ATUALIZAÇÃO – 10/08/2021 – O Estadão corrigiu a matéria informando que a corretora teve seu registro suspenso no dia 23 por conta de problemas no formato do envio de documentos, mas no dia 28 a SUSEP liberou a corretora para operar.
Citado no escândalo de fraudes milionárias no IRB Brasil Re, Fernando Passos, ex-vice-presidente do ressegurador, está investindo em um novo negócio: uma espécie de banco digital voltado a microempreendedores nas regiões Norte e Nordeste. Enquanto aguarda o desfecho de processos durante sua gestão, inclusive na esfera criminal, ele montou no fim do ano passado a Cactvs, conforme documentos obtidos pelo Estadão/Broadcast e matéria escrita pela jornalista Aline Bronzati. Leia mais
Passos, que estava à frente da área de finanças, é visto como peça-chave no esquema de fraudes contábeis, que custaram mais de R$ 30 bilhões em valor de mercado para o IRB na Bolsa. O caso foi apontado pela gestora Squadra e envolveu também informações falsas relacionadas à Berkshire Hathaway, do megainvestidor Warren Buffett. O caso gerou investigações internas, do Ministério Público e da Comissão de Valores Mobiliários.
A Cactvs Corretora de Seguros estava com seu registro suspenso desde o último dia 23 (abril), mas na quinta-feira, 28, a Susep liberou a corretora para operar com a venda de apólices no País. A suspensão se deu por erros no sistema. O cadastro da corretora junto à Susep foi alterado por conta de um problema no formato do envio de documentos à autarquia, segundo fontes.
Procurada, a Cactvs não se manifestou. Fernando Passos também não quis se pronunciar a respeito.


















