Susep autoriza operação da BTG Pactual Seguros, com capital de R$ 40 milhões

A BTG Pactual Seguros, controlada pelo banco, obteve autorização da Superintendência de Seguros Privados (Susep) para operar seguros de danos e pessoas em todo o território nacional. Segundo assembleia geral extraordinária realizada em 22 de janeiro de 2019, os acionistas decidiram aportar R$ 40 milhões para começar a operação.

Com novas perspectivas para 2019 para o segmento de infraestrutura e retomada dos investimentos, a nova seguradora surge para retomar sua atuação em seguros voltados para grandes e médios riscos, inicialmente. “Teremos muitas novidades em 2019. Aguarde”, avisou Thiago Moura, CEO da companhia, em entrevista concedida ao blog Sonho Seguro no final do ano passado.

Aplicativo do Seguro DPVAT atinge a marca de 50 mil downloads

Fonte: Líder

Desde o lançamento, em dezembro de 2018, o aplicativo do Seguro DPVAT já foi baixado por 51.589 pessoas e cerca de quase 2 mil avisos de sinistros foram computados diretamente pela plataforma digital. Por meio da ferramenta, vítimas ou beneficiários podem dar entrada diretamente no pedido de indenização nas coberturas morte, invalidez permanente ou reembolso de despesas médicas e suplementares, de maneira prática, rápida e segura. Além disso, o app permite o acompanhamento do andamento do processo e o recebimento de notificações sobre o envio de documentações complementares, que estejam pendentes para que a indenização seja concluída.

É importante reforçar que, seja pelo aplicativo ou em um dos 8 mil pontos de atendimento espalhados pelo Brasil, a documentação entregue precisa estar completa e de acordo com a cobertura solicitada. O aplicativo do Seguro DPVAT está disponível gratuitamente para download nas lojas Google Play (para celulares Android) e Apple Store (para iPhone).

D’Or Consultoria chega a 1,7 milhão de vidas em 4 anos

Bruno Blatt - CEO da Qualicorp

Fonte: release

A D’Or Consultoria, empresa do Grupo Rede D’Or São Luiz especializada em seguros e benefícios, começa 2019 acelerando. Por meio do modelo de negócio desenvolvido, o AceleraD’Or, a empresa vem atuando como uma espécie de aceleradora de pequenas e médias corretoras. “Quem, hoje, não quer ter um significativo aumento de carteira aliado à diminuição de custo operacional?”, questiona o CEO Bruno Blatt.

Em 2017, a empresa iniciou o processo de aquisições com a Chaw Om, corretora baiana especializada em benefícios corporativos. No mesmo ano, adquiriu, em São Paulo, a Gateway, hoje conhecida no mercado por D’Or PME. “O AceleraD’Or é intensificado num momento em que a empresa deseja expandir ainda mais sua atuação, mas sabe que, para isso, também precisa fortalecer o mercado”, conta Blatt.

Por isso, em poucos meses, fez significativas aquisições de corretoras como a Trix, Kappius, G3 e Basic no Rio de Janeiro; Sinapse, em São Paulo; além disso, outras estão em prospecção e mais novidades serão anunciadas em breve. “Só nesse início de projeto do AceleraD’Or, mais R$ 420 milhões  em prêmios anuais foram incorporados na D’Or”, destaca Blatt.

As corretoras investidas contam com inovação tecnológica e suporte especializado nas mais diversas áreas da operação. Assim, conseguem vender mais, melhor e reduzir custos, potencializando resultados e atendendo a empresas de todos os tamanhos sem necessidade de estrutura própria. 

A D’Or Consultoria conta com uma carteira com mais de 1.200 clientes; 1,7 milhão de vidas administradas; escritórios em 4 capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia); e projeto para a abertura de novas filiais em locais como Sergipe, Pernambuco, Ceará, Pará, Brasília, Paraná e Amazonas, e expansão no interior de São Paulo e Rio de Janeiro. Com o alicerce do maior grupo hospitalar da América Latina, a empresa nasceu em 2015 para ser uma das maiores corretoras do país – e o objetivo já foi alcançado. Hoje, menos de quatro anos depois, está no top 5 brasileiro, com mais de R$ 2,5 bilhões em prêmios só em 2018. 

Para Blatt, a expansão pelo AceleraD’Or será vital para aprimorar uma receita que já deu certo. As fusões fazem parte da estratégia do Grupo Rede D’Or São Luiz, que, através da D’Or Consultoria, se aproxima cada vez mais dos clientes e agrega valor na gestão dos custos em benefícios e seguros, com foco no segmento saúde.

SulAmérica muda estrutura de marketing e digital

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica anunciou mudanças em sua estrutura. Duas diretorias foram elevadas ao nível de vice-presidências e as áreas de Marketing e Comunicação Institucional foram incorporadas pela vice-presidência Comercial.

A área de Estratégia Digital, Advanced Analytics, Inovação e TI, responsável pela transformação digital da companhia, passou a ser uma vice-presidência liderada pelo executivo Cristiano Barbieri. A SulAmérica tem investido continuamente em inovação tecnológica para aprimorar a experiência do cliente, um processo que tende a se intensificar nos próximos meses, com novidades na área de telemetria e teletriagem médica.

A área de Capital Humano, Administrativo e Sustentabilidade, que trata de dois temas fundamentais para a seguradora – o desenvolvimento das equipes de colaboradores e a agenda estratégica de sustentabilidade – também passa a ter status de vice-presidência e continua liderada por Patrícia Coimbra.

A SulAmérica anunciou também que as áreas de Marketing e de Comunicação Institucional foram incorporadas à vice-presidência Comercial, liderada por André Lauzana; o objetivo é proporcionar ainda mais sinergia para o relacionamento com o público externo, com destaque ao corretor de seguros.

Ainda na SulAmérica, a área de Estratégia e Gestão de Projetos passou a compor a diretoria Financeira, na vice-presidência de Controle e Relações com Investidores. O executivo Carlos Alberto Trindade sairá da companhia para desenvolver carreira como conselheiro e empreendedor.

Tokio Marine leva atleta mirim para Rio Open

Fonte: Tokio Marine

A Tokio Marine proporcionou a Kauã Martins Mendonça, de 12 anos, a experiência de participar do Rio Open 2019, maior torneio de tênis da América do Sul. Atleta de tênis desde os quatro anos, Kauã realizou o sorteio da moeda (coin toss), que definiu quem começaria a sacar e de qual lado da quadra cada jogador iniciaria a partida. A ação foi promovida em um dos principais jogos da noite, entre as duplas brasileiras: Thomaz Bellucci e Rogério Dutra Silva contra Marcelo Melo e Bruno Soares. Bellucci e Dutra Silva saíram vencedores e jogam a semifinal de duplas nesta sexta-feira (22).

Kauã é aluno do Instituto Futuro Bom, organização apoiada pela Tokio Marine, que promove a inclusão social de crianças e adolescentes de comunidades carentes no Rio de Janeiro por meio do tênis e do incentivo à educação.

Este é o quinto ano consecutivo em que a Tokio Marine é patrocinadora do Rio Open. A empresa trouxe ao torneio sua expertise em proporcionar tranquilidade e segurança às pessoas: ofereceu um espaço com 55 lockers para o público das partidas guardar com segurança seus pertences. Junto ao estande da Seguradora, há também um painel personalizado pelo artista Fabio Polesi, onde o público pode fazer fotos descontraídas e compartilhar sua experiência nas redes sociais.

Com os alunos do Instituto Futuro, além do sorteio da moeda, a seguradora também levou um dos atletas do projeto social para disputar um ponto com o tenista Felix Auger-Aliassime, vencedor de uma das partidas do evento.

AXA lança programa de relacionamento com corretores

Fonte: AXA

Eventos de lançamento em São Paulo (19) e No Rio de Janeiro (20) contaram com a presença de cerca de 60 corretores.

A AXA no Brasil lançou com eventos em São Paulo (19) e no Rio de Janeiro (20) seu programa de relacionamento para corretores, o AXA Experience Club. O objetivo é entregar a cada parceiro um rol de produtos, soluções e formatos de atendimento adequados ao tamanho, foco, produção e potencial de cada parceiro. A iniciativa parte da segmentação dos corretores em cinco grupos – Exclusive, Premium, Blue, Red e White.

“Estamos iniciando nosso quinto ano de operações no Brasil, com negócios estruturados em Grandes Riscos, Médio Mercado e PMEs. Entendemos que é fundamental aprimorar o modelo de atendimento em todas as frentes e trazer benefícios claros e tangíveis para cada perfil de parceiro. A ideia é trazer o corretor para perto e construir junto”, afirma Erika Medici, vice-presidente Comercial e Marketing.

Em São Paulo, o evento ocorreu no foyer do cinema do Shopping Cidade Jardim, no bairro do Morumbi. “Estou muito feliz em receber nossos parceiros. É uma oportunidade de eles conhecerem os executivos da companhia, conversar e, claro, conhecer o AXA Experience Club. Estamos muito entusiasmados com esse novo momento da companhia e queremos compartilhar isso”, comenta Alexandre Oliveira, diretor Comercial Regional São Paulo.

No Rio de Janeiro, a companhia recebeu os corretores da capital e região metropolitana no Lagoon, à beira da Lagoa Rodrigo de Freitas no Leblon. “É muito importante ter nossa CEO aqui, junto com os parceiros. Esse contato é fundamental e passa a mensagem de que a companhia está de portas abertas para todos que desejam trabalhar conosco. Vamos afinando a comunicação e a parceria”, explica Karine Brandão, diretora Comercial Regional Rio de Janeiro Espirito Santo e Nordeste, também responsável pelo modelo de atendimento focado em corretores White e Red, categorias de entrada no AXA Experience Club.

Seguro de vida deve se reinventar para conquistar novas gerações

seguro de vida

por Márcia Alves

Evento do CVG-SP apontou a necessidade de coberturas inéditas, maior uso da tecnologia e de produtos com foco no perfil do cliente e proposta de valor.

Apesar do bom desempenho registrado no ano passado, quando cresceu quase 10%, o seguro de vida ainda não desenvolveu todo o seu potencial de expansão – apenas 19% dos brasileiros possuem esse seguro, segundo estudo da Universidade Oxford. Para Silas Kasahaya, presidente do Clube Vida em Grupo São Paulo (CVG-SP), a expansão dos seguros de pessoas, em especial do seguro de vida, passa pela criação de novos produtos e formas de distribuição que atendam às necessidades de proteção da geração atual e dos novos consumidores. 

“Essa diversidade de gerações traz impactos demográficos e requer nova formatação dos produtos de vida”, disse Kasahaya durante sua participação na mediação do Workshop “O cenário atual no desenvolvimento de produtos de vida”, realizado pelo CVG-SP, no dia 21 de fevereiro, no auditório do Sindseg-SP. 

Debatedora no evento, Asenate Souza, coordenadora da área de Orçamentos e Aceitação Vida e Previdência na Porto Seguro, observou que a indústria de seguros tem evoluído na adoção de novas tecnologias e na criação de produtos adaptados ao perfil do consumidor, mas ressaltou que a mudança precisa ir além. “A inovação não deve ficar restrita ao desenvolvimento de novos produtos, e sim a todo o processo. Isso significa processos ágeis e simples e comunicação clara e assertiva a fim de atingir todos os perfis de clientes”, disse.

Na avaliação de Aline Cipolla, gerente de Produtos Vida e Dental na Metlife, o mercado de seguro de pessoas precisa se reinventar e, ainda, oferecer uma proposta de valor. “Criamos produtos pensando no pai de família, nas pessoas solteiras ou para doenças graves. São válidos estes produtos, mas precisam ter valor e fazer sentido para o consumidor. Por isso, o primeiro passo é entender o cliente”, disse. 

Gustavo Arruda, coordenador de Novos Produtos na Icatu Seguros, aproveitou a deixa para apresentar o perfil do novo consumidor, extraído de um estudo encomendado pela Icatu Seguros. “Os nativos digitais querem praticidade, comunicação simples, rápida e sem burocracia. Não gostam de preencher longos questionários, fazem tudo pelo celular, valorizam experiências e não se preocupam em acumular bens”, disse. 

“O foco nas novas gerações é importante, mas não podemos nos esquecer das gerações atuais”. O alerta partiu de um dos debatedores, Tiago Moraes, que é responsável pela área de Produtos e Operações da Mitsui Sumitomo Seguros. Ele reconhece que o uso de novas tecnologias no seguro é “um caminho sem volta”, porém, adverte que a dificuldade de comunicação com o cliente ainda permanece. “Temos de começar a distribuir valor, em vez de produto”, disse.

Disrupção em seguro

Além do foco nas novas gerações, Gustavo Toledo, diretor Relações com o Mercado do CVG-SP, entende que também é preciso investir em nichos para aumentar a penetração do seguro de vida. Em sua visão, a espera pela aprovação do Universal Life não pode justificar a falta de inovação, que tem a ver com disrupção. “Vejam o exemplo da Uber, que forçou a mudança de mercado. Esse é o nosso desafio”, disse. 

Gustavo Arruda foi buscar um conceito muito usado no mundo digital, que é a oportunidade do micro-momento, ou seja, pequenas fatias de tempo em que as decisões do cliente acontecem. “O cliente vive diversos micro-momentos. Qual seria o push (notificação por celular) para fazer uma oferta de seguros?”. Em sua visão, o mercado deve aproveitar os micros-momentos do cliente, como o nascimento do filho ou uma viagem, para gerar uma experiência de compra. 

Inovação em coberturas

Como mediador do evento, Kasahaya questionou os debatedores em relação à inovação na formatação de coberturas do seguro de vida. Aline Cipolla citou o avanço da cobertura de doenças graves, que cresceu mais de 12% no ano passado, segundo dados da Susep. Segundo ela, a MetLife tem revisitado essa cobertura, por meio da atualização da lista de doenças, consultoria com médicos e análise de sinistros. “Também revisamos saúde e perda de renda e verificamos que algumas assistências nunca eram usadas”, disse. 

Aline Cipolla lembrou, ainda, que na Ásia e África é possível contratar seguros para curto período de tempo e até para determinada enfermidade, como câncer ou diabete, caso da China. Outros países oferecem descontos para quem adota estilo vida mais saudável. “Isso quebra os padrões que trabalhamos e nos provoca a pensar se não podemos fazer o mesmo para aproveitar as oportunidades”, disse. “Nesse sentido, já estamos amadurecendo”, afirmou Tiago Moraes.

Ao final da segunda parte do evento, dedicada ao debate com a plateia, Kasahaya comentou o sucesso do workshop. Ele informou que devido à lotação do auditório, o CVG-SP já possuía uma lista de espera de mais de 60 inscritos para uma eventual segunda edição do evento. “O ano está apenas começando e já temos a agenda do semestre com eventos marcados para abril (11/04), para discutir a reforma da Previdência, e  maio (23/05), quando receberemos o novo presidente da FenaPrevi”, disse. 

Liberty lança cobertura de pneus, rodas e suspensão para clientes de seguros auto

Fonte: Liberty

Novidade foi disponibilizada para clientes em São Paulo e Curitiba

A Liberty Seguros lançou em janeiro sua mais nova cobertura para clientes de seguros de automóvel, a cobertura Proteção Roda e Pneu. Com a nova funcionalidade, os segurados de São Paulo e Curitiba podem contar com serviço exclusivo de troca de pneu, roda e substituição do sistema de suspensão em caso de impactos acidentais em guias, meio-fios, blocos de sinalização de pista, buracos, desníveis acentuados, pedras e vidros .

A Liberty é a primeira seguradora a disponibilizar esta cobertura no mercado em parceria com a Autoglass, e a mesma é válida para clientes dos produtos Auto Perfil, Affinity Auto Perfil e Auto Exclusivo e garante a mão de obra e a troca da peça avariada.

“A Liberty Seguros trabalha para sempre oferecer os produtos e serviços mais completos aos seus clientes, para que eles fiquem despreocupados. Em breve, os clientes de todas as regiões terão acesso a mais esta cobertura”, diz Paulo Umeki, Vice Presidente de Produtos da Liberty Seguros. “Com o lançamento dessa cobertura, corretores passam a ter mais um diferencial no momento de ofertar e fidelizar sua carteira de automóvel”, completa.

HDI Seguros se une a aceleradora Distrito para desenvolver insurtechs

Fonte: HDI

Apoio da seguradora ao Distrito Fintech, inaugurado hoje, visa acelerar a transformação digital da companhia

O Distrito Fintech é realidade: o campus de startups dedicado à inovação para serviços financeiros e seguros foi inaugurado nesta quinta-feira (21), em São Paulo. Murilo Riedel, CEO da HDI Seguros, cofundadora da iniciativa, participou da cerimônia de abertura e reforçou a importância do espaço no atual momento da seguradora, que tem digitalizado seus produtos e processos com o objetivo de humanizar sua atuação e relacionamento com os clientes.

O executivo defendeu que a inovação é item obrigatório no mundo dos negócios hoje e a agilidade é crucial nesse processo. De acordo com ele, a transformação do setor de seguros passa pela incorporação do pensamento disruptivo para o contínuo ciclo de desenvolver soluções, testar, aperfeiçoar e aplicar.

A companhia está investindo R$ 120 milhões em startups alocadas no Distrito voltadas à criação de serviços que, de alguma forma, componham a operação da HDI. “Visamos a construção de um ecossistema que representará 20% das nossas vendas no mercado, apoiado por ferramental e produtos novos, que estejam alinhados a essa nova forma de pensamento”, resume Riedel.

O Vice-Presidente Técnico da companhia, Fábio Leme, também debateu a questão no painel “Existe disrupção iminente na indústria de seguros?”. Ele argumentou que o próximo ciclo de vida das seguradoras passa diretamente pela conquista de quatro objetivos: ampliar a adesão da população aos seguros por meio de uma comunicação mais simples e clara; tornar a estrutura das empresas mais leve e eficaz; disponibilizar produtos que atendam necessidades simples, mas que sejam apoiados por tecnologias complexas, como big data e reconhecimento facial; e forjar novos modelos de negócios sob o conceito de cross learning, onde companhias firmam parcerias estratégicas para criar soluções novas a partir da complementaridade dos pontos fortes de cada uma.

“A HDI é uma empresa em pleno processo de reinvenção do seu negócio”, admitiu o executivo. “Estamos expandindo o conceito de proteção, para que o foco sejam as pessoas e a garantia de que tenham sua mobilidade plenamente assegurada, em qualquer meio que escolherem para ir de um ponto a outro”, finalizou.

IRB inicia road show nos EUA

Depois de uma semana em road show em Londres, agora a equipe do IRB Brasil Re parte para os Estados Unidos para a venda da participação do Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (FGEDUC)  segue agora para os Estados Unidos. O grupo fará apresentações entre 23 a 28 de fevereiro de 2019, nas cidades de Boston e Nova Iorque, nos Estados Unidos, segundo apurou o blog Sonho Seguro.

De 16 a 20 as apresentações foram em Londres, Inglaterra. A equipe apresenta aos investidores estrangeiros os bons resultados obtidos pelo maior ressegurador brasileiro desde a abertura de capital na bolsa, em julho de 2017, quando levantou R$ 2 bilhões.

De acordo com a Agência Estado, o ressegurador já tem demanda para emplacar sua oferta de ações (follow on). Até o momento, a companhia obteve 1,1 vez a operação. No preço de ontem, de R$ 92,75, a oferta movimentaria R$ 2,56 bilhões. A apresentação aos investidores (roadshow) vai até a próxima terça-feira, dia 26, quando o ressegurador deve precificar a oferta. Por ora, cerca de 75% da demanda vêm de estrangeiros. A operação visa a dar saída ao Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc), que detém uma fatia de 8,9% da companhia e é administrado pela Caixa Econômica Federal.

Antes de iniciar o road show, o IRB anunciou uma oferta secundária de ações que deve arrecadar cerca de R$ 2,5 bilhões. O fundo da Caixa Econômica Federal, que quer vender sua participação de 8,9% no IRB, participa do road show.

O preço do IPO elevou as ações a R$ 27,24, com cerca de 73,5 milhões de ações vendidas pelos principais detentores do IRB Brasil Re. O IRB também revelou que as unidades de banco de investimento da Caixa Econômica Federal, do Bank of America Merrill Lynch, do Banco Bradesco SA, do Itaú Unibanco Holding SA e do Banco do Brasil SA administrarão a oferta. No acumulado do ano, o lucro líquido ficou em R$ 1,21 bilhão, 31,8% superior ao resultado obtido em 2017. Em prêmios emitidos, o IRB totalizou R$ 6,7 bilhões, alta de 20%.

“Nos próximos quatro anos, a previsão de retomada do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) favorece a expansão do mercado de resseguros, que nos últimos seis anos apresentou um crescimento médio de 21% ao ano. Além disso, o retorno dos projetos de infraestrutura, somados aos novos leilões da Agência Nacional do Petróleo (ANP), às privatizações e à nova dinâmica para os planos VGBL, podem trazer um novo impulso para a indústria, uma expansão que pode superar o crescimento do PIB”, informou no relatório do balanço.