Generali Brasil anuncia patrocínio ao Museu Nacional de Belas Artes

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A Generali Brasil Seguros, subsidiária do Grupo Generali, firmou acordo de apoio à cultura com a Associação de Amigos do Belas Artes (ABA) a partir de outubro deste ano. Esta parceria faz parte do planejamento do grupo em contribuir no investimento ao Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro.

Fernando Kalache, presidente da ABA, comemora a parceria. “A Associação de Amigos precisa de iniciativas como a da Generali para poder continuar apoiando as ações e missões do Museu Nacional de Belas Artes”, ressaltou.

Ajudar na proteção da arte e da história nesse país é, para nós, algo natural, diz Michelle

O edifício, projetado em 1908 para sediar a Escola Nacional de Belas artes, fica situado no centro histórico do Rio de Janeiro. Passou a integrar o Museu por um Decreto do presidente Getúlio Vargas em 1937. Hoje é a instituição que possui a maior e mais importante coleção de arte brasileira do século XIX, concentrando um acervo de setenta mil itens entre pinturas, desenhos, gravuras, esculturas, objetos, documentos e livros.

Para Mônica Xexeo, diretora do Museu, a iniciativa é um passo fundamental de valorização à cultura. “Estamos seguros de que esta parceria com a Generali permitirá abrir novas perspectivas para a arte, a memória e o patrimônio cultural brasileiro”, afirmou a diretora.

“Estamos felizes de poder patrocinar o Museu. Ajudar na proteção da arte e da história nesse país é, para nós e pelo Grupo Generali inteiro, algo natural e em linha com nossa missão de assegurar os momentos mais bonitos de nossos segurados, corretores e parceiros. Isso é ainda mais importante depois do terrível destino do Museu Natural do Rio”, destacou Michele Cherubini, Diretor de Estratégia e Novos Negócios da Generali Brasil.

Quais os riscos de comprar na black friday?

Três perguntas do blog Sonho Seguro para Marco Mendes, especialista em seguro para riscos cibernéticos da Aon Brasil, sobre a segurança cibernética em comprar na Black Friday.

Quais os riscos de comprar na black friday?

A Black Friday é uma data comercial muito esperada pelo consumidor e pelo varejo brasileiro. Para o consumidor, pois é sua chance de fazer determinadas aquisições numa condição comercial supostamente não encontrada em outra época do ano; já o varejista espera aumentar expressivamente o volume de saídas de seu estoque, ganhando em escalas, mas a verdade é que vendendo qualquer tipo de produto ou serviço Black Friday é uma oportunidade de alavancar as vendas.

Assim como nos EUA, a época é conhecida por conta das promoções e descontos oferecidos durante um curto período de tempo. Nessa época nota-se um aumento expressivo no número de acesso a sites e portais de compra, bem como na quantidade horas que as pessoas acabam ficando conectadas fazendo pesquisas e efetivamente compras em ecommerces.

Esse enorme fluxo de atividades na internet é um prato cheio para os cibercriminosos. O volume de informações disponibilizadas, a maior permanência na web, a necessidade da realização de cadastros online e de fornecer dados bancários em ambientes digitais, a falta de preparo de alguns sites e até mesmo o aspecto psicológico dos consumidores aumentam as oportunidades para os crimes cibernéticos.

Em eventos como a Black Friday, as informações dos consumidores ficam mais facilmente expostas e suscetíveis a crimes cibernéticos. Toda atenção é bem-vinda. Os consumidores devem dar preferências para lojas virtuais que tenham certificações de segurança, redobrar atenção com logins e senhas, evitar acessar equipamentos e redes públicas, além de tomar os cuidados ao abrir ou responder e-mails promocionais. Com a rápida evolução da tecnologia nos últimos anos é necessário ainda: prestar atenção em aplicativos fantasmas que supostamente facilitariam a comunicação entre empresa e consumidor, anúncios promocionais falsos em meio às ferramentas de navegação, plataformas de meios de pagamento frágeis e redes Esses são alguns exemplos de precauções aconselháveis para os consumidores pagarem, e receberem, apenas aquilo que adquiriram na Black Friday 2018. Numa data como essa, a paciência e a precaução são os maiores aliados dos consumidores, já o preparo e a segurança são os maiores aliados dos vendedores.

Como se proteger de eventuais hackers?

Quando se trata de Black Friday é importante que as empresas se unam e se comuniquem, revelem umas às outras as vulnerabilidades encontradas e os desafios superados, comunicação e interação mercadológica é fundamental para o desenvolvimento da resiliência corporativa. O mesmo vale para os consumidores, usar o poder das redes sociais com o propósito de alertar outros consumidores em prol do consumo seguro e consciente!

O risco cibernético deve ser considerado, desde sempre, por todas as áreas e níveis hierárquicos dos colaboradores das empresas, independentemente de seu porte ou área de atuação. O risco deve ser tratado com frequência e prioridade, se pensar em algo especificamente para um período especifico, como a Black Friday, pode não ser tão eficiente e seguro.

O tratamento do risco é multidisciplinar e envolve diversas atuações enfáticas em cima do assunto. No lado de riscos e seguros, o tratamento também é múltiplo e deve-se usar mais de uma apólice para se fazer um tratamento eficaz do risco. As mais importantes apólices são as de Cyber – Riscos Cibernéticos e Crime – Fraude Corporativa.

Essas apólices podem prever diversas situações como:

· Custo de Defesa relacionada à reclamação de terceiros no que tange o vazamento de seus dados – e custos relacionados a resposta ao incidente de violação de privacidade de informações pessoais ou corporativas sob responsabilidade do segurado;
· Restituição da imagem pessoal e corporativa para mitigar os danos à reputação;
· Custos de notificação e monitoramento de uma violação de dados necessária para evitar a disseminação dos dados sensíveis e maior perda pelo uso indevido dos dados vazados;
· Extorsão resultante de uma ameaça de segurança;
· Lucros cessantes que o segurado sofreu em uma interrupção de rede por conta de falha na segurança da rede;
· Perdas financeiras da companhia contratante decorrente de fraudes eletrônicas e os custos de Investigação e apuração dessas fraudes.

O cenário ideal seria um consultor, ou especialista, em riscos cibernéticos fizesse um análise específica da empresa para que assim fosse possível sugerir a melhor cobertura para os negócios daquela companhia.

E se mesmo tomando os cuidados necessários, tiver os dados roubados, há como pedir indenização para o portal que fez a oferta?

A Aon tem um estudo chamado Índice Aon de Maturidade em Riscos. Ele examina práticas e estruturas específicas relacionadas às dez características das empresas. Conforme sua atividade e necessidade, a presença desses fatores, em menor ou maior escala, pode representar um modelo interessante para gestão de riscos. O mesmo pode ser aplicado na questão de riscos cibernéticos.

As características são:

· Compreensão e compromisso do conselho com a gestão de riscos como fator crítico para a tomada de decisões e geração de valor.
· Um executivo de nível sênior que dirija e facilite processos-chave e o desenvolvimento da gestão de riscos.
· Transparência na comunicação de riscos.
· Uma cultura de riscos que estimule engajamento e responsabilização em todos os níveis da organização.
· Identificação de riscos existentes e emergentes através do uso de dados e informações internas e externas.
· Participação de interessados-chave no desenvolvimento da estratégia e determinação da política de gestão de riscos.
· Coleta formal e incorporação de informações sobre riscos operacionais e financeiros na tomada de decisões.
· Integração de percepções de gestão de riscos nos processos de capital humano para estimular desempenho empresarial sustentável.
· Uso de métodos de quantificação sofisticados para entender os riscos e demonstrar o valor adicionado através de gestão de riscos.
· Trabalhar com o foco de evitar e mitigar riscos para gerar valor

SulAmérica debate gestão inteligente da saúde

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A Diretora Técnica e de Relacionamento com Clientes de Saúde e Odonto da companhia, Raquel Giglio, esteve entre os debatedores sobre a sustentabilidade da cadeia de saúde suplementar

A SulAmérica, maior seguradora independente do País, esteve presente no evento Supplementary Health, organizado pela plataforma de encontros corporativos EBDI, no dia 12 de novembro, no Hotel Grand Mercure São Paulo Ibirapuera. A Diretora Técnica e de Relacionamento com Clientes de Saúde e Odonto da companhia, Raquel Giglio, participou do debate “Saúde suplementar: como sustentar os insustentáveis custos?”, sobre os desafios de tornar o setor mais sustentável.

É fundamental que haja um movimento de evolução do modelo atual de saúde suplementar para uma gestão mais assertiva, que torne o sistema eficaz e justo para todos. Vemos soluções no horizonte que podem ser implementadas, por meio da integração entre todos os agentes envolvidos”, explica a executiva. Também participaram da mesa Ana Quadros, Head de Compliance do Hospital das Clínicas, Gláucio de Oliveira Nangino, Superintendente de Assistência ao SUS da Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte, e Renato Velloso Dias Cardoso, CEO do Dr. Consulta.

O Supplementary Health reuniu, nos dias 12 e 13 de novembro, cerca de 50 especialistas do setor para discutir a questão do equilíbrio na saúde suplementar. O evento se baseia em quatro pilares: os impactos do cenário econômico no setor, ética e transparência, sustentabilidade financeira e os novos modelos de negócio.

Receita da Capitalização atinge R$ 15,5 bilhões entre janeiro e setembro

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Entre janeiro e setembro, as empresas de Capitalização registraram uma receita de R$ 15,5 bilhões, montante 2,6% superior ao registrado no mesmo período no ano passado. “O resultado sinaliza uma reação positiva do mercado, ainda que o cenário seja desafiador”, avalia Marcos Coltri, presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap).

No período, foram pagos R$ 807 milhões em sorteios a clientes de todo o país. O valor equivale à entrega de R$ 4,2 milhões em prêmios por dia útil. O setor injetou na economia R$ R$12,9 bilhões, valores relativos a resgates finais e antecipados realizados por clientes. Esse montante foi 5,5% menor, se comparado aos primeiros nove meses do ano passado, indicando um movimento de consumo consciente e também que as pessoas começam a deixar suas economias guardadas por mais tempo, possivelmente porque não estão com tanta necessidade de lançar mão de suas reservas para fazer frente a emergências financeiras. As reservas técnicas, constituídas pelos recursos dos clientes que estão com títulos ativos, somaram R$ 29,3 bilhões, registrando um aumento de 2,2%.

No primeiro semestre, ANS repassou R$ 365 milhões ao SUS

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Dados até o final de junho estão detalhados na última edição do boletim informativo divulgado nesta quinta-feira

No primeiro semestre do ano, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) repassou ao Sistema Único de Saúde (SUS) um total de R$ 365,13 milhões relativos ao ressarcimento. O valor representa mais de 62% do total repassado ao longo do ano inteiro de 2017. Os dados consolidados do período estão na sexta edição do Boletim Informativo do Ressarcimento, divulgado nesta quinta-feira (22/11).

“Os resultados alcançados até junho nos permitem concluir com segurança que teremos, em 2018, um novo recorde de repasse ao SUS. Esses valores crescentes demonstram o acerto das melhorias implementadas no processo de cobrança pela ANS”, avalia o diretor de Desenvolvimento Setorial Rodrigo Aguiar. “Com a divulgação desse boletim, a Agência confere a transparência necessária para que a sociedade compreenda e acompanhe aperfeiçoamento do ressarcimento no setor de saúde suplementar”, acrescenta o diretor.

Desde 2000, ano em que a agência reguladora foi criada e iniciaram as cobranças, a ANS cobrou das operadoras de planos de saúde R$ 3,74 bilhões, que equivalem a cerca de 2,5 milhões de atendimentos realizados no SUS. Desse total, R$ 2,43 bilhões (cerca de 65%) foram pagos pelas operadoras e encaminhados ao Fundo Nacional de Saúde. Do saldo restante, R$ 1,01 bilhão são débitos vencidos e não pagos, dos quais R$ 685,39 milhões já foram inscritos em dívida ativa; e R$ 292,46 milhões estão com a cobrança suspensa por decisão judicial. Nesse período, 2017 foi o ano em que a ANS alcançou o maior valor anual já repassado ao Fundo, totalizando R$ 585,41 milhões. Isso representa um incremento de 85,52% em comparação ao ano de 2016.

A identificação de atendimentos de beneficiários de planos na rede pública é obtida pela ANS após um cruzamento de dados das operadoras e informações registradas no SUS por Autorização de Internação Hospitalar (AIH) e Autorização de Procedimento Ambulatorial (APAC). O resultado do cruzamento é enviado para as operadoras, que podem acatar a cobrança ou contestá-la.

Dívida ativa – O não pagamento do ressarcimento, após regular processo administrativo, resulta na inscrição da operadora em dívida ativa e no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (CADIN), bem como a cobrança judicial. De janeiro a junho de 2018, a ANS encaminhou R$ 48,49 milhões para inscrição em dívida ativa. Desde 2000, o ressarcimento ao SUS já encaminhou para inscrição em Dívida Ativa R$ 685,39 milhões.

Fenacor divulga relação dos finalistas do “Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros”

Cinco finalistas do Valor Econômico no Prêmio Fenacor de Jornalismo 2018! Eu 👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼😘😍, Sergio Tauhata, Felipe Datt, Marcus Lopes e um artigo da executiva da Prudential Aura Rebelo publicado no jornal concorrem em diversas categorias. Vamos torcer!!!!

Segue o pdf da minha matéria para quem se interessar.

Meu muito obrigada às fontes maravilhosas que me deram conteúdo diferenciado para escrever sobre seguros financeiros. https://www.fenacor.org.br/…/conteudo/materias/5689/eyfffdm…

Vejam a lista completa no link da Fenacor.

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A Comissão de Seleção do “Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros 2018” – organizado pela Fenacor, com o apoio da Escola Nacional de Seguros e da CNseg – definiu a lista dos 70 finalistas em sete categorias. Agora, a Comissão de Julgamento elegerá os três vencedores por modalidade.
O grande evento de premiação será realizado no Museu do Amanhã (Rio de Janeiro), no dia 07 de dezembro, a partir das 20 horas.

No total, 21 trabalhos serão agraciados nas seguintes categorias: “Mídia Impressa”, “Televisão”, “Rádio”, “Webjornalismo”, “Mídia Especializada”, “Categoria Especial Corretores de Seguros” e “Fenacor 50 anos”. O primeiro colocado em cada categoria receberá R$ 30 mil; o segundo, R$ 10 mil; e o terceiro, R$ 5 mil.

Em seu terceiro ano, o “Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros” superou as edições anteriores em número de inscrições, com um total de 796 trabalhos inscritos, o que consolida a sua posição de destaque entre as premiações voltadas para o reconhecimento do papel da imprensa na disseminação da importância do seguro para a sociedade brasileira.

No caso da “Categoria Especial Corretores de Seguros”, o primeiro colocado terá direito ainda a uma viagem para a Itália.

Vale destacar ainda a intensa participação de corretores de seguros e de outros profissionais do mercado na categoria “Fenacor 50 anos”, criada exclusivamente para este ano e que integra as comemorações do cinquentenário da Federação.

Black Friday: Zurich dá dicas para compras online mais seguras

A Black Friday está chegando e com ela centenas de milhares de promoções. A data, que se originou nos Estados Unidos, marca o fim do Dia de Ação de Graças e o início dos preparativos para as festas de fim de ano. A proposta é liquidar os produtos das prateleiras e abrir espaço para as novidades do Natal.

A data, marcada pelo alto consumo, tomou o planeta e abriu espaço para diversos riscos àqueles menos preparados na rede. Navegar em sites suspeitos ou clicar em links de origem desconhecida são algumas das ameaças durante a Black Friday. Pensando nisso, o time de segurança da informação da Zurich reuniu aqui algumas dicas para quem quer encher os carrinhos virtuais livre de dores de cabeça e rugas de preocupação.

O site – Mesmo frente ao grande número de ofertas disponíveis na web, é importante que o cliente faça suas compras em sites de confiança e que confira duas vezes se o endereço da loja está escrito de maneira correta. Deve-se certificar que o endereço online começa com “https” e possui o símbolo de um cadeado, que sinaliza que o cliente está compartilhando dados em um site de confiança. Evitar ofertas recebidas através de e-mails desconhecidos e pop-ups também é sempre recomendável – especialmente em épocas como essa. Ao fim da compra, o usuário deve devidamente fazer o logout da loja online e salvar uma cópia do e-mail de confirmação da compra.

Os dados – É essencial manter o antivírus e sistema operacional sempre atualizados. É uma maneira simples de garantir que os dados pessoais do comprador estejam protegidos. Informações, como datas de nascimento e números de documento, podem ser um sinal de alerta. Usar senhas diferentes para cada site também dificulta que alguém invada a conta do cliente.

O banco – O cliente deve ter controle regular de todas as movimentações bancárias de sua conta, para, no caso de encontrar algo suspeito, poder notificar o banco o quanto antes. Evitar a utilização de cartões de débito também é altamente recomendado. Os cartões de crédito são recomendados uma vez que a maioria das empresas operadoras possui proteção contra fraudes.

O computador – Em hipótese alguma se deve utilizar um computador público para a efetuação de qualquer tipo de pagamento. É importante fazer logout de toda e qualquer conta à qual o consumidor possa estar conectado. Para casos em que o comprador está usando seu computador pessoal em uma área pública, é preferível a utilização de conexões privadas para a efetuação de compras e, ainda assim, deve-se ter total atenção que não hajam pessoas tentando bisbilhotar as informações pessoais detalhadas na tela.

Brasilprev ultrapassa a marca de R$ 250 bilhões em ativos

Entre os resultados da Brasilprev durante o terceiro trimestre de 2018, um indicador se destaca, pois alcançou um patamar inédito. Com base nos dados da Federação Nacional de Previdência e Vida (FenaPrevi), a empresa, que é especialista em previdência privada, registrou R$ 250,1 bilhões em ativos sob gestão no período, montante 10% maior que os R$ 227,8 bilhões computados no mês de setembro de 2017 – evolução que mantém a empresa na liderança de mercado, com 30% de market share.

Analisando a divisão dos ativos por modalidade de produto, 81% estão alocados no Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), seguidos de 14% do Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o restante (5%) no Tradicional, produto que já não é mais comercializado pelo mercado.

O diretor de Planejamento e Controle da Brasilprev, Nelson Katz comenta: “Mesmo em um ano desafiador no âmbito político e econômico, a indústria de previdência privada permaneceu evoluindo em ativos sob gestão. Este incremento foi de 8%, segundo os dados de setembro de 2018 da FenaPrevi, e a Brasilprev, por sua vez, manteve a liderança no setor com quase um terço da fatia do mercado. Nesse período, a companhia continuou investindo em conveniência para os clientes com o lançamento do Brasilprev Fácil, isenção das taxas de carregamento para todos os planos PGBL e VGBL, além de reforçar suas ações de consultoria e de educação financeira”.

No âmbito de investimentos, o terceiro trimestre começou ainda muito volátil, coletando resquícios da greve dos caminhoneiros e impactado pelo cenário eleitoral. Com a definição do futuro presidente e, portanto, com um pouco mais de previsibilidade sobre a condução da política econômica, o mercado encontrou um novo patamar de acomodação o que fez o desempenho dos fundos de investimentos voltar à normalidade. “Sem realizar mudanças bruscas nas alocações dos ativos nos momentos de incerteza, a Brasilprev entrega já em outubro de 2018 performance diferenciada nos seus fundos, principalmente nas estratégias de renda fixa com prazo mais longo e de multimercado”, finaliza Nelson.

 

Setor de seguros lança instituto voltado para a diversidade e inclusão

Organização é formada por representantes de seguradoras, prestadores de serviços, escritórios de advocacia e imprensa especializada

Ser um mercado plural. Este é um dos objetivos do Instituto pela Diversidade e Inclusão do Mercado de Seguros – IDIS, que será lançado dia 12 de dezembro, no auditório da Escola Nacional de Seguros. A criação deste Instituto vai ao encontro da necessidade de conscientizar as lideranças sobre a importância de integrar pessoas das mais diferentes origens.

Valéria Schmitke, presidente do IDIS, ressalta que o Instituto utiliza a expressão “Setor de Seguros” porque seu objetivo é envolver todos os agentes do mercado, sejam eles seguradores, resseguradores, provedores de serviços, corretores de seguros, operadores de planos de saúde, educadores, imprensa etc.

“Inicialmente, trabalharemos três pilares: gênero (mulher), LGBT+ e raça/etnia. Consideramos que estas são as áreas mais urgentes às quais devemos nos dedicar”, informa a presidente, acrescentando que no futuro a entidade deve atuar também com os pilares PCDs, gerações e outros”.

O evento de lançamento do IDIS contará com uma palestra da advogada e professora Angelica Carlini, além da participação de representantes de algumas seguradoras que apresentarão cases de inclusão que são aplicados em suas respectivas companhias.

As inscrições podem ser feitas pelo link: https://pt.surveymonkey.com/r/C7SW579

Serviço:
Lançamento IDIS – Instituto pela Diversidade e Inclusão no Setor de Seguros

Dia 12 de Dezembro de 2018

Das 8h30 às 12h00

Auditório da Escola Nacional de Seguros
Rua Augusta, 1600 – Consolação

 

Programação:

8h30 – Abertura: Valeria Schmitke

9h30 – Diversidade, uma longa construção histórica. Palestrante: Angélica Carlini

10h15 – Coffee Break

10h30 – Cases de Sucesso do Mercado Segurador. Pariticpantes: AIG, Ikê        Assistência, Mapfre, MetLife, Tokio Marine, Zurich

Mediação: Prof. Flavia Bianco

11h40 – Encerramento: Ana Paula Santos

 

O credenciamento para o evento pode ser feito pelo link: https://pt.surveymonkey.com/r/C7SW57 

 

Mercado segurador deve crescer 3% em termos reais nos próximos dois anos

O crescimento econômico global permanecerá sólido nos próximos dois anos, embora o impulso de alta tenha atingido o pico. O último sigma do Instituto Swiss Re “Global Economic and Insurance Outlook 2020” afirma que o ainda bom momento da economia irá incentivar o setor de seguros, com prêmios globais acima de 3% anualmente, em termos reais, nos próximos dois anos, um aumento de um ponto percentual em comparação com 2018. A maior parte da demanda será proveniente dos mercados emergentes da Ásia, onde se estima que os prêmios cresçam a uma taxa três vezes superior em comparação à taxa média global, perto de 9%. A inovação no setor de seguros expandirá os limites da segurabilidade e conduzirá ainda mais o crescimento dos prêmios. Ela também ajudará a melhorar a resiliência global, reduzindo, assim, as lacunas de proteção de seguro existentes.

“A economia global vem apresentando um bom desempenho, e o crescimento econômico global permanecerá sólido”, afirma Jérôme Jean Haegeli, economista chefe no Swiss Re. “Contudo, a melhor parte chegou ao fim. O impulso cíclico é positivo, mas esperamos que o PIB real desacelere cerca de 1 a 2 pontos porcentuais na maior parte do mundo nos próximos dois anos.

Isso também leva em consideração os desafios estruturais crescentes para o crescimento, como os pesos mais altos de dívida, as poupanças reduzidas em razão do envelhecimento da sociedade, e a baixa produtividade.”

O Instituto Swiss Re estima que a economia norte-americana crescerá 2,9%, em termos reais, em 2018, 2,2% em 2019 (consenso de 2,6%1) e 1,7% em 2020 (consenso de 1,8%), uma vez que o Federal Reserve se tornará menos apoiador e o estímulo fiscal desaparecerá. Estima-se que o crescimento na zona do euro desacelere para 1,5% e 1,4% em 2019 e 2020, respectivamente, em comparação com o 1,9% anterior. Para o Japão, espera-se um crescimento de 0,6% do PIB para o próximo ano, inferior ao 1,0% em 2018 devido à redução da demanda externa.

Os mercados emergentes, especialmente na Ásia, continuarão a crescer. Espera-se que o crescimento do mercado emergente agregado seja moderado em aproximadamente 4,9% ao ano entre 2019 e 2020, após um ganho de 4,7% este ano. As estimativas têm por base uma antecipação da recuperação econômica nos países que tiveram dificuldades recentemente, incluindo Argentina, Brasil, África do Sul e Turquia. Os mercados emergentes da Ásia continuarão a superar os demais, com a previsão de que as economias chinesa e indiana cresçam mais de 6,0% anualmente nos próximos dois anos.

Riscos de baixa

Os riscos de baixa do crescimento global aumentaram ultimamente. A médio prazo, o nível recorde de baixa de desemprego nos EUA provavelmente implicará ganhos salariais mais altos e risco mais elevado de superaquecimento nos EUA. Isso poderia desestabilizar a trajetória esperada da normalização da política monetária, tendo por base o aumento das taxas de juros de modo mais agressivo do que o esperado por parte do Federal Reserve. A retração excessiva das condições financeiras poderia levar a uma maior volatilidade do mercado e a uma desaceleração da atividade econômica. A longo prazo, o principal risco é o agravamento das tensões comerciais atuais entre os EUA e a China em uma guerra comercial global. O relatório estima que, no pior dos cenários, por exemplo, uma tarifa de 10% sobre todos os bens comercializados a nível global, o PIB global seria reduzido entre 1,5% a 2,5% nos próximos três anos.

O desenvolvimento dos prêmios de seguro será apoiado pelo sólido ambiente de crescimento econômico. O Instituto Swiss Re estima que os prêmios globais de vida e não vida crescerão acima de 3 % anualmente em 2019 e 2020. Os ganhos serão impulsionados pelos mercados emergentes. A riqueza nos mercados emergentes cresceu significativamente e um aumento de 1 ponto porcentual no PIB em 2018 tem um impacto muito mais significativo em termos de volume de prêmios do que teria há uma década atrás. Além disso, muitos mercados progrediram para a área mais inclinada da curva S de seguros e o impacto do crescimento da renda sobre a demanda por seguros é muito maior.

“Como a mudança do poder econômico global do Ocidente para o Oriente prossegue com a mesma força, a China e especialmente os mercados emergentes da Ásia serão as principais fontes de demanda de seguros nos próximos anos”, afirma Haegeli. “Com base nos nossos modelos, estimamos que, em dólares norte-americanos, a taxa de crescimento dos prêmios de seguro nos mercados emergentes da Ásia será três vezes superior à média mundial nos próximos dois anos.” De acordo com os dados do sigma, a parcela dos prêmios globais da China subiu de 0,8% em 2000 para 9,7% em 2017, e estima-se que cresça para 16% até 2028.

Dez anos após a crise financeira global, o mundo encontra-se mais resiliente?

A última publicação do sigma também aborda a questão da resiliência, afirmando que a economia mundial continua mal preparada para uma recessão global. A economia apresenta uma capacidade menor de absorver choques, tendo em vista as tendências inferiores de crescimento, em comparação com 10 anos atrás, pesos maiores da dívida, estruturas de mercado financeiro mais fracas e uma tendência para menor abertura. O Instituto Swiss Re promove um movimento em direção a mais soluções de mercado de capital privado para remediar a situação, com o setor público promovendo os padrões do mercado financeiro sempre que possível (para investimentos sustentáveis e de infraestrutura, por exemplo), instrumentos de débito contingentes para dívidas soberanas, além de reformas estruturais específicas de cada país e menor intervenção do Banco Central.

O seguro é um pilar central de resiliência e, com um ambiente de política mais favorável, as seguradoras poderão melhor expandir sua capacidade de absorção de riscos, bem como as atividades de investimento de longo prazo nos projetos de construção de resiliência, como infraestrutura. De acordo com os últimos dados das diferentes fontes, este sigma estima que o setor global de (res) seguro tenha, sob gestão, uma totalidade de ativos na ordem de US$ 30 trilhões – praticamente três vezes o tamanho da economia da China. Essa grande base de ativos deve ser mobilizada por completo como um absorvedor de riscos. Além disso, o relatório estima recentemente que a lacuna de proteção à propriedade e mortalidade se encontra atualmente em US$ 500 bilhões em termos equivalentes ao prêmio. A lacuna representa a vulnerabilidade ainda elevada em relação a eventos adversos para muitas famílias e negócios no mundo todo e a grande oportunidade para seguradoras contribuírem ainda mais para aumentar a resiliência.

A inovação no setor de seguros reduzirá as lacunas de proteção. As inovações de produtos, como o seguro paramétrico, por exemplo, estão ampliando o escopo da segurabilidade para riscos referentes a catástrofes naturais que anteriormente eram difíceis de segurar. A tecnologia dará apoio à inovação. Por exemplo, as empresas estão buscando garantias para exposições anteriormente não seguráveis, como perda de rendimentos e de fluxos de caixa devido à interrupção dos negócios, recall de produtos, cyber e riscos de preço referentes ao clima e à energia. A evolução das estruturas de indenização de acionador duplo, e os avanços dos dados e de modelagem permitem que as seguradoras desenvolvam cada vez mais coberturas inovadoras para tais exposições.