Fator vence licitação pública da Caixa para compra do seguro D&O

A Caixa realizou nesta semana o recebimento dos envelopes da licitação publica para compra de seguro Directors & Officers (D&O), conhecido também por responsabilidade civil de administradores. Segundo fontes que pediram anonimato, a Fator Seguradora foi a vendedora da concorrência, amparada por garantias de vários resseguradores. Ainda segundo a fonte, a Zurich, em parceria com outras seguradoras e resseguradoras, também participou, mas acabou recuando por não concordar com algumas cláusulas exigidas pelo banco oficial. Ainda não se tornou público o resultado da licitação.

Neste ano, outro banco, o Banco de Brasília (BRB), fez licitação para comprar o D&O. As seguradoras, no entanto, questionaram algumas coberturas exigidas, das quais o banco manteve a exigência. Isso fez elevar o custo do seguro, o que inviabilizou a contratação e a licitação acabou sendo cancelada, como “licitação fracassada”.

Entre as exigências estaria cobrir acionamentos de acontecimentos passados, que não sejam conhecido até a data da assinatura do contrato. Isso significa dizer que se houver algum acionamento por perdas originadas em gestões passadas, haveria cobertura no seguro D&O. Vale lembrar que atos de corrupção e acordos de leniência, onde se assume a culpa, não têm cobertura de seguro.

O produto é visto como uma ferramenta importante para reduzir significativamente os riscos a que os gestores estão sujeitos.  Isto porque protege o património pessoal dos administradores e gestores de reclamações que possam ocorrer no âmbito das suas atividades de gestão.

O seguro D&O protege os executivos caso eles venham a ser responsabilizados por algum ato do exercício de suas funções que tenha gerado dano ou prejuízo a terceiros. As apólices ofertadas no setor costuma dar cobertura também para responsabilidades por danos ambientais causados pela empresa, ações tributárias ou trabalhistas, entre outras situações como perdas causadas a acionistas e investidores.

A cobertura do seguro cobre os custos com advogados e também de indenizações. Segundo fontes, em muitos casos os custos de defesa podem superar milhões de reais.

Depois da Lava Jato, o seguro D&O passou por uma revisão, com novas regras determinadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).  Entre elas, o plano básico passou a cobrir cargo de diretor, administrador ou conselheiro e cargo de gestão, e a cobertura pode ser flexibilizada para diferentes executivos por meio de extensões. A circular prevê ainda a possibilidade de contratação de cobertura adicional para responsabilização da sociedade por atos de seus gestores, e evidencia a possibilidade de contratação do seguro por pessoa física e não somente pessoa jurídica.

Veja um resumo das principais mudanças trazidas com a resolução da Susep 553/2017 que foram destacadas num report da Veirano Advogados divulgado na época:

  1. Possibilidade de contratação do seguro por pessoa física;
  2. Limitação de referência a qualquer legislação estrangeira. Conforme mencionado anteriormente, muitas empresas estrangeiras dependem da menção de clausulas de países específicos e a limitação imposta pela Circular 541 limitaria a contratação destes segurados fora do Brasil, prejudicando assim o mercado nacional. “A atual norma (Circular 553) corrige essa crítica, ao estabelecer que essa vedação somente persistirá para apólices onde o âmbito geográfico for o território nacional, permitindo a referência nos casos em que a cobertura se estender para outras jurisdições.
  3. Custos de defesa como garantia básica da apólice e previsão do direito de ressarcimento do segurador nos casos de reconhecimento, provado ou confessado, de ato doloso, que anteriormente era excluído.
  4. O direito de reembolso e a opção pelo pagamento direto
  5. Cobertura de multas e penalidades
  6. Extensão do conceito de segurado

Chubb fez o seguro do carnaval em várias cidades do Brasil

SÃO PAULO, SP, BRASIL, 01-10-2013 : Retratos dos executivos da Chubb. - (Foto: Rodrigo Capote/trëma)

Fonte: Chubb

A Chubb afirma que o poder público e os promotores de eventos têm demonstrado crescente conscientização ao assegurar vários direitos de cidadania da população durante o carnaval no Brasil. “Este ano, as nossas apólices protegeram a diversão de mais de 5 milhões de pessoas, ao garantir indenização em caso de danos corporais e morais durante o período de folia”, diz Juliana Santos, responsável pela área de seguros de Entretenimento da Chubb. De acordo com ela, os seguros adquiridos cobriram blocos de rua, camarotes e eventos em recintos fechados em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e outras.

Conforme a executiva, as apólices da Chubb também protegeram profissionais envolvidos com a organização dos eventos, da montagem à desmontagem. O seguro também englobou prejuízos por danos a equipamentos, instrumentos musicais, objetos cenográficos e estruturas temporárias. Segundo Juliana Santos, os riscos mais frequentes no carnaval têm sido quedas, desmoronamento de estruturas, atropelamentos, choques elétricos, acidentes envolvendo carros alegóricos e danos a equipamentos, entre outros.

Sobre outros riscos que podem ser cobertos pelo seguro, Juliana cita o cancelamento, adiamento e interrupção do evento em virtude de condições climáticas, queda de estrutura, grande tumulto e outras causas. Esse seguro, de acordo com ela, pode garantir ao promotor o pagamento de várias despesas tais como locação de espaço, logística, alimentação, produção e muitas outras. “Por outro lado, é também possível segurar toda a receita do evento, incluindo o lucro”, conclui.

Oxigênio, aceleradora da Porto Seguro, inicia o 7º ciclo de aceleração

Três startups foram selecionadas entre quase mil inscritas para o 7º ciclo de aceleração do programa Ignição, da Oxigênio Aceleradora, da Porto Seguro. O programa, que tem o objetivo de impulsionar empresas em estágio inicial, concede aporte de R$ 200 mil em um valuation de até R$ 6 milhões.

  • Keep Clear: plataforma de automação de due diligence compliance que busca minimizar os riscos de empresas ao reduzir o custo e o tempo necessário para iniciar e monitorar relações B2B. (http://www.keepclear.com.br/)
  • POPSPACES: marketplace que permite aos proprietários alugarem seus espaços para marcas de uma forma simples, como um Airbnb dos espaços comerciais. (http://popspaces.com.br/)
  • Refinaria de Dados: especializada em coleta e análise de dados que conecta organizações ao público de seu interesse, tornando empresas e instituições data-driven para gerar resultados operacionais em poucas semanas. (http://refinariadedados.com.br/)

Associação que reúne mulheres de seguros debate empoderamento

Antes desse debate, haverá a apresentação do projeto “Liberty Mulheres Seguras”, pela executiva Luiza Maia

A AMMS promoverá, este mês, dois eventos em homenagem do Dia Internacional da Mulher, no Rio de Janeiro e em São Paulo, com palestras de profissionais que se destacam nas suas respectivas áreas de atuação. O tema central será “As conquistas e os avanços necessários ao empoderamento da mulher no mercado de trabalho”.

O encontro tem o objetivo de discutir e despertar reflexões sobre a trajetória das mulheres que percorrem longas caminhadas, tanto na trilha pessoal como profissional, passando inevitavelmente por difíceis embates, mas, com significativas conquistas na busca incansável pela igualdade de gênero no mercado de trabalho.

Nesse contexto, as palestras abordarão a historicidade das leis e da mulher na sociedade, os desafios da dupla jornada de trabalho, as responsabilidades domésticas, a posição da mulher hoje e aonde a mulher quer chegar. Antes desse debate, haverá a apresentação do projeto “Liberty Mulheres Seguras”, pela executiva Luiza Maia.

Essa questão será debatida pela juíza do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Andréa Pachá, e a advogada Ana Rita Petraroli Barretto, ambas com extenso currículo profissional, incluindo na defesa das causas das mulheres.

Andréa Pachá foi conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), sendo responsável pela implantação das Varas de violência contra a mulher no Brasil, entre outras ações relevantes.

Ela também é autora dos livros “A vida não é Justa” e Segredo de Justiça”, que deram origem à série “Segredos de Justiça”, do programa Fantástico, da Rede Globo.

Já a advogada Ana Rita Petraroli Barretto atua na área criminal e no mercado de seguros e é sócia fundadora da empresa conceito FraudEnemyGroup®, especializada no combate à fraude em seguros.

Ela foi presidente da AIDA BRASIL e é diretora da ANSP – Academia Nacional de Seguros e Previdência, além de membro da Microinsurance Network e professora da Pós Graduação da Escola Nacional de Seguros (ENS).

A mediadora será a advogada e professora da ENS, Liliana Caldeira. A apresentação ficará a cargo de Carolina Vieira, diretora na Markel Resseguradora do Brasil e conselheira da AMMS

Aberto ao mercado, sem distinção de gênero, o evento não se restringe apenas à conscientização da mulher, mas de toda a sociedade.

O evento do Rio de Janeiro será realizado na próxima terça-feira (19 de março), a partir das 18 horas, no auditório da Escola Nacional de Seguros (Rua Senador Dantas 74, 4º andar, Centro).

A inscrição pode ser feita neste endereço eletrônico: https://amms.org.br/Evento/evento-em-homenagem-ao-dia-internacional-da-mulher-rj-2019

Além da troca de experiências entre as palestrantes e os participantes,  será oferecido um coquetel, que propiciará a oportunidade de networking.

O evento terá os seguintes patrocinadores:

“Black” – Chubb, IRB Brasil Re, Swiss Re e Tokio Marine;

“Gold” – Austral Re, Liberty Seguros, Marsh & McLennan Companies, Sompo Seguros e Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr e Quiroga Associados;

“Silver” – Allianz, Fator, FairFax Brasil, THB, Travelers e Willis Towers Watson;

“Bronze” – Somus, Icatu Seguros, DR&A Advogados e Matthews Daniel a Bureau Veritas Group Company.

O apoio institucional é da Escola Nacional de Seguros.

Programação:

18:00h – Welcome Drink

18:20h – Abertura Oficial

18:30h – Apresentação Projeto “Liberty Mulheres Seguras” – Luiza Maia

18:50h – Palestra Expositiva sobre o Tema: Drª Ana Rita Petraroli e Drª Andréa Pachá

20:00h – Debate com a participação da platéia.

20:30h – Coquetel de encerramento e networking

Ingresso solidário: Levar no dia do evento 1Kg de alimento não perecível ou equivalente em dinheiro para doação em favor de instituição de inclusão feminina.

Palestrantes confirmadas:

Andréa Pachá é Juíza do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ/RJ), escritora, foi conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), responsável pela criação do Cadastro Nacional de Adoção, pela Comissão de Conciliação e Acesso à Justiça e pela implantação das Varas de violência contra a mulher no Brasil. É autora de vários livros, dentres eles o “best seller” “A vida não é Justa” e Segredo de Justiça”, obras que deram origem à série “Segredos de Justiça”, do programa Fantástico, da Rede Globo.
Ana Rita Petraroli Barretto – Advogada atuante na área criminal e securitária, com diversos cursos de especialização pela FGV-SP, PUC-SP. Presidente da AIDA BRASIL no biênio 2016-2018. Sócia fundadora da empresa conceito FraudEnemyGroup®, especializada no combate à fraude em seguros, Diretora e Catedrática da ANSP – Academia Nacional de Seguros e Previdência, Membro da Microinsurance Network e Professora da Pós Graduação da Escola Nacional de Seguros.
Mediação e Debate:
Liliana Caldeira –  é advogada, formada pela UFRJ, mestra em Direito Econômico pela UFRJ e pós-graduada em Direito Empresarial pela FGV, licenciada em Filosofia pela UERJ, Superintendente Jurídico na Generali Brasil, foi responsável pelo Jurídico  da Nationwide Marítima e Mongeral Aegon, professora da Escola Nacional de Seguros e Coordenadora de curso de pós- graduação em Gestão Jurídica de Seguros e Resseguros.
Apresentação:
Carolina Vieira – Diretora na Markel Resseguradora do Brasil, Conselheira da AMMS.

Tokio Marine faz desconto especial para Dia do Consumidor

A Tokio Marine apresenta sua primeira oferta exclusiva do ano, em celebração ao Dia do Consumidor, que é comemorado em 15 de março. Para a ocasião, a Companhia oferece até 20% de desconto em novos seguros e renovações de congêneres, nos produtos Empresarial Médias Empresas e Empresarial LMI Único contratados no Portal do Corretor.

O desconto deve ser aplicado pelo corretor no momento do cálculo e está limitado a até 30% de comissão. A oferta do Dia do Consumidor é válida somente para cotações efetuadas no dia 15 de março. As cotações terão validade por 5 dias corridos. Os produtos Empresariais da Tokio Marine oferecem coberturas que atendem às necessidades de vários segmentos da economia em mais de 280 atividades liberadas para cálculo e transmissão de proposta no Portal do Corretor.

AGCS, braço de resseguro da Allianz, fatura 10% mais no país

angelo colombo AGCS

Fonte: AGCS

A Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), braço de resseguros do Grupo Allianz, que atua no Brasil desde 2013, registrou no último ano crescimento expressivo em volume de prêmios, no resultado operacional e no lucro líquido, assim como a manutenção das despesas  administrativas nos mesmos patamares de 2017, comprovando que a gestão adotada está comprometida com o desenvolvimento sustentável de suas operações no país. 

“Apesar do cenário político e econômico desafiador dos últimos anos, temos conseguido atingir as metas de lucratividade, suportada também por ganhos de produtividade e da otimização de custos. Além disso, o desenvolvimento de novos negócios, a expansão de relações já exis­tentes, e o crescimento das operações internacionais nos ajudaram no período”, explica Ângelo Colombo, CEO da companhia no Brasil.

O volume de prêmios emitidos brutos de comissão cedente atingiu o montante de R$ 367,9 milhões, apresentando alta de 10% em relação a 2017. Os prê­mios ganhos atingiram R$ 324,1 milhões, ultrapassando os R$ 294,8 milhões de 2017. A sinistralidade bruta em 2018 foi de 72,2%, contra 63,7% em 2017 im­pulsionada pela ocorrência de sinistros com grandes perdas. Com a proteção adequada, os sinistros ocorridos líquidos de retrocessão mantiveram-se num patamar próximo ao período de comparação, ficando em R$141,6 milhões (R$ 93 milhões em 2017). A solidez financeira da companhia também ficou registrada pela solvência de capital de 272%.

Entre os segmentos de destaque em emissão de prêmios estão transportes e patrimonial. O primeiro representa cerca de 35,2% da receita líquida dos prêmios, somando R$ 118,6 milhões, enquanto o ramo patrimonial responde por 27,5%, com um crescimento importante em relação ao ano anterior, quando representava cerca 19,5%. Entre as outras linhas de destaque estão responsabilidades (13,54%) e riscos financeiros (13,53%).

“Para esse ano nossa prioridade estratégica é entregar um crescimento sustentável e manter a lucratividade no mercado local e em demais países da América do Sul. Além disso, iremos expand­ir o leque de soluções inovadoras nos segmentos de infraestrutura, energias renováveis, riscos cibernético, climáticos e ambientais, além das produções de entretenimento, aproveitando as oportunidades da região”, finaliza Colombo.

Sobre Allianz Global Corporate & Specialty

Allianz Global Corporate & Specialty Resseguros Brasil (AGCS) é uma operadora líder global de seguros corporativos e uma importante unidade de negócios do Grupo Allianz. A AGCS oferece consultoria de risco, soluções em seguros Property-Casualty e transferência de risco alternativa para uma ampla gama de riscos comerciais, corporativos e especiais em 12 linhas de negócios dedicadas.

Nossos clientes são tão diversos quanto seus negócios, variando de empresas da Fortune Global 500 a pequenas companhias. Entre elas estão as maiores marcas de consumo do mundo, empresas de tecnologia, a indústria global de aviação e navegação, mas também vinícolas, operadoras de satélites ou atores de filmes de Hollywood. Todos procuram a AGCS por respostas inteligentes aos seus maiores e mais complexos riscos em um ambiente de negócios dinâmico e multinacional, e confiam em nós para oferecer uma experiência de sinistros excepcional.

Nós estamos em constante aprimoramento para oferecer o melhor para nossos clientes através de nossa equipe global de cerca de 4.400 colaboradores, de mais de 70 nacionalidades, em 34 países do mundo. Como uma das maiores unidades Property-Casualty do Grupo Allianz, somos apoiados por sólidos ​​índices de força financeira e uma rede global presente em mais de 200 países e territórios. Em 2018, a AGCS gerou um total de € 8,2 bilhões de prêmio bruto em todo o mundo.

MetLife celebra 20 anos de Brasil

Fonte: MetLife

A MetLife celebra sua trajetória no Brasil com incentivo à cultura, patrocinando o musical O Frenético Dancin’ Days’. “Já estamos no Brasil há duas décadas, temos muito o que comemorar. O Brasil é um dos mercados estratégicos e seguimos uma trajetória consistente para alcançar o patamar de empresa referência em seguros de vida, dental e previdência. Nos últimos anos, trabalhamos para ampliar nosso portfólio de produtos, atrair parceiros de distribuição e investimos em tecnologia para oferecer aos nossos clientes uma experiência simples e digital. Para este e os próximos anos, a meta é continuar nesse processo de crescimento”, diz Raphael de Carvalho, Presidente da MetLife Brasil.

O espetáculo O Frenético Dancin’ Days’ chega a São Paulo depois de uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro, visto por mais de 60 mil pessoas. A superprodução resgata a aura mítica em torno da Frenetic Dancing´Days Discotheque, um marco na noite brasileira nos anos 70, especialmente a carioca, que ditou moda, comportamento e celebrou a liberdade.

Informações

Estreia: 15 de março

Horários: Sexta-feira: 21h/ Sábado: 17h e 21h/ Domingo: 18h

Local: 

Teatro OPUS (Av. das Nações Unidas, nº 4777 – Alto de Pinheiros/ 4o piso – Shopping Villa-Lobos) –  www.teatroopus.com.br

Classificação: 12 anos

Duração: 120 min.

Estudo da Capgemini revela que bancos e seguradoras dão pouca atenção para o digital

Fonte: Capgemini

Um novo relatório do Instituto de Pesquisas da Capgemini revela que as empresas de serviços financeiros estão ficando para trás na transformação digital em comparação com outros setores da economia. Afinal, as companhias financeiras reportaram uma queda da confiança em suas capacidades digitais e a falta de habilidade, liderança e visão coletiva necessárias para moldar o seu futuro digital.

O relatório, parte do Global Digital Mastery Series da Capgemini, examina o sentimento sobre as capacidades de liderança e digital entre executivos de bancos e seguradoras comparando com um estudo equivalente de 2012. Mais de 360 ​​executivos de 213 empresas, cuja receita combinada em 2017 representa aproximadamente US$ 1,67 trilhão, foram entrevistados.

As principais constatações incluem:

Confiança nas capacidades de liderança e digital afundou desde 2012

Em comparação com 2012, uma proporção menor de executivos de serviços financeiros disse que suas organizações tinham as capacidades digitais necessárias para serem bem-sucedidas – com aqueles com “confiança” caindo de 41% para 37%. Desmembrando esse dado, embora mais executivos sentissem que tinham as capacidades digitais necessárias na experiência do cliente (40% em comparação com 35%), a confiança nas operações teve uma queda significativa. Apenas 33% dos executivos disseram que tinham as capacidades operacionais necessárias, em comparação com os 46% de 6 anos atrás.

Um déficit na questão da liderança também foi citado, com apenas 41% dos executivos dizendo que suas organizações têm a capacidade de liderança necessária, abaixo dos 51% de 2012. Em algumas áreas específicas, a confiança na liderança caiu significativamente, incluindo governança (de 45% para 32%), engajamento (de 54% para 33%) e na relação entre TI e negócios (de 63% para 35%).

O domínio digital mostra-se ilusório – No framework de “digital mastery” (“domínio digital”), da Capgemini, apresentada no relatório, apenas 31% dos bancos e 27% das seguradoras são considerados “digital masters” ou “mestres digitais”, enquanto 50% e 56%, respectivamente, são classificados como iniciantes.

Os executivos também criticaram a falta de uma visão convincente para a transformação digital dentro de suas organizações. Apenas 34% dos entrevistados nos bancos e 24% nas seguradoras concordaram com a afirmação de que “nossa visão de transformação digital se alinha com o das unidades organizacionais internas”, enquanto apenas 40% e 26%, respectivamente, falam que “há um roadmap de alto nível para a transformação digital”.

A transformação bancária tomou o centro do palco, enquanto o mercado de seguros coloca o foco na automação

Embora as jornadas de transformação digital dos bancos estejam bem encaminhadas, o setor chegou a uma encruzilhada, cita o relatório, ao tentar atender às crescentes expectativas digitais dos clientes, gerenciar as pressões de custo e competir com as novas empresas de tecnologia. Menos da metade dos bancos (38%) afirmam ter as capacidades digitais e de liderança necessárias para a transformação digital. Mas o setor de seguros está se recuperando, com apenas 30% reivindicando ter os recursos digitais necessários e 28% admitindo ter os recursos de liderança necessários.

O setor bancário, no entanto, ultrapassa os setores de serviços não financeiros em recursos como experiência do cliente, capacitação da força de trabalho e alinhamento da tecnologia com os negócios. Dentre as empresas bancárias, 56% delas disseram que usam analytics para um marketing mais eficaz – em comparação com 34% de seguros e 44% do setor de serviços não financeiros. Mais da metade (53%) das organizações bancárias também afirma que o aprimoramento e a reciclagem de suas habilidades digitais são uma prioridade para elas, comparado com 32% para seguros e 44% para serviços não financeiros.

Um ponto de vantagem para as seguradoras é a automação operacional, com 42% dos executivos afirmando que usaram RPA (automação de processos robóticos, na tradução), contra 41% dos bancos e 34% relatando o uso de inteligência artificial nas operações – em comparação com 31% dos executivos de bancos.

Mais desafios à frente – Por outro lado, a inovação do modelo de negócios, definição de uma visão e propósito claros, cultura e engajamento são alguns pontos que são desafiadores tanto para o setor bancário quanto para o de seguros. Apenas 33% das seguradoras e 39% das organizações bancárias lançaram novos negócios baseados em tecnologias digitais, enquanto 41% do setor de serviços não financeiros o fizeram.

Enquanto o setor bancário está em linha com a média dos serviços não financeiros, apenas cerca de um terço (34%) dos bancos tinham uma visão digital alinhada com suas unidades organizacionais. O seguro está ainda mais atrasado, com apenas um quarto (24%) tendo uma visão abrangente. Também em termos de aspectos culturais, apenas 33% dos bancos e 25% das organizações de seguros acreditavam que seus líderes estavam adotando novos comportamentos necessários para a transformação digital, em comparação com os 37% nas organizações de serviços não financeiros.

“Esta pesquisa mostra que uma verificação da realidade ocorreu em todo o mercado de serviços financeiros, já que os executivos agora entendem a verdadeira extensão do desafio da transformação digital. Em um ambiente de crescente competição e expectativa do consumidor, a visão é muito diferente da de alguns anos atrás, e não surpreende que grandes organizações tenham se tornado mais realistas sobre suas capacidades”, disse Anirban Bose, CEO da Capgemini’s Financial Services e membro da Conselho Executivo do Grupo.

“Ao mesmo tempo, esse é um alerta para que bancos e seguradoras reexaminem seus modelos de negócios. O modelo operacional do futuro é colaborativo, inovador e ágil. Os “digital masters” que analisamos estão trabalhando com um ecossistema de parceiros terceirizados, desenvolvendo e testando ideias mais rapidamente sob um modelo de MVP (Model View-Presenter) e alimentando uma cultura de inovação e experimentação de baixo para cima. A maioria das empresas de serviços financeiros precisa aprender com o pequeno grupo de inovadores genuínos em seu campo”, concluiu Bose.

Chubb é a seguradora líder do acidente da Ethiopian Airlines

acidente indonésia

Fonte: Reinsurance News e Blog Sonho Seguro

Relatórios confirmaram que a Chubb era a principal seguradora na conta do jato da Ethiopian Airlines que caiu em 10 de março. A Willis Towers Watson é a corretora de seguros do contrato. O voo ET302 da Ethiopian Airlines caiu logo após a decolagem de Addis Ababa, matando todos os 157 passageiros a bordo.

Segundo o portal Reinsurance News, um porta-voz da corretora revelou ontem que a Chubb e a Willis seriam responsáveis ​​por perdas resultantes do acidente, que estão estimadas em cerca de US$ 50 milhões a US$ 60 milhões.

Os relatórios sugerem que a velocidade vertical do avião foi instável após a decolagem e que o piloto teve dificuldades e pediu para retornar ao aeroporto da capital. Embora a causa do desastre ainda não esteja clara, um sistema antiestolagem automatizado na aeronave Boeing 737 Max 8 está sob investigação.

O acidente foi o segundo em cinco meses envolvendo um 737 Max 8, após o incidente com a Lion Air na Indonésia no ano passado, que matou 189 pessoas. “É altamente suspeito”, disse Mary Schiavo, ex-inspetora-geral do Departamento de Transportes dos EUA, à CNN. “Aqui temos uma aeronave novinha em folha que caiu duas vezes por ano. Isso soa os alarmes na indústria da aviação, porque isso simplesmente não acontece.

Várias companhias aéreas já suspenderam o modelo nesse meio tempo. A brasileira Gol foi uma delas, ao anunciar ontem a suspensão dos voos de suas sete aeronaves da Boeing 737 Max. A companhia opera com esses aviões desde junho de 2018.  A Boeing deve lançar um software para lidar com possíveis problemas no sistema da aeronave, de acordo com informações da Reuters.

Especialistas em aviação discutem o acidente nas redes sociais e sugerem que isso pode ser uma questão relacionada ao incidente da Lion Air. Se for constatado que uma falha no projeto da aeronave, pode haver outras indenizações a serem pagas pela Boeing, caso ela se torne alvo dos pedidos de indenização.

A Reuters também informou que Marsh é a corretora dos seguros da Boeing e que a seguradora britânica Global Aerospace é a principal operadora dos seguros da Boeing e também da Lion Air.
 

DPVAT ultrapassa os 24 milhões de bilhetes no 1o. bimestre de 2019

DPVAT

Fonte: Líder Seguradora

A Seguradora Líder fechou o mês de fevereiro com mais de 8,1 milhões de bilhetes processados do Seguro DPVAT. O primeiro bimestre do ano já contabiliza 24,9 milhões de pagamentos, número 20% maior do que o do mesmo período do ano passado. 

O processo de arrecadação de 2019 continua em todo o Brasil, com vencimentos para proprietários de veículos de diversas UFs e categorias. No caso do Amapá, a data para o pagamento do Seguro DPVAT vai até a próxima sexta-feira, dia 15/03. No caso do Maranhão, o prazo começou no último dia 08 e vai até 26/03, dependendo do final da placa do veículo. Estados como Acre, Alagoas, Amazonas, Goiás, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, e Sergipe também têm vencimentos do prêmio do Seguro DPVAT em março.