores de imóveis financiados pelo SFH, que pediam a cobertura do seguro para vícios de construção que somente foram revelados depois de quitado o financiamento.

Segundo os autos, as casas objeto da ação, construídas em um conjunto habitacional de Natal, apresentaram rachaduras, paredes fissuradas, quedas de reboco e instabilidade dos telhados. Diante da ameaça de desmoronamento, os proprietários buscaram a Justiça para que a seguradora contratada junto com o financiamento fizesse os reparos.

Em primeiro grau, a seguradora foi condenada a pagar aos autores da ação, a título de indenização, os valores individuais necessários à recuperação dos imóveis. Todavia, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) deu provimento à apelação da seguradora e julgou improcedente o pedido. Os compradores recorreram então ao STJ.

Cobertura – De acordo com a relatora, ministra Nancy Andrighi, o seguro habitacional é requisito obrigatório para financiar um imóvel pelo SFH. Isso porque o seguro habitacional tem conformação diferenciada por integrar a política nacional de habitação, destinada a facilitar a aquisição da casa própria, especialmente pelas classes de menor renda.

A ministra explicou ainda que o seguro habitacional é contrato obrigatório com o objetivo de proteger a família e o imóvel e garantir o respectivo financiamento, “resguardando, assim, os recursos públicos direcionados à manutenção do sistema”.

“Por qualquer ângulo que se analise a questão, conclui-se, à luz dos parâmetros da boa-fé objetiva e da proteção contratual do consumidor, que os vícios estruturais de construção estão acobertados pelo seguro habitacional, cujos efeitos devem se prolongar no tempo, mesmo após a conclusão do contrato, para acobertar o sinistro concomitante à vigência deste, ainda que só se revele depois de sua extinção (vício oculto)”, esclareceu a ministra.

Boa-fé – Nancy Andrighi afirmou que, conforme preceitua o Código Civil, o contrato de seguro, tanto na conclusão como na execução, está fundado na boa-fé dos contratantes, no comportamento de lealdade e confiança recíprocos, sendo qualificado pela doutrina como um verdadeiro “contrato de boa-fé”.

Dessa maneira, segundo a relatora, a boa-fé objetiva impõe que a seguradora dê informações claras e objetivas sobre o contrato para que o segurado compreenda, com exatidão, o alcance da garantia contratada. Também obriga que a seguradora evite subterfúgios para tentar se eximir de sua responsabilidade com relação aos riscos previamente cobertos pela garantia.

Ao dar provimento ao recurso e reformar o acórdão do TJRN, a ministra afirmou que, quando constatada a existência de vícios estruturais cobertos pelo seguro habitacional, os recorrentes devem ser devidamente indenizados pelos prejuízos sofridos, conforme estabelece a apólice.

Leia o acórdão.

Omint lança plataforma para clientes consultarem médico em tempo real

A Omint, com o uso da telemedicina, desenvolveu o Dr. Omint Digital. Trata-se de uma plataforma que coloca à disposição do cliente, em tempo real, um médico que possa auxiliá-lo em situações cotidianas, como informações sobre medicamentos, cuidados pré ou pós exames ou diagnósticos, alimentação, entre outros.

“Entre todos os Pronto Atendimentos realizados na rede credenciada da Omint nos últimos seis meses, detectamos que 30% deles poderiam ser classificados como sendo de baixa complexidade”, declara o diretor Médico Técnico da Omint, Dr. Marcos Loreto. “Os clientes que realizaram esses atendimentos, por exemplo, poderiam perfeitamente ser direcionados para nosso serviço de orientação por videoconferência com grandes possibilidades de solução da queixa”, completa o especialista.

Segundo Dr. Loreto, além de evitar que o paciente aguarde horas de espera para ser atendido, atenua o contrato prolongado com o ambiente hospitalar. “Em muitos cenários de baixa complexidade, o hospital expõe paciente e acompanhante a agentes infecciosos, sem contar o ambiente de estresse característico dessas situações. Por isso acreditamos que a disseminação da orientação remota seja tão importante para as duas partes: paciente e médico”, completa.

A tendência da orientação médica por videoconferência, segundo Dr. Loreto, também pode colaborar para democratizar o acesso a atendimentos de baixa complexidade e estimular atitudes preventivas. “Na cidade de São Paulo, os moradores têm acesso, em média, a quatro médicos para cada mil habitantes. Já a população do Nordeste têm acesso à metade desse número. Em alguns Estados do Norte, esse número cai até para menos de um médico por mil habitantes”, comenta o especialista.

“Há várias situações em que a simples orientação clínica feita por um profissional da saúde pode evitar quadros complicados. Por isso temos todo o interesse em estimular as discussões desse canal que, embora não substitua a consulta médica presencial e tampouco presta atendimento emergencial, pode cumprir papel fundamental para estimular as discussões sobre a medicina preventiva”, completa Dr. Loreto.

Proteste elege fundo de previdência privada da Mongeral Aegon

O fundo de previdência privada da Mongeral Aegon foi eleito pela associação dos consumidores Proteste como uma das melhores opções do país para investidores no estilo conservador. Quem não quer depender apenas do valor recebido pelo INSS durante a aposentadoria também pode consultar outros perfis de investimentos mais recomendados no ranking elaborado pela associação: moderados, agressivos e que tem data para se aposentar. Para isso, foram analisados 31 fundos de nove seguradoras, e selecionados os que revelaram maior rentabilidade nos últimos cinco anos (de setembro de 2013 a outubro de 2018).

Faggion, da Siscorp, vê o futuro do mercado segurador com grande otimismo

Flávio Faggion, sócio da consultoria Siscorp, vê o futuro do mercado segurador como positivo. “A margem do lucro consolidado do mercado de seguros (lucro líquido sobre o patrimônio líquido), que há 15 anos oscila entre 17% e 22%, em 2018 deverá atingir por volta de 20% (17,5% em 2017). E isso é excelente”, comenta ele em entrevista concedida para o Panorama Seguro, do Sindicato das Seguradoras de São Paulo (SindSeg-SP)

Faggion explica que com a mudança no quadro do retorno das aplicações financeiras, as operadoras atuaram no aperfeiçoamento da aceitação de riscos sem deixar despencar a arrecadação, o que reduziu os índices de sinistralidade em dois pontos percentuais sobre 2017. Também otimizaram a produtividade com foco nas despesas administrativas, reduzindo a relação despesas administrativas/arrecadação ganha (22% em 2017) para 20% em 2018.

“O lado negativo é como estou falando sobre números médios do mercado, há operadoras que se situam a direita desses valores, mas há também, aquelas que se posicionam à esquerda, e algumas na extremidade esquerda, ou seja, apresentam prejuízo. Talvez ainda não fizeram o melhor diagnóstico ou os resultados das ações ainda não apareceram”, acrescenta.

A previsão para um futuro próximo, Faggion aposta no resultado das ações tomadas pelas companhias, que independem do novo governo e, por isso ele não vê espaço para os resultados fugirem de controle em 2019. “O que vejo é a necessidade de que as operadoras, nos anos próximos, se ajustem para a nova realidade da economia de mercado, com produtos mais adequados a era de consumo que se renova. As coberturas de nosso mercado ainda estão focadas para as necessidades de uma sociedade que já mudou e continua mudando celeremente”, explica.

Quanto a tecnologia que está sendo embarcada nos veículos, ele acredita que isso tornará obsoleta as coberturas atuais do seguro automóvel. Em alguns anos, a forma de contratação e as coberturas serão outras e, provavelmente, mais simples. Nesse contexto, a Siscorp está apta a contribuir com o mercado, oferecendo subsídios para que as ações adequadas possam ser identificadas e os resultados mensurados, afirma.

A Siscorp oferece o SIMS-Serviço de Informações sobre o Mercado de Seguros, que nasceu há 15 anos e vem, a cada ano, aperfeiçoando-se com novidades e enriquecimento de informações. Fazendo uma analogia, a Siscorp é como um laboratório de análise clínicas, que produz análises/exames sobre diferentes enfoques para embasar o diagnóstico do médico. No nosso caso, as análises se baseiam em dados divulgados dos segmentos de Seguros, Resseguro, Previdência, Capitalização e Saúde. “Produzimos informações comparativas com dados realizados e projetados, em diversos relatórios, com mais de 400 visões, para que os executivos das operadoras possam fazer o melhor diagnóstico. E sempre é possível melhorar”, finaliza.

Fisher VB lança Mutuus, plataforma de seguros empresariais

A Fisher VB, venture builder especializada em estruturar, lança a primeira plataforma de seguros empresariais. Batizada de Mutuus, a insurtech nasce com o propósito de facilitar a vida das PME’s (pequenas e médias empresas). “A plataforma foi criada para descomplicar e dar agilidade a uma experiência ainda extremamente desgastante e manual para clientes, corretores e seguradoras. Esse é um mercado carente de inovação e de automação. Além de propiciar um gerenciamento mais eficiente das apólices, uma das grandes vantagens da Mutuus é oferecer uma gama maior de seguros, em um só lugar, de um jeito descomplicado”, explica Marcelo Nascimento, sócio da Mutuus.

“Todos nossos esforços são para tornar a experiência do cliente rápida, simples e transparente. Na plataforma ele pode cotar online em diversas seguradoras ao mesmo tempo e em poucos minutos, comparar preços com ajuda de comparativos inteligentes, contratar e gerir seus seguros – até os que não foram comprados com a gente. Tudo isso em um ambiente intuitivo e inteligente. ” explica Fernanda Angeloni, CMO da Mutuus, responsável pelas áreas de marketing, expansão e parcerias.

A fintech nasce com atuação em três ramos de seguros (Cargas, Vida em Grupo e Garantia). Com o tempo, pretende incluir outros na carteira, tornando-se uma ferramenta indispensável tanto para corretores quanto para empresas que queiram usar o serviço diretamente. Para o corretor, a Mutuus é uma solução, que além de tornar seu trabalho mais eficiente, ainda pode gerar receitas adicionais. Hoje, as carteiras dos corretores estão muito concentradas em ramos tradicionais de seguros, que são muito mais simples de trabalhar, porém menos rentáveis. “Hoje, como não existe padronização, os corretores não conseguem atuar em muitos segmentos e acabam tendo uma oferta reduzida para seus clientes. Com a plataforma, essa oferta se amplia, fortalecendo os corretores”, explica Marcelo Nascimento.

Embora ainda seja pouco explorado no país, o ramo de Seguro Garantia, por exemplo, cresceu 240% nos últimos cinco anos, enquanto o mercado como um todo avançou 65% nesse mesmo período. Desde o ano passado, a fiscalização em torno da obrigatoriedade do seguro de Carga ficou mais ampla, atraindo atenção para esse segmento também. O Brasil tem 15 milhões de PMEs registradas, com diversos seguros a serem contratados, incluindo alguns obrigatórios.

“Não é novidade que o mercado de fintechs é muito promissor no Brasil, em função principalmente do seu tamanho e de suas ineficiências. Mas se olharmos especificamente para o nicho de seguros veremos um setor ainda mais ineficiente e com menos soluções inovadoras”, explica Pietro Bonfiglioli, co-fundador da Fisher VB.

Marsh Brasil reúne executivos para apresentar tendências do Seguro Garantia

Relelase

O seguro garantia se tornou um diferencial estratégico para as empresas pulverizarem seus riscos sem comprometer as linhas de crédito junto às instituições financeiras. Essa modalidade de seguro, que conquistou espaço no ambiente corporativo nos últimos anos, é tema do próximo evento “Panorama do Seguro Garantia 2018” promovido pela corretora de seguros e consultoria de riscos Marsh, em São Paulo no dia 31 de outubro, com patrocínio da seguradora JMalucelli.

Os especialistas participantes do evento apresentarão um cenário completo do setor. No primeiro painel, Ana Carla Abrão Costa, market leader da Oliver Wyman no Brasil, Presidente do Conselho Fiscal da Prefeitura de São Paulo e Colunista do Jornal Estado de São Paulo, apresenta uma visão macroeconômica do Brasil, as principais tendências e o panorama econômico futuro. Já Tabata Melo, gerente de seguro garantia da Marsh Brasil, analisará temas relacionados ao conceito e aplicabilidade do seguro. O vice-presidente da JMalucelli Seguradora, Roque Melo, também participa do evento no painel “Evolução Legislativa do Garantia Judicial”.

O painel “O Garantia Judicial em operações Internacionais”, conduzido por Ricardo Brentar, líder técnico da Travelers, e Vincent Moy, líder da prática de garantia da Marsh Global, os executivos farão uma análise de tendências do seguro garantia judicial em operações internacionais.

“Reuniremos neste encontro os grandes nomes do setor para uma reflexão profunda e busca de soluções inovadoras para as empresas”, afirma Luis Guilherme Menezes, diretor de garantia e crédito da Marsh Brasil. Segundo o executivo, é grande o número de empresas brasileiras que enfrentam processos tributários, trabalhistas, cíveis e recuperações judiciais no âmbito federal, estadual e municipal.

“O seguro garantia é uma alternativa encontrada pelas empresas para não terem que alienar ou congelar bens, apresentar caução em dinheiro ou fiança bancária. Nosso diferencial perante o mercado é apoiar nossos clientes para encontrarem a melhor solução de alocação de capital e desenvolver soluções diferenciadas de aprovação de crédito”, diz o executivo.

Agenda:

Panorama do Seguro Garantia 2018

08h30: Welcome Coffee & Credenciamento
09h00: Agenda e Abertura
09h10: Visão Macroeconômica do Brasil
09h50: Garantia Judicial: Conceito & Aplicabilidade
10h15: Evolução Legislativa e Seguro Garantia Judicial
10h45: Coffee Break
11h15: O Garantia Judicial em operações Internacionais
12h00: Fechamento

Vagas Limitadas. Informações e inscrições através do email comunicacao.eventos@marsh.com

Zurich firma novo acordo com a XP Investimentos

Release

A Zurich, seguradora global com mais de 70 anos de atuação no mercado brasileiro, acaba de firmar nova parceria com a XP Investimentos e passa a oferecer fundos de previdência privada por meio da plataforma. As duas empresas já atuam em conjunto para a oferta de outros produtos, como seguro de vida. O novo acordo está alinhado com a estratégia das duas companhias em crescer no mercado brasileiro no segmento de previdência.

Segundo o Diretor de Distribuição de Vida Corporativo e Previdência, Carlos Tejeda, para esse novo canal de distribuição de seus produtos de previdência, a Zurich aposta em fundos disponibilizados em conjunto com as mais renomadas assets do mercado. “Trabalhamos na Zurich com a missão de oferecer soluções para que as pessoas possam se proteger. Portanto, ampliar nossos canais de distribuição faz parte da nossa estratégia e é cada vez mais valorizada e adotada pela companhia. E esta nova parceria firmada com a XP está alinhada com este objetivo”, afirma.

Com ampla expertise na administração de planos de previdência, a Zurich vem apresentando crescimento maior que o do mercado brasileiro neste segmento. “A Zurich, nos últimos anos, está investindo no mercado de previdência como um grande produto do futuro. Sabemos da necessidade da população brasileira em relação a um plano de previdência complementar. Com esse novo canal de distribuição, vamos ampliar ainda mais nossa captação”, diz Tejeda.

Para Henrique Pocai, do setor de Previdência da XP Investimentos, a parceria com a Zurich mostra que cada vez mais a companhia se consolida como uma plataforma diversificada. “Estamos investindo para contribuir com o desenvolvimento do setor de previdência, sobretudo na oferta dos melhores gestores independentes. Também contamos com um quadro de consultores de investimentos na XP, que são verdadeiros especialistas em conhecer no detalhe o perfil de cliente para oferecer o produto que mais atende às suas necessidades”, afirma.

A aposta no segmento de previdência das duas companhias vem ao encontro das necessidades do mercado brasileiro. Dados de um recente estudo realizado pela Zurich e Universidade de Oxford apontou que o brasileiro é um dos povos que mais precisa se conscientizar da importância de garantir uma proteção de sua renda no futuro. A pesquisa mostrou que 72% dos entrevistados não teriam renda para se manter mais de seis meses, caso houvesse uma perda repentina, e 25% não teriam como custear seus gastos por mais de um mês. Ambos os índices do Brasil estão acima da média global (67% e 20%, respectivamente).

“A atual cenário de alteração nas regras da aposentadoria no Brasil faz crescer a necessidade por informações sobre planos de previdência complementar e soluções que facilitam a aquisição do produto. A Zurich, uma empresa global com atuação em mais de 210 países e territórios, está comprometida com o desenvolvimento dos mercados em que está presente e, dessa forma, investe constantemente para melhorar o acesso da população a seus planos”, completa o executivo da Zurich, Carlos Tejeda.

Vendas de seguro de vida avançam 9,4%, para R$ 24,8 bi até agosto

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Os brasileiros estão mais previdentes. Até agosto deste ano, as contratações de seguros para proteção pessoal (seguro de vida, seguro de acidentes pessoais, prestamista, entre outras modalidades) totalizaram R$ 24,8 bilhões e o valor é 9,4% superior aos R$ 22,6 bilhões registrados de janeiro agosto de 2017, segundo levantamento da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida).

Na análise por modalidade de produto, o seguro de vida tem a maior carteira do mercado de seguros de pessoas e esteve entre as coberturas mais contratadas. O volume de contratações cresceu 8,5% e os prêmios totalizaram R$ 9,7 bilhões.

Outros ramos também apresentaram alta expressiva no total de contratação no período com evolução acima de dois dígitos na comparação com o mesmo período do ano passado. Um dos destaques foi o seguro prestamista, que cobre o pagamento de prestações de compras no varejo no caso de morte, invalidez ou perda involuntária do emprego do titular da apólice. A modalidade apresentou de 21,5% frente ao ano anterior, com R$ 7,4 bilhões em prêmios. As vendas do varejo avançaram 6,9% em agosto de 2018 frente ao mesmo mês do ano anterior, segundo o IBGE, o que puxou o desempenho do seguro.

O seguro auxilio funeral também esteve entre os seguros mais procurados pelos brasileiros no período. No acumulado de janeiro a agosto os prêmios foram de R$ 402,78 milhões e a alta foi de 11,1%. No mesmo período em 2017, os prêmios foram de R$ 362,4 milhões.

Segundo a Federação, no acumulado de janeiro a agosto as indenizações totalizaram R$ 6,1 bilhões, valor maior que os R$ 6 bilhões de janeiro a agosto de 2017. “As indenizações em crescimento reforçam o caráter social do seguro que tem o propósito de garantir proteção para a vida econômica do segurado e de seus familiares”, diz Edson Franco, presidente da FenaPrevi.

Na avaliação mensal, cresceram também as contratações. Segundo os dados do balanço da FenaPrevi, o valor pago pelos segurados para contratação de coberturas para seus riscos pessoais foi de R$ 3,2 bilhões, crescimento de 6,6% em relação aos R$ 3,0 bilhões de agosto de 2017. Os dados do balanço da federação mostram que a contratação do seguro de vida cresceu 7,39% e movimentou R$ 1,3 bilhão.

O seguro prestamista, por sua vez, obteve o maior crescimento relativo com alta de 15,8% e movimentou R$ 972,0 milhões no período, enquanto que no mês período do ano passado foram R$ 839,1 milhões em prêmios. O seguro auxílio funeral também apresentou crescimento nominal positivo de 10,0% e prêmios de R$ 50,7 milhões, enquanto que em agosto de 2017 as contratações totalizaram R$ 46,0 milhões.

Icatu reduz aplicações em fundos de previdência e quer dobrar captação

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A Icatu Seguros está oferecendo condições diferenciadas de investimentos em seus fundos de previdência. Serão 51 fundos – multimercados, multimercado crédito privado, multimercado com viés em ações, renda fixa e renda fixa crédito privado – com aplicações mínimas reduzidas de R$ 100 mensais ou aportes de R$ 1 mil até 31 de dezembro.

O objetivo é estimular novos entrantes no mercado de previdência e permitir que o investidor possa testar os serviços e opções de investimentos, com o incentivo dos valores mínimos reduzidos para aplicar em produtos renomados do mercado.

“Esta é uma oportunidade para democratizar ainda mais o acesso dos investidores”, analisa Felipe Bottino, diretor de Previdência da Icatu Seguros, destacando ainda que, com a campanha, a Icatu espera dobrar o volume de vendas de fundos de previdência até o final do ano.

A Associação Brasileira de Consumidores – Proteste – avaliou os melhores fundos de previdência privada para investidores com quatro perfis: conservadores, moderados, agressivos e que têm data para se aposentar. A associação fez um ranking e recomendou nove fundos mais acessíveis entre os mais atrativos, que exijam aporte inicial de até R$ 25 mil. Dentre os nove fundos indicados, quatro são da Icatu Seguros.

Para essa recomendação, a Proteste analisou 31 fundos de nove seguradoras e escolheu aqueles que ofereceram maior rentabilidade e cobraram menor taxa nos últimos cinco anos, entre setembro de 2013 e outubro deste ano.

A Icatu Seguros atua em um modelo de plataforma aberta que conta, hoje, com parcerias de 65 gestoras. “A arquitetura aberta permite que a seguradora tenha vários gestores e tipos de estratégia, oferecendo mais alternativas de qualidade para investir”, destaca Bottino.

Entre janeiro e agosto de 2018, a captação líquida de Previdência da companhia chegou a R$ 3,046 bilhões, o que a posiciona como líder entre as independentes. Na área de Previdência, a seguradora soma R$ 20,9 bilhões em reservas, volume 34% maior que no mesmo período do ano anterior.