Índice de reclamação de segurados em relação a indenizações do Sandy ficou em 1%, revela instituto

A “Insurance Information Institute”, instituição renovamada nos Estados Unidos pelos estudos que realizada sobre a indústria de seguros, fez um bom resumo econômico do furacão Sandy, dando ênfase à atuação das seguradora, segundo comenta o consultor Francisco Galiza, que destaca alguns números selecionados:

· Em termos de seguros, o Sandy foi a 3ª maior perda devido a furacões, com quase US$ 25 bilhões de sinistros pagos, atrás apenas do Katrina e do Andrew.

· Com a tragédia, as seguradoras americanas recrutaram funcionários em todo o país, resultando em um tempo médio de resposta de 7 a 8 dias, considerando o prazo entre o aviso de sinistro e a inspeção. Esse tempo foi abaixo do prazo legal exigido.

· As empresas receberam elogios e, como resultado, o grau de reclamação dos segurados foi extremamente baixo (em torno de 1%). No Estado de Nova York, a taxa foi de 0,28%.

· Ao todo, houve quase 1,4 milhões de aviso de sinistros. Abaixo, gráfico dos avisos, segundo o tipo de seguro – de automóvel, residencial ou empresarial.

O estudo completo do III pode ser acessado no link http://www.iii.org/assets/docs/pdf/SandyPress-1210123.pdf

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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