Cresce repasse de resseguro para o exterior, revela estudo


O crescimento na exportação de resseguro por resseguradores locais continua em ritmo acelerado, com um volume de prêmio em 2018 até setembro 30% maior que no período equivalente de 2017, revela estudo da Terra Brasis. Por outro lado, conforme esperado, a participação das resseguradoras locais no prêmio cedido por seguradoras brasileiras começa a recuar, em função das mudanças regulatórias implementas ao final de 2017 que abriram ainda mais o mercado brasileiro à importação de resseguros.

Em 2018 até setembro, resseguradoras locais receberam 70% do prêmio cedido por seguradoras brasileiras, frente a 73% do período equivalente em 2017. Acreditamos que este percentual poderá cair ainda mais durante 2019.

Em termos de resultado, as resseguradoras locais apresentaram um lucro acumulado no ano de R$ 994 milhões (IRB com R$ 846 milhões e demais locais com R$ 149 milhões), superior em 8,4% aos R$ 918 milhões (IRB com R$ 676 milhões e demais locais com R$ 242 milhões) apresentados no mesmo período do ano anterior.

A partir desta edição, na análise do comportamento das seguradoras e resseguradoras locais, acrescentamos um índice composto pela soma do sinistro de competência com o resultado de resseguro ou retrocessão dividido pelo prêmio ganho. Esta métrica é uma aproximação para a sinistralidade retida.

MetLife anuncia novo CFO para o Brasil


Fonte: MetLife

Com mais de 15 anos de carreira construída em empresas multinacionais do setor financeiro e de seguros, Francisco Espinoza é o novo CFO do Brasil.

Francisco Espinoza acaba de ser nomeado o novo CFO da MetLife no Brasil, onde assumirá todas as atividades e processos financeiros da empresa, com reporte direto ao presidente, Raphael de Carvalho.

Antes de se juntar ao time da MetLife, Francisco Espinoza acumulou experiência nas companhias EY, KPMG, CELFIN Capital e AIG, atuando no Brasil, México e Chile e liderando equipes locais e regionais.

Saúde suplementar responde por mais de 20% do saldo de empregos no País

A cadeia de saúde suplementar tem impulsionado a economia e a criação de empregos no Brasil e já responde por 8,1% da força de trabalho no País. De acordo com o  Relatório de Emprego na Cadeia da Saúde Suplementar, aferido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o número de postos de trabalho formal no setor cresceu 3,4% na comparação entre novembro de 2018 e o mesmo mês do ano anterior. O que significa um aumento de 116,5 mil vagas.

No mesmo período, o total de empregos formais no Brasil teve avanço de apenas 1%.Olhando para o saldo de empregados, a diferença entre o total de contratados e o de demitidos, a cadeia da saúde suplementar fechou novembro de 2018 com 12,1 mil novos postos de trabalho. O que corresponde a 20,6% do saldo de 58,7 mil empregos registrado no Brasil.

Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS, aponta que regionalmente a criação de empregos ainda está bastante concentrada na Região Sudeste do País, que responde por 47,4% (5,7 mil) do saldo de empregos formais do setor em novembro de 2018. Contudo, ele destaca que outras regiões têm registrado importantes resultados. “Temos visto um fortalecimento expressivo do mercado no Centro-Oeste, com 1,5 mil novos postos de trabalho. Isso em um período em que a região encerrou 7,5 mil empregos formais no total da economia”, analisa.

Na mesma linha, a cadeia de saúde registrou saldo positivo de 234 empregos no Norte enquanto, no total da economia, foram fechados 932 postos de trabalho. “Ainda que os números sejam mais ‘modestos’ do que os registrados em outras regiões, fica evidente que o setor está contratando em ritmo superior à média nacional. O que indica que o mercado está se preparando para voltar a crescer”, pondera Carneiro.Os dados da edição mais recente do boletim já estão presentes no IESSdata, plataforma que fornece os números mais atuais do setor de saúde suplementar e da economia brasileira.

Walter Malieni assume o comando da Brasilprev

Walter Malieni, 49 anos, assume a presidência da Brasilprev no dia 21/01. Ele exercia a função de vice-presidente de Negócios Atacado do Banco do Brasil, área responsável pela gestão da rede de Comércio Exterior, gestão dos mercados Corporate, Private, de soluções empresariais e do Mercado de Capitais. Walter substitui Marco Barros, que estava na liderança da companhia desde o início de 2018. 

Em sua página no LinkedIn, ele comemorou. “É uma grande honra estar à frente dessa parceria de sucesso entre a BB Seguros, holding de seguridade do maior banco da América Latina, e o grupo americano Principal, líder mundial na gestão de investimentos financeiros. Junto com todo o time, atuarei para disseminar a importância dos investimentos de longo prazo e aprimorar, cada dia mais, a experiência dos nossos clientes”.

Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Mackenzie, Walter Malieni possui MBA Executivo em Finanças pelo Ibmec, pós-graduação em Formação Geral para Executivos pela USP e mestrado em Administração de Empresas também pela Universidade Mackenzie. 

Walter tem 25 anos de experiência no mercado financeiro, 10 deles em posição estatutária, sendo seis como vice-presidente. Além da mais recente, na área de Negócios Atacado, atuou como vice-presidente de Distribuição de Varejo e Gestão de Pessoas, vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos e diretor Comercial Estatutário da Cia. de Seguros Aliança do Brasil.

Zurich aposta em inovação digital para melhorar atendimento

Fonte: Release enviado pela Zurich

Inteligência artificial, inteligência cognitiva e machine learningforam alguns princípios básicos que possibilitaram à Zurich, seguradora global com mais de 70 anos de atuação no mercado brasileiro, aprimorar o atendimento na regulação de sinistros. Com um forte investimento em tecnologia, a seguradora reduziu o tempo de regulação para alguns tipos de sinistros, especialmente na área de Afinidades, de 24 dias para apenas três.

A ferramenta foi desenvolvida com total inteligência da equipe Zurich e é capaz de regular o sinistro sem interação humana e um único contato com a seguradora (One, como se conhece internamente), fazendo a análise e tomando a melhor decisão para o segurado. O objetivo principal, segundo o diretor de Sinistros da Zurich no Brasil, Roberto Hernández, é melhorar a experiência do cliente. A mudança nos processos resultou na diminuição de 40% das taxas de reclamações.

“Por meio de pesquisas de satisfação, passamos a entender melhor os principais problemas e desafios enfrentados na solução de sinistros e realizar mudanças em nossos processos e sistemas. Os novos investimentos da Zurich foram responsáveis por melhorar os níveis de satisfação dos clientes em 20 pontos”, conta Hernández.

Dentro do grupo Zurich, a unidade no Brasil foi uma das precursoras na robotização na área de seguros massificados. Como um exemplo, hoje, são feitos aproximadamente 50 mil pagamentos robotizados por mês. A Zurich é líder de mercado no segmento de Afinidades no Brasil.

“Precisávamos aumentar a produtividade para conseguir absorver o volume expressivo de crescimento em clientes nos últimos anos e, em paralelo, melhorar a jornada dos nossos clientes. Por exemplo, conseguimos aumentar o número de sinistros atendidos automaticamente em 185% de 2015 a 2018, quando tivemos mais de 100 mil sinistros atendidos pelo regulador virtual. A expectativa é que atingiremos 80% do nosso volume de sinistros em 2019”, afirma Hernández.

Banco Inter está de olho no mercado segurador

Depois de fechar uma importante parceria no mercado segurador com a Liberty Seguros, há cerca de um ano, e com a Icatu Seguros em dezembro passado, o banco Inter pesquisa o setor para descobrir novos nichos para rentabilizar a operação da fintech, que não cobra por diversos serviços bancários, como tarifas de conta, de cartão de crédito, boletos ou TEDs. “Queremos aprender mais sobre esse mercado. Nossa estratégia é atender o cliente em todas as suas necessidade e seguro é um ponto relevante para eles, que buscam proteger o patrimônio, e para nós, pois monetiza nossa operação”, disse Marco Túlio Guimarães, diretor vice-presidente do Banco Inter, durante almoço com o blog Sonho Seguro.

O número de correntistas no banco digital superou 1,45 milhão em 2018, com 7,7 mil novas contas abertas por dia em dezembro, informou. Foram 847 mil monthly active users (MAU) (usuários ativos) em 2018, Em dezembro, foram realizados mais de 339 mil downloads e 16,5 milhões de acessos no app, crescimento anual de 299% e 265%, respectivamente, segundo o executivo.

Trazer novos produtos tem sido a dinâmica do grupo. No início deste mês, por exemplo, o banco fez sua primeira emissão de Letra Imobiliária Garantida (LIG), levantando R$ 12 milhões como funding para crédito imobiliário e assim reforçar sua posição nesse nicho, que ainda tem uma participação pequena no PIB do Brasil. “Apostamos na retomada do crédito imobiliário e acreditamos que será necessário mais funding no futuro diante da demanda que já mostra sinais de melhora. Se os juros continuarem baixos, os prazos vão alongar e isso ajuda a aumentar a demanda”, disse Guimarães.

Consórcios também está no radar do grupo. O consórcio imobiliário, com cartas de crédito de R$ 120 mil a R$ 240 mil e prazos de até 240 meses para pagar, foi lançado em novembro. Em dezembro, entrou no ar uma nova plataforma de investimentos, com Home Broker 100% gratuito. “Estamos impressionados com o desempenho deste produto”, disse, sem citar números, que poderão ser checados no balanço financeiro do grupo previsto para ser divulgado nesta última semana de janeiro. Num release com a prévia do balanço, o grupo informou ter ultrapassamos a marca de 115 mil investidores, crescimento de 238%.

No mundo de seguros, o grupo tem a corretora InterSeguros, que concentra todas as ações do banco digital. A parceria com a Liberty prevê 10 anos de exclusividade em alguns nichos, como auto, residência, proteção financeira de cartões, seguro viagem e equipamentos eletrônicos. Está em teste um seguro de celular e em automóvel outras seguradoras só podem atuar em modalidades ou regiões que a Liberty não atue. Já com a Icatu o acordo prevê parceria em previdência, com um ícone da seguradora que será disponibilizado no app do banco ainda neste mês.

A regra é ser 100% digital e não pode ter “fricção”. Ou seja, o banco não quer atuar em nichos que não atendam bem os clientes. “A idéia é agregar valor ao nosso cliente”, reforçou. “Nosso objetivo é oferecer taxas cada vez mais competitivas em todos os nossos produtos”, afirmou.

Praticamente uma das poucas notícias ruins do banco em 2018 foi um ataque cibernético. E a boa foi ter sido bem atendido pela seguradora de riscos financeiros. “Acredita-se que pessoa autorizada a atuar em nossos sistemas tenha quebrado o seu dever de sigilo, sua ética profissional e as regras do nosso código de conduta e, após tentativa frustrada de nos extorquir, divulgou, sem autorização, algumas informações relativas a pequena parcela de nossos clientes à época”, assumiu o banco em maio último.

O banco busca cobrir parte das perdas com vazamento de dados com a apólice de Directors & Officers (D&O), na falta de uma apólice específica de seguro cibernético. Sem dar detalhes, o executivo apenas disse que o ocorrido despertou o grupo para o tema.

Em dezembro passado, a Justiça homologou um acordo entre o banco digital e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios sobre o vazamento de dados de clientes do banco. Em julho, o MPDFT havia pedido a condenação do banco ao pagamento de R$ 10 milhões indenizatórios, mas o acordo foi fechado em R$ 1,5 milhão para reparar os danos morais coletivos de caráter nacional decorrentes do vazamento de dados, sendo R$ 1 milhão será destinado a instituições públicas que combatem crimes cibernéticos, indicadas pelo próprio MPDFT, e R$ 500 mil para instituições de caridade.

Algumas companhias que registraram vazamento de dados por ataque cibernéticos, no Brasil e no mundo, acionaram outras apólices, como D&O e Responsabilidade Civil Profissional (PI), uma vez que a apólice de cyber ainda engatinha conquistando cada dia mais clientes. Os custos legais de ações como a do Banco Inter não são excluídos das apólices D&O puramente por se tratarem de riscos ligados ao mundo virtual. Já a cobertura de PI, que inclui proteção em caso de litígio sobre a qualidade de um serviço ou acusações de negligência por parte de clientes, em geral não possui exclusões relacionadas a riscos cibernéticos.

Certamente muitas novidades devem ser anunciadas neste ano, pois vontade de crescer não falta para o mercado de seguros e nem para o banco, que busca ter uma penetração de seguros maior na base de clientes. O balanço do grupo de 2018 trará uma parte dedicada a operação de seguros. A conferir.

Mapfre fecha sucursais

A Mapfre foi um dos “hot topics” nos grupos de profissionais de seguros existentes no WhatsApp. As mensagens lamentavam o fechamento de cerca de 20 sucursais no Brasil. Procurada, a seguradora confirmou o fato e informou por meio de sua assessoria de imprensa:

“Visando avançar para uma estrutura de governança mais simples e eficiente, a Mapfre realizou a reestruturação de sua rede de Sucursais em algumas regiões. O processo está em linha com a estratégia da empresa para obter crescimento rentável e conquista de eficiência operacional no Brasil, que continua sendo a segunda maior operação para a companhia. A Mapfre ressalta que os atendimentos a clientes e corretores seguem normalmente, a nossa força de vendas continuará presente em todo o território nacional”.

O número de sucursais fechadas e demissões não foram informados até a publicação deste post.

Depois de anos sendo o destaque do balanço mundial do grupo espanhol, a unidade brasileira amargou perdas em 2018. Segundo o ranking elaborador pela consultoria Siscorp, com base em números divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), a Mapfre lidera o de prejuízo, com R$ 442 milhões de janeiro a novembro de 2018. Em 13 de dezembro, o grupo indicou o espanhol Fernando Pérez-Serrabona como novo CEO da companhia, substituindo o brasileiro Wilson Toneto, a partir de janeiro deste ano.

Em novembro passado, a Mapfre e o Banco do Brasil concluíram a revisão da parceria que possuem há mais de cinco anos. A Mapfre desembolsou R$ 2,27 bilhões para recomprar 100% dos negócios gerados pela Rede de Corretores e Affinities e toda a operação de Automóvel e Grandes Riscos. BB Seguridade e Mapfre permanecem sócias no canal de distribuição do banco nos negócios de Vida, Prestamista, Habitacional, Rural e Massificados, até 2031. 

Austral aposta na retomada para riscos de petróleo e gás em 2019

Fonte: Release enviado pela Austral

A Austral Seguradora registrou R$ 228 milhões em prêmios emitidos em Riscos de Petróleo, alcançando 35% do mercado em 2018. O crescimento de mais de 110% em relação ao mesmo período de 2017 é fruto do maior volume de novos negócios do setor e baseado em uma e stratégia focada em inovação, agilidade e eficiência operacional.

A conquista acontece em um bom momento para o mercado de seguros de óleo e gás. Dados da Susep mostram que o crescimento de prêmios emitidos de novembro de 2017 até novembro de 2018 já chega a aproximadamente 120% nesta linha de negócio. “Nossa estratégia é de longo prazo, focada no crescimento orgânico do portfólio e na entrega de soluções sob medida para os riscos e exposições de clientes em toda a cadeia de fornecedores da indústria, abrangendo desde atividades de perfuração até catering”, explica Carlos Frederico Ferreira, CEO da Austral Seguradora.

Um dos principais catalisadores para o cenário favorável e o crescimento da seguradorana área de Energy foi o aumento do interesse na compra de participações na área de exploração e produção (E&P) – as operações conhecidas como ” farm-in’s” – em campos maduros por parte de operadoras de menor porte, a exemplo das negociações envolvendo os campos de Frade, BJSA, Pampo & Anchova e no chamado Polo Nordeste.

Neste ambiente, a perspectiva para a indústria de seguros de Riscos de Petróleo é ainda mais otimista para 2019. O aumento das atividades de exploração e produção, principalmente na retomada das campanhas de perfuração e o desenvolvimento de novos projetos subsea, devem injetar ainda mais prêmios ao setor. 

“A aposta da Austral é no aumento das atividades de perfuração, dos projetos de engenharia subsea e da construção e contratação de novas unidades de produção e perfuração. A agenda da indústria para este ano ainda envolve outros temas relevantes, como a abertura do mercado de gás natural, a revisão do excedente da cessão onerosa e as novas rodadas da ANP para pré-sal e pós-sal”, destaca Thiago Navega, head para operação de Riscos de Petróleo e Riscos Marítimos da seguradora.

Thiago Navega lembra ainda que para este ano estão previstos dois processos licitatórios importantes envolvendo a Petrobras: um ligado à estruturação do programa de seguro Operacional no Brasil e outro exclusivamente para o campo de Libra, considerado a joia da coroa do pré-sal.

“Esperamos que 2019 seja, na verdade, um ano de transição para a indústria de óleo e gás”, avalia. “O Plano de Negócios e Gestão da Petrobras para o período 19-23 já indica um investimento de US$ 84 bilhões, dos quais US$ 68 bilhões serão destinados à E&P. Além da estatal, outras empresas relevantes demonstraram apetite na reto mada de investimentos no Brasil, caso de Shell, Total, Chevron e Exxon, esta última retornando a operar no Brasil após 9 anos”, completa.

Sicoob encerra ano com produção de seguros de R$ 750 milhões

Fonte: Release enviado pelo Secoob

A produção de seguros do Sicoob em 2018 foi de R$750 milhões, uma alta de 14% em relação a 2017. Isso representa R$ 100 milhões a mais que o ano anterior.

Puxado pela operação própria de seguros de vida, por meio do Sicoob Seguradora, e pela distribuição no modelo de parceria nos ramos elementares, o Sistema atingiu números recordes em arrecadação e emissão de prêmio no ano de 2018. 

No ano passado, o Sicoob Seguradora alcançou a marca de R$330 milhões em arrecadação e mais de 130 mil vidas protegidas, um crescimento de 55% com relação a 2017. Vale ressaltar que, no segmento de Seguro de Vida – Risco, o mercado esperava crescer 8,5%.

Já a operação de Ramos Elementares fechou o ano de 2018 com produção superior a R$420 milhões, o que representa um crescimento de 27% comparado ao ano de 2017. O número também supera as projeções do mercado que esperava crescer 8% em 2018.

Os resultados geraram mais de R$ 180 milhões de receita líquida para as cooperativas do Sicoob, um crescimento de 50% se comparado ao mesmo período em 2017. Para 2019, a expectativa de produção está acima de R$ 900 milhões. 

Os números expressivos são resultado do empenho das nossas cooperativas na missão de proteger o que mais importa para os (as) nossos (as) cooperados (as).

Amil credencia Amparo Saúde para ampliar atendimento em atenção primária

Fonte: Release enviado pela Amil

Primeiro contrato do tipo beneficiará 16 mil clientes da Amil. Amparo já visa à abertura de novas clínicas

A Amparo Saúde, primeiro centro de saúde por assinatura do Brasil, acaba de ser credenciada pela Amil para atendimento aos clientes da operadora. Os beneficiários poderão desfrutar das clínicas Amparo e todos os seus serviços de atenção primária e medicina da família, sem nenhum custo adicional.

O objetivo da Amil é ampliar os pontos de acesso às consultas com médicos de família em rede credenciada. Hoje, a operadora possui 34 clínicas próprias que atendem nesse modelo: o Amil Espaço Saúde, com unidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Paraná e Pernambuco, alcançando 240 mil pacientes. Inicialmente, o credenciamento da Amparo Saúde levará o modelo de atendimento a mais 16 mil clientes da Amil, mas a expectativa é que esse número aumente conforme a inauguração de outras unidades previstas no plano de negócios da rede de clínicas.

 “O principal objetivo dessa parceria é proporcionar o acesso a um atendimento de qualidade alinhado com o serviço prestado no Amil Espaço Saúde, com o apoio de prestadores que mantêm a mesma proposta de valor do nosso grupo: oferecer a nossos clientes o cuidado certo por meio da coordenação do cuidado”, comenta Giselle Diniz, diretora de Engajamento e Experiência da Amil.

De acordo com Emílio Puschmann, fundador da Amparo Saúde, a união marca uma nova fase da empresa, com ainda mais credibilidade no mercado. “O contrato com a Amil nos permite demonstrar, em grande escala, a efetividade de nosso atendimento de assistência primária”. De acordo com o executivo, a parceria também reafirma o modelo de negócio da empresa, focado em excelência em: indicadores clínicos, experiência do paciente e redução de custos. A Amparo prevê a inauguração de mais clínicas na Região Metropolitana de São Paulo ainda no primeiro semestre de 2019, chegando a mais cidades do Brasil até o fim do ano.

O contrato entre as partes prevê um modelo de remuneração alternativo ao pagamento por serviço (fee for service), hoje considerado um dos principais motivadores de desperdício na saúde suplementar. Na prática, em vez de a Amil remunerar a Amparo por cada insumo utilizado, consulta ou procedimento realizado, é combinado um valor fixo de remuneração para a clínica de acordo com o número de beneficiários sob sua responsabilidade, agregando incentivos financeiros pelo alcance de bons resultados clínicos e de atendimento ao paciente.

O credenciamento de prestadores do segmento de atenção primária faz parte de uma série de investimentos da Amil em coordenação do cuidado. Hoje, 89% dos beneficiários atendidos por médicos de família em unidades do Amil Espaço Saúde têm seus problemas de saúde solucionados sem necessidade de encaminhamento para outros especialistas. Além disso, há um registro de queda de 30% na hospitalização dos pacientes engajados. Recentemente, a empresa contratou 400 profissionais para compor suas equipes de atenção primária, entre médicos, enfermeiros e técnicos. Também fez uma parceria inédita com a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein para treinamento de 80 médicos em técnicas de atendimento em medicina de família. Para 2019, a previsão é a inauguração de mais unidades do Amil Espaço Saúde, sendo a próxima em São Bernardo do Campo, em São Paulo.