Austral registra vendas de R$ 422 milhões em 2018

Austral lucra em 2018

Fonte: Austral

A Austral Seguradora encerrou 2018 com prêmios emitidos de R$ 422 milhões, crescimento de 31% em relação a 2017. O lucro líquido foi de R$ 22,3 milhões em 2018. O patrimônio líquido apurado foi de R$ 152,2milhões e o ativo total atingiu o montante de R$ 1,3 bilhões nesse mesmo período.

Em um ambiente econômico complexo e seguindo uma política conservadora de investimentos, a seguradora apresentou um resultado financeiro de R$ 18,5 milhões. 

A operação de riscos marítimos apresentou um avanço exponencial de 92% em 2018. Já o segmento de riscos de petróleo registrou aumento de 65% em relação a 2017, alcançando a expressiva marca de 31% do mercado. 

“Os resultados do último ano nos deixam confiantes e refletem o esforço constante na melhoria de processos operacionais e melhores práticas de governança corporativa. Mesmo em um cenário desafiador e marcado pela falta de investimento em infraestrutura, mantivemos as despesas administrativas controladas e crescemos em prêmios”, destaca Carlos Frederico Ferreira, CEO da Austral Seguradora. 

Atenta às tendências do mercado em inovação, a seguradora está investindo em tecnologia e processos. “Nossa aposta é desenhar produtos customizados, promovendo soluções diferenciadas e inovadoras na transferência de risco para clientes e parceiros”, resume Ferreira.

Segmento de capitalização arrecada R$ 21 bi em 2018

capitalização Fenacap

Fonte: Fenacap

O setor de Títulos de Capitalização – produtos que oferecem soluções de negócios com sorteios – cresceu 1,2% em 2018, acumulando uma receita global de R$ 21 bilhões. Os dados, divulgados pela Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), revelam, ainda, um aumento de 0,9% nas reservas técnicas, montante correspondente a recursos de títulos de capitalização ativos, resgatados ao final da vigência ou de forma antecipada, que somaram R$ 29,4 bilhões.

“O mercado reagiu, trazendo mais otimismo, em particular pela aprovação do novo marco regulatório do setor”, diz Marcos Coltri, presidente da FenaCap. Segundo Coltri, o normativo traz mais segurança jurídica e, consequentemente, melhora o ambiente de negócios. Ele destaca, ainda, que as modalidades de capitalização estão cada vez mais presentes na vida das pessoas, seja como solução para a conquista da disciplina financeira, para garantia de contratos, para o exercício da filantropia ou para alavancagem de outros segmentos econômicos, acrescentando que a expect ativa para 2019 é de um novo ciclo de lançamento de produtos.

Ao longo de 2018, as empresas de Capitalização distribuíram R$ 1 bilhão em sorteios, o equivalente ao pagamento de R$ 4,3 milhões em prêmios por dia útil do período. Já o montante relativo aos resgates recuou 3,3%, em comparação ao ano anterior. O setor restituiu R$ 17 bilhões a clientes que levaram seus planos de capitalização até o fim do prazo de vigência, ou para aqueles que optaram por antecipar o resgate de suas economias. “Registramos uma tendência à redução dos resgates antecipados logo no início do ano, movimento que se acentuou ao longo do período, possivelmente como reflexo da melhoria das expectativas em relação à economia”, avalia o presidente da FenaCap.

Com a edição do novo marco regulatório da Capitalização, em maio, duas modalidades de produtos foram criadas: Filantropia Premiável e Instrumento de Garantia. Na prática, esses produtos já existiam dentro de outras modalidades, mas agora passam a ter regras próprias, trazendo mais transparência às relações de consumo e novas oportunidades de mercado. “Há uma expectativa muito grande do setor no segmento da filantropia, por exemplo.  Muitas das instituições que atuam nessa área, e já são parceiras de empresas de capitalização, acreditam que o potencial para os títulos de Filantropia Premiável é enorme, em vista da forma como a governança dessas operações de transferência de recursos – por meio da cessão de direito de resgate por parte clientes da capitalização – está estruturada e regulamentada, o que confere mais transparência a todo o processo”, avalia Marcos Coltri.

Segundo ele, As possibilidades que se abrem com a regulamentação da modalidade Instrumento de Garantia , com extensão de seus benefícios para qualquer tipo de relação contratual,  também deixaram o mercado bastante otimista.  “ Temos convicção de que, com as novas regras,  que começam a valer a partir do próximo mês de abril,  o mercado terá uma ambiente mais favorável para desenvolver novas soluções de negócios com sorteios, a fim de atender a novas demandas dos consumidores,  garantindo, assim, um novo ciclo de crescimento no setor Capitalização.

Trilhas FenaCap

Inaugurado no fim de 2018, o programa Trilhas Fenacap foi criado para promover discussões de temas relevantes para o mercado de capitalização. Nas duas primeiras edições, em outubro e novembro, respectivamente, as atenções se voltaram para as oportunidades de negócios trazidas pelo novo marco regulatório. Com a participação expressiva de profissionais do mercado, parceiros comerciais e equipe técnica da Susep, a Federação promoveu debates sobre as modalidades Filantropia Premiável e Instrumento de Garantia.

Títulos de capitalização: soluções para vários perfis de clientes

Instrumento de Garantia (novo)- O título de capitalização substitui a figura do fiador nas transações de aluguel de imóveis e serve de garantia para empréstimos e outros contratos. Nessa modalidade, o contratante do título de capitalização também concorre a sorteios.

Filantropia Premiável (novo) – O consumidor cede o direito de resgate da sua reserva para uma instituição filantrópica previamente credenciada pelas empresas de capitalização e concorre aos sorteios previstos no plano.

Popular – Permite que o consumidor adquira um título de valor acessível, em torno de R$ 7, e participe de sorteios de prêmios em dinheiro, com direito ao resgate de até 50% do valor pago.

Tradicional – O objetivo dessa modalidade é a formação de uma reserva, de maneira programada, por um prazo previamente conhecido e valor pré-determinado. Dá direito à participação em sorteios ao longo de toda a vigência e ao resgate de 100% do que foi pago, atualizado pela TR, ao fim do prazo de contrato. É uma solução para as pessoas que não têm disciplina para guardar dinheiro.

Incentivo – Nessa modalidade, uma empresa de varejo, por exemplo, adquire uma série exclusiva de títulos e cede aos seus clientes o direito a participar de sorteios. É uma forma de alavancar vendas, ampliar mercado, girar estoque e estreitar o relacionamento com os consumidores.

BrasilPrev tem lucro menor, mas reservas avançam 9,5%

A Brasilprev, empresa de previdência aberta do Banco do Brasil e da americana Principal, encerrou 2018 com lucro líquido ajustado de R$ 989,2 milhões, 9,3% inferior aos R$ 1,09 bilhão registrado em 2017. Por outro lado, as reservas técnicas totalizaram R$ 256,8 bilhões, crescimento de 9,5% em relação ao balanço de 2017. A arrecadação total somou R$ 34,7 bilhões no período, variação 15,8% menor em relação ao ano anterior.

Ainda que 2018 tenha sido marcado pelos reflexos da recessão econômica iniciada no ano anterior, a Brasilprev atingiu um recorde. A empresa, que é especialista no segmento de previdência complementar, fechou o ano com R$ 258,9 bilhões em ativos sob gestão, montante 9,5% maior que o registrado em 2017. Com este resultado, a companhia se manteve na liderança nesse indicador, com 30% de market share.

“Após um ano desafiador, alguns indicadores econômicos apresentaram recuperação ao final do exercício, como é o caso das vendas no varejo, que subiram, e dos índices de desemprego, que caíram. Na indústria de previdência complementar, percebeu-se um aumento significativo na competitividade durante o período. Dentre os gatilhos para esse fenômeno, destaque para as discussões em torno da reforma da Previdência Social, que despertou em boa parte da população brasileira a conscientização de que é preciso se planejar para a aposentadoria”, comenta o diretor de Planejamento e Controle da Brasilprev, Nelson Katz. 

Em meio a esse cenário, a Brasilprev trabalhou visando democratizar o acesso à previdência, ajudando as pessoas a entenderem o produto e a terem disciplina na acumulação de dinheiro. Dentre algumas das ações estão o lançamento do produto Brasilprev Fácil, a isenção das taxas de carregamento nas modalidades PGBL e VGBL, disseminação de conteúdo de educação financeira em diferentes plataformas, além da comercialização dos produtos por meio digital”

Veja abaixo mais detalhes da entrevista concedida ao blog Sonho Seguro:

Quais os impactos positivos que prevê para o segmento de previdência aberta com o texto do projeto da reforma da Previdência em analise no Congresso?

Antes de tudo é importante salientar de que as discussões em torno da Reforma da Previdência as pessoas estão se conscientizando de que é preciso se planejar financeiramente para a manutenção do padrão de vida no futuro, o que é benéfico para todo o setor. E em um cenário em que se discute recursos futuros, a previdência é uma ferramenta imbatível, por conta dos benefícios fiscais, tributários e a oportunidade de diversificação de investimentos.

Qual a estratégia da empresa para captar boa parte desta estimativa?

A Brasilprev lançou no ano passado o produto Brasilprev Fácil, que foi concebido justamente com o objetivo de democratizar o acesso à previdência privada. Além da análise de novas soluções, a companhia tem como estratégia fortificar a consultoria para os clientes e sociedade.

Tem alguma campanha já pronta para alertar clientes sobre a importância de pouparem?

A Brasilprev vem trabalhando nas Redes Sociais, disponibilizando conteúdo educativo para aumentar a conscientização em relação à necessidade de acumular recursos de longo prazo. Em paralelo, a empresa investe em tecnologia em prol da melhoria da experiência do cliente em sua jornada previdenciária, o que inclui aprimoramento em comunicação, serviços e produtos.

Em termos de produtos, quais os mais recomendados para os diferentes perfis?  

Primeiramente, temos que citar o Brasilprev Fácil, que foi pensado para as pessoas com renda entre R$ 2.000,00 e R$ 8.000,00, com disponibilidade de contribuições mensais a partir de R$ 100,00. Traz como default, na largada, um plano na modalidade VGBL na Tabela Progressiva do IR e aportes num fundo Premium (Renda Fixa de longo prazo). Se o cliente quiser, pode mudar na contratação essas caraterísticas.

Também é importante ressaltar o fato de que atrelados aos planos que os clientes contratam estão vinculados fundos de investimento que podem potencializar os ganhos no longo prazo. Hoje, existem diferentes opções de investimentos e isso permite, inclusive, que a Brasilprev possa criar composições entre fundos criando o que chamamos de carteiras sugeridas.

Há um estudo para criar produtos e fazer a oferta certa?

Essas combinações são estudadas e fazemos as sugestões aos clientes que possuem perfis mais conservadores, moderados e agressivos. Com as carteiras, o risco total fica mais diluído e há possibilidade de potencialização de maiores rendimentos. Neste conceito, também diferenciamos os clientes por sua idade e fase de vida, ou seja, consideramos que um cliente de perfil moderado de 30 anos, possui um apetite por risco maior do que um cliente de mesmo perfil mas que possua 60 anos, por exemplo.  Para que as carteiras sejam viabilizadas, disponibilizamos nosso portfólio de acordo com categorias diversas:

  • Estratégias em renda fixa: fundos pós-fixados, mistos (pré, pós, índices de preços e crédito privado) e índices de preço com data alvo.
  • Estratégias Multimercados: fundos com baixa, média e alta exposição em bolsa de valores, ativos no exterior e instrumentos derivados ativos financeiros.
  • Data-alvo Multimercado – Ciclo de Vida: fundos que combinam estratégias de renda fixa e multimercado e utilizam um conceito de redução gradual de risco na medida em que a data alvo da estratégia se aproxima   


Liberty Mutual lucra US$ 2,1 bi em 2018; prêmios avançam para US$ 9,4 bi

Liberty lucra em 2018

A Liberty Mutual Holding Inc. e suas subsidiárias reportaram lucro líquido de US$ 2,161 bilhões em 2018, praticamente estável aos US$ 2,142 bilhões. Os prêmios avançaram 6,2%, para US$ 9,4 bilhões. “O crescimento do prêmio foi forte em 6,3% para o ano, com as condições de mercado melhoradas internamente e o crescimento internacional permanecendo robusto em 13,1%”, disse David H. Long, Presidente e CEO da Liberty Mutual. “O lucro líquido foi de US $ 2,2 bilhões, apesar de mais um ano de perdas acima da média por catástrofe. “O índice combinado para o ano inteiro melhorou 6,4 pontos para 99,2% e nossa carteira de investimentos novamente apresentou resultados fortes. Nossa nova estrutura operacional, formando mercados globais de varejo e soluções de risco global, está apresentando resultados tangíveis e nos posicionou bem para continuar melhorando desempenho.”

Swiss Re lucra US$ 421 milhões em 2018

A Swiss Re anunciou no ultimo dia 21 lucro líquido de US$ 421 milhões, contra US$ 331 milhões do ano anterior, alta de 27,2%, apesar do elevado número de pedidos de indenizações por catástrofes naturais e desastres provocados pelo homem, que custaram, em 2018, US$ 3 bilhões, com tufões no Japão e os furacões Florence e Michael na América do Norte.

Concentrando-se em seus resultados de P&C Re, os sinistros combinados atingiram US$ 2 bilhões de catástrofes naturais e US$ 300 milhões de grandes perdas provocadas pelo homem, deixando o lucro líquido da P&C Re em US$ 370 milhões. Seu índice combinado ficou em 104% refletindo esse impacto, mas a Swiss Re destacou uma “abordagem de subscrição disciplinada” que garantiu que ela recebesse preços adequados pela proteção fornecida e ajudou a sustentar o GWP de US$ 16,5 bilhões.

O segmento de resseguro de vida e saúde registrou lucro líquido de US$ 761 milhões, mas a Corporate Solutions sofreu uma perda líquida de US$ 405 milhões.

Em toda a indústria, a companhia constata perdas seguradas globais de US$ 81 bilhões, bem abaixo do valor recorde de US$ 144 bilhões em 2017. A estimativa de 2018, entretanto, seria a quarta mais alta já registrada, disse a Swiss Re no início deste ano.

“Não houve descanso” de grandes catástrofes naturais e desastres provocados pelo homem em 2018, disse Christian Mumenthaler, presidente-executivo da Swiss Re, acrescentando que estava otimista em relação a 2019 e esperava aumentos de preços ainda este ano.

IRB movimenta R$ 2,5 bilhões em oferta

IRB faz emissão

O IRB Brasil Re conseguiu atrair os grandes estrangeiros, que ficaram com 66% da oferta de ações (follow on), informam Agência Estado e Valor. As cinco maiores ordens da operação vieram por parte do gigante norueguês Norges Bank, os britânicos Hermes Investment Management e Schroders, o fundo soberano de Singapura, o GIC, e ainda os americanos Wellington Management e William Blair & Company. A oferta movimentou R$ 2,52 bilhões com demanda total de 3,5 vezes, informa a Agência Estado. 

O preço por ação do IRB foi definido ontem em R$ 91,  abaixo da cotação atual, de R$ 93,75, apesar da demanda ter ficado em torno de três vezes a oferta, traz o Valor. O IRB fez sua oferta pública inicial (IPO) em 2017. Desde então, o retorno foi de 266,4%, ante desempenho de 48,5% do Ibovespa no mesmo período, de acordo com a Economatica. O lucro da companhia saltou de R$ 925 milhões em 2017 para R$ 1,22 bilhão em 2018. O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) subiu de 26,8% para 32,1%.

Susep: entra Solange Vieira, sai Joaquim Mendanha

Como já estava previsto, foi publicado no Diário Oficial a exoneração de Joaquim Mendanha de Ataídes do cargo de Superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Em seu lugar entra Solange Paiva Vieira.

A vinda de Solange para a Susep é tida por profissionais do setor como positiva, principalmente diante da urgência em avançar com a regulamentação das insurtechs, uma mistura de seguros com tecnologia.

Solange presidiu a Associação Nacional de Aviação Civil (ANAC) durante a crise do caos aéreo. Foi responsável pela instituição de várias instruções normativas e atualização de regulamentações do setor. Em sua gestão, também foi adotado um sistema de ponto eletrônico para controlar a frequência dos funcionários. Solange Vieira ainda é pós-graduada em Ciências Contábeis e possui mestrado em Economia, ambos na Fundação Getúlio Vargas (FGV). Também atuou na Secretaria de Previdência Complementar. Durante os oito meses que passou à frente da SPC em 2000 e 2001.

Joaquim Mendanha assumiu a Susep em julho de 2016. No final do ano passado, ele listou 30 resoluções aprovadas e 50 circulares publicadas somente em 2018, para avançar em diversas frentes, como novos produtos, tecnologia e coibição das associações. Para 2019, ele tinha a inovação como prioridade.

Veja a carta enviada por Mendanha aos jornalistas:

Prezados jornalistas, 

Após dois anos e sete meses à frente da Susep, seguirei um novo caminho e me despeço honrosamente do cargo de titular desta autarquia. Durante esse período, sempre exaltei a valorização da imprensa especializada em seguros e também dos demais veículos que abrem espaço para falar sobre o setor. Os meios de comunicação atuam como um dispositivo primordial para que a informação de qualidade chegue ao consumidor final.

Eu sou um entusiasta da comunicação como ferramenta de inclusão social e como um dos alicerces de uma gestão eficiente e transparente. Desde quando assumi como titular da Susep, em julho de 2016, busquei disseminar as boas práticas de comunicação em relação às ações da autarquia e, em conjunto com a minha diretoria colegiada, transmitir informações coesas aos jornalistas, por meio da assessoria de imprensa da Casa.

Concentrei esforços para empreender uma gestão focada em três pilares: o fomento à indústria, a busca pela eficiência com a desburocratização de processos internos e externos e o aperfeiçoamento de um modelo de fiscalização proativo. Como todos sabem, a Susep possui uma missão permanente de auxiliar o desenvolvimento dos mercados supervisionados, assegurando a estabilidade, assim como, os direitos do consumidor.

Posso elencar alguns temas de grande relevância que tiveram ênfase nesta gestão, como a capitalização, o resseguro, os meios remotos, as famílias PGBL e VGBL, o seguro D&O, o mercado de anuidades, o recadastramento dos corretores, entre outros. Foram 30 resoluções aprovadas junto ao Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), 45 circulares emitidas ao mercado, uma gama de comissões e grupos de trabalho, como os de ‘marcado marginal’, Dpvat e inovação e insurtech, além de inúmeras reuniões com equipes técnicas da Susep e de outros órgãos de entidades do setor de seguros e de áreas diversas.

Hoje, em pauta na Susep, há o Plano de Regulação para o exercício 2019 e temas que urgem como o monitoramento eletrônico – que será um divisor de águas para o setor de seguros, a definição da tributação em relação ao seguro de vida universal, o seguro rural e a cobertura intermitente, que já estão em andamento. No mais, a importância que a imprensa exerce como formadora de opinião e difusora de conhecimento merece, de fato, todo o reconhecimento.

Nessa oportunidade, aproveito para expressar meus votos de êxito e sucesso à próxima gestão. 

 Obrigado.

Joaquim Mendanha de Ataídes

Roubo de celular aumenta durante o Carnaval; saiba como evitar contratempos

Fonte: Zurich

O Carnaval, uma das festas mais tradicionais e esperadas pelos brasileiros está batendo à porta. Porém, esta é uma das épocas também em que mais se registram casos de roubo e furto de aparelhos eletrônicos, especialmente celulares, devido à aglomeração de pessoas. Para curtir a folia sem descuidar da segurança e evitar contratempos desagradáveis, é importante estar atento e preparado.

Como ninguém quer deixar de registrar seus momentos de alegria com os amigos, especialistas da área de Afinidades da seguradora Zurich prepararam uma lista de recomendações e cuidados para o Carnaval:

  • Evite expor o celular no meio de aglomerações e tenha cuidado com selfie no meio do bloco;
  • Use pochete ou doleira próximas ao corpo, ou por dentro da fantasia;
  • Nunca coloque o celular no bolso traseiro;
  • Procure ficar em grupos, pois os ladrões preferem vítimas isoladas;
  • Ao atender ou realizar uma ligação, procure ambientes seguros e tranquilos;
  • Não espere os meios de transporte na rua com o celular na mão;
  • Em bares, não deixe o celular em cima da mesa;
  • Teve o celular roubado ou furtado, faça imediatamente o boletim de ocorrência
  • Quando contratar seguro para seu celular, é importante entender a diferença entre roubo, furto qualificado e furto simples.

Conheça as características do seguro Roubo e Furto Qualificado, um dos mais tradicionais para proteção do celular:

  • Esse seguro garante a reposição de um bem (Celular, Notebook, Tablets, Câmeras, itens dentro da bolsa) por modelos iguais ou similares, limitado ao valor da cobertura contratada. Na impossibilidade de realizar a substituição do item, será pago ao cliente o valor em dinheiro conforme constar no bilhete.
  • O seguro traz como principais benefícios a praticidade e segurança no momento da reposição do equipamento, e a economia, já que o custo do seguro é menor do que a aquisição de um novo aparelho.
  • O seguro cobre Roubo, que é caracterizado quando a pessoa sofre ameaça física verbal ou uso de força bruta (exemplo: assalto com uma faca, canivete ou arma); e Furto Qualificado, identificado quando a pessoa não sofre ameaça e só percebe quando se depara com os vestígios do crime (exemplo: notar que o celular foi roubado através de um rasgo na bolsa).
  • É importante notar que o seguro não cobre furto simples, perda ou esquecimento, que é quando a pessoa não percebe o furto e tão pouco encontra vestígios de arrombamento (exemplo: chegar a um local e notar que o celular foi furtado no percurso).

AXA no Brasil atinge R$ 1,054 bilhão de receita

balanço axa 2018

 A AXA no Brasil divulgou hoje seu balanço anual referente a 2018, quarto ano operacional da companhia no país. A receita foi de R$ 1,054 bilhão, 4,7% maior do que o montante atingido em 2017. Para 2019, a companhia espera atingir a marca de R$ 1,5 bilhões em prêmios, considerando a produção integrada da AXA e da AXAXL.

“A receita da companhia manteve-se estável, o que consideramos muito positivo, tendo em vista nossas transformações internas, o cenário econômico brasileiro e o ano eleitoral”, disse Delphine Maisonneuve, CEO da AXA no Brasil.

A companhia conta com plano de longo prazo e olhar promissor em relação aos próximos anos. “Em 2018 continuamos investindo em nossas principais prioridades, que são as Linhas Comerciais P&C e Afinidades, e apresentamos balanços fortes, com os índices de liquidez e solvência acima dos requisitos da SUSEP, Superintendência de Seguros Privados”, afirma Sebastien Guidoni, CFO da AXA no Brasil.

O balanço anual 2018 revela ainda que o mix de negócios da empresa manteve-se em linha com o de 2017. O segmento mais representativo foi o Empresarial (Property), responsável por 35% da receita, seguido pelos produtos que compõem o segmento de Afinidades (Garantia Estendida, Roubo e Furto de Celulares, Prestamista, entre outros), que representou 24% da receita total, um crescimento de 9 p.p.

Segundo Guidoni, 2018 foi um ano de profundas transformações, ajustes e revisão de contratos em busca de maiores níveis de rentabilidade. “Passamos por ampla transformaçãoorganizacional que veio acompanhada de mais rigor técnico e disciplina de custos administrativos. Investimos muito em tecnologia – vamos continuar – e fizemos um aporte de capital relevante para fazer frente ao novo ciclo de crescimento da companhia”, finaliza.

Tokio Marine lucra R$ 331,3 milhões em 2018

A Tokio Marine Seguradora encerrou o ano de 2018 com R$ 5,15 bilhões em prêmios emitidos. Isso representa um crescimento de 7,9% em relação ao ano anterior, enquanto o mercado evoluiu 6,1% (sem VGBL, Saúde e Previdência). A companhia também registrou um aumento de 115,4% no lucro líquido, que chegou a R$ 331,3 milhões no período. O índice combinado foi de 93,5% e a sinistralidade caiu de 58,4%, em 2017, para 52,1%.

“Estamos muito felizes com esta ótima performance, fruto das ações que adotamos em 2018 em relação à precificação, regulação de sinistros e gestão de riscos. Conseguimos manter o crescimento acima da média de mercado, com base em uma estratégia de busca constante por Inovação, Qualidade de Produtos e Serviços e fortalecimento da relação com os nossos 29 mil Corretores e Assessorias”, celebra o presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara.

A companhia registrou crescimento em diversas carteiras ao longo de 2018. O ramo de automóvel manteve o histórico e cresceu 8,4%, contra um aumento de 3,2% do mercado. Outro destaque foi a boa aceitação do seguro vida individual, lançado em abril de 2017. O número de vidas seguradas em 2018 chegou a 54 mil, incluindo os produtos AP Individual e AP Estagiário.

Na diretoria de Produtos Pessoa Jurídica, os destaques de 2018 estão os desempenhos das carteiras de riscos de engenharia, D&O, transportes, riscos diversos e empresarial.

A Tokio Marine internalizou a Assistência 24 Horas do Seguro Automóvel, em um projeto que abrangeu 31 áreas. A seguradora foi também a primeira do País a ter autorização para realizar atendimentos por meio dos aplicativos WhatsApp e Messenger. “Essas iniciativas nos permitem atender cada vez melhor as demandas dos nossos parceiros de negócios e clientes”, complementa Ferrara.

A seguradora conquistou a quinta posição no ranking Melhores Empresas para Trabalhar e foi a terceira entre as Melhores Empresas para a Mulher Trabalhar, nas pesquisas organizadas pelo Great Place to Work® Brasil em parceria com a revista Época.

“É nossa missão proporcionar tranquilidade e segurança às pessoas e às empresas e contribuir para o desenvolvimento da sociedade. Estamos comprometidos com a manutenção do nosso ritmo de crescimento de forma sustentável, e queremos continuar a ser reconhecidos pela qualidade dos nossos produtos e excelência na prestação de serviços”, conclui o Presidente da Tokio Marine.