Falha na governança nacional é apontado como risco para investir no Brasil

Estudo conduzido pelo World Economic Forum, em parceria com a Zurich e a Marsh & McLennan Companies, mostra que falha na governança preocupa empresários na região

Fazer negócios na América Latina e no Caribe pode ser perceptivelmente mais arriscado do que em países da Europa ou dos Estados Unidos. O receio do fracasso de um governo federal instável em um momento de polaridade política mundial está no topo da lista de preocupações daqueles que se interessam em fazer negócios na região.

Pelo menos é o que aponta, pelo segundo ano consecutivo, o Regional Risk for Doing Business Report 2018 (Relatório Regional de Riscos para Fazer Negócios, em livre tradução), estudo conduzido pelo World Economic Forum, em parceria com a seguradora Zurich e a Marsh & McLennan Companies.

Enquanto cinco países da região, Bolívia, Brasil, Equador, Guatemala e Panamá, elegeram um possível fracasso do governo como o principal risco para o mercado, países como Honduras e México escolheram a intensa instabilidade social como a principal ameaça para a realização de novos negócios. O item, que em 2017 foi eleito a terceira maior preocupação dos latino-americanos, em 2018 subiu um degrau e chegou ao segundo lugar do ranking.

A Venezuela, que enfrenta uma situação econômica e política crítica sem precedentes, priorizou no estudo a inflação e a crise governamental, além do colapso de alimentos, o fracasso do estado democrático e a instabilidade social vivida no último ano. A situação política venezuelana gerou uma grande onda migratória em 2018 para países vizinhos, como Brasil, Colômbia, Peru e Equador.

Colômbia e Chile escolheram a migração voluntária em larga escala, respectivamente, como primeiro e segundo lugar na lista de riscos – um dado que pode ajudar a entender a razão pela qual Colômbia e Venezuela foram os únicos países entrevistados que citaram conflitos internacionais entre os dez principais perigos da região.

Economia foi outro fator importante citado no relatório latino-americano, com temas como desemprego e subempregos e uma possível crise fiscal no terceiro e quarto lugar da pesquisa. Nos últimos três anos, a região enfrentou crescimento de 8,4% no número de desempregados, que atualmente atingem a marca de 26 milhões de pessoas, de acordo com a Organização Mundial do Trabalho. A crescente inflação foi destaque em países como Haiti e Argentina – cuja moeda enfrenta forte desvalorização em relação ao dólar americano (50%).

Para a CEO da Zurich na América Latina, Claudia Dill, a região conta com mercados em desenvolvimento e em diferentes estágios de maturidade. Porém, a executiva acredita que a América Latina mostra um nível suficiente de estrutura macroeconômica e social para continuar atraindo investimentos com uma visão de longo prazo. “A maioria dos países da região tem demonstrado progresso nos últimos anos em termos de maturidade e desenvolvimento da sociedade. O Brasil e a Argentina são exemplos disso, onde os recentes casos de corrupção estão sendo finalmente levados a julgamento e o Judiciário está desempenhando um papel ativo. Temos confiança de que a região mostra condições para atrair investimentos em iniciativas de capacitação e crescimento”, afirma.

Segundo Ricardo Brockmann, CEO da Marsh na América Latina e Caribe, embora a preocupação das lideranças empresariais com a falha na governança nacional tenha ficado evidente na América Latina e outras regiões, o progresso em curso em muitos países latino-americanos traz uma perspectiva de atratividade para os investimentos das organizações, principalmente multinacionais. “Em uma era na qual as incertezas crescem a uma grande velocidade, será cada vez mais relevante para as empresas ter soluções eficazes de gestão dos riscos que contribuam para o sucesso dos seus negócios”, ressalta.

Brasil – Pelo segundo ano consecutivo, falha na governança nacional persiste e preocupa líderes empresariais no Brasil, além de falha de governança regional/global, catástrofes naturais, propagação de doenças infecciosas e ataques terroristas.

“Esta edição do relatório traz uma percepção geral de riscos relacionados às falhas na governança nacional em praticamente todas as partes do mundo, principalmente em economias emergentes e também no Brasil. Essa percepção altera a dinâmica de gestão de risco das empresas e faz com que invistam cada vez mais em resiliência e em modelos de previsão de riscos”, analisa Eugenio Paschoal, CEO da Marsh Brasil e Chairman da Marsh & McLennan Companies no Brasil.

“Embora o crescimento econômico e o desenvolvimento tecnológico criem novas oportunidades para empresas e países, os riscos e preocupações levantam questões sobre como gerenciar o negócio em momentos de incerteza, como o vivido pelo Brasil nos últimos anos. O acesso à informação é o principal aliado das companhias para que elas busquem as melhores formas de se precaver contra as ameaças e este estudo é um grande direcionador para executivos”, afirma Edson Franco, CEO da Zurich no Brasil.

Em nível global, destacam-se os grandes ataques cibernéticos como a principal preocupação dos executivos nas economias avançadas. Em todo o mundo, as empresas estão preocupadas com os crescentes atritos geopolíticos que já resultaram no aumento das tarifas e sanções e poderiam alimentar ainda mais a crescente ameaça de expropriação ou violência política.

O relatório é complementar ao Global Risks Report, também conduzido pelo World Economic Forum juntamente com a Zurich e a Marsh & McLennan Companies, que aponta os principais riscos de investimentos a nível global. Para chegar aos resultados, foram ouvidos 12,5 mil executivos do setor privado de 140 países. Além da América Latina e Caribe, foram inclusos na pesquisa países da Europa, Eurásia, Oriente Médio e Norte da África, África subsaariana, Sul da Ásia, Leste Asiático e países do Pacífico e América do Norte.

Mercado segurador pode crescer 8,4% num cenário positivo em 2019, segundo CNseg

2019 vai ser um ano desafiador, mesmo com as previsões otimistas. Num cenário otimista, o avanço do setor chega a 8,4% e num pessimista a 6,3% (sem considerar o seguro DPVAT). “Seja qual for a política que o novo governo implementar, todos os segmentos de seguros serão contemplados, pois o setor faz parte da resiliência das economias em qualquer país do mundo, seja para apoiar a saúde da população, administrar a renda para a aposentadoria, bem como mitigar riscos dos projetos de infraestrutura tão necessários para o crescimento do Brasil”, enfatizou Marcio Coriolano, presidente da CNseg, durante a coletiva de imprensa realizada na sede da confederação das seguradoras no Rio de Janeiro.

A expectativa de faturamento do setor para 2018 é de R$ 442,1 bilhões, crescimento nominal de 3,1% em relação ao ano anterior. Em termos reais o setor não cresceu neste ano, mas a estabilidade nominal é comemorada pelos associados da confederação ao ser considerado o período de crise vivenciado pelo Brasil nos últimos anos. Segundo ele, não dá para olhar mais o setor pela média, pois alguns nichos são mais beneficiados, ou prejudicados, que outros diante das mudanças na economia. “Seguro de carro, por exemplo. Se a venda de veículos cai, o seguro acompanha. Se o governo suspende investimentos em infraestrutura, o seguro de grandes riscos sofre com tal política”, explica.

A variação do cenário positivo e negativo se dá pelas previsões dos analistas financeiros dos indicadores macroeconômicos, principalmente do relatório Focus, divulgado pelo Banco Central às segundas-feiras. “Em cima dessas projeções, tem questões mais afetas aos diversos segmentos do setor, como vendas de carros pela Anfavea até a área plantada sinalizada pelo Ministério da Agricultura”, explicaram os executivos presentes no evento.

O segmento de auto, por exemplo, passa de 6,8% no cenário otimista de 2018 para 8,9% em 2019. Em rural, 2018 teve um desempenho excepcional em 2018, com projeção de encerrar o ano em 15,9%. Já em 2019, a expectativa com subsídio rural é menor e a projeção otimista chega a 9,1% e a pessimista 5,4% para o próximo ano. “O crescimento do PIB, do emprego e da renda são itens essenciais para mover o mercado segurador, bem como a conquista de novos consumidores com produtos inovadores que estão sendo desenhados pelas companhias do setor que buscam miminizar a lacuna de proteção que as estatísticas mundiais nos mostram”, citou Coriolano.

Apesar de o Brasil ser a oitava economia do mundo, é o 12o colocado no ranking de seguros e 45o em arrecadação per capita em seguros. “Isso mostra o tamanho do potencial do setor em avançar para garantir que os projetos da sociedade se concretizem mesmo diante de imprevistos”, ressaltou. “Já se avançou muito, mas a necessidade de proteção da sociedade é ainda imensa”, afirma o executivo, mostrando dados como apenas 30% da frota de veículo nacional ter seguro, 14% das residências com proteção securitária e 24% da população coberta por plano de saúde privado. Em previdência, o potencial é ainda maior. Apenas 9% da população em idade ativa ou 13% da economicamente ativa possui planos de previdência privada. Outros nichos potenciais são de seguro para pequenas e médias empresas, de seguro que envolvam o agribusiness e planos odontológicos.

Coriolano ressaltou que as estrangeiras aumentaram suas apostas no setor segurador. Enquanto as seguradoras ligadas a bancos registraram aumento da participação de 2008 para 2018 de 86% para 89% em cobertura de pessoas, as estrangeiras avançaram em ramos elementares, passando de 46% para 48% considerando as seguradoras ligadas a bancos e de 29% para 36,7% no nicho de sociedades vinculadas a instituições estrangeiras. “Isso foi fruto da aquisição de carteiras de grandes riscos de bancos, como da Bradesco pela Swiss Re, ou da Itaú pela Chubb”, citou.

Regulação – Alexandre Leal, diretor técnico da CNseg, destaca a agenda regulatória em 2018, como a autorização para venda de seguros por meios remotos, a instalação da comissão de inovação e insurtech e a reforma do arcabouço regulatório do segmento de títulos de capitalização. “Também foram promulgadas normas para a revisão do sistema de controles internos, governança e auditoria interna”, comentou. “Para o consumidor final foi muito importante essa revisão. É um olhar muito atento da Susep na governança.”.

Em saúde, a regulação também foi enfatizada em 2018. “A agenda da ANS ficou mais presente na sociedade e trouxe muitos avanços para o setor, como a discussão da nova metodologia de reajuste. “O modelo foi testado pela Agência e visa recompor custos trazendo eficiência para todos. Tem de estar bem ajustado para cobrir todas as despesas e assim garantir a sustentabilidade do sistema”, destacou Solange Beatriz, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar. Outra pauta importante da saúde estão os produtos de co-participação e franquia, ainda em discussão. Segundo Solange, a regulação prudencial avançou muito e traz maios segurança para todos.

“O setor ficou praticamente ileso da crise, sem qualquer necessidade de intervenção, o que mostra a boa solvência”, destacou o presidente da CNseg. “É um setor muito regulado e isso se mostrou positivo diante da crise onde vimos várias empresas de outros setores em dificuldades financeiras”. São 118 seguradoras, 137 resseguradoras, mais de 1 mil de saúde, 90 mil corretores de seguros, 150 mil empregos gerados diretamente e 2,2 mil profissionais peritos, avaliadores de seguros e auditores atuariais.

Para 2019, a expectativa está em regulamentar o seguro garantia para obras, com até 30% do valor garantido por seguros, e a lei geral de proteção de dados, que deve trazer impactos significativos para todo o setor que movimenta uma quantidade enorme de dados de clientes, principalmente na área de saúde. “A agenda de garantia é positiva para o país pois o seguro dá prosseguimento a obra, mesmo se alguma das empresas envolvidas entrar em falência”, disse Miriam Mara Miranda, diretora de relações institucionais da CNseg.

Outra pauta é com as associações e cooperativas. Neste ano, o PLP 519/2018 foi divulgado e está no Congresso Nacional. Ele visa enquadrar as cooperativas e associações, até agora consideradas irregulares por vender produtos como seguros sem ser seguradoras, sejam regulamentadas. “Elas atuam de forma irregular, com inúmeras delas sendo investigadas pelo Ministério Público”, destacou Luiz Tavares, diretor e consultor jurídico da CNseg.

Quanto a possível fusão da Susep com a Previc, Coriolano citou que o setor entende a necessidade de contenção de custos perseguida pelo governo. “Mas é preciso analisar muito cautelosamente, pois as entidades envolvem setores diversos e é importante avaliar a efetividade do modelo que for adotado. A Previc representa somente as entidades de previdência fechada. Já a Susep cuida de vários segmentos, para que a fusão não percad a capacidade analítica dos setores”, disse.

Futuro – A CNesg resumiu um documento que foi produzido para os presidenciáveis, mas que agora tem como alvo a equipe do governo de Jair Bolsonaro. Como sugestão, a entidade cita a necessidade de políticas macro e microeconômicas priorizarem os produtos que o setor privado pode apoiar o Estado, como saúde, previdência e financeiros, por exemplo. Também foi enfatizada a ampliação do acesso dos consumidores por meio de novos produtos e canais de distribuição, soluções para os desafios da longevidade e a manutenção das garantias contratuais. “Tais medidas ajudam o setor, mas o que realmente determinará o bom desempenho do mercado segurador é o crescimento do PIB, do emprego e da renda”, finalizou Coriolano.

Zurich conquista novo patamar em políticas de diversidade e igualdade

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Seguradora subiu um nível na certificação EDGE; ações desenvolvidas serão destaque em apresentação no lançamento do IDIS – Instituto pela Diversidade e Inclusão no Mercado de Seguros

A igualdade e diversidade no ambiente de trabalho acontecem quando todos os funcionários de uma empresa podem aproveitar das mesmas recompensas, recursos e oportunidades independente do seu gênero, etnia e orientação sexual. A Zurich, seguradora global com mais de 80 anos de atuação no mercado brasileiro, entende isso e, vem desenvolvendo ações e programas, por meio de grupos dentro da companhia, mais inclusivas.

E a seguradora, mais uma vez, ganhou um reconhecimento por suas iniciativas: subiu de categoria na certificação empresarial EDGE (Economic Dividend for Gender Equality), voltada à equidade de gêneros. Com metodologia própria, é responsável pela mensuração do equilíbrio entre homens e mulheres do que diz respeito a oportunidades, salários, políticas de inclusão, assim como as suas práticas na rotina diária cultural das empresas.

A Zurich, que já detinha a certificação desde 2016, saiu do primeiro nível EDGE ASSESS e atingiu em 2018 o segundo de três patamares, EDGE MOVE. Isso significa que a companhia não somente já adotou medidas para uma mudança estrutural no sentido de um ambiente mais igualitário, como também já está colhendo bons frutos dessas mudanças, com altos níveis de engajamento de funcionários de ambos os sexos em suas políticas de equilíbrio de gênero. Somente duas empresas brasileiras possuem a patente EDGE MOVE, sendo a Zurich a única seguradora.

“Um trabalho exercido com excelência não escolhe gênero e, por isso, a Zurich faz questão de estar na vanguarda em tudo que diz respeito à igualdade entre nossos profissionais homens e mulheres. Foram dois anos de muito trabalho desde a última certificação, então para nós, é um motivo de muito orgulho atingir esse patamar. No entanto, ainda há muito que fazer pela frente e a Zurich do Brasil está só começando. Nosso objetivo é ser LEAD, o último patamar do EDGE”, comenta Edson Franco, CEO da Zurich no Brasil”.

Case no IDIS – Atualmente, a Zurich Brasil desenvolve três programas dentro das políticas de diversidade e inclusão, sendo dois globais e um local: o WIN – Women’s Innovation Networ, grupo de interesse com governança global, que promove a igualdade de oportunidades de carreira para mulheres e homens; @Pride, grupo com ações voltadas ao respeito aos Direitos Humanos de cada indivíduo e à consolidação de uma cultura de inclusão e pertencimento com base na orientação sexual; e o DEZ – Diversidade Étnica na Zurich, que promove a conscientização, inclusão, retenção e desenvolvimento de profissionais de diferentes etnias.

Estes programas integram o case que será apresentado pelo CEO Edson Franco no lançamento do IDIS – Instituto pela Diversidade e Inclusão do Mercado de Seguros, que é patrocinado pela Zurich. O evento acontecerá no dia 12 de dezembro, em São Paulo, e contará com palestras e cases de seguradoras.

O IDIS está sendo criado com objetivo de conscientizar as lideranças sobre a importância de ampliar a diversidade de perfis de profissionais no mercado segurador. O Instituto tem como presidente Valéria Schmitke, Diretora Regional de Legal & Compliance da Zurich para a América Latina.

“Estamos envolvendo todos os agentes do mercado, sejam eles seguradores, resseguradores, provedores de serviços, corretores de seguros, operadores de planos de saúde, educadores, imprensa. Inicialmente, trabalharemos três pilares: gênero, LGBT+ e raça/etnia. Consideramos que estas são as áreas mais urgentes e, no futuro, devemos atuar também com os pilares PCDs, gerações e outros”, afirma Valéria.

Serviço

Lançamento do IDIS – Instituto pela Diversidade e Inclusão do Mercado de Seguros

Data: 12 de dezembro, das 8h30 às12h

Local: Escola Nacional de Seguros – Rua Augusta, 1600, Consolação, SP

Liberty Seguros realiza 1º Summit Mulheres Seguras para corretoras

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Evento realizado pela seguradora contou com workshops e um bate-papo com profissionais de sucesso do setor

A Liberty Seguros realizou na última quarta-feira, dia 5, em São Paulo, o primeiro Summit Mulheres Seguras para corretoras de seguros da região. O evento aconteceu na Casa Webforce e reuniu mais de 110 convidados, dentre eles, corretoras, empreendedoras, e parceiros da companhia.

O encontro faz parte das iniciativas do programa Mulheres Seguras, que tem como objetivo apoiar, promover e discutir o empreendedorismo feminino. Para isso, trouxe profissionais de sucesso do setor como Simone Martins, corretora e vice-presidente do SINCOR (Sindicato de Empresários e Profissionais de Corretagem e da Distribuição de Seguros de São Paulo) e Boris Ber, presidente do SINCOR.

Durante as apresentações, ambos contaram suas histórias de sucesso e suas experiências no setor de seguros ao longo dos anos. O summit também contou com os workshops de “Negociação para Mulheres” e “Voz e Impacto”, conduzidos pelo Impulso Beta, consultoria especializada na inteligência de gênero nos negócios. Além disso, Jandira Barbosa, da corretora DUXCON; Maria Cristina Caldeira, sócia da Unioncorp; Delane Giannetti, superintendente de Recursos Humanos da Liberty Seguros e Renata Santos, gerente de informações gerenciais da Liberty Seguros, compartilharam suas experiências sobre liderança feminina em um painel de negócios mediado por Francisco Alvarez, diretor regional da Liberty Seguros.

O Summit é o evento de encerramento das atividades deste ano do Mulheres Seguras. Ao longo de 2018, foram mais de 5 workshops e encontros ao redor do Brasil com a presença de mais de 440 corretoras.

Para mais informações sobre a iniciativa, acesse: http://mulheresseguras.com.br/

Seguradora Líder lança aplicativo gratuito do Seguro DPVAT

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Beneficiários e vítimas de acidentes de trânsito poderão dar entrada nos pedidos de indenização diretamente pelo smartphone

A Seguradora Líder lança nesta segunda-feira, dia 10/12, um aplicativo para smartphones para ampliar o acesso de toda a população ao Seguro DPVAT. Por meio da plataforma, disponível gratuitamente para Android e IOS, as vítimas de acidentes de trânsito ou beneficiários poderão dar entrada no pedido de indenização por morte, invalidez permanente ou reembolso de despesas médicas, diretamente à Seguradora Líder. O objetivo é aproximar cada vez mais a população do Seguro DPVAT, agilizando, ainda mais, o processo de pagamento das indenizações.

As seguradoras consorciadas e os corretores parceiros, com pontos de atendimento oficiais para o Seguro DPVAT, também poderão enviar os pedidos recebidos via aplicativo. Com isso, a Seguradora Líder espera que, já nos primeiros meses pós lançamento, cerca de 20% das solicitações de indenização sejam realizadas por meio da plataforma digital.

O aplicativo está disponível para download na Apple Store e no Google Play, com o nome “Seguro DPVAT”. Ao fazer o download, o usuário precisará escolher o seu perfil – entre “Sou vítima ou beneficiário ou responsável legal” e “Sou corretor parceiro ou representante de Seguradora Consorciada” – e, depois, realizar um cadastro no primeiro acesso, utilizando dados da conta do Facebook, Google ou com cadastramento direto na plataforma. Para dar entrada nas indenizações, é necessário fotografar, com a câmera do celular, toda a documentação necessária de acordo com a cobertura pleiteada e enviar. No aplicativo, também será possível acompanhar o andamento do processo. Os usuários receberão notificações sobre a existência de documentos pendentes e sobre a liberação do pagamento da indenização.

A plataforma integra as iniciativas adotadas pela Seguradora Líder para facilitar o acesso ao Seguro DPVAT. Desde o ano passado, a empresa vem investindo na modernização de sistemas, com uso de tecnologias de ponta para análise de bancos de dados, integradas a sistemas de inteligência artificial; no reforço de equipes de TI; e no aperfeiçoamento de sistemas de acompanhamento processual.

O acesso ao Seguro DPVAT é gratuito. Em todas as coberturas previstas no Seguro, alguns documentos básicos são obrigatórios como RG, comprovante de residência e o boletim de ocorrência do acidente. Para cada uma das coberturas, há a indicação de documentos específicos, como laudos e comprovantes de despesas médicas. A lista completa com os endereços dos postos autorizados e documentos necessários está disponível no site http://www.seguradoralider.com.br.

Para informações sobre o pagamento do Seguro DPVAT e consulta de andamento de processos de indenização, o beneficiário pode entrar em contato com a Central de Atendimento, das 8h às 20h, de segunda a sexta-feira, através do 4020-1596 (Regiões Metropolitanas) ou 0800 022 12 04 (outras regiões); para reclamações e sugestões, o contato é o SAC: 0800 022 8189, disponível 24 horas por dia.

O DPVAT é um seguro obrigatório de caráter social que protege os mais de 208 milhões de brasileiros em casos de acidentes de trânsito. Ele pode ser destinado a qualquer cidadão acidentado em território nacional, seja motorista, passageiro ou pedestre, e oferece três tipos de coberturas: morte (R$ 13.500), invalidez permanente (até R$ 13.500) e reembolso de despesas médicas e hospitalares da rede privada de saúde (até R$ 2.700). A proteção é assegurada por um período de até 3 anos a partir da data do acidente.

SulAmérica conquista clientes e corretores com jornada digital

A SulAmérica, que completou 123 anos no último dia 6, reuniu jornalistas na sede da companhia. Numa apresentação inovadora, totalmente digital, sinalizou otimismo com 2019, principalmente por uma retomada da economia, boas perspectivas com o impacto positivo sobre a reforma da previdência e, sobretudo, com a estimativa de melhora da renda das classes ABC. “O mundo está mudando tão rápido que no ano que vem acho que esse encontro será cada um no seu local de trabalho e a SulAmérica vai pedir a comida pelo Ifood e faremos uma teleconferência”, brincou o CEO Gabriel Portella. “Na verdade, espero realmente que estejamos todos juntos, ao vivo, novamente”.

A inovação foi um tema em destaque no encontro, bem como um cenário do setor para 2019 com a queda da taxa de juros e mudança do hábito do consumidor, como o compartilhamento de carros. Para 2019, a projeção da SulAmérica é que a inflação e a taxa Selic mantenham-se em um baixo patamar. Isso propiciaria a expansão do PIB e a recuperação dos investidores e dos consumidores. “Mas essa projeção depende do novo governo conseguir aprovar as reformas estruturais necessárias para a volta dos superávits primários, como a da Previdência”, disse.

Em 2018, a inovação ajudou a melhorar o lucro. Em novembro, a seguradora divulgou que registrou um lucro líquido de R$ 234,6 milhões no terceiro trimestre deste ano, uma alta de 55% na comparação com o mesmo período do ano anterior. A margem bruta da empresa aumentou 41% em um ano, para R$ 478,6 milhões no terceiro trimestre deste ano. O índice combinado – que mede a eficiência operacional da seguradora e, quanto menor, melhor – foi de 95,9%, 3,1 pontos menor frente ao terceiro trimestre do ano passado.

O foco dos investimentos em inovação está em aumentar a capilaridade e a prestação de serviços para os corretores de seguros. “Todas as linhas serão contempladas com mais investimentos em tecnologia”, garantiu. O aplicativo SulAmérica Saúde, no ar há seis anos, registrou mais de 2 milhões de usuários em 2018. A inteligência cognitiva no relacionamento com o cliente já superou a marca de 1,1 milhão de atendimentos, com 90% de redução no tempo de espera das solicitações.

O grupo optou por ter um celeiro de inovação dentro de casa para testar as ideias e dai aplicá-las. Entre os cases de sucesso, o diretor de Tecnologia e Atendimento da SulAmérica, Cristiano Barbieri, cita o “médico em casa” e o “reembolso digital”. Pelo aplicativo da SulAmérica, o usuário consegue agendar o melhor horário e acompanhar o status da chegada do médico. “O serviço ultrapassou 2,7 mil atendimentos desde dezembro de 2017 até agora e está disponível em 13 cidades. E o melhor: com índice de satisfação de 90%”, acrescentou Marco Antunes, vice-presidente de Operações e Tecnologia.

Maurício Lopes, vice-presidente de Saúde, conta que a inovação tem um papel fundamental na constante melhoria para o cliente da maior carteira do grupo. “Cerca de 90 mil beneficiários já participam de um modelo inovador de cuidado coordenado, que prevê gestão integrada de saúde e engajamento do paciente”, citou. Cerca de 90 mil segurados e 850 médicos já participam deste novo modelo, que tem como proposta inserir o beneficiário no centro de uma rede de cuidados. Além da atenção primária, a seguradora passa a acompanhar os pacientes atendidos no serviço de Orientação Médica Telefônica, disponível 24 por dia, até o desfecho clínico. “Já registramos uma menor frequência de idas ao pronto-socorro, de 21%, pela população idosa acompanhada, em relação a outros segurados da mesma faixa etária. O cuidado preventivo sinaliza redução de 20% no período nas internações e de 32% nos custos”, contou.

Automóvel tem uma agenda digital importante, principalmente para atrair proprietários de veículos com mais de 5 anos de uso, informou Eduardo Dal Ri, vice-presidente de Automóveis e Massificados. Facilidades para veículos novos, líder de vendas, também estão no forno. “Segundo dados da Anfavea, as vendas de veículos novos devem crescer aproximadamente 15% neste ano e no mesmo patamar em 2019. Isso significa uma nova frota segurada”. Em 2018, o grupo lançou o Auto.Vc, aplicativo de telemetria para identificar hábitos de direção e assim cobrar um preço mais justo de cada perfil de motorista. Também colocou no ar uma plataforma 100% digital para corretores cotarem o preço do seguro de carro.

Previdência – De acordo com o vice-presidente de vida, previdência e investimentos da SulAmérica, Marcelo Mello, as expectativas da companhia para 2019 são positivas. “No próximo ano, o cenário macroeconômico trará a pauta da reforma da Previdência de volta. Também apostamos no crescimento de renda, como disse nosso presidente”, comenta o executivo. Até 31 de outubro, a SulAmérica Investimentos alcançou a marca de R$ 39 bilhões de ativos sob gestão.

Mello acredita que os tradicionais produtos terão versões modernas, estimuladas pela queda da taxa de juros, momento em que os investidores passam a olhar com mais interesse para produtos diferenciados, com investimento mais sofisticados do que a renda fixa pura. “O consumidor tem consciência de que a renda fixa não é mais suficiente para complementar a renda futura e busca novas alternativas já disponíveis no leque de opções disponibilizadas pela companhia”, afirmou.

Segundo ele, enquanto várias empresas de previdência registraram captação liquida negativa, a seguradora avançou a passos significativos por diversas razões, sendo uma delas a massificação trazida pelas plataformas de investimentos digitais. “O tema previdência está em alta e isso fez com que corretoras de valores e gestores de recursos ingressassem neste segmento, o que nos beneficiou muito companhias indepentes como a SulAmérica”, afirmou.

De olho nos investidores que aceitam maior grau de risco, a SulAmérica lançou o Apollo F1 Multimarcado Crédito Privado, que adota como estratégia a alocação de recursos em até 100% em títulos públicos federais, ativos de crédito privado, ações e até 20% em investimentos no exterior. A movimentação inicial é de R$ 5 mil, com taxa de performance de 20% do que exceder a 100% da variação do CDI e taxa de administração de 2% ao ano.

Join, uma insurtech voltada para o segmento de afinidades

O empreendedor Caio Timbo, um dos sócios da corretora de seguros LTseg, respira seguros e inovação. Sempre motivado a melhorar a conexão entre cliente e seguradora, ele vive criando novidades. A mais recente é a Join, uma insuretech desenvolvida para atuar no segmento de afinidades, ou seja, explorar a base de clientes de um grande banco de dados, seja de varejista ou instituição financeira, com ofertas assertivas. Veja abaixo a entrevista concedida ao blog Sonho Seguro, durante a participação da Join no Startup Village no 1o. Insurance Day promovido pela StartSe, considerado o maior ecossistema de inovação, no dia 5 de dezembro, em São Paulo.

Qual o propósito da insurtech?

A Join foi desenvolvida para atuar num nicho específico do mercado de seguros em virtude de uma deficiência do atual processo. A ideia consiste na prestação de serviço para otimizar o fluxo de informações na contratação de seguros de afinidades, aliando solução de meios de pagamento, tornando todo o processo mais simples, direto, ágil e transparente para todas as partes envolvidas através de dash board totalmente customizável on line.

Qual o investimento já feito?

Prefiro não abrir esta informação em virtude de estarmos abertos para investimento.

Já tem investidores no negócio?

Não, a Join foi criada e desenvolvida com capital próprio dos sócios, e atualmente está aberta apenas para investidores estratégicos, ou seja, aqueles que possam, com sua entrada abrir novas oportunidades à start up.

Como ela agrega valor as operações de afinidades?

A estrutura da cadeia de Operações de Afinidades atualmente possui gaps que dificultam os processos de controle e ganho financeiro entre B2B e falhas no atendimento B2C. Atualmente a operacionalização destes seguros compreende diversas etapas manuais com diversas exposições a erros. Entre os benefícios que a Join se propõe a agregar, destaco a eficácia e transparência total no fluxo de informações das operações para os players (seguradora, rede varejista e corretora); apresentação da performance da operação em tempo real através do dashboard; e a gestão financeira com rapidez e eficácia.

E quanto ao corretor?

O corretor é parceiro estratégico da Join e continuará sendo o grande fomentador do negócio. A Join, como prestadora de serviço, une todos os elos do processo, e entende que o corretor, com esta nova plataforma poderá ter uma alavanca de negociação com seus clientes para implantação de novos ou melhoria dos programas de afinidades já existentes.

O sistema está pronto para agregar novos produtos?

Sim, já criamos a facilidade para criação, implantação e operacionalização de novos produtos dentro da plataforma para adequação às necessidades da operação sem a necessidade de investimentos adicionais e em tempo reduzido. A plataforma foi desenvolvida para operações de todo tamanho – capilaridade na venda de operações de afinidades para varejistas de pequeno, médio e grande porte, com solução tecnológica modular que viabiliza a utilização da plataforma que interessa ao player. Também tem flexibilidade para mudanças de funcionalidades.

E o custo?

A Join foi pensada para trazer benefícios para todos os players envolvidos na operação, neste contexto o seu modelo de negócio funciona pelo modelo pay per use, ou seja, paga-se pelo uso, que é na verdade um percentual dos seguros transacionados pela plataforma. Este percentual foi identificado através de um estudo que demonstrou que o benefício financeiro obtido pelo uso Join suplanta o percentual cobrado pela plataforma. Cabe ainda ressaltar que o uso para o varejista e para o corretor de seguros é gratuito, sendo este valor pago pela companhia seguradora.

Quais os beneficios para as redes de varejos e para as seguradoras?

A Join agrega benefícios não só para rede de varejo e seguradoras, mas também para corretoras de seguros. Abaixo uma pequena tabela dos benefícios exclusivos a cada player além daqueles já mencionados acima, que são comuns a todos eles.

Denise Bueno leva o 1º lugar na categoria mídia impressa do Prêmio Fenacor, com matéria do Valor Econômico

Mais de 300 convidados lotaram o auditório do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (7) para a cerimônia de entrega do Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros 2018, organizado pela Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), em parceria com a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e a Escola Nacional de Seguros (ENS), e apoio da Generalli, Bradesco Seguros e IRB Brasil Re.

No evento, foram anunciados os 21 vencedores nas sete categorias de premiação: Mídia Impressa, Televisão, Rádio, Webjornalismo, Imprensa Especializada do Mercado de Seguros, Prêmio Especial – Corretor de Seguros e Fenacor 50 anos. Os premiados receberam um total de R$ 315 mil em prêmios. Em sua terceira edição, o Prêmio consolidou sua posição de maior premiação direcionada para a imprensa. No total, foram inscritos 795 trabalhos, que englobaram todos os ramos de seguros, capitalização, vida, saúde, previdência complementar aberta, exemplos de seguro pirata, novas tecnologias, entre outros.

Jornalistas de todas as regiões do Brasil e da grande maioria dos estados, além do Distrito Federal, inscreveram seus trabalhos. As reportagens tiveram como foco os benefícios da contratação de seguros e a relevância do setor para a economia brasileira e a sociedade em geral. As reportagens passaram por duas etapas de avaliação. Na primeira, a Comissão de Seleção analisou os trabalhos inscritos e indicou os dez melhores em cada categoria. Em seguida, a Comissão de Julgamento, composta por jornalistas, dirigentes de entidades do mercado e executivos do setor, elegeu os três vencedores de cinco das seis categorias.

Na categoria “Prêmio Especial Corretor de Seguros”, a escolha dos vencedores coube aos profissionais do setor. Em votação direta pelo aplicativo Fenacor ou no site da Federação, eles indicaram os seus trabalhos favoritos. O vencedor recebeu o troféu Camilo Marina, além de uma viagem de sete dias à Itália, incluindo passagem aérea e hospedagem, com direito a um acompanhante. Já na categoria “Fenacor 50 anos” puderam ser inscritos artigos sobre o setor de seguros no Brasil nos últimos 50 anos. Também concorreram textos sobre a perspectiva dos próximos 50 anos, bem como a trajetória do corretor de seguros.

Um dos momentos mais emocionantes da cerimônia foi a homenagem especial a Marco Antônio Rossi, ex-presidente da Bradesco Seguros e da CNSeg. O executivo morreu há três anos em um acidente aéreo. A viúva e dois filhos receberam in memoriam a Comenda dos 50 anos da Fenacor.

A Fenacor já prepara a 4ª edição da premiação. As inscrições serão abertas em março de 2019, informa Armando Vergilio

Para Armando Vergilio, presidente da Federação, o prêmio chegou ao seu 3º ano cumprindo o seu objetivo. “Estamos disseminando a cultura do seguro em todas as regiões do Brasil”, afirmou, acrescentando que a Fenacor já prepara a 4ª edição da premiação. “As inscrições serão abertas em março de 2019 e poderão concorrer aos trabalhos publicados ou veiculados a partir do dia 12 de novembro de 2018”, acrescentou Armando Vergílio.

A cerimônia – apresentada pelos jornalistas Anne Lottermann e Danilo Vieira – reuniu profissionais da imprensa, autoridades, corretores de seguros e dirigentes do setor. Os vencedores por categoria são:

1 – Imprensa Especializada

1º Lugar

Matéria: “Elas mudam o jogo”
Jornalista: Livia Silva
Veículo: Revista Apólice (SP)

2º Lugar
Matéria: “O mundo muda e os riscos, também”
Jornalista: Kelly Lubiato
Veículo: Revista Apólice (SP)

3º Lugar

Matéria: “Lado a lado com a educação”
Jornalista: Camila Alcova
Veículo: Revista Cobertura (SP)

Felipe Datt (centro), também freelancer do Valor Econômico, levou a segunda colocação da categoria webjornalismo

2 – Webjornalismo

1º Lugar

Matéria: “Cresce a procura por seguros que cobrem diagnóstico de câncer”
Jornalista: Anderson Figo
Veículo: Exame.com (SP)

2º Lugar

Matéria: “Uma indústria em transformação”
Jornalista: Felipe Datt
Veículo: Valor Econômico (SP)

3º Lugar

Matéria: “Seguros cibernéticos protegem contra crimes virtuais”
Jornalista: Luiz Andrade
Veículo: Portal Correio (PB)

3 – Televisão

1º Lugar

Matéria: “Seguro de obras públicas”
Jornalista: Roger Silva
Veículo: TV Gazeta (ES)

2º Lugar

Matéria: “Combate ao golpe do seguro DPVAT”
Jornalista: Marcelo Bruzzi
Veículo: Globonews (RJ)

3º Lugar

Matéria: ” STJ e as normas e leis que tratam de seguros no Brasil”
Jornalista: Bernardo Vento
Veículo: TV Justiça (DF)

4 – Rádio

1º Lugar

Matéria: “História vulnerável: a memória brasileira em risco”
Jornalista: Mardélio Couto
Veículo: Rádio BandNews FM (MG)

2º Lugar

Matéria: “FAKE CLAIMS: eles fraudam os sinistros, todos pagam a conta – a tecnologia a serviço do segurado”
Jornalista: Léo Barsan
Veículo: Rádio BandNews FM (BA)

3º Lugar

Matéria: “Na mira do crime: o seguro no transporte de carga”
Jornalista: Felipe Daroit
Veículo: Rádio Gaúcha (RS)

5 – Mídia Impressa

1º Lugar

Matéria: “Operação Lava Jato eleva indenizações”
Jornalista: Denise Bueno
Veículo: Jornal Valor Econômico (SP)

2º Lugar

Matéria: “Afinal, quem está seguro?”
Jornalista: Gabriella Sandoval
Veículo: Consumidor Moderno (SP)

3º Lugar

Matéria: “Falta adesão: mesmo que obrigatório para as empresas brasileiras, ainda falta a contratação de Seguro Contra Incêndio devido à cultura do país?”
Jornalista: Bruna Klassmann
Veículo: Revista Emergência (RS)

6 – Prêmio Especial Corretor de Seguros

1º Lugar (Troféu Camilo Marina)

Matéria: “A Força do Corretor”
Jornalista: Laís Rodrigues
Veículo: Revista Aconseg (RJ)

2º Lugar

Matéria: “Proteção para exportações e importações entre o Brasil e o mundo”
Jornalista: Thais Ruco
Veículo: Revista CIST News (SP)

3º Lugar

Matéria: “E o seguro virou ciência”
Jornalista: Gilson Monteiro
Veículo: Portal TNH1 (AL)

6 – Prêmio Fenacor 50 anos

1º Lugar

Matéria: “O suco de laranja e a redescoberta do risco”
Autor: Joel Oliveira
Veículo: Revista Apólice (RJ)

2º Lugar

Matéria: “É hora de começar a pensar nos próximos 50 anos”
Autor: Edson Motta
Veículo: Revista Apólice (SP)

3º Lugar

Matéria: “Os 5 Fundamentos do Seguro que todo profissional da area deve conhecer”
Autor: Mauricio Carasso
Veículo: Blog Entendaseguros (SP)

Atenta a importância de levar “experiência” aos relacionamentos, Liberty lança kit digital de boas vindas

Release

A Liberty Seguros acaba de lançar o novo formato digital interativo de seu kit de boas-vindas para clientes recém-chegados. A partir deste mês, novos segurados receberão por email, tudo o que precisam saber sobre o seguro contratado como as coberturas adquiridas, dados sobre o pagamento, acesso ao Espaço Cliente e informações sobre Clube Liberty Momentos.

O kit conta com um vídeo personalizado, que apresenta em pouco mais de um minuto todas as informações sobre o seguro contratado e ainda, a possibilidade de integrar a carteirinha às carteiras digitais no smartphone do segurado, nos sistemas operacionais Android e iOS.

Seguindo o movimento global da companhia, uma identidade visual moderna, divertida e simplificada foi desenvolvida para esse material, que pode ser personalizado por cada corretora com seu logo no cabeçalho – junto ao logotipo da Liberty – e dados de contato dos responsáveis pela apólice, a fim de que a parceria entre corretora e seguradora fique cada vez mais clara para o consumidor.

A novidade faz parte do movimento da companhia de tornar-se cada vez mais digital e é fruto de um trabalho realizado por diversos setores da seguradora, como Operações, TI, Produtos e Marketing. Além disso, o projeto, que tem sua fase inicial com os produtos de Auto, também visa inovar e fortalecer a relação da Liberty com corretores e clientes ao oferecer um material mais interativo, prático e sustentável.

Serão enviados dois e-mails para cada novo segurado, um com informações iniciais de apresentação, dados de seu corretor e dicas de como utilizar o seguro da melhor forma, e o segundo com todos os detalhes da apólice.

“O novo welcome kit digital vai ao encontro dos objetivos da Liberty Seguros de reforçar o papel do corretor na cadeia de negócios e deixar cada vez mais clara nossa parceria, além de facilitar cada vez mais a vida do consumidor, atendendo às suas expectativas de digitalização de serviços e oferecendo uma proximidade maior por meio de um novo ponto de contato”, pontua Patricia Chacon, Diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros.

VALOR – Governo pensa em fundir Susep e Previc

O Valor traz hoje reportagem apurada em Brasília de que a equipe do novo ministro da Economia, Paulo Guedes, pretende fundir a Susep e a Previc como forma de reduzir o tamanho do governo e, dessa forma, diminuir gastos ao impedir sobreposições de funções, traz o Valor. No caso da Susep e da Previc, as duas autarquias, ligadas ao Ministério da Fazenda, atuam na implementação de medidas, controle e fiscalização de planos de previdência. Outra medida discutida para reduzir estruturas dentro do governo foi transferir as atribuições da Susep e Previc para o Banco Central (BC). Mas, alguns defendem que a autoridade monetária mantenha o escopo de atuação apenas nas instituições financeiras.

O texto informa que a equipe de transição também chegou a considerar a possibilidade de incluir a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) na junção para criar uma “super” agência reguladora da seguridade social. Nos bastidores, se falava até no nome de Solange Paiva, que já foi diretora-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Na avaliação de alguns técnicos na área de previdência, essa proposta seria mais difícil de ser adotada por não haver muitas áreas comuns, conforme técnicos, entre Previc, Susep e ANS. Uma área citada comum é a de análise atuarial dos planos de saúde.