Estudo da Marsh aponta que 54% das empresas europeias já sofreram um ataque cibernético

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A Corretora Marsh, líder mundial em corretagem de seguros e gerenciamento de riscos, realizou o estudo 2013 Cyber Risk Survey, baseado em como as empresas europeias estão lidando com os possíveis ataques cibernéticos. O levantamento mostrou que 71% dos pesquisados disseram ter aumentado sua preocupação com Risco Cibernético nos últimos 12 anos. Além disso, 54% afirmaram que sua organização havia sofrido um ataque cibernético recentemente. Enquanto 17% dos pesquisados acreditam que o impacto financeiro de um ataque cibernético poderia custar um excesso de U$5 milhões, 22% admitiram que sua organização não havia realizado um estudo de impacto financeiro dedicado ao risco cibernético. Na percepção existente do nível de maturidade desse tipo de risco em suas organizações, apenas 23% acreditam que a gestão está totalmente integrada e otimizada dentro de suas empresas.

No Brasil esse é um produto recente, mas os clientes aos quais a Marsh apresentou o seguro se mostram receptivos e interessados devido à dependência de sistemas informatizados e o grande volume de dados armazenados e manipulados em ambientes de rede/internet. “Esse é um mercado que está em fase inicial no Brasil, no entanto, ainda não há uma legislação específica para casos de vazamentos de dados ou ataques cibernéticos, mas acredito que em pouco tempo já vamos dispor de uma lei específica”, comenta o Líder de Placement de Responsabilidade Civil e Linhas Financeiras da Marsh Brasil, Maurício Bandeira.

A 2013 Cyber Risk Survey da Marsh foi lançada na Airmic Conference 2013, a maior conferência da Indústria de Seguros e Gerenciamento de Riscos do Reino Unido, realizada em Londres (Inglaterra) de 10 a 12 de junho de 2013.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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