Precisamos debater a longevidade, afirma Mongeral Aegon

Mongeral Aegon

Completou 60 anos e reclama? Mas pensa bem. Qual seria a outra alternativa a não fazer aniversário? Por isso, a longevidade é algo bom. Acredite. Aliada à qualidade de vida, com alimentação saudável, prática de esportes, convivência e reservas financeiras, é uma verdadeira benção. Mas como conquistar esse equilíbrio? 

Esse foi o tema do debate promovido pelo Instituto Mongeral Aegon dentro do ciclo de Inovação e Tendências, promovido no Centro Cultural dos Correios, no Rio. “Além de cada um se conscientizar que precisa se preparar, será que nossas cidades estão preparadas para a longevidade?”, questionou Henrique Noya, diretor executivo do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon.

Todos concordaram que o Brasil está envelhecendo sem pensar na longevidade. Em 2050, estudos mostram que o Brasil  será o país com maior número de pessoas com mais de 60 anos. “Temos muitas políticas para desenvolver o indivíduo, como empreender, que é o caminho para sustentar o crescimento econômico do Brasil. Mas temos de aproveitar que no ano que vem teremos eleições e podemos exigir que os candidatos se posicionem sobre quais politicas públicas serão implementadas”, reforça Clarissa Filgueiras, analista do Sebrae.

Uma das iniciativas do Instituto Mongeral é a criação do Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade, feito em parceria com a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EAESP). Com este Índice, são reveladas as atuais condições de 498 cidades brasileiras, tendo em vista sua capacidade de atender às necessidades básicas de vida, destacadamente dos adultos mais idosos. “A nova edição esta quase pronta e será um bom tema para ser debatido pelos candidatos às prefeituras”, citou Noya. 

Tão importante quanto incentivar o desenvolvimento e incentivos de políticas públicas, é prioritário que cada qual invista em sua própria vida. “Todos precisam se reinventar. Não há empregos para todos e os salários de R$ 20 mil não são mais a realidade de muitos”, citou Patrícia Braga, empreendedora aos 50+, na Navi Delicias, na qual vende artesanatos e artigos de culinária em uma bicicleta. 

Patrícia conta que sua carreira foi desenvolvida em multinacionais, na quais viajava muito para o exterior. Quando foi demitida aos 50, passou por um luto empresarial de três anos “É preciso se atualizar, pesquisar cursos gratuitos e online, acreditar e ser humilde. Pouco a pouco percebemos que a vida de empreendedor traz desafios, mas o prazer e a saúde são mais relevantes do que a pressão do mundo corporativo”, afirmou. 

Sergio Duque Estrada, 60+, trabalhou durante anos em bancos de investimentos. Hoje, usa sua experiência e networking para criar facilidades para esse nicho da população, por meio da representação da Aging 2.0. Ele ez carreira em bancos de investimentos, e ha alguns anos passou a se envolver com o mercado imobiliariio voltado para o tema longevidade. Foi quando descobriu algumas startups no Vale do Silicio e trouxe algumas ideias para o Brasil. Fez varias parcerias, incluindo a Universidade de São Paulo (USP) e a prefeitura de São Paulo, com as quais realiza eventos voltados para as gerações 60+. 

Apesar desses eventos não falarem diretamente de tecnologia, é ela que vai ajudar a trazer escala para qualquer negócio que se pense em criar para este nicho da população ao proporcionar redução de custos e, portanto, inclusão. “Temos um time bastante atuante. Em 2018, conseguimos atrair mais de 100 empreendedores com ideias de negócios voltados para a longevidade. De concreto, selecionamos 20 ideias que estão dando muito certo. Estamos agora na segunda chamada, com 125 inscritos e já temos 10 finalistas, que serão anunciados em 28 de agosto, em um evento sobre longevidade em São Paulo. 

A conclusão é que a longevidade é um tema relevante e praticamente novo no Brasil, que caminha para ser um dos países mais velho do planeta a partir de 2050. E já está mais do que na hora de não só colocar em prática aquilo que depende de cada um, como praticar esportes, se alimentar corretamente e poupar, como também fomentar política públicas e privadas que discutam a geração de empregos, de lazer, de educação, de mobilidade entre tantas outras demandas. 

Eis um nicho de negócio atraente para quem realmente souber entender a dor de um cliente que já tem idade para saber o que quer e o que não quer em sua vida. “O tema longevidade é transversal e temos de nos preocupar com ele desde que nascemos”, disse Monica Martins, gerente de comunicação da Mongeral Aegon, seguradora centenária, especializada em seguros de pessoas. Este foi o terceiro debate e muitos outros estão na agenda para contribuir com a construção da longevidade no Brasil.

Caixa Seguridade lucra R$ 779 milhões no semestre

O lucro líquido da Caixa Seguridade avançou para R$ 779 milhões no acumulado no primeiro semestre de 2019, alta de 12,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, com margem líquida em 83,1% e com um retorno sobre o patrimônio liquido de 33,3% projetado para o ano.

O faturamento das empresas do grupo cresceu 17,4%, para R$ 16,2 bilhões nos primeiros seis meses do ano, sendo 18,9% nos produtos de seguridade (seguros, previdência e capitalização) e 4,3% nos negócios de consórcio.

Segundo comunicado da empresa, no segmento de seguros, excluídos os seguros de saúde e odontológico, o faturamento do primeiro semestre de 2019 foi 9,9% maior que o mesmo período de 2018. O destaque da produção neste semestre foi o seguro prestamista, que cresceu 29,1% na soma dos prêmios emitidos pela Caixa Seguradora, que aproveitou o crescimento da concessão de crédito consignado na Caixa.

A previdência privada também se destacou neste semestre e manteve a trajetória de crescimento, com arrecadação de R$ 9,9 bilhões, 22,7% a mais em 2019 na comparação com o acumulado até junho de 2018. O faturamento dos produtos de capitalização cresceu 21,5% no primeiro semestre de 2019, para R$ 810 milhões.

Mongeral Aegon promove encontro com Sincor-SP

Fonte: Mongeral Aegon

A seguradora multinacional Mongeral Aegon recebeu na sua sede, na cidade do Rio de Janeiro, as diretorias executiva e regional do Sincor-SP. O encontro aconteceu nos últimos dias 8 e 9 de agosto. Na ocasião, os participantes puderam conhecer um pouco das instalações da companhia, que completa 185 anos em janeiro, além de participar de reuniões e palestras com a diretoria e lideranças da seguradora. Foram apresentados temas como as oportunidades do mercado de vida e previdência e as ações de valorização realizadas pela companhia para os corretores.

“Este encontro foi muito importante para, além de conhecer as instalações da Mongeral Aegon no Rio de Janeiro, estreitarmos ainda mais os laços enquanto distribuidores deste mercado. O convite certamente é uma demonstração de prestígio que será recompensada com muita parceria e produção”, comentou Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP.

Para Marco Antônio Gonçalves, vice-presidente do Conselho Consultivo da Mongeral Aegon, é fundamental realizar estas ações juntamente com o mercado. “Neste ano, já realizamos um encontro nacional com os presidentes dos sindicatos e com a diretoria da Fenacor, que foi muito proveitoso. Agora, estamos nos aproximando cada vez mais das iniciativas locais, e o encontro com o Sincor-SP foi o que deu início a estas iniciativas da companhia. Tenho certeza de que todos saíram do encontro com ideias para estreitar ainda mais a aliança com a seguradora e com o mercado de vida”, comentou o executivo.

SulAmérica passa a contar com serviço de martelinho no seguro de automóvel

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Fonte: SulAmérica

Disponível em todo o País, técnica consiste em eliminar amassados de veículos em até uma hora, mantendo características originais do carro

Com o objetivo de facilitar reparos nos veículos de seus clientes, a SulAmérica, maior seguradora independente do País, passa a contar com a cobertura de martelinho, serviço que não utiliza tinta e lanternagem convencional no conserto, e, por isso, não deprecia o valor do veículo, mantendo as características originais do carro. A novidade está disponível em todo o País e pode ser contratada de forma adicional no seguro de automóvel e é ofertada pela companhia junto com o serviço de reparo de para-choque.

“A partir de agora, os clientes da SulAmérica podem sair da oficina com o carro consertado em até uma hora no caso de poucos amassados. O serviço utiliza métodos diferenciados para o conserto e está disponível para amassados pequenos e grandes, ainda que não alcancem o valor de franquia. O investimento que estamos fazendo com o lançamento do martelinho em nosso portfólio vai de encontro às necessidades dos clientes que buscam cada vez mais agilidade e serviços convenientes.” destaca o vice-presidente de Auto e Massificados da SulAmérica, Eduardo Dal Ri.

A proteção é ideal para casos de amassados que ocorrem em portas, para-choques e outras peças quando o carro está estacionando. O serviço dura, em média, uma hora por peça.

Conheça a EVA, assistente virtual que a Europ Assistance criou para seguros

Pensando sempre em maneiras de aprimorar o seu atendimento e a sua relação com o cliente, a Europ Assistance Brasil (EABR) oferece aos seus clientes da carteira Auto, a EVA – Europ Virtual Agent – a primeira agente virtual com atendimento 100% digitalizado do mercado de assistência e de seguros.

A solução é inovadora, pois usa inteligência artificial cognitiva, o atendimento possui uma linguagem natural e não de robô, é um tipo de tecnologia complexa e muito mais completa em relação a outras assistentes disponíveis hoje no mercado, conforme explica Ricardo Alexandre dos Santos, diretor executivo de operações, da EABR. “A EVA não faz trabalhos operacionais simples, como emitir a segunda via de um boleto, por exemplo. Ela é programada para executar tarefas de alta complexidade, como atender clientes em situação de emergência para atendimento de Assistência para serviço de mecânico ou reboque, além de ser capaz de aprender com a jornada do cliente e aprimorar seus processos. Somos os pioneiros no atendimento receptivo de agente virtual, não há nenhuma companhia fazendo isso nesse mercado hoje”, afirma o executivo.

A ideia da agente virtual nasceu do desejo de aperfeiçoar a experiência do cliente, dando mais eficiência ao atendimento, tornando-o mais ágil. Durante os testes, os especialistas da companhia perceberam que o atendimento virtual poderia ser algo ainda maior. Mais do que ser um robô assistente, a tecnologia do projeto foi aprimorada e ganhou nome e voz humana, tornando-se a persona EVA.

Ao utilizar a EVA como ferramenta de atendimento, a EABR tem sido capaz de minimizar a possibilidade de atritos entre empresa e consumidor. O suporte da EVA também possibilita que o contato seja feito 24 horas por dia e 7 dias por semana com capacidade ilimitada e sem precisar esperar pela disponibilidade de um operador humano.

Desde sua implementação, em janeiro de 2019, a assistente acumula bons resultados para automatização do call center, padronização da interação com o cliente e possibilidade de atendimento de diversos clientes de forma simultânea, reduzindo o tempo médio de chamada em até 30%.

“O atendimento digital nesse mercado é um grande desafio, já que a demanda pelos serviços prestados por nós, provem por natureza de momentos ou situações de alto estresses para o cliente. A dúvida principal era se o robô seria capaz de administrar esse tipo de ocorrência. Para nossa surpresa, ela está não apenas funcionando muito bem, como também está trazendo qualidades superiores as do atendimento humano”, comemora Tiago Massarico, diretor de Melhoria Contínua e Automação da Europ Assistance Brasil.

A EVA permite que o contato com o cliente seja feito de forma inteligente, agradável e assertiva. Os longos menus de atendimento, que tanto irritam e confundem os consumidores, não são mais necessários. Isso porque EVA não é um bot com respostas prontas, mas sim uma inteligência artificial apta a assimilar, aprender e compreender a intenção humana, sendo capaz de aplicar esses conhecimentos na eficiência de comunicação da jornada do cliente, apresentar as soluções disponíveis e aplicá-las sem a necessidade de um operador humano.

“Há muitos casos nos quais a pessoa nem mesmo se dá conta de que está conversando com uma assistente digital”, conta Massarico. Mesmo assim, ele ressalta que a necessidade de mudança e digitalização da EABR vem acompanhada do entendimento de que nem todos os públicos e gerações estarão pré-dispostos a serem atendidos por esses agentes virtuais. “Àqueles que têm, de fato, resistência em serem atendidos digitalmente, há sempre a opção de direcionamento a um atendente humano”, explica. Caso o cliente expresse a vontade de conversar com um atendente humano, a EVA faz esse direcionamento.

Hoje, a EVA atua na abertura de serviços para atendimento de emergências de automóveis – como pane e guincho – mas a expectativa da companhia é que, ainda em 2020, o serviço chegue também à assistência residencial. A companhia estima para o próximo ano que cerca de 50% a 60% de todos os atendimentos deverão ser feitos em canais digitais. 

A capacidade de adaptação às novas tecnologias do mercado é uma das marcas da empresa para oferecer uma experiência ímpar a seus clientes de forma ágil, eficiente e competitiva.

AIG Seguros anuncia novo CFO para o Brasil

Fonte: release

Hercules Pascarelli possui quase 20 anos de experiência profissional em diversas empresas e seguradoras

A AIG Seguros, que este ano completa 100 de presença no mundo e 70 de atuação no Brasil, acaba de contratar Hercules Pascarelli para seu time de executivos, na posição de CFO (Chief Financial Officer) da empresa no país. Com sua experiência no mercado segurador, a partir de 12 de agosto Hercules vai liderar o time financeiro e ajudar a manter a trajetória de disciplina financeira e de subscrição da companhia. 

No Brasil, a estratégia da companhia está focada em rentabilidade no segmento de riscos complexos e no mercado PME, por meio de parcerias que permitem explorar melhor as fortalezas da seguradora e aportar ao mercado brasileiro sua experiência e capacidade globais.

Pascarelli é formado em Ciências Contábeis e Administração de Empresas pela Universidade Paulista (UNIP), possui MBA em Finanças pelo Ibmec de São Paulo e quase 20 anos de experiência profissional em diversas empresas e seguradoras.

Malas prontas – A AIG também informou aos funcionários que muda de sede em São Paulo em novembro para fortalecer uma de suas principais características: ser inovadora. O grupo deixará a torre ao lado do Shopping Iguatemi JK, em São Paulo, onde estava desde 2015, para a Torre Z, na região da Berrini.

Segundo afirmam funcionários, é um ambiente que lembra um coworking, sem salas fechadas e com espaços compartilhados. O novo ambiente, com layout mais aberto e integrado terá menos barreiras físicas entre as pessoas e as áreas, e contará com espaços coletivos alternativos para estimular a troca de ideias, colaboração e uma comunicação mais direta entre todos.

O projeto de arquitetos priorizou proporcionar aos funcionários a cultura de serem mais aliados uns dos outros, o que permitirá melhores soluções e resultados, com mais proximidade e transparência, compartilhando conhecimento focado nos objetivos, resultados e excelência no atendimento aos clientes.  

Segundo informou a AIG a sua equipe, o escritório da AIG passará a ser um tido como espaço propício à mais colaboração profissional, o é que mais do que apenas uma mudança de endereço. “Será a oportunidade de vivermos, na prática, a cultura de sermos aliados uns dos outros, o que nos permitirá melhores soluções e resultados, com mais proximidade e transparência, compartilhando conhecimento focado nos nossos objetivos, resultados e excelência no atendimento aos nossos clientes.”.

Fusão da Susep com a Previc deve sair até sexta-feira

Miriam Leitao entrevista Solange Vieira da Susep

O jornal Valor Econômico e o colunista Lauro Jardim informam que o governo vai encaminhar, até sexta-feira, ao Congresso Nacional um projeto de lei para fundir a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) e uma medida provisória para criar uma unidade de inteligência financeira, que substituirá o Conselho de Controle de Atividades Financeiras – Coaf.

O passo seguinte ao novo Coaf seria colocá-lo como parte da estrutura do BC. Para ajustar a estrutura do BC ao novo órgão, uma das possibilidades é fazer ajuste no projeto de lei complementar, já encaminhado ao Congresso Nacional,  que trata da autonomia da autoridade monetária.

Com a união da Susep e Previc, o governo vai criar a Autoridade de Seguros de Previdência Complementar (ASP), uma autarquia vinculada ao Ministério da Economia. Solange Vieira, hoje presidente da Susep, comandará a ASP, que terá sede no Rio.

Pelo projeto de lei, essa autarquia seria responsável pelas áreas de seguros, resseguros e previdência complementar e teria autonomia técnica, operacional e financeira. Além de presidente, a estrutura do novo órgão será composta por seis diretores. No caso da capitalização, a matéria passará a ser responsabilidade do Banco Central (BC).

Volta às aulas exige atenção redobrada no trânsito

Fonte: Seguradora Líder

Somente neste ano, de janeiro a junho, mais de 6 mil crianças e adolescentes foram indenizados pelo Seguro DPVAT, vítimas de acidentes em todo o país

O fim das férias escolares é sinal também de trânsito mais confuso. Com o retorno às aulas e a volta da rotina de pais, crianças e adolescentes, é comum o aumento do fluxo de pessoas e veículos nas ruas, dos congestionamentos e, consequentemente, dos riscos de acidentes. O período exige paciência, cuidado e atenção redobrada de motoristas e pedestres que circulam, principalmente, ao redor das escolas. Dados da Seguradora Líder mostram que, apenas neste ano, de janeiro a junho, 6.084 vítimas entre 0 e 17 anos foram indenizadas pelo Seguro DPVAT em todo o país.

De acordo com o levantamento, entre as crianças e adolescentes, foram 964 mortes e 4.231 ficaram com algum tipo de invalidez permanente. Além disso, a maioria estava na condição de pedestre no momento do acidente (3.467). As motocicletas foram responsáveis pela maior parte das ocorrências. Foram 3.342 indenizações envolvendo este tipo de veículo. Em seguida, aparecem os sinistros com automóveis: 2.161 casos. Minas Gerais (628), São Paulo (617), Ceará (422), Paraná (392) e Maranhão (361) foram os estados que tiveram mais benefícios pagos a vítimas entre 0 e 17 anos neste primeiro semestre.

Os especialistas garantem que um dos pontos mais importantes para a redução dos números é atuar de forma preventiva onde há grande fluxo de crianças e adolescentes. Sinalização adequada, fiscalização, a presença de guardas de trânsito e investimento em informações para os estudantes podem ser medidas que ajudam a diminuir os acidentes. Para o superintendente de Operações da Seguradora Líder, Arthur Froes, é fundamental que todos estejam atentos.

“O ideal é que os pais se programem para sair mais cedo de casa e, assim, evitem a correria no trânsito. O uso adequado dos equipamentos de segurança também faz toda a diferença. A cadeirinha, o cinto de segurança e o capacete, no caso das motocicletas, são itens obrigatórios. Já os pedestres devem ficar atentos à sinalização e sempre usar a faixa para a travessia nas ruas”, ressalta.

Com a volta às aulas, alguns municípios, como Rio de Janeiro e Goiânia, adotaram, na última semana, esquemas especiais com o apoio de agentes de trânsito para autuar quem desrespeitar as leis na porta das escolas e também distribuir folhetos com dicas de segurança como forma de prevenção.

Perdas de US$ 42 bi, sendo US$ 15 bi indenizadas por seguro, com desastres naturais no 1o. semestre

perdas com catástrofes Munich Re

Um total de 370 eventos de perda geraram perdas totais de US$ 42 bilhões, que, após o ajuste da inflação, são inferiores à média de US$ 69 bilhões em 30 anos, segundo estudo divulgado pela resseguradora Munich Re. No entanto, as perdas das enchentes no sudeste da China, que começaram em junho e causaram prejuízos de bilhões de dólares, não estão incluídas nesta cifra. O Brasil aparece no quadro das fatalidades.

As perdas seguradas chegaram a US$ 15 bilhões, abaixo da média de longo prazo de US$ 18 bilhões. Para muitos eventos, a parcela segurada da perda econômica global foi extremamente pequena devido à baixa penetração de seguro em muitos dos países afetados.

Cerca de 4.200 pessoas perderam a vida em desastres naturais. Este valor é semelhante ao do ano anterior (aproximadamente 4.300). Mas pelo menos a tendência para menos baixas continuou, graças a medidas de proteção mais eficazes: a média de 30 anos para o mesmo semestre é de mais de 27.000 mortes.

O desastre mais mortal em todo o mundo até o final de junho foi o ciclone Idai, que varreu Moçambique, Malaui, Zimbábue e África do Sul de 9 a 14 de março. Mais de 1.000 pessoas foram mortas. Em maio, tempestades com tornados no Meio-Oeste dos EUA produziram as maiores perdas, com US$ 3,3 bilhões. A parte segurada chegou a cerca de US $ 2,5 bilhões.

Uma característica marcante das estatísticas para o primeiro semestre de 2019 é a alta proporção de perdas que afetam os países mais pobres. Três dos cinco desastres mais onerosos afetaram países emergentes e em desenvolvimento. Isso incluiu um desastre de inundação no Irã (perdas totais de US$ 2,5 bilhões) e as perdas por tempestades e enchentes do ciclone Fani na Índia e em Bangladesh em maio (US$ 2,2 bilhões).

Moçambique, um dos países mais pobres do mundo, foi particularmente atingido. Em março, o ciclone Idai atingiu a costa perto do porto da Beira (500.000 habitantes). Com velocidades de vento de aproximadamente 170 km/h, a tempestade destruiu um grande número de casas e edifícios, a maioria dos quais eram estruturas bastante simples. Além disso, em combinação com as fortes chuvas, a onda de inundação provocada pela tempestade provocou inundações sobre o terreno plano que se estendia para o interior.

As perdas totais em Moçambique e nos países vizinhos atingiram aproximadamente US$ 2 bilhões. A perda em Moçambique é equivalente a cerca de um décimo do PIB do país – um enorme fardo. Como comparação: o terremoto de Tohoku no Japão em 2011 causou perdas diretas de US$ 210 bilhões, correspondendo a aproximadamente 3,4% do PIB do Japão. Apenas algumas semanas mais tarde, Moçambique foi novamente atingido por outro ciclone, desta vez o ciclone Kenneth, que chegou ao norte em uma área menos povoada. As perdas totalizaram cerca de US$ 230 milhões.

Ernst Rauch, Chefe de Clima e Geocientista da Munich Re, disse: “No Caribe, por exemplo, as soluções de seguro em cooperação com governos e bancos de desenvolvimento puderam fornecer assistência financeira antes que os programas de ajuda internacional pudessem decolar. Uma solução semelhante também faria sentido para Moçambique. Mas é absolutamente essencial tomar medidas preventivas mais eficazes nos países industrializados também. Estamos trabalhando sistematicamente no aprimoramento de nossas ferramentas de análise, para que possamos avaliar os riscos com mais precisão e, então, desenvolver novas soluções que nos permitam assumir riscos ”.

Nos EUA, uma série de tempestades severas na primavera causou altas perdas. A temporada de tornados foi consideravelmente mais ativa do que o habitual, particularmente em maio: de acordo com a NOAA, o serviço meteorológico dos EUA, mais de 1.200 tornados foram contados até o final de junho. Isso é aproximadamente um quinto a mais que a média de 2005-2015 para o mesmo semestre. Apesar de uma temporada de tornados muito ativa, as perdas decorrentes de uma série de fortes tempestades convectivas durante os primeiros seis meses de 2019 atingiram quase US$ 7,5 bilhões, bem abaixo da média de US$ 10 bilhões na última década.

Uma combinação de altas temperaturas com uma intensa onda de calor nos últimos dez dias do mês e fortes tempestades com chuvas de granizo violentas produziram pesadas perdas na Europa em junho. Além de ser muito seco, o mês foi o mês mais quente da Alemanha desde o início dos registros. A seca significa que as colheitas ruins são prováveis ​​em partes do setor agrícola europeu, desde que houve crescimento restrito para certos tipos de grão, como também para batatas e milho em várias regiões.

No topo do calor, houve fortes tempestades e chuvas de granizo, por exemplo, na segunda-feira de Pentecostes (10 de junho) na Alemanha e nos países vizinhos. A maior área de Munique foi particularmente afetada, experimentando granizo de até 6 centímetros de diâmetro. De acordo com a Associação Alemã de Seguradoras (GDV), mais de 100.000 reclamações foram registradas por danos em veículos e edifícios, respectivamente. A perda global em toda a Europa chegou a mais de € 900 milhões, dos quais mais de 75% estavam segurados devido à alta densidade de seguro para granizo. Quase todas essas perdas foram sustentadas na Alemanha.

No início de julho, ocorreram outras grandes chuvas de granizo na costa do Adriático, na Itália e na Grécia, com granizos que eram tão grandes quanto laranjas em alguns casos. Estimativas de perdas confiáveis ​​ainda não estão disponíveis.

Ernst Rauch comentou o seguinte: “Vários estudos científicos indicam que as ondas de calor estão aumentando devido às mudanças climáticas e também as tempestades de granizo, de acordo com os estudos mais recentes. Tendo em vista os potenciais de perda e o aumento dos ativos expostos, é muito importante que as seguradoras estejam cientes dessas mudanças. De qualquer forma, medidas para reduzir a vulnerabilidade às perdas fazem sentido porque devemos supor que essa tendência continuará nos próximos anos e décadas ”.

A região Ásia/Pacífico foi afetada por um grande número de desastres naturais nos primeiros seis meses do ano. As perdas totais totalizaram US $ 16 bilhões, metade da média de longo prazo (US$ 33 bilhões). O desastre mais caro para as seguradoras foi uma inundação severa em Queensland, no nordeste da Austrália, que produziu prejuízos totais de quase US$ 2 bilhões, dos quais quase US$ 1 bilhão foram segurados. Na região perto de Townsville, um grande número de edifícios foram inundados após fortes chuvas no final de um período particularmente quente. O rio Flinders, mais a oeste, rompeu suas margens e se expandiu para uma largura de mais de 35 milhas (60 quilômetros). Centenas de milhares de bovinos pereceram – uma grande perda para o setor agrícola.

Liberty lança campanha com foco em seguro de vida

Fonte: Liberty

Iniciativa foi realizada em parceria com a agência FCB e tem assinatura Conte com a Liberty para cuidar do futuro de quem mais importa”

A Liberty Seguros lança em agosto sua primeira campanha institucional focada em seguro de vida. A nova comunicação foi idealizada e desenvolvida pela FCB Brasil e estreou no último domingo, Dia dos Pais.

Com a assinatura “Conte com a Liberty para cuidar do futuro de quem mais importa”, o filme da nova campanha traz como personagem central o “Filho Coruja”, abordando de forma bem humorada uma inversão de ótica, onde o filho assume o papel dos pais, demonstrando cuidado extremo em momentos cotidianos e em relação ao futuro deles. A peça enfatiza como os filhos também buscam proteger quem mais amam.

A campanha, que terá foco no digital, também contará com um time de influenciadores que vão atuar em duas frentes diferentes: especialistas no tema de “educação financeira” e influencers relacionados ao universo familiar, que farão uma série de posts sobre a importância do seguro de vida para a saúde financeira das famílias.

Por fim, para reforçar o posicionamento da seguradora no assunto, a Liberty também irá patrocinar corridas em grandes capitais, como São Paulo, Goiânia e Porto Alegre. Todas as etapas têm como foco proporcionar um momento em família para os participantes, com atrações voltadas para adultos e crianças.

“O principal objetivo da campanha é destacar para clientes e corretores a importância do seguro de vida no planejamento familiar e que a Liberty pode estar presente nesse momento com o atendimento próximo e a confiança de nossos serviços”, diz Felippe Alves, gerente de marca e comunicação da Liberty Seguros. “A campanha também contará com estratégia de influenciadores para aprofundar esses temas junto ao consumidor”, completa.

“A nova comunicação usa um tom emocional para falar de um assunto racional, para destacar que a Liberty fornece todo o suporte para ajudar a garantir segurança futura dos entes queridos por meio do seguro de vida, sendo eles pais ou filhos”, explica Elton Longhi, VP de Marcas & Negócios da FCB Brasil.