Cresce demanda para seguro de criptomoedas

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Fonte: CoinDesk, Criptofacil e Blog Sonho Seguro

A Coinbase revelou os detalhes de seus acordos de seguro para a criptomoeda realizada em nome dos clientes. Em um post publicado na terça-feira, Philip Martin, vice-presidente de segurança da bolsa de criptomoeda sediada em São Francisco (EUA), confirmou que está coberto por até US$ 255 milhões para moedas mantidas em carteiras com ativos que são essencialmente online e abertos a possíveis hackers. A apólice, segundo informou, foi colocada pela corretora Aon, incluindo alguns sindicatos do Lloyd’s de Londres, disse o post do blog de Martin. Ele não nomeou os subscritores individuais.

Pessoas que possuem criptos geralmente deixam uma parte do que possuem em “Hot Wallets” para comprar itens, pagar contas, fazer alguns trades entre outras coisas. Já as “Cold Wallets” são como um investimento seguro, visto que não são conectadas à internet e – por isso – são mais protegidas contra hacker, explica o portal Critptofacil.

O Lloyd’s, que reúne diversos sindicatos de seguros especializados em quase tudo, desde crimes e ataques cibernéticos até desastres naturais, é visto como um selo de aprovação quando se trata de subscrição de perdas potenciais de ativos de criptografia. No mês passado, especialistas da BitGo divulgaram US$ 100 milhões em cobertura para criptografia mantida em armazenamento e chegaram a nomear um sindicato do Lloyd’s entre os subscritores do risco.

Em relação à postagem no blog da Coinbase, Clarissa Horowitz, vice-presidente de marketing da BitGo, disse ao portal CoinDesk por e-mail: “Estamos felizes em ver que a Coinbase está seguindo nossa liderança para trazer mais transparência à discussão sobre seguros para ativos digitais. O seguro é complexo e a transparência é essencial para construir confiança ”.

Crime vs. espécie – Além de ser mais transparente sobre a cobertura de seguro da Coinbase, Martin aproveitou a oportunidade falar sobre algumas das coisas que o incomodam sobre o nascente mercado de seguro de criptografia.

Para começar, de longe, o cenário de perda do consumidor mais provável para qualquer empresa de criptomoedas é a perda de carteira devido a hacking. Devido a esse fato, a cobertura para exposições de carteiras online é significativamente mais cara do que a cobertura para armazenamento de ativos em estoque, observou Martin.

Além disso, a cobertura de carteira online é fornecida especificamente pelo mercado de seguros contra crimes, que é diferente e separado da variedade de armazenamento, que é coberta pelo mercado de seguros de espécies.

As políticas de criminalidade cobrem o que ele chama de “valor em trânsito”, que tradicionalmente inclui o roubo de coisas como dinheiro em caixas eletrônicos e carros blindados. Na criptografia, esse tipo de seguro cobriria perdas devido a hackers, roubo interno e transferência fraudulenta. Incluído neste são moeda fiduciária e cobertura de carteira online, além do dano físico ou roubo de dados de chave privada de ativos estocados.

O mercado de espécies, por outro lado, geralmente garante “valor em repouso”, como arte, metais preciosos e similares quando em um cofre ou em exibição. Para os ativos digitais, então, as políticas de espécies disponíveis no mercado hoje se concentram exclusivamente em danos físicos ou perda de chaves privadas (incluindo o uso indevido ou roubo de funcionários) mantidas em estoque.

“As empresas devem se concentrar no seguro de valor em trânsito. Isso significa que as bolsas e carteiras devem ter cobertura de crime suficiente para cobrir totalmente suas carteiras em negociação virtual.

Como tal, os custodiantes devem ter seguro criminal suficiente para cobrir os tamanhos normais de transação do cliente ou o suficiente para cobrir os ativos que estão programaticamente acessíveis, se não estiverem usando o valor em estoque, disse ele.

O blog também apontou que as políticas de espécies geralmente não cobrem o hacking no sentido tradicional da palavra, nem tampouco cobririam qualquer tipo de falha específica do blockchain. Por exemplo, essa política não cobriria uma perda de fundos que ocorreu devido a uma falha no blockchain, como uma implementação vulnerável de assinatura múltipla de contrato inteligente. “O melhor uso das políticas de espécies é como uma proteção contra grandes desastres naturais ou regionais, ou roubo/destruição de material privado de chave privada”, acrescentou Martin.

Patricia Godoy sai da Aon para startup Uber

patricia Godoy

A nova economia digital tem atraído profissionais de peso. A notícia da semana fica para a vice-presidente de Legal e Compliance da corretora Aon deixa o mercado segurador onde fez carreira por 15 anos, sendo metade desse período na Aon. Ela parte para o desafio de criar a área de compliance em uma start-up que se transformou em uma das mais importantes do mundo, avaliada em mais de US$ 120 bilhões num estudo para a oferta inicial de ações (IPO) previsto para acontecer em 2019. Segundo fontes do setor, a Aon deve abrir em breve um processo de recrutamento para contratar um executivo senior para a vaga de Patricia.

O blog Sonho Seguro deseja a você todo o sucesso na empreitada digital, um caminho sem volta neste mundo.

ANSP debate seguro de crédito interno no Brasil

Fonte: ANSP

No próximo dia 23, no auditório do SindsegSP, será realizado o Café com Seguro que debaterá “O Seguro de Crédito Interno no mercado brasileiro”. Dividido em quatro painéis, o encontro tem como objetivo avaliar a penetração do seguro de crédito na malha empresarial brasileira e, também, divulgar o início do trabalho acadêmico que busca lançar luz sobre os motivos da baixa contratação do produto por empresas.

O primeiro painel, que contará com a palestra do Acadêmico Rogério Vergara, colocará em pauta o Seguro de Crédito Interno no Brasil de 2000 a 2018. Já o segundo, conduzido por Angélica Pereira, Gerente de Crédito na Lactalis do Brasil; Mestranda em Controladoria e Finanças Empresariais pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, abordará “Por que o Seguro de Crédito não é usado como mitigador de risco por empresas brasileiras?”.

O ponto de vista das seguradoras será o tema do terceiro painel, que receberá como palestrantes Cristina Salazar, Diretora Executiva da CESCEBRASIL Seguros de Garantias e Crédito S.A, e Rodrigo Jimenez, CEO da Euler Hermes Seguros Brasil. O último painel, que discutirá o ponto de vista dos corretores, terá como palestrantes o Acadêmico Phillip Krinker, Sócio Fundador da CredRisk Seguros, corretora especializada em seguro de crédito, e Samuel Valezi, Diretor de Credit, Political and Security Risk na JLT Specialty Brasil. 

João Marcelo dos Santos, presidente da ANSP, ficará responsável pela abertura do evento e a moderação ficará a cargo de Ac. Marcelo Finardi, Catedrático da ANSP (Cátedra de Seguro de Danos: Riscos Financeiros), com 37 anos de carreira no mercado financeiro e securitário em empresas como Seguradora Euler Hermes, (Franco-Alemã) Seguradora COFACE (Francesa) e Banco Bradesco.

O evento é coordenado pelos Acadêmicos Edmur de Almeida, diretor de Fóruns Acadêmicos da ANSP, coordenador das comissões técnicas dos seguros de crédito, garantia e finança locatícia do SINCOR-SP e da FENACOR, e pelo Acadêmico Rogério Vergara, coordenador da cátedra de Seguros de Danos: Riscos Financeiros e Diretor de Relações com o Segmento de Seguros de Danos

Grupo de mulheres da AIG Brasil ganha prêmio global

Fonte: AIG

Equipe foi destaque entre os 127 grupos da AIG no mundo, pelo seu empenho nas ações de desenvolvimento profissional das mulheres e discussão sobre igualdade de gênero

O grupo WOW, Women@Work, composto por mulheres e homens da AIG Seguros Brasil, ganhou o prêmio global ERG Award – categoria Desenvolvimento de Carreira, concedido pela AIG por seu trabalho realizado dentro e fora da empresa em prol do empoderamento da mulher no mercado de trabalho. As iniciativas do WOW foram destaques entre os 127 grupos de diversidade da AIG espalhados pelo mundo, responsáveis por tratar diferentes temáticas ligadas à representatividade e inclusão. Deste total, 20 grupos foram premiados: 12 estão fora dos Estados Unidos e apenas o WOW representa a América Latina. 

O reconhecimento da categoria Desenvolvimento de Carreira é fruto do empenho do grupo ao  desenvolver atividades como o Fórum de Mulheres na Liderança, realizado no último dia 15 de março em São Paulo e contou com a presença de mais de 50 executivas de corretoras parceiras; a implantação do Programa Stand Out, com palestras e treinamentos focados no desenvolvimento profissional, e o Programa de Mentoria, com acompanhamento de executivos sêniors da AIG a mulheres em posição de média gestão para apoio e troca focaosa na construção da futura liderança da companhia.

A líder do grupo WOW e Coordenadora de Comunicação da AIG Seguros, Mariangela Morenghi, ressalta que “desde a sua formação, o grupo de mulheres da AIG tem se aperfeiçoado a cada ano, indo ao encontro das mudanças da sociedade e aberto caminho para que novos grupos se formem, como foi o caso do Diversitas, grupo de funcionários voltado ao tema LGBTI e outros que estão por vir”.

“Receber este prêmio da AIG Global é um reconhecimento ao trabalho que o nosso grupo WOW desenvolve no Brasil. Já encurtamos diferenças que existem entre homens e mulheres de maneira significativa e estamos trabalhando diariamente para a construção de uma sociedade mais igualitária entre os gêneros”, explica Fabio Protásio Oliveira, CEO da AIG Seguros Brasil.

Susep nomeia novo diretor de supervisão de conduta

Rafael Pereira Scherre foi nomeado para exercer o cargo de diretor de Supervisão de Conduta da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Ele foi cedido pela Anac para atuar no cargo, segundo portaria divulgada no Diário Oficial.

Em uma rápida pesquisa no Google, Rafael Scherre é bacharel em Economia pela Universidade de Brasília – UnB, Brasil (2004) e mestre em Economia pela Ibmec Business School, Rio de Janeiro, Brasil (2006). Estava no departamento de regulação econômica do Departamento de Regulamentação Econômica de Aeroportos desde 2011.

Em 2015, trabalhou na equipe de regulação econômica da Autoridade de Aviação Civil do Reino Unido em um período de três meses. Participou de forma abrangente nas rodadas de concessão do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante (2009-2011); Aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília (2011-2012); Aeroportos do Galeão e Confins (2012-2013) e Porto Alegre, Florianópolis, Salvador e Fortaleza (2015-2017), focadona modelagem da regulação econômica.

Maçã e uva demandam mais seguro rural, segundo presidente da Alasa

Fonte: Alasa

O seguro agropecuário na América Latina fatura anualmente ao redor de US$ 1,5 bilhão e é um mercado em franco crescimento, segundo informa o presidente da Associação Latino-Americana para o desenvolvimento de Seguros Agropecuários, ALASA, Néstor Abatidaga. A entidade tem mais de 80 associados no continente e fora dele.  Segundo ele, Brasil, México e Argentina são os principais países deste mercado com cerca de 80% do faturamento. E o Brasil comercializa cerca de US$ 450 milhões ao ano. 

Em termos de um segmento específico, no Brasil, as apólices de seguro rural contratadas para as frutas no último ano totalizaram R$ 66,8 milhões, correspondendo a 18% do valor total subvencionado pelo Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). As frutas representaram 18% das apólices contratadas (11,6 mil, no total de 63,5 mil apólices), 1% da área segurada (48,9 mil ha, no total de 4,7 milhões de ha) e 11% do valor segurado pelo PSR (R$ 1,43 bilhão, no total de R$ 12,59 milhões). As frutas que mais demandaram subvenção de apólices de seguro rural foram maçã (R$ 33,39 milhões ou 50%) e uva (R$ 25,54 milhões ou 38%), principalmente nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

E é para disseminar a cultura da gestão de riscos agropecuários no país e na América Latina que a Alasa esta promovendo em Curitiba, nos dias 3 e 4 de abril no Hotel Radisson, o Seminário Técnico Internacional sobre Seguros Agropecuários com foco em fruticultura. “É uma oportunidade para que os participantes adquiram conhecimento dos modelos e experiências internacionais em relação ao seguro agrícola de frutas”, ressalta Abatidaga. O evento vai contar com várias palestras técnicas e também uma saída de campo. 

“Para nós da Sancor Seguros é uma honra ser um dos apoiadores do Seminário e anfitrião, na capital do Estado onde estabelecemos nossa matriz, o Paraná. Mesmo sendo uma empresa jovem no Brasil, seis anos, já temos uma presença significativa no mercado segurador como um todo. E, em se falando de seguro agrícola, estamos entre os líderes no País”, assinala o Diretor Geral da Sancor Seguros, Leandro Poretti, ressaltando ainda que o presidente da Sancor Seguros do Brasil, Néstor Abatidaga, é o atual presidente da Alasa.  

Liberty oferece cobertura de rodas, pneus e suspensão em mais estados

Com a expansão, segurados auto de Porto Alegre, Florianópolis, São José, Goiânia e Rio de Janeiro poderão contar com nova funcionalidade da companhia

A Liberty Seguros, em parceria com Autoglass, lança a expansão da cobertura Roda e Pneu para clientes auto de quatro novos estados no Brasil. A partir deste mês, segurados de Porto Alegre, Florianópolis, São José, Goiânia e Rio de Janeiro também poderão contar com o serviço que engloba diversos serviços como troca exclusiva de pneu, roda e substituição do sistema de suspensão em caso de impactos acidentais em guias, meio-fios, blocos de sinalização de pista, buracos, desníveis acentuados, pedras e vidros.

“A Liberty Seguros trabalha constantemente para oferecer aos seus clientes os produtos e serviços mais completos e inovadores, para que eles fiquem despreocupados e aproveitem o que realmente importa”, afirma Paulo Umeki, Vice Presidente de Produtos da Liberty Seguros. “Com essa expansão, iremos oferecer a nova cobertura para ainda mais segurados Liberty de diferentes regiões do país e daremos aos corretores um diferencial no momento de ofertar e fidelizar sua carteira de automóvel”, completa.

Roberta Monteiro assume comissão de comunicação da FenaCap

Roberta Monteiro é a nova presidente da Comissão de Comunicação da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap). Roberta ocupa, atualmente, o cargo de gerente de comunicação da Brasilcap, onde está desde 2006. É formada em Jornalismo pela PUC Rio, com especialização em Comunicação Organizacional Integrada pela ESPM. 
“Pretendo dar continuidade ao trabalho que vem sendo feito pela Federação no sentido de divulgar a versatilidade dos novos produtos que estão sendo desenvolvidos pelas nossas associadas”, comenta Roberta”.

DPVAT: 38 mil indenizações por morte; 228 mil por invalidez permanente e 61 mil reembolso de despesas

A Seguradora Líder divulgou o seu Relatório Anual 2018, documento que reúne números gerais de indenizações pagas no último ano, estatísticas regionais e traz o perfil das vítimas beneficiadas pelo Seguro DPVAT. No ano passado, foram pagas 328.142 indenizações, sendo 38.281 por morte, 228.102 por invalidez permanente e 61.759 por reembolso de despesas médicas e suplementares (DAMS). O relatório traz um mapa completo das indenizações pagas, destacando, por exemplo, as ocorrências com motocicletas, que continuam sendo as que mais geram indenizações, com 75% dos pagamentos, ou 246.993.

Quando olhamos os números juntamente com a categoria de ciclomotores, as “cinquentinhas”, a quantidade de indenizações chega a 250.450. Os automóveis foram a segunda categoria de veículos a receber o maior número de pagamentos, com quase 60 mil indenizações. O recorte por regiões mostra que 30% dos acidentes indenizados aconteceram no Nordeste, totalizando 98.336 pagamentos. Em seguida, aparecem Sudeste (95.507), Sul (62.354), Centro-Oeste (39.436) e Norte (32.509).

O Relatório Anual apresenta, pela primeira vez, o “Indicador DPVAT”, com o retrato da violência no trânsito nos Estados e Capitais brasileiras, proporcional à frota desses locais. O levantamento garante uma geração de dados mais precisa sobre o trânsito e apresenta uma perspectiva diferente da que leva em consideração apenas a quantidade de pagamentos do Seguro DPVAT.

No recorte dos Estados, o Indicador DPVAT mostra que Rondônia, Roraima e Tocantins lideram o ranking do cruzamento proporcional à frota. Quando o estudo é feito com as capitais, Boa Vista; Porto Velho; e Campo Grande foram as que ocuparam os três primeiros lugares do levantamento. O Indicador mostra que, a cada 10 mil veículos, foram pagas, em Rondônia, por exemplo, 91 indenizações nas três coberturas do Seguro DPVAT. Já São Paulo, Estado com a maior frota do País, teve 17 indenizações pagas nessa mesma proporcionalidade.

Segmento de capitalização avançou 9,8% em janeiro

Fonte: FenaCap

De acordo com os dados divulgados pela Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), o mercado de títulos de capitalização registrou crescimento de 9,8% em janeiro, em comparação a igual período do ano passado. A receita global do setor atingiu R$ 1,9 bilhão.  O avanço também pode ser verificado na distribuição de prêmios em sorteios. No primeiro mês de 2019, a entrega de prêmios em dinheiro a clientes que tiverem títulos de capitalização contemplados cresceu 10,4% em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo o montante de R$ 115 milhões. 


Ainda de acordo com os dados divulgados pela Federação, o pagamento de resgates atingiu R$ 1,5 bilhão, o que corresponde a um aumento de 1,5% se comparado ao mesmo período de 2018. O volume das reservas técnicas – soma dos recursos de clientes com títulos de capitalização ativos – foi de R$ 29,4 bilhões. O mercado de títulos de capitalização, produtos que conjugam soluções de negócios com sorteios, se prepara para lançar, a partir de abril, títulos de Capitalização das modalidades Instrumento de Garantia e Filantropia Premiável, criadas pelo novo Marco Regulatório, editado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), em maio do ano passado.


“O mercado está na reta final de promoção dos ajustes. As nossas associadas estão trabalhando a pleno vapor para implementação dos novos produtos”, adianta Carlos Corrêa, diretor executivo da Federação, dizendo que os resultados de janeiro reforçam o otimismo em relação à retomada do crescimento em 2019