Carta do Seguro: Setor registra ligeiro decréscimo nas vendas até setembro

Marcio Coriolano cnseg

por Marcio Coriolano, presidente da CNseg

Os dados divulgados até setembro confirmam que o resultado médio do mercado não reflete mais o dinamismo intrassetorial. Sem o DPVAT, o decréscimo médio geral de 0,2% contrasta com crescimento acima de dois dígitos dos ramos Patrimonial Massificados, Transportes e Rural. E com o decréscimo acentuado do segmento de Planos Previdenciários de Acumulação.

A Susep divulgou os dados do mercado de seguros até setembro de 2018. Conforme esta Carta vem chamando a atenção, com o ciclo econômico ainda baixo, e considerando o novo padrão de concorrência e as diferentes preferências por proteção manifestadas pelos consumidores, o desempenho médio do setor segurador torna opaca a dinâmica intrassetorial. Ou seja, deixa de revelar o desempenho comparativo entre os dois grandes segmentos do mer- cado – Ramos Elementares e Coberturas de Pessoas – e entre os diversos ramos de seguros abrigados nesses grupos.

Comparando-se os nove meses de 2018 com idêntico período do ano passado, o decréscimo médio geral do mercado foi de 0,9%. Entretanto, para adequada comparação, é preciso desconsiderar o DPVAT, já que teve tarifa reduzida por decisão dos órgãos reguladores. Retirado esse seguro, o decréscimo é de 0,2%, virtualmente um estado de estabilidade em termos nominais. Já ao serem segregados segmentos e ramos de seguros, tem-se um melhor quadro da resposta do setor segurador e das forças de distribuição de produtos às preferências de pessoas, famílias e empresas.

Assim, destacam-se os ramos de seguros com desempenho acima de dois dígitos, que são o seguro Rural e o seguro de Transportes (15,1%) e o ramo Patrimonial Massificados (14,4%). Perto de dois dígitos, figuram o seguro de Crédito e Garantias (9,8%), o seguro de Responsabilidade Civil e os Planos de Vida Risco, ambos com 9,5%.

Todos aqueles ramos do segmento de Ramos Elementares, e mais os de Vida Risco, parecem refletir o comportamento cauteloso de famílias e empresas de se colocarem ao abrigo da proteção securitária em momento de ameaças contra o patrimônio acumulado, ameaças do desemprego, garantias dos empréstimos tomados, bem como a resiliência de atividades econômicas contracíclicas, como a agroindústria e o carregamento de obras ainda da época do ciclo econômico alto.

Na outra ponta do desempenho, os Planos de Acumulação em Cobertura de Pessoas permanecem afetados pelo ambiente de volatilidade de ativos concorrentes. O decréscimo do VGBL já chegou a 9,4%, enquanto o PGBL viu reduzir a sua arrecadação em 2,2%, muito embora o patrimônio acumulado de ambos ainda seja superlativo. Pela sua magnitude na arrecadação global do setor segurador, são esses dois produtos de caráter previdenciários que influenciam a média negativa do mercado.

Como de praxe, alinham-se, abaixo, os gráficos de desempenho dos grandes segmentos dos seguros, desta vez em médias de 12 meses móveis. O que apenas referenda as diferentes contribuições das linhas de negócio dos seguros.
A seguir o professor Lauro Faria, da Escola Nacional de Seguros, brinda os leitores com a sua análise econômica detalhada.

Lauro Faria, Economista da Escola Nacional de Seguros

Os dados referentes ao desempenho do mercado de seguros regulado pela Susep em setembro passado continuaram sinalizando recuperação da atividade securitária em 2018.

A arrecadação de seguros e aportes a planos de previdência e títulos de capitalização totalizaram R$ 18,7 bilhões nesse mês com variação negativa de 13,5% ante o mês anterior. Entretanto, tal resultado não deve preocupar, pois decorre de o mês de setembro ter tido 19 dias úteis contra 23 dias úteis em agosto (17,4% a menos). Desse modo, fazendo-se a conta da variação da arrecadação média por dia útil, verifica-se uma taxa positiva de 4,7% em setembro sobre agosto.

As comparações em 12 meses, em que se dilui a questão dos dias úteis mensais, confirmam a continuação do crescimento da arrecadação do grupo de ramos elementares, exceto DPVAT, e do grupo de planos de risco de cobertura de pessoas: no primeiro caso, no acumulado do ano até setembro frente ao mesmo período do ano anterior, a receita de prêmios subiu 8,7%; no segundo caso, houve acréscimo de 9,5%. No acumulado de 12 meses frente aos 12 meses precedentes, as taxas desses grupamentos de seguros foram, respectivamente, de 8% e 9,2%. Essas taxas de expansão indicam forte crescimento da arrecadação em termos reais, isto é, descontada a inflação do período. De fato, em 2018, a inflação em 12 meses medida pelo IPCA tem girado em torno dos 4%, portanto, bem abaixo das taxas de crescimento de seguros referidas acima.

O lado problemático do mercado continua sendo o desempenho dos produtos com característica mista – financeira e securitária – como são os casos dos planos de acumulação VGBL, PGBL etc e dos títulos de capitalização bem como, por decisão do CNSP, do seguro DPVAT. Os planos de acumulação, responsáveis por mais de 40% da receita do mercado regulado pela Susep, tiveram queda da captação bruta de 8,8% e 8,9% respectivamente no acumulado do ano até setembro e no acumulado de 12 meses contra iguais períodos de anos anteriores.

Os títulos de capitalização tiveram expansões inferiores à inflação nessas bases de comparação, 2,6% e 1,9%, respectivamente. Esses produtos, que cresceram aceleradamente em anos anteriores, parecem se ressentir de três fatores: a) o desemprego elevado que reduz a capacidade de poupança da população; b) as baixas taxas de juros, que induzem os poupadores a procurarem aplicações mais arriscadas e c) a preocupação com as altas taxas de administração que reduzem a rentabilidade de certos planos de acumulação.

Desagregando-se mais os dados, e no acumulado do ano, chamam atenção as expansões de 15,1% dos seguros de transportes, de 15,1% do seguro rural, de 9,8% dos seguros de crédito e garantia e de 8,9% dos seguros patrimoniais, este último o segundo componente mais importante do grupo de ramos elementares. Essas taxas são claramente indicadoras da retomada concomitante da atividade econômica. O principal componente do grupo – os seguros de automóveis – manteve trajetória de recuperação com a receita crescendo 6,6% no acu- mulado de 2018 frente a idêntico período de 2017. Note-se como principal fator causal o crescimento das vendas nominais no varejo de veículos, motos, partes e peças que o IBGE aferiu em cerca de 16% no mesmo período.

No que se refere aos planos de risco de seguros de pessoas, e nessa mesma base de comparação, continuaram notáveis as taxas de cres- cimento dos prêmios de seguro prestamista (+21,3%) e de seguros de vida (+8,5%). O caso do seguro prestamista é emblemático: de uma participação de apenas 3,7% no total da arrecadação de planos de risco de cobertura de pessoas em 2003 passou para quase 30% agora em 2018, indicativo da continuação do processo de inserção de camadas crescentes da população no mercado de consumo de massas, apesar da recessão. E a expectativa é de que, retomado o crescimento da economia, esse seguro acelere sua expansão, pois se tornou uma prática consolidada nas instituições de crédito e de consumo de bens duráveis.

No acumulado do ano até setembro, a sinistralidade em ramos elementares foi de 50,1% com queda absoluta de 3,2p.p frente ao mesmo período de 2017. No grupo de planos de riscos de coberturas de pessoas, a sinistralidade foi de 25,6%, com queda absoluta 7,1p.p na mesma base de comparação. Em ramos elementares, o índice de despesas de comercialização foi de 21,5% no acumulado do ano até setembro, caindo 1p.p em termos absolutos ante o mesmo período de 2017. Em planos de risco de cobertura de pessoas, tal índice foi de 29,4%, com redução de 0,1p.p em termos absolutos na mesma base de comparação.

No acumulado do ano até setembro de 2018 e no agregado das seguradoras, as despesas administrativas cresceram 3,3% ante igual período de 2017, o resultado financeiro caiu 15,2%, o resultado patrimonial aumentou 32% e o lucro líquido, 19,3%. A rentabilidade em 12 meses do patrimônio líquido agregado foi de 22,6%, superior aos 19,8% do mesmo período do ano anterior. Um excelente resultado.

No total da saúde suplementar (segmentos médico-hospitalar e odontológico), os últimos dados da ANS se referem a junho de 2018. Assim, no 1° semestre de 2018, a receita de contraprestações montou a R$ 96,9 bilhões, 10,3% acima do primeiro semestre de 2017. A sinistralidade caiu ligeiramente, de 82,6% no 1° semestre de 2017 para 81,7% no mesmo período de 2018.

Passadas as eleições, as atenções voltam-se para a política econômica e social que será implementada pelo novo governo. Até o momento, tudo indica que este terá como norte a responsabilidade fiscal e monetária, a retirada de gargalos regulamentares diversos que travam a economia e privatizações de estatais deficitárias. O futuro parece, portanto, promissor, mas grandes serão também os obstáculos políticos. De todo modo, como os números acima demonstram, o mercado segurador está em ótimas condições para aproveitar a retomada econô- mica que se espera à frente.

Mongeral Aegon tem novo diretor de Recursos Humanos e promove executivos

Com mais de 15 anos de experiência em áreas de gestão de pessoal e desenvolvimento de universidades corporativas, Claudio Santos assume a diretoria de Recursos Humanos da Mongeral Aegon.

O executivo, que acumula sólida atuação em empresas como AmBev e Andrade Gutierrez, passa a liderar as superintendências de Gestão de Pessoas e de Educação Corporativa da seguradora, respondendo diretamente à presidência. Claudio é formado em Engenharia Química e tem MBA em Administração pela Cranfield University, da Inglaterra.

Além da chegada de Claudio Santos, a Mongeral Aegon anunciou a criação de novas diretorias. Leonardo Lourenço assume a Diretoria de Serviços de Marketing e Luciano Périco assume a Diretoria de Afinidades e Marketing Direto. Ambos os novos diretores reportam ao diretor de Marketing e Afinidades, Nuno Pedro David.

Luis Henrique Fontes assume a diretoria de Tecnologia, respondendo diretamente ao diretor de Operações da Mongeral Aegon, Luiz Firedheim. Já Nelson Emiliano tornou-se diretor Técnico Atuarial, ligado à diretoria Financeira, que tem Raphael Barreto sob seu comando.

Generali não fará seguro de construção de novas usinas de carvão

Fonte: Bloomberg

O conselho da Assicurazioni Generali aprovou sua primeira estratégia relativa à mudança climática, que promete deixar de subscrever qualquer nova construção de usinas de carvão e deixar de assumir quaisquer novos clientes do setor de carvão. A estratégia tem vigência imediata. A nota técnica publicada nesta sexta-feira pela maior seguradora da Itália dá continuidade ao anúncio feito em fevereiro, em que a companhia se comprometeu a se desfazer de 2 bilhões de euros (US$ 2,3 bilhões) no carvão e a destinar 3,5 bilhões de euros a investimentos ecológicos até 2020. Todos os ativos serão descartados até abril de 2019. A política segue o exemplo de outros gigantes do setor de seguros, como Allianz e AXA, que prometeram abandonar o combustível fóssil mais poluente diante do aumento da pressão política e pública para reduzir as emissões mundiais de carbono. A política surge semanas depois que um relatório das Nações Unidas sobre o clima pediu um investimento anual de US$ 2,4 trilhões em energia limpa até 2035 e a redução do uso de energia a carvão para quase nada até 2050 a fim de evitar danos catastróficos causados pela mudança climática.

VALOR: Justiça livra PGBL e VGBL de imposto sobre herança

O Valor destaca na edição do jornal desta segunda-feira que as companhias que vendem PGBL e VGBL conseguiram, em Sergipe, dois precedentes judiciais para afastar a obrigação de reter e recolher o Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), informa o Valor. As decisões foram concedidas em ações diretas de inconstitucionalidade ajuizadas pela CNSeg, que também entrou com processos semelhantes contra outros Estados que instituíram a cobrança.

“Já usamos o entendimento como precedente para obter o mesmo nos outros Estados”, afirma o advogado Luiz Gustavo Bichara, do Bichara Advogados, que representa a CNSeg. A decisão é importante porque, em planejamento sucessório, é comum famílias incluírem o VGBL na herança. Já o PGBL é habitual entre os que fazem a declaração completa do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). A modalidade permite abater do cálculo do imposto até 12% da renda bruta anual tributável.

Coface registra crescimento de 7,2% no resultado dos sete primeiros meses de 2018

Release

A Coface, seguradora de crédito francesa líder de mercado no Brasil, teve um crescimento de 7,2% de JAN – JUL de 2018, ante o mesmo período do ano passado. “É uma demonstração de que a economia está reaquecendo e que as empresas estão buscando novas alternativas para proteger seus recebíveis”, afirma a CEO da empresa no Brasil, Marcele Lemos. De acordo com a executiva, na Coface, o seguro de crédito doméstico, quando as transações mercantis são feitas entre duas empresas brasileiras, teve um incremento de 6% em relação aos primeiros 7 meses de 2017. “No entanto, enquanto mercado de seguro de crédito para exportação, quando uma empresa brasileira faz negócio com uma companhia estrangeira, teve uma retra& ccedil;ão de 46%, na Coface essa modalidade de seguro teve um incremento de 15% nos sete meses deste ano. Estamos otimistas em relação aos próximos meses, o Brasil tem um grande potencial a ser explorado”, conclui a executiva.

Youse dá descontos de até 20% para Black Friday 2018

A Youse, plataforma de venda de seguros online da Caixa Seguradora, anuncia desconto de até 20% no seguros na Black Friday 2018 para os interessados em contratar os seguros Auto, Residencial e Vida. A Black Friday, ação que oferece valores de produtos e serviços abaixo do preço convencional praticado no mercado, será realizada em 23 de novembro. “Nossa ideia é iniciar novembro com grandes ofertas e promoções, a fim de oferecer nossos seguros com preços mais atrativos e com diversos benefícios para nossos clientes”, diz Thais Barreto, gerente de marketing de performance da Youse.

Além das ofertas e descontos diferenciados, a Youse também oferecerá vouchers de experiências, disponíveis para os novos clientes que contratarem durante a campanha Black Friday. “Além dos descontos, os clientes poderão ter benefícios exclusivos, como experiências gourmet, spa, atividades esportivas entre outras que ele poderá escolher. Esta é apenas a primeira de muitas novidades para quem ousar ser um cliente Youse”, diz Thais.

Travelers comemora três anos sob marca própria

A Travelers Seguros acaba de celebrar três anos de operação sob marca própria no Brasil. “Estes três primeiros anos no Brasil foram guiados pela nossa missão de criar um padrão mais elevado de serviço e estabelecer as bases para um crescimento sustentável no futuro”, diz Leonardo Semenovitch, diretor-presidente da Travelers no Brasil. “Nós nos esforçamos para fornecer recursos valiosos aos nossos corretores e realizar eventos de treinamento para compartilhar ideias e nos ajudar a entender melhor os desafios que eles enfrentam.”

A seguradora celebrou seu aniversário com uma semana de eventos, reconhecendo o comprometimento dos colaboradores junto aos clientes e corretores. “O que faz a diferença na parceria da Marsh com a Travelers é o relacionamento com a equipe comercial. A junção destes aspectos resulta em bons negócios e dá bases para que essa parceria se estenda por muitos anos,” diz Luis Guilherme Menezes, diretor de Linhas Financeiras da Marsh Corretora.

Atualmente, a Travelers conta com cerca de mil corretores ativos no Brasil e mais de 100 funcionários com reconhecida qualificação técnica, distribuídos em oito escritórios e que atuam com quatro linhas de negócios: Riscos de Engenharia, Riscos Patrimoniais, Responsabilidade Civil e Linhas Financeiras. Durante este período no Brasil, a companhia reforçou sua presença no mercado, oferecendo soluções customizadas para negócios de todos os portes.

DPVAT, um seguro social

Valor arrecadado também é destinado para campanhas de educação no trânsito, através do Denatran, e para o pagamento das indenizações às vítimas de acidente

Todos os anos, milhões de brasileiros que possuem veículos automotores pagam o Seguro DPVAT, seguro que ajuda a todos os brasileiros em caso de acidentes de trânsito. Não é necessário ter um veículo para solicitar a indenização, não há apuração de culpa no acidente e motoristas, passageiros e pedestres podem se beneficiar.  Assim funciona o Seguro DPVAT, que além de beneficiar os mais de 208 milhões de brasileiros, também representa uma importante fonte de renda para a União.

Do valor arrecadado anualmente, 45% vai para o Sistema Único de Saúde (SUS). É o montante usado para custear a assistência médica às vítimas. Outros 5% vão para o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para serem investidos em programas de prevenção de acidentes de trânsito. Os 50% restantes são usados no pagamento das indenizações aos acidentados de trânsito,.

Só no último ano, mais de 380 mil indenizações foram pagas nas três coberturas do Seguro DPVAT: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e suplementares (DAMS). Nessa última, foram mais de 58,5 mil pagamentos.

Dar entrada no Seguro DPVAT é gratuito. Basta reunir a documentação necessária de acordo com a cobertura a ser pleiteada (clique aqui para conferir) e levar a um dos oito mil pontos de atendimento espalhados pelo Brasil (encontre aqui o ponto de atendimento mais próximo de você). O prazo para dar entrada no seguro é de até três anos após a data do acidente. No caso da invalidez permanente, o prazo de três anos começa a ser contado a partir da data de ciência da invalidez.

Entenda o Seguro DPVAT

Quem tem direito

O seguro é direito de qualquer pessoa envolvida em acidentes automotivos terrestres que envolvam carros, motos, caminhões, caminhonetes, ônibus e tratores.

As coberturas

O Seguro DPVAT indeniza vítimas e beneficiários em casos de morte, invalidez permanente, total ou parcial, além de fazer o reembolso de despesas médicas e suplementares na rede privada de saúde. Nos casos de morte, a indenização, de R$ 13.500, é paga aos herdeiros legais da vítima. Esse mesmo valor é o teto para pagamentos em casos de invalidez permanente e varia de acordo com a gravidade das sequelas. Já para despesas médicas, o reembolso é de até R$ 2,7 mil.

Como solicitar

Dar entrada no Seguro DPVAT é gratuito e os próprios beneficiários podem solicitar a indenização em um dos mais de 8 mil pontos de atendimento no Brasil. Para cada cobertura pleiteada há uma lista de documentos que devem ser entregues em um desses pontos. Todas as informações estão disponíveis no EstamosAquiParaVoce.com.br

O Seguro DPVAT conta com uma ampla rede de atendimento. Para informações sobre pagamento do Seguro DPVAT e consulta de andamento de processos de indenização, é preciso entrar em contato com a Central de Atendimento, das 8h às 20h, através dos telefones 4020-1596, para Regiões Metropolitanas, e 0800 022 12 04 para outras regiões. No caso de reclamações ou sugestões, o SAC está disponível 24 horas por dia no 0800 022 8189. As pessoas com deficiência auditiva e de fala podem entrar em contato com o 0800 022 12 06.

 

 

 

 

Empreendedores apresentam soluções para IRB e Mongeral Aegon

O IRB Brasil RE e a Mongeral Aegon realizaram na quarta-feira o 3º ciclo do Demo Day, com os alunos do Insurtech Innovation Program, em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC), que investe em profissionais capazes de transformar o mercado de seguro e resseguro por meio do desenvolvimento de novos produtos, processos e serviços, todos fundamentados em tecnologia. Na ocasião, os estudantes puderam demonstrar as soluções desenvolvidas especificamente para os temas subscrição e sinistro. As apresentações foram avaliadas por uma banca composta por professores da universidade, do IRB  e da Mongeral Aegon. Entre os objetivos, está a busca por novas ferramentas para auxiliar o desenvolvimento do mercado.

App da Youse no carro Ford

O Youse App está no SYNC®️ 3 da Ford. Agora você pode acionar assistências do Seguro Auto Youse por comando de voz e de forma touch no infocenter e multimídia do seu Ford. O projeto envolveu dezenas de programadores da Youse Seguros e da Ford Motor Company, sendo a única empresa e marca de seguros no mundo a realizar esta integração. O lançamento ocorre  no dia 8 de novembro, no Salão do Automóvel de São Paulo, no espaço Ford, com um ambiente dedicado a Youse Seguros e a interação desta plataforma.