Generali faz parceria com Lojas Americanas

Fonte: Generali

A Generali Brasil Seguros firmou parceria com a Lojas Americanas, na qual terá exclusividade de cinco anos para distribuir seguros de smartphones nos mais de 1.360 pontos de vendas da Lojas Americanas. Esta parceria se dá em duas modalidades: a primeira é o seguro de Roubo ou Furto Qualificado com cobertura de quebra acidental para smartphones e tablets adquiridos na Lojas Americanas. Há também a opção do seguro Roubo ou Furto Qualificado para quem possui aparelhos com até 12 meses de uso (comprovado via nota fiscal da compra).

“Estamos muito entusiasmados com a oportunidade de desenvolver nosso relacionamento com a Lojas Americanas e dar um passo significativo no mercado brasileiro de seguros de consumo em massa”, afirma Claudia Papa, Head de Mass Channels da Generali Brasil. “Tenho certeza que essa parceria solidificará ainda mais o modelo de negócios que a área de massificados vem construindo e, certamente, a estratégia de B2B2C é um trilho de sucesso para o futuro”.

Esta parceria conta com os serviços da TRR Corretora que assessora a Lojas Americanas nos projetos de seguros massificados. “É uma nova etapa para a Lojas Americanas que vem evoluindo continuamente em suas operações de seguros massificados, sempre buscando o crescimento dos negócios associados à qualidade e satisfação de seus clientes”, comenta Paulo Davidoff, Superintendente de Afinidades da TRR Corretora.

Os dados relativos ao mercado de celulares demonstram o potencial do negócio no Brasil. Segundo a consultoria Teleco, especializada no setor de telecomunicações, o país terminou o mês de setembro de 2018 com 234,3 milhões de aparelhos, alcançando 111,84 celulares/100 habitantes.

Em relação ao mercado de seguros para celulares, a procura por parte dos consumidores cresce a taxas elevadas. Segundo levantamento da FenSeg, o montante pago pelos clientes avançou 82% entre 2016 e 2017. O aumento pela procura por este tipo de proteção pode ser explicado pelo alto número de brasileiros que já tiveram um celular roubado ou furtado, que chega a 49%, segundo pesquisa realizada pelo Mobile Time em parceria com a Opinion Box. “Ou seja, é um mercado amplo e com enorme potencial à frente”, conclui Claudia Papa.

Porto Seguro inicia uso de drones para aceitar riscos em imóveis

Fonte: Porto Seguro

A Porto Seguro informa em release que começa a realizar o processo de vistoria com uso de drones para determinadas situações após sinistros em imóveis residenciais e empresariais. Brasília e Goiás são as primeiras regiões a operarem com a novidade, que contribui para maior agilidade e segurança para o cliente e dos prestadores de serviço em casos de sinistros nestes locais. 

Brasília e Goiás serão as primeiras regiões a receberem os drones, pois são estratégicas para a Porto Seguro nessas modalidades. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Brasília foi a unidade de Federação com maior crescimento populacional de 2012 a 2017. A região ampliou 11,4% o seu número de habitantes e contribuiu para que o Distrito Federal atingisse mais de 3 milhões de pessoas, se tornando a quarta maior capital do país.

Além disso, o DF teve quase o dobro da média nacional de renda domiciliar per capita no Brasil. Goiás também é um estado com constante crescimento populacional. Em 2017, os dados do IBGE apontaram para um crescimento de 1,24% de habitantes em relação ao ano anterior e com destaque para a renda domiciliar, que representa a oitava maior do país.

A expansão para outros estados deve acontecer em breve, mas ainda não há um calendário definido. As estatísticas de atendimentos a partir dessa implementação, direcionarão os próximos passos para a ampliação geográfica da iniciativa.

AIG apresenta seguros para um grupo de jovens empreendedores

AIG Empresario Sombra

No meio de tantos algoritmos e dessa correria danada para lucrar num cenário de mudanças e assim manter o interesse no acionista no negócio, uma pausa para o que realmente vai dar sustentabilidade para qualquer estratégia vencedora no futuro: o amor no coração.

Pelo terceiro ano, a AIG realiza a ação Empresário Sombra. Segundo explica Mariangela Morenghi, coordenadora de comunicação, abril é o mês do voluntariado na seguradora. “Hoje trouxemos 15 jovens de uma escola pública, que cursam entre o primeiro e terceiro ano do ensino fundamental. O objetivo é mostrar a eles o dia a dia de uma seguradora e abrir na mente deles outras possibilidades de profissões além das mais procuradas, como medicina”, cita.

Todos os jovens estão acompanhados de tutores, ou seja, funcionários da AIG que mostram a eles como é a rotina de trabalho em uma seguradora. Hector Dias de Araújo, que cursa o segundo ano, está decidido: quer ser empreendedor e atuar em tecnologia. “Gostei muito de conhecer como o Jorge, que cuida de negócios públicos, como é trabalhar em uma seguradora e saber que várias profissões se encaixam neste setor, como engenheiros, advogados, especialistas em marketing e tantas outras profissões”.

Nicole: Sinistro é muito legal

Realmente, medicina está no sonho de consumo de alguns deles. Nicole Yourrana, de 17 anos, é uma delas. “Se o plano A não der certo, certamente vou avaliar uma profissão em seguros”, contou ao blog Sonho Seguro. Sua colega, Maria Paula, ainda não decidiu a profissão que vai abraçar, mas certamente vai considerar trabalhar em uma seguradora depois de ter conhecido um pouco o departamento de sinistro visitado por sua amiga Nicole. “Nunca imaginei que um acidente era um sinistro. E quanta coisa podemos fazer neste departamento”, comentou.

Fiquei orgulhosa de noticiar uma ação tão legal. Coisa boa saber que tantos jovens se apaixonaram por seguro ao conhecer um pouco da importância dele na vida dos indivíduos, das famílias, do governo e das empresas. Assim como eu, eles aprenderam o quanto o seguro pode ajudar a reconstruir um sociedade diante de um imprevisto, seja ele a doença, a morte ou perdas materiais e financeiras.

Austral e Terra Brasis: questão de tempo

Depois de um período de expectativa, as conversas para unir o resseguro produzido pela Austral e pela Terra Brasis voltaram a dar o tom nos bastidores do resseguro, um mercado que se reinventa com a inovação e novos negócios para crescer. Como estou fechada em dois projetos, vou contar o que outras mídias têm publicado a respeito do assunto. Na minha singela opinião, é só uma questão de tempo para o negócio ser anunciado.

Conforme o Valor apurou, em uma eventual operação de fusão entre as companhias, não deve haver desembolso de valores, apenas troca de ações, com uma participação maior, de cerca de dois terços, para a Austral, considerando o tamanho da empresa. De acordo com outra fonte do mercado, “será positivo ter um concorrente com sede no Brasil e uma certa escala. Na prática, a Vinci Partners e a Brasil Plural vão tentar replicar um ‘mini IRB'”. Para essa mesma fonte, juntas, as empresas terão ativos totais de RS 1,5 bilhão, mas com grande potencial de valorização.

Estadão revela que a união das operações de resseguros da Austral, controlada pela Vinci Partners, e da Terra Brasis, da Brasil Plural, já tem ao menos uma definição: o comando da futura empresa. Segundo um acordo já encaminhado entre os sócios, o CEO da Austral Re, Bruno Freire, deve assumir a presidência da resseguradora que surgirá do negócio. Rodrigo Botti, presidente da Terra Brasis, por sua vez, ocupará o cargo de vice-presidente financeiro.

A ideia dos sócios é concluir a fusão da Austral e da Terra Brasis, que constituiria a terceira maior resseguradora do País, com quase R$ 500 milhões em prêmios, atrás de IRB Brasil Re e Munich Re, conforme dados do ano passado da Superintendência de Seguros Privados (Susep), ainda neste ano.

Na sequência, querem listar ações na bolsa brasileira para fazer frente à necessidade de capital de ambos os players e de quebra pegar carona no desempenho bem-sucedido do IRB na B3. Procuradas, Austral e Terra Brasis não comentaram o assunto.

8ºencontroresseguro: Blockchain já é usado no mercado de resseguros

Fonte: CNseg

As seguradoras e resseguradoras, assim como segurados e corretores, têm tudo a ganhar com o advento das soluções operacionais e gerenciais baseadas nas tecnologias do blockchain – protocolo digital que possibilita o armazenamento e compartilhamento de dados entre todas as partes envolvidas numa transação. Os benefícios da inovação, testada atualmente em vários países, foram tema do painel técnico “Aplicações de Blockchain em seguro e resseguro”, coordenado por Paulo Botti, do Conselho de Administração da Terra Brasis Resseguros.

No centro do debate sobre o tema esteve a palestra do estadunidense Antony Eliott, chairman da B3i (Blockchain Insurance Industry Initiative), uma das líderes globais no desenvolvimento da inovação para o mercado. Elliot apresentou o campo aberto à criação de aplicações da tecnologia no setor de seguro e resseguro e destacou como essas soluções poderão simplificar processos e otimizar a eficiência das companhias, preservando a segurança das informações e o respeito às regras de regulação dos mercados nacionais.

“Para o Brasil, é uma oportunidade imensa de reduzir custos de operação e aumentar a eficiência”, previu o dirigente da B3i, para exemplificar com a perspectiva de diminuição de até 30% dos custos administrativos de seguradoras e resseguradoras. Depois de definir o blockchain como “uma mudança de paradigma” e citar parcerias da empresa com algumas resseguradoras globais, ele previu que, no caso brasileiro, o País tem potencial para ser referência na inovação aplicada ao seguro na América do Sul.

Exemplo de aposta em aplicações baseadas em blockchain no Brasil foi dado pelo diretor de tecnologia e inovação do IRB Brasil RE, Marcelo Hirata. A empresa, ele contou, desenvolve projeto em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e a seguradora Mongeral, visando a criação de soluções em que os dados de uma operação de seguro poderão ser acessados simultaneamente por seguradora, resseguradora, corretor e cliente. Hirata disse que o IRB se prepara para realizar experiência-piloto com a solução, que vem sendo construída desde o ano passado.

O diretor da empresa de tecnologia R3 no Braisl, Keijji Sakai, assinalou que um facilitador da difusão das aplicações baseadas no blockchain é o interesse dos reguladores, como a Superintendência de Seguros Privados (Susep), pelo tema. “O Brasil, os reguladores estão envolvidos em pesquisas de blockchain”, comentou. Uma das áreas em que essas soluções trariam muitas vantagens é a de grandes riscos, destacou Felipe Smith, da Tokio Marine Seguradora, lembrando a complexidade do segmento, no qual as resseguradoras têm forte atuação.

#8ºencontroresseguro: Lacuna de proteção mostra potencial para o setor se desenvolver

Fonte: CNseg

Oportunidades e desafios do mercado de seguros e resseguros no Brasil e no mundo foram a tônica da apresentação do CEO de Resseguros da Swiss Re, Moses Ojeisekhoba. O executivo foi o palestrante do painel “Como o Resseguro pode ajudar a resolver a lacuna de proteção” no segundo e último dia do 8º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro. O coordenador de mesa foi Antonio Trindade, CEO da Chubb e presidente da FenSeg, e os debatedores foram Luiz Roberto Cunha, professor de Economia e decano do Centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, e Rodrigo Botti, CEO da Terra Brasis Resseguros. 

Moses listou temas que merecem a atenção de seguradoras e resseguradoras, entre eles o aumento  do número de catástrofes no mundo. O executivo apresentou alguns dados de 2018: foram 181 desastres naturais, 123 atentados terroristas e 166 enchentes e furacões que deixaram um total de 11 mil mortos e US$ 337 bilhões em perdas econômicas. “São dados que impactam a nossa indústria e nos obrigam a repensar as ferramentas de gestão de riscos relevantes e eficazes e a oferta adequada de seguros”. A América do Sul, disse o executivo, foi um dos continentes mais afetados por catástrofes naturais nos últimos dez anos, que causaram, segundo ele, perdas avaliadas em US$ 200 bilhões. 

O fenônemo da urbanização, que cresce no mundo inteiro, principalmente em países em desenvolvimento, também é um ponto que precisa ser um dos focos para a indústria de seguros. Para Moses, há eventos colaterais causados por uma urbanização desenfreada e sem planejamento. “Uma delas é a questão da segurança alimentar. Quando as pessoas abandonam áreas rurais para viverem em cidades, elas abandonam também áreas de cultivo. O número de pessoas cultivando alimentos para a população diminui”. O envelhecimento da população também é algo que deve ser analisado de perto pelos executivos do setor. “Europa já sofre esse problema há alguns anos. Até a África, que é o continente mais jovem, também já começa a perceber declínio da proporção de idosos”.

Moses também afirmou que países desenvolvidos apresentam oportunidades. Nos EUA, por exemplo, cinco em cada 6 domicílios não têm cobertura contra enchentes. Na França, 50% da safra agrícola não estão seguradas. Em países em desenvolvimento como o México, 69% dos veículos automotivos não têm seguros. Na China, a população gasta US$ 193 bilhões em despesas de saúde – o que corresponde a três vezes mais do que é gasto com coberturas médicas. Nas Filipinas, 97% das perdas ocasionadas por tufões/desastres naturais não são seguradas.

“No Brasil, destaco a produção agrícola, que tem potencial de demanda de US$ 200 bilhões para a indústria de seguros”, disse. O executivo também destacou que a tecnologia é uma aliada da indústria para aumentar a penetração de produtos na sociedade. “É preciso melhorar o acesso de seguros pela população. A brecha de proteção só será reduzida com acessibilidade, melhoria na distribuição de acesso e oferta de produtos que caibam nos bolsos dos segurados. É preciso ver a questão da facilidade e praticidade do produto, como é feito o pagamento do sinistro. Tenho certeza de que a tecnologia é a chave para fazer isso”.

Luiz Roberto Cunha falou sobre os eventos climáticos, que impactam a indústria de seguros no mundo inteiro. Citou como exemplo o temporal que causou destruição e mortes no Rio de Janeiro ontem (dia 8). “Sem investimentos mínimos, eventos climáticos causarão impactos e tragédias mais amplas”. O acadêmico também ressaltu a questão da crise fiscal no Brasil, afirmando que “o país gasta mais e entrega de menos”. “Gastamos pouco e mal em educação, saúde, segurança e infraestrutura e somos campeões em gastos.

Rodrigo Botti comparou o mercado de resseguros no Brasil e nos EUA. No país norte-americano, produtos de vida têm bastante penetração, assim como o de automóveis (devido à questão de responsabildiade civil). “No Brasil, temos o DPVAT, que apesar de funcionar bem, não tem nenhuma proteção adicional privada. Além disso, a proteçao a acidentes de trabalho é algo que provém do sistema público e não do setor privado”.

O executivo também fez uma análise comparativa entre Brasil e Canadá, que têm números próximos em termos de prêmio. “Canadá tem maior mix de vida, um acúmulo que tem lá e não tem aqui. Automóvel e Resposabildiade Civil tem maior proporção lá. Por outro lado, o mercado de saúde do Brasil é proporcionalmente maior.” Botti também citou o potencial de microsseguro no Brasil, que segundo ele, é enorme. E completou: “Uma agenda dessas não vemos em outros setores da economia. O setor de segurostem grandes oportunidades”.

Antonio Trindade falou sobre o que é preciso fazer para aumentar a cultura de seguros no Brasil. “Primeiro devemos olhar para a educação. Pessoas mais bem educadas, com pós-graduação e lato sensu veem valor no seguro. A falta de renda é um fator limitador, ou seja, as pessoas precisam de renda suficiente para poder consumir nesse mercado. Outro ponto é a questão regulatória. No Brasil, é complicado aprovar produtos, o que acaba restringindo seguradoras na oferta de produtos para nichos”.

8ºencontroresseguro: D&O que não adiante custos de defesa perde sua função

Mattos Filho D&O

Fonte: CNseg

Os efeitos da Lava Jato estão transformando o seguro de D&O e, caso se dissemine o não adiantamento dos custos de defesa, este seguro perderá sua finalidade. Essa foi uma das conclusões a que chegaram os participantes do painel técnico “Temas Relevantes em Sinistros”. Em tese, o D&O tem por finalidade adiantar os custos de defesa, ainda que o administrador tenha cometido ato doloso, define Cassio Gama Amaral, sócio do Mattos Filho Advogados. Mas, com a Lava Jato, o mercado ficou “hard” e algumas seguradoras estão praticando 100% de exclusão, ainda que o ato tenha sido doloso, enquanto outras admitem pagar se o segurado provar que é inocente.

“Isso tira o objetivo do D&O que é adiantar os custos de defesa. Gostaria de ver o D&O voltando às suas origens”, afirmou Amaral. André Tavares, sócio da Tavares Advogados, moderador do painel, completou que “prestação póstuma não é prestação e somente o adiantamento cumpre essa função”. E Rodrigo Bertuccelli, vice-presidente de clains lange da Chubb, acrescentou que “se tirar o custo de defesa do D&O, está se esvaziando o produto. Deve-se pagar e, quem for culpado, vai ter de devolver”.

Diversos tipos de sinistros foram abordados durante o painel. Em relação ao seguro de ativos, discutiu-se a necessidade de o parque fabril passar por manutenção permanente. Para Bertuccelli, a falta de manutenção é um problema crítico e grande parte dos sinistros poderiam ser evitados se houvesse manutenção. “O seguro não cobre todas as perdas e muitas vezes o segurado vai perceber que era melhor ter feito a manutenção”, observa.

Mas, para Amaral, também não é adequado que a seguradora negue o pagamento por falta de manutenção se a empresa “fechou os olhos” durante a inspeção e a subscrição. “A fotografia é a do momento da contratação”, reiterou. Ele destacou que o papel do corretor é imprescindível, mas este não deve ser o responsável pela inspeção. Amaral reforçou que o corretor tem um papel relevante que não está cumprindo a contento. “Além da aproximação entre as partes, deve responder pela intermediação e monitoramento do risco”, considera ele.

Allianz Travel lança seguro viagem anual

Fonte: Allianz

A Allianz Travel lança o Seguro Viagem Anual. A novidade é ideal para quem gosta de aproveitar todos os feriados do ano para viajar ou para quem precisa viajar frequentemente a trabalho.  O plano proporciona ao viajante mais tranquilidade, economia e segurança durante 365 dias, sem limite de viagens por ano.

Carlos Cortez, diretor de marketing da Allianz Travel, explica que o plano Anual é válido para viagens internacionais com duração máxima de até 60 dias cada. “Uma das vantagens é a liberdade de viajar, para qualquer lugar do mundo, sem precisar contratar uma nova apólice de seguro a cada vez que for embarcar em uma nova aventura. Além da comodidade, o viajante consegue sentir a diferença no bolso. O plano anual é uma maneira mais eficiente e econômica”. 

O Seguro Viagem Anual pode ser adquirido nos planos Multidestinos TOP e Multidestinos PRIME. “Trabalhamos para tornar a vida de quem viaja cada vez mais simples e segura. Por isso, desenvolvemos um seguro viagem personalizado que une comodidade, economia e segurança”, finaliza Carlos. 

Para comemorar a novidade, a Allianz Travel oferece 20% de desconto na contratação do Seguro Viagem Anual. Para garantir a promoção, basta inserir o código VIAJE365 no site (https://www.allianztravel.com.br/anual). 

Seguradoras acionam estratégia de crise para danos da chuva no Rio

Fonte: FenSeg

As seguradoras montaram um plano de contingência no Rio de Janeiro para fazer frente às ocorrências relacionas às fortes chuvas que atingem a cidade desde a noite de segunda-feira (8). As empresas têm reforçado as suas equipes de Assistência 24 horas para atender aos segurados que necessitam de ajuda ou tiveram seus bens danificados pelas chuvas e enchentes. A medida vale tanto para as apólices de Seguro Automóvel quanto Seguro Residencial, Condomínio e Empresarial.

De acordo com a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), a cobertura compreensiva do seguro automóveis – a mais completa, que engloba a maioria das apólices – garante indenização ao segurado em caso de prejuízos provocados por enchentes e eventos climáticos. Nesse caso, proprietários de veículos terão suas perdas cobertas pelo seguro. O pagamento de indenização é feito no prazo de até cinco dias úteis, em média, após a entrega da documentação completa.

Para a FenSeg, entidade que representa as seguradoras, o mais importante é garantir agilidade e segurança no atendimento aos clientes, como forma de minimizar as perdas. Daí a importância de entrar logo em contato com a seguradora e comunicar o sinistro. Basta informar todos os dados do veículo, explicando exatamente o que ocorreu. Além do acesso via central de atendimento, várias empresas já oferecem atendimento pela Internet ou pelo aplicativo do telefone celular.

O segurado pode ficar confiante. Aquele que contrata seguro não deixará de receber sua indenização por falta de dinheiro em caixa. Para fazer frente aos pedidos de indenização, as seguradoras contam com reservas técnicas e a supervisão da Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão vinculado ao Ministério da Economia. É importante registrar que as empresas seguradoras são previamente autorizadas a operar de acordo com a legislação vigente, seguindo exigências de patrimônio para garantia do cumprimento de todas as responsabilidades com os seus segurados.

HDI faz aporte na startup Zoox Smart Data

Fonte: HDI

Apoio financeiro visa impulsionar crescimento da empresa de tecnologia e incorporar as soluções desenvolvidas à operação da seguradora

A HDI Seguros fez um aporte na Zoox Smart Data, empresa de alta tecnologia pioneira na aplicação de soluções integradas de Wi-Fi, big data, machine learning e marketing de relacionamento. O investimento, que também auxiliará no desenvolvimento de novas tecnologias para corretores e segurados, suportará a expansão da empresa para além dos 350% de valor de mercado, em relação a 2018, e “reforça o trabalho da HDI Seguros no fomento ao ecossistema tecnológico que vem transformando o mercado de seguros nos últimos anos”, explica Vagner Guzella, CFO da HDI Seguros.

Este é o segundo movimento da seguradora no sentido de inovar em seus processos a partir do apoio a empresas de tecnologia. A companhia também é co-fundadora do Distrito Fintech, um campus dedicado à inovação que reúne as melhores cabeças, produtos e tecnologias para criar, testar e expor soluções de serviços financeiros que irão impactar a realidade das pessoas e empresas em um futuro próximo.