ARTIGO: Desmistificando o seguro residencial: você pode ter

POR Walter Pereira, diretor de Linhas Pessoais da Zurich no Brasil

O seguro residencial ainda é um produto que gera muitas dúvidas para os brasileiros. E uma destas incertezas muitas vezes está relacionada ao preço. Isso porque existe um efeito de comparação equivocada com outros tipos de seguros, especialmente o Automóvel.

E é só fazer uma conta rápida para tentar compreender a avaliação (errônea) que o consumidor poderá fazer. Para um veículo no valor de R$ 40.000, o seguro sai em torno de R$ 1.700 – por exemplo. A duvida pergunta que fica na mente do consumidor é: então para uma residência no valor de R$ 200.000, qual seria o custo de um seguro? Na realidade, a partir de R$ 150 por ano, seu imóvel estará protegido.

Observe que estamos falando de um valor segurado cinco vezes maior (casa x carro). Portanto, ao contrário do que muitos pensam, são apólices com preços bem acessíveis. E a vantagem de contar com um seguro residencial vai muito além da proteção de um bem, mas também para toda a família.

Normalmente o seguro residencial é oferecido ao consumidor com ampla gama de coberturas e serviços. Além das básicas, como Incêndio, Queda de Raio e Explosão, pode-se ainda contratar coberturas adicionais de livre escolha do cliente. Dentre elas, Danos Elétricos, Impacto de Veículos, Vendaval/Queda de Granizo. Existe também no mercado coberturas especiais como Bicicletas, Equipamentos Portáteis e Atividades Profissionais.

Além destas coberturas, outro item muito importante em um seguro residencial é com relação aos serviços emergenciais disponíveis 24 horas. Trata-se de uma ampla gama de serviços oferecidos para o cliente, de acordo com os planos escolhidos, como Mão de Obra Hidráulica, Vidraceiro, Mudança, Limpeza, entre outros.

Com uma rotina cada dia mais corrida com uma série de compromissos e prazos, ter um seguro residencial é ficar livre de algumas preocupações que acarretam tempo para resolver.

Além disso, é importante entender que, normalmente, uma casa é o bem mais valioso que a pessoa pode ter, em termos financeiros. Assim sendo, o seguro residencial existe para atenuar eventuais contratempos. E pode ser contratado por qualquer um sem pesar no orçamento familiar.

CEO da MDS reforça tecnologia e serviços para crescer em 2019

Ariel Couto, que assumiu o comando da corretora portuguesa MDS no Brasil em agosto, aposta na recuperação dos investimentos em infraestrutura, empregos e renda dos trabalhadores já em 2019. “Seguro depende do bom desempenho da economia para crescer. Acredito que o Brasil vai avançar e o mercado segurador voltará em breve a crescer na casa dos dois dígitos”, afirmou ele durante um almoço com o blog Sonho Seguro.

Formado em Administração de Empresas pela UERJ e com MBA Executivo pelo Coppead/UFRJ, Ariel Couto iniciou sua carreira no mercado de seguros em 1995, na gestão de uma corretora familiar. Desde então, passou por empresas como a corretora do grupo Brascan (atualmente Brookfield), RSA Seguros (hoje Sura) – onde foi diretor comercial e de marketing, e mais recentemente, liderou o retorno da seguradora australiana QBE ao mercado de seguros corporativos no Brasil, que foi neste ano adquirida pela Zurich. “Estava tudo certo de começar na Zurich, quando recebi a proposta da MDS. Irrecusável”, afirmou.

Segundo ele, a MDS Brasil é uma empresa que investe muito nas pessoas e em inovação, sempre com um olhar atento ao cliente e isso faz com que se diferencie no mercado nacional. “Vou dar sequência ao processo de expansão da companhia no mercado brasileiro, com uma integração cada vez maior com os negócios gerados pela matriz e subsidiárias em outros países, como também otimizar as oportunidades que as redes de corretores internacionais das quais o grupo MDS faz parte, como a Brokerslink”, afirma.

No Brasil, poucas corretoras publicam balanço, o que dificulta mensurar a posição de cada uma delas no segmento. Segundo os próprios corretores, a Marsh se consolidou como a maior do setor com a compra mundial da JLT, que até então era considerada a quarta maior, em uma negociação de US$ 5,7 bilhões anunciada em setembro deste ano. Em segundo vem AON, seguida pela Willis. Em quarto está a MDS, de acordo com um “ranking” não oficial.

Independentemente de ranking, o que se vê neste setor é uma acirrada concorrência agravada ainda mais pela crise. Muitos empresas fecharam, entraram em recuperação judicial, ou reduziram muito o programa de seguro, seja por queda na produção, seja por demissões expressivas, seja pela necessidade de corte de custos. Esse quadro traz ao mercado clientes ávidos por otimização do programa de seguro, principalmente com custos menores, bem como benefícios e serviços de melhor qualidade prestados pelos corretores e seguradores.

A MDS atua com benefícios, onde saúde reponde por 90%, grandes e médios riscos, resseguro e uma área de massificados que engloba varejo, afinidades e worksite, que é a venda de seguros individuais para funcionários de empresas. Tem também a RCG Powered By Herco, antiga Herco, especialista em gerenciamento de risco, presente em 11 países, além da matriz em Portugal.

Em riscos corporativos, a tática de “road show” para seguros patrimoniais e de prevenção e gestão do plano de saúde têm rendido bons frutos, segundo Couto. O primeiro envolve reunir em uma sala clientes, seguradoras e resseguradores. O cliente apresenta a empresa e os riscos, mostra como o programa de seguro tem funcionado e aguarda propostas que melhorem o custo benefício. Ariel citou dois eventos recentes. Um atraiu 50 pessoas e outro 30. “Conseguimos nove propostas de seguradoras para um cliente da área de fundição, com ofertas de redução de preço e ganhos com coberturas e serviços que deixaram nosso cliente muito satisfeito”, informou.

Em saúde, o céu parece ser o limite para tentar reduzir custos. A tecnologia é a grande aliada. Ele cita várias novidades com a implementação de um sistema integrado, que vai da gestão das apólices para corporações até renovação do contrato totalmente online pelo consumidor final. “Nosso sistema identifica, por exemplo, um funcionário que usa muito vale transporte e já sinaliza que ele pode ser um candidato para o programa de prevenção ortopédica em razão de estar exposto mais horas em ônibus e metrôs”, cita.

Outra novidade que a tecnologia possibilita a corretora oferecer às corporações é a gestão de benefícios flexíveis. Por exemplo: um casal em que ambos tenham plano de saúde corporativo, com direito a cobertura para o cônjuge. “Um deles pode abrir mão do plano na empresa e ganhar pontos para adquirir outros benefícios”, explica.

Em breve, segundo Couto, estará pronto um sistema que vai permitir o cliente a avaliar melhor o seu programa de seguros e o atendimento das seguradoras. Um robô está sendo programado para avaliar os contratos e também como foi o atendimento de um sinistro. As notas irão mostrar quem são os melhores parceiros de negócios. Uma inovação e tanto, ao dar mais poder ao cliente, um cenário até então raro no Brasil. Outras novidades como essas são aguardadas para 2019, com o centro de inovação MDSLab em construção em Brusque. “Estamos abrindo nosso décimo escritório no Brasil em Santa Catarina, que já é um polo de inovação do país, para enriquecer e estimular as mudanças que a sociedade exige diante da revolução tecnológica. Teremos a filial e o MDSLab no mesmo endereço”.

Icatu Seguros amplia cobertura de doenças graves

A Icatu Seguros lança hoje as novas contratações do produto Essencial Vida, que passarão a contar com a opção de cobertura de 11 doenças graves – que antes tinha cobertura para cinco doenças -, com capital segurado de até R$ 1 milhão. A cobertura prevê pagamento de indenização para diagnósticos de paralisia de membros, perda de visão, perda de audição, perda da fala, esclerose múltipla ou cirurgia de revascularização do miocárdio com implante de ponte vascular (conhecida como By Pass), além da cobertura já em vigor, que engloba câncer, AVC, infarto, transplante de órgãos e insuficiência renal.

“A Icatu estuda profundamente as experiências e necessidades de seus clientes e por isso ampliou as coberturas do DG. Diante do aumento da expectativa de vida do brasileiro e da sua vontade de viver essa longevidade com qualidade, este é um produto que tem despertado mais interesse na população”, conta a diretora de Desenvolvimento de Produtos de Vida da Icatu, Luciana Bastos.

A comercialização do seguro com cobertura para cinco doenças graves continua apenas pela contratação tradicional, com proposta e assinatura em papel.

CNseg parabeniza presidente eleito

Marcio Coriolano cnseg

A CNseg, Confederação das Seguradoras, parabeniza o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), desejando-lhe sucesso em sua gestão. Com o objetivo de colaborar, e dentro de suas finalidades institucionais, a Confederação teve a oportunidade de entregar pessoalmente ao presidente eleito um dossiê completo com suas propostas para os próximos anos.

O mercado de seguros brasileiro ocupa a 46ª posição do ranking mundial no consumo por pessoa, em descompasso com a economia do país, a nona maior do planeta. O setor segurador é responsável pela formação de poupanças equivalentes a R$ 1,2 trilhão, sendo um dos maiores investidores institucionais do país. Há, portanto, um cenário de muitas oportunidades e desafios para a inclusão social neste mercado. Por isso, o setor segurador deve ter papel destacado na formulação e execução de políticas públicas, no planejamento dos investimentos privados e nas ações governamentais que deverão ser realizadas.

Estamos prontos a contribuir para o Brasil retomar o caminho de crescimento econômico sustentável, com maior geração de renda, de produção e de emprego.

Marcio Coriolano

Presidente da CNseg – a Confederação das Seguradoras

Liberty vence Prêmio Reclame Aqui pela terceira vez consecutiva

Na última segunda-feira, a Liberty Seguros recebeu o primeiro lugar pelo terceiro ano consecutivo na categoria de seguros do prêmio Época Reclame Aqui, ranking que homenageia as empresas com a melhor reputação em atendimentos a serviços do Brasil, realizado anualmente pela Revista Época.

Das empresas cadastradas no site do Reclame Aqui, parte foi selecionada para participar do prêmio – resultado das interações que tiveram com milhões de consumidores no último ano. As empresas indicadas foram divididas em categorias de consumo, incluindo seguros. Este ano, foram computados mais de 8 milhões de votos, um recorde entre todas as edições. A Liberty foi eleita a melhor seguradora com mais de 48 mil pontos do total de 80 mil pontos em sua categoria.

Em 2018, a empresa investiu em diversas ações para promover seu principal objetivo: oferecer atendimento ágil e acolhedor aos seus segurados. Dentre as iniciativas estão: pesquisa, por meio de metodologia NPS, e acompanhamento de satisfação dos clientes em importantes momentos  de contato e utilização de serviços da empresa, com processo de melhoria contínua de serviços através de feedbacks de clientes. Além disso, a Liberty também lançou novos serviços de autoatendimento como a possibilidade do cliente fazer a auto vistoria prévia através de um processo simples e rápido pelo celular e novas  funções disponíveis no aplicativo para clientes, permitindo que cada vez mais ações possam ser feitas direto pelo app, como acionar a assistência (inclusive para vidros), acompanhar a localização do guincho, avisar sobre um sinistro por meio de uma mensagem de voz, tirar fotos no momento do sinistro para mandá-las para a seguradora, entre outros benefícios.

A Liberty também destaca seu compromisso em oferecer a melhor experiência ao cliente em sua nova campanha publicitária, que estreou na última semana. Com o mote “Conte com a Liberty para aproveitar o que importa”, a seguradora reforça seu objetivo de ser um ponto de conforto para seus segurados, a fim de que os mesmos se sintam respaldados e livres para não precisarem se preocupar com suas conquistas e voltar o quanto antes a sua rotina, em caso de imprevistos.

“Na Liberty Seguros, nos dedicamos todos dias para que nossos clientes tenham a melhor experiência possível, com um atendimento ágil e acolhedor, e receber este prêmio pela terceira vez consecutiva é um reflexo desse esforço de todos na companhia, além de um indicativo de que estamos no caminho certo”, diz Dennis Milan, Diretor de Operações e Sinistros da Liberty Seguros.

Chubb lucra  US$ 1,2 bi no terceiro trimestre

A Chubb divulgou lucro líquido para o terceiro trimestre, encerrado em 30 de Setembro de 2018, de US$ 1,231 bilhão, ou US$ 2,64 por ação, comparado a uma perda de US$ 70 milhões ou US$ 0,15 por ação, no mesmo trimestre do ano passado. O lucro operacional foi de US$ 1,122 bilhão ou US$ 2,41 por ação, comparado a uma perda de US$ 60 milhões ou US$ 0,13 por ação, no mesmo trimestre do ano passado. O Índice Combinado de Property e Casualty (P&C) foi de 90,9%.

O índice combinado de P&C registrado é de 90.9%, ou 84.8% excluindo as catástrofes. Veja abaixo alguns destaques:

 

  • O Lucro Operacional foi de US$ 1,1 bilhão, comparado a uma perda de US$ 60 milhões no ano anterior. O Lucro Operacional, excluindo as perdas por catástrofes foi de US$ 1,5 bilhão, ou US$ 3,21por ação, alta de 2,9%. O Lucro Operacional “Accident Year”, excluindo as perdas por catástrofes é deUS$ 2,82 por ação, alta de 5.2%.

 

  • Os Prêmios Retidos de P&C foram de US$ 7,5 bilhões e o Prêmio Retido Global, que exclui Agricultura, foi de US$ 6,7 bilhões, alta de 2,5% e 3,5%, respectivamente, considerando uma taxa constante de dólar, aumento de 2,8% e 3,9%, respectivamente. Excluindo as ações relacionadas a fusões e aquisições, que estão substancialmente completas, o Prêmio Retido Global aumentou 4,4% em dólares constantes.

 

  • O Lucro de Subscrição de P&C foi de US$ 669 milhões. O Lucro de Subscrição de P&C atual, excluindo as perdas por catástrofes é de US$ 876 milhões, aumento de 4,3%.

 

  • O Índice Combinado “Accident Year” de P&C, excluindo as perdas por catástrofes é de 88,2%, registrando melhora em comparação com os 88,5% em relação ao ano anterior.

 

  • As perdas por catástrofes antes dos impostos no trimestre foram de US$ 450 milhões, pouco acima dos US$ 341 milhões esperados para o 3° trimestre de 2018. Em comparação com o ano anterior, o mesmo trimestre registrou perdas por catástrofes de US$ 1,893 milhão.

 

  • A Receita Líquida de Investimentos, antes dos impostos, foi de US$ 883 milhões.

 

  • O Retorno sobre o Patrimônio, Anualizado e Operacional foi de 9,7% e 8,7%, respectivamente.

 

 

 

 

Lucro líquido do setor avança para R$ 11,3 bilhões no acumulado do ano até setembro

O lucro líquido do mercado segurador de janeiro a setembro de 2018 totalizou R$ 11,3 bilhões, acima dos R$ 9,8 bilhões do mesmo período do ano anterior, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), analisados pela consultoria Siscorp.

A Bradesco Seguros, que tem balanço trimestral previsto para ser divulgado na quinta-feira, dia 1o, é a líder do ranking, com R$ 2,85 bilhões no acumulado dos primeiros nove meses deste ano. O resultado vem acompanhado de um índice combinado de 64% e ROE de 28%. No mesmo período do ano passado, o lucro da Bradesco foi de R$ 3,2 bilhões.

O Banco do Brasil, com a BB Seguros, apresentou o segundo maior ganho do ranking da Siscorp, com R$ 2,2 bilhões e ROE de 62%. A Caixa, terceira colocada, aparece com lucro de R$ 1,5 bilhão e ROE de 42%. O Itaú apresentou ganho de R$ 911 milhões e a Zurich de R$ 667 milhões.

Mapfre, AXA, Chubb, AIG e Mitsui lideram o ranking de prejuízos, segundo os dados da Susep de janeiro a setembro de 2018.

A partir do dia 1o. de novembro começam a ser divulgados os balanços do terceiro trimestre, quando os executivos poderão dar mais detalhes sobre o resultado. A teleconferência do banco Bradesco, com dados do grupo segurador, está prevista para quinta-feira, a partir das 11h30. O book com os dados geralmente é divulgado as 9h00.

Seguradoras patrocinam associação das Mulheres de Seguros

As mulheres do mercado segurador uniram forças e com os patrocínios da Escola Nacional de Seguros (ENS), da Swiss Re, da Chubb e da Sompo, lançaram em outubro a Associação das Mulheres do Mercado de Seguros (AMMS). Margo Black, ex-CEO da resseguradora Swiss Re no Brasil, é a presidente da entidade, e tem como vice-presidente a sócia da Vizani & Tostes Advogados Associados, Simone Vizani. “Outros patrocinadores estão muito bem encaminhados”, afirmou Margo, ao lado de Maria Helena Monteiro, diretora da ENS.

Segundo Simone Vizani, a intenção é tornar a associação uma referência no desenvolvimento da mulher profissional. “O nosso objetivo é diminuir os números das profissionais da zona de achatamento e tornar as mulheres mais auto-confiantes para assumirem cargos de liderança de modo que tenhamos um quadro igualitário nos cargo mais elevados, além da inclusão das mulheres e suas diversidades”, frisou.

A presidente da AMMS está na lista das 100 mulheres mais influentes no setor de seguros e resseguros do mundo, segundo a revista especializada Intelligent Insurer. “Espero poder inspirar outras mulheres a contribuírem com o seu legado”, ressaltou, acrescentando que os homens também serão grandes colaboradores nessa trajetória.

Sincor-RJ realiza VII Encontro de Corretores do Estado do Rio de Janeiro

Promovido pelo Sindicato dos Corretores e Empresas Corretoras de Seguros, Resseguros, Vida, Capitalização e Previdência do Estado do Rio de Janeiro (Sincor-RJ), com patrocínio da SulAmérica Seguros e da Bradesco Seguros, o VII Encontro de Corretores de Seguros (Enconseg), aconteceu no dia 26 de outubro, no Centro de Convenções Cidade Nova. Com o tema “Distribuição, essa força é nossa”, a abertura contou com os representantes das principais entidades representativas do mercado de seguros. Mais de 1500 participantes lotaram a plenária, acompanhando os debates que aconteceram no decorrer do evento, que teve o patrocínio da SulAmérica Seguros e da Bradesco Seguros.

Os painéis contaram com a presença das autoridades do Sincor-RJ, CNSeg, SUSEP, ANS, SulAmérica Seguros, Bradesco Seguros e ACRJ com o tema “O Rio de Janeiro”; do Palestrante e Economista, Ricardo Amorim, que vai falar sobre “Desafios e oportunidades para o Rio de Janeiro”; do Professor e Palestrante Motivacional, Rafael Baltresca, com o tema “O Poder é Seu”; do Presidente do Instituto de Pesquisa Locomotiva, Renato Meirelles, com o tema “Comportamento e Consumo”; e do Poeta de Literatura de Cordel, Declamador e Palestrante, Braulio Bessa, com o tema: “A Cabeça é Chata. A Palestra, Não”.

O Presidente do Sincor-RJ, Henrique Brandão, menciona a importância do saber para a categoria. “A minha mensagem para o corretor é o imponderamento. A sociedade está emponderada, e temos que entender que só através do conhecimento, da sala de aula, da informação e do bom uso da tecnologia que o sindicato está propondo isso para a categoria sem cobrar nada, todo tipo de informação, é que haverá possibilidade de fazer a diferença no futuro e no presente, ou seja, hoje o corretor obtém êxito tendo competência, e acima de tudo, sabendo usar a tecnologia a seu favor, sendo o agente do bem estar social.

“Nós temos que nos preocupar em informar a sociedade, pois se fazemos isso bem, a gente vai ter o nosso espaço não como obrigatório, mas pela necessidade. Esse é o papel do Sindicato e o meu papel como líder de classe, é fazer com que esse universo de profissionais entenda que nós somos importantes, desde que nos façamos ser importante, pelo nosso conhecimento e pela nossa força agregadora na nossa relação com a seguradora, e principalmente com os clientes”, especificou Brandão.

O seguro terá uma crescente importância nas políticas públicas do País nos próximos anos, a despeito do resultado da eleição presidencial e da nova composição do Congresso Nacional. Como exemplo, apontou o avanço do seguro rural para amparar as atividades agrícolas; os seguros patrimoniais inclusivos para mitigar as perdas de empresas ou pessoas de rendas médias e o seguro d e garantia de obras, indispensável que será quando da retomada das obras de infraestrutura. São declarações do presidente da CNseg, Marcio Coriolano, em mesa redonda do Enconseg, realizado na sexta-feira (26), no Rio de Janeiro. O evento do Sincor-RJ reuniu mais de 1,3 mil corretores de seguros e as lideranças de seguradoras.

Fenacor comemora 50 anos em grande evento

A Fenacor promoveu nesta quinta-feira (25 de outubro), no tradicional hotel Copacabana Palace, um grande evento para comemorar os 50 anos de sua fundação. Aproximadamente 350 pessoas estiveram presentes, entre as quais presidentes e executivos das maiores seguradoras do País, de entidades do setor e da Susep, além de dirigentes dos Sindicatos dos Corretores de Seguros (Sincors) de todo o Brasil.

No início da cerimônia, foi apresentado um vídeo com depoimentos e registros dos principais fatos da história da Fenacor.

Em seguida, foi lançado e obliterado por representantes dos Correios o selo personalizado em homenagem ao cinquentenário da federação, composto pela marca criada especialmente para as comemorações dessa data histórica.

O terceiro momento marcante da solenidade foi o lançamento do livro “Fenacor 50 anos”, que narra fatos e conquistas históricas da federação e dos corretores de seguros.

A emoção marcou também a homenagem aos ex-presidentes da federação, Paulo Gynner, Roberto Barbosa e Octávio Milliet, que subiram ao palco para receber placas especiais.

Além deles, foram homenageadas as empresas e entidades do mercado que têm uma relação histórica com a Fenacor. Receberem uma placa os presidentes da Sulamérica Seguros, Gabriel Portela; da Porto Seguro, Roberto Santos; da Bradesco Seguros, Octavio de Lazari; da Escola Nacional de Seguros, Robert Bittar; e da CNseg, Marcio Coriolano.

Logo depois, foram agraciados com a comenda de mérito do cinquentenário da Fenacor os presidentes do Sincor-GO, deputado federal Lucas Vergílio (representando todos os presidentes dos Sincors); do Conselho da SulAmérica, Patrick Larragoiti; e do Conselho do Banco Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi; o ex-presidente da CNseg, João Elísio Ferraz; e o superintendente da Susep, Joaquim Mendanha de Ataídes.

Por fim, ao saudar os convidados, o presidente licenciado da Fenacor, Armando Vergílio, acentuou que a história da Fenacor, que representa 25 sindicatos e quase 100 mil corretores de seguros, “é um registro de uma verdadeira crônica positiva de dedicação ao país, ao longo de sua própria existência”.

Ele também conclamou todos os atores e instituições do mercado a unirem forças visando a ajudar o Brasil a enfrentar as dificuldades que surgirão no processo de retomada do crescimento econômico e de busca do equilíbrio social e da redução das desigualdades.

Para Armando Vergílio, independente de quem venha a ser eleito presidente da República, o mercado de seguros precisará estar pronto para colaborar. “O futuro governo certamente terá muitos desafios pela frente. O Brasil viverá momentos difíceis e precisará, uma vez mais, de todos nós”, observou, acrescentando que é preciso “compreender e aceitar com humildade o recado vindo das urnas e mudar pensamentos, comportamentos e atitudes”.